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Mais um pouco de Buenos Aires - 8 dias - Fev/Mar 2013


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Bom pessoal, se eu demorar pra escrever este relato, tenho certeza que esquecerei metade das coisas e principalmente os detalhes. Portanto, decidi iniciá-lo antes mesmo do fim da viagem... Assim, coloco a maior quantidade de detalhes possíveis.

Talvez isso deixe o tópico um pouco extenso, mas vou tentar não fazer isso.

 

Vamos lá...

 

Como moradores do Mato Grosso do Sul, optamos (eu e meu marido) por menos comodidade mas rapidez na nossa chegada a Buenos Aires. Caso saíssemos de Campo Grande, perderiamos praticamente o sábado no aeroporto de Guarulhos, então optamos por ir até Pedro Juan Caballero na sexa-feira e embarcar em um ônibus até Asunción. De lá, vôo para Buenos Aires.

 

1º dia - 22 e 23/02/2013

 

O ônibus da empresa La Santaniana saiu pontualmente às 22 horas do dia 22/02, chegando em Asunción às 04:30 do sábado. A passagem foi comprada antecipada e custou 110.000 guaranis cada uma (cerca de R$55). Na ocasião aproveitamos para comprar a passagem de volta, pelo mesmo preço.

O ônibus é extremamente confortável, 2 andares, poltronas largas (apenas 3 por fileira) e servem refri, água, café...

 

Da rodoviária de Asunción táxi até o aeroporto. Aí foi a primeira escorregada (coisa que espero que não aconteça mais...). Quando falei para o taxista "Aeropuerto", ele desligou o taxímetro e arrancou com o carro. Achei estranho e, como não tinha muitos guaranis, perguntei o valor da corrida: 110.000 guaranis. Eu tinha noção de que esse valor era em torno de 40.000 guaranis (isso em 2011), mas a essa altura não tinhamos como discutir, estavamos no meio da corrida, de madrugada, em um lugar desconhecido. Aceitamos a proposta e seguimos. (Lembrem-se desse episódio no final do relato)

 

No aeroporto, colocamos aqueles plásticos para proteger a mala e seguimos para o check-in. Depois, ao adentrar na sala de embarque, pediram para revistar minha mochila. Poutz, os dois desodorantes (meu e do marido) estavam na mochila e esquecemos de colocar na mala antes de lacrar. Foram-se os desodorantes embora ::putz::

 

Chegamos em Buenos Aires no horário previsto (08:30), mas saímos do aeroporto eram quase 10 horas. Fila pra imigração, pegamos a mala rapidinho e seguimos para a alfândega. Tudo certo, optamos pelo transfer do Manoel Tienda León - 90 pesos por pessoa (75 + 15 para deixar na porta do hotel). Isso antes mesmo de sair da área de desembarque...

Pedi ao meu marido para procurar mapas da cidade e mais informações (afinal, nunca é demais). Nesse momento, um rapaz que trabalha na localiza foi super prestativo, nos mostrou onde estava o mapa (local ao lado da localiza) e nos deu várias dicas, nos mostrou o que visitar (td bem que eu já sabia isso de tanto ler no mochileiros, mas como disse, nunca é demais).

 

Saimos do terminal, fomos até o local para pegar o transfer e, em cerca de 10 minutos, estávamos a caminho do centro. Chegamos no ponto onde todos descem, aguardamos poucos minutos e já fomos encaminhados para um carro, para nos levarem até o hotel.

No hotel nosso quarto ainda não estava disponível, então organizamos tudo em uma mochila e saímos bater perna.

Claro que tudo é novidade. A cidade é muito bonita (pra não dizer linda), e o centro muda todo o conceito que vc vai criando quando sai do aeroporto (que são de prédios mal conservados e tudo muito apertado). Os prédios antigos são em sua maioria conservados e de repente vc dá de cara com prédios enormes e lindos, e vai descobrindo a cidade.

Andamos e chegamos no Teatro Colón. Passei por dentro para ver se aceitavam real para compra do bilhete, mas o pagamento só pderia ser realizado pesos. Então continuamos até a Florida.

Era meio óbvio que eu era brasileira, afinal estava vestindo uma camisa do SPFC. Então me ofereceram de tudo, desde câmbio, show de tango, passeios para Lujan, Tigre... Fizemos algumas cotações e acabamos trocando reais por pesos numa cotação de 3,10. Não foi um preço muito bom, mas considerando que no Banco de La Nacion do Ezeiza estava 2,50 e não tinha casa de câmbio aberta no sábado, foi o que conseguimos.

 

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O senhor que nos abordou na Calle Florida nos deu dicas de como identificar notas falsas, orientou a tomar cuidado com notas falsas também em farmácias além dos já conhecidos taxistas, e nos vendeu a Money Detector Pen (25 pesos).

Essa galeria fica na quadra seguinte à Galerias Pacífico (pra quem sai da Diagonal Norte em direção à Galerias Pacífico), do lado esquerdo.

 

Voltamos até a quadra anterior e entramos na Galerias Pacífico. Fomos ao segundo andar ver o show de tango no Centro Cultural Borges. Encontramos 5 opções de shows, variando de 80 à 150 pesos, dependendo do dia da semana e porque eram shows diferentes. Lembrando que esses shows são do estilo tradicional, nada de Hollywodianos como dizem dos demais, e sem jantar.

 

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Resolvemos então voltar ao hotel, não sem antes dar uma passada no supermercado Coto para umas comprinhas (inclusive de desodorantes). Tomamos um relaxante banho e descansamos para uma noite mais agitada.

 

À noite já estava programado um jantar no Sabores da Patagônia (ou tb Ayres de Patagônia, pois vi esses 2 nomes nas placas do restaurante). Decidimos então andar pela região antes do jantar. Pegamos o metrô linha D em direção à Catedral, descemos na última estação e fomos andando até Puerto Madero. Lá chegamos na Puente de La Mujer e, quando fui tirar algumas fotos, lembrei do que esqueci: a bateria da máquina fotográfica. Meu marido não falou nada, mas percebi que ele ficou meio p... da vida comigo

hahahaha

 

Continuamos andando até o restaurantes, demos uma enrolada pois ainda estava cedo e, enfim, jantamos.

Saímos do restaurante eram quase 23 horas, e tentamos correr para achar o metrô aberto, mas não dava mais tempo. Aí perguntamos a um policial sobre qual ônibus nos levaria próximo ao hotel, ele nos indicou, mas também nos lembrou que só acaitavam moedas... Para quem mal tinha notas de 5 pesos, quem dirá moedas. Fomos a pé mesmo.

E no fim das contas foi um passeio super agradável, pois tinha bastante movimento nas ruas, fomos apreciando os prédios históricos e enfim chegamos para um merecido descanso.

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  • 2 semanas depois...
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Oi gostei muito do seu relato e estou ansiosa para ler o resto...estarei chegando em Buenos Aires dia 01 de maio com meu noivo e um casal de amigos. Já estamos com um roteiro mais ou menos definido que inclui o Bus Turístico, show de tango no Centro Cultural Borges ou no Café Tortoni (decidiremos quando chegarmos lá), Zoo de Lujan e um dia em Colonia del Sacramento. As nossas maiores dúvidas são em relação a quanto de dinheiro levar...vi que a cotação que você encontrou foi super boa R$1 por $3,10, porém, ouvi dizer que a inflação subiu muito os preços o que nos deixou sem parâmetros de quanto custa as coisas...alguns passeios com compra antecipada nós já sabemos quanto custa (Uruguai, Zoo, Bus turístico e Tango) mas o restante ainda é uma incógnita. Então, teria como nos dizer (sem querer ser indiscreta) mais ou menos quanto gastou por lá? Principalmente com alimentação e nos sugerir alguns restôs bacanas (que não sejam muito caros)? Ah! Esteve na região dos outlets? Está valendo a pena comprar por lá? Abraços!

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Olá Pessoal! Estou indo para Buenos Aires no dia 03 de Abril. Alguém que esteja por lá, pode me informar como está o tempo, o tipo de roupa que está usando?

Sou carioca e como sabem não temos roupa de frio, no máximo um casaquinho de algodão. É o suficiente?

 

Agradeço quem puder me ajudar. Bjsss

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Priscila

 

Ainda não coloquei o restante do relato pois estou com problemas para inserir as fotos. Acho que elas estão muito grande, então terei que diminuir antes de postar.

 

Falando bem por cima, gastei uns R$ 2800 já com hospedagem (cerca de R$ 1000 só na hospedagem / 8 diárias), mas sem as passagens aéreas.

Esse foi o valor total que troquei em pesos, no entanto chegamos no free shop com mais de 1200 pesos no bolso.

 

Esse valor de 3,10 trocamos apenas na primeira vez, pois era sábado e a cotação não era muito boa. Nos outros dias conseguimos 3,55 e 3,50, nesse mesmo local que coloquei acima. Eu sempre perguntava pela Florida quanto estavam pagando, e chegava lá pra trocar e dizia quanto tinham oferecido. Ele sempre cobriu a oferta ou pelo menos igualou.

 

Uma dica que eu ia dar no final do relato mas já adianto pra você... Fica de olho nas promoções do Groupon Argentino (http://www.groupon.com.ar). Lá tem promoções de restaurantes legais e que no fim das contas saem barato. E muita promoção também da Freddo, que vale muuuuuuuuuuito a pena. Comprei 3 promoções da Freddo por lá.

Um restaurante que é bem indicado pelos brasileiros é o Siga La Vaca, mas não é dos mais baratos. Pagamos 150 pesos por pessoa no sábado, no de Puerto Madero, incluindo almoço com buffet livre e churrasco, uma bebida por pessoa (a bebida pode ser cerveja, água, refri, vinho) e sobremesa.

Os demais que frequentei não tinham nada de muito especial, inclusive um deles nem recomendo pq não gostei muito da comida (coisa de gosto mesmo, não é pq estava ruim)

 

Escrevi até demais

hehehe

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Fernanda

Fica de olho em sites de previsão do tempo. Eu sempre olho no The weather

Só digo uma coisa: saia sempre com um casaquinho a tiracolo. À noite venta e esfria um pouquinho.

Na única noite que sai pra jantar e levei o bendito do casaquinho, foi quando não senti frio.

 

Acredito que não precisará de roupa pesada. Leve roupas que vc pode colocar em camadas, que atende bem.

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2º DIA - 24/02/13

 

Neste dia saimos para conhecer vários lugares...

Começamos pelo Teatro Colón, em que a visita guiada começa às 09:00. Mas como a primeira é em inglês, decidimos ir no segundo horário, às 09:15, que seria em espanhol, já que meu marido fala e entende bem pouco inglês.

Chegamos no local e a bilheteria estava fechada. Passou das 09 horas e nada.

Somente por volta de 09:25 que chegaram os funcionários da bilheteria. Como não tinha fila organizada, acabei sendo a última da fila quando abriram os guichês. Na verdade tinha pouca gente, mas foi uma confusão.

Como já estava tudo atrasado, eles cancelaram os 2 primeiros horários, e um casal que iria fazer a visita em inglês às 09:00 começou a reclamar que teriam que esperar até às 10 para a próxima, que eles eram desorganizados, que estava todo mundo esperando e tal. Bem, comprei os ingressos e sai correndo, pois o pessoal já estava entrando pra visita das 09:30.

Não tem como descrever o teatro. É lindo, lindo e lindo. Só isso hehehehe

Deixo algumas fotos da visita, pra deixar aquele gostinho de conhecer...

 

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A grande diferença na qualidade das fotos é em função de que elas foram tiradas com máquinas com qualidade bem diferentes. A foto em que eu apareço foi tirada com uma digital comum, já as outras duas com uma DSLR. Isso acontecerá ao longo de todo o relato.

 

Valor da entrada para visita guiada: 110 pesos/pessoa.

Site do Teatro para mais informações: http://www.teatrocolon.org.ar

 

Saímos do Teatro e seguimos para a Catedral.

Lugar também muito bonito. Quando chegamos estava bem tranquilo, mas depois foi enchendo bastante, até por ser domingo e, com certeza, muuuuuuuuuuuitos turistas.

Visitamos o interior da Catedral e o Mausoleu do General San Martin, que fica no interior da catedral. Lá não se paga nada pra entrar.

 

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Quando saímos eu entendi porque encheu de uma hora pra outra, como eu disse acima. Haviam vários ônibus do lado de fora, mas que não aparecem na foto que tirei.

 

Site da catedral: http://www.catedralbuenosaires.org.ar/

 

Link para os horários de visitação, visita guiada e mais... http://www.catedralbuenosaires.org.ar/pdfs/horarios.pdf

 

De lá já saímos praticamente na Plaza de Mayo, foi só atravessar a rua.

Passeamos pela praça, vimos uma população de pombos que vivem por lá, a Pirámide de Mayo, o monumento ao General Manuel Belgrano e claro, a Casa Rosada. Além disso, ao redor da praça tem várias construções antigas e bem preservadas, como o prédio do Banco de La Nación, o Ministério de Economia... Fiquei babando.

 

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Como a Casa Rosada é aberta para visitação somente nos finais de semana, fomos conhece-la.

Na entrada passa-se por um detector de metais e mochilas e afins por um aparelho de raio-x. Pelo que percebi a segurança é bem reforçada por lá, mas depois descobri que nem tanto (mais tarde eu conto).

Entramos então num grande salão, onde várias pessoas aguardavam. Eles não dão muita informação de como é o fluxo lá dentro, então fique esperto: Não entre diretamente na fila que se forma, pegue uma senha antes.

Funciona assim: eles entregam senha com o mesmo número até se formar um grupo com a quantidade de pessoas, aí eles começam a entregar senha do número posterior e assim sucessivamente. Quando chegar a vez da sua senha, eles chamarão o número e todas as pessoas que possuem aquele número seguem para a fila. Só aí inicia-se a visita. Enquanto isso, você pode ficar passeando pelas áreas que ficam abertas para visitação livre.

Só não façam igual nós fizemos, que saímos de perto do local onde eles chamam e não escutamos chamar a nossa senha. Quando voltamos ao salão principal, vimos que tinha uma fila formada e procurei me informar do número da senha daquela fila, que era a mesma que nossa. Quase que ficamos pra trás, pois eu achei que demorava mais para chamarem.

Aí fomos com um guia bilingue (espanhol e inglês) percorrendo algumas salas da Casa Rosada. Como eu disse sobre a segurança um pouco antes, percebi que a maioria das portas tem abertura por sistema de impressão digital.

A visita foi bem legal, só achei que em alguns lugares nós passamos muito corrido e ainda tinha um segurança que quase nos empurrava para irmos mais rápido. Passamos por lindos salões, corredores, inclusive por onde a Cristina Kirchner trabalha. Nestes local não são permitidas fotos ou filmagens, e é aqui que achei a segurança um pouco falha... Eu estava com minha máquina fotográfica pendurada no pescoço e se quisesse filmar este local, programando a máquina e deixando ela ligada durante a passagem, teria conseguido sem problemas. Ninguém verificou se ela realmente estava desligada.

A visita termina numa escadaria bem bonita, que dá acesso a um salão onde você fica novamente à vontade para conhecer. Aí assinamos o livro de visitas e saímos por uma outra porta que, segundo a nossa guia, é por onde os chefes de estado e demais autoridades entram.

 

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Site para mais informações: http://www.presidencia.gob.ar/

 

Continua...

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Continuação...

 

Dali seguimos ao Museo Del Bicentenário, que fica exatamente atrás da Casa Rosada. A entrada é gratuita.

Lá é possível ver muita coisa relacionada à história da Argentina.

Tem exposição de itens que pertenceram aos presidentes argentinos, inclusive a faixa da maioria deles.

Além disso, tem um vídeo explicativo muito interessante sobre a evolução dos prédios próximos à Plaza de Mayo, desde a época em que ali passava o Rio de La Plata e as alterações que foram feitas para melhoria do local.

E o principal são as ruinas da antiga Aduana e do Forte de Buenos Aires.

 

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Atrás do Museo tem o Parque Colón, mas o acesso não é permitido, conforme fui informada pelo vigilante.

 

Nesse passeio acabou a bateria da minha máquina, então ficamos apenas com a digital comum ::putz::

 

Site para mais informações: http://www.museo.gov.ar/

 

Saímos beirando o Parque Colón, e dali descemos em direção à Av. Independencia, por onde chegariamos à Plaza Dorrego, para visitar a Feira de San Telmo. Durante o trajeto passamos pelo prédio da Aduana, que se destaca por ser bem bonito.

 

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A Feira de San Telmo (feira de antiguidades especificamente) acontece basicamente na praça mesmo, mas seguindo pela Calle Defensa, a feira que vende "de tudo um pouco", as barraquinhas chegam até a Plaza de Mayo. Mas isso só fomos descobrir depois que fomos andando para ver até onde se estendia.

 

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Almoçamos em um restaurante próximo à Feira de San Telmo, chamado Nonno Bachicha. Lugar agradável, comida boa. Aí tomamos a nossa primeira Quilmes em Buenos Aires.

 

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Neste dia presenciamos uma tentativa de furto dentro do restaurante. Estávamos sentados em uma mesa bem para dentro do restaurante, ao lado do corredor onde os garçons passam. De repente vieram duas moças, aparentando serem clientes, foram até o final deste corredor e quando questionadas pelo garçom se queriam uma mesa, elas retornaram em direção à saída, sem falar nada. Uma delas abaixou e pegou a bolsa de uma moça que estava no chão entre a cadeira da moça e do namorado/marido dela.

Quando eu me dei conta, a dona da bolsa virou e segurou a bolsa, e disse para a "ladra" que era dela. A ladra simplesmente fingiu que nada aconteceu e saiu.

A dona da bolsa ficou perplexa e olhou para mim, para ver se eu tinha entendido o que tinha acontecido. Depois ela contou aos amigos que estavam na mesa com ela e a moça do caixa escutou e disse que isso era normal em Buenos Aires...

O pior é que a ladra estava bem vestida, realmente como cliente do local. Eles são muito lisos e ligeiros...

 

Depois de uma boa andança, voltamos para o hotel para um merecido descanso. Jantamos no hotel mesmo, com as coisas que havíamos comprado no dia anterior, no mercado.

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