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Mais um pouco de Buenos Aires - 8 dias - Fev/Mar 2013
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ana_leticia 14 posts
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FernandaCabo 1 post
Bom pessoal, se eu demorar pra escrever este relato, tenho certeza que esquecerei metade das coisas e principalmente os detalhes. Portanto, decidi iniciá-lo antes mesmo do fim da viagem... Assim, coloco a maior quantidade de detalhes possíveis.
Talvez isso deixe o tópico um pouco extenso, mas vou tentar não fazer isso.
Vamos lá...
Como moradores do Mato Grosso do Sul, optamos (eu e meu marido) por menos comodidade mas rapidez na nossa chegada a Buenos Aires. Caso saíssemos de Campo Grande, perderiamos praticamente o sábado no aeroporto de Guarulhos, então optamos por ir até Pedro Juan Caballero na sexa-feira e embarcar em um ônibus até Asunción. De lá, vôo para Buenos Aires.
1º dia - 22 e 23/02/2013
O ônibus da empresa La Santaniana saiu pontualmente às 22 horas do dia 22/02, chegando em Asunción às 04:30 do sábado. A passagem foi comprada antecipada e custou 110.000 guaranis cada uma (cerca de R$55). Na ocasião aproveitamos para comprar a passagem de volta, pelo mesmo preço.
O ônibus é extremamente confortável, 2 andares, poltronas largas (apenas 3 por fileira) e servem refri, água, café...
Da rodoviária de Asunción táxi até o aeroporto. Aí foi a primeira escorregada (coisa que espero que não aconteça mais...). Quando falei para o taxista "Aeropuerto", ele desligou o taxímetro e arrancou com o carro. Achei estranho e, como não tinha muitos guaranis, perguntei o valor da corrida: 110.000 guaranis. Eu tinha noção de que esse valor era em torno de 40.000 guaranis (isso em 2011), mas a essa altura não tinhamos como discutir, estavamos no meio da corrida, de madrugada, em um lugar desconhecido. Aceitamos a proposta e seguimos. (Lembrem-se desse episódio no final do relato)
No aeroporto, colocamos aqueles plásticos para proteger a mala e seguimos para o check-in. Depois, ao adentrar na sala de embarque, pediram para revistar minha mochila. Poutz, os dois desodorantes (meu e do marido) estavam na mochila e esquecemos de colocar na mala antes de lacrar. Foram-se os desodorantes embora
Chegamos em Buenos Aires no horário previsto (08:30), mas saímos do aeroporto eram quase 10 horas. Fila pra imigração, pegamos a mala rapidinho e seguimos para a alfândega. Tudo certo, optamos pelo transfer do Manoel Tienda León - 90 pesos por pessoa (75 + 15 para deixar na porta do hotel). Isso antes mesmo de sair da área de desembarque...
Pedi ao meu marido para procurar mapas da cidade e mais informações (afinal, nunca é demais). Nesse momento, um rapaz que trabalha na localiza foi super prestativo, nos mostrou onde estava o mapa (local ao lado da localiza) e nos deu várias dicas, nos mostrou o que visitar (td bem que eu já sabia isso de tanto ler no mochileiros, mas como disse, nunca é demais).
Saimos do terminal, fomos até o local para pegar o transfer e, em cerca de 10 minutos, estávamos a caminho do centro. Chegamos no ponto onde todos descem, aguardamos poucos minutos e já fomos encaminhados para um carro, para nos levarem até o hotel.
No hotel nosso quarto ainda não estava disponível, então organizamos tudo em uma mochila e saímos bater perna.
Claro que tudo é novidade. A cidade é muito bonita (pra não dizer linda), e o centro muda todo o conceito que vc vai criando quando sai do aeroporto (que são de prédios mal conservados e tudo muito apertado). Os prédios antigos são em sua maioria conservados e de repente vc dá de cara com prédios enormes e lindos, e vai descobrindo a cidade.
Andamos e chegamos no Teatro Colón. Passei por dentro para ver se aceitavam real para compra do bilhete, mas o pagamento só pderia ser realizado pesos. Então continuamos até a Florida.
Era meio óbvio que eu era brasileira, afinal estava vestindo uma camisa do SPFC. Então me ofereceram de tudo, desde câmbio, show de tango, passeios para Lujan, Tigre... Fizemos algumas cotações e acabamos trocando reais por pesos numa cotação de 3,10. Não foi um preço muito bom, mas considerando que no Banco de La Nacion do Ezeiza estava 2,50 e não tinha casa de câmbio aberta no sábado, foi o que conseguimos.
O senhor que nos abordou na Calle Florida nos deu dicas de como identificar notas falsas, orientou a tomar cuidado com notas falsas também em farmácias além dos já conhecidos taxistas, e nos vendeu a Money Detector Pen (25 pesos).
Essa galeria fica na quadra seguinte à Galerias Pacífico (pra quem sai da Diagonal Norte em direção à Galerias Pacífico), do lado esquerdo.
Voltamos até a quadra anterior e entramos na Galerias Pacífico. Fomos ao segundo andar ver o show de tango no Centro Cultural Borges. Encontramos 5 opções de shows, variando de 80 à 150 pesos, dependendo do dia da semana e porque eram shows diferentes. Lembrando que esses shows são do estilo tradicional, nada de Hollywodianos como dizem dos demais, e sem jantar.
Resolvemos então voltar ao hotel, não sem antes dar uma passada no supermercado Coto para umas comprinhas (inclusive de desodorantes). Tomamos um relaxante banho e descansamos para uma noite mais agitada.
À noite já estava programado um jantar no Sabores da Patagônia (ou tb Ayres de Patagônia, pois vi esses 2 nomes nas placas do restaurante). Decidimos então andar pela região antes do jantar. Pegamos o metrô linha D em direção à Catedral, descemos na última estação e fomos andando até Puerto Madero. Lá chegamos na Puente de La Mujer e, quando fui tirar algumas fotos, lembrei do que esqueci: a bateria da máquina fotográfica. Meu marido não falou nada, mas percebi que ele ficou meio p... da vida comigo
hahahaha
Continuamos andando até o restaurantes, demos uma enrolada pois ainda estava cedo e, enfim, jantamos.
Saímos do restaurante eram quase 23 horas, e tentamos correr para achar o metrô aberto, mas não dava mais tempo. Aí perguntamos a um policial sobre qual ônibus nos levaria próximo ao hotel, ele nos indicou, mas também nos lembrou que só acaitavam moedas... Para quem mal tinha notas de 5 pesos, quem dirá moedas. Fomos a pé mesmo.
E no fim das contas foi um passeio super agradável, pois tinha bastante movimento nas ruas, fomos apreciando os prédios históricos e enfim chegamos para um merecido descanso.