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Aloha.Eveline

Não quero fazer compras nem passar frio, eu quero BALI!

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um dia eu finalmente consegui o dinheiro que precisava para fazer minha primeira viagem internacional.

 

Bem, talvez eu tente um mochilao pela europa, como todos.

 

anh... não me apaixonei pela idéia, aliás, nem um pouco. Sorry museus, compras, comida boa e festas com as bebidas mais alcoolicas do mundo, não é bem isso que eu to procurando.

 

Aí eu vi um filme de surf, ele se passava em Bali: The Drifter, com Rob machado.

 

Perguntei para 3 amigos que já estiveram por perto o que eles achavam de eu ir a Bali e recebi de resposta:

ALOHA! É A TUA CARA!

 

4 meses depois eu estava aterrizando em Bali.

 

Aqui começo a viver BALI

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Cheguei e fui recebida pelo meu anfitriao no aeroporto que, muito gentil, foi me buscar para eu não gastar com o taxi, pois segundo ele, os taxis lá são absurdamente caros. Lá fomos nós na sua... bis?

 

Honda bis?

 

brother, eu não ando nem de carro direito, tenho pânico de transito. Minha nóia é tamanha que sou capaz de virar a noite na noitada e fazer uma viagem de 2hrs sem pregar olho, tenho que ver tudo e todos a volta o tempo todo. E lá estava eu com um mochilão nas costas, um capacete todo ferrado na mão e meu gentil anfitrião retirando a motoca da vaga. Fiquei petrificada.

 

"Ei Aloha, pronta?"

"PARTIU!" (isso é Bali, como eu negaria?)

"Bagus!" (ele me explicou, era tipo belezaaa)

No caminho ainda tive coragem de sacar a camera da bolsa e fotografar o transito. Bem prático isso: mao inglesa, mas as vezes passava uma moto na contramão. Aliás, se o transito realmente parasse, era só subir na calçada e buzinar para os pedestres darem passagem. Muito surreal, o suficiente pra eu colocar na minha cabeça que nada daquilo era real. e nao ter medo! e lá fomos nós custurando, subindo calçada e indo na contra-mão. BAGUSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

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chegamos na casa do meu anfitriao, que eu consegui atraves no couchsurfing, citado em vários foruns aqui do grupo. Eu estava interessada em realmente mergulhar naquela cultura, e tive minha primeira prova de fogo já saindo do aporto pra casa dele. Quando chegamos lá, conclui: eu estava em bali. Como cada coisa lá, cada casa, parecia uma loja de móveis rústicos, almofadas e narguiles. Só faltou o narguile, mas todo o resto denunciava que eu estava num paraíso. Devidamente instalada, meu anfitrião me levou na motoca envenenada até um sunset cool, num prédio modernoso feito de venezianas de janelas, todo redondo. Eu ainda não tinha deixado a ficha cair por completo, mas aquela noite quando voltamos, eu pensei: estou a 11horas de diferença do meu país, enquanto estou indo dormir tarde, as pessoas lá estão almoçando. Olhava aquela decoração cheia de madeira, pano e a constelação de escorpião bem alta lá no céu, bem diferente diferente das "3 marias" que costumamos ver no céu do brasil nessa época do ano. Eu pensava que sabia, mas ainda nao tinha noção o quanto diferente seria tudo. Eram só as primeiras horas.

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Nos próximos 2 dias, eu e meu anfitrião rodamos toda parte de bali-obrigatória. Templos, danças, comidas, noitadas. Em Uluwatu fica o templo da primeira foto, o Monkey temple. Tem que colocar um sarong estilo antes de entrar, mas eu fui marooooota e, pesquisando antes de viajar, vi como era code dress dos templos, levei meu vestidão, compridão para visitar templos. Funcionou! Também levei uma bolsinha bem grudada ao corpo pra não ser atacada pela pilantragem primata. Antes de entrar escada a dentro para ter acesso ao templo, Tony, meu anfitrião, me levou para a direção oposta porque, segundo ele, a vista era melhor. Bem... a vista foi a que voces viram ai na primeira foto. Sentei, pedi pra ficar ali um pouco. Cara! Eu tava ali, nao era foto de computador, nao era nao!

 

minutos de contemplação passados fomos em direção ao templo, e quando já estávamos quase lá, olhei para o "mirante" em que fomos primeiro, e vi mais um embasbacado com aquela visão. Então me dei conta de como tudo era grande, grande, graaaaaandeeeeeee. Até me esqueci dos macacos, que se fizeram notar roubando o refrigerante de uma japonesa. E pulando por cima da cabeça de um ingles. E puxando pra baixo o tomara-que-caia de uma menina. Atento meninas? Macaco + tomara-que-caia = tomara-que-caiu.

 

depois, um centro de tradiçoes, com uma dança linda, onde os sorrisos e os olhos acompanham a dança. estátuas gigantes. Jardins. Ahnn, belezinha!

 

fomos jantar: meu prato e o dele, bebidas e uma água pra tirar toda a pimenta que ficou na minha boca (mas acredite: é uma delíiiicia). 3 dólares.

 

3 dólares!

é, vou ter problemas quando voltar ao Brasil.

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Após dois dias totalmente mergulhada no mundo Balinês, chegou a hora de dizer "tchau" pra Tonye seguir em frente. Já tinha tido uma noção básica de como sobreviver em bali, hora de ir batendo cabeça por aí. Fui para Kuta, a Copacabana de Bali. Me embrenhei num labirinto de ruas beeeem estreitas e motos gadernal. Achei um lugar gracinha pela bagatela de 10 dolares/dia, com piscina e tudo. Fui conhecer a selva de pedra de "kutaria". Loja, loja, loja, "transport???" "massagi???" "hei hei, good price for you!" Deus do céu, eu finalmente era GRINGA!

Kuta também me despertou o mooonstro que achei ter deixado no Brasil: o consumista!

As lojas de surfwear se acotovelam pelas ruas com preços incríveis! em pouco tempo eu estava com aparencia de uma australiana ou californiana que nasceu em cima de uma prancha, a "aloha Surfista!". E sem piadinhas com o diminutivo, não seja óbvio!

 

A noite fui num encontro de mochileiros marcado pela página do couchsurfing. Muita gente interessante, e incrivelmente receptivos. Amarrei papo com uma canadense que me aconselhou ir a uma festa em padang-padang no dia seguinte. Era um reagge super bacana, e muitos brasileiros vao nela. Espera: ela disse BRASILEIROS? EM BALI? tinha algumas semanas que eu não ouvia uma palavra sequer em portugues. Sim, poderia ser uma ótima!

 

O encontro acabou e voltei pra casa de carona numa motoca envenenada de um balines que estava no encontro. Tinha tomado muitas BINTANG, a cerveja oficial do país, e de repente descobri uma coisa: eu nao sabia em que beco ficava meu hotel. Não tinha idéia. Nem a mínima. Rodei aproximadamente 1hr e meia o labirinto até literalmente tropeçar na porta do meu hotel. Ótimo. amanha cedo vou pra Uluwatu;

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pronta para barganhar horrores, consegui um "bluebird", o único taxi de bali com taximetro, que para nooooossa alegria quase sobem na calçada pra te pegar, nada dificil de encontrar. Os demais tem uma grande possibilidade de te passarem a perna, como no nosso Brasil. Ciente que o percurso demorava cerca 1hr e que nao havia outro meio de chegar lá senao de taxi, até fechei os olhos para ouvir o preço:

 

dá cerca de 100 mil rúpias.

 

100 mil? (mais ou menos 20 reais)

 

é, o preço é caro, mas a cidade fica a 50km daqui.

 

É, meu amigo Tony tinha me falado dos preços absurdos de Bali. Eu JAMAIS posso permitir ele colocar os pés no Rio de Janeiro. imagina na copa?

 

Cheguei em Uluwatu, arrumei um homestay beeeem simplesao e fui conferir a praia de padang-padang. Sabe aquela cena em que a Julia Roberts dá um fora no brazuca que tenta levar ela pra passear em "Comer, Rezar e Amar"? Foi na própria. Você passa pelo meio de um templo, uma fenda bem estreita entre as pedras e dá de cara com uma praia pequeninnha, linda! uma jóia! Sentei e logo as vendedoras locais me cercaram oferecendo os 'sarongs e whatever. Mas por causa da simpatia ilimitada dos Balineses, eles jamais virao te oferecer algo sem depois puxar aquele papo maroto. E quando respondi que era do Brasil:

 

"Brasil? GATINHA BONITAAAAA, NENÉM!!!"

"wTF!" eu pensei, "então é verdade! tem muito brasileiro aqui! Mas cadê??"

 

Cadê? Era só dar uma olhadinha de 5 minutos em volta. Eles estavam por todos os lados, e bem rápido eu puxei papo com uma brilhante tática: olhava pra eles e falava "BRASIL!!". Depois provava que nao era idiota, foda-se.

Enfim, a noite consegui ir para a tal festa, cheguei mega deslocada porque estava sozinha né? (a tática do brazzzzzilll não funcionou muito bem) sentei no meu cantinho e fiquei observando o lugar. O Reagge já tocava na bandinha, e os surfistas ainda passavam pela escada da frente com as veeery loooongboard deles para conferir a vibe do lugar. Pouco a pouco, as pessoas foram se aproximando de mim, conversando... no final da festa, acreditem, eu conhecia metade das pessoas, fui levada para um pós festa e no meio do papo, me contaram de gili island. Fui para o homestay, deitei, olhei pro relógio, eram 6hrs da manha já. Pulei da cama e decidi: GILI! AÌ vou eu!

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meu plano de ir no dia seguinte para Gili falharam. Conseguir um "bluebird" era bem dificil e tive que me livrar várias vezes dos que me viam com aquela cara que queria !transporrrt" e me cobravam 200 mil rúpias pela corrida, espertalhoes!

fiquei lá, sentada até um taxi azul aparecer e me levar de volta pra kuta, de onde conseguiria seguir caminho para padang bay (que em nada tem a ver com padang padang) e de lá pegar um ferry para Uma das 3 ilhas Gili. Porém ao chegar em kuta, 11hrs da manhã, nao consegui mais nenhuminha condução para padang bay, e me vi obrigada a passar mais uma noite por kuta. É, mais uma noite um Kutaria, lugar com boates de 5 andares, nove ambientes diferentes, bebida liberada para estrangeiros, australianos loucos por toda a parte, pessoas literalmente te pegando pelo braço pra te levar pra dentro. Saí, jantei, fiz uma massaaazi, olhei a selvageria começando e decidi voltar pro albergue, bem forever alone. Porém na recepção

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(Continuando)

 

.. na recepção do hotel encontrei 3 brasileiros, e mais uma vez usei minha tática ninja:

"BRAZILL???"

e eles muito simpáticamente engataram papo comigo. Descobri que todos iam pra Gili no dia seguinte e tinham conseguido um ótimo precinho pra todo o transfer até lá. Perguntei se dava pra ir com eles, eles falaram para tentarmos no dia seguinte as 6hrs da manhã, quando o taxi viria buscar eles. E lógico, voltei pra noitada com eles para bebemorar a conquista! Ah, já tava lá né, que que eu podia fazer? hehe

 

Deu certo! Consegui me encaixar! Alegria da gente no meio da rua comemorando, êeeeeeee... foi interrompida com o pedido do motorista pedindo para nós empurrarmos o carro para dar a partida. Whatever, tava baratinho e aí vinha bali, BAGUUUUUUUSSSSSS!!!

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lá fomos de ferry até a maior das 3 gilis, a trawangan. Maior, que em mais ou menos 8 quilômetros você completa a volta nela. Pense nas outras?

 

já nos aproximando, eu fiquei hipnotizada pela cor da agua. Na moral, nao vou tentar explicar, veja as "ibagens" logo abaixo, combinado?

 

Devidamente alocados, fomos explorar a ilha, e já de cara descobrimos: esse é o único lugar da Indonésia inteira que tudo é liberado (lembrando da pena de morte para drogas regente no país). Sem mais.

 

Sentei e fiquei paralisada por aqueles azuis. não era real, era tinta! só pode. Fui dar mais umas andadas e descobri que o outro lado da ilha era deserto. Um lado deserto para ver o por do sol e o vulcao, o outro lado com os reagges, restaurantes e o galerê pra dar aquela socializada. Tudo isso em 8 kilômetros, reagge, agua de tinta, galerê, bintang, areia, galerê, céu estreladissimo, bicicleta, ... e assim se passaram 4 dias.

 

Vejam as IBAGENS! ::hahaha::

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preciso citar antes de passar para aproxima parte da viagem que as Gilis sao um dos melhores points do mundo para mergulho. Eu fui comprovar, e infelizmente nao tenho muitas fotos, alias, nenhuma! Mas para dar uma ideia a voces, estou bem acostumada a mergulhar na costa brasileira, e teve um momento no meio do megulho em que olhei a minha volta e gritei! era tanto peixe parecido que saiu de desenho animado de tanta cor e desenho...! Que nome eu poderia dar aquilo? nao tem!

 

é bem facil sair um expert em megulho em gili. fora que voce se viciará, tem um milhao de empresas que fazem todo o treinamento e passeio, com um milhao de estrangeiros que foram pra gili passeando e resolveram passar um tempo lá trabalhando nisso. Eu entendo. A próxima sou eu.

 

voltei de Gili, mas poderia ter ficado ao menos mais uma semana lá. Sinto muito pessoas, mas os momentos mais lindos vao ficar na minha cabeça, nao teve foto!

 

De volta a Kuta. Mais um dia em Kuta. Tudo pra ficar um dia a mais com meu grupo, já que nos separaríamos em breve. Essa é a parte ruim da viagem, quando começamos a deixar as coisas pra trás. Ainda mais pra quem viaja sozinho como eu, é o tempo todo, mas garanto que te faz crescer de um modo, te muda, e voce nunca mais voltará ao mesmo tamanho.

 

de kuta, voltei a Uluwatu, dessa vez para realmente curtir o lugar. Em questao de horas na praia de Uluwatu, conheci duzias de brasileiros, curtir meu primeiro por-do-sol em padang-padang, conheci mais uma dúzia de viajantes estrangeiros, tava novamente entre amigos. Pessoas que ali, naquele momento, eram melhores companhias que meus melhores amigos, porque algo os trouxe para o outro lado do mundo como eu. Todos sabiam porque tinham chegado lá, e isso nos aproximava perfeitamente.

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confesso: quando cheguei em Uluwatu novamente e fiz todas aquelas amizades, nao consegui arredar o pé mais de lá. Porém ainda queria ver os campos de arroz, Ubud (o lugar onde foi gravado eat, pray and love). O famoso mercado popular é lá, comoooo nao ir gastar as minhas rupias nos lugares com as coisas mais lindas do mundo! como???

 

 

::sos:: pausa!

 

vou dormir

 

amanha continuo

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Aloha acordaa!

estou viajando no seu relato, por favor escreva mais!

bela viagem e fotos maravilhoas! bjos.

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Putz, sabotagem!!!!

 

Tá super show o seu relato, eu achando que ele tava todo escrido de repente: "vou dormir"!!! ::ahhhh::::ahhhh::::ahhhh::

 

WTF ::carai::::carai::::carai::

 

Parece ter sido bem legal a viagem, no aguardo para o fim do relato

 

T+

 

::otemo::::otemo::

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Muito bom seu relato!

To indo pra Ásia daqui 30 dias, e vou a Bali por 4 dias, quero juntar todas as dicas possíveis!

Abraço e boas ondas!!!

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finalmente consegui voltar! e vamos segir,

 

Estava eu no dilema de nao mexer em time que estava ganhando e ser feliz pra sempre em Uluwatu, ou seguir viagem para Ubud, centro cultural e de compras de artesanatos mais famoso de Bali. Viajando 3 semanas como eu estava fazendo, faz voce comedir cada minuto, pois é muita coisa para ser feita e qualquer desperdicio de tempo traz grandes prejuizos. Pensei, pensei, e decidi pelos 2: iria a Ubud, mas voltaria no mesmo dia para bater aquele papo numa das varandas do hotel com aquele vento morno bom batendo no rosto. Mais uma noite sem dormir: 6 hrs da manha sai pela vizinhanca em busca de um motorista para me levar ateh Ubud, e descolei um logo na pousada ao lado. Facil facil... Ele pegou o carro e la foooomos nós.

 

O caminho já vai se revelando, substitui o azul-brincadeira do mar pelo verde-sacanagem dos campos de arroz. Parecia uma gravura de livro, sei lá. Os chapeuzinhos indo e vindo, cestas de palha trancada, e no fundo da paisagem um vulcao enoooorme despontando. Ai gente, será mesmo que eu nao deveria passar ao menos uma noitezinha aqui?

 

Cheguei tao cedo em Ubud que as lojas ainda estavam fechadas. Fui para a monkey forest visitar o templo e ser escalada pelos milhares de macaquinhos, como sempre tentando roubar suas coisas e puxando seu cabelo, mas realmente, que lugar mágico. Ainda teve o sol da manha de fator positivo, vinha aqueles raios entrando pelas folhas, sabe?

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E finalmente as lojas abriram e lá fui eu desbravar o centro mais o mercado central pra gastar minhas rupia$$$$$$$$$$$. A qualidade das coisas la, a variedade e o preco sao realmente coisas bem raras de se encontrar tao combinadas, mas olha, é pra gladiar os precos! Eles te falam um preco e vc oferece um terco daquilo para irem negociando até mais ou menos um pouco menos da metade do preco inicial. E commmmooooo saoooo malandrinhooooosssss, uma lábia infinita.

 

Bagus Bagus! Good for you, good for me! (vc vai ouvir muito, mas muito mesmo isso se for la)

 

E dá vontade de levar tudo, pagar por bagagem extra, viver fantasiada de bali por um ano. Tanta coisa diferente com o preco tao baixinho que eu jurava nao conseguir mais me adaptar ao preco do Brasil, e realmente nao me adaptei mais: comprar é algo que tenho feito muito raramente por aqui. As ruas acerca do mercado também merecem visita uma a uma, e uma parada pra comer a melhor comida que provei em toda a ilha.

Pra que fui lembrar da comida? Nao posso descrever muito para voces das minhas sensacoes, fora que é bastante apimentado, mas é algo que estou aprendendo a fazer pra nunca mais sair da minha vida!

3 hrs de compras e eu nao tinha energia mais pra atravessar a rua. Uma coisa é fazer compras, outra é gladiar, e essa segunda opcao é muito mais cansativa. Almocei longamente observando a rua e a turistada carregada de bolsas. E entao me lembrei de um detalhe:

 

KETUT!

 

Sim, o guru de Comer, Rezar e Amar! Tinham me contado na noite anterior que ele era real e vivia por la, eu tinha que acha-lo! Alguns pedidos de informacao mais tarde e la estava eu, na frente do bichinho sem dentes, uma docura. Mas olha, cobra caro pra ler a mao viu, e estava tao cheio que decidi só urubuservá de longinho e roubar a foto em seguida :D

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Que lugar incrível ::hahaha:: ! nossa deu uma vontade enorme de viver passar nesse paraíso , estou acompanhando continua está ótimo ! ::otemo::

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Voltando depois de muito tempo, eu sei.

 

Acabei de fazer a visita ao fofo Ketut sem dentes, fui caminhando lerdamente para o ponto de encontro com me motorista, muito pelo cansaço, mas muito também porque entre as casinhas fofas, eu via aqui e ali os morros com campos de arroz verdinhos demais, tudo que eu tinha visto tantas vezes em filmes, fotos, guias, e sonhava em estar ali tantas vezes.. Quase nas últimas, subi no carro e fomos de volta para Uluwuatu. Não, não dormi: vale a pena ressaltar que me contaram que em único hospital em bali, morrem por dia 3 pessoas por acidentes de transito, e eu mesma vi inúmeros acidentes por lá, nao dá pra relaxar...

 

Chegando na minha "casa", minhas novas amigas brasileiras me convidaram para irmos no dia seguinte nadar com golfinhos do outro lado de bali. Que ótimo, já tinha o que fazer amanhã, pq nao tinha forças nem para comer aquele dia. Liguei o ar condicionado, botei o bob marley pra cantar pra eu dormir. E lá se foi mais um dia.

 

Dia seguinte, bem cedinho, eu e as meninas já estávamos a caminho de Lovina, nadar com os tais bichinos. Saímos do extremo sul da ilha em direção ao extremo norte, passando por serras e vulcoes e frio! Rá! De batinha fina, roupa pra nadar e um vento gelado(vamos combinar, gelado bali, nao gelado). 3 hrs depois de estrada e muito transito, estava chegando para a experiencia mais "owwwwwwwwwwwwwwnnnnnnnnn" da minha vida! os bichos te dão beijinho, te empurram, dançam contigo, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

 

40 minutos vomitando arco-iris!

 

Na volta paramos num templo na beira do lago, que apesar do frio que citei, me remeteu novamente a todas as fotos e figuras que eu colecionei antes ir para Bali. A essa altura eu ja estava totalmente balinesa: bata, bolsa de palha, sarong, flor no cabelo. E esse era meu penultimo dia... que agonia, como queria ficar mais um mes, pelo menos! Pela serra beeeem sinuosa, tinha muita barraquinha de morango, doces deliciosos feitos deles, e muita serragem! quem lembrava que estava indo pra um lugar ensolarado, quem?

 

Aí descemos a serra, tio Bob cantando, pra variar, voltei a ver o vulcao só de longe, o calor voltou e a casa chegou, ainda a tempo de ver meu último por-do-sol encantado, e tirar a foto "universo paralelo" que quem assistiu o filme "A praia" com o Léo dicaprio, vai saber do que estou falando. Já na pousada, descobri que um dos meus antigos companheiros Brazucas, os quais havia me separado a longínquos 3 dias (é, se falarmos de viagens, isso é muita coisa!) estava hospedado exatamente ao lado do meu bangalo! Algumas horas devagando sobre a vida na varanda, com o pessoal se achegando aos poucos todos ralados cortados, massacrados e felizes das ondas do dia, e assim acabava meu ultimo dia com a familia meio brazuca, meio francesa, bastante australiana naquele hotelzinho em uluwatu.

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