Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

TRILHA DO OURO - Travessia da Serra da Bocaina - Parque Nacional da Serra da Bocaina

Postado
  • Membros

Bom galera, vou tentar relatar a nossa aventura na Trilha do Ouro. Nosso grupo era uma grupo heterogêneo composto de 10 (dez) pessoas, entre elas 07 (sete) homens e 03 (três) mulheres.

 

O caminhão do roger.

DSC_0101.jpg

 

É isso mesmo. Nosso piloto usa muletas. rsrsrs. Mas subiu bem.

DSC_0158.jpg

 

DSC_0159.jpg

 

Vamos aos nomes desses aventureiros: Eu (Demetrius), Airton (reporter do Jornal A Voz da Cidade, que fez uma matéria no jornal. Segue o link: http://www.avozdacidade.com/site/page/noticias_interna.asp?categoria=9&cod=23526" onclick="window.open(this.href);return false; ), Beatriz, Diego, Miriam, Bastos, Agostinho, Rafael, Kawai e Lidiane.

 

A nossa turma

DSC_0161.jpg

 

A aventura se originou, no posto de gasolina, que fica em frente ao Colégio Estadual Olavo Bilac, na cidade de Resende-RJ, onde no dia 25 de janeiro de 2013, às 04:00 hs da manhã, saímos na van do José Carlos (24 9942-1619), que nos transportou até a cidade de São José do Barreiro-SP. Nesse trajeto ele nos cobrou R$ 300,00. Nesta Van, cabem até 14 pessoas, com as mochilas no colo. De lá a gente entrou em contato com o Roger (12) 3117-2050, de São José do Barreiro, que já está acostumado a realizar este tipo de transporte dos turistas, da pracinha de São José até a portaria do Parque Nacional, trajeto de 27 km , só de subida. Ele nos cobrou R$ 200,00. Uma observação é que no caminhão do Roger, cabem apertados 11 pessoas, com as mochilas no chão. Saímos da praçinha às 05:30 hs, e chegamos às 08:30 hs na portaria do Parque Nacional da Serra da Bocaina.

 

Uma vez lá na portaria nos identificamos e assinamos as autorizações que já estavam lá, pois antecipadamente deve-se pedir as autorizações de entrada do Parque para a Administração do parque, via os telefones: (12 3117-1225, 12 3117-2143 ou 0800-618080) ou pela internet via o seguinte endereço: http://www.icmbio.gov.br/parna_bocaina" onclick="window.open(this.href);return false; .

 

Subindo a estradinha.

DSC_0135.jpg

 

Amanhecendo.

DSC_0123.jpg

 

Existe esta placa indicativa, na entrada do parque, contendo todas as informações da travessia.

DSC_0154.jpg

 

A clássica travessia da Serra da Bocaina (Trilha do Ouro) é um antigo caminho que serpenteia toda a Serra da Bocaina, aberto originalmente pelos índios Guaianás, ligando o litoral do Rio de Janeiro (Mambucaba) ao Vale do Paraíba (São José do Barreiro), com cerca de 70 (setenta) km de extensão, serviam para escoar as riquezas principalmente de ouro e diamante das Minas Gerais à Portugal. Algumas trilhas foram alargadas e receberam calçamento feito pelos escravos, para permitir o escoamento da produção em carretões de tração animal que guarda as pegadas de antigos bandeirantes e tropeiros e agora dos atuais aventureiros. Poucas trilhas no Brasil têm tanta história e poucas reúnem tanta beleza como essa.

 

O nosso planejamento era o seguinte: começar a caminhada às 08:00 hs e conhecer as cachoeiras de Santo Izidro e das Posses e acampar nas imediações da Fazenda Barreirinha (do Seu Tião).

 

Cachoeira Santo Izidro.

DSC09195.jpg

 

DSC09178.jpg

 

DSC09181.jpg

 

026.jpg

 

Essa cachoeira é linda. Muito linda mesmo.

035.jpg

 

DSC_0223.jpg

 

DSC_0293.jpg

 

Vista do alto.

DSC_0308.jpg

 

 

Esse primeiro dia, andamos 18 km, até esta fazenda, onde chegamos às 16:00 hs, montamos as barracas, fizemos nosso jantar e logo em seguida, começou o primeiro dilúvio. E foi neste dia que percebi o quanto faz diferença o sobre teto de barraca. Barraca baratinha, não tem sobre teto que cubra, toda a barraca e nesta noite dormimos molhados. rsrsrs, mas nada que estragasse a aventura.

 

No caminho encontramos esta aranha!! Cuidado.

DSC_0330.jpg

 

20 minutos depois da cachoeira santo izidro, todos molham o pé. Não tem jeito.

DSC_0351.jpg

 

 

Antecipadamente eu liguei para a filha do seu Tião, que mora em São José do Barreiro, avisando que iríamos dormir lá e tomaríamos o café da manhã. (uma vez por semana, no mínimo ele vai para a cidade e fica sabendo dos recados da filha) O telefone é o seguinte (12) 3117-2205. Ele nos cobrou R$ 10,00 por pessoa para acampar e R$ 7,00 para tomarmos um café da roça, com café preto, leite mugido na hora, bolo, manteiga caseira e pão caseiro. Existe a opção de realizar o jantar, pernoite com cama e cobertor, banho quente e café da manhã por R$ 70,00. Mas optamos em acampar e confeccionar a nossa própria comida.

 

Um outro bizú fortíssimo é comprar o mapa da travessia na papelaria em São José do Barreiro. Papelaria do lucas. Ajudou bastante, principalmente na hora das bifurcações.

DSC_0383.jpg

 

DSC_0384.jpg

 

Continuamos andando e por volta das 13:00 hs chegamos na cachoeira das posses.

DSC_0402.jpg

 

DSC09214.jpg

 

DSC09211.jpg

 

DSC09206.jpg

 

Tiramos fotos e tomamos mais um banho e voltamos uns 100 metros, até uma clareira boa para acampar, mas fizemos nosso almoço e partimos.

049.jpg

 

Uns 3 km depois, segundo o mapa do lucas, existe uma longa subida sem sombras e sem arvores. No mapa diz que são 5 km, mas foram eternos esses 5 km. Foia pior parte.

Depois encontramos esta placa. Faltam 2 km. Como demorou. Nesse momento, os pés já estão cansados.

DSC09219.jpg

 

Finalmente chegamos na pousada do Tião.

DSC09221.jpg

 

Levei 6 ovos para comer durante a travessia. Não quebrou nenhum.

 

070.jpg

 

A noite batemos um papo, tomamos um vinho e jogamos o "master".

DSC_0553.jpg

 

 

 

No segundo dia, após o café da manhã, guardamos as nossas tralhas, desmontamos acampamento e partimos para a caminhada. Nesta pernada, que são de 12 km, começamos a caminhar às 09:00 hs e uma dica importante. Existem cerca de três bifurcações neste trajeto, dica é sempre manter a direita. Não tem errada. Outra dica importante, é quando avistar o Rio Mambucaba (um rio caudaloso. Estaremos a direita do rio) é não continuar andando, pare e olhe para a sua esquerda e verá o ponto de travessia do rio, uma gaiola de ferro, presa em cabos de aço, que nos leva para outra Fazenda, de um outro Tião, onde foi o nosso ponto de pernoite.

 

 

Desmontando a barraca

DSC09231.jpg

 

O pessoal.

DSC09242.jpg

 

O banheiro do camping.

DSC09245.jpg

 

Seu tião.

DSC09246.jpg

 

Muita lama pelo caminha.

DSC09257.jpg

 

DSC_0706.jpg

 

Sequencia.

DSC_0681.jpg

DSC_0682.jpg

DSC_0683.jpg

DSC_0684.jpg

DSC_0686.jpg

DSC_0685.jpg

DSC_0687.jpg

 

Muitas pinguelas para passar.

DSC09274.jpg

 

Finalmente chegamos ao rio mambucaba. Ao avistar o rio, olha a esquerda que verá a gaiola do transporte.

DSC09282.jpg

 

A gaiola.

DSC09289.jpg

 

DSC09286.jpg

 

Montei a barraquinha, com a vista para o rio. Perguntei ao Tião se a água já chegou ao gramado e ele disse que sim. Então, cuidado. Montem as barracas mais para trás.

DSC09291.jpg

 

Esse rio é maravilhoso para se tomar banho. No fundo dele é areia. As pedras são só no início.

DSC09297.jpg

 

 

DSC09291.jpg

 

Chegamos às 13:00 hs, montamos as barracas, fizemos nosso almoço e começou o segundo dilúvio. Só que desta vez, pedimos lonas emprestados ao Tião e não passamos perrengue. Pagamos o mesmo preço, pelo mesmo serviço, nesta Fazenda. (acampamento e café da manhã) Por causa da chuva não conseguimos conhecer a Cachoeira do Veado, no mesmo dia, que é o ideal. A visita à Cacheira, ficou para o terceiro dia.

 

No terceiro dia, após o café da manhã, fomos conhecer a Cachoeira do Veado. A trilha para esta cachoeira fica do outro lado do Rio Mambucaba. (quer dizer, fica na prolongação da trilha, onde estávamos ontem. Não precisa cruzar o Rio para conhecer esta cachoeira, mas para continuar a "Trilha do Ouro", precisa cruzar o Rio, exatamente neste ponto, pois o caminho para o litoral do Rio de Janeiro, fica ao lado da fazenda do Tião).

 

Colocando o tênis úmido, com a meia sequinha.

DSC09307.jpg

 

Indo para a cachoeira do Veado. Temos que voltar na gaiola.

DSC09308.jpg

 

Outra pinguela

DSC09319.jpg

 

A tão famosa cachoeira do veado.

DSC09324.jpg

 

A galera que quiser ficar nesta pousada, as acomodações são essas. Bem simples. A da primeira pousada é um pouco melhor. Mas as duas são de pessoas simples a acolhedoras.

 

DSC_1088.jpg

 

 

Então após retornar da Cachoeira do Veado, acabamos de arrumar as malas e às 09:30 hs começamos a caminhar. Esta última pernada foi de 18 km até a ponte de arame e todo esse trajeto, estamos a esquerda do Rio Mambucaba, ora vendo as suas corredeiras, ora escutando o barulho que ela fazia ao escorrer pelas pedras.

 

Indo embora.

DSC09354.jpg

 

O rio Mambucaba está a nossa direita o tempo todo.

DSC09348.jpg

 

A cachoeira do veado ao fundo.

DSC09371.jpg

 

Mais lama.

DSC09359.jpg

 

Bebendo uma água.

DSC09362.jpg

 

Morango silvestre.

DSC09372.jpg

DSC09374.jpg

DSC09375.jpg

 

Esse último dia é água no pé o tempo todo.

DSC09383.jpg

 

Nosso fotógrafo, registrando nossas pisadas.

DSC09387.jpg

 

Brasil

DSC09412.jpg

 

Viemos lá de cima e passamos pelas águas que desembocam neste cachoeira. No mapa do lucas está escrito. "Ao longe se a vista uma linda cachoeira."

DSC09417.jpg

 

O caminho histórico, virou um rio.

DSC_1327.jpg

 

 

Paramos para descansar por volta das 13:00 hs e fomos ultrapassados pelo dono da 2ª Fazenda (Tião), de onde tínhamos acabado de sair e sua mula carregada com queijo minas. Ele também estava indo para Mambucaba, realizar a venda dos seus queijos.

 

A maioria deste percurso está calçado com as pedras originais do calçamento dos escravos. Isso só é motivo de alegria nos primeiros minutos, devido a alegria e sensação de estar passando por um local de grande valor histórico, mas a alegria vai embora logo, logo, pois caminhar neste tipo de calçamento é estritamente perigoso, devido ao risco de escorregamento e por isso se torna maçante e cansativo. Somado a isso, passamos por vários afluentes do Rio Mambucaba, dezenas deles caudalosos, devido as fortes chuvas dos dias anteriores e isso tornou a nossa travessia, numa travessia bem molhada. Diversos trechos ao cruzarmos com esses afluentes molharam os nossas pernas até o joelho e em outros momentos a chuva tornou o calçamento das pedras dos escravos em leito de rios provisórios.

 

Continuamos a nossa travessia até encontrarmos a última ponte que cruzaríamos na nossa aventura (pois a ponte de arame, que é o final da travessia, não se atravessa, pois a "Trilha do Ouro", acaba ao lado desta ponte). Esta ponte fica a cerca de 2 km da ponte de arame e consequentemente, a 2 km do final da Trilha do Ouro.

 

Um dos companheiros, passou mal e tivemos que carregar a mochila dele. Vomitou muito.

DSC09423.jpg

 

Qual foi a surpresa ao chegarmos nesta ponte?

 

Ela estava quebrada. Pendurada por apenas um lado. Já eram aproximadamente 18:00 hs, dia encoberto e chuvoso. Isso faz com que a noite chegue mais rápido. Os homens o grupo, todos com experiência militar, passariam na ponte tranquilamente, realizando uma técnica conhecida como “falsa baiana”, mas as mulheres, certamente teriam problemas, principalmente se por algum motivo, ficassem penduradas no cabo de aço, pelos braços. Não iriam agüentar o peso do corpo. Era perigoso. E eu estava muito tenso. Vou abrir um parêntese apara elogiar um dos nossos componentes. O Kawai. Vou tentar descrever o comportamento dele, que resolveu o problema e nos colocou do outro lado do Rio e de volta a "Trilha do Ouro". Fica o alerta e a dica para os próximos viajantes.

 

Bom, ao vermos a ponte quebrada, ele foi ao outro lado, passando pela ponte, com a técnica da falsa baiana. O objetivo dele era verificar se a trilha continuava do outro lado da ponte. Assim que ele atravessou, ele foi engolido pela mata e logo sumiu. Ficamos esperando ele voltar. Isso durou aproximadamente eternidade de uns 15 minutos.

 

Quando para a nossa surpresa ele apareceu atrás da gente, dizendo que achou uma trilha, que adentrava na mata e atravessava dois rios e chegava na trilha do outro lado da ponte. Confuso, né, mas é isso mesmo. Tendo um senso absurdamente enorme de direção, ele venceu o medo do inconsciente e do desconhecido e achou o caminho, que deveríamos descobrir, para sair mos daquela situação.

 

Rapidamente pegamos as nossa mochilas e o seguimos. Entramos numa pequena picada de mata a nossa esquerda e fomos subindo o morro e demos num leito de rio onde atravessamos com água pela cintura (foi bastante tenso esta travessia), continuamos numa outra picada na mata e chegamos num outro rio, que também foi tenso atravessá-lo, chegamos no outro lado do rio e pegamos uma picada na mata até acharmos o calçamento original da "Trilha do Ouro" e nos tranquilizarmos, pois tínhamos conseguido vencer aquela adversidade. Ufa que alívio.

 

Perguntei ao Kawai, como ele encontrou esta picada na mata e ele respondeu que lembrou do Tião e sua mula, que em algum lugar ele teve que atravessar com sua mula, antes da ponte quebrada. Do outro lado da ponte quebrada, ele procurou pegadas no chão da mula e tentou refazer o caminho ao contrário. Veio refazendo o trajeto da mula até nos encontrar no lado anterior da ponte. Aí era só refazer o caminho.

 

Parabéns Kawai. Parabéns. Rsrrsrs.

 

Fica aqui minha completa indgnação com a Administração do Parque, pois não houve nenhum aviso, sobre esta ponte, afinal de contas, estavamos com três mulheres.

 

O final da Trilha, como mencionado antes, acaba ao lado da ponte de arame e neste ponto marcamos com um amigo para nos pegar ali. Da ponte de arame até o bairro de Mambucaba (campo da gringa) são cerca de 12 km, mas para a nossa surpresa, devido fortes chuvas, as cinco pontes deste trajeto estavam transbordando de água e uma das pontes houve desmoronamento, consequentemente o caminhão não conseguiu ir nos buscar lá e tivemos que andar mais uns 6 km até o ponto onde o caminhão ficou parado.

 

Ponte coberta de água.

DSC09426.jpg

 

A gente já em cima do caminhão.

DSC_1340.jpg

 

Uma observação importante, quando chegamos na ponte quebrada, aquela ponte quebrada, estávamos envolvidos com uma mistura de várias substâncias e sentimentos.

 

Adrenalina devido a aventura, ácido lático devido ao esforço físico, medo ao ver a ponte quebrada, ansiedade de querer acabar logo a trilha e devido a isso tudo, não tiramos fotos da ponte quebrada, da picada na mata, da travessia nos dois rios, da ponte de arame e do desmoronamento da ponte, somente tirei foto do alagamento da última ponte, já perto de Mambucaba.

 

A dica é a seguinte, antes da última ponte que se atravessa (ponte quebrada), é só voltar uns 100 metros na trilha e entrar a esquerda numa picada na mata e seguir esta picada etá desembocar no rio que a gente quer atravessar....

 

Ufa é isso aí. Mesmo sofrendo a travessia foi maravilhosa e faria novamente.

 

Apesar das bolhas.... Faria novamente.

DSC09428.jpg

Editado por Visitante

  • Respostas 25
  • Visualizações 19.2k
  • Criado
  • Última resposta

Usuários Mais Ativos no Tópico

Featured Replies

Postado
  • Membros

Bom dia amigo, estou organizando um grupo para fazer a trilha do ouro, gostaria que me desse uma ajuda, já que vc já realizou a respeito do equipamento que levaram, e das provisões, para poder otimizar nosso tempo e aliviar ou aumentar a carga né. Obrigado!!!

Postado
  • Membros

Gente..adorei a narração, consegui sentir toda a emoção de vocês e o nervosismo. Eu e meu marido estamos realizando algumas trilhas para nos prepararmos para nossa viagem em outubro de 2016, onde sairemos de carro de SP passando pelo litoral de SP rumo ao Maranhão. Estamos querendo registrar varias trilhas como vocês registraram com todas as emoções, dificuldades e o que encontrarmos pela frente. Meu marido conhece essa região e ele diz que é muito lindo e essa será uma de nossas paradas, tenho até uma duvida e gostaria de saber de vocês se existe alguma possibilidade de chegar a onde vcs estiveram por Cunha, pois estaremos em Paraty, e se vcs ouviram ao relato de animais selvagens pelos arredores como onça sei lá (kkk). Estou muito ansiosa pra realizar nossa viagem. Montamos um blog onde ja registramos nossas trilhas, com dicas e outras atrações pra quem gosta de se aventurar. Gostaria de ver com Vocês se poderia postar o relato de vocês e suas fotos no nosso blog onde vocês mostram todas essa emoções, acho de muita importancia para todos os outros que realizam trilhas. Temos também um zap onde reunimos varias pessoas que realizam trilhas e que as vzes nos reunimos para realizarmos trilhas, se quiserem participar também serão muito bem vindos e as dicas de vocês seria bem vinda. Caso haja interesse da publicação de vcs no nosso blog entrem em contato conosco pelo e-mail caminha_gente@outlook.com e se desejarem visitar nosso blog www.caminhagente.com.br ..parabens a vocês pela trilha e a historia.

Ghaidy!

  • 7 meses depois...
Postado
  • Membros

Oi Demétrius! Tô pensando em fazer a trilha agr e fiquei com algumas dúvidas: devo contatar o "segundo" (rs) Tião antes de fazer a trilha? Caso sim, qual o telefone de contato? Devo combinar a saída do parque com alguém antes? N tem como chegar até Paraty de ônibus?

Obrigada! E valeu pelas dicas!

Postado
  • Membros

Fala camaradas.. bom saber que os milicos estão mantendo a tradição em explorar .. show.. pretendo fazer essa trilha em fevereiro agora, ao ler as orientações no site do parque para solicitar a autorização vi que eles revistam as mochilas para entrar no parque ( não permitem entrada de armas de fogo, facão de selva e fogareiros, não permitem fazer fogueiras também) sabe dizer se essa informação procede? outra pergunta: é possível acampar em qualquer lugar lá dentro do parque ou somente nos lugares definidos "pousadas e áreas de camping?.. forte abraço.. Infa selva.

  • 5 meses depois...
Postado
  • Membros

Boas,

irei fazer essa travessia agora em julho, várias informações uteis principalmente sobre o percurso e as fotos muito boas haha :D .

Tenho uma pergunta que ta sendo a parte mais dificil de me organizar. O que voces levaram para comer ?

 

Abraço Gabriel G

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Account

Navigation

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.