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Conhecendo da Paraíba à Chapada do Araripe


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Conhecendo da Paraíba à Chapada do Araripe

 

A Viagem era pelo curso de geografia da UFPB, Universidade Federal da Paraíba, o ônibus era apelidado de latão e tinham por volta de 20 e poucas pessoas. Nosso objetivo era conhecer a Serra do Araripe, no Crato, Ceará. Mais no meio do caminho conhecemos vários lugares paraibanos, potiguar e pernambucano. Sairmos de João Pessoa de manhã cedinho e formos parando em alguns pontos no decorrer da BR 230 para avaliarmos o solo. O professor que estava acompanhando era da disciplina Fundamentos de Petrografia, Pedologia e Geologia. Tinha um aluno que estava gravando os comentários do professor durante as paradas. Ás vezes, ele, o professor, mandava o ônibus parar no meio da estrada e adentrávamos na caatinga para analisarmos a disciplina estudada no semestre. Formos à Ingá e conhecemos a pedra do Ingá, por lá passa um rio e nessa pedra tem marcas, linguagens, escritas gravadas na pedra até hoje indecifráveis pelos cientistas. Essa pedra é conhecida internacionalmente. Lá o professor que era alemão, e falava tal língua além do português, falava inglês e conversou com um estrangeiro. Depois conhecemos Boa Vista, lá tem uma área bem seca que foi habitada por índios antigamente. Almoçamos na UFCG, Universidade Federal de Campina Grande e conhecemos um museu de lá da área de geografia física.

Depois partimos para Santa Luzia e dormimos lá a primeira noite. Num estabelecimento da UFPB, no meio da caatinga onde há cada rojada de vento bem característica. Depois partimos em direção a Cajazeiras e chegamos ao Ceará. Lá dormimos uma noite em Santana do Cariri, uma pequena cidade e depois dormimos na casa de um professor na cidade do Crato. Conhecemos museu, a reserva do IBAMA, a Chapada do Araripe, que é uma floresta no meio da caatinga com vários locais de fósseis antigos, passamos por Juazeiro do Norte e a estátua do Padre Cícero. Depois formos pra Exú, a terra de Luiz Gonzaga e visitamos o museu em sua homenagem. Sim, na Paraíba conhecemos o Açude Coremas e vimos o canal da redenção. Além de ter conhecido o Parque dos Dinossauros na cidade Sousa. Na volta passarmos pelo Rio Grande do Norte, na cidade mais limpa do Brasil, Acari, e depois no Rio Grande do Norte, conhecemos uma zona de mineração. Se não me engane ainda dormimos outra vez em Santa Luzia. E depois formos a Pedra Lavrada, a cidade de um dos alunos. Lá comemos na casa dessa família do aluno anfitrião. Sim, de vez em quando parávamos e conhecíamos alguns as zonas de extração de minério aqui na Paraíba. Chegamos em João Pessoa à noite depois de mais ou menos 4 ou 5 dias de viagem.

 

autor: Victor da Silva Pinheiro

 

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