Acabei de ver que a NZ está entre os lugares com menos relatos disponíveis no Mochileiros, e recordando como foi minha etapa de planejamento da viagem resolvi postar minha experiência para quem pretende conhecer esse país que, pra mim, não dá pra descrever em palavras nem fotos, só indo mesmo!
Resolvi postar o relato por aqui para agregar mais infos em um site só. Com paciência você acaba encontrando blogs pessoais com relatos de quem viajou a trabalho, turismo ou estudo, mas eu sempre começava procurando por aqui.
Eu fui sozinha e com orçamento modesto. Vou escrever pensando nas dúvidas que tenho lido em outros tópicos, e pensando no que eu gostaria de ter lido nos relatos antes de fazer minha viagem. Provavelmente soará repetitivo para algumas pessoas, mas tenham em mente que para outros pode ser informação útil só não vou colocar link de absolutamente tudo pois muita coisa se encontra facilmente com o santo Google.
Passagens aéreas: fui pela Emirates, paguei R$ 2.550 ida e volta, bilhetes comprados em novembro de 2012. É preciso comprar ida e volta, em Guarulhos ligaram pra NZ pra avisar que eu tinha o bilhete de volta e deixarem embarcar. Como é o caminho mais longo, passei várias horas dentro do avião, mas isso não foi problema nenhum. Pra quem tem algo que eu só consigo descrever como fetiche por aviões, é um evento voar pela Emirates. O atendimento deles é muito bom, só passei aperto na volta Dubai-São Paulo, faltando 7hrs pra aterrissar meu monitor pifou e só sobrou o "live entertainment" a bordo, que consistia em: um indiano figura alegre de whisky sentado ao meu lado, tentando a todo custo conversar comigo com um vocabulário mínimo de inglês, e um brasileiro mais do que bêbado dando trabalho pra todo mundo....o brasileiro tava muito alterado, foi tenso, mas o indiano era só simpatia! Comprei por uma agência, o visto de Dubai foi a agente que correu atrás pra mim, o visto de trânsito australiano eu providenciei e é muito simples, tem todo o procedimento no site da embaixada.
Época do ano: fui em abril e era outono, a temperatura estava ótima pra mim pois não gosto de muito calor e as árvores estavam mudando de cor, em Wanaka era surreal as tonalidades. Nesta época acredito que ainda dê pra pegar praia no norte da Ilha Norte. Peguei poucas chuvas, todas bem fracas e nada que atrapalhasse a viagem.
Hospedagem: fiz todas as reservas pelo https://www.bbh.co.nz/, antes de viajar comprei o cartão bbh por nzd 50 (com custo de envio p/ Brasil), com este cartão o preço das diárias em hostels credenciados cai em média nzd 3, dá pra reservar hostels online sem taxa e vem também com um código de nzd 20 pra ligações, tanto locais como internacionais. A tarifa pro Brasil era em torno de nzd 0,06/min. Em cerca de 15 diárias nos hostels o valor do cartão já se paga, eu achei que compensa muito, além de ter a opção de fugir dos hostels grandes e manjados (que não me agradam, mas pra quem gosta de festa/zona tem que ir nos manjados mesmo!). No site dá pra pedir um folheto com a lista de todos os hostels, enviam grátis p/ Brasil.
Ônibus entre cidades: as empresas nakedbus http://nakedbus.com/nz/bus/ e intercity http://www.intercity.co.nz/ foram as únicas que eu encontrei vendendo passagens promocionais a nzd 1+ nzd 2.99 de taxa de reserva online. As empresas costumam liberar essas passagens de nzd 1 com mais ou menos 3 meses de antecedência, apenas um assento em cada viagem por esse preço. Com o meu orçamento modesto e minha pãodurice crônica, resolvi fazer o que muita gente não recomenda, engessar minha viagem. Mas não fiquei lamentando a "falta de liberdade", eu apenas li o máximo que pude sobre as cidades, defini em quais queria passar e a ordem, isso me permitiu comprar quase todas as minhas passagens de ônibus por esse preço promocional. Devo ter feito umas 10 ou 11 viagens por nzd 150, dessas apenas 3 trechos eu paguei o preço normal inteiro. Depois de ver empresas como a própria nakedbus e intercity ou a kiwiexperience e outras que vendem passes de ônibus por 4x ou mais desse valor, tomei a minha decisão. Conheci um rapaz que estava "preso" em Franz Josef porque tinha um desses passes, mas ele só podia embarcar no ônibus se houvesse lugar vago, ele já estava há 4 dias esperando esse lugar. Enfim, li pouco sobre esses passes, não curti o preço. O risco de ir com tudo comprado é maior nas atividades que dependem do tempo ou mesmo outros fatores, basta ver mais abaixo o que aconteceu comigo em Christchurch.
Voos domésticos: fiz os trechos Auckland-Christchurch e Queenstown-Wellington pela air new zealand, pelo site deles dá pra encontrar boas promoções.Tem também a jetstar, mas não peguei nenhum voo com esta cia.
Trem Tranzalpine: atravessei a Ilha Sul indo de trem de Christcrhuch a Arthurs Pass, depois de Arthurs Pass a Greymouth, cada trecho por nzd 89. Comprei antecipado pela internet, recomendo ver disponibilidade dependendo da época do ano. A viagem é agradável, imagino que no inverno com mais neve nas montanhas deve ser bem bonito. Existem ônibus (west coast shuttles) que fazem os mesmos trechos e custam nzd 53 (Greymouth a Christchurch), acho que só pego o Tranzalpine novamente se for inverno. Tem um vagão aberto pra quem quer tirar fotos, passar frio e correr o risco de perder gorros, toucas, óculos, etc! Vendem lanches e bebidas quentes. Eu confiei muito na pontualidade do trem, ele atrasou 20min e eu perdi o ônibus da nakedbus pra Punakaiki, mas na estação mesmo comprei outro pela intercity.
Deslocamento dentro das cidades: a maioria das cidades por onde passei é pequena e dispensa ônibus ou táxi pra conhecer, eu andei muito. Em Auckland tem um ônibus vermelho que anda toda a queen st, custa nzd 0.50 e eu só peguei quando fui do hostel até o ponto de ônibus perto do britomart. Em Tauranga peguei ônibus pra ir até mount maunganui, não lembro o preço mas era barato. Airbus em Auckland e Wellington funciona (porém em Wellington não é 24/7, não me liguei nisso e gastei com taxi), mas em Christchurch estava complicado achar transporte do aeroporto pra cidade. Acabei indo com uma van que ficava na saída do aeroporto, primeiro queriam cobrar nzd 24 porque era só eu e mais dois caras, mas depois acharam um grupo grande e o valor caiu pra nzd 15. A van deixou todo mundo na porta dos respectivos hostels/hotéis, então é uma boa pra não ficar quebrando a cabeça, principalmente se estiver cansado. Cheguei a procurar linhas de ônibus em Chch antes de viajar mas nenhum passava perto do hostel, então larguei mão e deixei pra ver na hora.
Alimentação e compras: calculei nzd 35 por dia e levei a grana, até sobrou mas isso porque como mal! Alguns dias nem jantava ou só comia uma fruta, simplesmente por costume meu. Fish&chips variava entre nzd 8 e 12, dos preços que me lembro. Alguns lugares vendem chips de kumara, tem gosto de batata doce. Pra mim era mais ou menos assim: Pak'n'save = Dia, Countdown = Carrefour, New World = Pão de Açúcar, mas não exatamente igual, quando o Dia for igual ao Pak'n'save tá ótimo. O foursquare é uma rede de mercados menores. É bom se informar sobre cidades muito pequenas ou vilarejos, em Arthurs Pass não tinha mercado, só cafes e restaurantes, e em Franz Josef só tinha foursquare, ou seja menor variedade de produtos se comparado aos mercados maiores. Se estiver preocupado com gastos com comida, é só entrar no site desses mercados e ver os preços de alguns itens pra ter uma base. Cada um tem hábitos diferentes, eu com 35 por dia passava bem e ainda sobrou grana pra comprar os supérfluos
Atividades: não fiz bungee, nem skydive, nem jet boat, nada disso! Não pelo dinheiro, mas porque essas atividades não me atraem. Muita gente ao ouvir falar em NZ já pensa em pelo menos um desses três itens aí. Eu penso em montanhas e trilhas, e foi o que mais encontrei por lá. Usei muito este site http://nzwalksinfo.co.nz/ pra me informar, ele mostra no mapa as trilhas, traçado, distância, altimetria, ajuda muito a escolher ou mesmo conhecer quais trilhas existem nas cidades por onde vai passar. Pelo número de registros dá a impressão de que absolutamente todas as trilhas da NZ estão lá, desde as mais fáceis até as mais longas que exigem experiência. Dá pra usar esse site pra achar as trilhas e depois se informar melhor sobre elas no site do Department of Conservation. As atividades pagas eu reservei pela NZEGA. Para alguns passeios eu tinha que ligar um dia antes direto na cia operadora e confirmar, pois alguns deles podem cancelar por motivos diversos (mau tempo, desistência de parte do grupo são duas possibilidades). É bom sempre tentar reservar com antecedência, principalmente na alta temporada.
I-site: tem em todo canto, sempre com vários folhetos e propagandas, e atendentes pra tirar dúvidas ou te mostrar o que tem pra fazer na região. Em aeroportos e cidades maiores se encontra folhetos e mapas de outras regiões do país (ex: em Queenstown dá pra achar mapas e livretos do norte da Ilha Sul ou até mesmo do sul da Ilha Norte). A estrutura para receber visitantes é enorme, e facilita a vida de muita gente. Eu pegava os folhetos para procurar feiras e eventos locais. Os guias mais divulgados lá são do http://www.jasons.co.nz/, que sempre vêm com cupons de desconto pra restaurantes, pub crawl, atividades, museus, tem de tudo.
Internet: apenas em Auckland e Queenstown fiquei em hostels que tinham wifi grátis além de pc liberado. Em todos os outros lugares a internet era paga, ou por hora ou por dia. Em Auckland no terminal doméstico também tinha pc com internet pro pessoal usar. Eu não ficava grudada na internet todo dia, então não me fez falta. Alguns ônibus da nakedbus têm wifi, mas deve ser minoria.
Acabei de ver que a NZ está entre os lugares com menos relatos disponíveis no Mochileiros, e recordando como foi minha etapa de planejamento da viagem resolvi postar minha experiência para quem pretende conhecer esse país que, pra mim, não dá pra descrever em palavras nem fotos, só indo mesmo!
Resolvi postar o relato por aqui para agregar mais infos em um site só. Com paciência você acaba encontrando blogs pessoais com relatos de quem viajou a trabalho, turismo ou estudo, mas eu sempre começava procurando por aqui.
Eu fui sozinha e com orçamento modesto. Vou escrever pensando nas dúvidas que tenho lido em outros tópicos, e pensando no que eu gostaria de ter lido nos relatos antes de fazer minha viagem. Provavelmente soará repetitivo para algumas pessoas, mas tenham em mente que para outros pode ser informação útil
só não vou colocar link de absolutamente tudo pois muita coisa se encontra facilmente com o santo Google.
Passagens aéreas: fui pela Emirates, paguei R$ 2.550 ida e volta, bilhetes comprados em novembro de 2012. É preciso comprar ida e volta, em Guarulhos ligaram pra NZ pra avisar que eu tinha o bilhete de volta e deixarem embarcar. Como é o caminho mais longo, passei várias horas dentro do avião, mas isso não foi problema nenhum. Pra quem tem algo que eu só consigo descrever como fetiche por aviões, é um evento voar pela Emirates. O atendimento deles é muito bom, só passei aperto na volta Dubai-São Paulo, faltando 7hrs pra aterrissar meu monitor pifou e só sobrou o "live entertainment" a bordo, que consistia em: um indiano figura alegre de whisky sentado ao meu lado, tentando a todo custo conversar comigo com um vocabulário mínimo de inglês, e um brasileiro mais do que bêbado dando trabalho pra todo mundo....o brasileiro tava muito alterado, foi tenso, mas o indiano era só simpatia! Comprei por uma agência, o visto de Dubai foi a agente que correu atrás pra mim, o visto de trânsito australiano eu providenciei e é muito simples, tem todo o procedimento no site da embaixada.
Época do ano: fui em abril e era outono, a temperatura estava ótima pra mim pois não gosto de muito calor e as árvores estavam mudando de cor, em Wanaka era surreal as tonalidades. Nesta época acredito que ainda dê pra pegar praia no norte da Ilha Norte. Peguei poucas chuvas, todas bem fracas e nada que atrapalhasse a viagem.
Hospedagem: fiz todas as reservas pelo https://www.bbh.co.nz/, antes de viajar comprei o cartão bbh por nzd 50 (com custo de envio p/ Brasil), com este cartão o preço das diárias em hostels credenciados cai em média nzd 3, dá pra reservar hostels online sem taxa e vem também com um código de nzd 20 pra ligações, tanto locais como internacionais. A tarifa pro Brasil era em torno de nzd 0,06/min. Em cerca de 15 diárias nos hostels o valor do cartão já se paga, eu achei que compensa muito, além de ter a opção de fugir dos hostels grandes e manjados (que não me agradam, mas pra quem gosta de festa/zona tem que ir nos manjados mesmo!). No site dá pra pedir um folheto com a lista de todos os hostels, enviam grátis p/ Brasil.
Ônibus entre cidades: as empresas nakedbus http://nakedbus.com/nz/bus/ e intercity http://www.intercity.co.nz/ foram as únicas que eu encontrei vendendo passagens promocionais a nzd 1+ nzd 2.99 de taxa de reserva online. As empresas costumam liberar essas passagens de nzd 1 com mais ou menos 3 meses de antecedência, apenas um assento em cada viagem por esse preço. Com o meu orçamento modesto e minha pãodurice crônica, resolvi fazer o que muita gente não recomenda, engessar minha viagem. Mas não fiquei lamentando a "falta de liberdade", eu apenas li o máximo que pude sobre as cidades, defini em quais queria passar e a ordem, isso me permitiu comprar quase todas as minhas passagens de ônibus por esse preço promocional. Devo ter feito umas 10 ou 11 viagens por nzd 150, dessas apenas 3 trechos eu paguei o preço normal inteiro. Depois de ver empresas como a própria nakedbus e intercity ou a kiwiexperience e outras que vendem passes de ônibus por 4x ou mais desse valor, tomei a minha decisão. Conheci um rapaz que estava "preso" em Franz Josef porque tinha um desses passes, mas ele só podia embarcar no ônibus se houvesse lugar vago, ele já estava há 4 dias esperando esse lugar. Enfim, li pouco sobre esses passes, não curti o preço. O risco de ir com tudo comprado é maior nas atividades que dependem do tempo ou mesmo outros fatores, basta ver mais abaixo o que aconteceu comigo em Christchurch.
Voos domésticos: fiz os trechos Auckland-Christchurch e Queenstown-Wellington pela air new zealand, pelo site deles dá pra encontrar boas promoções.Tem também a jetstar, mas não peguei nenhum voo com esta cia.
Trem Tranzalpine: atravessei a Ilha Sul indo de trem de Christcrhuch a Arthurs Pass, depois de Arthurs Pass a Greymouth, cada trecho por nzd 89. Comprei antecipado pela internet, recomendo ver disponibilidade dependendo da época do ano. A viagem é agradável, imagino que no inverno com mais neve nas montanhas deve ser bem bonito. Existem ônibus (west coast shuttles) que fazem os mesmos trechos e custam nzd 53 (Greymouth a Christchurch), acho que só pego o Tranzalpine novamente se for inverno. Tem um vagão aberto pra quem quer tirar fotos, passar frio e correr o risco de perder gorros, toucas, óculos, etc! Vendem lanches e bebidas quentes. Eu confiei muito na pontualidade do trem, ele atrasou 20min e eu perdi o ônibus da nakedbus pra Punakaiki, mas na estação mesmo comprei outro pela intercity.
Deslocamento dentro das cidades: a maioria das cidades por onde passei é pequena e dispensa ônibus ou táxi pra conhecer, eu andei muito. Em Auckland tem um ônibus vermelho que anda toda a queen st, custa nzd 0.50 e eu só peguei quando fui do hostel até o ponto de ônibus perto do britomart. Em Tauranga peguei ônibus pra ir até mount maunganui, não lembro o preço mas era barato. Airbus em Auckland e Wellington funciona (porém em Wellington não é 24/7, não me liguei nisso e gastei com taxi), mas em Christchurch estava complicado achar transporte do aeroporto pra cidade. Acabei indo com uma van que ficava na saída do aeroporto, primeiro queriam cobrar nzd 24 porque era só eu e mais dois caras, mas depois acharam um grupo grande e o valor caiu pra nzd 15. A van deixou todo mundo na porta dos respectivos hostels/hotéis, então é uma boa pra não ficar quebrando a cabeça, principalmente se estiver cansado. Cheguei a procurar linhas de ônibus em Chch antes de viajar mas nenhum passava perto do hostel, então larguei mão e deixei pra ver na hora.
Alimentação e compras: calculei nzd 35 por dia e levei a grana, até sobrou mas isso porque como mal! Alguns dias nem jantava ou só comia uma fruta, simplesmente por costume meu. Fish&chips variava entre nzd 8 e 12, dos preços que me lembro. Alguns lugares vendem chips de kumara, tem gosto de batata doce. Pra mim era mais ou menos assim: Pak'n'save = Dia, Countdown = Carrefour, New World = Pão de Açúcar, mas não exatamente igual, quando o Dia for igual ao Pak'n'save tá ótimo. O foursquare é uma rede de mercados menores. É bom se informar sobre cidades muito pequenas ou vilarejos, em Arthurs Pass não tinha mercado, só cafes e restaurantes, e em Franz Josef só tinha foursquare, ou seja menor variedade de produtos se comparado aos mercados maiores. Se estiver preocupado com gastos com comida, é só entrar no site desses mercados e ver os preços de alguns itens pra ter uma base. Cada um tem hábitos diferentes, eu com 35 por dia passava bem e ainda sobrou grana pra comprar os supérfluos
Atividades: não fiz bungee, nem skydive, nem jet boat, nada disso! Não pelo dinheiro, mas porque essas atividades não me atraem. Muita gente ao ouvir falar em NZ já pensa em pelo menos um desses três itens aí. Eu penso em montanhas e trilhas, e foi o que mais encontrei por lá. Usei muito este site http://nzwalksinfo.co.nz/ pra me informar, ele mostra no mapa as trilhas, traçado, distância, altimetria, ajuda muito a escolher ou mesmo conhecer quais trilhas existem nas cidades por onde vai passar. Pelo número de registros dá a impressão de que absolutamente todas as trilhas da NZ estão lá, desde as mais fáceis até as mais longas que exigem experiência. Dá pra usar esse site pra achar as trilhas e depois se informar melhor sobre elas no site do Department of Conservation. As atividades pagas eu reservei pela NZEGA. Para alguns passeios eu tinha que ligar um dia antes direto na cia operadora e confirmar, pois alguns deles podem cancelar por motivos diversos (mau tempo, desistência de parte do grupo são duas possibilidades). É bom sempre tentar reservar com antecedência, principalmente na alta temporada.
I-site: tem em todo canto, sempre com vários folhetos e propagandas, e atendentes pra tirar dúvidas ou te mostrar o que tem pra fazer na região. Em aeroportos e cidades maiores se encontra folhetos e mapas de outras regiões do país (ex: em Queenstown dá pra achar mapas e livretos do norte da Ilha Sul ou até mesmo do sul da Ilha Norte). A estrutura para receber visitantes é enorme, e facilita a vida de muita gente. Eu pegava os folhetos para procurar feiras e eventos locais. Os guias mais divulgados lá são do http://www.jasons.co.nz/, que sempre vêm com cupons de desconto pra restaurantes, pub crawl, atividades, museus, tem de tudo.
Internet: apenas em Auckland e Queenstown fiquei em hostels que tinham wifi grátis além de pc liberado. Em todos os outros lugares a internet era paga, ou por hora ou por dia. Em Auckland no terminal doméstico também tinha pc com internet pro pessoal usar. Eu não ficava grudada na internet todo dia, então não me fez falta. Alguns ônibus da nakedbus têm wifi, mas deve ser minoria.