Oi gente. Depois de todas as dicas boas que peguei no site, quero retribuir. Então aqui vai meu relato de viagem. Passei 37 dias na Europa, a maior parte sozinha, no trajeto Amsterdam (day trips para Delft e Haarlem), Maastricht, Paris, Londres (day trips para Bath e Salisbury + Stonehenge), St. Malo e Mont Saint-Michel. Espero que as dicas sejam úteis.
Preparativos:
Comprei a passagem, com ida Rio – Amsterdam e volta Paris – Rio, pela KLM, por 2.070 reais, com todas as taxas incluídas. Comprei pouco mais de três meses antes da viagem. O único inconveniente foi o vôo de volta, diurno, mas compensava pelo valor da passagem. Fiz um VTM de euros e outro de libras.
Roupas de Inverno
Um dos meus preparativos de viagem foi o de comprar roupas de inverno. Eu queria comprar poucas porque sabia que lá seria melhor e mais barato. Comprei um sobretudo de lã em um outlet da Animale, e ele suportou bem o frio.
Comprei meias térmicas, cardigãs e uma calça térmica na Damart, site recomendado pelo Conexão Paris. Nunca uma compra online deu tão errado. Deveria chegar na casa da minha prima em Paris, porque eles não fazem entregas no exterior. Alguas coisas demoraram cinco meses para chegar, quando eu já tinha ido e voltado. O prazo era de 3 a 5 dias úteis. Até hoje eles mandam coisas que eu não pedi e cobram no meu cartão de crédito. Deu um trabalhão para a minha prima, eu fiquei super irritada e o pior de tudo é que as roupas são bem mais caras que a maioria das roupas térmicas que eu vi a venda lá, e não são melhores. Já gastei um dinheirão a mais tentando resolver os problemas com eles e nada resolve. Meus e-mails para lá passaram de “Please help me solve this” para “Do you think I'm f@#king stupid? Stop sending me your crap”. Não recomendo.
Lá, eu achei as roupas da H&M muito boas e por preços razoáveis. Comprei uma meia calça com angorá que me deixava confortável em qualquer temperatura por 20 euros, além de um cardigã ótimo. Botas com pelinho por dentro são fáceis de achar, mas para a chuva inglesa eu acabei comprando galochas. O pé fica sempre seco, e com palmilhas térmicas elas são confortáveis para o frio. Comprei um par até os joelhos, preto com bolinhas brancas, em promoção por 25 libras na London Retro, na Oxford Street.
24/01 – Amsterdam
Cheguei em Amstedam no dia 24 de janeiro, com uma temperatura de menos sete graus. É bem fácil sair do Schiphol, há muitos ônibus e um trem que vai para a Estação Central. Se você não tiver olhado antes, é só perguntar no Tourist Office.
O albergue foi bem fácil de achar. Fiquei no HOSTEL VAN GOGH, exatamente atrás do museu. O albergue é excelente, muito confortável, com lâmpadas de leitura e tomadas individuais no quarto e secador de cabelo no banheiro (geralmente nem uso, mas foi útil no inverno). Os quartos são bem espaçosos e também tem cofres individuais. Dá para guardar o computador, a câmera, a carteira e sobra espaço. O café da manhã é pago a parte, e custa 5 euros. É pago diariamente, ou seja, dá para escolher pela conveniência do dia. Achei essa área do MUSEUMPLEIN muito agradável, segura, com bons restaurantes e muitos passeios interessantes. Dá para ir a pé para o centro, de ônibus ou de bonde.
Eu baixei o aplicativo gratuito 9292, sobre transporte em Amsterdam. Você coloca onde está e para onde quer ir e ele te dá as melhores rotas (fala a que horas tal ônibus passa e que horas te deixa lá, ou que horas passa tal bonde e que horas te deixa lá. Tem muitas opções)
Fui passear no VONDELPARK, que estava coberto de neve, e depois almocei em um restaurante italiano lá perto. Depois fui para o STEDELIJK, o museu de arte moderna, que fecha mais tarde às quintas feiras. Os dois valeram muito a pena.
No Stedelijk, comprei o MUSEUM KAART. Eu tinha lido sobre ele no Ducs Amsterdam e no Bailandesa, minhas duas grandes fontes sobre a cidade, e valeu muito a pena. É um cartão que custa cinquenta euros e te dá acesso sem taxas extras, e muitas vezes pulando a fila, a um grande número de museus no país por um ano. Mesmo ficando na Holanda por apenas doze dias, foi uma grande economia, já que só o Anne Frank, o Van Gogh e o Rijksmuseum davam mais do que isso. E eu provavelmente não teria entrado em alguns outros museus sem ele.
Oi gente. Depois de todas as dicas boas que peguei no site, quero retribuir. Então aqui vai meu relato de viagem. Passei 37 dias na Europa, a maior parte sozinha, no trajeto Amsterdam (day trips para Delft e Haarlem), Maastricht, Paris, Londres (day trips para Bath e Salisbury + Stonehenge), St. Malo e Mont Saint-Michel. Espero que as dicas sejam úteis.
Preparativos:
Comprei a passagem, com ida Rio – Amsterdam e volta Paris – Rio, pela KLM, por 2.070 reais, com todas as taxas incluídas. Comprei pouco mais de três meses antes da viagem. O único inconveniente foi o vôo de volta, diurno, mas compensava pelo valor da passagem. Fiz um VTM de euros e outro de libras.
Roupas de Inverno
Um dos meus preparativos de viagem foi o de comprar roupas de inverno. Eu queria comprar poucas porque sabia que lá seria melhor e mais barato. Comprei um sobretudo de lã em um outlet da Animale, e ele suportou bem o frio.
Comprei meias térmicas, cardigãs e uma calça térmica na Damart, site recomendado pelo Conexão Paris. Nunca uma compra online deu tão errado. Deveria chegar na casa da minha prima em Paris, porque eles não fazem entregas no exterior. Alguas coisas demoraram cinco meses para chegar, quando eu já tinha ido e voltado. O prazo era de 3 a 5 dias úteis. Até hoje eles mandam coisas que eu não pedi e cobram no meu cartão de crédito. Deu um trabalhão para a minha prima, eu fiquei super irritada e o pior de tudo é que as roupas são bem mais caras que a maioria das roupas térmicas que eu vi a venda lá, e não são melhores. Já gastei um dinheirão a mais tentando resolver os problemas com eles e nada resolve. Meus e-mails para lá passaram de “Please help me solve this” para “Do you think I'm f@#king stupid? Stop sending me your crap”. Não recomendo.
Lá, eu achei as roupas da H&M muito boas e por preços razoáveis. Comprei uma meia calça com angorá que me deixava confortável em qualquer temperatura por 20 euros, além de um cardigã ótimo. Botas com pelinho por dentro são fáceis de achar, mas para a chuva inglesa eu acabei comprando galochas. O pé fica sempre seco, e com palmilhas térmicas elas são confortáveis para o frio. Comprei um par até os joelhos, preto com bolinhas brancas, em promoção por 25 libras na London Retro, na Oxford Street.
24/01 – Amsterdam
Cheguei em Amstedam no dia 24 de janeiro, com uma temperatura de menos sete graus. É bem fácil sair do Schiphol, há muitos ônibus e um trem que vai para a Estação Central. Se você não tiver olhado antes, é só perguntar no Tourist Office.
O albergue foi bem fácil de achar. Fiquei no HOSTEL VAN GOGH, exatamente atrás do museu. O albergue é excelente, muito confortável, com lâmpadas de leitura e tomadas individuais no quarto e secador de cabelo no banheiro (geralmente nem uso, mas foi útil no inverno). Os quartos são bem espaçosos e também tem cofres individuais. Dá para guardar o computador, a câmera, a carteira e sobra espaço. O café da manhã é pago a parte, e custa 5 euros. É pago diariamente, ou seja, dá para escolher pela conveniência do dia. Achei essa área do MUSEUMPLEIN muito agradável, segura, com bons restaurantes e muitos passeios interessantes. Dá para ir a pé para o centro, de ônibus ou de bonde.
Eu baixei o aplicativo gratuito 9292, sobre transporte em Amsterdam. Você coloca onde está e para onde quer ir e ele te dá as melhores rotas (fala a que horas tal ônibus passa e que horas te deixa lá, ou que horas passa tal bonde e que horas te deixa lá. Tem muitas opções)
Fui passear no VONDELPARK, que estava coberto de neve, e depois almocei em um restaurante italiano lá perto. Depois fui para o STEDELIJK, o museu de arte moderna, que fecha mais tarde às quintas feiras. Os dois valeram muito a pena.
No Stedelijk, comprei o MUSEUM KAART. Eu tinha lido sobre ele no Ducs Amsterdam e no Bailandesa, minhas duas grandes fontes sobre a cidade, e valeu muito a pena. É um cartão que custa cinquenta euros e te dá acesso sem taxas extras, e muitas vezes pulando a fila, a um grande número de museus no país por um ano. Mesmo ficando na Holanda por apenas doze dias, foi uma grande economia, já que só o Anne Frank, o Van Gogh e o Rijksmuseum davam mais do que isso. E eu provavelmente não teria entrado em alguns outros museus sem ele.