Mas vamos ao relato. É uma cidade que a sua maneira, com os prédios escuros muito parecidos, herança do seu passado na URSS, é uma cidade bonita, barata, com lugares encantadores. As pontes atravessando o Danúbio, ligando e ao mesmo tempo separando Buda e Peste, dão um charme especial a cidade, em especial a noite com uma iluminação noturna linda.
A noite em Budapeste é bem animada com muitas opções de lugares e os ruins bar são um must see. O povo húngaro não parece transbordar simpatia mas no geral não tive problemas. É uma cidade que gostei bastante, pretendo voltar e deu saudades ao partir.
Dia 1
Chegando em Budapeste no fim a tarde, contratei um shuttle do aeroporto pro meu hostel por 3200F, mas acho que demorou mais do que se eu tivesse pego o ônibus do aeroporto até o metro e depois o metro, porque o motorista deixou 4 pessoas na minha frente.
Cheguei no hostel cansada e quase noite. Só sai pra uma volta rápida pela margem do Rio Danúbio, com uma vista linda do Castelo de Buda todo iluminado e depois fui jantar nos arredores da Liszt Ferenc Ter, que concentra muitos barzinhos e restaurantes.
A cidade prometia e no dia seguinte confirmei minhas suspeitas.
Dia 2
O primeiro dia em que pude realmente aproveitar Budapeste. Peguei o metro até a estacão Vorosmaty Ter, bem próximo da praça Roosevelt Ter. A praça fica bem em frente a ponte das Correntes, a mais famosa das 10 pontes de Budapeste, e fornece uma bela visão da ponte e do Castle Hill no lado Buda.
Atravessei a ponte andando até a praça Clark Adams, já no lado Buda. Logo ao chegar na praça nota-se o funicular que por 1000F leva ao Castelo de Buda ou Palácio Real, Sua parte mais antiga foi construída no século XIV e o Castelo é uma espécie de complexo com diversas atracões sendo as mais importantes a Galeria Nacional Húngara, o Museu de Historia de Budapeste, a Igreja de São Matias e o Bastião dos Pescadores. Além disso, fornece uma vista panorâmica fantástica do lado peste da cidade, incluindo o Parlamento Húngaro, Ponte das Correntes e a ponte Margarida.
Sem nenhum esforço, é possível passar um bom tempo lá admirando a vista e tirando inúmeras fotos.
Resolvi pular a Galeria Nacional Húngara mas fui no museu de Historia de Budapeste que é bem interessante, em especial o segundo piso que de forma interativa resume Budapeste desde sua fundação até o fim dos dias de comunismo.
Depois do museu e da parada obrigatórias pra admirar a vista do lado Peste, fui andando em direção a igreja Matias. Esta tem um teto lindamente decorado e colorido que parece ser bastante comum em Budapeste pois vi em outras construções como no mercado central da cidade.
Em frente a Igreja ha um monumento chamado Bastião dos Pescadores e uma longa escadaria com torres em volta que dão a impressão de um castelo de verdade, em especial se vistas do lado Peste da cidade. É um local bem bonito e excelente pra fotos com uma linda visão do outro lado do Danúbio. A essa hora já tinha me apaixonado pela cidade. Uma boa opção nesse momento é descer as escadarias pra chegar a margem do rio, bem em frente ao Parlamento.
Foi o que fiz, caminhei nas margens do Danúbio até a ponte das correntes e atravessei de volta pro lado Peste onde as ruazinhas conduzem para a importante Basilina de São Estevão, a maior igreja da Hungria, e que vale a pena ser visitada pois é bem bonita.
Dia 3
O dia começou com a visita ao belo prédio do Parlamento Húngaro. As visitas são pagas e agendadas pelo site. Como os arredores do prédio estavam em obras, a melhor visão que se tem do Parlamento acaba sendo do lado Buda. A visita em si é de curtissíma duração, cerca de 30 minutos com um guia, mas o prédio não decepciona por dentro.
Segui então, beirando o Danúbio até a Andrassy ut. Já tinha ido no dia anterior mas era domingo e estavam todas as lojas fechadas. Pra estilo de comparação embora com menos glamour, essa avenida seria a Champs Élysées de Budapeste, cheia de grifes, de cafés e restaurantes. Até o Octogon, a parte que concentra a maior quantidade de bares, em especial na Liszt Ferenc tér, é bem comercial, mas depois a rua vai se tornando mais residencial.nessa larga avenida que se encontram o Teatro da Ópera de Budapeste e a Casa do Terror, um museu interativo sobre os tempos de dominação soviética, muito interessante.
Fui andando até o final da avenida onde encontra-se uma larga praça, a Praça dos Heróis, cercada pelo Museu de Belas Artes e o Palácio das Artes.
Atrás da praça começa o Városliget, o parque da cidade, enorme e belíssimo no outono, com as arvores amarelo alaranjadas e um mar de folhas no chão. Foi um local ótimo pra se passear.
O parque contem ainda o castelo de Vajdahunyad que atualmente abriga um museu de agricultura, um lago que congela no inverno e permite patinação, um zoológico, um parque de diversões e uma das famosas termas Szechenyí.
Atrás da praça começa o Városliget, o parque da cidade, enorme e belíssimo no outono, com as arvores amarelo alaranjadas e um mar de folhas no chão. Foi um local ótimo pra se passear.
Depois de um tempo amando o parque, peguei o metro lá dentro mesmo e voltei ao centro da cidade na praça Vorosmaty Tér que também concentra muitos restaurantes e segui pela Vaci utca, famosa rua de Budapeste cheia de restaurantes e lojas de souvenir.
A rua é atravessada pela ponte Elizabeth e ao fim dela está a belíssima ponte da Liberdade, ao lado do famoso Mercado Central de Budapeste que é um bom local pra comer e o melhor local pra comprar souvenir na cidade. Do outro lado da ponte, atravessando o Danúbio fica a coluna Gellert e embaixo dela o famoso hotel Gellert com suas termas, considerada a melhor de Budapeste. Nesse dia decidi não atravessar a ponte, e deixei pro dia seguinte.
Dia 4
Dia de fazer tudo que não foi possível fazer nos dias anteriores. Comecei indo a ponte Margarida, ou Margit. É uma ponte amarela no fim da rua Szent István. No meio dessa ponte há uma outra ponte menor que leva a Ilha Margarida. Esta é uma pequena ilha parque no meio do Danúbio, onde os húngaros correm, levam as crianças pra passear, andam de bicicleta e fazem piqueniques. A ilha ainda tem uma fonte que a cada hora faz espetáculos musicais de 10 minutos, bem bonitinhos. Com as folhas amarelas caídas em todo local, a ilha estava um espetáculo no outono, um local que merece ser visitado.
Saindo de lá, estava eu de volta a Andrassy utca. Ainda havia um local a ser visitado lá, a Casa do Terror, um edifício que antes foi sede dos nazistas e depois do partido comunista, onde muitos foram brutalmente torturados. Atualmente foi transformada num museu interativo que conta essa historia de maneira muito interessante, valendo muito a pena conhecer.
De la peguei o metro novamente ate próximo a grande sinagoga de Budapeste, a maior sinagogas da Europa, que fica no gueto judeu. E então segui novamente andando ate o Mercado Central e dessa vez atravessei a ponte da Liberdade ate o outro lado do Danúbio, no lado Buda.
Bem em frente a ponte fica o famoso hotel Gellert e Não queria deixar Budapeste sem experimentar antes suas famosas termas.
Bom, esse é um resumo, Mais informaçoes e mais fotos estão no blog, espero que não tenha ficado muito longo.
Em outubro de 2013 passei 4 dias sózinha nesta cidade maravilhosa.
Com detalhes e muitas fotos descrevo essa experiência enriquecedora no blog http://www.parttimelady.blogspot.com.br/p/hungria.html
Mas vamos ao relato. É uma cidade que a sua maneira, com os prédios escuros muito parecidos, herança do seu passado na URSS, é uma cidade bonita, barata, com lugares encantadores. As pontes atravessando o Danúbio, ligando e ao mesmo tempo separando Buda e Peste, dão um charme especial a cidade, em especial a noite com uma iluminação noturna linda.
A noite em Budapeste é bem animada com muitas opções de lugares e os ruins bar são um must see. O povo húngaro não parece transbordar simpatia mas no geral não tive problemas. É uma cidade que gostei bastante, pretendo voltar e deu saudades ao partir..JPG.b7dd407b0765fee4b4442e7c76279d5e.JPG)
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Dia 1
Chegando em Budapeste no fim a tarde, contratei um shuttle do aeroporto pro meu hostel por 3200F, mas acho que demorou mais do que se eu tivesse pego o ônibus do aeroporto até o metro e depois o metro, porque o motorista deixou 4 pessoas na minha frente.
Cheguei no hostel cansada e quase noite. Só sai pra uma volta rápida pela margem do Rio Danúbio, com uma vista linda do Castelo de Buda todo iluminado e depois fui jantar nos arredores da Liszt Ferenc Ter, que concentra muitos barzinhos e restaurantes.
A cidade prometia e no dia seguinte confirmei minhas suspeitas.
Dia 2
O primeiro dia em que pude realmente aproveitar Budapeste. Peguei o metro até a estacão Vorosmaty Ter, bem próximo da praça Roosevelt Ter. A praça fica bem em frente a ponte das Correntes, a mais famosa das 10 pontes de Budapeste, e fornece uma bela visão da ponte e do Castle Hill no lado Buda.
Atravessei a ponte andando até a praça Clark Adams, já no lado Buda. Logo ao chegar na praça nota-se o funicular que por 1000F leva ao Castelo de Buda ou Palácio Real, Sua parte mais antiga foi construída no século XIV e o Castelo é uma espécie de complexo com diversas atracões sendo as mais importantes a Galeria Nacional Húngara, o Museu de Historia de Budapeste, a Igreja de São Matias e o Bastião dos Pescadores. Além disso, fornece uma vista panorâmica fantástica do lado peste da cidade, incluindo o Parlamento Húngaro, Ponte das Correntes e a ponte Margarida.
Sem nenhum esforço, é possível passar um bom tempo lá admirando a vista e tirando inúmeras fotos.
Resolvi pular a Galeria Nacional Húngara mas fui no museu de Historia de Budapeste que é bem interessante, em especial o segundo piso que de forma interativa resume Budapeste desde sua fundação até o fim dos dias de comunismo.
Depois do museu e da parada obrigatórias pra admirar a vista do lado Peste, fui andando em direção a igreja Matias. Esta tem um teto lindamente decorado e colorido que parece ser bastante comum em Budapeste pois vi em outras construções como no mercado central da cidade.
Em frente a Igreja ha um monumento chamado Bastião dos Pescadores e uma longa escadaria com torres em volta que dão a impressão de um castelo de verdade, em especial se vistas do lado Peste da cidade. É um local bem bonito e excelente pra fotos com uma linda visão do outro lado do Danúbio. A essa hora já tinha me apaixonado pela cidade. Uma boa opção nesse momento é descer as escadarias pra chegar a margem do rio, bem em frente ao Parlamento.
Foi o que fiz, caminhei nas margens do Danúbio até a ponte das correntes e atravessei de volta pro lado Peste onde as ruazinhas conduzem para a importante Basilina de São Estevão, a maior igreja da Hungria, e que vale a pena ser visitada pois é bem bonita.
Dia 3
O dia começou com a visita ao belo prédio do Parlamento Húngaro. As visitas são pagas e agendadas pelo site. Como os arredores do prédio estavam em obras, a melhor visão que se tem do Parlamento acaba sendo do lado Buda. A visita em si é de curtissíma duração, cerca de 30 minutos com um guia, mas o prédio não decepciona por dentro.
Segui então, beirando o Danúbio até a Andrassy ut. Já tinha ido no dia anterior mas era domingo e estavam todas as lojas fechadas. Pra estilo de comparação embora com menos glamour, essa avenida seria a Champs Élysées de Budapeste, cheia de grifes, de cafés e restaurantes. Até o Octogon, a parte que concentra a maior quantidade de bares, em especial na Liszt Ferenc tér, é bem comercial, mas depois a rua vai se tornando mais residencial.nessa larga avenida que se encontram o Teatro da Ópera de Budapeste e a Casa do Terror, um museu interativo sobre os tempos de dominação soviética, muito interessante.
Fui andando até o final da avenida onde encontra-se uma larga praça, a Praça dos Heróis, cercada pelo Museu de Belas Artes e o Palácio das Artes.
Atrás da praça começa o Városliget, o parque da cidade, enorme e belíssimo no outono, com as arvores amarelo alaranjadas e um mar de folhas no chão. Foi um local ótimo pra se passear.
O parque contem ainda o castelo de Vajdahunyad que atualmente abriga um museu de agricultura, um lago que congela no inverno e permite patinação, um zoológico, um parque de diversões e uma das famosas termas Szechenyí.
Atrás da praça começa o Városliget, o parque da cidade, enorme e belíssimo no outono, com as arvores amarelo alaranjadas e um mar de folhas no chão. Foi um local ótimo pra se passear.
Depois de um tempo amando o parque, peguei o metro lá dentro mesmo e voltei ao centro da cidade na praça Vorosmaty Tér que também concentra muitos restaurantes e segui pela Vaci utca, famosa rua de Budapeste cheia de restaurantes e lojas de souvenir.
A rua é atravessada pela ponte Elizabeth e ao fim dela está a belíssima ponte da Liberdade, ao lado do famoso Mercado Central de Budapeste que é um bom local pra comer e o melhor local pra comprar souvenir na cidade. Do outro lado da ponte, atravessando o Danúbio fica a coluna Gellert e embaixo dela o famoso hotel Gellert com suas termas, considerada a melhor de Budapeste. Nesse dia decidi não atravessar a ponte, e deixei pro dia seguinte.
Dia 4
Dia de fazer tudo que não foi possível fazer nos dias anteriores. Comecei indo a ponte Margarida, ou Margit. É uma ponte amarela no fim da rua Szent István. No meio dessa ponte há uma outra ponte menor que leva a Ilha Margarida. Esta é uma pequena ilha parque no meio do Danúbio, onde os húngaros correm, levam as crianças pra passear, andam de bicicleta e fazem piqueniques. A ilha ainda tem uma fonte que a cada hora faz espetáculos musicais de 10 minutos, bem bonitinhos. Com as folhas amarelas caídas em todo local, a ilha estava um espetáculo no outono, um local que merece ser visitado.
Saindo de lá, estava eu de volta a Andrassy utca. Ainda havia um local a ser visitado lá, a Casa do Terror, um edifício que antes foi sede dos nazistas e depois do partido comunista, onde muitos foram brutalmente torturados. Atualmente foi transformada num museu interativo que conta essa historia de maneira muito interessante, valendo muito a pena conhecer.
De la peguei o metro novamente ate próximo a grande sinagoga de Budapeste, a maior sinagogas da Europa, que fica no gueto judeu. E então segui novamente andando ate o Mercado Central e dessa vez atravessei a ponte da Liberdade ate o outro lado do Danúbio, no lado Buda.
Bem em frente a ponte fica o famoso hotel Gellert e Não queria deixar Budapeste sem experimentar antes suas famosas termas.
Bom, esse é um resumo, Mais informaçoes e mais fotos estão no blog, espero que não tenha ficado muito longo.
Abraços
http://parttimelady.blogspot.com.br/p/hungria.html