Depois de uma noite de sábado agitada no Alto Chiado em Lisboa (o bairro parece uma mistura do Pelourinho, em Salvador, com a Vila Madalena em São Paulo; repleto de bares, restaurantes e casas noturnas), pegamos um trem para Sintra. Destino perfeito para um domingo ensolarado. A cidade, declarada patrimônio mundial pela UNESCO em 1995, fica a 50 minutos da capital e reserva belíssimas surpresas entre seus bosques e ruas sinuosas. Uma delas é o Castelo dos Mouros, construído no século XIII, onde atualmente são realizadas diversas escavações arqueológicas. A muralha de observação que ainda persiste ao tempo fica numa das colinas mais altas da cidade e tem vista para Cascais, um dos balneários mais concorridos de Portugal. O castelo foi construído pelos muçulmanos que dominaram a península ibérica por vários séculos.
Após subirmos centenas de degraus foi possível avistar toda a cidade de Sintra, o mar, e o Palácio da Pena, construído pelos últimos reis de Portugal no século XIX, numa colina bem próxima.
Muito colorido, o Palácio da Pena, cercado por um parque magnífico, é uma verdadeira mistura de estilos arquitetônicos. Fica muito clara a influência árabe e oriental nos seus detalhes. A visita aos aposentos do palácio é de encher os olhos. Índia e China são muito presentes na decoração escolhida pelos reis e rainhas da época, que passavam grande parte do verão por lá.
É um passeio imperdível!
Na segunda-feira de manhã seguimos viagem rumo à Coimbra. No caminho decidimos parar em Fátima para conhecer o santuário e um pouco da história católica da aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos, que completará 100 anos em breve (2017). Ficamos impressionados com a fé dos centenas de devotos que peregrinam até lá. Muitos pagam suas promessas caminhando de joelhos para agradecer a graça alcançada.
Os Contrastes de Coimbra
Coimbra é uma cidade pequena, por isso decidimos ficar um dia e meio por lá. A Universidade de Coimbra, a mais antiga e tradicional do país, é a atração principal. Parece que a cidade vive em função dela.
Há um contraste entre seus habitantes, que nos pareceram velhos ou estudantes jovens.
Notamos que a juventude estudantil representa uma nova geração portuguesa e que deixa evidente seu grande desejo por mudanças sociais e religiosas.
No aspecto da religião, por ser um país muito católico, é visível que muitos jovens não demonstram um apego muito profundo nas raízes e tradições da Igreja Católica. Há inúmeras pichações contra a Igreja em muitos lugares.
Por sua vez os mais velhos ainda possuem uma postura tradicional e conservadora. Há anos que não mudam nada do que se poderia mudar. Em muitos lugares cruzamos idosos que parecem estar vivendo ainda no século passado e que não fazem a menor questão de serem gentis.
No que diz respeito à sociedade, o povo português anda chateado com seu governo. Para muitos, os bancos são “parasitas”. Diferente do brasileiro que é otimista por natureza, em Portugal, observamos que há um pessimismo e uma grande incerteza dos portugueses em relação ao futuro de seu país.
Essas são nossas opiniões pela experiência que estamos vivendo, observando a vida do povo daqui. No que diz respeito ao turismo, o país é incrível.
COIMBRA- PORTUGAL:
Hospedagem/Acomodações (30 Euros/dia quarto duplo): regular
Transporte Público: (1,15 Euros - não utilizamos ): n/a
Culinária (7 Euros em média um prato): muito bom
Hospitalidade do Povo Português: bom
Pontos Turísticos: bom
Preços: bom
Clima Local (média 22 graus): março/12
Meio de Transporte: veículo alugado: (Fiat Punto 1.6/ 50 euros por 3 dias
Distância Percorrida: 220km
Distância Percorrida desde o ponto de Partida (Lisboa): 220 km
Sintra Encantadora
Depois de uma noite de sábado agitada no Alto Chiado em Lisboa (o bairro parece uma mistura do Pelourinho, em Salvador, com a Vila Madalena em São Paulo; repleto de bares, restaurantes e casas noturnas), pegamos um trem para Sintra. Destino perfeito para um domingo ensolarado. A cidade, declarada patrimônio mundial pela UNESCO em 1995, fica a 50 minutos da capital e reserva belíssimas surpresas entre seus bosques e ruas sinuosas. Uma delas é o Castelo dos Mouros, construído no século XIII, onde atualmente são realizadas diversas escavações arqueológicas. A muralha de observação que ainda persiste ao tempo fica numa das colinas mais altas da cidade e tem vista para Cascais, um dos balneários mais concorridos de Portugal. O castelo foi construído pelos muçulmanos que dominaram a península ibérica por vários séculos.
Após subirmos centenas de degraus foi possível avistar toda a cidade de Sintra, o mar, e o Palácio da Pena, construído pelos últimos reis de Portugal no século XIX, numa colina bem próxima.
Muito colorido, o Palácio da Pena, cercado por um parque magnífico, é uma verdadeira mistura de estilos arquitetônicos. Fica muito clara a influência árabe e oriental nos seus detalhes. A visita aos aposentos do palácio é de encher os olhos. Índia e China são muito presentes na decoração escolhida pelos reis e rainhas da época, que passavam grande parte do verão por lá.
É um passeio imperdível!
Na segunda-feira de manhã seguimos viagem rumo à Coimbra. No caminho decidimos parar em Fátima para conhecer o santuário e um pouco da história católica da aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos, que completará 100 anos em breve (2017). Ficamos impressionados com a fé dos centenas de devotos que peregrinam até lá. Muitos pagam suas promessas caminhando de joelhos para agradecer a graça alcançada.
Os Contrastes de Coimbra
Coimbra é uma cidade pequena, por isso decidimos ficar um dia e meio por lá. A Universidade de Coimbra, a mais antiga e tradicional do país, é a atração principal. Parece que a cidade vive em função dela.
Há um contraste entre seus habitantes, que nos pareceram velhos ou estudantes jovens.
Notamos que a juventude estudantil representa uma nova geração portuguesa e que deixa evidente seu grande desejo por mudanças sociais e religiosas.
No aspecto da religião, por ser um país muito católico, é visível que muitos jovens não demonstram um apego muito profundo nas raízes e tradições da Igreja Católica. Há inúmeras pichações contra a Igreja em muitos lugares.
Por sua vez os mais velhos ainda possuem uma postura tradicional e conservadora. Há anos que não mudam nada do que se poderia mudar. Em muitos lugares cruzamos idosos que parecem estar vivendo ainda no século passado e que não fazem a menor questão de serem gentis.
No que diz respeito à sociedade, o povo português anda chateado com seu governo. Para muitos, os bancos são “parasitas”. Diferente do brasileiro que é otimista por natureza, em Portugal, observamos que há um pessimismo e uma grande incerteza dos portugueses em relação ao futuro de seu país.
Essas são nossas opiniões pela experiência que estamos vivendo, observando a vida do povo daqui. No que diz respeito ao turismo, o país é incrível.
COIMBRA- PORTUGAL:
Hospedagem/Acomodações (30 Euros/dia quarto duplo): regular
Transporte Público: (1,15 Euros - não utilizamos ): n/a
Culinária (7 Euros em média um prato): muito bom
Hospitalidade do Povo Português: bom
Pontos Turísticos: bom
Preços: bom
Clima Local (média 22 graus): março/12
Meio de Transporte: veículo alugado: (Fiat Punto 1.6/ 50 euros por 3 dias
Distância Percorrida: 220km
Distância Percorrida desde o ponto de Partida (Lisboa): 220 km