Dia 6 saímos de BH com direção ao aeroporto de Ilhéus, chegando lá chuva. Por sorte foi autorizado o pouso, senão demoraríamos muito tempo para chegar a Itacaré. Com mais uma hora e meia de van chegamos à Itacaré.
Ficamos na pousada Villa N’Kara, fechamos pacote de hospedagem + passagem aérea + translado. Sim, poderíamos fazer duas viagens com o preço do pacote. Mas quando descobri o Mochileiros.com o pacote já estava pago. Depois da descoberta, CVC “aquele abraço”, rsrrs.
Na própria pousada resolvi fechar os passeios com a própria CVC, pois já havia pesquisado preços aqui no site e com o desconto que a CVC deu ficou na faixa do preço das outras agências. Logo foi mais cômodo fechar para mim e minha mãe.
Sobre a hospedagem: gostei muito da pousada, pessoal atencioso, discreto, tudo limpo, bem decorado, dá a impressão que estamos em um sítio com tanto sossego, café da manhã farto e variado. A pousada fica em um condomínio próximo à praia da Concha. Nesse condomínio há inúmeras opções de pousadas. As ruas são todas de barro, e com uma chuvinha enormes poças d'água se formam. Achei um barato pois levei havaianas e tênis somente. Mas para quem levou sandálias meia-pata, salto agulha kkk a diversão acabou ali
Gostei muito da localização da pousada, fácil acesso ao centrinho, rua da pituba e também às praias.
Sobre os passeios:
Fiz diversos passeios, aproveitando relativamente pouco as praias de Itacaré. Mas particularmente não gosto muito de ficar o dia todo na praia, prefiro trilhas e coisas diferentes para fazer. Já minha mãe adora ficar na água.
No 1º dia só conhecemos as redondezas, centro comercial de Itacaré. Rua Pedro Longo, que reúne restaurantes, lanchonetes, farmácias e Rua da Pituba onde se localizam mais restaurantes, hostels e lojinhas. Almoçamos no restaurante Flor de Cacau, bem servido, deliciosa farofa de banana e um enorme e delicioso suco de cupuaçu.Demorou um pouco porque estava lotado. Dizem que baiano tem TALENTO, e no primeiro dia já sentimos na pele esse tá lento, ta lento pra comer, ta lento pra andar, rsrsr.
No 2º dia, domingo fizemos o “passeio” praias urbanas, incluso no pacote de viagem da CVC. Nada mais do que andar nas 4 praias Rezende, Tiririca, Costa, Ribeira. Passeio simples, percurso pequeno em uns 15 min se faz tudo e tirando foto haha. Tédio.
rezende
tiririca
costa
ribeira
Para ficar mais emocionante, na última praia que paramos (Ribeira) que conta com a maior infraestrutura conversamos com um guia nativo e pedimos que nos levasse à trilha da Prainha. O percurso em si até que não é dos mais difíceis, mas depois dos inúmeros relatos de assaltos colhidos por mim aqui no Mochileiros.com resolvemos, eu e mãe, não arriscar. Pagamos R$20 por pessoa, meio salgado para o trajeto curto. Mas quero destacar que um guia nativo faz até mais do que guiar no caminho, conta sobre os costumes, histórias locais. Nenhum valor paga as histórias, gírias e as coisas novas que aprendemos com eles. O nosso guia tem até nome artístico haha Zé Bob.
Zé Bob
Geralmente esse passeio vai até a Prainha (conhecida pelo fato do dono da Hang Loose ter uma casa lá, e ser considerada umas das mais belas praias..blá, blá, blá), mas Zé Bob entendido como é, sabia que nossas perninhas aguentavam um pouco mais e nos levou à praia de São José a trilha dessa praia passa por dentro de um condomínio particular. Muito bonita por sinal essa praia. E a maioria anda, anda e morre na Prainha hahah não conhece a de São José que é logo do lado. Poderíamos ficar o dia todo por lá, mas depois de uma água de coco e uma cocada de cacau, decidimos por o pé na trilha e retornar à praia da Ribeira.
Trilha para Prainha
Prainha
mirante São José
São José
Pensa que acabou? Voltamos à pousada para tomar banho, e retornamos à Praia da Ribeira. De novo? Sim, porque decidimos que iríamos fazer o arvorismo e tirolesas que tem no parque do Conduru. A empresa tem uma base ali mesmo na praia da ribeira, chama conduru ecoturismo. Um jovem chamado Alessandro ficou responsável por duas loucas que MORREM de medo de altura. E de quebra ainda tirou fotos e fez vídeos muito bacanas dessa loucura que cometemos.
Alessandro
Antes de começarmos o arvorismo sentamos nas mesas e pedimos uma tapioca de frango, quando o pedido chegou o susto: um pastel ensopado em óleo! Olhamos pra barraca e descobrimos que com o cansaço acabamos sentando na barraca de pastel e não na de tapioca. Risos engordurados. O arvorismo com tirolesas no circuito e sobre a praia saiu R$ 70 por pessoa, :'> muitoo bomm!! Até pra quem tem medo de altura srrsrsrs!
arvorismo Parque Conduru
tirolesa
Mortas de cansaço retornamos à praia da concha e pedimos o prato do dia: moqueca de peixe no restaurante Malagueta, R$ 38 para duas pessoas. O peixe estava ótimo, porém os acompanhamentos horríveis, arroz duro... farofa estranha, etc. Não recomendaria, esta impressão não foi só nossa dentro da pousada.
Do lado do Malagueta há um armazém, bom para comprar água, lanches para os passeios...
No 3º dia fizemos o passeio 4 trilhas (R$35 por pessoa). De van seguimos até a entrada da trilha para a praia da Engenhoca. Muito bacana a mata e bem preservada, tirando os restolhos da obra embargada do Pestana.
Engenhoca
Passamos pela praia Hawaizinho, Camboinha a partir dessas praias a trilha começa a ficar em um nível mais pesado, a maioria do trajeto é feito em encostas e como tinha chovido fica escorregadio dificultando para quem esta acima do peso, tem problemas no joelho ou simplesmente para quem não está acostumado com trilhas. Tinha muita gente de chinelo, vixi!De tênis eu já estava escorregando!
Hawaizinho
Itacarezinho
Disseram que os preços do resort lá na praia de Itacarezinho eram caríssimos, mas dessa vez que fui o preço tava R$30,00 por pessoa, revertido em consumação. Nos relatos muitos diziam ser R$80-120. Na volta descemos na rodoviária e surpresa: o banco 24hs não tinha um real para saque. Depois de tomar banho na pousada resolvemos pegar um táxi na rodoviária e ir à Ilhéus tirar dinheiro (em itacaré muitos lugares aceitam cartão, mas nos passeios fora de itacaré é difícil encontrar quem aceite cartão). Fomos no táxi de Junior, rapaz novo e muito bacana. Como era noite nos acompanho nas ruas de Ilhéus, mostrou o Bataclan, casa de Jorge Amado, Bar do Vesúvio sem pressa. Super indico, ele também faz passeios guiados a esses lugares durante o dia e translados entre itacaré-ilhéus (Júnior (73)9971 8415).
Bar do Vesúvio
Casa de Jorge Amado
Quando chegamos a Itacaré jantamos no Manga Rosa: filé mignon, arroz, salada ao vapor nada surpreendente por um valor de R$32,00. Paguei foi pela decoração kkk. Ah! Mas adorei o banheiro, limpo, com fio dental disponível rsrsrs.
No 4º dia fomos para Morro de São Paulo (R$150 por pessoa): trajeto longo de van e depois de barco. Muito bonito muito diferente o transporte de mercadorias e malas de turistas em carrinhos de mão, remete ao tempo da escravidão, negros malhados empurrando os carrinhos pesados ladeira acima.
Estacionamento de carrinhos de mão
Diferente ver mulas transportando cimento, tijolos para as construções.
Interessante estar em um lugar sem carro. Morro de São Paulo é bastante movimentado, bonito, mas o passeio de um dia é muito cansativo, tiraria pelo menos dois dias pra ficar lá. O cansaço foi tamanho que não saímos nem para jantar em Itacaré.
Relato Itacaré 6 a 13 de outubro de 2012
Primeira parte:
Dia 6 saímos de BH com direção ao aeroporto de Ilhéus, chegando lá chuva. Por sorte foi autorizado o pouso, senão demoraríamos muito tempo para chegar a Itacaré. Com mais uma hora e meia de van chegamos à Itacaré.
Ficamos na pousada Villa N’Kara, fechamos pacote de hospedagem + passagem aérea + translado. Sim, poderíamos fazer duas viagens com o preço do pacote. Mas quando descobri o Mochileiros.com o pacote já estava pago. Depois da descoberta, CVC “aquele abraço”, rsrrs.
Na própria pousada resolvi fechar os passeios com a própria CVC, pois já havia pesquisado preços aqui no site e com o desconto que a CVC deu ficou na faixa do preço das outras agências. Logo foi mais cômodo fechar para mim e minha mãe.
Sobre a hospedagem: gostei muito da pousada, pessoal atencioso, discreto, tudo limpo, bem decorado, dá a impressão que estamos em um sítio com tanto sossego, café da manhã farto e variado. A pousada fica em um condomínio próximo à praia da Concha. Nesse condomínio há inúmeras opções de pousadas. As ruas são todas de barro, e com uma chuvinha enormes poças d'água se formam. Achei um barato pois levei havaianas e tênis somente. Mas para quem levou sandálias meia-pata, salto agulha kkk a diversão acabou ali
Gostei muito da localização da pousada, fácil acesso ao centrinho, rua da pituba e também às praias.
Sobre os passeios:
Fiz diversos passeios, aproveitando relativamente pouco as praias de Itacaré. Mas particularmente não gosto muito de ficar o dia todo na praia, prefiro trilhas e coisas diferentes para fazer. Já minha mãe adora ficar na água.
No 1º dia só conhecemos as redondezas, centro comercial de Itacaré. Rua Pedro Longo, que reúne restaurantes, lanchonetes, farmácias e Rua da Pituba onde se localizam mais restaurantes, hostels e lojinhas. Almoçamos no restaurante Flor de Cacau, bem servido, deliciosa farofa de banana e um enorme e delicioso suco de cupuaçu.Demorou um pouco porque estava lotado. Dizem que baiano tem TALENTO, e no primeiro dia já sentimos na pele esse tá lento, ta lento pra comer, ta lento pra andar, rsrsr.
No 2º dia, domingo fizemos o “passeio” praias urbanas, incluso no pacote de viagem da CVC. Nada mais do que andar nas 4 praias Rezende, Tiririca, Costa, Ribeira. Passeio simples, percurso pequeno em uns 15 min se faz tudo e tirando foto haha. Tédio.
Para ficar mais emocionante, na última praia que paramos (Ribeira) que conta com a maior infraestrutura conversamos com um guia nativo e pedimos que nos levasse à trilha da Prainha. O percurso em si até que não é dos mais difíceis, mas depois dos inúmeros relatos de assaltos colhidos por mim aqui no Mochileiros.com resolvemos, eu e mãe, não arriscar. Pagamos R$20 por pessoa, meio salgado para o trajeto curto. Mas quero destacar que um guia nativo faz até mais do que guiar no caminho, conta sobre os costumes, histórias locais. Nenhum valor paga as histórias, gírias e as coisas novas que aprendemos com eles. O nosso guia tem até nome artístico haha Zé Bob.
Geralmente esse passeio vai até a Prainha (conhecida pelo fato do dono da Hang Loose ter uma casa lá, e ser considerada umas das mais belas praias..blá, blá, blá), mas Zé Bob entendido como é, sabia que nossas perninhas aguentavam um pouco mais e nos levou à praia de São José a trilha dessa praia passa por dentro de um condomínio particular. Muito bonita por sinal essa praia. E a maioria anda, anda e morre na Prainha hahah não conhece a de São José que é logo do lado. Poderíamos ficar o dia todo por lá, mas depois de uma água de coco e uma cocada de cacau, decidimos por o pé na trilha e retornar à praia da Ribeira.
Pensa que acabou? Voltamos à pousada para tomar banho, e retornamos à Praia da Ribeira. De novo? Sim, porque decidimos que iríamos fazer o arvorismo e tirolesas que tem no parque do Conduru. A empresa tem uma base ali mesmo na praia da ribeira, chama conduru ecoturismo. Um jovem chamado Alessandro ficou responsável por duas loucas que MORREM de medo de altura. E de quebra ainda tirou fotos e fez vídeos muito bacanas dessa loucura que cometemos.
Antes de começarmos o arvorismo sentamos nas mesas e pedimos uma tapioca de frango, quando o pedido chegou o susto: um pastel ensopado em óleo! Olhamos pra barraca e descobrimos que com o cansaço acabamos sentando na barraca de pastel e não na de tapioca. Risos engordurados. O arvorismo com tirolesas no circuito e sobre a praia saiu R$ 70 por pessoa,
:'> muitoo bomm!! Até pra quem tem medo de altura srrsrsrs!
Mortas de cansaço retornamos à praia da concha e pedimos o prato do dia: moqueca de peixe no restaurante Malagueta, R$ 38 para duas pessoas. O peixe estava ótimo, porém os acompanhamentos horríveis, arroz duro... farofa estranha, etc. Não recomendaria, esta impressão não foi só nossa dentro da pousada.
Do lado do Malagueta há um armazém, bom para comprar água, lanches para os passeios...
No 3º dia fizemos o passeio 4 trilhas (R$35 por pessoa). De van seguimos até a entrada da trilha para a praia da Engenhoca. Muito bacana a mata e bem preservada, tirando os restolhos da obra embargada do Pestana.
Passamos pela praia Hawaizinho, Camboinha a partir dessas praias a trilha começa a ficar em um nível mais pesado, a maioria do trajeto é feito em encostas e como tinha chovido fica escorregadio dificultando para quem esta acima do peso, tem problemas no joelho ou simplesmente para quem não está acostumado com trilhas. Tinha muita gente de chinelo, vixi!De tênis eu já estava escorregando!
Disseram que os preços do resort lá na praia de Itacarezinho eram caríssimos, mas dessa vez que fui o preço tava R$30,00 por pessoa, revertido em consumação. Nos relatos muitos diziam ser R$80-120. Na volta descemos na rodoviária e surpresa: o banco 24hs não tinha um real para saque. Depois de tomar banho na pousada resolvemos pegar um táxi na rodoviária e ir à Ilhéus tirar dinheiro (em itacaré muitos lugares aceitam cartão, mas nos passeios fora de itacaré é difícil encontrar quem aceite cartão). Fomos no táxi de Junior, rapaz novo e muito bacana. Como era noite nos acompanho nas ruas de Ilhéus, mostrou o Bataclan, casa de Jorge Amado, Bar do Vesúvio sem pressa. Super indico, ele também faz passeios guiados a esses lugares durante o dia e translados entre itacaré-ilhéus (Júnior (73)9971 8415).
Quando chegamos a Itacaré jantamos no Manga Rosa: filé mignon, arroz, salada ao vapor nada surpreendente por um valor de R$32,00. Paguei foi pela decoração kkk. Ah! Mas adorei o banheiro, limpo, com fio dental disponível rsrsrs.
No 4º dia fomos para Morro de São Paulo (R$150 por pessoa): trajeto longo de van e depois de barco. Muito bonito muito diferente o transporte de mercadorias e malas de turistas em carrinhos de mão, remete ao tempo da escravidão, negros malhados empurrando os carrinhos pesados ladeira acima.
Diferente ver mulas transportando cimento, tijolos para as construções.
Interessante estar em um lugar sem carro. Morro de São Paulo é bastante movimentado, bonito, mas o passeio de um dia é muito cansativo, tiraria pelo menos dois dias pra ficar lá. O cansaço foi tamanho que não saímos nem para jantar em Itacaré.
Em breve a Segunda parte...
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