Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

América Central: Peito aberto, 30 dias e muita história pra contar! Férias em Honduras, Belize, Guatemala e um pedacinho do México.

Postado
  • Membros

O INICIO DE TUDO

 

O meu fascínio por essa região começou quando passei férias na Colômbia em janeiro de 2013 e desde então só sosseguei depois que consegui conhecer pelo menos uma parte dela.

Claro, igual aos amigos que conheci aqui pelo mochileiros, queria “fazer” toda a América Central, porém, uma limitação chamada TEMPO a todo instante buzinava no meu ouvido feito aquele diabinho das caricaturas:

“Trinta, trinta, trinta, trinta, trinta...”

Sim, sou balzaquiana (um pouquinho mais que trinta), mas o trinta se refere aos dias disponíveis para a trip...Então, bora pros cortes... :cry:

OS CULPADOS

 

Comecei a pesquisar freneticamente sobre essa região, foi quando me deparei com os poucos, mas sensacionais relatos daqui. O Hindu, com seu humor impagável me apresentou uma América Central pulsante, cheia de aventuras e ainda me acompanhou nos perrengues de cotação de passagem. O Trota Nando, com uma dose de humor negro, me fez acreditar que até um ateu se curva diante do esplendor de uma civilização que vive em função de seus deuses . O Pedrada, com suas dicas certeiras me fez acreditar que sim, isso seria inesquecível. O Ener Vaneski me mostrou o quão longe podemos chegar com um ideal e uma mochila de 20 kg no lombo. O André França me introduziu nesse sonho, pois quando nos conhecemos na Colômbia, ele estava iniciando seu “rolezinho” pela América Central, que acompanhei via facebook me mordendo de inveja (branca, é claro)... 8)

 

Também li artigos, reportagens, blogs, dos quais destaco o http://www.1000dias.com , do casal Ana e Rodrigo, Mochilão Trips da Carol Moreno, Walk and Talk, Diário de Viagem, Na rota dos Maias. Uma das mais ricas referências foi o livro “Nas Asas do Quetzal”, do gaúcho Eduardo Soares, um retrato lindo, humano, passional e cheio de emoção dessa região tão sofrida, mas de uma riqueza cultural esplendorosa!. Recomendo a leitura, mesmo que você não tenha intenção de conhecer a região (não tô ganhando nada pra divulgar, mas vamos combinar, o que é bom, merece o jabá :D )

 

Li também uma versão resumida do Popol Vuh, uma compilação da mitologia Quiché da criação do mundo, do homem. Também li o Hombres de Maíz, do Asturias, mas faltou ler material da Rigoberta Menchú.

 

Encomendei o livro do Airton Ortiz, “Em busca do mundo maya”, pena que não chegou em tempo, apesar de achar ele um tantinho metido, foi uma das melhores fontes de informações sobre essas bandas e as fontes históricas nota 10! (humhum, jabá outra vez!). Vale a pena a leitura!

 

Enfim, preciosas referências que me ajudaram no planejamento da viagem mais incrível que fiz!!! Meus sinceros agradecimentos e de certa forma, vocês estavam lá e ajudaram a tornar essa viagem inesquecível! Devo uma cerveja pra cada um! :P

 

Lindas paisagens, vulcões, ruínas, florestas, montanhas, praias, céu estrelado, barulho de ondas, energia positiva, natureza pulsante... De carro, a pé, de ferry, de lancha, de carona, de ônibus top, outros nem tanto... Sim, esse é o retrato do paraíso e atende pelo nome de América Central! Então, senta que lá vem história!!! ::love::::love::::love::::love::

 

PLANEJAMENTO, CORTES, ESCOLHAS, CHOROS E CHORUMELAS

 

Fiz um planejamento que incluía somente Honduras (Tegucigalpa, La Ceiba, Utila, Copan), Belize (Belize City, Caye Calker) e Guatemala (Flores, Tikal, Lanquín, Semuc Champey, Antígua, Chichicastenango, San Pedro, San Marco), somente esses três países, porque queria aproveitar ao máximo.

Claro, era só um planejamento e sujeito a alterações, pois se gostasse mais de uma cidade, poderia ficar alguns dias mais. E assim sendo, acabou que fui parar no México também (Chetumal, Bacalar, Playa del Carmem, Tulum). ::hãã::

Mapinha.jpg.341c7f7eee09c48e575aaf56f21c3647.jpg

A região é fascinante, os preços das passagens nem tanto... Fiz inúmeras simulações e sempre batendo a casa das 3.000 pilas! Em outubro acabei comprando os bilhetes, minha intenção era chegar e sair pela Guatemala, porém, estava mais “barato” fazer isso por Honduras.

Então, na madrugada do dia 03 de janeiro, embarquei rumo a Manaus, de onde sairia meu voo até Tegucigalpa.

 

Dia 03/01- MANAUS

 

Embarquei para Manauxx pela Azul/Trip, só não atentei para uma coisa... Uma conexão em Porto Velho (RO) de quase 4 horas. Muito escroto isso, eu caindo de sono, quebrada porque não dormi nada e tendo que esperar no aeroporto, sentada nessas cadeiras maravilhosas de tão confortáveis, é osso! ::toma:: E quando chego a Manaus (às 13:00), a minha bagagem não chegou! ::toma::

 

A moça da companhia me informou que a aeronave estava com muito peso, então tiveram que despachar alguns volumes no voo da Gol que chegaria as 14:00, se eu quisesse esperar ok, se não, deixariam no endereço que eu estivesse. Poxa, mas justo a minha malinha de 10 kg, tem gente que leva a casa nas malas e justo eu fui a sorteada? :cry:

 

Pois bem, encontrei o André França, que gentilmente me recebeu e permitiu que eu passasse o dia em sua casa. Eu morta de cansaço, mas com receio de dormir e o pessoal ir lá deixar a bagagem e eu não escutar quando chamassem. Resumo: entregaram a bagagem somente às 18:00 horas.

Por coincidência, o Ener Vaneski estava em Manaus com a namorada, marcamos em um restaurante de comida típica chamado Waku Sese. Nos encontramos, trocamos ideias e energias positivas, acompanhados de um bom tacacá (comida nortista, só os fortes conhecem)! É isso aí, a mochila nos uniu! (ou melhor, o mochileiros.com nos uniu). ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

Depois o André me deixou no aeroporto e fui comprar dólares (muito caro por sinal), comprei a R$ 2,55 reais... Viajei probrecita, pobrecita... ::prestessao::

 

Cambiei meus dólares e fiquei esperando bem ansiosa a hora de saída, mas estava tão feliz, tão realizada e fiquei pensando na vida, tomando sorvete, até que a hora tão esperada chegou! :lol:

Editado por Visitante

  • Respostas 24
  • Visualizações 10.5k
  • Criado
  • Última resposta

Usuários Mais Ativos no Tópico

Posted Images

Featured Replies

Postado
  • Membros

Que delícia de relato! Esperando a continuação ::otemo::::otemo::::otemo::

  • 4 semanas depois...
Postado
  • Autor
  • Membros

30/01 – SAN PEDRO – CHICHICASTENANGO

 

Como eu disse, esse foi o dia destinado a famosa feira de variedades de Chichicastenango, que acontece somente as quintas-feiras e domingo.

Eu esperava mesmo ver mais sobre os costumes do povo e comprar umas lembranças da Guatemala, mas acabei causando quando resolvi usar uma roupa típica guatemalteca, daqui a pouco conto esse causo! Antes de ir as compras, tomamos um delicioso café da manhã em uma lanchonete legal que não lembro o nome, um lugar muito limpo, organizado e com várias opções de combinação ao preço de 22 QTZ! ::otemo::

P1290564.JPG.e416ca1865a61ced14b8bee037cc29dc.JPG

Desde quando eu comecei a pesquisar sobre a Guatemala, as vestimentas típicas chamaram muito a minha atenção e quando vi a variedade delas fiquei mais encantada ainda! Acho lindo um povo que luta pra preservar seus traços culturais, o mais interessante é que dependendo da região, os bordados dos uypil (batas/blusas) e a forma de amarrar/tamanho da saia variam de povoado para povoado.

P1300570.JPG.6e76e78a8b676679982c31939d79a938.JPG

Desde que cheguei a feira estava procurando as roupas, mas depois chegamos em uma parte (depois da igreja) em que há muitas bancas com vestimentas. A primeira que experimentei já gostei, negociei o preço e já saí da banca com ela no corpo. Os locais ficavam olhando, eu diria que quase me fitando e isso já estava me deixando zoada, porque onde eu passava as pessoas apontavam e sorriam pra mim! :oops: E assim virei a sensação da feira, mas depois descobri que era uma roupa um pouco mais festiva, esse era um dos motivos da curiosidade. Tem muita, mas muita coisa interessante na feira, os preços são um pouco mais baixos que em Antígua, mas não era essa barateza toda que eu achava.

P1300577.JPG.737091aa1a2d6d0ff42c2f295fd32eb0.JPG

Comprei mais algumas lembrancinhas, comemos um lanche e já era hora de voltar a San Pedro. O Ran decidiu de lá mesmo já voltar para o México, pois o povoado fica um pouco longe, aí ele ia dar muitas viagens se tivesse que voltar a San Pedro e depois ir de novo. O passeio dura até às 13:00 horas, depois mais três horas no retorno a SPL. No geral acho melhor ir de Antígua mesmo, achei a viagem muito cansativa!

 

Cheguei umas 16:00 horas de volta a San Pedro, cansada e faminta. Voltei para o hotel, tomei banho e quem disse que eu conseguia amarrar a saia guatemalteca direito! Saí para comer alguma coisa, encontrei uma senhorinha que vendia laranja e pedi para ela me ajudar a amarrar a minha saia, por gentileza acabei comprando as laranjas, mais aí a véia se aproveitou e me extorquiu e ainda se não bastasse ainda disse que eu estava “muy gordita”... Ser chamada de gorda no exterior é flórida! :?::bruuu::::bruuu::

 

Fiz um lanche no Hummus (restaurante e lanchonete israelense), um kebab que tava uma delícia. Não posso deixar de dizer que fiquei impressionada com a quantidade de restaurantes israelenses na ilha, aliás, há muitos restaurantes internacionais por lá. Depois voltei para o hotel e encontrei o inglês Tom no hotel e bebemos uma cervejinha, papeamos, combinamos o passeio do dia seguinte e depois fomos para a jacuzzi. ::kiss::

 

31/01 – SAN PEDRO

 

Nesse dia fomos dar uma voltinha de caiaque pelo belo lago. O preço foi de 15 QTZ por hora (por cabeça), utilizamos um para duas pessoas. Olha fazer isso de manhã cedo é espetacular, vale muito a pena! Ficamos bem umas duas horas passeando e depois fomos caminhar mais pela ilha, até encontrar um restaurante que servisse um bom bife, já tinha um par de dias que não comia carne e tava na vontade! ::hahaha::

P1300612.JPG.fd5183278beb556518f40ab2f44b5ad5.JPG

P1300615.JPG.b12badd7a69d0e6f55015dc98ed7e5ba.JPG

Almoçamos no Dnoz, que fica ao lado do píer, dois pratos generosos de bife com uns acompanhamentos deliciosos.

Depois pegamos um barco para conhecer Panajachel e eu procurar uma bolsa ou mochila grande, porque na farra de troca de chicken bus na ida a San Pedro, minha bolsa rasgou e não tinha jeito para arrumar.

P1310623.JPG.0058d7e6f165fc00ffcd3733a6ae0dc6.JPG

Esse povoado é muito bonito e organizado, há muitos hostels e restaurantes legais. Caminhamos bastante pela rua principal, cheia de banquinhas com camisas e souvenirs. Comprei uma camisa da seleção da Guatemala de presente pro meu pai (nem sabia que lá tinha uma seleção nacional) e outras besteirinhas. Depois caminhamos por um calçadão muito bonito, tiramos umas fotos e curtimos o finalzinho de tarde. ::love::::love::::love::

Retornamos já tarde para San Pedro, mais quebrados que arroz de quinta de tanto cansaço. Jantamos pelo hotel mesmo e capotamos!

P1310632.JPG.db7de8bf778774f837e0de84a97bb588.JPG

 

01/02 – VOLTA PARA CIUDAD DE GUATEMALA

 

Eu já tinha deixado toda a mala arrumada, então nesse dia fui fazer meu último passeio pelo povoado e tirar algumas fotos. Andar no entorno do lago nunca é um programa chato, a beleza da região compensa tudo. Meu transfer tava marcado para às 13:00 horas rumo a Ciudad de Guatemala. Então foi só voltar, tomar banho, trocar de roupa e despedir do bofe! :cry:

Esse dia inteiro foi de viagem, primeiro a Antígua, onde peguei o outro transfer a Guate City. Lá pernoitei em um hotel bacaninha chamado Los Volcanes, bem pertinho do aeroporto e com traslado até lá incluso. A reserva nesse hotel foi uma gentileza que a atendente do hotel onde fiquei em San Pedro fez! A essa altura eu já tava com o coração mega apertado porque essa super trip estava nos seus momentos finais, com saudades de tudo e curtindo até os últimos momentos. Fui atrás de algum bar para assistir o UFC mas acho que a galera lá não curte muito isso, comprei uns tacos para jantar e uma lata dupla de Gallo pra me despedir da Guatemala e das minhas super férias! Ah e claro, pra fechar, nesse dias umas várias vezes puxaram conversa comigo sobre a Copa do Mundo pra variar e o no táxi tocou Michel Teló (é de lascar!) ::vapapu::

Apesar da saudade e daquele desejo que tudo retorne ao primeiro dia, fui dormir feliz, pois a minha sensação era de total felicidade por ter conseguido realizar mais esse sonho!

 

Ah, e como na Guatemala tava tudo tão bom, acabei esticando minha estada por lá e cortei Copan do roteiro, tenho certeza que vou ter outra oportunidade de ir lá! Mas mochilão é assim, o grande presente é o inesperado, é a surpresa, aquilo que te faz sentir a pessoa mais feliz do mundo, por isso eu amo viver isso tudo! ::love::

 

02/02 – CIUDAD DE GUATEMALA – TEGUCIGALPA- PANAMÁ CITY

 

Acordei umas cinco da madruga e meu transfer para o aeroporto já estava esperando. Fiquei impressionada com a organização do aeroporto de GC, grande, moderno e com ótimo atendimento. O avião saiu pontualmente, às 7:00. Houve uma conexão em San Salvador e mais ou menos às 10:00 eu estava em Tegu para pegar o vôo para Panamá City, onde eu fiz um stop over de 23 horas.

 

Cheguei moída a Panamá City e como se não bastasse, enfrentei quase duas horas na fila da imigração! :shock: Deixei a mala maior no locker pago, retirei só o que ia precisar e quando saí já estava escuro, nem tive muitas forças pra negociar o táxi, paguei 25 USD até o Casco Viejo onde ia ficar hospedada.

No caminho (que é bemm longe) bati um papo legal com o taxista, ele foi me mostrando alguns pontos turísticos da cidade e falando um pouquinho de história.

Fiquei no Lunas Castle hostel, bem pertinho do famoso Mercado de Mariscos. Quando vi, pensei em me acomodar, tomar um banho e jantar o ceviche baratíssimo de lá, mas quando cheguei e deitei na caminha macia não quis mais levantar! Ainda troquei algumas palavras com um colombiano que estavam por lá e desabei! Acordei uma hora da madrugada, mas quando olhei o relógio, preferi voltar a dormir!

 

03/02 – PANAMÁ CITY – MANAUS

 

Depois de todo o estresse e cansaço, tive uma noite de sono muito boa. Meus planos pra esse dia era dar uma voltinha no causeway, no Casco Viejo e ir ao Albrook Mall comprar uma mochila de roda.

Dei uma caminhadinha no entorno do mercado de mariscos, uma região muito linda e com muita gente se exercitando. Como não ia ter muito tempo, resolvi cortar a ida ao causeway e seguir pro shopping.

P2020662.JPG.3eb2e7c3eaa54c1c7e1425c451955f4d.JPG

P2020680.JPG.8cb09305930b44653151bf7dcce1d0ef.JPG

Peguei um taxi (5 USD) e o taxista falava um pouquinho de português, porque atendia sempre os brasileiros que moram lá, como o shopping só abre as 10:00, me deixou em uma área que tem um supermercado com uma cafeteria dentro.

P2020681.JPG.76da2edda276c84525d310b7d3a32ae7.JPG

Quando abriu, fui correndo procurar pela mochila e encontrei uma a 47 USD (aqui não compro uma dessas por menos de trezentas pilas). Experimentei alguns tênis, vi alguns perfumes e só, tive que seguir para o aeroporto pegar meu voo.

 

E depois de algumas longas horas, cheguei a Manaus, onde dormi e de manhã cedo embarquei a Rio Branco de volta, cheia de saudades e fazendo mil planos para as próximas férias!

Pode parecer clichê mochileiro, mas voltei amando mais a vida, mas tolerante, mais paciente, mais disposta a me "desarmar" e me colocar mais no lugar do outro, menos egoísta e mais humilde, afinal, o que temos mesmo nessa vida a não ser nossas experiências?

 

A América Central foi deslumbrante, foi mágico ver pessoas que lutam para preservar suas raízes, quando ouvi pessoas dos povoados falando língua protomaia por um momento me senti no passado e vi que apesar do processo violento de colonização pelo qual passaram a luta continua, a luta contra a miséria, contra o imperialismo, contra o preconceito, enfim, esses são os verdadeiros guerreiros maias! Eu amei mesmo a AC, espero que tenha conseguido passar um pouco para vocês sobre essa mega experiência!

 

Bom foi isso, espero que esse relato possa ajudar quem queira conhecer esse pedaço de paraíso chamado América Central!

Qualquer dúvida é só deixar um recadinho, terei muito gosto em responder!

  • 1 mês depois...
Postado
  • Membros

Uau...guardando o link pra ler com calma.

farei america central agora em maio.

ta punk montar o roteiro muita coisa pra 30 dias e dinheiro entao.

obrigada

  • 5 semanas depois...

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Account

Navigation

Pesquisar

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.