Antes de mais nada, não quero ser uma unanimidade em nenhum aspecto e muitos podem achar que faltam detalhes (ou tenha demais para algumas coisas!) nesse relato. É apenas a forma mais simples de relatar uma excelente experiência que tive nessa trip.
Acho que o perfil de cada viajante é sempre bom ser mencionado em um relato de viagem. E o porque é simples, quem estiver lendo pode saber o que se aplica ou não, se faz sentido ou não uma dica específica.
Perfil do Viajante
Sou solteiro, engenheiro, estava com 29 anos na época e não sou mochileiro profissional, mas já dei uma rodada nesse Mundo pequeno. Diria que sou “semi-profissional”. Hehe! Gosto de viajar low budget, ou seja, com custo limitado e fui sozinho (isso explica o fato de ter feito a viagem dessa forma). Ainda bem que viajar low budget foi uma opção, mas realmente não estava muito preocupado se gastasse um pouco a mais.
Sendo engenheiro, sou metódico e com isso acho mais interessante ter mais algumas informações sobre meu perfil em formas de pergunta (Hehe!):
- Porque viajar sozinho? Pela época em que não há muitas pessoas disponíveis para viajar por ser após as férias de verão por aqui. E também porque minha namorada não podia ir, mas foi gente boa e me liberou!
- Porque México – Guatemala – Panamá? Estou (ou estava) em um projeto pessoal de conhecer a América Latina. Essas foram minhas primeiras opções na América Central! O México foi a melhor forma de ir com milhas (Brasil – México, via TAM!). Mas espero que seja só o início.
- Em que época foi a viagem? Saí dia 10/03/2013 do Brasil e retornei 28/03/2013. Fiquei 2 dias completos somente da Cidade do México, 7 dias inteiros na Guatemala e 5 dias inteiros no Panamá.
- Quanto foi gasto na viagem? Sinceramente não me recordo. Sou super organizado, mas depois que retornei não fiz as contas. Sei que tenho tudo anotado, mas não vou me ater à isso no relato. Portanto se houver dúvidas quanto ao valor de comidas, hospedagens, passeios, etc.. pode me perguntar!
- Quem contribuiu para a viagem? Lembro de várias pessoas, de alguns guias, mas principalmente o Lonely Planet “Central America on a Shoestring” e...
Carol (member/carolmorenot/). Putz, ela me ajudou demais! Carol, obrigado mesmo! Ainda te devo uma cerveja, não?! Hehe!
Erick (member/michradu/). Acolhedor com todo brasileiro e gringo que esteja afim de conhecer o México! Grande parceria, Erick!
- Quero mais informações estritamente turísticas (saber o que é tal coisa, o que significa outra coisa, etc)... Para esses casos, o Google salva todo mundo! Hehe!
México
Com alguns percalços no início, saí de Curitiba dia 10 de março, um domingo e cheguei na Cidade do México as 16h do horário local. O Erick, um mexicano gente boníssima que conheci aqui pelo Mochileiros, já me aguardava no saguão e nesse tempo na Capital do México me ajudou bastante! Fomos ao Hostel Mundo Joven Catedral, de metrô.
O hostel fica no Zócalo, a praça mais central de D.F. (como chamam a capital, como nosso Distrito Federal!). Super bem localizado e bem frequentado. Recomendo bastante para quem tá mochilando sozinho e acompanhado. O visual do terraço, que vira bar a noite, é muito bacana! Há cozinha com aparatos em bom estado, café da manhã bom com o básico pro mochileiro (cereal estilo Sucrilhos, frutas, iogurte, geleia, pão, café e leite), staff atencioso como todo hostel deve ter e um “guichê” para poder agilizar uns passeios pela cidade e redondezas! Muito fácil e prático, porque tem comércio perto! Não me recordo de nenhum mercado grande por perto, mas o básico como banquinhas tem por perto!
Na mesma noite, antes de sair pra jantar, foi ao guichê e peguei a última vaga para o passeio à Teotihuacan. Então o Erick me levou pra jantar num restaurante tradicional, o Casa de Los Azulejos. Muito bonito por dentro e realmente com cara de ser tradicionalíssimo. Começando a viagem com o pé direito, gastronomicamente falando.
Depois da janta, voltamos a pé pela Avenida Madero ao Zócalo, onde fica o hostel!
11 de março, segunda-feira. Pela manhã a saída do tour à Teotihuacan era em frente ao hostel, o que deu um tempo extra pra saída, sem ser naquela correria de sempre. Algumas comidas, bebidas e principalmente protetor solar e boné, partimos em 2 vans.
A primeira parada foi em Tlatelolco, onde ficam umas ruínas astecas dentro da cidade. Incrível é a catedral erguida com as pedras das ruínas. Um bom exemplo de como era antes da colonização espanhola e obviamente após a chegada dos espanhóis!
Sol forte e matando os europeus do grupo. Seguimos para a segunda parada: Basílica de Guadalupe. Lugar muito religioso, onde o destaque são as basílicas em si e há uma imagem da Virgem de Guadalupe na Basílica Nova. É apenas o maior templo da Igreja Católica no continente americano. Não sou religioso, mas valeu a visita!
Quase na hora do almoço, partimos para fora da cidade, afinal Teotihuacan fica uns 70, 80km distante da cidade em si. No caminho, paramos em um local pra turista ver. Lá tivemos umas explicações sobre as pedras, artesanato e etílicos locais e logo após uma lojinha! Compras e mais compras... Não, só umas lembrancinhas! Hehe! E no mesmo local, paramos para almoçar! Esse almoço estava incluso no valor por passeio!
Enfim, Teotihuacan! A van chegou na entrada do parque e o sol estava bem forte. Iniciamos a caminhada e teríamos umas 4 horas para explorar o parque. No início ficamos meio juntos da guia pra acompanhar algumas informações e depois dispersamos para aproveitar cada um por si. Uns com mais e outros com menos gás pro sobe e desce das pirâmides de pedra. Os destaques do parque ficam para Piramide de la Luna e Piramide del Sol, as mais altas do parque. Tire várias fotos no topo da Piramide del Sol, mas aprecie de verdade a vista da Piramide de la Luna, que permite uma visão mais bacana!
De volta à DF, a galera do passeio saiu pra jantar numa pizzaria! Uns 20 gringos com apenas o Erick mexicano e uns brasileiros, como sempre, perdidos como eu! Hehe!
12 de março, terça-feira. No dia anterior, conheci o Léo, um brazuca que também mora em Curitiba (esse Mundo é realmente pequeno!) e o Pablo, um colombiano figura, que já morou no Brasil! Fomos nós 3 conhecer alguns lugares da cidade. O primeiro destino foi o Parque Chapultepec, na direção ao Castillo de Chapultepec. Coisas bacanas, visual legal daquela parte da cidade, cômodos luxuosos e “apenas” mais um castelo europeu, já que ele foi construído na época da colonização espanhola e tudo mais, como roteiro de vários outros países latino-americanos, mas talvez sem o glamour de um castelo em si.
Rolou um almoço no meio do parque e nos dividimos. O Pablo foi visitar um museu e eu e o Léo caminhamos até o Museo de Antropologia. Imperdível! Muito grande e com mostras bem bacanas sobre a cultura latino-americana. Vale a pena mesmo! Você gasta facilmente umas 4 horas lá. Como estávamos com pressa e havíamos combinado um horário pra se encontrar com o povo no hostel, demos um gás pra conhecer a maior quantidade de exposições possíveis. O destaque foi para a Pedra do Sol, o calendário azteca original com umas 12 toneladas (se eu me recordo bem, era isso!).
Museu visitado, eu e o Léo fomos ao Mercado de Artesanias Ciudadela. Estava bem vazio e aproveitamos pra passear tranquilamente, ver o artesanato local e comprar umas lembrancinhas, já que era meu último dia, mas só nessa trip! Hehe!
Bugigangas compradas, corremos pro Museu de Bellas Artes, porque lá encontraríamos o Pablo. Mas o intuito era visitar a Torre Latinoamericana, em que há um restaurante e um bar no topo do prédio. Perfeito pra aproveitar o final do dia, com uma cerveja gelada! O Sol foi se pondo e o visual ficou muito bacana, com o Museu de Bellas Artes ao lado e a cidade plana se acabando no horizonte.
Aproveitamos um pouco, relaxamos e voltamos ao hostel pra encontrar com o grupo do passeio à Teotihuacan. Então fomos seguir a dica da guia do dia anterior e fomos ao Café Tacuba, um dos restaurantes mais tradicionais do centro histórico do México. Estilo Casa de Los Azulejos e muitíssimo recomendado também! Um pouco mais caro para o padrão mochila, mas era a despedida daquela galera e da Cidade do México!
Dormi pouco, porque as 4:00 fui para o aeroporto pegar o voo cedo para a Guatemala. Como o voo foi com a Copa, obrigatoriamente fiz escala na Cidade do Panamá. Cheguei na Cidade da Guatemala as 13:30, horário local.
Antes de mais nada, não quero ser uma unanimidade em nenhum aspecto e muitos podem achar que faltam detalhes (ou tenha demais para algumas coisas!) nesse relato. É apenas a forma mais simples de relatar uma excelente experiência que tive nessa trip.
Acho que o perfil de cada viajante é sempre bom ser mencionado em um relato de viagem. E o porque é simples, quem estiver lendo pode saber o que se aplica ou não, se faz sentido ou não uma dica específica.
Perfil do Viajante
Sou solteiro, engenheiro, estava com 29 anos na época e não sou mochileiro profissional, mas já dei uma rodada nesse Mundo pequeno. Diria que sou “semi-profissional”. Hehe! Gosto de viajar low budget, ou seja, com custo limitado e fui sozinho (isso explica o fato de ter feito a viagem dessa forma). Ainda bem que viajar low budget foi uma opção, mas realmente não estava muito preocupado se gastasse um pouco a mais.
Sendo engenheiro, sou metódico e com isso acho mais interessante ter mais algumas informações sobre meu perfil em formas de pergunta (Hehe!):
- Porque viajar sozinho? Pela época em que não há muitas pessoas disponíveis para viajar por ser após as férias de verão por aqui. E também porque minha namorada não podia ir, mas foi gente boa e me liberou!
- Porque México – Guatemala – Panamá? Estou (ou estava) em um projeto pessoal de conhecer a América Latina. Essas foram minhas primeiras opções na América Central! O México foi a melhor forma de ir com milhas (Brasil – México, via TAM!). Mas espero que seja só o início.
- Em que época foi a viagem? Saí dia 10/03/2013 do Brasil e retornei 28/03/2013. Fiquei 2 dias completos somente da Cidade do México, 7 dias inteiros na Guatemala e 5 dias inteiros no Panamá.
- Quanto foi gasto na viagem? Sinceramente não me recordo. Sou super organizado, mas depois que retornei não fiz as contas. Sei que tenho tudo anotado, mas não vou me ater à isso no relato. Portanto se houver dúvidas quanto ao valor de comidas, hospedagens, passeios, etc.. pode me perguntar!
- Quem contribuiu para a viagem? Lembro de várias pessoas, de alguns guias, mas principalmente o Lonely Planet “Central America on a Shoestring” e...
Carol (member/carolmorenot/). Putz, ela me ajudou demais! Carol, obrigado mesmo! Ainda te devo uma cerveja, não?! Hehe!
Erick (member/michradu/). Acolhedor com todo brasileiro e gringo que esteja afim de conhecer o México! Grande parceria, Erick!
- Quero mais informações estritamente turísticas (saber o que é tal coisa, o que significa outra coisa, etc)... Para esses casos, o Google salva todo mundo! Hehe!
México
Com alguns percalços no início, saí de Curitiba dia 10 de março, um domingo e cheguei na Cidade do México as 16h do horário local. O Erick, um mexicano gente boníssima que conheci aqui pelo Mochileiros, já me aguardava no saguão e nesse tempo na Capital do México me ajudou bastante! Fomos ao Hostel Mundo Joven Catedral, de metrô.
O hostel fica no Zócalo, a praça mais central de D.F. (como chamam a capital, como nosso Distrito Federal!). Super bem localizado e bem frequentado. Recomendo bastante para quem tá mochilando sozinho e acompanhado. O visual do terraço, que vira bar a noite, é muito bacana! Há cozinha com aparatos em bom estado, café da manhã bom com o básico pro mochileiro (cereal estilo Sucrilhos, frutas, iogurte, geleia, pão, café e leite), staff atencioso como todo hostel deve ter e um “guichê” para poder agilizar uns passeios pela cidade e redondezas! Muito fácil e prático, porque tem comércio perto! Não me recordo de nenhum mercado grande por perto, mas o básico como banquinhas tem por perto!
Na mesma noite, antes de sair pra jantar, foi ao guichê e peguei a última vaga para o passeio à Teotihuacan. Então o Erick me levou pra jantar num restaurante tradicional, o Casa de Los Azulejos. Muito bonito por dentro e realmente com cara de ser tradicionalíssimo. Começando a viagem com o pé direito, gastronomicamente falando.
Depois da janta, voltamos a pé pela Avenida Madero ao Zócalo, onde fica o hostel!
11 de março, segunda-feira. Pela manhã a saída do tour à Teotihuacan era em frente ao hostel, o que deu um tempo extra pra saída, sem ser naquela correria de sempre. Algumas comidas, bebidas e principalmente protetor solar e boné, partimos em 2 vans.
A primeira parada foi em Tlatelolco, onde ficam umas ruínas astecas dentro da cidade. Incrível é a catedral erguida com as pedras das ruínas. Um bom exemplo de como era antes da colonização espanhola e obviamente após a chegada dos espanhóis!
Sol forte e matando os europeus do grupo. Seguimos para a segunda parada: Basílica de Guadalupe. Lugar muito religioso, onde o destaque são as basílicas em si e há uma imagem da Virgem de Guadalupe na Basílica Nova. É apenas o maior templo da Igreja Católica no continente americano. Não sou religioso, mas valeu a visita!
Quase na hora do almoço, partimos para fora da cidade, afinal Teotihuacan fica uns 70, 80km distante da cidade em si. No caminho, paramos em um local pra turista ver. Lá tivemos umas explicações sobre as pedras, artesanato e etílicos locais e logo após uma lojinha! Compras e mais compras... Não, só umas lembrancinhas! Hehe! E no mesmo local, paramos para almoçar! Esse almoço estava incluso no valor por passeio!
Enfim, Teotihuacan! A van chegou na entrada do parque e o sol estava bem forte. Iniciamos a caminhada e teríamos umas 4 horas para explorar o parque. No início ficamos meio juntos da guia pra acompanhar algumas informações e depois dispersamos para aproveitar cada um por si. Uns com mais e outros com menos gás pro sobe e desce das pirâmides de pedra. Os destaques do parque ficam para Piramide de la Luna e Piramide del Sol, as mais altas do parque. Tire várias fotos no topo da Piramide del Sol, mas aprecie de verdade a vista da Piramide de la Luna, que permite uma visão mais bacana!
De volta à DF, a galera do passeio saiu pra jantar numa pizzaria! Uns 20 gringos com apenas o Erick mexicano e uns brasileiros, como sempre, perdidos como eu! Hehe!
12 de março, terça-feira. No dia anterior, conheci o Léo, um brazuca que também mora em Curitiba (esse Mundo é realmente pequeno!) e o Pablo, um colombiano figura, que já morou no Brasil! Fomos nós 3 conhecer alguns lugares da cidade. O primeiro destino foi o Parque Chapultepec, na direção ao Castillo de Chapultepec. Coisas bacanas, visual legal daquela parte da cidade, cômodos luxuosos e “apenas” mais um castelo europeu, já que ele foi construído na época da colonização espanhola e tudo mais, como roteiro de vários outros países latino-americanos, mas talvez sem o glamour de um castelo em si.
Rolou um almoço no meio do parque e nos dividimos. O Pablo foi visitar um museu e eu e o Léo caminhamos até o Museo de Antropologia. Imperdível! Muito grande e com mostras bem bacanas sobre a cultura latino-americana. Vale a pena mesmo! Você gasta facilmente umas 4 horas lá. Como estávamos com pressa e havíamos combinado um horário pra se encontrar com o povo no hostel, demos um gás pra conhecer a maior quantidade de exposições possíveis. O destaque foi para a Pedra do Sol, o calendário azteca original com umas 12 toneladas (se eu me recordo bem, era isso!).
Museu visitado, eu e o Léo fomos ao Mercado de Artesanias Ciudadela. Estava bem vazio e aproveitamos pra passear tranquilamente, ver o artesanato local e comprar umas lembrancinhas, já que era meu último dia, mas só nessa trip! Hehe!
Bugigangas compradas, corremos pro Museu de Bellas Artes, porque lá encontraríamos o Pablo. Mas o intuito era visitar a Torre Latinoamericana, em que há um restaurante e um bar no topo do prédio. Perfeito pra aproveitar o final do dia, com uma cerveja gelada! O Sol foi se pondo e o visual ficou muito bacana, com o Museu de Bellas Artes ao lado e a cidade plana se acabando no horizonte.
Aproveitamos um pouco, relaxamos e voltamos ao hostel pra encontrar com o grupo do passeio à Teotihuacan. Então fomos seguir a dica da guia do dia anterior e fomos ao Café Tacuba, um dos restaurantes mais tradicionais do centro histórico do México. Estilo Casa de Los Azulejos e muitíssimo recomendado também! Um pouco mais caro para o padrão mochila, mas era a despedida daquela galera e da Cidade do México!
Dormi pouco, porque as 4:00 fui para o aeroporto pegar o voo cedo para a Guatemala. Como o voo foi com a Copa, obrigatoriamente fiz escala na Cidade do Panamá. Cheguei na Cidade da Guatemala as 13:30, horário local.
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