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EUA, Vietnã, Camboja, Laos e Tailândia em 25 dias - Março 2013

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Dia 10 – Hoi An

 

Dia de Bike Tour! Sem dúvida, um dos highlights da trip!

 

Acordei cedo e fui tomar o café no hotel, que por sinal estava excelente. Tinha opções locais (o famoso pho, dragon fruit, etc.) e também o café da manhã tradicional, com pães, iogurte, sucos, frutas, queijos, frios, etc. Também uma cozinheira preparava panquecas e omeletes pra quem quisesse, tudo isso incluso na diária.

 

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Voltei pro quarto pra pegar a mochila pequena e desci correndo pra recepção, a guia do passeio estava me esperando pra levar até o local de saída do bike tour. Detalhe: fui na carona de uma moto, acho que fazia mais de 20 anos que eu não andava de moto...

 

Chegando na rua da agência, já tinha uma família (incluindo um bebê!) que estava se preparando para o bike tour de meio dia (somente de manhã).

 

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O dono da agência é um francês radicado em Hoi An que teve a feliz ideia de criar um roteiro turístico alternativo, onde os turistas conhecem o lado rural do Vietnã em duas rodas. A loja possui muitas bicicletas, bem equipadas, com marcha, câmbio Shimano, bagageiro. A agência também deu uma garrafa grande de água mineral.

 

O grupo desse dia era pequeno, apenas 5 turistas. Além de mim, havia duas australianas e um casal inglês (coincidência, no passeio de barco em Halong Bay também havia duas australianas e um casal inglês). Para um grupo com 5 pessoas, a agência envia mais uma auxiliar para ajudar a guia no passeio.

 

Saindo da agência, fomos até o rio pegar o barco que nos levaria para uma das ilhas da região.

 

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O passeio de barco é bem tranquilo, ainda no começo da manhã, com o sol ainda meio tímido.

 

Após cerca de uma hora de navegação, paramos numa pequena vila e desembarcamos com as bikes.

 

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Antes de começar a pedalada propriamente dita, a guia mostrou como são feitas as camas vietnamitas com uma espécie de junco (eles não usam colchões de espuma ou de molas como nos países ocidentais).

 

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Depois dessa rápida mostra, começamos a desbravar os campos vietnamitas.

 

O bike tour é bem sossegado, o terreno é plano, quase não tem subidas e a gente vai fazendo muitas paradas ao longo do caminho.

 

Aqui é uma fábrica de "papel de arroz" (rice paper). É utilizado em alguns pratos típicos vietnamitas.

 

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E nessa máquina eles fazem rice noodles (macarrão de arroz).

 

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Continuando o passeio, nos deparamos com a primeira das inúmeras pontes de bambu do caminho...

 

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Como ninguém é de ferro, encontramos um boteco num vilarejo para uma parada estratégica. Uma coisa engraçada nos bares em geral é que os banquinhos e as mesas de plástico parecem de crianças...

 

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Enquanto estávamos no boteco, algumas crianças estavam voltando da escola e não conseguiam disfarçar a curiosidade de ver forasteiros conversando em uma língua estranha para eles.

 

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Seguindo o passeio, uma rápida parada numa casa onde havia uma máquina de beneficiamento de arroz de uso coletivo do pessoal da vila.

 

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E mais pontes de bambu.

 

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Depois da outra travessia de barco, chegamos no local onde o almoço nos foi servido. Antes de iniciar o bike tour, ainda na agência, a guia informa as opções de pratos para o almoço (peixe, frango, vegetariano) e liga para o pessoal do restaurante deixar preparado quando o grupo chegar.

 

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Depois do almoço fomos visitar uma casa de uma família típica. A guia explicou por que as casas geralmente possuem 3 portas na fachada e também os móveis e objetos de decoração mais comuns.

 

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Em outro vilarejo, vimos como são fabricados os "basket boats", que são barcos em forma de cestos, incluindo uma demonstração de como utilizá-los.

 

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Depois da visita à loja com artesanatos em madrepérola, pegamos a última embarcação para voltar a Hoi An.

 

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O bike tour terminou às 16:00h, quando devolvemos as bicicletas na agência e respondemos um questionário (pesquisa de satisfação). Nota 10! Deixei também uma gorjeta para a guia e a auxiliar (VND 100.000 - aprox. R$ 10,00).

 

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Voltando para o centro de Hoi An, passei na Blue Tailor pra experimentar o terno. Nessa segunda prova, o terno já estava ok e não precisava fazer nenhum outro ajuste. Só embalar e empacotar na mochila!

 

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Depois de um bom banho, fui até a Le Loi Street procurar um lugar pra jantar. Acabei parando no Streets International Restaurant, que tinha algumas mesas na calçada e estava bem movimentado. Dessa vez pedi um prato vegetariano, eggplant (berinjela) e tofu caramelizado. Combinação aparentemente estranha, mas muito apetitosa. Pra beber pedi uma sangria, que estava em promoção.

 

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Dia 11 – Hoi An – Da Nang - Hue

 

Dia de acordar cedo, tomar café, fazer check out do hotel e ir para Hue.

 

No dia que cheguei no hotel em Hoi An, além do passeio do bike tour, pedi para o pessoal da recepção do hotel comprar o bilhete de trem de Da Nang até Hue (que vai margeando o litoral) e também o transfer do hotel desde Hoi An até a estação de trem em Da Nang. Paguei VND 136.000 (aprox. USD 7) pelo trecho de trem (no bilhete consta VND 68.000 ~ USD 3,50, mas tem algumas taxas e comissões adicionais). Já o transfer custou VND 354.000 (~ USD 18).

 

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Chegando na estação, fiquei aguardando no saguão até chegar o trem para Hue.

 

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O trem é bem simples, muitas pessoas levam lanches para comer durante o trajeto, que demora em torno de 4 horas até chegar em Hue.

 

Nesse dia estava meio nublado, então a vista do litoral não era das melhores.

 

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Cheguei em Hue perto das 13:00h. Pelo mapa, da estação de trem até o hotel não era muito longe, mas como eu estava com mochila acabei pegando um táxi na saída da estação. Antes combinei o preço com o taxista e fechamos por USD 5.

 

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Em Hue fiquei no Jade Hotel. Bem localizado, atendimento excelente, pernoite por apenas USD 15. Logo que cheguei no hotel, fui recebido com toalha umedecida, suco e um prato de frutas, enquanto preenchia o formulário do check in. Reservei um quarto privativo com banheiro. O quarto ficava no térreo, logo após a recepção.

 

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O taxista que me trouxe até o hotel ofereceu um serviço de transporte privado (carro do filho dele), que faria um city tour e depois me levaria para o aeroporto, por USD 50. Como ia ficar apenas um dia em Hue, achei uma boa opção, pois conseguiria visitar as principais atrações na manhã do dia seguinte e depois do almoço iria direto para o aeroporto pegar o voo para Ho Chi Minh.

 

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Depois de acertado os passeios, fui procurar um restaurante pra almoçar. Fui direto no Le Carambole, que é recomendado no Lonely Planet e no TripAdvisor e também ficava perto do hotel. Pedi uma cerveja local (USD 0,90) e um prato de noodles com camarão (USD 3,50).

 

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Após o almoço fui caminhar perto do Rio Perfume e atravessei a ponte até a parte antiga da cidade, indo até o mercado público.

 

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Voltei para a região perto do hotel e parei numa cafeteria pra ficar de bobeira.

 

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À noite, fui jantar num bistrô de um francês, o L’Aubergine e pedi o menu do dia, por módicos USD 5,00. Isso incluía uma limonada, creme de queijo, noodles com vegetais, arroz, salada e frutas de sobremesa. Até hoje tenho saudades do creme de queijo, acho que nem em Paris comi um creme de queijo tão bom...

 

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Depois do jantar fui até uma feirinha perto da ponte, que é onde o pessoal da cidade e os turistas vão passear à noite.

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Dia 12 – Hue - Ho Chi Minh

 

Tomei café no hotel, arrumei a mochila e fiz o check out.

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Minha ideia era deixar a mochila no hotel, fazer os passeios e depois voltar lá no hotel antes de ir para o aeroporto. Daí o motorista (o filho do taxista) chegou e disse que era melhor já levar a mochila e deixar no carro, pra ir direto para o aeroporto depois do último local a ser visitado. Hue é a cidade dos antigos imperadores do Vietnã. Os principais locais de visita são a Citadela e as Tumbas Reais (Royal Tombs) ao longo do Rio Perfume.

 

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O primeiro local do city tour foi na Citadela (Old Citadel). Acontece que logo na entrada da Citadela, havia alguns policiais numa espécie de blitz e parece que havia algum problema com a documentação do motorista (multa pendente ou carteira vencida). O problema é que o motorista não falava inglês muito bem, daí não consegui entender direito a situação. Daí ele me mostrou onde comprava o ticket (VND 80.000) e onde era a entrada, e disse que ia me esperar na saída do outro lado da Citadela.

 

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Até aí tudo bem, mas daí descobri que havia três saídas da Citadela. Fui na saída norte e ele não estava lá. Por um momento cheguei a pensar até na possibilidade de ter caído num golpe (pior ainda, sem a minha mochila que tinha ficado no carro...). Mas daí fui até a saída leste e o motorista estava lá me esperado, ufa!

 

Em seguida fomos para o Thien Mu Pagoda. Lá não tem estacionamento, o motorista deixa em frente às escadarias do templo e então combinamos um tempo para a visita e um local para se encontrar depois.

 

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Depois fui visitar Khai Dinh Tomb (precisa comprar um ticket para visitar, VND 80.000). A tumba fica num morro e precisa encarar algumas escadas até lá, mas a vista vale a pena.

 

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Na sequência fomos até outro templo, o Bao Quoc Pagoda. Nesse templo havia menos turistas, um local mais calmo e silencioso.

 

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Por último fomos na Tu Duc Tomb, também precisa comprar um ticket na entrada (VND 80.000). Nesse complexo há várias trilhas ao longo de um pequeno lago, com muitos turistas de excursões (inclusive uns brasileiros perdidos). Acho que foi o primeiro local que tinha ouvido alguém falando português desde que tinha chegado ao Vietnã.

 

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O motorista tinha combinado de me esperar no estacionamento de um restaurante que ficava bem na frente da entrada da Tu Duc Tomb. Daí já aproveitei pra almoçar por ali mesmo, no restaurante Truong Son. Pedi uma coca, noodles com camarão e spring rolls (rolinho primavera), que estavam ótimos! O almoço custou VND 13.000 (aprox. USD 6,50).

 

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Depois do almoço o motorista me levou direto para o aeroporto de Hue. O saguão do aeroporto estava quase deserto. É um aeroporto pequeno, que tem apenas alguns voos para Hanói e Ho Chi Minh.

 

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Fiz o check in no balcão da Vietnam Airlines para o voo das 16:55h para Ho Chi Minh e depois fui para a sala de embarque.

 

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O aeroporto de Ho Chi Minh é bem movimentado, recebe também vários voos internacionais. Eu não tinha feito reserva para transfer até o hotel, então fui pegar um táxi na saída do aeroporto. Só que eu cheguei bem no horário de rush, então a disputa por um táxi era grande. O hotel havia recomendado pegar táxi apenas de empresas credenciadas, como Vinasun ou Mailinh. O hotel também avisou que era comum o taxista avisar que o hotel reservado era ruim ou muito caro, querendo oferecer outro hotel (que ele ganhava comissão). Foi bem isso, mas daí eu disse que já tinha pago o hotel e tinha uns amigos me esperando lá, daí ele desconversou. Ah, ele não tinha ligado o taxímetro (falha minha, esqueci de pedir), mas fechamos o preço em VND 200.000 (aprox. USD 10,00), que estava dentro do valor médio da corrida desde o aeroporto até a região do hotel. E aquela calmaria de Hoi An e Hue deram lugar à agitação de Ho Chi Minh, com o trânsito caótico, luzes e neons...

 

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Fiz reserva no Saigon Mini Hotel para duas noites. O hotel fica no bairro mochileiro de Ho Chi Minh.

 

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Na rua do hotel não passava carro, é cheia de bares e restaurantes e a rua fica praticamente tomada de mesas e cadeiras.

 

O pessoal da recepção do hotel é bem atencioso. Aproveitei e fiz a reserva do tour para Cu Chi Tunnels e pedi para comprar o bilhete de ônibus para Phnom Penh. Também indicaram um restaurante de pho para jantar, bom e barato (VND 67.000, incluindo a cerveja).

 

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Voltando para o hotel, encontrei um restaurante com uma placa JJ’s Brazilian BBQ. Pensei “Oba, churrasco!”. Entrei no restaurante e não tinha nada de churrascaria. A garçonete explicou que ali já foi uma churrascaria, mas agora era um bistrô.

 

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Acabei tomando apenas um café e uma das tortas da vitrine de sobremesas (VND 110.000) e depois voltei pro hotel.

 

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Dia 13 – Ho Chi Minh

 

Logo que acordei, fui na janela do quarto e de repente veio uma vontade de gritar “Good Morning Vietnam!”, igualzinho ao filme com o Robin Williams.

 

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O café da manhã é servido no restaurante que fica na cobertura. No dia do check in, a atendente da recepção entrega um voucher para o café da manhã, que tem que ser apresentado no restaurante.

 

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Depois desci e fiquei esperando na recepção até chegar o guia para o tour em Cu Chi Tunnels, que fica a quase uma hora de Ho Chi Minh.

 

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No tour praticamente só havia estrangeiros, a maioria europeus. Tem uma parada numa lojinha no caminho, para ir no banheiro ou para comprar souvenirs. Algumas peças eram confeccionadas por vítimas da guerra. Chegando em Cu Chi, tem que pagar a entrada de VND 90.000.

 

Cu Chi é uma rede de túneis utilizados durante a Guerra do Vietnã (quer dizer, lá eles dizem Guerra dos EUA). O guia mostra as táticas da guerrilha, esconderijos, locais bombardeados, tanques da guerra e artefatos militares.

 

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Mas a parte que achei mais interessante é um campo de tiro, onde é possível experimentar algumas armas de uso militar. Por USD 17, escolhi uma AK47 (Kalashnikov), com direito a 10 tiros.

 

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Daí fomos aos túneis propriamente ditos. O guia avisa para primeiro verificar o tamanho do túnel (que é bem apertado). Quem não se sentir bem ou tiver claustrofobia, vai por fora e depois encontra o resto do pessoal na saída do túnel.

 

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Na época da guerra a alimentação dos vietcongs era precária e um dos principais alimentos era mandioca.

 

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Ainda tinha um vídeo sobre a época da guerra (com forte influência da propaganda comunista)

 

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Na volta a Ho Chi Minh, pedi para descer perto do War Remnants Museum. A entrada custou VND 15.000 (USD 0,75).

 

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Depois de visitar um campo de batalha, fui no museu onde estão documentadas as atrocidades da guerra. No pátio do museu estão alguns aviões, tanques e equipamentos de artilharia do exército inimigo.

 

O mais triste é ver as conseqüências da utilização das armas químicas na guerra, principalmente o agente laranja.

 

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Depois da visita ao museu parei numa cafeteria Gloria Jean Coffee pra fazer um lanche (não tinha almoçado ainda). Em quase todas as cafeterias no Vietnã tem wi-fi grátis, daí já aproveitei para acessar a internet.

 

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Ali perto também ficava o Palácio da Reunificação, mas acabei chegando tarde e não podia mais entrar depois daquele horário. Então continuei caminhando até a Catedral de Notre Dame e o prédio central dos correios.

 

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Uma das operadoras locais de celular no Vietnã é a Vinaphone. Achei o nome sugestivo para uma operadora de celular em Curitiba, pois “vina” é uma palavra típica curitibana.

 

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Outra coisa interessante no Vietnã é que têm ATM’s espalhados por praticamente todas as cidades, mesmo no meio da rua (diferente do Brasil, onde os caixas eletrônicos ficam dentro das agências ou então em locais abrigados ao tempo).

 

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Sinais do comunismo já não são tão comuns em Ho Chi Minh. Parece que os vietnamitas aprenderam rápido o capitalismo de mercado. Existem vários shopping centers espalhados pela cidade, com várias lojas e marcas de luxo encontradas nas principais capitais mundiais. Mas também existem os mercados de rua e shoppings populares. O Vietnã é um dos principais fabricantes de roupas, inclusive de marcas esportivas famosas como Nike, Adidas e The North Face. Nesses mercados é possível encontrar bons produtos com preços incrivelmente baixos.

 

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À noite, já perto da região do hotel, fui procurar um lugar para jantar. Por coincidência, acabei indo parar num restaurante onde o pessoal de CS (CouchSurfing) fazia os meetings semanais e que dava desconto de 10% para membros. Aí eu vi vantagem!

 

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Acabei pedindo pho e spring rolls. Com a cerveja, ficou VND 80.000 (aprox. USD 4,00).

 

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Como era final de semana, estava tendo uma apresentação musical numa praça perto do hotel e fiquei um tempinho por ali. Depois fui numa cafeteria antes de voltar para o hotel.

 

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Perto do hotel encontrei uma van do Hard Rock Café que estava trazendo alguns clientes de volta aos hotéis da região. Tinha me esquecido desse Hard Rock Café (é que eu tenho uma coleção de shot glasses do Hard Rock), eu estava meio cansado e já não dava mais tempo de ir lá (ficava num outro bairro longe dali e no dia seguinte de manhã eu tinha que pegar o ônibus para Phnom Penh). Se algum dia alguém estiver indo pra Ho Chi Minh me avisa, daí eu dou a grana pra trazer o copinho pra mim, ok?

 

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Dia 14 – Ho Chi Minh – Phnom Penh

 

Levantei cedo, tomei café, fiz o check out e fiquei esperando lá na recepção do hotel. Daí veio um cara com uma van e me levou até o ponto do ônibus da empresa Sorya. A passagem de ônibus de Ho Chi Minh a Phnom Penh custou USD 13 e comprei na recepção do hotel. Na região do hotel têm várias agências de turismo que também vendem passagens, até por preços menores.

 

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O ônibus saiu de Ho Chi Minh às 9:00h. Além o motorista, também vai um guia que fica responsável pelas informações e tramitação de documentação/visto na fronteira com o Camboja.

 

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Apesar de ser domingo, o trânsito também estava bem movimentado.

 

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A imigração de saída do Vietnã é feita na cidade de Moc Bai. Já a entrada no Camboja é pela cidade de Bavet.

 

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Como eu tinha feito o visto pela internet, tem um guichê especial na imigração em Bavet (e-visa), daí nem precisa enfrentar fila. Mas se for tirar o visto no local também é fácil, basta preencher o cartão de entrada e saída do país e pagar uma taxa de USD 20.

 

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Depois da imigração, o ônibus faz uma parada num restaurante na estrada para almoço e ir no banheiro. Eu não tinha a mínima ideia de alguns pratos na vitrine, acabei pedindo apenas um prato de arroz e ovo frito (USD 2,00).

 

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Ainda tinha mais umas duas horas até chegar um Phnom Penh. O guia deixou passando o DVD do filme Gladiador, mas acabei cochilando.

 

A paisagem depois da fronteira muda radicalmente. No Vietnã havia sinais de algum progresso, pelo menos a estrada estava asfaltada e bem conservada e também não me lembro de ter visto crianças trabalhando nas ruas. Já no Camboja a paisagem era mais rural e as ruas mais sujas.

 

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Chegando no terminal de ônibus, peguei um tuk-tuk (estreando nesse tipo de transporte) até o hotel, por USD 5,00. A moeda oficial do Camboja é o Riel, mas na prática é tudo em dólar.

 

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Fiz reserva para uma noite no Mekong Imperial Boutique Hotel, quarto privativo, sem janela (USD 25,00 – sem café da manhã). O motorista do tuk-tuk não estava encontrando o hotel, daí mostrei o mapa que trouxe com as indicações da localização do hotel. Ficava na avenida na frente do Rio Mekong. A entrada do hotel também é uma agência de turismo, por isso ele ficou meio confuso.

 

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O fato do quarto não ter janela não me incomodava, era até melhor para dormir. Só o banheiro que era diferente, não tinha box ou cortina no chuveiro. Então depois de tomar banho, o piso ficava todo molhado, mas depois vi que isso era comum em alguns banheiros de hotéis na região.

 

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Aproveitei e agendei na recepção um tuk-tuk para o dia seguinte (até Killing Fields) e depois outro tuk-tuk para o aeroporto.

 

Ali perto do hotel ficava o Palácio Real. Fui andando até lá, mas a entrada já estava fechada.

 

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Daí continuei andando até uma praça e depois voltei para o hotel. No caminho, tinha uma barraca vendendo algumas iguarias (foi a primeira vez que vi esses “petiscos” na viagem).

 

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Perto de hotel tem um bar que é uma instituição em Phnom Penh, o FCC. Fiquei lá num balcão do terraço com vista para o Rio Mekong e fiz um lanche (USD 8,00).

 

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Depois ainda fui no Night Market. Estava bem animado, tinha inclusive apresentações musicais. Lá experimentei um shake de dragon fruit (USD 1,50).

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Dia 15 – Phnom Penh – Siem Reap

 

No hotel não tinha café da manhã. Na noite anterior, passei numa loja de conveniências e comprei um suco de maçã e um iogurte pra comer de manhã.

 

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Lá pelas 9:00h o motorista do tuk-tuk foi me buscar no hotel para ir até Choeung Ek (Killing Fields). É um campo de concentração onde foram cometidas atrocidades no regime do Khmer Vermelho (ditador e insano Pol Pot). Um lugar triste, mas que precisa ser visitado, para evitar que outros crimes contra a humanidade voltem a acontecer.

 

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Na volta, uma passada no Tuol Sleng Museum (Museu do Genocídio Tuol Sleng). Durante o regime de Pol Pot, o local (que era uma escola) foi transformado numa unidade de aprisionamento e interrogatório, tortura e extermínio.

 

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De volta ao hotel, fui num restaurante ao lado e pedi um suco e um omelete, já que não tinha tomado café da manhã direito e ainda estava um pouco cedo para almoçar.

 

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Depois desse lanche, fui pegar a mochila no hotel e esperar o tuk-tuk para o aeroporto de Phnom Penh.

 

O check in no balcão da Cambodia Angkor Air foi bem rápido e fácil.

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Na sala de embarque tinha uma lanchonete e tomei um suco de coco.

 

O avião para Siem Reap é um ATR-72, que também é utilizado pela Azul em alguns voos regionais no Brasil.

 

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Chegando no aeroporto de Siem Reap, fui procurar o motorista do tuk-tuk enviado pelo Passaggio Boutique Hotel (reservei o hotel pelo booking.com, mas depois mandei um e-mail direto para o hotel avisando o horário de chegada do voo). Assim que peguei a mochila na esteira, fui para o desembarque e lá estava o motorista com o meu nome numa plaquinha.

 

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Fiz o check in no hotel, deixei as malas no quarto e depois voltei para a recepção. O motorista do tuk-tuk se ofereceu para fazer o serviço de transporte até os Templos de Angkor. Fechamos em USD 20 para o dia seguinte inteiro. Combinamos que no dia seguinte ele me buscaria no hotel às 05:00h da manhã, para ver o amanhecer do sol em Angkor Wat e depois me traria de volta ao hotel para tomar café.

 

Pedi na recepção se eles também poderiam indicar um guia para Angkor Wat. Consegui um guia para o dia seguinte por USD 30. O guia passaria no hotel depois das 10:00h, depois de tomar o café da manhã.

 

Do hotel até a Pub Street (que é a principal rua de Siem Reap) é bem perto. No caminho, tem um mercado noturno com várias lojinhas. Ao lado do hotel também tinha uma lavanderia por quilo, daí já deixei uma sacola de roupas sujas pra pegar no dia seguinte (o preço é USD 1,00 por kg).

 

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Fui jantar no Restaurante Khmer Family, que fica bem na Pub Street. Pedi um prato do típico do Camboja que não lembro o nome, mas é um peixe assado servido em folha de bananeira, acompanhado de arroz. Com a cerveja e a gorjeta, o jantar ficou em USD 5,00. Ainda na região da Pub Street, passei numa sorveteria e pedi um sorvete de maracujá (USD 1,50).

 

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Depois voltei pro hotel e encontrei o motorista do tuk-tuk me esperando na recepção. Ele avisou que um amigo dele iria na parte da manhã, porque ele precisava levar a esposa para fazer uma consulta no médico bem cedo (ela estava grávida). Depois das 10:00h ele passaria no hotel junto com o guia.

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Dia 16 – Siem Reap

 

Às 5:00h o amigo do motorista do tuk-tuk passou no hotel e fomos para Angkor Wat. Os tuk-tuks são muito parecidos, então tirei uma foto com o nome do motorista (Buny) para tentar achá-lo depois no estacionamento.

 

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Chegando na entrada de Angkor Wat, precisa comprar o ticket de entrada. Comprei o passe de um dia (USD 20,00). Se for ficar mais tempo, compensa comprar o passe de 3 dias.

 

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É uma escuridão total até chegar perto do lago onde o pessoal fica esperando o sol nascer para tirar a foto clássica de Angkor Wat.

 

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Acompanhar o nascer do sol em Angkor Wat foi um dos pontos altos da viagem, sem palavras para descrever.

 

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Depois voltei para o estacionamento para tentar encontrar o tuk-tuk do Buny, mas ele já tinha me visto na saída e foi me buscar.

 

De volta ao hotel, fui tomar o café da manhã, muito bom por sinal.

 

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Às 10:00h, o guia (Kimsi) já estava me esperando na recepção do hotel e o Buny com o tuk-tuk também já estava lá.

 

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No caminho até Angkor, o Kimsi explicou o roteiro do passeio. Como eu só ia ficar um dia, fizemos o pequeno circuito. Se fosse ficar mais tempo, teria o grande circuito para explorar.

 

O Kimsi foi um excelente guia, bem paciente, fala um inglês compreensível e tirou muitas fotos. Até seria possível visitar Angkor sem guia, mas o lugar é muito grande e é bem fácil se perder.

 

Na época da viagem estava muito quente em Siem Reap, temperatura média de 37ºC. Protetor solar e beber muita água são fundamentais.

 

A visita começou por Ta Prohm , depois fomos para Bayon e Terrace of the Elephants. São muitos os nomes dos lugares e também são difíceis de guardar. Mas o Kimsi estava com um mapa e foi mostrando os lugares onde estávamos passando.

 

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Dentro de Angkor Wat há vários restaurantes, daí o Kimsi me indicou um lugar para almoçar. Pedi noodles com frango e uma cerveja (USD 7,00).

 

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Depois do almoço fomos no local que ficou famoso no filme Tomb Raider com a Angelina Jolie. Nesse local tinha fila pra tirar foto.

 

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Lá pelas 16:00h saímos de Angkor e fui para o hotel. Estava muito quente, daí resolvi aproveitar a piscina do hotel.

 

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À noite voltei na Pub Street e fui jantar no restaurante Le Tigre de Papier. Pedi um prato com carne e arroz e uma coca (USD 5,50).

 

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Ainda passei num bar chamado Angkor What?, que também fica na Pub Street. Pedi uma cerveja local (Angkor Beer – USD 1,00) e fiquei sentado numa mesa grande, que era a única vazia. Depois chegou um grupo de mochileiros japoneses e pediram para sentar junto na mesa. Começaram a puxar papo, daí ficaram um pouco surpresos quando descobriram que eu nasci no Brasil (ok, eu sei que não tenho cara de brasileiro típico...). Daí expliquei a história da imigração japonesa para o Brasil no século passado, plantações de café, dekasseguis, etc... Só um detalhe, eu não falo japonês (só umas palavras soltas), por isso eles ficaram mais curiosos com a situação.

 

Na Pub Street também há vários lugares que fazem massagem, com cadeiras espalhadas na rua. Depois de um dia inteiro de caminhada, nada melhor que uma foot massage (USD 2,00 por 30 minutos).

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Dia 17 – Siem Reap – Luang Prabang

 

Depois de tomar café, fui na recepção esperar o tuk-tuk da Quad Adventure Cambodia. É um passeio de quadriciclo pela área rural de Siem Reap. Tem vários percursos, reservei o Discovery Tour (USD 58,00), com duração de duas horas.

 

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O trajeto é por estradas de terra na zona rural, com parada numa fazenda de crocodilos.

 

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Como opcional, parei também num centro de tiro. É bem mais caro que em Cu Chi no Vietnã. Dessa vez foram 10 tiros com uma M16 (também tinha a AK-47).

 

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Voltei para o hotel, fiz o chek-out, deixei minha mochila na recepção e pedi para chamar um tuk-tuk para me levar para o aeroporto mais tarde. Daí fui almoçar na Pub Street, novamente no restaurante Khmer Family. Pedi noodles com camarão, um shake de frutas e uma cerveja (USD 5,50).

 

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Voltei para o hotel para esperar o tuk-tuk para o aeroporto. O tuk-tuk desde o hotel até o aeroporto custou USD 5,00.

 

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Comprei o bilhete de Siem Reap a Luang Prabang no site da Lao Airlines, mas o voo é um codeshare com a Vietnam Airlines. Fiz o check in e fui para sala de embarque.

 

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O avião da Vietnam Airlines também era um ATR-72. Serviram um lunch box e refrigerante.

 

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Ainda no avião são distribuídos os formulários da imigração.

 

Cheguei no aeroporto de Luang Prabang já anoitecendo. O visto é na chegada (visa on arrival), custa USD 30,00 e mais USD 1,00 de uma taxa do aeroporto. O preço desse visto é de acordo com o país de origem do viajante. Alguns países europeus, EUA e Canadá pagam mais caro pelo visto.

 

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Em Luang Prabang também não tinha reservado transfer para o hotel. Na saída do aeroporto, peguei um táxi (um pouco maior que um tuk-tuk) para o hotel, por USD 7,00 (preço combinado antes).

 

Fiquei no Villa Sesonouk Hotel, num quarto privativo com banheiro (reserva também feita pelo booking.com).

 

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Luang Prabang é uma cidade pequena, tombada pela UNESCO. Não tem prédios altos, apenas construções antigas, muitas da época colonial francesa. À noite na rua principal funciona uma feira de artesanato. Muitos artesãos que moram nos vilarejos próximos vão vender os trabalhos à noite nessa feira. Perto dali também tem uma rua com uma espécie de feira gastronômica.

 

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A moeda do Laos é o kip (USD 1 = 8.000 kips). Alguns lugares aceitam dólares, mas acabei sacando a moeda local num ATM.

 

Na rua principal também há várias agências de turismo. Tinha um passeio de dia inteiro, para andar de elefante, visitar a caverna Pak Ou perto do Rio Mekong e depois nas cachoeiras Kuang Si. Nessa agência aceitava dólares e passeio saiu por USD 45,00.

 

Acabei indo jantar num restaurante na rua principal. Pedi um prato de frango com vegetais e arroz, e também uma cerveja local, por 40.000 kips (aprox. USD 5,00).

 

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Um negócio que tem em várias cidades no sudeste da Ásia são barracas que vendem shakes de frutas. É bom e barato (menos de USD 1,00).

 

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Dia 18 – Luang Prabang

 

No hotel não tinha café da manhã, mas tinha chá e café (nescafé) à vontade. Tinha comprado um bolo na feira gastronômica na noite anterior e isso foi o meu café da manhã.

 

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Logo depois apareceu a van da agência para os passeios. Primeiro era o passeio de elefante. Nesse grupo havia um casal francês e dois indianos. Fui no elefante junto com o casal francês. Eles se revezavam sentados no pescoço do elefante; eu preferi ir na cadeirinha mesmo...

 

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Depois comprei um cacho de bananas (5.000 kips) para alimentar o grandalhão.

 

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Em seguida fomos até uma vila de artesãos. Lá tinham algumas bebidas exóticas....

 

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Também vimos a fabricação da bebida conhecida como whisky laosiano.

 

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O passeio seguinte era a visita às cavernas Pak Ou Caves, que ficavam no outro lado do Rio Mekong (tivemos que pegar um barco tipo canoa). Nessas cavernas há centenas de imagens de Buda.

 

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Depois voltamos para o local do passeio de elefante para o almoço (que estava incluído). O prato era um tipo de risoto de frango. O casal francês não foi no passeio das cavernas, eles fizeram o tour completo dos elefantes (com direito a banho no rio).

 

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Após o almoço, fomos nas cachoeiras Kuang Si. Na entrada do parque tem uma reserva com ursos negros. Trilha acima, avistamos as piscinas naturais de cor azul turquesa. Numa delas, o pessoal brinca de Tarzan, se pendura nos cipós e se joga na água gelada!

 

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Voltando à cidade, passei no templo Phu Si, que fica no alto de morro onde o pessoal vai ver o por do sol (subindo 190 degraus...). A entrada custou 20.000 kips (aprox. USD 2, 50).

 

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Fui jantar num restaurante que também ficava na rua principal. Pedi um prato típico, peixe assado na folha de bananeira, acompanhado de arroz, por 45.000 kips (aprox. USD 6,00).

 

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Dia 19 – Luang Prabang

 

Acordei bem cedo pra ver uma das principais atrações de Luang Prabang. Todos os dias bem cedo, os monges budistas saem dos templos e recebem o alimento para o dia (arroz). Esse ritual é conhecido como Alms Round. Um dos principais templos ficava bem em frente do hotel.

 

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Como não tinha café da manhã no hotel, fui numa padaria ali perto tomar café (Scandinavian Bakery), por 21.000 kips (aprox. USD 3,00).

 

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Esse dia era livre, não tinha planejado nada pra fazer. Acabei indo numa agência que tinha o passeio de elefante completo (com direito a banho no rio), por USD 35,00.

 

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Dessa vez era num lugar diferente do dia anterior. Nesse passeio havia eu e mais uma estudante americana.

 

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No passeio de elefante, primeiro fui na cadeirinha e depois em cima do pescoço do bicho.

 

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Depois o mahout (treinador) levou o elefante para o rio. A dificuldade foi chegar até o meio rio onde estava o elefante pra dar banho no animal. Quando conseguia sentar em cima do elefante, ele me derrubava na água (ele é treinado pra isso!). Mas a brincadeira é bem divertida!

 

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De banho tomado, o elefante volta para a “casinha”, onde é alimentado com troncos de bananeiras.

 

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De volta à cidade, fui almoçar no mesmo restaurante e pedi arroz frito com camarão e uma cerveja local, por 27.000 kips (aprox. USD 3,50)

 

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No resto do dia fiquei andando pela cidade, passando pelo Palácio Real e alguns templos.

 

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À noite, fui na feira noturna e depois jantei no mesmo restaurante do almoço (pedi o mesmo prato, que estava muito bom).

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