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Chile e Argentina - 17 dias Mar/2012 - Santiago, Pucón, San Martin, Bariloche e Puerto Montt


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[t1]Chile e Argentina - 17 dias Mar/2012 - Santiago, Pucón, San Martin, Bariloche e Puerto Montt[/t1]

 

[align=justify]Olá pessoal!!!

Gostaria de deixar aqui o relato da minha viagem como uma forma de retribuir toda a ajuda que já obtive aqui. Desde que conheci este site, tenho planejado e curtido muito mais as minhas viagens.

Esta foi minha primeira viagem internacional e aproveitei bastante graças às dicas de vocês. Valeu galera!

Foi uma viagem de 17 dias pelo Chile e Argentina, ficamos hospedados em 5 cidades, perfazendo o seguinte roteiro: Santiago, Pucón, San Martin de los Andes, Bariloche e Puerto Varas, mais as cidades que visitamos de carro.

A viagem foi planejada tentando equilibrar economia e conforto. Viajamos em Março de 2012, ou seja, nada de neve...

Mais uma coisa: não falamos nada de inglês nem espanhol, mesmo assim conseguimos nos virar muito bem. Pra quem tem medo de viajar sem saber o idioma, pode ir pra esses países que dá pra virar bem.

Quanto ao dinheiro, li diversas sugestões. Acabei optando por levar um cartão de viagens pré carregado (Visa Travel) e cartão de crédito pra emergências. Mas acabei perdendo muito dinheiro nas conversões do cartão. Recomendaria levar dólares mesmo. Os preços estão todos em pesos (chilenos ou argentinos dependendo do local).

No relato vou fazer um breve resumo de cada cidade antes de contar o passeio.

Chile: Santiago.

Achei a cidade impressionante pela (apesar de ser uma capital) limpeza, segurança, organização e estilo de vida tranqüilo do chileno, além da bela cordilheira ao fundo.

Transporte: O sistema de metrô é fantástico! Muitas estações que te levam rapidamente pra qualquer lugar da cidade. É o melhor meio de transporte em Santiago (ande sempre com o mapinha das estações).

Comida: Só comemos besteiras (sanduíches), exceto no primeiro dia... Mas tem opção para todos os gostos e bolsos.

Hospedagem: Santiago foi a cidade com hospedagem mais cara que eu conheci. Os hotéis meia-boca eram caríssimos. O melhor custo benefício que encontrei foi o hostel Ventana Sur. O hostel é bem simples, mas o clima e o atendimento são excelentes. O Ivan (dono do hostel) foi muito prestativo e nos surpreendeu. Ele nos ajudou muito. A localização também é excelente. Paguei em torno de 31000 pesos a diária.

 

Dia 01 – Cerro San Cristóbal

Chegamos no aeroporto às 14:00 h (famintos) e fomos para o hostel Ventana Sur. Saímos de lá e almoçamos num restaurante peruano que o Ivan indicou. Comemos um prato com frutos do mar que estava delicioso, mas antes de terminar de almoçar já estava passando muito mal. Saí de lá correndo de volta pro hostel pra chamar o Juca! Mas não foi comida estragada não, minha esposa comeu o mesmo prato e não sentiu nada. Tive alergia de algum ingrediente. Meu rosto ficou todo pipocado! Parecia que eu tava de catapora. Pra recuperar tive que ficar deitado umas 3 horas com o estômago ruim. Pra não perder o dia, saímos correndo (na verdade cambaleando) antes de escurecer pra conhecer o Cerro San Cristóbal. Dá pra ir a pé do hostel. De lá se avista toda a Santiago. Imperdível.

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Vista do Cerro San Cristóbal[/mostrar-esconder]

 

Dia 02 – zoológico e compras

Saímos de manhã e fomos ao zoológico (que fica na base do cerro San Cristóbal). Gostei muito de lá por conhecer animais que nunca tinha visto como pingüins, urso polar, tigre branco, lobo marinho e cangurus. Tem também um viveiro gigante onde as aves ficam soltas e você pode entrar. Muito legal. De lá fomos fazer compras, mas como não pesquisei muito sobre as lojas, acabamos perdendo muito tempo e comprando pouco.

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Zoológico em Santiago - Urso Polar

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Zoológico em Santiago[/mostrar-esconder]

 

Dia 03 – Viña del Mar, Reñaca, La Moneda e Paris-Londres

De manhã fomos para a estação Pajaritos, de lá saem os ônibus que vão para Viña Del Mar (vc compra a passagem de ida e volta lá mesmo). Paguei 4400 (ida e volta). Domorou aprox. 1:30h. Chegamos em torno de 12:00h. Como estávamos sem tempo, acabamos contratando um city-tur na rodoviária mesmo, para conhecer Viña Del Mar e Reñaca. Pagamos 26000 pesos. Se vc tiver tempo, dá pra conhecer a pé e de ônibus.

Voltamos para Santiago e ainda deu tempo de conhecer o palácio La Moneda e o micro-bairro Paris-Londres. Muito bacana. Passamos no hostel, pegamos nossas coisas e fomos para a rodoviária pegar o ônibus para Pucón. Viajamos à noite.

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Praia em Reñaca

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Museu em Viña del Mar com um Moai autêntico da Ilha de Páscoa

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Microbairro Paris-Londres em Santiago[/mostrar-esconder]

 

Pucón.

Viagem: As principais empresas de ônibus para longas viagens no Chile são a Tur-Bus e Pullman. Só viajamos de Tur-Bus e achamos muito bom. O Léo comprou as passagens com antecedência pra nós, pois não dá pra comprar as passagens pela internet com cartão de crédito brasileiro. Pagamos 44400 pesos Salón Cama (ônibus leito, com travesseiro, cobertor e café da manhã) e a viagem de Santiago a Pucón dura 10 horas.

Transporte: A cidade é minúscula, dá conhecer tudo a pé. Cidade muito charmosa e romântica. Lembra muito Gramado aqui no Brasil. Vale à pena alugar um carro pra conhecer as atrações da região, além de visitar as cidadezinhas próximas.

Hospedagem: Ficamos nos hostel Frontera Pucón, dos nosso amigos aqui do Mochileros Leo e Isabela. Não é o mais barato, mas tem um excelente custo-benefício! O lugar é um luxo! Sem contar a “consultoria” que o Léo dá para conhecer a região, e melhor: em português! A localização também é excelente.

Comida: Muitos restaurantes “chiques”. O preço estava em torno de 7000 a 8000 pesos por pessoa. Pesquisando, dá pra achar comidas excelentes em torno de 5500 pesos (menu del dia).

 

Dia 04 – Ojos Del Caburgua e Lago Caburgua

Chegamos de manhã e fomos para o hostel Frontera Pucón. Tomamos café, fomos para o “centro” e pegamos um ônibus (passa toda hora) para o Ojos Del Caburgua. Lugar muito bonito. De lá pegamos o mesmo ônibus e continuamos até a Playa Branca, onde fica o lago Caburgua. A água neste ponto é menos fria. Este é um dos poucos lugares que dá pra dar um mergulho se tiver sol. Descemos e fomos contornando o lago pelo lado direito apreciando a paisagem até a Playa Negra. Não tem erro é muito fácil. Lá tem um ponto de ônibus pra voltar pra Pucón (+ou- 1 hora). À noite o Léo organizou um churrasco (picanha e salmão, hummmm) com o pessoal do hostel. Foi muito divertido!

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Vulcão Villarrica

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Pôr-do-Sol no Lago Villarrica

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Ojos Del Caburgua: a cor da água é incrível!

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Lago Caburgua[/mostrar-esconder]

 

Dia 05 – Parque Huerquehue

Acordamos cedo e pegamos um ônibus que sai às 08:00h do “centro”. Se perder esse já era. Tinha gente de tudo quanto é canto do mundo. O ônibus parecia uma babel! Após +ou- 1 hora de viagem, chegamos ao Parque Huerquehue. Esse passeio foi pra mim o mais legal da viagem, principalmente por causa do contato com a natureza. Na entrada pagamos 4500 pesos e os guias te dão um mapa e te orientam sobre as trilhas. São várias trilhas e a paisagem é deslumbrante! Dá vontade de nunca mais ir embora! Fizemos a trilha tradicional “Sendero Los Lagos”. Disseram que eram 5 horas de ida e volta, mas devido ao nosso preparo físico (ou à falta dele) demoramos 7 horas. Logo no início tem um morro ENORME pra subir... E também tinha as atrações paralelas, como as cachoeiras que você faz uma trilha à parte pra cada uma delas (algumas tem 800m ida-volta). Voltamos correndo pra não perder o último ônibus (acho que era 17:00h – procure se informar antes de ir).

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Dia 06 – Curarrehue e Saltos Leon e China

Pegamos um contato com o Léo e alugamos um Siena por 2 dias. 22000 pesos a diária. O Siena tava bem “sambadinho” (uns 150.000 km rodados) mas deu pro gasto... Saímos de Pucón rumo a Curarrehue. A estrada é perfeita, poucos veículos e a paisagem maravilhosa! As cidadezinhas entre as montanhas dão um “quê” de especial ao lugar. Depois continuamos até o parque Villarrica. Voltamos e almoçamos num restaurante de comida Mapuche na beira da estrada, um pouco depois de Curarrehue sentido Pucón do lado esquerdo. Comida deliciosa e barata! Recomendadíssimo! Na volta quebramos à esquerda sentido Palguín para conhecer os saltos (cachoeiras) El Leon e La China. Pagamos 1000 e 2000 pesos para entrar em cada uma. As quedas são altas e muito bonitas. Recomendo também.

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Estrada para Cararrehue

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Salto La China

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Salto Leon[/mostrar-esconder]

Dia 07 – Cidades: Villarrica – Lican Ray – Coñaripe – Panguipulli

Saímos de carro de manhã e fizemos o seguinte roteiro: Pucón – Villarrica – Lican Ray – Coñaripe – Lican Ray – Panguipulli – Lican Ray – Villarrica – Pucón. É um pedacinho bom de chão. O passeio gasta o dia inteiro e passa por paisagens belíssimas, e cidadezinhas singulares. Estradas mais uma vez perfeitas e bem sinalizadas. Também se conhece outros lagos. Villarrica à beira do lago tem uma vista belíssima do vulcão, e lugares perfeitos pra se passar o dia com a família. Ao voltarmos pra cidade ainda fomos ao parque Villarrica (na entrada que fica em Pucón) e subimos a estrada até onde achei seguro (a partir de certo ponto acho que só sobe se for 4x4) pra chegar mais perto do vulcão.

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Lago Villarrica

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Lican Ray

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Panguipulli[/mostrar-esconder]

 

Argentina: San Martín de Los Andes

Viagem: Compramos a passagem em uma lanchonete (!!!) em Pucón com 2 dias de antecedência. A Igillaima é a única empresa que faz a travessia Pucón-San Martín. Pagamos 12000 pesos e a viagem demorou aprox. 4 a 5horas.

A cidade é muito lindinha e romântica e fica às margens do lago Lacar (muito lindo). Lembra uma Pucón, porém, maior. Vários restaurantes (a maioria bem caros). Não achei nada barato pra comprar. Tudo muito caro na cidade.

Pra passear tem os passeios no lago (vc escolhe: ou o caro ou o muito curto)

Os passeios tradicionais são os passeios no lago Lacar (achei os passeios curtos ou caros), cerro Chapelco (só na época de neve), parque Lanín (visite uma agência pra conhecer o roteiro e depois alugue um carro - sai muito mais barato!) e a famosa Ruta dos Siete Lagos. O aluguel de carro aqui é obrigatório! Os atrativos são longes e as agências são caríssimas. Paguei 275 pesos a diária de um Corsa com GPS e 300 km livres, então, pesquise!

Hospedagem: Ficamos na hosteria Las Lucarnas. O lugar é bem simples, mas o preço é muito bom. Pagamos 200 pesos argentinos a diária. E o ? dono da hosteria) foi muito prestativo e nos ajudou bastante.

 

Dia 08 – San Martín de Los Andes

Entregamos o carro de manhã e pegamos o ônibus para San Martín. O trajeto é o mesmo que fizemos de carro. Ao cruzar a fronteira, as Aduanas ficam quase que na base do vulcão Lanin. Então aproveitamos para tirar fotos. No caminho para San Martín, o ônibus percorre o parque Nacional Lanin, que eu achei fantástico! Impressionante como a paisagem muda totalmente do outro lado da fronteira. Chegamos em San Martín em torno do meio dia, e fomos para o hosteria Las Lucarnas. Saímos para sacar dinheiro e o cartão de viagens tinha acabado o crédito. Fui usar o cartão de débito/crédito e (outro vacilo!) acabei bloqueando meu cartão. Fiquei desorientado! Estava sem dinheiro e com o cartão bloqueado! Já comecei a pensar em voltar, mas não tinha dinheiro em pra ir pro aeroporto... Este foi o início de uma saga que durou o resto do dia, através de ligações e internet pra tentar desbloquear o cartão. Finalmente ao final do dia conseguir desbloquear e creditar o cartão de viagem. Ufa! Pena q não deu pra fazer nada neste dia... Andamos pela cidade à noite pra conhecer.

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Vulcão Lanin na fronteira Chile / Argentina

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A paisagem muda completamente no lado Argentino[/mostrar-esconder]

 

Dia 09 – San Martín de Los Andes

Como não deu tempo de fazer nada no dia anterior. Saímos para pesquisar quais os passeios que valiam a pena. Quase não tinha encontrado material sobre San Martín na Internet. O lago Lacar é muito bonito, e tinha uns passeios de barco mas não achei que valiam a pena pelo preço. Péssimo custo-benefício. Também não encontrei passeios para se fazer de ônibus. E agência nem pensar! Um absurdo os preços! Ficamos andando pela cidade... Fomos até a secretaria de turismo e pegamos mais informações. Após o almoço, decidimos alugar um carro e fazer a Rota dos Sete Lagos no dia seguinte (última dia aqui), até Villa La Angostura. Descobrimos um passeio muito bacana até o lago Huechulafquen no parque Lanin, mas infelizmente não dava mais tempo porque é um passeio pro dia inteiro (se não tivesse tido problema com o cartão no dia anterior...). Enfim, alugamos o carro de tardinha e nos recomendaram visitar Quilaquina (disseram que é um tipo de vila/balneário à beira do lago) no mesmo dia (diziam que funcionava à noite...). Saímos pela estrada, pegamos uma estrada de rípio cheia de curvas à noite. Escuridão total! Quando chegamos não tinha nenhuma alma viva no lugar! No escuro no meio do mato...(vacilo!) Parece que o lugar só funciona de dia... Voltamos.

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A cidade é bem bonitinha

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Lago Lacar em San Martín[/mostrar-esconder]

Dia 10 – Rota dos 7 lagos (San Martín de Los Andes a Villa La Angostura)

Desta vez acordamos mais cedo para fazer a rota dos sete Lagos. Maravilhoso! Visitamos uns 10 lagos! Difícil dizer qual o mais bonito. A estrada estava ótima (até a parte de rípio estava boa). Esse passeio dispensa comentários. Basta ver as fotos. Villa La Angostura ainda está muito suja com muitas cinzas de vulcão, mas mesmo assim vale à pena para ver o que um vulcão pode fazer. É impressionante!

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Lago Falkner

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Lago Correntoso

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Caminho para o lago Espejo Chico

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O gigantesco Nahuel Huapi![/mostrar-esconder][/align]

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[align=justify]Bariloche

Viagem: Viajamos pela Via Bariloche. Pagamos 68,50 pesos e a viagem de San Martín a Bariloche demorou aprox. 4 horas.

No centro (leia-se Centro cívico e ruas Mitre e Perito Moreno) é onde estão os restaurantes, lojas de chocolate, supermercados, agências de turismo, casas de câmbios e os pontos de ônibus para as atrações.

Passar na secretaria de turismo (fica no Centro Cívico) é essencial. Lá vc consegue os mapas de todas as atrações, ônibus e preços. Fomos muito bem atendidos lá (surpresa: por uma brasileira).

A um quarteirão do Centro Cívico fica a intendência do Parque Nahuel Huapi. Lá vc consegue todas as informações sobre o parque. O parque é enorme e muito bonito! Tem muitas trilhas e parece ser ótimo para acampar.

Devido à época (Mar/2012) nada de neve! Então nem visitamos as estações de esqui.

Hospedagem: Bariloche tem tantas opções de hospedagem que é difícil escolher. Acabamos escolhendo o View Hotel pela localização e preço. O hotel não é muito barato mas é maravilhoso! Pagamos 290 pesos. Excelente custo benefício.

 

Dia 11 –Cerro Otto

Acordamos e fomos para a rodoviária de San Martín. Chegamos em Bariloche em torno das 15:00h. Fomos para o hotel e depois para a secretaria de turismo (no Centro Cívico) para pegar mapas e informações. Compramos as passagens para o Cerro Otto ali perto mesmo e o depois o ônibus. A vista de lá é muito bonita, mas a do Cerro Catedral supera, ou seja, recomendo visitar o Otto primeiro. À noite acertamos o passeio ao Cerro Tronador para amanhã com uma agência.

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Dia 12 –Cerro Tronador e Ventisqueiro Negro

O cerro Tronador fica a uns 200 km de Bariloche, e a maior parte da estrada é de rípio. Este é um dos poucos lugares em que achei melhor ir de agência ao invés de alugar um carro. Para entrar no parque vc paga 50 pesos. O trajeto é maravilhoso. O Tronador é uma montnha que faz divisa com o Chile, e devido à altura, possui neve eterna no topo, com várias geleiras. Quando os blocos de gelos se soltam e caem, fazem um barulho semelhante a um trovão. Os blocos de uma dessas geleiras caem da montanha e lá embaixo se misturam com detritos e congela novamente formando uma geleira negra, fenômeno raro no mundo. É o Ventisqueiro Negro. Muito legal! O passeio é para o dia inteiro. Recomendadíssimo!

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No caminho para o Cerro Tronador

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Cerro Tronador

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O Ventisqueiro Negro[/mostrar-esconder]

 

Dia 13 –Cerro Campanário e Centro Cívico

De manhã fomos direto para o cerro Campanário. Foi uma das vistas mais espetaculares de toda a viagem. Vá preparado porque lá venta um “pouquinho”... Descemos pegamos o ônibus e fomos até o hotel Llau Llau. Caminhamos pela bela região. Voltamos de ônibus para o centro, tiramos umas fotos no Centro Cívico, visitamos o museu da Patagônia e andamos pela cidade para conhecer e comprar algumas coisas. Recomendo os chocolates da Frantom e da Rapa Nui e o sorvete da Rapa Nui (delicioso).

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Cerro Catedral

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Foto clássica no Centro Cívico[/mostrar-esconder]

 

Chile: Puerto Varas

Viagem: Compramos a passagem em um posto da Via Bariloche que fica na calle Perito Moreno. Eles só vendem passagens para Puerto Montt. Não tivemos tempo de ir até a rodoviária (que é um pouco longe do centro) para pesquisar outras opções. Pagamos 130 pesos. De Puerto Montt pegamos um ônibus de linha na rodoviária para Puerto Varas. Um pouco menos de 1 hora e chegamos lá.

A cidade é muito bonita! Por outro lado tem um tempo muito instável. Todos com quem conversamos reclamaram de chuvas constantes. Pegamos 2 dias de Sol, mas sempre amanhece nublado. Com o céu aberto, a vista para os 3 vulcões (Osorno, Tronador e Calbulco) ao fundo do lago Llanquihue é fantástica!

A cidade é pequena e pode ser conhecida a pé. Praticamente todas as atrações são acessíveis de ônibus, exceto algums poucas como o vulcão Osorno. Os passeios pelas agências te arrancam os 2 olhos... não vale a pena! Não perca tempo no CAT (Centro de Atendimento ao Turista) na beira do lago. Lá só vendem passeios e não te informam nada. Até o mapa é pago! Tem outro CAT não me lembro se na calle Salvador ou Gramado, bem próximo dali, onde te dão todas as informações e mapas gratuitos.

O parque Nacional Vicente Pérez Rosales é enorme e tem muitas trilhas pros amantes do trekking. Além de opções de rafting, canoagem e outras.

Hospedagem: Hostel Érika. O hostel é confortável e tem um bom preço. A dona Érika também foi muito solícita e nos ajudou a montar nosso roteiro.

Comida: Tem lugares bem legais para se comer mas é difícil achar um lugar barato. No restaurante Club Alemão no Menu del dia dá pra se comer uma refeição completa (com entrada e sobremesa) e deliciosa (depende do dia...) por 5500 pesos.

 

Dia 14 – Puerto Varas

Acordamos cedo, pegamos o ônibus e fomos para Puerto Montt. O ônibus passa pela região atingida pelas cinzas do vulcão Puyehue. Impressionante o lugar. Tinha uma região onde todas as árvores estavam mortas, parecia cena de filme! Em Puerto Varas pegamos um táxi (fica barato porque a cidade é muito pequena) e fomos para o hostel. Almoçamos e conhecemos a cidade no restante do dia.

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Área afetada pela erupção do Puyehue

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Lago Llanquehue. Ao fundo: Vulcão Osorno, Cerro Tronador e vulcão Calbuco[/mostrar-esconder]

 

Dia 15 – Parque Vicente Pérez Rosales (Laguna Verde, Lago Todos los Santos, Saltos de Petrohué)

Pegamos o ônibus no centro e fomos para o Parque Vicente Pérez Rosales. Descemos no ponto para visitar a Laguna Verde. Impressionate a cor da água!. Voltamos para estrada pegamos o ônibus e continuamos até o lago Todos los Santos. Lá fizemos um passeio de barco de ½ hora pelo lago. Pagamos 2000 pesos. Há várias opções de passeio. A vista do vulcão Osorno é magnífica. Daqui dá pra se ver o vulcão Pontiagudo tb. Ótima para fotos. Lanchamos e pegamos novamente o ônibus até os Saltos de Petrohué. Muito bonito também, mas pena que nesta época tinha pouca água. O azul da água impressiona! Fizemos umas trilhas próximas e voltamos de ônibus para a cidade.

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Laguna Verde

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Lago Todos los Santos e vulcão Osorno ao fundo

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Saltos de Petrohué

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Vulcão Osorno ao fundo[/mostrar-esconder]

 

Dia 16 – Frutillar

Pegamos o ônibus no centro para Frutillar. +ou- 1 hora. A cidade é muito linda! Dá pra passar o dia todo ou ½ dia dependendo do quanto se quer conhecer a cidade. O teatro ? é um dos mais belos do mundo! Abre todas as segundas-feiras às 13:00 h para visitação. Não deixe de conhecer. Ir a Puerto Varas e não conhecer Frutillar é imperdoável!

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Teatro do Lago

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Teatro do Lago

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Igreja Luterana. A arquitetura da cidade é no estilo alemão.[/mostrar-esconder]

 

Dia 17 – Puerto Montt

Pegamos o ônibus no centro até a rodoviária de Puerto Montt. Achei a cidade bem feinha com algumas exceções. Conhecemos Angelmó (onde fica o mercado de peixes e frutos do mar) e Pelluco: uma praia horrível e fedorenta!!! Tem um shopping enorme lá pra quem gosta... Detalhe: compramos uns morangos na rua docíssimos! Uma delícia e pagamos baratinho. Eu particularmente não voltaria nesta cidade. À noite pegamos o ônibus de volta para Santiago.

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Porto de Puerto Montt

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Pelluco[/mostrar-esconder]

 

Dia 18 – Retorno

Foi um dia gasto em viagens. Chegamos às 09:00 h em Santiago e pegamos nosso vôo de volta para BH às 13:00 h. Já estávamos com saudades...[/align]

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