Este é meu primeiro relato aqui no Mochileiros, peço desculpas pela falta de detalhes técnicos, sou ainda iniciante nas mochilas, aliás esta foi minha primeira viagem sozinha. Então, vamos lá!
1º dia - 8/1/2013 - às 11h voo Guarulhos x Fortaleza
Cheguei ao hostel (Fortaleza Hostel) por volta de 14h, horário local. Contatei um taxi no aeroporto logo que cheguei.
Uma dica importante: quando você está bem próximo à saída do aeroporto, há à sua direita um balcão com uma pessoa oferecendo taxi em voz alta. Para inexperientes como eu, já contatei ali, me custou R$35. Ela te dá um papel para você entregar a um taxista do lado de fora do aeroporto, o taxista que pegou meu papel me alertou que sairia mais barato se eu tivesse ido negocia direto com ele, portanto, quem pretende utilizar taxi, não vá ao balcão de dentro do aeroporto!
Eu havia feito reservas com o hostel de Fortaleza pelos 5 dias que fiquei hospedada na capital. Fiz a carteirinha de alberguista, que me custou R$25, e subi ao quarto. Detalhe: fiz reserva das duas primeiras noites em quarto coletivo com ar condicionado, e das outras três noites em privativo single, com ventilador. Por que? Não havia vaga em quarto single nas duas primeiras noites que eu estaria lá. E foi também minha primeira experiência em hostel, se você está viajando só e está na dúvida sobre dividir o quarto com pessoas que ñ conhece, é uma opção ficar no single. Mas ressalto que embora tenha sido ótimo o single para as três últimas noites, por ter minhas coisas mais "à vontade" (leia largadas) enquanto eu estava no quarto, foi nas duas primeiras noites que eu fiz contatos e descolei companhia para passeios. Bom, prosseguindo...
A proprietária do Fortaleza Hostel, Marli, é bem prestativa e sincera...no hostel há convênios com agências locais para diversos passeios, como 3 praias num dia, Cumbuco, Lagoinha, etc. Eles não estão interessados em "empurrar" passeios. Havia no folder dado por eles um city tour, neste primeiro dia, desci pra perguntar desse passeio e a Marli me disse que não valia a pena, me deu um mapa de Fortaleza e inclusive riscou à caneta no mapa todos os pontos que o passeio do city tour oferecia e me disse: "vá à pé, estamos próximos da maioria dos lugares" E eu fui.
Nesse primeiro dia, lá pelas 15h já estava na pernada pela região. Fui primeiro ao Centro Cultural Dragão do Mar
Parte interna do Dragão do Mar
O Centro Cultural Dragão do Mar fica a 4 quadras do hostel, entrada gratuita. Eu estava mais afobada para ver bastante coisa, então não me atentei às exposições com detalhes. Gostei do espaço, vale a pena visitar, para quem estiver por perto.
Barzinhos que funcionam à noite, ao lado - ou abaixo - do Dragão do Mar
Do Dragão você vai avistar a Catedral Metropolitana, ou Catedral da Sé, como alguns cearenses se referiram a ela. Ao lado dela, há o Mercado Central.
Uma dica importante: essa região toda é bastante perigosa, eu fiz algumas fotos, mas daquele jeito: câmera estratégica, várias olhadinhas ao redor, é bater a foto e já guardar a câmera...
O Mercado Central tem de tudo, desde roupas feitas com linha, crochê e afins, a artigos de couro. Eu pretendia trazer uma bolsa transversal de couro e acabei voltando com uma mochila. Um alerta: os vendedores de lá são de confiabilidade duvidosa, eles tentam empurrar produtos de qualidade duvidosa por preços abusivos, então cuidado! o tal "couro de jegue" a que eles se referem, é um plástico bem vagaba, imitação de couro! eu trouxe uma mochila de couro legítimo, na base da negociação, de R$ 220, ela me saiu a R$150, e digo, foi um preço justo. Nas fotos de Jericoacoara eu apareço com essa mochila. Bom, vamos às fotos "relâmpago" destes dois locais:
De lá eu segui pra orla de Iracema, uma parte do calçadão, bem ao final do lado esquerdo, está meio que abandonado, mas à tarde passam pessoas andando de patins. Dali logo eu saí na Ponte dos Ingleses, ou Ponte Metálica . Antes de viajar, li relatos de que ali acontecem muitos assaltos, já fui daquele jeito "papaleguas" mas, ao adentrar a ponte, vi pessoas com equipamento de fotografia profissional, até mesmo utilizando tripé, então fiquei mais "solta", e peguei a câmera com menos medo. A minha não é profissional, mas não é amadora, é uma Canon superzoom, e ela me quebra um galhão nas viagens. Bom, fim de tarde, eu fui ali para o pôr-do-sol mesmo, não permaneci por muito tempo, pois queria ver a feirinha de artesanatos adiante na Orla, onde eles chamam Beira Mar.
Segui minha caminhada pela Orla, até me deparar com a "Estátua Iracema Guardiã", que foi restaurada e entregue em Julho de 2012. Parada para fotos!
Após uma lonnnga caminhada, fui à feirinha da Beira Mar, não registrei fotos lá. Estava muito cansada de andar, e faminta, não havia comido praticamente nada desde a chegada ao hostel. A Feirinha não tinha tantas coisas do meu agrado, comprei um brinco, à lá "imitacion" (mas bacana) de capim dourado, por apenas R$5, mas tem que sondar bem, vi algumas coisas com preço alto.
Perdi a noção do tempo e quando terminei de lanchar, na Beira Mar mesmo, vi que estava tarde. Fui à pé, pois havia pego dois ônibus sem sucesso (por informações erradas que recebi). Cheguei depois das 22h no hostel, e confesso que o medo de ser assaltada neste dia foi enorme, as ruas de Fortaleza são muito escuras, então cuidado, olho nas costas e pernas rápidas.
2º dia - 9/1/2013 - Passeio Três Praias num dia (Morro Branco, Praia das Fontes e Cano Quebrada)
Já tinha agendado com o hostel o passeio das 3 praias, como eu ainda estava sozinha e as praias são um pouco mais distantes, por comodidade eu optei por alguns passeios com agências locais. Este passeio tem preço padrão e custa R$50, pega no hostel e deixa de volta no fim do dia, à noite, como lá escurece por volta das 18h.
Fui pega às 7h no hostel, e seguimos caminho.
Vi o final da Orla de Iracema, na qual eu só tinha ido até o trecho da feirinha, avistei a praia Mucuripe (foto abaixo), é uma praia cujo forte é a venda de peixes, só a vi de passagem nesse dia.
Seguimos estrada e logo avistamos Porto das Dunas e sua praia, a do Beack Park. Não paramos, a praia é bonita, mas como outras do caminho, é mais recomendado parar ali caso queira ir ao referido parque (não era meu caso).
Não gostei dessa parte, mas, como toda agência visa lucratividade, nós precisamos parar numa loja de artesanatos e conveniêrncia. Foi "bom" porque comprei lá um artesanato estilo "estatuetinha" que reprensenta o local, trago um de cada lugar que visto, de Fortaleza eu trouxe uma rendeira que estava com preço mais em conta do que em outros locais onde eu vi, me saiu a R$10.
A "atração" desse local é um senhor que bizarramente usa um chapéu de corno, e ainda tem caixinha de contribuição aos cornos, ele está acostumado com as fotos e nem liga. Eu não resisti e fiz uma foto dele também. srsrs
Bom, dali seguimos, finalmente, para Beberibe, eu fiquei na duvida se faria ou não o passeio de buggy opcional, como estava disposta a ver a região com mais detalhes, eu fui. Me custou R$40 o passeio de mais ou menos 2h30 min, preço de alta temporada, masss. Antes de iniciar o passeio, veio chuva, um tanto intensa, mas rápida, no Ceará é assim, diferente de São Paulo, as chuvas duram pouco tempo e logo sai um sol mais bonito do que estava antes da chuva. Fizemos uma caminhada pelas famosas (e tão maravilhosas) Falésias de Morro Branco , dignas de várias fotos no relato. Seguem fotos antes de adentrar o labirinto das falésias:
No labirinto de falésias:
Seguimos então para o buggy, na realidade uso o plural porque nesse dia conheci Patrícia e Elmur, um casal de Florianópolis, com quem passei esse dia. Eles tiraram minhas fotos nesse dia e foram agradáveis companhias.
Seguimos pela praia de Morro Branco até chegarmos em Praia das Fontes e uma lagoa na região, bem extensa, foi um passeio de apreciação, até irmos a Canoa Quebrada, onde almoçamos e finalizamos o dia.
Fotos do roteiro no buggy:
Dali seguimos com o mesmo ônibus à Canoa Quebrada, onde fiz um almoço com o casal que conheci. Vale destacar que é necessário pesquisar preços dos quiosques, visto que o que nos deixaram estava superlotado e a comida era mais cara. Demos uma volta rápida e logo achamos outro local, almoço delicioso, pedimos peixe assado com arroz, pirão e molho de camarões para servir à parte, já que camarão não é comigo...dividimos por 3, com bebidas inclusas, ficou a R$25 pra cada, e todos comeram bem. A volta em Canoa Quebrada foi curta, devido ao fator tempo, horário combinado, o ruim das agências é que você tem hora marcada, saímos às 16h30 rumo a Fortaleza. Algumas fotos de Canoa Quebrada:
3º dia - 10/1/2013; Praia Lagoinha, em Paraipaba/CE
Quando voltei do passeio das 3 praias eu ainda estava em quarto coletivo, lá conheci no meu primeiro dia a Lucimara, que mora numa cidade vizinha à minha, mora em Taubaté/SP. Muita coincidência, mas ela estava indo a Jeri e só a vi no meu último dia hospedada na capital. Conheci na volta do passeio 3 praias a Adriana, do Mato Grosso do Sul, ela me acompanhou a Lagoinha, também por agência saindo do hostel, passamos o dia todo lá e fizemos o opcional de buggy, também R$40, fomos pela curiosidade, o passeio se chama 3 em 1, porque utiliza jardineira, catamarã e buggy. O almoço não fizemos no quiosque "conveniado" com a agência, achamos um restaurante bem mais tranquilo, com vista linda da praia, e com preço melhor. Filé de frango grelhado com arroz, salada, farofa e batata frita, R$ 33 o prato pra duas pessoas. Comemos bem. Seguem fotos desse dia :
4º dia - 11/1/2013 - Praia Cumbuco, na cidade Caucaia
Ao voltarmos do passeio Lagoinha, eu já estava em quarto single, mas Adriana permaneceu no quarto, onde chegou Aline, carioca e psicóloga (psicóloga como eu!) No mesmo quarto havia chego Martina, argentina de Buenos Aires, que viajou pela primeira vez ao Brasil acompanhada da amiga Estela, também argentina do mesmo local - que precisou se hospedar em outro quarto do hostel. As três se juntaram a nós na ideia de ir a Cumbuco sem agência, pois era perto e o transporte era fácil e acessível. Perdemos o ônibus e conseguimos negociar a ida a R$10 cada, pra um taxi. Compensou, chegamos logo, de lá Aline foi negociar o passeio de buggy conhecido pela "emoção" nas altas dunas. Boa de lábia, ela conseguiu um desconto considerável: de R$60, pagamos R$35, e ainda visitamos alguns pontos que outras pessoas do hostel que pagaram R$60 não conseguiram. Procure o buggueiro Ronaldo, além do excelente desconto, ele não tinha pressa, ficamos à vontade o dia todo.
Fotos do dia:
À noite, recebi no hostel a visita de uma amiga que falo há anos, moradora de Fortaleza, Guadallupi, foi massa. Ela não pôde me acompanhar nos passeios por conta das aulas da faculdade, a federal do Ceará, que estava pagando horas da greve. Fica pra próxima!
5º dia - 12/1/2013 - Fortaleza
Meu último dia hospedada na capital, acompanhei Adriana, que foi comprar passagens para Jeri, pra conhecer e me fazer companhia. Comprei a referida mochila do começo do relato, no Mercado Central, e aproveitei para conhecer um pouco do Theatro José de Alencar. Nesse dia eu estava com enjoo por conta de um lanche que comi na noite anterior e não me caiu muito bem. Adriana e eu iríamos à Praia do Futuro, só para conhecer e beber água de côco, mas, optamos por não ir. Aline, Martina e Estela foram para regiões diferentes, foram a Canoa Quebrada. Claro que antes de me despedir delas, pois elas teriam que ir a outro hostel, já que ñ tinham feito reserva para os outros dias e outras pessoas haviam feito. Aline eu reencontrei em Jeri, mas quando eu estava indo embora do hostel de lá, ela chegava!
Fotos do dia:
6º dia - 13/1/2013 - Partida para Jericoacoara, finalmente
Já havia feito reservas de passagens pela Fretcar, recomendo. R$116 ida e volta, incluindo troca de veículo em Jijoca. Ônibus confortável, até mesmo porque a viagem é longa. Pedi um taxi que me buscou no hostel, coincidentemente, peguei o mesmo taxista que me levou com as meninas à Cumbuco. Saí da Beira Mar às 9h no ônibus, fizemos a troca de veículo, já inclusa, em Jijoca, e de lá, mais uma hora até Jericoacoara, cheguei por volta das 15h lá. Fui sozinha, Adriana ia prestar concurso e chegou na madrugada de domingo para segunda em Jeri. No hostel conheci as irmãs Manuela e Daniela, que coincidentemente chegaram no mesmo dia e mesmo ônibus que eu, e foram embora comigo também. Foram minhas companhias junto com Adriana no primeiro passeio.
Bom, no primeiro dia, só deu para dar uma volta pela vila e ver o famoso pôr-do-sol das dunas.
Este é meu primeiro relato aqui no Mochileiros, peço desculpas pela falta de detalhes técnicos, sou ainda iniciante nas mochilas, aliás esta foi minha primeira viagem sozinha. Então, vamos lá!
1º dia - 8/1/2013 - às 11h voo Guarulhos x Fortaleza
Cheguei ao hostel (Fortaleza Hostel) por volta de 14h, horário local. Contatei um taxi no aeroporto logo que cheguei.
Uma dica importante: quando você está bem próximo à saída do aeroporto, há à sua direita um balcão com uma pessoa oferecendo taxi em voz alta. Para inexperientes como eu, já contatei ali, me custou R$35. Ela te dá um papel para você entregar a um taxista do lado de fora do aeroporto, o taxista que pegou meu papel me alertou que sairia mais barato se eu tivesse ido negocia direto com ele, portanto, quem pretende utilizar taxi, não vá ao balcão de dentro do aeroporto!
Eu havia feito reservas com o hostel de Fortaleza pelos 5 dias que fiquei hospedada na capital. Fiz a carteirinha de alberguista, que me custou R$25, e subi ao quarto. Detalhe: fiz reserva das duas primeiras noites em quarto coletivo com ar condicionado, e das outras três noites em privativo single, com ventilador. Por que? Não havia vaga em quarto single nas duas primeiras noites que eu estaria lá. E foi também minha primeira experiência em hostel, se você está viajando só e está na dúvida sobre dividir o quarto com pessoas que ñ conhece, é uma opção ficar no single. Mas ressalto que embora tenha sido ótimo o single para as três últimas noites, por ter minhas coisas mais "à vontade" (leia largadas) enquanto eu estava no quarto, foi nas duas primeiras noites que eu fiz contatos e descolei companhia para passeios. Bom, prosseguindo...
A proprietária do Fortaleza Hostel, Marli, é bem prestativa e sincera...no hostel há convênios com agências locais para diversos passeios, como 3 praias num dia, Cumbuco, Lagoinha, etc. Eles não estão interessados em "empurrar" passeios. Havia no folder dado por eles um city tour, neste primeiro dia, desci pra perguntar desse passeio e a Marli me disse que não valia a pena, me deu um mapa de Fortaleza e inclusive riscou à caneta no mapa todos os pontos que o passeio do city tour oferecia e me disse: "vá à pé, estamos próximos da maioria dos lugares" E eu fui.
Nesse primeiro dia, lá pelas 15h já estava na pernada pela região. Fui primeiro ao Centro Cultural Dragão do Mar
Parte interna do Dragão do Mar
O Centro Cultural Dragão do Mar fica a 4 quadras do hostel, entrada gratuita. Eu estava mais afobada para ver bastante coisa, então não me atentei às exposições com detalhes. Gostei do espaço, vale a pena visitar, para quem estiver por perto.
Barzinhos que funcionam à noite, ao lado - ou abaixo - do Dragão do Mar
Do Dragão você vai avistar a Catedral Metropolitana, ou Catedral da Sé, como alguns cearenses se referiram a ela. Ao lado dela, há o Mercado Central.
Uma dica importante: essa região toda é bastante perigosa, eu fiz algumas fotos, mas daquele jeito: câmera estratégica, várias olhadinhas ao redor, é bater a foto e já guardar a câmera...
O Mercado Central tem de tudo, desde roupas feitas com linha, crochê e afins, a artigos de couro. Eu pretendia trazer uma bolsa transversal de couro e acabei voltando com uma mochila. Um alerta: os vendedores de lá são de confiabilidade duvidosa, eles tentam empurrar produtos de qualidade duvidosa por preços abusivos, então cuidado! o tal "couro de jegue" a que eles se referem, é um plástico bem vagaba, imitação de couro! eu trouxe uma mochila de couro legítimo, na base da negociação, de R$ 220, ela me saiu a R$150, e digo, foi um preço justo. Nas fotos de Jericoacoara eu apareço com essa mochila. Bom, vamos às fotos "relâmpago" destes dois locais:
De lá eu segui pra orla de Iracema, uma parte do calçadão, bem ao final do lado esquerdo, está meio que abandonado, mas à tarde passam pessoas andando de patins. Dali logo eu saí na Ponte dos Ingleses, ou Ponte Metálica . Antes de viajar, li relatos de que ali acontecem muitos assaltos, já fui daquele jeito "papaleguas"
mas, ao adentrar a ponte, vi pessoas com equipamento de fotografia profissional, até mesmo utilizando tripé, então fiquei mais "solta", e peguei a câmera com menos medo. A minha não é profissional, mas não é amadora, é uma Canon superzoom, e ela me quebra um galhão nas viagens. Bom, fim de tarde, eu fui ali para o pôr-do-sol mesmo, não permaneci por muito tempo, pois queria ver a feirinha de artesanatos adiante na Orla, onde eles chamam Beira Mar.
Segui minha caminhada pela Orla, até me deparar com a "Estátua Iracema Guardiã", que foi restaurada e entregue em Julho de 2012. Parada para fotos!
Após uma lonnnga caminhada, fui à feirinha da Beira Mar, não registrei fotos lá. Estava muito cansada de andar, e faminta, não havia comido praticamente nada desde a chegada ao hostel. A Feirinha não tinha tantas coisas do meu agrado, comprei um brinco, à lá "imitacion" (mas bacana) de capim dourado, por apenas R$5, mas tem que sondar bem, vi algumas coisas com preço alto.
Perdi a noção do tempo e quando terminei de lanchar, na Beira Mar mesmo, vi que estava tarde. Fui à pé, pois havia pego dois ônibus sem sucesso (por informações erradas que recebi). Cheguei depois das 22h no hostel, e confesso que o medo de ser assaltada neste dia foi enorme, as ruas de Fortaleza são muito escuras, então cuidado, olho nas costas e pernas rápidas.
2º dia - 9/1/2013 - Passeio Três Praias num dia (Morro Branco, Praia das Fontes e Cano Quebrada)
Já tinha agendado com o hostel o passeio das 3 praias, como eu ainda estava sozinha e as praias são um pouco mais distantes, por comodidade eu optei por alguns passeios com agências locais. Este passeio tem preço padrão e custa R$50, pega no hostel e deixa de volta no fim do dia, à noite, como lá escurece por volta das 18h.
Fui pega às 7h no hostel, e seguimos caminho.
Vi o final da Orla de Iracema, na qual eu só tinha ido até o trecho da feirinha, avistei a praia Mucuripe (foto abaixo), é uma praia cujo forte é a venda de peixes, só a vi de passagem nesse dia.
Seguimos estrada e logo avistamos Porto das Dunas e sua praia, a do Beack Park. Não paramos, a praia é bonita, mas como outras do caminho, é mais recomendado parar ali caso queira ir ao referido parque (não era meu caso).
Não gostei dessa parte, mas, como toda agência visa lucratividade, nós precisamos parar numa loja de artesanatos e conveniêrncia. Foi "bom" porque comprei lá um artesanato estilo "estatuetinha" que reprensenta o local, trago um de cada lugar que visto, de Fortaleza eu trouxe uma rendeira que estava com preço mais em conta do que em outros locais onde eu vi, me saiu a R$10.
A "atração" desse local é um senhor que bizarramente usa um chapéu de corno, e ainda tem caixinha de contribuição aos cornos, ele está acostumado com as fotos e nem liga. Eu não resisti e fiz uma foto dele também. srsrs
Bom, dali seguimos, finalmente, para Beberibe, eu fiquei na duvida se faria ou não o passeio de buggy opcional, como estava disposta a ver a região com mais detalhes, eu fui. Me custou R$40 o passeio de mais ou menos 2h30 min, preço de alta temporada, masss. Antes de iniciar o passeio, veio chuva, um tanto intensa, mas rápida, no Ceará é assim, diferente de São Paulo, as chuvas duram pouco tempo e logo sai um sol mais bonito do que estava antes da chuva. Fizemos uma caminhada pelas famosas (e tão maravilhosas) Falésias de Morro Branco , dignas de várias fotos no relato. Seguem fotos antes de adentrar o labirinto das falésias:
No labirinto de falésias:
Seguimos então para o buggy, na realidade uso o plural porque nesse dia conheci Patrícia e Elmur, um casal de Florianópolis, com quem passei esse dia. Eles tiraram minhas fotos nesse dia e foram agradáveis companhias.
Seguimos pela praia de Morro Branco até chegarmos em Praia das Fontes e uma lagoa na região, bem extensa, foi um passeio de apreciação, até irmos a Canoa Quebrada, onde almoçamos e finalizamos o dia.
Fotos do roteiro no buggy:
Dali seguimos com o mesmo ônibus à Canoa Quebrada, onde fiz um almoço com o casal que conheci. Vale destacar que é necessário pesquisar preços dos quiosques, visto que o que nos deixaram estava superlotado e a comida era mais cara. Demos uma volta rápida e logo achamos outro local, almoço delicioso, pedimos peixe assado com arroz, pirão e molho de camarões para servir à parte, já que camarão não é comigo...dividimos por 3, com bebidas inclusas, ficou a R$25 pra cada, e todos comeram bem. A volta em Canoa Quebrada foi curta, devido ao fator tempo, horário combinado, o ruim das agências é que você tem hora marcada, saímos às 16h30 rumo a Fortaleza. Algumas fotos de Canoa Quebrada:
3º dia - 10/1/2013; Praia Lagoinha, em Paraipaba/CE
Quando voltei do passeio das 3 praias eu ainda estava em quarto coletivo, lá conheci no meu primeiro dia a Lucimara, que mora numa cidade vizinha à minha, mora em Taubaté/SP. Muita coincidência, mas ela estava indo a Jeri e só a vi no meu último dia hospedada na capital. Conheci na volta do passeio 3 praias a Adriana, do Mato Grosso do Sul, ela me acompanhou a Lagoinha, também por agência saindo do hostel, passamos o dia todo lá e fizemos o opcional de buggy, também R$40, fomos pela curiosidade, o passeio se chama 3 em 1, porque utiliza jardineira, catamarã e buggy. O almoço não fizemos no quiosque "conveniado" com a agência, achamos um restaurante bem mais tranquilo, com vista linda da praia, e com preço melhor. Filé de frango grelhado com arroz, salada, farofa e batata frita, R$ 33 o prato pra duas pessoas. Comemos bem. Seguem fotos desse dia :
4º dia - 11/1/2013 - Praia Cumbuco, na cidade Caucaia
Ao voltarmos do passeio Lagoinha, eu já estava em quarto single, mas Adriana permaneceu no quarto, onde chegou Aline, carioca e psicóloga (psicóloga como eu!) No mesmo quarto havia chego Martina, argentina de Buenos Aires, que viajou pela primeira vez ao Brasil acompanhada da amiga Estela, também argentina do mesmo local - que precisou se hospedar em outro quarto do hostel. As três se juntaram a nós na ideia de ir a Cumbuco sem agência, pois era perto e o transporte era fácil e acessível. Perdemos o ônibus e conseguimos negociar a ida a R$10 cada, pra um taxi. Compensou, chegamos logo, de lá Aline foi negociar o passeio de buggy conhecido pela "emoção" nas altas dunas. Boa de lábia, ela conseguiu um desconto considerável: de R$60, pagamos R$35, e ainda visitamos alguns pontos que outras pessoas do hostel que pagaram R$60 não conseguiram. Procure o buggueiro Ronaldo, além do excelente desconto, ele não tinha pressa, ficamos à vontade o dia todo.
Fotos do dia:
À noite, recebi no hostel a visita de uma amiga que falo há anos, moradora de Fortaleza, Guadallupi, foi massa. Ela não pôde me acompanhar nos passeios por conta das aulas da faculdade, a federal do Ceará, que estava pagando horas da greve. Fica pra próxima!
5º dia - 12/1/2013 - Fortaleza
Meu último dia hospedada na capital, acompanhei Adriana, que foi comprar passagens para Jeri, pra conhecer e me fazer companhia. Comprei a referida mochila do começo do relato, no Mercado Central, e aproveitei para conhecer um pouco do Theatro José de Alencar. Nesse dia eu estava com enjoo por conta de um lanche que comi na noite anterior e não me caiu muito bem. Adriana e eu iríamos à Praia do Futuro, só para conhecer e beber água de côco, mas, optamos por não ir. Aline, Martina e Estela foram para regiões diferentes, foram a Canoa Quebrada. Claro que antes de me despedir delas, pois elas teriam que ir a outro hostel, já que ñ tinham feito reserva para os outros dias e outras pessoas haviam feito. Aline eu reencontrei em Jeri, mas quando eu estava indo embora do hostel de lá, ela chegava!
Fotos do dia:
6º dia - 13/1/2013 - Partida para Jericoacoara, finalmente
Já havia feito reservas de passagens pela Fretcar, recomendo. R$116 ida e volta, incluindo troca de veículo em Jijoca. Ônibus confortável, até mesmo porque a viagem é longa. Pedi um taxi que me buscou no hostel, coincidentemente, peguei o mesmo taxista que me levou com as meninas à Cumbuco. Saí da Beira Mar às 9h no ônibus, fizemos a troca de veículo, já inclusa, em Jijoca, e de lá, mais uma hora até Jericoacoara, cheguei por volta das 15h lá. Fui sozinha, Adriana ia prestar concurso e chegou na madrugada de domingo para segunda em Jeri. No hostel conheci as irmãs Manuela e Daniela, que coincidentemente chegaram no mesmo dia e mesmo ônibus que eu, e foram embora comigo também. Foram minhas companhias junto com Adriana no primeiro passeio.
Bom, no primeiro dia, só deu para dar uma volta pela vila e ver o famoso pôr-do-sol das dunas.
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