Olá! Este é o meu relato de viagem a Porto de Galinhas no período de 22 a 25 de agosto de 2013.
22.08 – A viagem
Saímos de Campina Grande-PB por volta das 14 horas de carro, eu, meu marido e meus filhos de 8 e 4 anos. Queríamos sair cedo para não pegarmos o trânsito em Recife...
A viagem foi tranquila, a BR 230 de Campina a João Pessoa e a BR 101 de João Pessoa a Recife são em pista dupla, portanto sem trânsito até chegar em Paulista – PE, na grande Recife. Em Recife, apesar de termos chegado antes das 17 horas, pegamos trânsito devido a um protesto da estrada... De Recife a Porto de Galinhas, o GPS do celular ajudou pois a sinalização apesar de estar sempre presente não ajuda muito pois não informa as distâncias e quando informa não são muito precisas, você acha o tempo todo que já passou do destino
Chegamos a Porto por volta das 19 horas! Foi fácil encontrar o hotel pois tinha uma placa enorme e sabíamos que era antes de chegar a vila. As crianças já estavam reclamando da duração da viagem, quem viaja com criança sabe muito bem como é isto...
Ficamos hospedados no Hotel Pontal de Ocaporã, fizemos uma compra em um site de compras coletivas e esta foi a razão de termos viajado para a praia no mês de agosto, um dos meses mais frios no nordeste e neste ano também chuvoso.
A recepção no hotel deixou a desejar, mas para quem estava na estrada desde as 14 horas com duas crianças cansadas, tudo o que queríamos era um bom banho e curtir o passeio.
Apesar de termos um jantar no hotel, preferimos ir dar uma volta na cidade e comer por lá mesmo para podermos decidir os passeios que iríamos fazer no dia seguinte. Demos uma volta no centrinho da vila, as crianças amaram as galinhas e queriam uma foto de cada uma kkkk. Eu e meu marido viemos a Porto há 10 anos e está tudo muuuito diferente, cresceu muito, a infraestrutura também e os preços nem se fala. Os preços são um capítulo a parte! A cidade está bem bonita, mas achei um pouco suja.
Depois de muito pesquisar decidimos jantar na Churrascaria do Gaúcho, acho que tem umas três unidades. Decidimos pelo buffet livre (marido) e self service (eu e as crianças). Não gostamos muito da comida e apesar de ser uma churrascaria não tinha churrasco, apenas na opção do rodízio! Além disso, foi cobrado 10% de serviço, o que não é comum em restaurantes self service como o próprio nome diz...
Apesar de termos lido tudo sobre esta viagem aqui no site e pesquisado bastante, ainda conversamos com algumas pessoas de agências no calçadão e batemos o martelo que nosso primeiro passeio seria na praia do centro para conhecermos as piscinas naturais, pois da outra vez que tivemos lá, não conhecemos pois não sabíamos que as marés iriam atrapalhar este passeio e além disso pegamos uma final de semana de muuuita chuva rsrsrs.
De volta ao hotel estava rolando uma festinha na piscina e ainda aproveitamos um pouco.
23.08 – Praia do Centro
Acordamos bem cedo pois com duas crianças a praia tem que começar cedo! Tomamos café no hotel e então percebemos que apesar de ser baixa estação e ainda uma sexta-feira, estava lotado.
Fomos em direção ao centro e logo no caminho fomos abordados pelo guia e garçom Leonardo que nos ofereceu um “estacionamento” na sombra por 5 reais, o seguimos e ele também nos levou para uma “barraca” (leia-se guarda sol e 4 cadeiras) em frente as piscinas naturais, melhor localização impossível, preço 30 reais, porém se consumíssemos, em petiscos, valor superior aos 30 não pagaríamos pelas cadeiras.
A maré neste dia estava em 0.1 às 11 horas, perfeita para quem está com crianças. Chegamos a praia às 9 horas, tinham pouquíssimas pessoas ainda. Tiramos algumas fotos e tomamos um banho de mar gelaaado! As crianças amaram a praia do centro.
Como lemos aqui, temos duas opções para conhecer as piscinas, de jangada ou a nado/pé. Optamos pela segunda opção pois estávamos em frente as piscinas, tinha uma demarcação com boias do caminho e como a maré estava bem baixa todos diziam que era bem tranquilo. Colocamos as boias nas crianças e pegamos os chinelos e fomos um dos primeiros a chegar às piscinas. Realmente não há necessidade das jangadas para chegar lá, lógico que o passeio deve ser gostoso, mas se o objetivo é apenas o de chegar às piscinas é dispensável no caso de maré baixa.
Os corais são cheios de ouriços o que gerou um pouco de estresse no nosso passeio pois ficamos o tempo todo em alerta por causa das crianças e além disso a minha filha, que tinha estudado sobre corais na escola disse que não estava gostando de pisar neles pois sabia que eram vivos e que nós estávamos matando os corais... e ela estava com toda a razão. Tem um “cordão de isolamento” para que os turistas só pisem em determinados locais, mas não sei até que ponto isto é o suficiente para a preservação uma vez que não há controle da quantidade de pessoas que fazem este passeio por dia... Tem uma piscina grande belíssima que dá para nadar e mergulhar, mas é funda e como estávamos com crianças não pudemos aproveitar.
Voltamos para a praia na hora que um grande número de pessoas estava chegando aos corais.
Aproveitamos o mar rasinho e de águas claras. Foi oferecido um almoço na praia, mas preferimos apenas petiscar pois além de os preços serem abusivos, meu marido queria comer uma moqueca e não tinha no cardápio, apenas peixe frito ou grelhado.
Na praia tem gente oferecendo tudo e o tempo todo, imagino no final de semana como deve ser...
Por volta das 14 horas voltamos para o hotel e as crianças aproveitaram a piscina. Queria conhecer o Pontal de Maracaipe, mas os meninos não queriam sair da piscina e, além disso, o mar estava cheio (acredito que interfira no passeio) e o céu preparava uma pancada de chuva que, aliás, pegamos todas as tardes.
À noite fomos novamente para a vila, o jantar foi um estresse kkkk cada um queria uma coisa diferente, e no fim comemos um sanduiche no Subway e depois um café expresso com bolo de rolo e pipoca! Foi a refeição mais barata que fizemos em Porto.
No hotel teve uma apresentação de danças folclóricas do nordeste.
Olá! Este é o meu relato de viagem a Porto de Galinhas no período de 22 a 25 de agosto de 2013.
22.08 – A viagem
Saímos de Campina Grande-PB por volta das 14 horas de carro, eu, meu marido e meus filhos de 8 e 4 anos. Queríamos sair cedo para não pegarmos o trânsito em Recife...
A viagem foi tranquila, a BR 230 de Campina a João Pessoa e a BR 101 de João Pessoa a Recife são em pista dupla, portanto sem trânsito até chegar em Paulista – PE, na grande Recife. Em Recife, apesar de termos chegado antes das 17 horas, pegamos trânsito devido a um protesto da estrada... De Recife a Porto de Galinhas, o GPS do celular ajudou pois a sinalização apesar de estar sempre presente não ajuda muito pois não informa as distâncias e quando informa não são muito precisas, você acha o tempo todo que já passou do destino
Chegamos a Porto por volta das 19 horas! Foi fácil encontrar o hotel pois tinha uma placa enorme e sabíamos que era antes de chegar a vila. As crianças já estavam reclamando da duração da viagem, quem viaja com criança sabe muito bem como é isto...
Ficamos hospedados no Hotel Pontal de Ocaporã, fizemos uma compra em um site de compras coletivas e esta foi a razão de termos viajado para a praia no mês de agosto, um dos meses mais frios no nordeste e neste ano também chuvoso.
A recepção no hotel deixou a desejar, mas para quem estava na estrada desde as 14 horas com duas crianças cansadas, tudo o que queríamos era um bom banho e curtir o passeio.
Apesar de termos um jantar no hotel, preferimos ir dar uma volta na cidade e comer por lá mesmo para podermos decidir os passeios que iríamos fazer no dia seguinte. Demos uma volta no centrinho da vila, as crianças amaram as galinhas e queriam uma foto de cada uma kkkk. Eu e meu marido viemos a Porto há 10 anos e está tudo muuuito diferente, cresceu muito, a infraestrutura também e os preços nem se fala. Os preços são um capítulo a parte! A cidade está bem bonita, mas achei um pouco suja.
Depois de muito pesquisar decidimos jantar na Churrascaria do Gaúcho, acho que tem umas três unidades. Decidimos pelo buffet livre (marido) e self service (eu e as crianças). Não gostamos muito da comida e apesar de ser uma churrascaria não tinha churrasco, apenas na opção do rodízio! Além disso, foi cobrado 10% de serviço, o que não é comum em restaurantes self service como o próprio nome diz...
Apesar de termos lido tudo sobre esta viagem aqui no site e pesquisado bastante, ainda conversamos com algumas pessoas de agências no calçadão e batemos o martelo que nosso primeiro passeio seria na praia do centro para conhecermos as piscinas naturais, pois da outra vez que tivemos lá, não conhecemos pois não sabíamos que as marés iriam atrapalhar este passeio e além disso pegamos uma final de semana de muuuita chuva rsrsrs.
De volta ao hotel estava rolando uma festinha na piscina e ainda aproveitamos um pouco.
23.08 – Praia do Centro
Acordamos bem cedo pois com duas crianças a praia tem que começar cedo! Tomamos café no hotel e então percebemos que apesar de ser baixa estação e ainda uma sexta-feira, estava lotado.
Fomos em direção ao centro e logo no caminho fomos abordados pelo guia e garçom Leonardo que nos ofereceu um “estacionamento” na sombra por 5 reais, o seguimos e ele também nos levou para uma “barraca” (leia-se guarda sol e 4 cadeiras) em frente as piscinas naturais, melhor localização impossível, preço 30 reais, porém se consumíssemos, em petiscos, valor superior aos 30 não pagaríamos pelas cadeiras.
A maré neste dia estava em 0.1 às 11 horas, perfeita para quem está com crianças. Chegamos a praia às 9 horas, tinham pouquíssimas pessoas ainda. Tiramos algumas fotos e tomamos um banho de mar gelaaado! As crianças amaram a praia do centro.
Como lemos aqui, temos duas opções para conhecer as piscinas, de jangada ou a nado/pé. Optamos pela segunda opção pois estávamos em frente as piscinas, tinha uma demarcação com boias do caminho e como a maré estava bem baixa todos diziam que era bem tranquilo. Colocamos as boias nas crianças e pegamos os chinelos e fomos um dos primeiros a chegar às piscinas. Realmente não há necessidade das jangadas para chegar lá, lógico que o passeio deve ser gostoso, mas se o objetivo é apenas o de chegar às piscinas é dispensável no caso de maré baixa.
Os corais são cheios de ouriços o que gerou um pouco de estresse no nosso passeio pois ficamos o tempo todo em alerta por causa das crianças e além disso a minha filha, que tinha estudado sobre corais na escola disse que não estava gostando de pisar neles pois sabia que eram vivos e que nós estávamos matando os corais... e ela estava com toda a razão. Tem um “cordão de isolamento” para que os turistas só pisem em determinados locais, mas não sei até que ponto isto é o suficiente para a preservação uma vez que não há controle da quantidade de pessoas que fazem este passeio por dia... Tem uma piscina grande belíssima que dá para nadar e mergulhar, mas é funda e como estávamos com crianças não pudemos aproveitar.
Voltamos para a praia na hora que um grande número de pessoas estava chegando aos corais.
Aproveitamos o mar rasinho e de águas claras. Foi oferecido um almoço na praia, mas preferimos apenas petiscar pois além de os preços serem abusivos, meu marido queria comer uma moqueca e não tinha no cardápio, apenas peixe frito ou grelhado.
Na praia tem gente oferecendo tudo e o tempo todo, imagino no final de semana como deve ser...
Por volta das 14 horas voltamos para o hotel e as crianças aproveitaram a piscina. Queria conhecer o Pontal de Maracaipe, mas os meninos não queriam sair da piscina e, além disso, o mar estava cheio (acredito que interfira no passeio) e o céu preparava uma pancada de chuva que, aliás, pegamos todas as tardes.
À noite fomos novamente para a vila, o jantar foi um estresse kkkk cada um queria uma coisa diferente, e no fim comemos um sanduiche no Subway e depois um café expresso com bolo de rolo e pipoca! Foi a refeição mais barata que fizemos em Porto.
No hotel teve uma apresentação de danças folclóricas do nordeste.