Use o menu Tags para buscar informações sobre destinos! - Clique aqui e confira outras mudanças!

Ir para conteúdo
fabiano_cwb

Tailândia, Malásia, Cingapura + Austrália em 19 dias - Março/2014

Posts Recomendados

Pessoal

 

Segue meu relato da viagem ao Sudeste da Ásia (Tailândia, Malásia e Cingapura) e Austrália em Março de 2014.

 

Página 1 - Sudeste da Ásia (Tailândia, Malásia e Cingapura)

Página 2 - Austrália (Sydney e Melbourne)

 

Esta é a minha segunda viagem ao Sudeste Asiático. Estive nessa região em março de 2013 e visitei o Vietnã (Hanoi, Hoi An, Hue e Ho Chi Minh), Camboja (Phnom Penh e Siem Reap), Laos (Luang Prabang e Vientiane) e Tailândia (Bangkok), inclusive tem um relato dessa viagem aqui no Mochileiros.com. Gostei tanto do Sudeste Asiático que quando apareceu a primeira promoção de passagens aéreas não tive dúvida e acabei comprando um bilhete para conhecer outros lugares dessa região.

 

No caso foi uma promoção global da Qatar Airways, com desconto de 25% para vários destinos a partir de São Paulo. Fiz uma simulação no site da empresa aérea e o preço da passagem com ida para Bangkok e retorno por Melbourne era o mesmo que uma passagem de ida e volta para Bangkok. Os trechos entre os países fiz com a Air Asia (empresa low cost com base em Kuala Lumpur).

 

Em relação à hospedagem, optei por ficar em hotéis e guesthouses na Tailândia e na Malásia. Já em Cingapura e na Austrália acabei ficando em albergues.

 

mapa_viagem_2014.JPG.c1daa7b7219d35b19ab5142615a493a8.JPG

 

Roteiro:

 

27/02/2014 – Dia 01 – Curitiba – São Paulo

28/02/2014 – Dia 02 – São Paulo (conexão) – Doha

01/03/2014 – Dia 03 – Doha (conexão) – Bangkok (conexão) - Phuket

02/03/2014 – Dia 04 – Phuket – Koh Phi Phi

03/03/2014 – Dia 05 – Koh Phi Phi – Ao Nang

04/03/2014 – Dia 06 – Ao Nang

05/03/2014 – Dia 07 – Ao Nang

06/03/2014 – Dia 08 – Ao Nang – Koh Lipe

07/03/2014 – Dia 09 – Koh Lipe - Langkawi

08/03/2014 – Dia 10 – Langkawi – Kuala Lumpur

09/03/2014 – Dia 11 – Kuala Lumpur - Cingapura

10/03/2014 – Dia 12 – Cingapura

11/03/2014 – Dia 13 – Cingapura – Kuala Lumpur (conexão) – Sydney

12/03/2014 – Dia 14 – Sydney

13/03/2014 – Dia 15 – Sydney

14/03/2014 – Dia 16 – Sydney – Melbourne

15/03/2014 – Dia 17 – Melbourne

16/03/2014 – Dia 18 – Melbourne – Doha

17/03/2014 – Dia 19 – Doha (conexão) – São Paulo (conexão) – Curitiba

 

 

Gastos aproximados:

 

Somente Sudeste Asiático:

Pré-viagem (seguro) - USD 98

Passagens (voos, ferries) - USD 1.655

Hospedagem (hotéis e albergues) - USD 532

Passeios (tours, traslados) - USD 285

Alimentação (café, almoço, jantar, lanches) - USD 254

Pós-viagem (IOF, despesas financeiras) - USD 187

Total: USD 3.011

 

Sudeste Asiático + Austrália:

Pré-viagem (visto, seguro) - USD 214

Passagens (voos, ferries) - USD 2.067

Hospedagem (hotéis e albergues) - USD 720

Passeios (tours, traslados) - USD 790

Alimentação (café, almoço, jantar, lanches) - USD 407

Pós-viagem (IOF, despesas financeiras) - USD 292

Total : USD 4.491

 

 

Cotações aproximadas em 01/03/2014:

 

- USD 1 = BRL 2,50 (real brasileiro)

- USD 1 = QAR 3,65 (rial do Qatar)

- USD 1 = THB 33 (baht tailandês)

- USD 1 = MYR 3,33 (ringgit malaio)

- USD 1 = SGD 1,27 (dólar de Cingapura)

- USD 1 = AUD 1,12 (dólar australiano)

 

 

Despesas pré-viagem e vistos:

 

- Seguro-viagem: USD 98 (GTA – 20 dias)

- Visto Austrália: AUD 130 (aprox. USD 117)

 

 

Passagens aéreas e ferries:

 

- 27/02/2014 – Voo Curitiba (CWB) a São Paulo (GRU) - GOL – USD 39 (site da GOL)

- 28/02/2014 – Voo São Paulo (GRU) a Bangkok BKK – com conexão em Doha (DOH)

- 16/03/2014 – Voo Melbourne (MEL) a São Paulo (GRU) – com conexão em Doha (DOH) - Qatar Airways – USD 1.343 (site da Qatar Airways)

- 01/03/2014 – Voo Bangkok (BKK) a Phuket (HKT) - Bangkok Airways – USD 85 (site Bangkok Airways)

- 02/03/2014 – Ferry Phuket a Koh Phi Phi - Ferry Phuket – USD 16 (compra via Absolute Guesthouse)

- 03/03/2014 – Ferry Koh Phi Phi a Ao Nang - Ferry Phuket – USD 16 (site Ferry Phuket)

- 06/03/2014 – Combo Shuttle + Ferry Ao Nang a Koh Lipe - Tigerline – USD 31 (site Tigerline)

- 07/03/2014 – Speed Boat Koh Lipe a Langkawi - Tigerline – USD 39 (site Tigerline)

- 08/03/2014 – Voo Langkawi (LGK) a Kuala Lumpur (KUL) - Air Asia – USD 41 (site Air Asia)

- 09/03/2014 – Voo Kuala Lumpur (KUL) a Cingapura (SIN) - Air Asia – USD 44 (site Air Asia)

- 11/03/2014 – Voo Cingapura (SIN) a Sydney (SYD) – com conexão em Kuala Lumpur (KUL) - Air Asia – USD 245 (site Air Asia)

- 14/03/2014 – Voo Sydney (SYD) a Melbourne (MEL) - Tiger Airways – USD 91 (site Tiger Airways)

 

 

Hospedagem:

 

- Phuket / Tailândia

Absolute Guesthouse Patong Beach - 01 noite - quarto privativo (deluxe room) - USD 30 (site Absolute Guesthouse)

- Koh Phi Phi / Tailândia

Phi Phi Andaman Legacy Resort - 01 noite - quarto privativo (standard bungalow) - USD 73 (site booking.com)

- Ao Nang / Tailândia

The Dream Garden - 03 noites – quarto privativo (standard twim room) – USD 119 (site booking.com)

- Koh Lipe / Tailândia

The Box Lipe Resort - 01 noite – quarto privativo (standard double room) – USD 44 (site booking.com)

- Langkawi / Malásia

Malibest Resort - 01 noite – quarto privativo (standard brick family room) – USD 43 (site booking.com)

- Kuala Lumpur / Malásia

Renaissance Kuala Lumpur Hotel - 01 noite – quarto privativo (superior twin tower 1 king bed east wing) – USD 151 (site Marriot Hotels)

- Cingapura

5footway.inn Project Boat Quay - 02 noites – quarto compartilhado (single bed in superior quadruple room) – USD 71 (site booking.com)

- Sydney / Austrália

Sydney Harbour YHA - 02 noites – quarto compartilhado (1 bed in 4-bedded dorm ensuite) – USD 99

- Melbourne / Austrália

Melbourne Central YHA - 02 noites – quarto compartilhado (1 bed in 4-bedded dorm) – USD 89

 

 

Passeios:

 

- Koh Phi Phi / Tailândia

Longtail boat private 6 horas – USD 91

- Ao Nang / Tailândia

Hong Island Tour shared – USD 21

Four Islands Tour shared – USD 12

Railay Beach – USD 9

- Langkawi / Malásia

Island Hopping Tour shared – USD 9

- Kuala Lumpur / Malásia

Petronas Twin Towers – USD 24

Menara KL Tower – USD 30

- Cingapura

Singapore Flyer – USD 26

- Sydney / Austrália

Bridge Climb – USD 177

Sydney Opera House Tour – USD 32

Ecohopper Sightseeing – USD 36

- Melbourne / Austrália

Great Ocean Road Tour shared – USD 90

Eureka Skyview – USD 17

Formula 1 Australian Grand Prix – USD 84

 

 

Alimentação:

 

Esse item é bem variável, depende de cada pessoa. No meu caso, o gasto médio diário foi de USD 23 nos países do Sudeste Asiático e USD 30 na Austrália.

 

 

Despesas pós-viagem:

 

Basicamente são as despesas financeiras lançadas na fatura do cartão de crédito (taxas dos saques nos ATM’s, taxas de pagamentos via PayPal e IOF)

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 01 – Curitiba – São Paulo

 

Nesse dia trabalhei até 15:30h. Saí correndo do trabalho, passei em casa para pegar a mochila e depois fui para o aeroporto. O trajeto entre o centro de Curitiba e o Aeroporto Afonso Pena (CWB) estava em obras devido à Copa do Mundo 2014, ou seja, um caos. O que normalmente demora uns 30 minutos pode levar quase uma hora, dependendo do horário do dia e das obras que estão sendo executadas ao longo do caminho. E nesse dia fui premiado com uma greve dos motoristas e cobradores dos ônibus do transporte coletivo. O trânsito estava caótico e levei mais de uma hora para chegar ao aeroporto. Por isso é sempre bom sair de casa com alguma antecedência para evitar algum imprevisto no caminho.

 

Às 18:40h fui no balcão da GOL despachar a mochila (já tinha feito o check in online). A passagem aérea do trecho CWB-GRU comprei separadamente, pois a promoção da Qatar era somente para voos partindo de São Paulo. Então a mochila foi despachada até São Paulo e lá tive que despachar novamente na hora de fazer o check in do trecho internacional com a Qatar. Depois fui para a sala de embarque aguardar o voo, marcado para sair às 21:03h de Curitiba.

 

O voo saiu quase no horário. Após uns 40 minutos o comandante avisou que o pátio de aeronaves em Guarulhos estava lotado (!) e daí o avião tinha que ficar um tempo sobrevoando São Paulo. Esse voo geralmente demora uns 50 minutos, mas essa viagem demorou quase 2 horas! E depois para pegar a mochila na esteira em Guarulhos foram mais uns 20 minutos de espera...

 

Daí fui direto no balcão da Qatar. O voo saía às 03:15h da madrugada, mas o check in já estava aberto e tinha fila, com muitos grupos de chineses e indianos. Na entrada da fila, um atendente confere o passaporte e o visto (na caso do bilhete com retorno pela Austrália).

 

Quando chegou a minha vez, a atendente disse que estava procurando voluntários para mudar de voo, sendo que a companhia estava pagando cerca USD 250 e ainda poderia ganhar upgrade para a classe executiva para viajar no dia seguinte. A proposta era tentadora (a classe executiva da Qatar foi eleita várias vezes como a melhor do mundo). Mas como eu não tinha flexibilidade de horário (pois tinha uma conexão para Phuket com outra companhia aérea no dia seguinte) viajei nesse voo mesmo, no aperto da classe econômica, num voo com duração de quase 14 horas...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 02 – São Paulo – Doha

 

Lá por 01:00h fui para a sala de embarque, com todos os procedimentos de praxe (inspeção do raio-x, Polícia Federal, duty free, etc.)

 

O voo saiu no horário (03:15h). Logo em seguida foi servido o café da manhã e um pouco antes de chegar em Doha foi servido o jantar.

 

DSC08259.JPG.dfdc9911c83b2fa2649a8874e7933c3b.JPG

Entre as refeições, os comissários de bordo passam oferecendo bebidas (água, sucos) e snacks (barras de cereais, chocolates, sanduíches, frutas, sorvetes). O sistema de entretenimento também tinha várias opções, incluindo filmes que estavam passando nos cinemas (mas sem legenda em português).

 

O voo chegou em Doha às 22:30h (horário local). O fuso horário é adiantado 6 horas em relação ao Brasil (onde ainda eram 16:30h). O novo terminal ainda não estava pronto e o atual não tem fingers, então o desembarque foi remoto.

 

DSC08261.JPG.cca98176eb860838c34aac9493d1fa4f.JPG

O meu voo de conexão para Bangkok só saía na manhã do dia seguinte. Havia um voo com conexão imediata, mas o preço da passagem encarecia consideravelmente. Até considerei a hipótese de pegar um visto para pernoitar num hotel em Doha, mas era muito empenho pra ficar pouco tempo na cidade. O jeito foi ficar enrolando no aeroporto até a chamada para o embarque.

 

Dentro do aeroporto há o Oryx Lounge, que é grátis para os passageiros da classe executiva. Para os demais passageiros, é cobrada uma taxa de aproximadamente USD 40 pela permanência de até 6 horas. No lounge existem algumas mesas e sofás, além de um buffet com lanches e bebidas (não alcoólicas) à vontade. Acabei nem ficando nesse lounge, pois não tinha nenhuma poltrona livre (a ideia era ficar lá pra tirar um cochilo).

 

DSC08263.JPG.3713f29fc7dfa13f2103f2bbc3a3fdeb.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 03 – Doha – Bangkok – Phuket

 

Já amanhecendo, fui para o portão de embarque aguardar o voo da Qatar para Bangkok (o destino final desse voo era Hanói). O embarque também é remoto, o ônibus faz uma longa volta pela pista até chegar ao avião.

 

DSC08287.JPG.9149f2f78c7848f19cc58fffdb047f40.JPG

O voo também saiu no horário (08:35h). Foi servido o café da manhã e depois um lanche (pizza e bolo de banana).

 

DSC08312.JPG.6abed293d597d1ea937e4437f1ebd464.JPG

A duração desse voo é de 6 horas, mas devido à diferença do fuso horário de 4 horas, cheguei em Bangkok às 18:35h (horário local).

 

DSC08329.JPG.42e7120a5a55c713b1d578345ffbe22d.JPG

Antes de ir carimbar o passaporte na imigração, brasileiros precisam carimbar o formulário de arrival/departure (que é entregue para preenchimento durante o voo) no guichê do “Health Control”, que fica bem antes dos guichês do controle de passaporte.

 

DSC08321.JPG.069f502d3d829c735fe7081d19791afc.JPG

No Health Control foi bem rápido, mas a fila do controle da imigração demorou quase 45 minutos! Fui pegar a minha mala na esteira quase 1 hora depois que o avião aterrissou...

 

DSC08339.JPG.a2ace3c91ba25475e7986cee9842425f.JPG

Depois fui direto para o pavimento superior fazer o check in no balcão da Bangkok Airways, do voo doméstico para Phuket. O check in foi bem rápido, não tinha ninguém na fila.

 

DSC08343.JPG.1687898009496332e5e6e9513d1bbdfb.JPG

Aproveitei para sacar alguns baths (THB) num ATM antes de ir para a sala de embarque.

 

DSC08345.JPG.a65ebb88e18a7bcd40f6b457baf673aa.JPG

Como não estava com muita fome, passei na praça de alimentação e acabei tomando apenas um fruit shake (THB 150) e um pacote de castanhas de caju (THB 55), enquanto verificava alguns e-mails. O aeroporto de Bangkok disponibiliza wi-fi grátis, mas é preciso passar num dos balcões de informação e retirar um envelope com uma senha.

 

DSC08366.JPG.4657feb956aeef7ff973529926136089.JPG

DSC08368.JPG.87a419fc5e70a4b7dfcf18a04d73a901.JPG

DSC08369.JPG.62049f186b90be3cb222f0ba71833598.JPG

O embarque começou às 21:20h (também remoto). O voo para Phuket (HKT) saiu no horário previsto (22:15h). Nesse voo foi servido um lanche rápido, com penne, pão, presunto, suco e bolo de chocolate, além de chá e café.

 

DSC08379.JPG.7567da21addf83c8a28aad64821d99ad.JPG

Cheguei no aeroporto de Phuket às 23:25h. Na saída do desembarque, no local informado pelo Absolute Guesthouse, já estava o motorista que faria o traslado até a guesthouse localizada na praia de Patong, que fica a uns 40 minutos do aeroporto.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 04 – Phuket – Koh Phi Phi

 

Cheguei na guesthouse quase 1:00h da madrugada. O Glenn (inglês dono da guesthouse) estava me aguardando na recepção. Depois me mostrou o quarto, ar condicionado, cofre, wi-fi, etc. e me entregou o voucher do ferry para Koh Phi Phi (que eu também tinha pedido junto com a reserva da hospedagem). Como eu estava podre de cansado da viagem, só queria tomar um banho e depois cair na cama!

 

DSC08391.JPG.d8f340793b5bd633e2afd9024059b057.JPG

Na guesthouse não tinha café da manhã, mas perto há vários restaurantes que oferecem o serviço (continental breakfast, English breakfast, Swedish breakfast, etc.), além de lojas de conveniência (7 Eleven, Family Mart).

 

DSC08420.JPG.6be615e1ba2ec17bb05dc523c00271d3.JPG

Depois que acordei, fui caminhar até a praia de Patong, que fica a uns 15 minutos desde a guesthouse. No caminho havia vários bares, mas que estavam fechados por se tratar de um domingo de manhã.

 

DSC08443.JPG.cea0b2991304b8c44e8fbbdb8ba00bf4.JPG

Perto da praia havia alguns restaurantes abertos e acabei tomando o café da manhã por lá mesmo (THB 165).

 

DSC08488.JPG.6aee654c94d4d48d853254fcc6f6bcba.JPG

Na volta para a guesthouse, passei na loja do Hard Rock Café para comprar um shot glass para a minha coleção. É um dos únicos tipos de souvenir que compro durante a viagem, além de ímãs de geladeira.

 

DSC08522.JPG.48edae119afd81df343dc99eb2dcb2ea.JPG

A praia de Patong tem boa infraestrutura e digamos assim, é bem urbanizada.

 

DSC08479.JPG.fe1b8107b8aac15adfd8d51242fb271e.JPG

Fiz o check out meio-dia e fiquei esperando na recepção a van que me levaria até o píer.

 

O motorista passou em outros hotéis para pegar mais 6 passageiros, sendo que chegamos no Rassada Píer às 13:00h. Lá tem que entrar na fila do balcão da empresa de ferry Phi Phi Cruiser e apresentar o voucher. Em troca, eles dão um ticket para entregar na entrada do ferry e também um adesivo colorido para colocar na camisa.

 

DSC08552.JPG.92d20e26870064ee8de94d03f968ee57.JPG

Esse sistema de adesivos é extremamente prático e utilizado em toda a Tailândia. De acordo com a cor do adesivo, os guias sabem qual é o destino final ou qual o grupo do tour pertence o cidadão.

 

Comprei uma caixa de manga cortada em pedaços (THB 100) pra comer durante a viagem, já que não tinha almoçado (mas como tomei o café da manhã meio tarde não estava com muita fome).

 

DSC08560.JPG.3fb65ad9c053ac318e763f3276764933.JPG

O ferry estava cheio, não tinha lugar no deck externo nem no nível superior.

 

DSC08556.JPG.02ea0bda50266fb09d74c7bbdf442ce4.JPG

Acabei indo no piso inferior, que também estava bem cheio.

 

DSC08557.JPG.380b9895aa186d17854bbcbd85220e66.JPG

O ferry saiu às 13:45h e chegou em Koh Phi Phi Don às 15:30h.

 

DSC08575.JPG.ba3d2d8306e1c4e958881a3eb4b07d87.JPG

Já na saída do píer, precisa pagar uma taxa de visitação de THB 20 para manutenção da ilha.

 

DSC08562.JPG.b1a6726e2538c4b1ed8b84fa0b224137.JPG

Também na saída píer fica o pessoal dos hotéis com as plaquinhas com o nome dos estabelecimentos. É só procurar o nome do hotel, daí o pessoal já tem a lista com as reservas dos hóspedes.

 

DSC08572.JPG.9a9a29605a428fd4ecc829c7fc3d451c.JPG

Esse pessoal também leva as malas até os hotéis num carrinho de mão improvisado, já que não há carros em Koh Phi Phi Don.

 

DSC08582.JPG.e6d87733c8add34f02f47eeeccd7001c.JPG

Cheguei no Andaman Legacy Resort às 16:00h. Fiz o check in e paguei a diária (THB 2400, somente em cash).

 

DSC08602.JPG.bf1bab6f5c2f60b845f02add8f87b3c4.JPG

O meu bangalô ficava bem na frente do jardim com acesso à piscina.

 

DSC08584.JPG.81bdb63b0f74ac63777618e483aad55b.JPG

DSC08591.JPG.9cf8ab2700063bb0ca9c042d1ff0b057.JPG

DSC08655.JPG.121ee9d61c3442703c50c4b67b0bc2d4.JPG

Como cheguei tarde em Koh Phi Phi, já não havia mais passeios compartilhados para Koh Phi Phi Ley (onde fica Maya Bay). Procurei em várias agências, mas se eu fosse num tour compartilhado teria somente para o dia seguinte no período da manhã. O outro tour compartilhado que eu queria fazer era para Bamboo Island, só que também seria no mesmo horário ou no período da tarde (quando eu já não estaria mais em Koh Phi Phi), daí eu teria que escolher entre um ou outro.

 

DSC08604.JPG.1fde06bb7d46bb921056a1011ec51313.JPG

DSC08605.JPG.77bdd2c23d3145df5d44e40e7fde1d70.JPG

Fui até o local onde ficam os barqueiros com os longtails boats e fui abordado por um dos barqueiros. Ele mostrou a tabela de preços e perguntei pra ele se tinha como fazer os 2 passeios em 6 horas (nas agências tinha esse passeio, mas que durava o dia inteiro).

 

DSC08606.JPG.8c0e3378c30d356b0b884f7675e0356b.JPG

Ele disse que dava pra fazer, mas não teria muito tempo pra fazer snorkelling (isso era o de menos!). Fechei o longtail só pra mim por THB 3000 (esse é o preço mínimo, para duas pessoas). Deixei THB 300 como depósito e combinei com ele para sairmos bem cedo no dia seguinte, às 8:00h no mesmo local, com retorno até às 14:00h.

 

DSC08610.JPG.e038d30528211fd126bbd5c67c314460.JPG

Resolvido o passeio para o dia seguinte, fui até o Viewpoint para ver o pôr-do-sol. Acabei pegando a trilha mais longa por engano (até achei estranho porque quase não encontrei turistas no caminho). É uma subida cansativa, mas a vista compensa o esforço!

 

DSC08629.JPG.d2f51abac0faf96ada640cc202363e68.JPG

Depois do sunset, voltei para o hotel (desta vez pela trilha certa) e fui aproveitar a piscina do hotel. A trilha cansou um pouco e como eu estava um bagaço, fui fazer back e foot massage (THB 400, duração 1 hora) num dos vários estabelecimentos da rua perto do hotel.

 

Depois de colocar o esqueleto no lugar, fui jantar num restaurante também perto do hotel. Pedi o primeiro pad thai da viagem (THB 80) acompanhado de cerveja Chang (THB 60). Depois tomei um fruit shake de manga (THB 50) numa barraca de rua.

 

DSC08650.JPG.744628557df60052f7d1a44fc13e7262.JPG

Antes de voltar para o hotel passei num mercadinho para comprar água, suco e biscoitos para levar no passeio do dia seguinte.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 05 – Koh Phi Phi – Ao Nang

 

Acordei 06:40h, arrumei a mochila e fui tomar o café da manhã (incluso na diária).

 

DSC08661.JPG.2d239e9106cd47a55f3f44abb4751c42.JPG

Depois fiz o check out e deixei a mochila no luggage storage do hotel. Daí fui até o local combinado com o Yaree (nome do barqueiro) para fazer o passeio de longtail boat. Paguei o restante (THB 2700) e aluguei "fins" (nadadeiras) numa loja ali perto. O Yaree tinha snorkel e mascára no barco para emprestar, mas eu tinha levado o meu do Brasil.

 

DSC08670.JPG.0aa3d34e4ea2dfd6a89cdb48dbb06d5f.JPG

Saímos pontualmente às 08:00h do píer (essa é uma das vantagens de viajar sozinho, não precisa ficar esperando os atrasadinhos). O Yaree também levou a esposa no passeio para fazer companhia pra ele no barco enquanto eu fazia snorkelling ou ficava andando nas praias das ilhas.

 

DSC08686.JPG.8774a1b11b38afcdd6ae50eb4d4cacc7.JPG

Saindo de Koh Phi Phi Don em direção a Koh Phi Phi Ley, a primeira parada é num ponto para fazer snorkelling, num local onde às vezes “aparecem alguns tubarões (?)”. Eu já não sei nadar direito e ele fala que naquele horário poderiam aparecer alguns “peixões”; isso me deixou um pouco apreensivo, mas depois que caí na água essa preocupação deixou de existir, tamanha é a beleza dos peixes e corais de Koh Phi Phi Ley.

 

DSC08698.JPG.9457be8834f89645e462e7350c98c1d3.JPG

Próxima parada foi em Pileh Bay, visual animal!

 

DSC08719.JPG.702152a220c07f5dc91f49be452204b2.JPG

DSC08760.JPG.675476472feda1f49251f04cb70d06e3.JPG

Em seguida fomos em direção à principal atração da região, Maya Bay! Essa praia ficou famosa depois do filme “A Praia” com o Leonardo DiCaprio. A praia estava cheia, estávamos com dificuldade até para achar um lugar para “estacionar” o longtail boat. Um detalhe importante é que tem que ir quando for maré alta (high tide), senão fica uma extensa faixa de pedra e areia, bem diferente do cenário de cartão postal.

 

DSC08810.JPG.0727cd191c1809b3aad018c53b33186b.JPG

DSC08814.JPG.aba0ef37eec0b53726a64634bb6019aa.JPG

DSC08846.JPG.b0711b00a6391db5554b3b611a0b90b2.JPG

DSC08858.JPG.c7ce2e4ffef7a734622909b7c007f524.JPG

DSC08905.JPG.ef45f28838af01cb1eb74b7ce16f345c.JPG

Ainda em Maya Bay, há uma trilha que leva até outro lado da ilha (Loh Sa Ma).

 

DSC08989.JPG.cec5062993af146060d0949977839a77.JPG

DSC08991.JPG.8984b7b8fd1011547fe5ce45ba91326e.JPG

DSC08996.JPG.a455acacfc9757914223c70507922dab.JPG

Fiquei em Maya Bay por aproximadamente uma hora. Depois seguimos para Monkey Island.

 

DSC09013.JPG.8ec7f6942f556cc731479e25b6f0995f.JPG

DSC09028.JPG.ad401ba7437b8cfbf99fa182078adb1a.JPG

Chegando em Monkey Island, vários macacos se aproximam das pessoas na praia à procura de comida (e bebida!).

 

DSC09037.JPG.b3388ac526373e3a0f3dc98d22ca87a0.JPG

DSC09051.JPG.34f469419c54ee3ac6f9b16ced2d3ccf.JPG

Alguns são bem desinibidos...

 

DSC09056.JPG.99e57a0a3a6fc92d4af97488e2fc041c.JPG

A parada em Monkey Island foi bem rápida, até porque os macacos podem se tornar agressivos...

 

DSC09070.JPG.ecef3f91e75f630477d719cb1976eb2d.JPG

DSC09058.JPG.777ff8293d00c2e88f4c5944f127903a.JPG

Alguns minutos dali, paradinha em Mosquito Island, um lugar ideal para snorkelling.

 

DSC09128.JPG.68e52f55877bb42504ce2356da7ef1d9.JPG

DSC09137.JPG.14265952435d5ed3648cca0128827ab0.JPG

Depois do snorkelling, seguimos para Bamboo Island.

 

DSC09159.JPG.93748c78a4ba08f04962de1a869f6995.JPG

Sem palavras pra descrever o local, só estando lá mesmo!

 

DSC09181.JPG.03a51837841bfbc7646d290c187f39be.JPG

DSC09206.JPG.7bda1b858047a3f3df309309e85f5888.JPG

DSC09224.JPG.fa3f3729790a4aeb88286c0713969f08.JPG

DSC09240.JPG.7afb272c821ecd115da78776077c84f0.JPG

Ficamos lá até 13h, quando regressamos para o píer em Koh Phi Phi Don.

 

DSC09256.JPG.990b7aff5f659f8992e2ac1b1c904e31.JPG

DSC09259.JPG.90a4c9eb0c9a2ed9f055b9d4155913bf.JPG

DSC09269.JPG.18f6223e49537cb9bf1fd66eaa1c40bb.JPG

Chegando lá, fui almoçar num restaurante que era no caminho para o hotel. Pedi um green curry com arroz e um fruit shake (THB 270).

 

DSC09287.JPG.950e2f79332d19c98e97c13dd1816be8.JPG

DSC09290.JPG.2815a5e4510bf5c986fb3da29cf38cbd.JPG

Passei no hotel pra buscar a mochila e voltei para o pier para pegar o ferry para Ao Nang.

 

DSC09292.JPG.16c84ed55ab8fa55dd84bb9aae0a7703.JPG

O ferry para primeiro em Railay Beach. Lá não tem píer, os longtail boats se aproximam do ferry e o pessoal desce com as malas. Pra descer em Ao Nang também tem que fazer os mesmos malabarismos...

 

DSC09312.JPG.c6c25dce9bf180183d4a5d97f98b05b1.JPG

DSC09334.JPG.864eba1784876658c865891847ead448.JPG

DSC09335.JPG.385944580ff31e5d697fe74fb2116c1f.JPG

DSC09338.JPG.1306a54c7858dd9e1edb19c63c9ea345.JPG

O longtail boat deixa os passageiros num braço de mar e de lá há o transporte para os hotéis num caminhão tipo pau de arara.

 

DSC09340.JPG.0f21f34b6d36ee000483c709f7b47aac.JPG

Em Ao Nang me hospedei no The Dream Garden. É um tipo de guesthouse “boutique”, com excelente localização e atendimento, ótima relação custo-benefício, recomendo!

 

DSC09358.JPG.555e01535a2a8e01299e6e6044f63203.JPG

DSC09344.JPG.40323c654f3cead697d2674d8c9b2b3d.JPG

No The Dream Garden também funciona uma agência de turismo. Reservei com eles os passeios para Hong Island (THB 700) e o 4 Islands Tour (THB 400), de longtail boat.

 

DSC09357.JPG.c8e998801c928483d38186ad66f941f9.JPG

À noite, fui caminhar no centrinho de Ao Nang. Tem muitas lojinhas, bares, restaurantes, spas.

 

DSC09361.JPG.cd8413adde264da4f9d0cea92d7dbe32.JPG

Jantei um pad thai com uma cerveja local (THB 240) e depois de um dia agitado fui fazer foot massage num dos inúmeros estabelecimentos de Ao Nang (THB 250).

 

DSC09368.JPG.558759ce7e40841eb0d68e495f17a9c9.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 06 – Ao Nang

 

No The Dream Garden não tem café da manhã, mas isso não era problema já que na frente tem um McDonald’s e uma Starbucks.

 

DSC09566.JPG.81daf76b6886dc07115c954c22b3cb1b.JPG

O café da manhã foi no Mac mesmo, tomei um McCafé com um sanduíche (THB 155) e depois voltei para o Dream Garden esperar o transporte para o tour p/ Hong Island, que saiu às 8:30h com a empresa Krabi Kingdom Travel. A recepcionista do The Dream Garden também ofereceu uma toalha de praia para levar nos passeios.

 

O tour é num longtail boat com mais umas 20 pessoas. Saindo de Ao Nang, a primeira parada é em Daeng Island para snorkelling.

 

DSC09379.JPG.f4ec89ad0b41ff47080ce4b4591a3acd.JPG

Próxima parada é em Paradise Island, onde há uma praia de areia branca e águas mornas e transparentes, perfeita para nadar ou mesmo não fazer nada.

 

DSC09397.JPG.0fb05fdd992d5ffbfba7dd6db9776833.JPG

DSC09422.JPG.3872eeaf20a243a9774b8cc5da884712.JPG

Nessa praia é servido o almoço, que é preparado pelo próprio guia. Foi servido frango, arroz e acompanhamentos, além de água mineral.

 

DSC09430.JPG.aaabec1b0c3f01c061decb63ea613fd4.JPG

DSC09437.JPG.6a54ae0f4a1ff3aba31201252d217230.JPG

DSC09441.JPG.9ad7f39d7ac427939a490cb0f1cf5500.JPG

Saindo de Paradise Island, o tour segue para uma lagoa em Hong Island onde o pessoal fica nadando (como eu não sei nadar direito, fiquei no barco mesmo).

 

DSC09473.JPG.8374711c5c52448f0cfe41c435526c90.JPG

Depois chegamos finalmente em Hong Island.

 

DSC09484.JPG.64b456663aaf0aad3c6eb69a8a28be56.JPG

O visual é animal, areia branquinha, águas em tons esverdeados, parece uma pintura.

 

DSC09491.JPG.579df825fb09b79dc0355c86e2f50b65.JPG

Alguns turistas tinham agendado também o passeio com caiaque ao redor da ilha.

 

DSC09501.JPG.170295aef33a0229a38be7362dffe5e0.JPG

Já eu preferi ficar na praia fazendo absolutamente nada, só apreciando o visual. E que vista!

 

DSC09528.JPG.814b33f1bfbbe5769a2995add503b60c.JPG

O passeio de barco termina lá pelas 16h e depois a agência tem transporte até o hotel. Perto do hotel tinha uma barraca de comida de rua, pedi uma panqueca tipo thai (massa bem fininha e crocante) com nutella e também um fruit shake de manga (THB 80).

 

DSC09571.JPG.7b5457f2fb631514dabaa1dd55d92b13.JPG

DSC09578.JPG.67797f1313162c2f09d8f80cd645ec2c.JPG

No final da tarde fui caminhar na praia de Ao Nang até o pôr-do-sol. No final da praia apareceram alguns macacos procurando comida dos turistas...

 

DSC09684.JPG.ab4452db3d34f3d5e2f1ba1dca555c6b.JPG

DSC09663.JPG.b6a03ae331e44645350cdd39dbc91ffd.JPG

Pôr-do-sol na praia sempre é um dos momentos mais belos do dia. Havia algumas pessoas caminhando na praia e alguns locais pescando com rede.

 

DSC09647.JPG.8a7f546146a9691650c3a28d89f0109c.JPG

À noite voltei na mesma barraca na rua e jantei um pad thai com fruit shake (THB 100), emendando com uma thai massage ao lado do hotel (THB 200).

 

DSC09730.JPG.b9f5925e1d88d358eea0a103ef814b0c.JPG

DSC09732.JPG.bc9cff95c983f91c70194640e52ce431.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 07 – Ao Nang

 

Acordei e fui tomar café no Starbucks na frente do hotel. Pedi um cappuccino e um donut de chocolate (THB 205).

 

DSC09742.JPG.60e410f1e563f1e9e0052aec045ec859.JPG

Logo depois fui esperar o transporte da agência na frente do hotel para o 4 Islands tour.

 

O longtail boat também sai do mesmo lugar do tour do dia anterior.

 

DSC09744.JPG.c8f08c2a74ea766afdc005ecb3b4bd99.JPG

A primeira parada é em Tup Island.

 

DSC09833.JPG.f0b7bda124fb1c3452e47fb679e923fb.JPG

DSC09836.JPG.356d2d9126094a2ff4dd697c447cbd3f.JPG

Essa ilha é conectada à Chicken Island por uma estreita faixa de areia, que durante a maré baixa pode ser percorrida a pé.

 

DSC09788.JPG.6815e7fd54a4c9ae1af4daa47ae6d8e0.JPG

Quando chegamos, a maré estava um pouco alta, mas ainda era possível caminhar até a outra ilha.

 

DSC09810.JPG.d469412d976dcdb6d204b03fc51a04eb.JPG

Chicken Island tem esse nome devido à uma formação rochosa que lembra o galináceo.

 

DSC09860.JPG.af5eaee8bb8cc031f64d030a362fdb53.JPG

Depois fizemos uma parada para snorkelling.

 

DSC09882.JPG.d96126f504997fa305fa63aee287e6f8.JPG

DSC09872.JPG.4501d6a05052d6d296a08cac899bd41e.JPG

Ali perto também tinha um pessoal que estava praticando rock climbing.

 

DSC09912.JPG.54ac7d6585471febecec60719517395d.JPG

DSC09917.JPG.0c002cfedc9cd8ff93abbcfe3438c0b3.JPG

 

A próxima parada é Poda Island. E o lugar é Phoda mesmo!

 

DSC09932.JPG.9618c32278eb8b851794c51df3d6a917.JPG

Imagina só almoçar com essa vista...

 

DSC09953.JPG.224b142a95a084b744a9872005033a62.JPG

Mais um daqueles lugares horríveis dessa viagem #sqn

 

DSC09984.JPG.9ccdadf1f05c2f80e906f99293f60b2d.JPG

DSC09985.JPG.0d99b5f1d154e00eeda891b65ed9bd25.JPG

A última parada já é perto de Ao Nang, em Phranang Beach. Numa das extremidades da praia tem uma caverna, onde há praticantes de rock climbing.

 

DSC00013.JPG.f804f624a1519d32a7f83b94b93ddd46.JPG

DSC00040.JPG.c4e04664686ba49b04a4ea76305e54f7.JPG

Na caverna há uma espécie de templo dedicada a... a... bem, a alguma coisa relacionada com fertilidade...

 

DSC00021.JPG.b66a9aa9f0dec2ba197ca1b0c4ac7a2e.JPG

DSC00027.JPG.2cae0e0212cb8e648834df2d9767c701.JPG

A faixa de areia dessa praia é estreita, mas o mar é bem raso e praticamente sem ondas.

 

DSC00041.JPG.cc17a1088686d2629e4ac698811e0d8a.JPG

DSC00054.JPG.817ebb9ecb8ea4e1e2945467226460b6.JPG

DSC00059.JPG.eae3dfe1cfc585ca43abc5349b7a0c1b.JPG

Também tem que ter cuidado com os macacos, que ficam fuçando as sacolas do pessoal em busca de comida...

 

DSC00046.JPG.1c8625966cb8bd447a296f6c69deaa16.JPG

Por falar em comida, nessa praia tinha alguns longtail boats que tembém vendiam comida e bebidas, ótima ideia! Vai bem uma pancake de nutella com fruit shake (THB 100), na praia like a boss!

 

DSC00042.JPG.7083e92d7e4c977a523c3c4b7f33129e.JPG

DSC00085.JPG.36b2630fa5404e58df1296d3db5e28e8.JPG

No final do tour, a maré na praia de Ao Nang estava baixa e daí desci do longtail boat nessa praia mesmo, senão teria que ir até o local de partida e voltar com o caminhão pau de arara.

 

Na praia de Ao Nang tem os longtail boats que servem de táxi entre outras praias próximas. Peguei um longtail boat para Railay Beach. Como era meio tarde, eu era o único passageiro, daí tive que pagar um pouco a mais (THB 200) pelo trecho de ida. Na volta de Railay Beach para Ao Nang havia mais passageiros, daí o trecho de volta ficou mais barato (THB 100).

 

DSC00113.JPG.4f73c07c20375a1e9dc28f2f22be488c.JPG

DSC00120.JPG.31bffbd856724e7e7a62384bd4093834.JPG

Fiquei em Railay Beach até o final da tarde, quando saía o último longtail boat de volta para Ao Nang. Railay Beach é bem menor que Ao Nang, um pouco mais rústica, mas a praia é incrível, rodeada de paredões de pedra. Tem só uma ruazinha (Walking Street) onde ficam as lojas, bares, restaurantes e hotéis.

 

DSC00121.JPG.034c3099d088e9c38cacca1d22c19726.JPG

DSC00158.JPG.dc4f0fcb7e4d32c715186f4ece7c5dfa.JPG

De volta a Ao Nang, jantei no Lemon Restaurant ao lado do hotel (THB 220), comida muito boa e não tão “spicy” (steamed Rice, prawn with cashew nuts e mango shake).

 

DSC00190.JPG.7bef7a97672a7c89f548320e8742601d.JPG

E também emendei com uma thai massage (THB 250) antes de voltar para o hotel.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 08 – Ao Nang – Koh Lipe

 

Último dia em Ao Nang. A região tem mais lugares para serem visitados, como Tiger Cave Temple, Emerald Pool, Hot Springs e trekking com elefante. Mas como eu tinha poucos dias de férias, deixei esses passeios para outra oportunidade.

 

O café da manhã novamente foi na Starbucks, com cappuccino e croque monsieur (THB 240).

 

DSC00196.jpg.9898cb97a684a09c7f26af5b41664b41.jpg

Fiz o check out da guesthouse e fui andando até o local marcado para pegar a van da Tigerline Travel. O ponto de encontro ficava na mesma rua da guesthouse, a umas duas quadras, na frente da Ao Nang Bus Station / Tourist Information.

 

DSC00204.jpg.8115d5e3bb8e72a516bdd3e9ecd6e5bb.jpg

A ida para Koh Lipe foi no esquema de combo shuttle + speed boat, comprado no site da Tigerline Travel. O horário marcado para a saída é às 9h. Às 9:05h a van chegou no meeting point. De lá saímos em 9 pessoas e depois paramos num hotel no caminho para pegar mais 3 turistas. As bagagens vão no bagageiro na parte superior da van.

 

DSC00206.jpg.b106bdc38e107efa91732bcfcdde6ada.jpg

Às 11:40h chegamos em Hat Yao Píer, direto para um restaurante onde fica a atendente da Tigerline Travel que dá os já famosos adesivos de identificação para embarcar no ferry para Koh Lipe.

 

DSC00211.jpg.978c730d00a092cd827326e4b6e9e8fb.jpg

Lá já aproveitei para almoçar, tinha uma espécie de marmita (fried chicken with rice) por THB 50, pedi mais uma coca (THB 30) e depois peguei um sorvete Mega (THB 50).

 

DSC00214.jpg.b27c7340da90a37257d6a72043eb551f.jpg

O horário do ferry era 12:30h, mas teve um atraso e saímos 13:30h para Koh Lipe. O tempo de viagem é de 2 horas, chegamos quase 16h em Koh Lipe.

 

DSC_0082.jpg.a30f079f1656910e26ecf0d864905a7e.jpg

Em Koh Lipe não tem píer. O barco para numa “estação flutuante” improvisada. O ferry encosta de um lado e do outro lado encostam os longtail boats. Nesta mesma estação paga-se a taxa de conservação da ilha (THB 20) e THB 50 pelo longtail boat até a praia (que não está incluso no combo da Tigerline Travel).

 

DSC_0089.jpg.f101b36768df0efabba752ee50b3166b.jpg

DSC_0088.jpg.bc6aa786a16d9f7461e089732d06cde1.jpg

Descendo do barco em Pattaya Beach, precisa caminhar um pouco pela areia fofa até a Walking Street (que dó do pessoal com mala de rodinhas...)

 

DSC_0095.jpg.5b2779ab2e920e6631f09bf5e43bfe18.jpg

DSC_0102.jpg.15d0da841e13eee36d1d370b5b1863c3.jpg

Na entrada da Walking Street havia alguns moto-táxis, mas fui andando até o hotel The Box Lipe Resort (que fica nos fundos do The Box Bar, especializado em tapas espanholas).

 

DSC_0266.jpg.696b7637c2c943a8c2c82cd5471dbf64.jpg

DSC_0106.jpg.9f0264aec7a8a2e6f16c5dd713a050ec.jpg

DSC_0108.jpg.5b71b29d8e97a98b0ac80453e2c5f8de.jpg

DSC_0115.jpg.296031c63a067f3eb441d1efd2a4e0c9.jpg

A ideia era deixar a bagagem no quarto e de lá ir até Sunset Beach para pegar o pôr-do-sol.

 

DSC_0127.jpg.1fd182e790a6eb36621172c60c9df800.jpg

DSC_0174.jpg.708c0491e60051d8d16039faa56c5859.jpg

Voltei para o hotel e depois fui bater perna na Walking Street. Jantei no restaurante Thai Lady Pancake, que fica na frente do The Box. Pedi pad thai, mango sticky rice e uma cerveja local (THB 240).

 

E antes de voltar para o hotel, thai massage (TH 300).

 

DSC_0260.jpg.1e2b28e017f4fddf50c5dc85d1e33003.jpg

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 09 – Koh Lipe - Langkawi

 

Levantei cedo, às 7h já estava no The Box Bar para tomar o café da manhã (incluso na diária). Tinha algumas opções de menus, a que escolhi era a “saudável”, tinha suco, cereais, frutas e iogurte. Mas eu precisava tomar um café também, daí pedi um espresso (THB 70).

 

DSC_0270.jpg.f7f03073dde124a484648c955e9b6fb9.jpg

Depois do café da manhã fui para a Sunrise Beach e fiquei por lá até 10:30h, quando voltei para o hotel para fazer check out e deixar a mochila no luggage storage da recepção.

 

DSC_0283.jpg.53b57fe0524789a80e691338c3fa81e6.jpg

DSC_0298.jpg.524594a78b665527cbe94216762d0563.jpg

DSC_0305.jpg.f7035449a20392b8c34229051ffa47d0.jpg

Outra coisa que precisava fazer era encontrar o meeting point da Tigerline Travel para pegar o speed boat para Langkawi. No e-ticket não dizia o local de encontro, daí fui perguntando nas agências de turismo até encontrar o local, que ficava no Forra Diving (mergulho/snorkelling). Lá o atendente disse para estar às 14:30h para os procedimentos de check in e imigração (carimbar o passaporte com saída da Tailândia).

 

Daí fiquei enrolando em Pattaya Beach. Lá no final tem uma trilha que leva para uma paradisíaca praia particular.

 

DSC_0330.jpg.8bc3e23a44e531dba009ed8af65bc963.jpg

DSC_0333.jpg.216cfd07b46abf0bf8a7dd75e5bb4b0e.jpg

DSC_0335.jpg.cc3c3784701114217e486ffa6fce731f.jpg

 

Voltei para a Walking Street para almoçar no outro restaurante Thai Lady Pancake, perto da praia. Pedi prawn with cashewnuts, rice e mango shake (THB 200). No almoço o atendimento foi mais demorado, bem devagar... É até compreensível, estava muito quente e o povo fica com aquela moleza até pra falar com os clientes...

 

DSC_0358.jpg.4509873c0e5945ac80e155995591b915.jpg

Voltei para o The Box pegar a mochila e depois fui para o Forra Diving. De lá, fui encaminhado para uma espécie de agência de turismo na frente da praia, onde precisava apresentar o e-ticket impresso e entregar o passaporte para eles encaminharem para o escritório de imigração da Tailândia para carimbar a saída. O passaporte só é devolvido em Langkawi, quando o pessoal da agência providencia o carimbo de entrada na Malásia.

 

Ainda tinha um tempinho até a saída do speed boat. Aluguei uma cadeira na praia no bar ao lado da agência (THB 100), com direito a um refrigerante e lá fiquei esperando até às 16h, quando subi no speed boat e me despedi da Tailândia...

 

DSC_0363.jpg.35fff18b0442376102daeff316694b97.jpg

De speed boat, a viagem entre Koh Lipe e Langkawi demorou pouco mais de uma hora. Só que o fuso horário na Malásia é adiantado em uma hora em relação à Tailândia, então chegamos às 18h no horário local.

 

Em Langkawi há dois píers. O speed boat parou em Talaga Píer, que ficava mais perto do meu hotel. Se pegasse outro barco, poderia parar no outro píer e daí teria que pegar um táxi e atravessar a cidade até o outro lado.

 

DSC_0370.jpg.3049c6baeb4cd27cbf9a84624919f6eb.jpg

Em Talaga Píer, o pessoal fica aguardando até chamarem pelo nome para devolver o passaporte.

 

DSC_0378.jpg.6b53016c1cab0f90338a4e2deaaa8a5f.jpg

DSC_0373.jpg.ba8254926d0c7cbed78f8865aded7b97.jpg

Ali eu iria pegar um táxi até o hotel, mas o motorista de uma van que transportaria alguns passageiros até Pantai Cenang me deu carona até o meu hotel que ficava na mesma praia.

 

DSCF5006.jpg.7da9164e36aac3c4095cb8c46ba36f87.jpg

Chegue no Malibest Resort às 19h. Fiz o check in (paguei com cartão – MYR 40) e deixei USD 10 como depósito pela chave do quarto (depois eles devolvem no check out).

 

O meu quarto ficava num anexo do hotel, no outro lado da rua. Os quartos são bem grandes, cabem umas 4 pessoas.

 

DSC_0382.jpg.e7d1e76a9a02c4c410728e6c1b30a5bd.jpg

Na rua do hotel há algumas casas de câmbio, daí aproveitei para trocar os bahts da Tailândia por ringgits malaios.

 

Fui até o shopping Cenang Mall procurar uma loja pra comprar uma câmera barata já que a minha tinha dado pau na Tailândia e até então as fotos eram somente pelo celular. Achei somente uma Fuji (era a última na vitrine).

 

Ainda na rua do hotel, parei num quiosque e comprei o passeio Island Hopping (MYR 30) para a manhã do dia seguinte.

 

Outra coisa diferente na Malásia é o tipo de tomada. Parei numa loja de conveniência para comprar um adaptador universal (MYR 10,50), senão não teria como recarregar os gadgets.

 

Depois acabei jantando no Índia Palace, que fica anexo à recepção do hotel. Pedi prawn masala, rice e 2 sucos de manga (MYR 50, com os 10% de gorjeta).

 

Comida indiana é beeem picante. Para “harmonizar”, passei na loja da 7 Eleven e comprei um sorvete Haagen Dazs (MYR 10).

 

DSCF5008.jpg.e2bbfd97c2a12ca24f5054dbbabb39e3.jpg

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 10 – Langkawi – Kuala Lumpur

 

Acordei bem cedo e fui caminhar na praia na frente do hotel.

 

DSCF5022.jpg.5141701efafcd56cc11bd765e8848ae1.jpg

A Malásia é um país islâmico e é interessante ver as diferenças culturais numa praia.

 

O fato das mulheres usarem o véu não as impedem de entrar no mar e se divertirem como qualquer outro ser humano. Só é uma visão estranha para quem foi criado numa cultura ocidental que preza pelas liberdades individuais...

 

DSCF5026.jpg.a63863a186a01e669633dd8c7c417eac.jpg

No Malibest não tinha café da manhã incluso, daí fui até o KFC no Cenang Mall (lá também tinha uma Starbucks, mas ainda não estava aberta). O menu do café da manhã com chicken sandwich saiu por MYR 5,20.

 

DSCF5015.jpg.d934c47c12aacd3faa6893dbd0e06873.jpg

Voltei para o hotel, fiz o check out e deixai a mochila na recepção. Daí fiquei esperando até 9:10h, quando chegou a van do tour Island Hopping.

 

A van parou em outros hotéis para pegar outros passageiros até o local de saída dos barcos. Lá também tinha o mesmo esquema dos adesivos coloridos para colar na camiseta. Desse píer saíam vários barcos que faziam o mesmo roteiro.

 

DSCF5048.jpg.b1534b90d251e95332a7543fe56ac85b.jpg

A primeira é uma parada para fotos do Pregnant Maiden (uma montanha que parece com uma grávida deitada).

 

DSCF5057.jpg.f6637e4ed4782d726406362fd2db16bb.jpg

Depois uma parada na ilha onde fica o Lake of the Pregnant Maiden (Tasik Dayang Bunting), onde uma trilha leva até o lago no interior da ilha.

 

DSCF5074.jpg.15c4cabdb55a6da30453e2ac7f22ac36.jpg

Lá tem algumas piscinas junto ao lago pro pessoal nadar (também pode nadar no lago).

 

DSCF5091.jpg.4b0275a2afa09864e61132257727babb.jpg

Ainda nessa trilha há alguns macacos, que são atraídos pela comida trazida pelos visitantes.

 

DSCF5076.jpg.5b5ab34e4547eaa2e2bdb55e56d58adf.jpg

Depois o barco segue para outra ilha, onde os guias fazem a demonstração para alimentar as águias que vivem nesse local (eagle feed watching).

 

DSCF5124.jpg.18fc238daa01a5ed457b618c6222b1fd.jpg

A última parada é numa ilha onde tem uma praia, onde há várias atividades (paraglading, banana boat, snorkelling, etc).

 

DSCF5165.jpg.5ed4aa20185345362d886fd6f013eb1a.jpg

DSCF5160.jpg.71fcca88376a0630ff0f4b34d74a6c3b.jpg

DSCF5207.jpg.6f1ea6e673212c2906d3eb568f80a5f3.jpg

DSCF5168.jpg.a51e321f682d69d815a5d45023e01f21.jpg

O barco sai dessa ilha às 12:45h e chega no local da partida às 13h, onde há o transfer de retorno para o hotel.

 

Na rua do hotel há uma infinidade de restaurantes. Parei num restaurante de comida local e pedi algo mais simples, fried rice e suco de manga (MYR 16).

 

DSCF5211.jpg.8e6e6a9cb5c6670e964395ca3c9fc64c.jpg

No período da tarde tinha planejado ir até a Skybridge. Peguei um táxi até Oriental Village (MYR 30), mas chegando lá tinha um aviso que o cable car estava em manutenção (justo nesse dia! ::bad:: ). Fica pra próxima

 

DSCF5214.jpg.0c520f9dfe0c57b43fb858f943151a3b.jpg

DSCF5219.jpg.12387c98565c097b42b8947d3f796470.jpg

Pegar táxi na Malásia é extremamente seguro, não tem perigo de ser enganado. O mesmo preço da ida foi cobrado na volta para o hotel com outro taxista. Ele estava explicando que esses preços são tabelados. Se algum taxista tentar enganar um passageiro, ele pode até perder a licença.

 

Fiquei um tempo na recepção do hotel utilizando o wi-fi até o horário de ir para o aeroporto (dali era bem perto, cerca de 15 minutos). Peguei um táxi num ponto perto do hotel, a corrida saiu por MYR 20.

 

Fiz o check in no balcão da Air Asia (companhia low cost estilo Ryannair e Easyjet) com destino a Kuala Lumpur.

 

O aeroporto é pequeno, mas é bem organizado. Na sala de embarque tem wi-fi grátis. Também tem Starbucks, onde pedi um Frappuccino (MYR 12).

 

DSCF5243.jpg.ae59d70fad3b4d2d748f2d4a5fafafe4.jpg

O voo para Kuala Lumpur saiu às 17:45h e chegou uma hora depois.

 

DSCF5249.jpg.c1412464519ad9dedcf84360ffc553cc.jpg

A chegada em Kuala Lumpur não é no terminal KLIA (Aeroporto Internacional), mas no LCCT (Low Cost Carriers Terminal), onde fica a base da Air Asia.

 

DSC_0398.jpg.f1b99f1d4b4744a0d2a0e46fd812b7d9.jpg

Observação: foi bem nesse dia que o voo da Malaysia Airlines partiu para Pequim (e que até agora não foi encontrado o seu paradeiro) :cry: . No dia seguinte, vários amigos começaram a mandar mensagens para saber se eu estava bem e até então eu não tinha entendido o motivo dessa preocupação. Só fui ficar sabendo da notícia no dia seguinte, quando estava tomando café da manhã no hotel e as TV’s estavam fazendo a cobertura do desaparecimento do avião.

 

DSC02807.JPG.c7f942524158b399c71d41bb0466badb.JPG

Perto das esteiras para retirada das bagagens ficam vários guichês com as opções de transporte até o centro de Kuala Lumpur (que é bem longe). Optei pelo KL Transit, que é um combo. Do LCCT sai um ônibus até a estação Selamat. Nessa estação pega-se o trem expresso para a estação KL Sentral. O tempo total foi de aproximadamente uma hora, ao preço de MYR 12,50.

 

DSC_0402.jpg.94eeda3f8dcb3648e3df1402be395c5f.jpg

DSC_0414.jpg.9e933d1ee6d229493f528b79bd73d211.jpg

Chegando em KL Sentral, optei por pegar um táxi até o hotel (MYR 14), pré-pago no guichê da empresa de táxi.

 

DSC_0419.jpg.a891e24438697379c64d909c32f65b92.jpg

Quando fiz o planejamento desta viagem, minha intenção era ficar num hotel bom em Kuala Lumpur (nada de hostels nem guesthouses), porque era a cidade que estava bem na metade do roteiro da viagem. Depois de KL, as próximas hospedagens seriam em albergues, então eu queria um hotel um pouco melhorzinho. Consultando as tarifas no booking.com, mesmo os hotéis padrão 5 estrelas tinham preços acessíveis em KL (comparando com os preços praticados no Brasil, é claro). Outro fator para a escolha é que o hotel deveria ser perto das Torres Petronas, que é a principal atração da cidade.

 

DSC00037.JPG.b399841caad29271937a4c71cc7521fd.JPG

Considerando todos esses fatores, fiz a reserva no Renaissance KL Hotel no próprio site do hotel da rede Marriot (tarifa pré-paga). Quando cheguei na recepção do hotel para fazer o check in, o atendente disse que eu teria que fazer o check in em outro lugar, porque eu tinha ganhado um upgrade! ::lol3::

O maleteiro pegou a minha mochila (vejam só a situação, mochilão num hotel 5 estrelas) e me levou até o penúltimo andar, onde ficava o check in exclusivo para os quartos do LifeStyle Lounge (onde também ficam as suítes presidenciais).

 

DSC00039.JPG.a6a4622b4029af33714525030c23fe6c.JPG

É, definitivamente esse hotel foi uma ótima escolha!

 

DSCF5264.jpg.fc35af12fa9343030dbad65d81c67569.jpg

DSCF5258.jpg.75e939dcb576dfb41d75580f5eb1674d.jpg

Apesar de ter adorado o quarto e as mordomias do hotel, eu tinha pouco tempo na cidade e por isso deixei a bagagem no quarto e fui até o Traders Hotel ali perto, onde tinha o Skybar na cobertura (de onde se tinha uma vista animal das Petronas).

 

DSC_0438.jpg.a34953507dac35ec594e2221f2cfeca2.jpg

Como era noite de sábado, o bar estava lotado e acabei nem ficando muito tempo ali. Ali perto ficava o Hard Rock Café. A ideia era jantar ali, mas pelo adiantado do horário a cozinha já tinha fechado. Fui somente na Rock Store comprar o shot glass para a coleção.

 

Dali fui seguindo as luzes até chegar nas Petronas Twin Towers. A visão iluminada das torres é demais!

 

DSCF5288.jpg.0fd780546eec390b4f6413907f735352.jpg

Daí comecei a ficar com fome, mas a praça de alimentação do shopping que fica na base das Petronas já tinha fechado. O lugar para jantar seria no hotel mesmo, mas por sorte havia um festival (Family Fair) ali perto, onde tinham barracas com alguns pratos e bebidas. Fiz um lanche rápido (chicken burger e refrigerante de strawberry) por apenas MYR 7, enquanto cantores amadores se apresentavam no palco do festival.

 

DSCF5320.jpg.a92ac1fb0782e4510f0a46b59ef0698a.jpg

DSC_0448.jpg.f588d2e9cad5db30ee21f34cfacb4e7e.jpg

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 11 – Kuala Lumpur - Cingapura

 

Acabei acordando cedo para tomar o café da manhã. Tinha a opção do café continental servido no LifeStyle Lounge ou do buffet completo no restaurante do térreo com o “povão”. Nesse caso preferi o buffet com a plebe.

 

DSC_0455.jpg.3276ef6eaebf0eef2b38c3d157e8f256.jpg

DSC_0454.jpg.684b1521b39b5e1ae2ab3e5874617c24.jpg

Saí do hotel às 8h em direção às Petronas. Comprei o ticket on-line, então tinha horário marcado para a visita. Mas antes precisava mostrar o comprovante da compra no balcão para trocar pelo bilhete de acesso aos elevadores. Quem não comprou pelo site, teve que enfrentar uma longa fila.

 

DSCF5379.jpg.735ff05f77e67ff926710a5ea405b398.jpg

DSCF5384.jpg.f7f360565490d7e87826521722e8422e.jpg

O tour passa por dois pontos, primeiro na passarela que liga as duas torres (Skybridge) e depois no 86º andar.

 

DSCF5460.jpg.0cbf8f7441c378203ea03e4cd92f15a9.jpg

DSCF5466.jpg.d7c69aadf25be73ca014bbc7a5d6e8df.jpg

DSCF5512.jpg.3c5ecc6b0492f3eb230758db748aa4a7.jpg

DSCF5517.jpg.a8785a7fb67c8c9ac9432fb8265bc75c.jpg

Ao término do tour, passei no Suria KLCC, que é o shopping que fica na base das Torres.

 

DSC00008.JPG.4f0ba4f4c9a55e205da68439118c63b9.JPG

DSC00010.JPG.1ae0156ade50b7cf11151de08f5b4c61.JPG

DSC00011.JPG.d1be6ee428054f2d78f88db37b4f3d96.JPG

Depois voltei ao hotel e fiquei na piscina (estava muito quente em KL nessa época do ano).

 

DSC_0510.jpg.9410171cf19ae2c336fb9ef8098f4f55.jpg

O check out é ao meio-dia, deixei a mala na recepção e fui andando até a KL Menara Tower. No mapa parece que é perto do hotel, mas dá uma boa caminhada...

 

DSC00050.JPG.84cf864704f3aacbf4dcee164464a8a3.JPG

O ticket para visitação até o último andar custou MYR 99. Tem a opção de ir até a plataforma de observação (MYR 45). Essa é uma das torres de Telecom mais altas do mundo.

 

DSC00086.JPG.a27b8152833b9fd03090374f6c6a26e5.JPG

DSC00132.JPG.26a90c27fb1f77381e621896f73501c1.JPG

DSC00115.JPG.cb86bc19fcfc1598e5a0c1c582f92e64.JPG

De lá peguei um táxi até o Central Market (MYR 30). Demorou uns 15 minutos porque algumas ruas próximas ao mercado estavam em obras.

 

DSC00152.JPG.48ba9b4bd0461fd299eba5a8923fdf4a.JPG

Almocei num restaurante chinês (Yong Tau Foo), pedi um prato chamado rojak buah (macarrão frito com frango e legumes) por MYR 6,80.

 

DSC00143.JPG.eb8c7d592f58c74e3fa13a51f4a6e6c3.JPG

DSC00148.JPG.c32acd4f621f28eebe8d1b8d10a6d850.JPG

Do Central Market fui caminhando até Merdaka Square, onde fica uma das mesquitas mais famosas de KL.

 

DSC00164.JPG.b5cd5b7dd24b953edf607ae37fb327d6.JPG

Dali peguei o trem e monorail para a estação Bukit Bintang, na frente do hotel.

 

DSC00172.JPG.466b460bb72e0fd9b5d5b55be45d6fa8.JPG

DSC00187.JPG.6693ac6f63560aa0d68bc25f1a4b471d.JPG

DSC00191.JPG.b36d4ebdd95a26c6d1451741e176d2ed.JPG

Peguei a mala na recepção e fui de táxi até KL Sentral (MYR 20, com o taxímetro ligado).

 

Comprei o ticket do KL Transit (MYR 12,50). Mesmo esquema, vai de trem até a estação Tangak e de lá pega o bus shuttle para o terminal LCCT da Air Ásia, demorando aproximadamente uma hora no total.

 

DSC00194.JPG.01388a85585c8acda832af1c515ce556.JPG

O LCCT é um pouco confuso, porque dependendo do país de destino, o balcão do check in fica num setor diferente.

 

DSC00211.JPG.49e81a654c6e2c436b6a9cd12d285c23.JPG

Fui fazer o check in no balcão da Air Asia e na fila atrás de mim havia um grupo de franceses que estava indo para Bali na Indonésia, mas estavam em cima da hora do voo. Deixei eles passarem na minha frente, já que eu tinha mais tempo até o horário do meu voo para Cingapura.

 

Observação: boas ações geralmente são recompensadas, como logo vou contar numa situação que ocorreu em Cingapura. “Seja bom e o mundo será bom para você” (não sei quem é o autor dessa frase, mas é uma boa filosofia de vida, fica a dica). :wink:

 

Depois do check in, fui procurar um lugar para jantar no aeroporto. Achei um restaurante de comida típica e pedi dry noodle (macarrão frito com molho agridoce/picante) por MYR 14,95. Depois troquei os ringgits que sobraram por dólares de Cingapura numa casa de câmbio do aeroporto.

 

DSC00213.JPG.6095e5d12b3e631470df610fff9238e8.JPG

Às 18:30h fui para os procedimentos de embarque (raio-x, imigração, etc.)

 

O voo da Air Asia saiu de KUL às 20:10h e chegou em SIN às 20:50h.

 

DSC_0520.jpg.025b525928f0518d1ecf51927005c086.jpg

Eu cronometrei o tempo entre sair do avião e passar pela porta de desembarque, passando pela imigração, retirada de bagagem e inspeção da alfândega. No total, foram apenas 15 minutos! Não é à toa que o Aeroporto de Changi é considerado o melhor do mundo!

 

DSC_0525.jpg.090b5eaa062d4eb8d9f67bd80e9aa4aa.jpg

DSC00217.JPG.ac955347bc53f7e0ae84296dbbc590a0.JPG

No próprio aeroporto tem uma estação de metro que leva até o centro. O bilhete custou SGD 2,30 e é comprado nas máquinas automáticas.

 

DSC00218.JPG.4cf75b84b529f59952d428608ff504df.JPG

DSC00220.JPG.c6cacbc5e6396e5554a36779de268ef9.JPG

Pra chegar até o albergue desde o aeroporto é bem fácil (no próprio site do hostel tem uma mapa com o passo a passo).

 

Cheguei no 5footway.inn Project Boat Quay às 22:15h. Fiz o check in (tem que deixar SGD 20 pelo depósito da chave) e depois o recepcionista foi me mostrar o quarto (os corredores parecem um labirinto). Fiquei num quarto compartilhado com dois beliches com vista para o Singapore River. No meu quarto tinha um alemão que estudava medicina em Cingapura e uma jornalista malaia que estava cobrindo uma convenção na cidade.

 

DSC00801.JPG.a276fc9855886f2f60f89761929fb60c.JPG

DSC00228.JPG.a94a168b55192f78a407029f3c1be852.JPG

Aproveitei para lavar e secar as roupas na lavanderia self-service do hostel (MYR 12)

 

Enquanto deixei as roupas secando, fui até um McDonald’s ali perto fazer um lanche (SGD 5) e passei numa loja da 7 Eleven para comprar água mineral (SGD 2,60).

 

DSC00222.JPG.be1e194715043a0d352214eadb5ded9b.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 12 – Cingapura

 

Em Cingapura não deixei nenhum passeio planejado com antecedência. E também não tinha motivo pra acordar tão cedo, então saí da cama um pouco mais tarde nesse dia (afinal, estava de férias!).

 

No hostel tinha café da manhã servido na área comum na cobertura. Lá havia uma sacada com mesas e balcões com vista para a cidade.

 

DSC00233.JPG.93bdd7177891f40915145e45a7998ab7.JPG

DSC00238.JPG.1e126f8f94b9c95ea6639956ecc92de7.JPG

DSC00237.JPG.a3e144387479896a69317f76d75b75cb.JPG

Peguei um mapa da cidade no balcão da recepção e depois fui caminhando ao longo do Singapore River até a Marina Bay. Na rua do hostel há vários bares e restaurantes, alguns especializados em frutos do mar.

 

DSC00261.JPG.1bbb3cc872cbdc251ecad15979c30d19.JPG

DSC00264.JPG.d6c7561e5fa580d38ace047bda95132a.JPG

DSC00255.JPG.b3e46d02eb5972fd6fbe062608317c1b.JPG

No final do Boat Quay há alguns arranha-céus de arquitetura contemporânea.

 

DSC00284.JPG.f02af872a60330b2ccbdd31239934021.JPG

DSC00402.JPG.a34eab280fd5425394b4e81cdc6b0be5.JPG

DSC00449.JPG.e88f76efd8de73d487df4ad7edb59607.JPG

DSC00474.JPG.df76e3f34328692550851e57f9015e7c.JPG

Também há várias obras de arte espalhadas ao longo das margens do rio.

 

DSC00308.JPG.b99b666a968f37b139026995717e4865.JPG

DSC00319.JPG.43ac8cb3e7947f80dd58785a8d0e961b.JPG

DSC00324.JPG.2c032713a094f014a32ddf6aaf2adaee.JPG

Alguns metros mais a frente fica o Merlion, escultura com cabeça de leão que é um dos símbolos da cidade.

 

DSC00362.JPG.01e3282fe4eaa55249ee8c5afc15e7bd.JPG

Circulando a baía, logo se vê o hotel Marina Bays Sands (aquele da piscina de borda infinita) e o The Shoppes at Marina Bay Sands, um shopping center com marcas famosas anexo ao hotel.

 

DSC00406.JPG.3f260ac3aa9fa902569a63000f459714.JPG

DSC00484.JPG.dd5551eeab8cc97988a2314d61c341ae.JPG

DSC00505.JPG.dffa000d1db05a7839d668496c875fa1.JPG

No alto do hotel, além da famosa piscina, fica o Sands Skypark. É um terraço com vista panorâmica para a Marina Bay. Para acessar o Skypark, precisa comprar um ticket no valor de SGD 16 que é vendido na bilheteria localizada na área externa do hotel no subsolo. Outra opção é almoçar, jantar ou apenas tomar um drink num dos dois restaurantes localizados na cobertura. Eu cheguei a ir na bilheteria, mas como estava quase na hora do almoço, resolvi unir o útil ao agradável almoçando no Ku De Ta, que é o restaurante japonês do hotel localizado na cobertura.

 

DSC00540.JPG.04594d5de57d8c86f83a455451aa0edf.JPG

DSC00551.JPG.5d7617359af72cd388c1efa6696ecd89.JPG

Saindo da bilheteria, duas moças com uniforme do hotel me abordaram e perguntaram se eu gostaria de participar de uma pesquisa. Como eu não estava com pressa, disse que poderia participar, mas elas falaram que não seria com elas. A pesquisa era do tipo focal, onde um grupo de pessoas fica numa sala e sob orientação de um mediador conversam sobre um determinado assunto. Elas me deram uma carta do hotel (pra confirmar que não era pegadinha!), informando o local e horário, que era numa das salas de convenções do hotel, das 18:30h às 20:30h. Ah, o assunto era sobre comida, mas especificamente sobre o que leva um turista a escolher determinado tipo de restaurante.

 

DSC00541.JPG.f802ad7fffd86af362b5e5d689276584.JPG

DSC00546.JPG.eeeb37545336d8eff2fedc53cdad046b.JPG

Em seguida fui até a torre 3 pegar o elevador. É só avisar que você vai no restaurante que o acesso é liberado, mesmo não tendo reserva. Cheguei no restaurante localizado no 57º andar e as mesas com vista para a piscina já estavam ocupadas. Mesmo assim optei por ficar numa mesa na área externa, já que o clima estava bem agradável.

 

DSC00561.JPG.d50e8ec8edb6e3cb5eedf95520964a38.JPG

DSC00571.JPG.1a05ca5be99b597edd3c7646d45a00b7.JPG

Pedi o prato do dia com uma taça de vinho (SGD 68,40). Não é barato, mas estava muito bom! Atendimento, vista, comida, trilha sonora (estava tocando bossa nova!).

 

DSC00559.JPG.bb485331ac264230e1c37009df6d0c89.JPG

DSC00560.JPG.7f89e73a4700a202273171e79c9f5492.JPG

DSC00567.JPG.6682ed2bf68fbe691cd78cf06fffc56c.JPG

DSC00566.JPG.2cdbe21e4eca865db488bd1401ebaebc.JPG

DSC00573.JPG.3ef6830e2eaa7fea1f722b3b5763cf7f.JPG

Depois do almoço, voltei para o The Shoppes para acessar a escada rolante para a passarela que leva ao Gardens by the Bay (a escada fica meio escondida, ao lado da loja da Chanel).

 

DSC00585.JPG.8936b892c560488be0fd66f44baa17e2.JPG

DSC00582.JPG.e7f6b48842882f8932a57dab2336179a.JPG

DSC00637.JPG.e15295ff74057af8c160cfbfab5a74fc.JPG

O Gardens by the Bay é uma espécie de jardim botânico, com trilhas para caminhadas e torres de metal em forma de árvore. Também possui duas estufas de design futurista (acesso pago), que acabei não visitando por falta de tempo.

 

DSC00632.JPG.8d3aea9b305d79302bc895df64a3a7a1.JPG

DSC00614.JPG.48ef9bbccd9dcfd114e3cce51e760a13.JPG

DSC00640.JPG.87e4730953842fec87602fec86e485f1.JPG

DSC00659.JPG.4f6c3b0942eaeeeb4c2637b2ad0272fe.JPG

Dali era possível ver outro símbolo da cidade, a roda-gigante Singapore Flyer. Fui até lá andando (parece perto, mas é uma boa caminhada até lá!). A entrada custa SGD 33.

 

DSC00679.JPG.7ba64f516f6544e22eab252432105380.JPG

DSC00693.JPG.35696555ebd70f8593b825bc0b885a70.JPG

DSC00717.JPG.198b287666f3b25b48f5a14e090ca0a4.JPG

DSC00720.JPG.80d1a8e103db133990832a8730199123.JPG

De uma das cápsulas da Singapore Flyer se tem uma das melhores vistas da cidade.

 

DSC00733.JPG.c87b023031d9e145301f8d3c7210ca68.JPG

Outra coisa que eu precisava fazer era ir no Hard Rock Café para comprar o shot glass da coleção. O HRC fica na região de Orchard Road, onde ficam os maiores shopping centers da cidade. Para chegar lá, fui de metrô (SGD 1,30) até a estação Orchard e depois andei algumas quadras até achar o bar.

 

DSC00740.JPG.b23600a73218159a7997860975cdf0d9.JPG

Depois peguei o metrô em Orchard em direção à estação Bayfront (SGD 1,50), que fica no subsolo do Marina Bay Sands.

 

No horário combinado, fui até o local marcado no centro de convenções do hotel. Encontrei as duas moças que me abordaram de manhã e me encaminharam para uma sala onde havia mais sete turistas estrangeiros (uma australiana, um malaio e cinco americanos). Ficamos sentados ao redor de uma mesa, onde havia alguns lanches, doces, sucos e algumas plaquinhas (Yes/No) e blocos de anotações. Para conduzir a pesquisa, havia uma especialista em marketing contratada pelo hotel, que promovia o debate entre os participantes.

 

O assunto por si só é muito interessante (comida) e por coincidência todos os participantes eram “foodies”, mas cada um com um tipo diferente de percepção em relação à comida e restaurantes.

 

Esse foi o dia mais produtivo da viagem. Além de participar de uma pesquisa inusitada, no final todos os participantes ganharam um voucher do hotel para comer no restaurante Rise localizado no lobby do hotel. O valor do voucher foi de SGD 194 (aprox. 400 reais!) e ainda dava direito a duas taças de vinho. O voucher era suficiente para alimentar até 6 pessoas na faixa!

 

Além disso, cada participante também recebeu um envelope de agradecimento “Thank you!”. Dentro do envelope havia SGD 150 (equivalente a quase 300 reais!). Sem dúvida, foi o meu dia de sorte no ano!

 

DSC00745.JPG.1418400e60c442db578d59eece39235f.JPG

Saí da sala da pesquisa e fui direto para o restaurante. O buffet é animal, foi uma orgia gastronômica. Só a ilha de sobremesas era maior que muita confeitaria, tinha até sorvete de champagne rose e outras coisas que nem sabia que existiam. Comi e bebi tanto até não agüentar mais!

 

DSC00749.JPG.1c4c49734f39bf878a6928bbfa40273e.JPG

DSC00751.JPG.df89e401f6beaf51213f9a0faea3ea6a.JPG

DSC00756.JPG.e36c1c4b1d05782a1417967cb5d77327.JPG

DSC00761.JPG.fcb8d70438cac834a74814aa69e4b52a.JPG

DSC00755.JPG.bb193a0262a0791dfff0c98f5ed78f60.JPG

DSC00762.JPG.0e42f77cbadff6650f122282ca838206.JPG

Durante o jantar fiquei pensando no episódio do check in em KL com os franceses atrasados para o voo e naquele mantra “Seja bom e o mundo será bom para você”. E é fato.

 

Saindo do restaurante, minha ideia era voltar de metrô para o hostel, mas eu estava tão contente nesse dia que acabei voltando a pé (já aproveitando pra fazer a digestão). Fora que a noite em Cingapura também rende belas imagens!

 

DSC00773.JPG.488f717ecb4a73231734a255307831cf.JPG

DSC00776.JPG.9300833733bb2233c19392590299c163.JPG

DSC00789.JPG.59aedfa1b81b35d3206456e3b5f45bf2.JPG

DSC00791.JPG.b13abc491a41e488d55fee2b1934f387.JPG

DSC00796.JPG.16dde9ef45e29a6b8f7c3a0893845e30.JPG

DSC00225.JPG.955a146a7e42355a8444751272ff83a6.JPG

DSC00226.JPG.5222ef52637838ee5f845908ffe9b9b3.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 13 – Cingapura – Kuala Lumpur (conexão) – Sydney

 

 

Nesse dia também dormi até tarde, só saí da cama um pouco antes de acabar o horário pra tomar o café da manhã. Depois fiz o check out e deixei a mochila no luggage storage. Do hostel fui caminhando até Chinatown.

 

DSC00831.JPG.7fd3a0034cc59b31fd4d390c8f885442.JPG

Lá visitei um templo onde estava tendo uma cerimônia budista, comprei algumas lembrancinhas e também aproveitei para almoçar.

 

DSC00864.JPG.15fff4bfe5c54fbee14531408dab3d67.JPG

DSC00873.JPG.64a8d411d3e7795a457b240b1aa9bec8.JPG

DSC00883.JPG.93705a269e074bf90edb6b4946bcd817.JPG

DSC00874.JPG.57a0d5ddc68d28c69e0b7068b81348bc.JPG

No almoço, comi num dos quiosques da Food Court. Pedi um fried noodle (macarrão frito) e lime juice (SGD 7,00).

 

DSC00899.JPG.bba91a76c60b13fe910e455ccc47e728.JPG

DSC00902.JPG.bf7911215f4d4d24d5885d380d230952.JPG

DSC00904.JPG.1405035d50ebab70bac43c52171426c4.JPG

Depois peguei o metrô na estação Chinatown até Bayfront (SGD 1,30).

 

DSC00909.JPG.7d8d138b33f0e2cbdef3c53b90f0e1a1.JPG

DSC00912.JPG.67a962d3ca77394c3709d362c7be0f93.JPG

Minha ideia era subir até o restaurante Sky on the 57, mas apenas para tomar uma bebida. O problema é que naquele horário o bar ainda estava fechado (só abria depois das 18h). Daí fiquei na área externa do restaurante tirando algumas fotos da piscina e depois fui embora.

 

DSC00924.JPG.129cf0b2c0f7dd8876a82f5da7147f77.JPG

DSC00940.JPG.0ff79ae0b661f7a0fb7b2663b0e7af87.JPG

DSC00947.JPG.f89d922eaac93ea78645b71f8ea180fc.JPG

Voltei na estação Bayfront e peguei o metrô para Little Índia (SGD 1,60). É o bairro da colônia indiana, que é uma das maiores da cidade.

 

DSC00957.JPG.08570240b501957eeccf0f6a43eb3bd8.JPG

DSC00958.JPG.4ae20d635393332278c25c4833cbc2d0.JPG

De lá peguei o metrô (SGD 1,20) até Clark Quay, região famosa pelo agito da vida noturna, com seus bares e restaurantes. Passei numa sorveteria de uma rede japonesa e tomei um sorvete de chá verde (SGD 3).

 

DSC00969.JPG.bdbdd0177eab78e34fc23fd412ad108b.JPG

DSC00971.JPG.cb26f8b943f96b2703952e0aa98a634a.JPG

DSC00996.JPG.65f735dcc9629d355078587d3b98b80e.JPG

De lá fiz uma boa caminhada até o Raffles Hotel (segundo os guias de turismo, uma das instituições de Cingapura), passando pelo Parlamento e Suprema Corte.

 

DSC01010.JPG.ae0390a33249225c3dd86eec4d3abbd5.JPG

DSC01000.JPG.ab56ab3b960dc757a60bfccffd23c029.JPG

DSC01002.JPG.1b17020790ee2d06946a67fafb042937.JPG

Voltei para o hostel, mas antes de pegar a mochila parei na confeitaria que fica no térreo do hostel (Madame Pâtisserie) e tomei um suco (SGD 4).

 

Peguei a mochila e fui andando até a estação Clark Quay, de onde peguei o metrô para o aeroporto de Changi (SGD 2,20). Tem que fazer baldeação em duas estações, mas é bem tranqüilo. Do hostel até o aeroporto demorou cerca de uma hora.

 

Cheguei no aeroporto de Changi às 17h. O metrô para no terminal T2, de lá precisa pegar o skytrain até o terminal T1, onde fica o check in da Air Ásia.

 

DSC01027.JPG.bf292988cc71de19008ac2dd12a75557.JPG

DSC01030.JPG.e117be51ecda2c06489254a6243f7f4c.JPG

DSC01033.JPG.2d77525d0cf931d87d3ba71310638de8.JPG

DSC01035.JPG.e34146e8b6cb8d752c6402bb20be4540.JPG

O check in foi bem rápido e tranqüilo, nem precisei apresentar o papel com o visto australiano impresso (acho que eles já verificam isso no sistema eletrônico antes de emitir a passagem). Como a minha passagem era só de ida, mostrei a e-ticket da Qatar com a passagem de volta via Melbourne.

 

O meu voo para Sydney tinha conexão em Kuala Lumpur (foi o voo mais barato que encontrei). Existem inúmeros voos diretos de Cingapura para Sydney (Emirates, Singapore, Qatar, Qantas, etc.), mas os preços eram bem mais caros.

 

Depois do check in fui para a imigração (o interessante nesse aeroporto é que o raio-x fica depois da imigração, diferente da maioria dos aeroportos). Em cada portão de embarque tem um equipamento de raio-x. Não é à toa que Changi é considerado o melhor aeroporto do mundo.

 

O aeroporto também tem algumas atrações interativas. Tem uma espécie de árvore com um telão no alto, onde os passageiros tiram fotos e depois postam no painel.

 

DSC01046.JPG.7a93080b2d53ca0f0cdbbc78d38a1b2e.JPG

Tomei um café e um donut no Dunkin Donuts (SGD 3,50) e às 19:35h fui para o portão de embarque.

 

DSC01064.JPG.00f341cc7bd28a0d1ac4b66242aa7381.JPG

DSC01057.JPG.228561a45b0efd4d33cda1b00b064efc.JPG

O voo da Air Ásia para KL saiu às 20:10h. No avião, me ofereci para trocar de lugar para um casal pode viajar junto na mesma fila (sempre lembrando daquele mantra “Seja bom e o mundo será bom para você”).

 

Cheguei no LCCT em Kuala Lumpur às 21:10h. A chegada é no hall de trânsito internacional. Antes de entrar no terminal, o staff da Air Ásia confere novamente o bilhete e a documentação.

 

Aproveitei para fazer um lanche com os últimos ringgts que tinham sobrado na carteira, já que nos voos da Air Asia praticamente não há serviço de bordo (somente pago).

 

DSC01072.JPG.16787692eea0559adbb2e75a370bcc2f.JPG

Às 22h fui até o portão T14, de onde saía o voo para Sydney. Esse portão fica numa sala separada e na entrada é feito novo procedimento de segurança antes de embarcar, passando pelo a mala de mão pelo raio-x e depois um oficial confere o passaporte e bilhete. Também faz uma entrevista sobre o motivo da viagem, o período de permanência, etc.

 

DSC01075.JPG.59db75e80b3bee1840ffb2cba66f83b0.JPG

A oficial ficou olhando a foto no meu passaporte e não tava botando fé que eu era brasileiro (aliás, em todos os lugares que passei nessa viagem todo mundo achava que eu era japonês nativo). Ela pediu se eu tinha algum outro documento emitido no Brasil; por sorte eu estava com a minha carteira de motorista emitida pelo Detran.

 

A oficial agradeceu com um “Obrigado” em português e daí sim fui para a sala de espera.

 

O voo de KL para Sydney foi num Airbus A330.

 

DSC01084.JPG.70c33d26f8cfbe39c05fbae3d53cf21a.JPG

O avião saiu de KL no horário, às 23:25h e chegou em Sydney às 10:25h (horário local). A diferença de fuso é de 3 horas, sendo que o tempo total de voo foi de 7 horas. Outro detalhe desse voo é que não pode levar comida nem bebida a bordo (acho que é proibição da vigilância sanitária da Austrália), só pode consumir o que for comprado dentro no avião.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 14 – Sydney

 

 

Chegando no aeroporto de Sydney, primeiramente passei pela imigração (fila beeem demorada) e depois pela vigilância sanitária (que é bem chata); na alfândega passei direto.

 

Para ir do aeroporto até o hostel, há a opção de pegar o metrô até a estação Circular Quay e de lá ir caminhando até o hostel. O trecho de metrô leva cerca de 15 minutos, mais outro tanto caminhando até o hostel.

 

Preferi pegar uma van (shuttle compartilhado) que me deixava na frente do hostel. Paguei AUD 32 (ida e volta). Na volta, precisava ligar para a empresa para confirmar o horário para a van buscar no hostel.

 

DSC01110.JPG.99ecfa7483a939ee129a375558a1b0c3.JPG

Cheguei no hostel meio-dia, mas o check in só abria a partir das 14h. Deixei a mochila no locker (AUD 3) e fui almoçar. Ali perto havia alguns pubs e descendo algumas escadarias havia uma praça ao ar livre com vários restaurantes, lanchonetes e cadeias de fast food. Fui na lanchonete Playfair at The Rocks e pedi um sanduíche natural e um suco de maçã (AUD 13,50).

 

DSC01132.JPG.6da71027f9701fa1e2ee0ca06737380b.JPG

DSC01130.JPG.6e9521e52f989c9c0f85b3c7ef1d0f16.JPG

Depois do almoço, voltei para o hostel, peguei a mochila no locker e fui fazer o check in.

 

DSC01134.JPG.ef17e07ac5b7ba59aa926d94538dd5f7.JPG

Escolhi o YHA Sidney Harbour pelas recomendações nos sites de hospedagens e TripAdvisor. Os quartos possuem banheiro, lockers individuais e são bem espaçosos. O hostel também é eco-friendly. A desvantagem é que o wi-fi é pago (AUD 5 / dia) e o café da manhã também é cobrado á parte (cerca de AUD 7).

 

DSC01151.JPG.4d02ad4a733166deaab3bdb8aafa8c53.JPG

DSC01137.JPG.2d042b7e5c9b8ac380d03b3ff2ea8b9f.JPG

DSC01138.JPG.6cc7d7396e8cfbe6d69516286ba87ca8.JPG

DSC01136.JPG.8280862bfea7291ebf8851fb3ec05d8d.JPG

Um dos pontos altos é um terraço com vista para a Baía de Sydney.

 

DSC01142.JPG.c4ccd5892a2e9b976b3ad2f27cfdcd45.JPG

DSC01146.JPG.6cd765b187dc4031ae7dc725cbbef9b0.JPG

Como eu não tinha conseguido dormir direito no voo de KL para Sydney, assim que entrei no quarto deixei a mochila no locker e caí na cama. Deixei o alarme para despertar às 17:30h, porque às 18h tinha que estar na entrada da Bridge Climb para o passeio na ponte.

 

DSC01159.JPG.03352e1d18e9b0a8457b9d4764155559.JPG

Do hostel até o Bridge Climb é bem perto, cerca de dois minutos andando. Chegando na recepção, apresentei o voucher e fiquei na cafeteria aguardando o horário de início com o resto do meu grupo. Tomei um café e um donut de chocolate (AUD 7) e depois segui o guia.

 

Antes de qualquer coisa, é feito o teste com bafômetro, pois é expressamente proibida a entrada de pessoas alcoolizadas nesse passeio (que não é barato). Eu fui à noite porque era o horário mais barato (AUD 198). O passeio é um must-do em Sydney e valeu cada centavo.

 

Depois do teste do bafômetro, cada um recebe um uniforme, kits de segurança e audiofone. Também tem um teste simulando o trecho mais difícil das escadarias da ponte, pra ver se o pessoal realmente tem condições físicas de participar. Easy, easy.

 

Também é expressamente proibido levar mochilas, bolsas, carteiras, câmeras e celulares. Tudo isso tem que ser deixado num locker individual e você só leva a chave.

 

Quando a parte teórica acabou e finalmente começamos a subir a estrutura metálica da ponte, estava começando a anoitecer e já dava pra ver as luzes da cidade acendendo. Visual show de bola!

 

DSC01171.JPG.41bfce9b69cd4ff4c52e055269ef4d30.JPG

O passeio terminou 22:15h. Antes de voltar para o hostel, passei num McDonald’s e pedi o menu do McChicken (AUD 5,15).

 

DSC01188.JPG.f8825d228ea1e57780e2a74a06f4876d.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 15 – Sydney

 

Acordei 8h e estava chovendo! Primeiro dia de chuva em toda a viagem!

 

Fiquei enrolando um pouco, mas depois resolvi levantar e ir andando até a Sydney Opera House.

 

DSC01196.JPG.4343ab102207c63b26f8f7cc5a968baf.JPG

Com o tempo chuvoso, resolvi entrar na Opera House e comprei o bilhete para o tour guiado (AUD 35). A construção é impressionante, tanto por dentro quanto por fora. O tour demora cerca de uma hora. Os guias também são muito bons.

 

DSC01239.JPG.37cd03070162395adff037436d0ca1e2.JPG

DSC01243.JPG.3008a0be78cf694b8812d8303fefee94.JPG

DSC01247.JPG.64fd8ae8a159164fc243cefa9568cc28.JPG

DSC01260.JPG.835ab9b0f321fb4c451e8e867eb67b07.JPG

DSC01262.JPG.f8add3238350d64961c46d86f39eb51d.JPG

DSC01278.JPG.f4d18525d2606cc8ee5d56fd99c104a7.JPG

DSC01290.JPG.568d7be57a539410b068ac84e26a037e.JPG

Da Opera House, fui caminhando até Circular Quay, de onde saem os ferries. Comprei um passe de um dia da empresa Ecohopper (AUD 40) e de lá fui até Darling Harbour. Tinha parado de chover e depois fez um dia ensolarado.

 

DSC01304.JPG.e35af4f3220002592c1bb927a094cdd5.JPG

DSC01319.JPG.d0c18b06ea57abdf1900c421fb8e2966.JPG

DSC01332.JPG.61cbfb9d7bed0249f4966ba774e8f4f4.JPG

DSC01337.JPG.e5616c156fed16624606d97ad05446b1.JPG

DSC01372.JPG.6605a7ff6f115f0bee0aed20847757f9.JPG

DSC01395.JPG.07ab022b02a2dc4dba1b8612336ebb3f.JPG

DSC01418.JPG.45c17d556dd936b2a849e012a63a2edf.JPG

Almocei por lá mesmo, pedi um sanduíche e um suco (AUD 9,90).

 

DSC01410.JPG.2e793fe557cbb148fdecbd514081003f.JPG

Depois fui no Hard Rock Café que fica ali perto para comprar o shot glass para a coleção. Dessa viagem, acabei comprando quatro copos – Phuket, Kuala Lumpur, Singapore e Sydney.

 

DSC01405.JPG.3c9208bed7e9627144f56216244a27f3.JPG

De Darling Harbour, peguei o ferry até Manly Beach, que é uma das praias preferidas dos surfistas.

 

DSC01463.JPG.b7278ade6f465624aa088879b9b4338c.JPG

DSC01487.JPG.23ecfa2b53b2b767481ef164c51ece72.JPG

DSC01488.JPG.0d1408ca7f310403f2d7bdb303cd98dd.JPG

DSC01512.JPG.dd2e558ec543870d25374144724140ff.JPG

Passei a tarde nessa praia e peguei o último ferry para voltar até Darling Harbour. Parei numa cafeteria Gloria Jean (AUD 3,50) e depois fui caminhando até o centro.

 

DSC01555.JPG.9cbc8e81d50a7682b7b95ccc7bbdc144.JPG

DSC01571.JPG.8178e81fe4b90ae9a0e27731e2bcfb5e.JPG

DSC01585.JPG.f0cb8489ea0f24d37aee3f3e8206dcee.JPG

DSC01642.JPG.e06b149c827fc7b56775a7930fcf406b.JPG

DSC01644.JPG.f51a5ff063c4b093caa69102bbdabe74.JPG

DSC01672.JPG.41a1d592db2419659108422897d23799.JPG

DSC01683.JPG.e50f5afc289bf3191bad02d633256603.JPG

DSC01698.JPG.eb900884b579c2d37e0f717ffc20dbe0.JPG

Do centro, peguei o trem na estação City Hall até Circular Quay (AUD 3,80) e de lá fui andando até o hostel. Daí pensei que o shuttle do aeroporto foi a melhor coisa, fiquei imaginando carregar o mochilão pelas escadarias na região do The Rocks.

 

DSC01699.JPG.f0296de20126c6608411a0efca29f1d6.JPG

DSC01702.JPG.0d5eb72182e35edf1027be219f11cae6.JPG

Cheguei no YHA às 19h e naquele dia o hostel tinha preparado BBQ on the roof (AUD 7 com direito a um refrigerante). O churrasco tinha salada de folhas, salada de batata, duas salsichas e um pedaço de carne de canguru (até que não é ruim, parece alcatra).

 

DSC01715.JPG.3c86c0cb5268cbfb0cb29fd5767d8d09.JPG

DSC01717.JPG.0f664a25cef6c87450f7e94eb943035f.JPG

Fora a vista sensacional do terraço do hostel!

 

DSC01718.JPG.7fde73219347051b7baa29daf09a4d48.JPG

DSC01719.JPG.3bd82cf33393b35d06eb33d6390bf9fe.JPG

Depois fiquei um pouco na internet e depois cama, pois no dia seguinte tive que acordar bem cedo para ir para o aeroporto.

 

Dois dias em Sydney é muito pouco, precisava de pelo menos mais 3 dias (claro que vou ter que voltar pra essa cidade irritantemente perfeita).

 

O que faltou visitar: Zoológico, Bondi Beach (lê-se bondai), Olympic Park, Blue Mountains.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 16 – Sydney – Melbourne

 

Acordei bem cedo nesse dia, 06:00h já estava de pé. Na noite anterior deixei a mochila arrumada pra não fazer barulho e acordar os outros roomates. Vinte minutos depois fiz o check out e às 06:25h o airport shuttle passou em frente ao hostel.

 

A van passou em outros hotéis no caminho e chegamos no aeroporto às 07:15h (terminal doméstico). Fui até o balcão da Tiger Air fazer o check in, que foi extremamente rápido.

 

Fui direto pro raio-x e depois procurei uma cafeteria pra tomar o café da manhã. Pedi um cappuccino e um danish donut (AUD 7,00) de depois fui para a sala de embarque (08:40h).

 

DSC01739.JPG.5975275c6c455a5bbd7a99b77de5199a.JPG

O voo da Tiger Air saiu de Sydney às 09:10h e chegou em Melbourne às 10:45h. Também é uma companhia low cost, sem serviço de bordo (só pago).

 

DSC01744.JPG.f41ea29d7241fe2db094944a383e0319.JPG

O aeroporto de Melbourne está em reforma e daí o desembarque foi remoto e a retirada das bagagens foi num galpão improvisado.

 

Saindo desse galpão, segui o fluxo do pessoal e logo encontrei o local para pegar o Skybus, que é o meio de transporte mais rápido e barato para se deslocar do aeroporto até o centro da cidade.

 

DSC01752.JPG.b2793a9a29d4f840a10837356d01b7e3.JPG

DSC01755.JPG.6969655a91adf67aac757011316eba98.JPG

DSC01757.JPG.c9fd72d94cc7482e00b5527734bb9c9f.JPG

O ticket de ida custou AUD 18. Dentro do ônibus tem espaço para deixar a bagagem, mesmo malas grandes. O Skybus vai até a estação Southern Cross e de lá fui andando até o hostel.

 

DSC01772.JPG.c90651c89e5d617889e8e9438295129b.JPG

DSC01779.JPG.2eb3e7addbb0c290cb6fc8594df31dd1.JPG

Fiz reserva para duas noites no YHA Melbourne Central. Cheguei 12:10h e já fiz o check in, não precisei ficar esperando até 14h. Esse albergue era bem menor que o de Sydney e nos quartos não tinha banheiro, somente no corredor. O quarto que fiquei tinha dois beliches.

 

DSC01781.JPG.4e880e7420aaf57a964348140ed2b1e0.JPG

DSC01788.JPG.876b2428adaf627a7e06b9dbf19afe40.JPG

DSC01789.JPG.5a4ab4a72044d974dd99ce01ee4579fb.JPG

DSC01790.JPG.2fb2fc48b7b90e56f9eccf8b291478ee.JPG

DSC01791.JPG.9da1f37f768c73c2b71334e48e1bcb69.JPG

No meu quarto havia um senhor inglês e dois estudantes de Sydney, que vieram a Melbourne especialmente para assistir a corrida do Grande Prêmio de Fórmula 1 que estava acontecendo bem naquele final de semana. Quando estava pesquisando hospedagem em Melbourne, a maioria dos hotéis já estava lotada e por sorte consegui vaga nesse hostel.

 

Assim como no YHA de Sydney, nesse hostel também não tinha free wi-fi. O cartão para 3 dias custou AUD 10. Na recepção o pessoal também faz reservas para passeios, daí já reservei o tour para Great Ocean Road para o dia seguinte (AUD 99).

 

Para utilizar o sistema de transporte público de Melbourne precisa de um cartão (smart card). O pessoal da recepção de emprestou um cartão usado e depois fui na loja da 7 Eleven inserir créditos (coloquei AUD 6), suficiente para um dia.

 

A localização do hostel é ótima, bem perto do Yarra River. Fui andando até lá e depois atravessei uma ponte até o Crown Shopping Center. É um shopping de marcas famosas, mas mesmo nesses locais sempre tem uma praça de alimentação com cadeias de fast food. Acabei almoçando no Gochi, que é um restaurante japonês. Pedi bentou (“marmita” em japonês) e um chá gelado (AUD 21,40).

 

DSC01805.JPG.d438959d63eda232d3ea82b89b0cb3cd.JPG

DSC01827.JPG.f258b0f38b38d1b48c30f401f9e1b81c.JPG

DSC01837.JPG.37ae19cd479b72b1bdb7e6acec1c7b8a.JPG

DSC01854.JPG.61c5f72e46cf0f415dcbb526d4fb768d.JPG

DSC01855.JPG.d7c60ab91278c091a002fd4714a47445.JPG

DSC01856.JPG.172f64955e547925bb287267fdd631e5.JPG

Dali fui andando até a Federation Square, onde fica um centro de informações turísticas. Ali também há uma estação de trams (bondes) que estava organizada para levar o pessoal até o Albert Park, onde haveria a corrida de Fórmula 1 no domingo.

 

DSC01865.JPG.097936a23f029f0eb401dbea2efc476d.JPG

DSC01866.JPG.a08de6634b35a2413f6ac9faceee5d33.JPG

DSC01872.JPG.16f269148e4b71359c8d588ac5bb84a4.JPG

DSC01876.JPG.34270302b24d3a985db9545b1507bad8.JPG

DSC01886.JPG.bef73468b83b2cf380884b868af7cc57.JPG

Peguei o tram até o Albert Park para conhecer o trajeto que teria que fazer no domingo.

 

DSC01890.JPG.cf97e06fe9d0dc679c26ee63393bb52a.JPG

DSC01893.JPG.e5a95ab409821bd8c42144a3c0726c28.JPG

Depois fiz uma boa caminhada, indo até o Jardim Botânico e o Olympic Park. Melbourne foi sede das Olimpíadas de 1956 e atualmente o estádio olímpico é utilizado para jogos de cricket (um dos esportes mais populares no país).

 

DSC01934.JPG.efd6bd8bee5101b930e6cf471bcdbaea.JPG

DSC01927.JPG.e983b6b4e8479c333cabff4a1a02b591.JPG

DSC01967.JPG.e2128e6ebdfe44981197916a95976eab.JPG

DSC02002.JPG.56a87d4a0ec288d6005bdfbf98e4787e.JPG

DSC02020.JPG.a5715bef356c9ef179a1ba72219978e1.JPG

DSC02025.JPG.8f9313031a4d901d04171020c66ede94.JPG

DSC02015.JPG.846e83985b1181d64cf40fedb7a2b97d.JPG

Ali perto também ficam as quadras de tênis onde são disputadas as partidas do Australian Open (que faz parte do circuito do Grand Slam).

 

DSC02039.JPG.dd2c3e1826aeef4e0cf176bd8a398117.JPG

DSC02037.JPG.cae80a5b6c86eb381fcafcdad7ed4d99.JPG

DSC02045.JPG.d44aa78c96a2a93e053a452bcec3f557.JPG

Continuei a caminhada seguindo o Yarra River e cheguei novamente na Federation Square. Peguei um tram para o bairro de St. Kilda, onde fica uma das praias de Melbourne.

 

DSC02065.JPG.449595afd5005741a2ada7546c0a0bec.JPG

DSC02100.JPG.f82b9af1b2ffb33736a230b11f9b3727.JPG

DSC02112.JPG.a372722f0b1be09d87da17015c4d843f.JPG

Fiz uma caminhada pela orla até o píer e depois voltei de tram para Federation Square. Já começando a anoitecer fui a pé até o Eureka, que é o prédio mais alto de Melbourne. Para subir até o último andar, precisa comprar um ticket (AUD 18,50). A visita vale a pena.

 

DSC02115.JPG.1f07e6d60520b6a50779d2f6d5c0c753.JPG

DSC02126.JPG.035de91fdb46b678b495261117daad77.JPG

DSC02131.JPG.60c3c04cdca0fd69a7c78b2aa2a0aeab.JPG

DSC02133.JPG.d53c5179c9396d4e9d56d93931421831.JPG

DSC02144.JPG.a4a86abf3aad84050ca314f0ee7c1a53.JPG

Antes de voltar para o hostel, estava procurando um restaurante para jantar. No caminho, achei um barracão do Melbourne Wine and Food Month Festival. Havia um menu com duas opções de prato que fazem parte do cardápio de alguns dos mais famosos restaurantes da cidade, assim como algumas opções de vinho da região de Melbourne (Yarra Valley). O prato principal e uma taça de vinho Pinot Gris saíram por AUD 39 (é praticamente o mesmo preço de um jantar nas cidade em que o Restaurant Week no Brasil).

 

DSC02153.JPG.fd158ee8510d05e47f5a6bd044b7ac61.JPG

DSC02155.JPG.e13963848b864ab14ed0485e2105a9ff.JPG

DSC02160.JPG.b8fc8bebd8a63372ffb189a808ff3867.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 17 – Melbourne

 

Acordei às 06:30h (bem cedo!) porque o tour para a Great Ocean Tour saía às 07:00h. No hostel não tinha café da manhã, mas ao lado havia uma cafeteria e pedi um cappuccino (AUD 3,50). Comprei também um pacote de Tim Tam (é um biscoito que só tem na Austrália) na loja da 7 Eleven para comer na estrada.

 

A van passou no local combinado às 07:30h. O nome da guia/motorista era Nathalie, acho que foi a melhor guia de turismo que conheci até hoje. A Nath (como ela disse que poderíamos chamá-la) era extremamente bem humorada, organizada e conhecia muito bem os lugares. Fora a sensacional trilha sonora do seu iPod que estava tocando no sistema de som da van durante o viagem (Beatles, Doors, Roadiohead, Snow Patrol, Smiths, Cure, REM, Aretha Franklin, U2, Tears for Fears, Oasis, Gorillaz, Arcade Fire, The Verve...)

 

DSC02173.JPG.112c62324a8f22a75996dc8552275a1f.JPG

 

A primeira parada do tour foi na estrada mesmo, quando a Nath avistou alguns cangurus e daí paramos para algumas fotos.

 

DSC02183.JPG.2f2ce43a7d56e9ce311df8aaa0c61661.JPG

A próxima parada foi em Lorne, que é uma cidade com uma praia de surfistas (cidade onde fica a sede da fábrica de Rip Curl). Ali tomamos o café da manhã numa das mesas perto do mirante da praia.

 

DSC02176.JPG.44b72d40147c7b352c6bfdd956f1efb1.JPG

DSC02188.JPG.0040eeca91252a1eaa5a075626964905.JPG

DSC02203.JPG.5cacb7c60541dc3c952faae5055c0754.JPG

Depois paramos numa praia onde há um pórtico com o início da Great Ocean Road.

 

DSC02213.JPG.a9c82131c65677ff1077f080ad6462f7.JPG

 

Depois de algumas curvas, paramos num local onde havia uma lanchonete e toiletes. Nesse local também encontramos coalas nas árvores perto do estacionamento.

 

DSC02246.JPG.ee073856c64f82cebab7e78f33372703.JPG

DSC02299.JPG.3552f2ba8ab53a9e0999a8c83ae105f4.JPG

DSC02306.JPG.122f931acc6de97103a486ff07509c95.JPG

DSC02303.JPG.68e22c15b616d34a9fe1b04671104937.JPG

Continuando pela estrada, paramos num mirante para fotos e depois seguimos até Cape Otway Lighthouse, onde há um farol e também o local onde almoçamos (incluso no tour).

 

DSC02319.JPG.2f2b8372ecd210fde8fb5482af9e09e9.JPG

DSC02323.JPG.1b1343e66acb9446927b96cf7fd918c5.JPG

DSC02315.JPG.062ecc88d2bffae986fbce9874e4044a.JPG

DSC02316.JPG.334bf488b86ef209e9859d2ac7d518a3.JPG

 

Seguindo o tour, fomos até o Loch Ard Gorge, que é uma praia localizada entre as falésias. Uma das melhores vistas do tour.

 

DSC02355.JPG.e2b929a27e7948ff2cd2b30c6239b5e1.JPG

DSC02359.JPG.669aa52d276234a38984393e10f71220.JPG

DSC02413.JPG.fc865aa652a08a7c913aa4e20039f6f3.JPG

Depois fomos para o “grand finale”, os Twelve Apostles (Doze Apóstolos). São formações rochosas próximas a falésias. A Nath explicou que na verdade nunca foram doze rochedos e sim nove. Uma dessas rochas desmoronou alguns anos atrás e atualmente os “doze” apóstolos são apenas oito.

 

DSC02420.JPG.10b6c50d64c489ce6aefc5a1a4a252cb.JPG

DSC02428.JPG.d0f6b584ae6335d3dbb5a21b6e099929.JPG

DSC02446.JPG.607d0995a8666bf84737b7436c0464e7.JPG

Há uma passarela e depois uma escadaria (Gibsons Steps) que leva até a praia e de lá é possível sentir a altura dos rochedos.

 

DSC02461.JPG.9f30ce7e085227192eacdff4eb945a26.JPG

DSC02466.JPG.a80f62349ed04fdde4171154b8801228.JPG

DSC02478.JPG.c79c6d6bd855e7ffe7b051a311ffe5f2.JPG

Há uma opção nesse tour de fazer um passeio de helicóptero (acho que custava uns AUD 100), mas preferi ver as atrações do chão mesmo.

 

O retorno para Melbourne é por outro caminho, pegando uma autopista. Fizemos uma parada numa cidadezinha chamada Colac, para quem quisesse ir no banheiro ou fazer um lanche. Tinha um McDonald’s, uma KFC e um restaurante vietnamita de noodles. Fui no Mac mesmo.

 

Chegamos em Melbourne aproximadamente 20:00h. Do hostel fui andando até uma rua de pedestres localizada perto da Federation Square e ali perto fui num KFC garantir a janta (AUD 7,95).

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Dia 18 – Melbourne – Doha

 

Último dia na Austrália. Acordei mais tarde (08:30h) e fiz o check out no horário limite (10:00h). Deixei a mochila no locker automático (AUD 4,00) que fica no terraço do hostel.

 

DSC02493.JPG.5901d09ff966f937504d83d3d7ff0987.JPG

Desci na cafeteria ao lado do hostel e peguei um cappuccino (AUD 3,50). Na frente do hostel havia uma parada de trams, incluindo o City Circle (que é free). Peguei esse tram e fiquei andando pela cidade até a parada perto do State of Vicitoria Library.

 

DSC02503.JPG.5036752b99712333bac7039661af9511.JPG

DSC02510.JPG.fcef14c0841ee2d78bbfc7bc98d69fcc.JPG

DSC02515.JPG.ffddd665e5ced32d0b9a6fac65f70b30.JPG

DSC02516.JPG.ee07d06a591070a3640b1bbe4caa5c43.JPG

Na frente da biblioteca havia algumas pessoas. Entrei na biblioteca para usar o wi-fi e na hora que saí já havia uma multidão. Eram pessoas protestando por tudo, contra o governo, pelos refugiados, contra o pedágio, pedindo mais transporte público, pelas minorias, pelo direito das mães e filhos, etc... Era uma bagunça organizada, mas sem confusão. Polícia agindo corretamente e sem vandalismo dos manifestantes, igualzinho no Brasil (#sqn).

 

DSC02521.JPG.fb47d93d0439cea18e5ea4ddf17cca25.JPG

DSC02523.JPG.86320d848b70151f82ae5b8e0335656a.JPG

DSC02528.JPG.262dbbbc7b946d44fbef6db9d883ed41.JPG

DSC02540.JPG.791d7d6c5e4bcc910efd6aec41b66fbb.JPG

DSC02559.JPG.21113b4a2d9d294a2d1fdd226878730a.JPG

DSC02585.JPG.46ab433b0ec9394de4dcf5971e628a5d.JPG

DSC02569.JPG.6d5b82a1a47d5ecc9980e010aa4ab744.JPG

Na rua da biblioteca havia alguns restaurantes. Fui almoçar num restaurante vietnamita, pedi rice vermicelli with fried chicken e uma cerveja Carlton (AUD 14,50).

 

DSC02570.JPG.e3056f78dc3b119055f12dae8c9fbef3.JPG

Às 13:00h peguei o tram para Albert Park. Tudo muito bem organizado e sinalizado, bem fácil chegar no local da corrida.

 

DSC02608.JPG.b5233b9c8742c51db7e474089c3c3479.JPG

DSC02609.JPG.6db89dcca9293a5cf032c5e3ff3b1572.JPG

DSC02611.JPG.872edf7c448f91597806281b6d759b60.JPG

DSC02614.JPG.3cbf4e6329bc88fd3c0fef6edc354e16.JPG

DSC02616.JPG.64ab9a9a9d0e55fa9c8b7135a94b2576.JPG

O GP da Austrália é um circuito de rua. No caso, é realizado nas ruas que contornam o Albert Park. Lá são montadas arquibancadas provisórias (ingressos mais caros). Quem compra o ingresso mais barato (no meu caso), tem que achar um bom lugar no gramado.

 

DSC02661.JPG.439fdb06b686d1eea450ed1f0c9bab1d.JPG

DSC02714.JPG.29cbd848cc27b8db3ebf11cf18c225a1.JPG

DSC02726.JPG.6d4468efebab62f478620f55b02896ef.JPG

Durante os dias do GP, há vários eventos na programação. No dia da corrida, teve apresentação de bandas de rock num palco dentro do circuito. A última apresentação foi da banda australiana Hoodoo Gurus (“come any time.....”), vi o show bem na frente da banda!

 

DSC02741.JPG.5b31c7d3581d2a3e0e88e49366db147a.JPG

DSC02755.JPG.d85f2720ea7ad980b12f385450201c75.JPG

DSC02767.JPG.0dd2090f14bb291fabff14a0557fc2a2.JPG

Também há exposição de carros de colecionadores, como Ferraris, Minis, Mustangs, etc.

 

DSC02670.JPG.5f98434ef00927eb9844ca0c71e04d05.JPG

DSC02683.JPG.e5fd575aa7480bd3ff18e25c41906fbb.JPG

Uma pouco antes da largada, os aviões da esquadrilha da fumaça sobrevoam o circuito, assim como um caça supersônico, além de um Boeing da Qantas (uma das patrocinadoras da corrida).

 

DSC02762.JPG.647a46f8dec809fac080b56a00441330.JPG

DSC02766.JPG.e4520624c40ffc4152643ee9f3e1b2e2.JPG

Uma cantora lírica entoa o hino nacional australiano e logo a seguir há a volta de apresentação e formação do grid de largada.

 

Fiquei sentado numa as curvas e fiquei esperando o Felipe Massa passar. Mas daí ouvi no autofalante que teve um acidente na primeira volta com ele e outro piloto e daí já era pra ele.

 

Rosberg ganhou a corrida, que acabou lá pelas 19:00h. Saí correndo pra pegar o tram e quinze minutos depois já estava no hostel. Peguei a mochila no locker automático (tive que pagar mais AUD 5 porque ficou mais tempo que o permitido) e daí fui andando até a estação Southern Cross.

 

Peguei o Skybus (AUD 18) e meia hora depois já estava no aeroporto.

 

DSC02798.JPG.4d1443a529a28a19ee2d11c4d180fd3b.JPG

Fiz o check in no balcão da Qatar, despachando a bagagem até o destino final (GRU). Passei novamente pela alfândega (controle de saída), raio-x e um procedimento diferente (checagem de sinais de radioatividade na bagagem de mão).

 

Fiquei enrolando no duty free e numa cafeteria.

 

DSC02801.JPG.8ee338c159fce184e77444460acb32bd.JPG

O voo para Doha saiu às 23:55h de Melbourne e demorou 14 horas, chegando em Doha às 06:20h do dia seguinte (horário local).

 

DSC02804.JPG.6cc6c16cc0a834c268017b77777b9fec.JPG

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora


  • Conteúdo Similar

    • Por Lielto
      Sebuí é o nome dado a uma Reserva Ecológica que fica proximo a Guaraqueçaba-PR. Sendo exato fica ha 50 minutos de barco.
      http://rppnsebui.blogspot.com.br/
       
      Trata-se de uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) com 400 hect. de Mata Atlântica e ecossistemas asociados, litoral norte do Paraná.
      Ha cerca de 6 cachoeiras dentro dessa pequena ilha, ha algumas cavernas também e o que mais impressiona é a fauna, as belas aves e animais que voce -com sorte e atenção- vera pelo caminho.
       
      São mais de 91 espécies de aves, cerca de 20 de anfíbios, além de peixes, répteis e várias de mamíferos convivem na reserva.
       
      A visita começa por Guaraqueçaba (em tupi: Pousada do Pássaro Guará).
       

       
      Ou melhor voce pode colocar Paranaguá no roteiro se tiver um tempinho a mais, pois é um bom lugar pra se tirar fotos e ver o sol nascer na baía, dar uma volta no centro histórico de Paranaguá, almoçar.



       
      Tambem em Paranaguá (cidade tombada pelo patrimônio histórico) sera inaugurado (em fev/ 14 ?) o Aquário Marinho.

       
      Além de ser a melhor opção para ir até Guaraqueçaba, são 2:30 de barco (40 reais ida e volta)
      Mas se atente aos horários de barco.

       
      Pois de carro se percorre um longo caminho de estrada de chão, 76km. Quase 3 horas de percurso.
      A empresa Viação Graciosa http://www.viacaograciosa.com.br/ faz esse percurso, mas de ônibus demora-se quase o dobro de tempo. (42,77 ida 39,77 volta)

       
      (com essa estrada de chão, somente o eco-turista que realmente preserva o meio ambiente vai para lá, se fizerem o asfalto... Os comerciantes lucrarão mas a cidade perdera o encanto em si pois pessoas imundas irão para lá com suas caixas de cerveja e som alto)

       
      Se for passar a noite em Paranaguá tem um hostel http://www.hostelcontinente.com.br/ que ta sempre tocando um bom e velho rock n roll.
      obs. talvez voce considere passar a noite lá por causa do horario do barco para Guaraqueçaba.
      http://www.paranagua.pr.gov.br/conteudo/guia-turistico/horarios-de-barcos
      Saída as 09:00 e 14:00 horas.
       
      Guaraqueçaba é encantadora, tem seus artesanatos, suas lojinhas, sua igrejinha, seus barcos coloridos, suas histórias... No ultimo dia por exemplo, ficamos sabendo da história do Copo Sujo.
      Chico Mula era um índio/ poeta dono de um bar, morador querido e conhecido por todos, ícone da cidade, casado com uma das mais belas mulheres da Baía de Guaraqueçaba
      Em seu bar havia um copo do qual ele sempre servia uma dose de graça pra quem quisesse beber algo, porem o copo 'como tradição' nunca era lavado, logo ficou conhecido e desejado (?) pelos viajantes, como Copo Sujo.




       
      Voltando a falar de Sebuí. Ha duas opções de se conhecer o lugar. Uma sai meio caro... Mas as chances de ver animais, pássaros exóticos é maior! Uma vez que você pousaria dentro de uma cabana na ilha. (lembrando que não se pode acampar lá e nem tem como).
      Entre em contato com eles e conheça o pacote e suas tarifas http://www.cormorano.com.br/ (média de 500 reais/ pessoa por um pacote com tudo incluso, hospedagem 2 noites e 3 dias, 4 refeições, passeios e uma serie de atividades)
      Outra foi como fizemos, entrar em contato direto com um dos barqueiro de Guaraqueçaba solicitando o passeio até a Reserva de Sebuí.
      Por sorte, conhecemos um dos melhores e mais simpático barqueiro da região, Senhor Valdir. Que nos cobrou 60 reais por pessoa.

       
      Claro que foi um passeio mais simples mas pudemos conhecer uma parte de Sebuí, 3 cachoeiras, o mangue, os pássaros guaras, infelizmente devido a maré no vimos os papagaios de cara roxa.






       
      Senhor Valdir também nos fez companhia no barzinho a noite contanto suas histórias e curiosidades do município. Uma figura ele!
      Tambem nos fizeram cia um casal muito gente boa, foi uma noite bem bacana de muita história, pois estávamos todos nos conhecendo naquele dia/ viagem.


       
       
      ha... ao contrario do que eu pensava, a melhor lua é a minguante, pensei que fosse a cheia, mas na minguante o mar fica mais velejável.
      Pois na cheia, ha duas mares: uma muito rasa (por isso demoramos pra sair de barco) e outra muito cheia. Por essa demora não pudemos conhecer outras cachoeiras que existem na ilha.

       

       
      Na minguante ha 4 tipos de marés, todas quase no mesmo nível, o que facilita a navegação nesse caso.
      Se puder escolher... Pois isso facilitará, mas se ficar em Sebuí, a Lua Cheia e sua luminosidade sera melhor para observação das espécies.
       
      Em Paranaguá deixamos o carro no Estacionamento Bom Abrigo; Rua Correa de Freitas, nº89. Centro.
      Pagamos 20 reais por dia. Estacionamento coberto.
      Fone: 41-3422-6789
      Lembrando que também tem ônibus Ctba-Paranaguá. Mas o horário não bate com o de saída do barco!
       
      Em Guaraqueçaba nos ficamos na Pousada Chauá: http://pousadachaua.blogspot.com.br/
      35 reais com café da manha incluso.

       
      Então, por mais que como mochileiro, eu fuja dessas agencias de turismo, nesse caso, ha de se considerar um pouco a idéia. Pra ser exato não é uma agencia e sim o próprio dono de Sebuí que planeja esses pacotes contanto com uma equipe de guias de apoio. E é o único tambem.
      Todavia, dependendo dos dias que voce tenha, da pra explorar bem nos bate-volta até Sebuí.
       
      Bom, como faz tempinho que fomos (feriado de novembro/13) as coisas já não estão tao frescas na memória mas qualquer dúvida só perguntarem que tentamos ajudar!
       
      Dedico esse relato a nova mochileira Andressa, que deu a idéia de irmos para lá abrindo o tópico: reserva-ecologica-do-sebui-pr-setembro-t84825.html
      Agradeço as queridas meninas Carina e Daila, que me deram o prazer da companhia sendo eu o bendito fruto entre as mulheres.


       
      Bom e também a todos que aqui prestam seus relatos de viagem os quais tanto nos ajuda e inspira a por o pé na estrada.
    • Por Vanilsa Potira
      Olá,  galera da mochila!!!
      Estou de volta ao Mochileiros para descrever em um breve relato a viagem que fiz com amigos ao Chile entre os dias 05 a 19 de janeiro passado. O Chile é bastante visitado e os lugares que conhecemos dispensam relatos com muitos detalhes. Por isso me atentarei nos valores que pagamos nos passeios, nos hostels e nos registros fotográficos dessa aventura linda que fizemos da Rota do Deserto à Rota do Fim do Mundo.
      Primeiramente, como sempre, a viagem de avião começou em Manaus porque passagens com saída de Boa Vista custam simplesmente “os olhos da cara”! Conseguimos passagens com um preço bom de 1700,00 reais ida e volta, mas, já vi passagens com tarifas bem mais baixas, mas para outro período, fora da alta estação.
      Ao chegarmos em Santiago, seguimos direto para o Atacama, onde ficamos cinco dias por lá e aproveitamos bem os passeios naquele incrível deserto. Mas, antes, conferimos a cotação do dólar que estava 1 dólar para 600,00 pesos e 1 real corresponde a 165 pesos, mais ou menos.
      Pegamos o voo da Sky, cuja tarifa foi de 50,00 dólares. Já tínhamos reservado antes pela internet. Voo tranquilo com duração de 1h40min mais ou menos. Do aeroporto seguimos de van da empresa Lincancabur, que também tínhamos reservado antecipadamente pela net. O translado custou 12 mil pesos. A van nos deixou no Hostel Ayny com a primeira diária já reservada pelo Booking. Esse hostel oferece quarto compartilhado com banheiro e cozinha também compartilhados. Também tem opção para casais e quarto com banheiro e cozinha privativo. Ou seja, tem para todas as preferências e bolsos.
      No dia seguinte, depois de pesquisarmos os preços em várias agências, decidimos pela Lithium Adventures. Dos dez passeios que a agência oferece fechamos um pacote com sete tours, por 172 mil pesos ou 287 dólares por pessoa, que foi mais ou menos uns mil reais sem as tarifas de entradas. Abaixo, um resumo do roteiro que realizamos:
      1º dia:  Laguna Cejar (entrada: 17 mil pesos);
      2º dia: Piedras Rojas e lagunas altiplanicas - Full Day (Entrada: 5500,00 pesos);
      3º dia: Valle del Arcoiris e Petrogrifos (entrada no Petrogrifos: 3000 pesos e no Valle de la Luna:  3000 pesos).
      4º dia: Gêiser del Tatio, Termas del Puritama e Tour Astronômico (entrada nos gêiseres: 10 mil pesos para estrangeiros e nas Termas del Puritama foram 9 mil pesos)
      5º dia: Salar de Tara e Monges de la Pakana - Full Day.
      Todos os passeios são feitos de vans e guias bilíngues. No dia do passeio a Piedras Rojas, houve um protesto dos indígenas contra o impacto ecológico e ambiental causado pelo turismo e, portanto, não pudemos visitar a região.
      Assim, foram nossos dias no Atacama, um lugar belíssimo, maravilhoso, que é quente durante o dia e muito frio a noite. San Pedro do Atacama é uma cidade pequena com cerca de 10 mil habitantes e uns 200 turistas para cada um! Rss. Muito legal encontrar gente de várias partes do mundo e sempre com alguém se inicia uma grande amizade.
      Quero destacar a atenção dos guias. Todos maravilhosos. Mas o Nicolás Yaru foi o mais incrível de todos. Detentor de um vasto conhecimento da área, explicou com segurança como é a vida das pessoas que vivem no Atacama, seus costumes e suas necessidades básicas de sobrevivência no deserto. É bastante comunicativo e interativo com as pessoas e além do mais não se importa em tirar fotos para os turistas, pois sabe o melhor ângulo para uma excelente fotografia!! É o melhor guia do Atacama!!
      Depois desses cinco dias intensivos no Atacama, segui de ônibus para Santiago, pela Rota do Deserto.  Foi uma opção minha para conhecer a realidade daquela região. O deserto chega a ser hostil em certos trechos e ao mesmo tempo imponente e lindo. A passagem do ônibus pela TurBus custou 49 mil pesos
      Depois de um dia e uma noite viajando, cheguei em Santiago e segui direto ao aeroporto, onde encontrei minha amiga para irmos a Punta Arenas, o outro extremo do Chile. De Punta Arenas seguimos para Puerto Natales, com transfer em ônibus da empresa Busur. Que também foi agendado e pago pela internet por 30 dólares ida e volta.
      Depois de mais ou menos três horas de viagem, pela chamada Rota do Fim do Mundo, chegamos na rodoviária da gelada Puerto Natales. Tomamos um táxi até o Hostel Chamango, onde ficamos hospedadas em um quarto com banheiro privativo, por 24 mil pesos a diária.
      No dia seguinte, fechamos com a agência o único passeio que fizemos no lugar: Parque Nacional Torres Del Paine que custou 35 mil pesos por pessoa, sem almoço e a entrada no parque que custa 21 mil pesos. Uma dica que dou é de as pessoas levarem seu próprio almoço ou almoçar nos caríssimos restaurantes localizados dentro do parque.
      O passeio no Parque Nacional Torres Del Paine é lindo, com muitas paisagens belíssimas, é um local ideal para trekking, de fato. Nesse passeio, avistamos as Torres Del Paine por diversos miradores espetaculares, conhecemos o Lago Grey e visitamos a Cueva do MIlodón.
      Agendamos um passeio de barco pelo Glaciar Balmaceda y Serrano, mas, chuva e vento nos impediram de sair do hostel. Foi uma pena, pois ficamos na pequena cidade de Puerto Natales praticamente sem fazer muita coisa alternativa nesse dia chuvoso.
      E, após três dias curtindo o frio e o vento da patagônia chilena, retornamos a Santiago para encontrar um casal de amigos que fizeram passeios alternativos pelas vinícolas chilenas, pois estavam com uma bebê de colo e depois visitamos uma amiga chilena que morou em Roraima um tempo.
      Assim passamos as férias no Chile. Presenciamos tantas belezas que foram uma recompensa à distância que percorremos, ao calor e frio que sentimos, e claro, ao investimento $$$$$$$$$$$$ necessário. Afinal de contas a Patagônia, principalmente, não é um dos destinos mais baratos para viajar na América Latina. A média de preços de hospedagem e alimentação pode assustar os viajantes mais econômicos. Um simples café com leite e pão com manteiga podem custar uns 36,00 reais! um almoço simples, uns 42 reais... Já no Atacama, como já citei, tem para todos os gostos e bolsos. 
      Mas, valeu a pena. Elegi o Atacama como meus destinos preferidos. Mas, também fiquei muito encantada com a beleza da Patagônia. Valeu tanto a pena que eu vou voltar para conhecer outros destinos do fim do mundo. Já pensando na Argentina... rss
      Abaixo segue algumas fotos do maravilhoso passeio ao Chile.
       





































    • Por crysthyna
      Oiee genteee!
      Olha eu aqui de novo! Então... tô aqui pra fazer mais um relato, dessa vez sobre a Colômbia, mais especificamente, San Andrés!!! Um lugar incrível que eu sempre tive muita vontade de conhecer e quando vi uma oportunidade no valor de passagens super em conta e que batia com meu período de férias, não pensei duas vezes!!! Masssss, eu já havia comprado passagens para ir novamente a Fernando de Noronha e achei que ficaria super caro ir para esses dois lugares em uma única férias, mas pesquisei bastante, fiz meus cálculos e quem já acompanhou algum relato meu aqui sabe como sou de economizar muitooooo...rsrs! Enfim, comprei logos as passagens e depois ia me virar e foi o que fiz! Vi que San Andrés não era um lugar muito caro q comecei a investigar tudo sobre o lugar...hehehe! Já fechei a minha meta de gastos e o passeios que desejaria fazer, infelizmente as vezes é preciso abrir de algumas coisas para realizar uma viagem assim, mas eu nunca me arrependo, pois quero mais é curtir o local e pensar em coisas supérfluas depois... Bom, as passagens custaram pela Copa Airlines a bagatela de R$1.083,00 (incluindo as taxas) saindo do Rio de Janeiro, e já que o preço real foi de R$689,00 e o restante foram taxas, então vc vê que foi super em conta! Mas só depois que comprei é que vi as pessoas comentando que setembro é um mês mega chuvoso em San Andrés e já me desanimei bastante, poxa vida... será que eu ia me dar mal? Mas já estava feito e agora era rezar pro tempo ajudar....rsrs... fui na fé mesmo, minha gente!
       
      Não sou muito exigente com hospedagem, mas para mim uma boa localização é o ideal e como vi também que a ilha era muito quente, eu optei para ao menos o lugar ter ar condicionado e não precisava ser de frente para o mar ou um super hotel nem nada, eu fui pra curtir as praias e não os quartos e a estrutura do hotel, mas como eu sempre disse, existem vários perfis de viajantes, o meu é esse! Eu ficaria no El Viajero, o hostel mais famoso e procurado de lá, cheguei a fazer a reserva pelo booking e tudo, mas uns 10 dias antes eu estava olhando novamente e encontrei uma pousada por uma diferença pouca em quarto privativo com banheiro compartilhado que ficava na rua ao lado do El Viajero, uma localização boa e não pensei 2x!!! Cancelei a reserva anterior e fechei com essa pousada e não me arrependi, pelo contrário, gostei muito! Na verdade, não era uma pousada e sim uma casa de morador que alugava alguns quartos, assim como acontece em Noronha e como já tinha passado por essa experiência não achei problema algum.
       
      O lugar se chama Jackson House Inn e tem até página no face, paguei em 5 diárias a bagatela total de Cop 292.500!!! Muitoooo baratooo! Até fiquei meio receosa...rsrs... mas olha o quarto é arrumadinho, possui ar condicionado, frigobar, tv a cabo, cama de casal e a limpeza é feita todos os dias... Eles deixam vc usar a cozinha da casa que possui todos os utensílios necessários e era lá que eu fazia meu jantar de cada dia....rsrs... o banheiro, apesar de ser compartilhado não vi ninguém usando, parecia até que só eu usava, estava sempre muito limpo! Eu pagaria no El Viajero o valor de Cop 270.000 então vc vê como a diferença é pouca, apesar que no hostel eu teria café da manhã e lá não possui, mas isso não é problema pra mim! Fica perto do comércio e possui mercados próximos e foi lá que fiz uma comprinhas para passar os dias... Ah, não precisei comprar água pois o pessoal de lá também deixa vc utilizar a água potável para beber, eu enchia minhas garrafinhas todos os dias e deixava no frigobar e também levava para as praias, que beleza né?! Hehehe.... Eles lhe dão as chaves, uma do quarto e a outra da porta da casa e assim vc fica a vontade para entrar e sair a hora que quiser e a casa estava sempre vazia, foi bem tranquilo. De onde eu estava para a praia principal eram uns 5min caminhando, bem pertinho! Então, dá pra ver que bela economia eu tive com a hospedagem né?!
       
      Eu sempre coloco uma meta de gastos e dessa vez não foi diferente, acreditem se quiser, eu gastei U$200,00 com tudo, quando digo tudooo, eu digo tudo mesmo! Passeios, hospedagem, alimentação e taxa de entrada na Ilha! Mas ainda voltei com U$10 então na verdade gastei U$190!!! Hahahaha!
      Mas Cris, como vc consegue? Gente, mantenha o foco e controle seus gastos, ainda mais eu que tinha acabado de voltar de Fernando de Noronha e juntei uma viagem na outra, ou era assim ou não ia....rsrs! Bom, como economizar? Em tudo que vc vê que dá pra fazer sem gastar seu dinheirinho suado, eu por exemplo não gastei com táxi do aeroporto para a pousada e vice-versa, pois vi pelo google maps que dava pra ir andando e deu mesmo, eram 10 min apenas do aeroporto e foi super simples, eu gastaria no táxi Cop 15.000 ida e Cop 15.000 volta! Ah, mas isso é bobagem, pra mim não é não... pois de bobagem em bobagem vc nem vê seu dinheiro indo embora! Eu levei dólares para trocar na ilha e o cambio estava péssimo nas casas, fiquei xoxa mas lembrei q tinha o contato de um rapaz que consegui nas minhas pesquisas e procurei por ele... na mesma hora ele levou o dinheiro na pousada e fez a troca pra mim, estava bem melhor do que nas casas de cambio neste dia e ele é super de confiança, todos o conhecem e foi tudo certinho. Eu tive que pagar a taxa de entrada na ilha em Bogotá, onde foi minha escala e lá já troquei U$35,00 para pagar a taxa que era de Cop 99.000 e só aceitava em pesos, então tive que trocar no aeroporto mesmo, mas a taxa não estava tão ruim. Sendo assim cheguei em San Andrés apenas com U$165,00 e consegui me virar com isso.... hauahauhah!!!!
       
      A fila é imensa para fazer a imigração, mas anda bem rápido e olhaaaa, a ilha é bem quente mesmo, parece até o Rio no verão...rsrs! O aeroporto é muito pequeno, mas dá pra atender a todos e já achei o pessoal bem simpático! Eles pedem o comprovante de pagamento da taxa e vc guarda o outro com vc, pois vai precisar mostrar para sair da ilha, ou pagará novamente, então guarde-o muito bem!!!
       
      1º Dia: Fui andando para a pousada, arranhei um portunhol e consegui encontrar a dita cuja, foi fácil até! Olha gente, eu em momento algum tive receio de andar na ilha, nem mesmo a noite, achei tudo super tranquilo, é bem policiado e por isso tive total segurança em andar sozinha, mesmo com uma mochila gigante nas costas...hahahaha! Guardei as coisas, e fui conhecer a praia principal, chama Peatanol e já fiquei bestaaaaa!!! Que coisa lindaaaaaa! Vê se não tenho razão?
       

       
      Estava sol, a praia não estava muito cheia, era baixa temporada e um dia de semana né, então já viu...rsrs
       
      Pesquisei os valores dos passeios e vi que é tudo a mesma coisa, nem adianta pechincar, é tudo tabelado! Passei no mercadinho, abasteci o frigobar, comprei pães, biscoitos, presunto, ovos, sorvete (amooooo) e etc... e fui dormir cedo, pois estava cansada!
       
       
      2º Dia: Acordei cedo e já fui direto para o cais comprar algum passeio, compre direto lá no cais mesmo, pois é mais fácil e vc já saí logo no primeiro barco! Não precisa reservar, comprei o meu na hora e foi ok! Escolhi fazer o Aquário e Johnny Cay que custa Cop 15.000 + 5.000 de taxa em Johnny Cay e foi só pra ter uma idéia de como era, gostei muito dos dois, mas achei pouco tempo no Aquário e já resolvi fazer novamente em outro dia, porém Johnny eu achei suficiente e não gostei muito da muvuca na hora de ir embora e por isso não fiz de novo. O lugar é realmente muito lindo!
       

       

       

       

       

       

       

       

       

       
      3º Dia: Neste dia resolvi Ir para West View, peguei o ônibus no centro que deixa bem em frente e na volta vc pega no mesmo lugar para voltar ao centro. A entrada custa Cop 4.000 e vc ganha um pedaço de pão para os peixes, eles possuem estrutura como restaurante e um trampolim onde o pessoal fica o tempo todo saltando...rsrs! Neste dia desabou uma chuva daquelas e me desanimou totalmente, tinha muita gente chegando na hora que fui embora, não sei se foi por causa da chuva, mas não curti muito o lugar, achei as praias bem melhores! Mas vale a pena conhecer!
       

       
      4º Dia: Acordei cedo, mais uma vez peguei o ônibus e segui para a Playa de San Luis, fica próximo e é muito bonita, o tempo não estava muito legal, sol com muitas nuvens e achei que ia chover novamente, mas depois abriu maior solzão e o dia ficou perfeito! Fiquei alí curtindo aquela praia que estava praticamente deserta ainda e era praticamente toda minha.
       

       

       
      Depois fui esperar o ônibus, pois queria seguir para Rocky Cay, mas ele estava demorando tanto que resolvi ir andando mesmo e foi uma caminhada boa, já que estava muito quente, mas quando cheguei no lugar valeu a pena!!!! Adorei simplesmente maravilhosa! Vc pode usar a estrutura ou só ficar na praia mesmo e eu apenas aluguei um locker na praia para guardar as coisas, eles cobram Cop 5.000 e vc pode utilizar o dia todo. Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí!
       

       

       
      Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí!
       

       
      5º Dia: Mais uma vez acordei cedo e neste dia resolvi ir novamente ao Aquário, custou Cop 10.000 e cheguei lá por volta das 08:30 e só saí as 13:00h, foi muito bom!! Estava bem cheio, mas deu pra encontrar alguns lugares mais desertos e aproveitar bastante!
       

       

       
      Algumas pessoas não queriam atravessar para o outro lado, na ilha de Haynes Cay, que é maior e mais bonita (na minha opinião), passei a maior parte do tempo lá e estava muito melhor, no Aquário é muita muvuca!! Dá pra atravessar de boa, pois a água chega somente até a cintura!
       

       
      Não guardei as coisas nos armarios, mas eles tem pra alugar e custa Cop 5.000, também tem mascaras e sapatilhas, mas eu já tinha tudo isso e não comprei na Ilha, levei as minhas mesmo, aqui do Brasil!
       

       

       

       

       
      Na volta fiquei pela praia do Peatanol, ela é uma delícia e eu adorei, super tranquila! Eu deixava minhas coisas na areia e ficava de boa na água... Passei o resto do dia nessa praia e depois curti o pôr do sol, foi ótimo!
       

       

       
      6º Dia: Era meu último dia e meu voo era a tarde, então fui comprar uma lembrancinhas pelo centro e depois arrumei minhas coisas pra ir embora.
       
      Deu pra aproveitar tudo muito bem e com calma, economizei, pois não comi em restaurantes (não faço questão) e sempre procurando priorizar o que estava dentro do meu orçamento. Andei de ônibus, não aluguei mula, pois estava sozinha e sairia bem caro pra mim, mas indico, pois vc deve ver mais coisas e pode dar a volta na ilha. O ônibus custa Cop 2.000 e apesar de serem bem velhos e alguns até quebrados, te leva onde vc quiser...rsrs!
       
      Amei a ilha e a energia que vc sente é incrível! As pessoas são maravilhosas e muito gentis, apesar de não falar espanhol, vc conseguirá se virar muito bem! Voltaria de olhos fechados pra lá e aconselho a quem deseja conhecer o mar do caribe, vistá-la, pois é barata e muito mais acessível! espero que meu relato tenha ajudado vcs! Até a próxima, pessoal!
    • Por brayan.linhares
      Olá Mochileiros e Mochileiras,
       
      Recentemente voltei de uma viagem de 10 dias com minha noiva para Cidade do México, uma viagem sem igual.
      Acompanho o mochileiros.com a alguns anos, sempre lendo os mais variados roteiros de viagem, já montei alguns roteiros através do site que ainda não realizei, e nesta vigem par o México não poderia ser diferente, pesquisei algumas coisas aqui que me ajudaram muito. Através deste relato pretendo ajudar com o máximo de informações quem pretende ir futuramente para este país incrível.
      Vou começar fazendo algumas considerações gerais da viagem, e logo depois um relato dia a dia de tudo que aconteceu.
       
      Por que o México? Na verdade tanto eu como minha noiva pouco conhecíamos sobre o país, a vontade veio depois de ver uma promoção de passagem e surgir a oportunidade de realizar um trabalho fotográfico lá, juntamos isso com uma pesquisa mais a fundo do país e decidimos ir para ver e viver tudo que havíamos pesquisado, alem disso tem o fato da Sara ser estudante de moda e nós dois termos uma marca de roupas, e o México se mostrou um ótimo campo de pesquisa.
       
      Passagens Aéreas: A decisão de viajar já vinha a tempos, mas quando vimos as passagens para o México acabamos definindo nossos destino. A muito tempo que acompanho o http://www.passagensimperdiveis.com.br e um belo dia eles postaram a promoção de passagens para CDMX (Cidade do México), promoções não são novidades mas geralmente os melhores preços são saindo das grandes cidades, e nesta pesquisa encontrei as passagens por R$ 1.070,00 (cada) com todas as taxas incluídas, saindo de Navegantes-SC (NVT), cidade vizinha a minha, o valor normal desse voo NVT-MEX é entre R$ 2.500 e R$ 3.100. Comprei uma passagem pela Decolar.com e outra pela Submarino Viagens, preferi o serviço da decolar.com. Resumindo as duas passagens custaram R$ 2,140,00.
       
      Vôo: No Final meu vôo ficou assim NVT(Navegantes)> GRU(Guarulhos)> BOG(Bogota) > MEX (Cidade do México), Foram 24h de ida e 21h de volta, o vôo de ida de NVT a GRU foi operado pela Gol em parceria com a Avianca, e o de volta CGH a NVT novamente operado pela Gol, na volta tive mudança de aeroporto, pousamos em GRU e sairíamos para o ultimo vôo de CGH, o translado foi feito gratuitamente com ônibus da Gol apresentando o ticket de embarque, se não me engano o ônibus sai de hora em hora, é bom chegar cedo no local de embarque pois os lugares são contados, fomos os últimos a conseguir embarcar no ônibus. Voltando a ordem dos fatos, a partir de GRU os vôos passaram a ser operados pela Avianca, já tinha voado antes de Avianca e recomendo sem duvidas!! Neste caso o vôo era operado pela Avianca Colombiana, ótimo serviço de bordo. entretenimento, atendimento da equipe de bordo e aviões em ótimo estado!
       
      Hospedagem: Na hora de montar o roteiro acabamos decidindo ficar os 10 dias de viagem na Cidade do México para explorar de ponta a ponta a cidade, alem do que perderíamos 1 dia em função do trabalho fotográfico. Então optamos pelo Airbnb, o que se mostrou uma ótima escolha, nós hospedamos no centro histórico, em um apartamento muito bom, perto de restaurantes, farmácias, a 50 Metros do Metro, loja de conveniências e afins. Além de tudo o apartamento era super seguro, estávamos com todo dinheiro em especie e os equipamentos fotográficos, ficaria meio preocupado de deixar tudo isso em um quarto de hostel! Alem de todas as vantagens do apartamento tem a comodidade de pagar tudo pelo cartão ainda no Brasil e parcelar em até 3X, nos hospedamos neste apartamento: https://www.airbnb.com.br/rooms/7651362 Ana nossa anfitriã sempre muito prestativa e atenciosa, dando dica de lugares, restaurantes, lojas e sempre tirava um tempo para conversar com nós sobre os mais variados assuntos, recomendo! Para quem não é cadastrado ainda pode se cadastrar por este link: http://www.airbnb.com.br/c/brayanl3?s=8 assim você ganha um bônus para a próxima viagem e eu também!
       
      Moeda: A moeda corrente no México é o peso mexicano $MXN, preferi levar todo o valor em moeda local, separei cerca de $1.000MXN para gastar por dia, logo level $10.500MXN em especie, não levei travel money e levei apenas um cartão de credito internacional para emergencias, já que o limite do mesmo era baixo, no final acabei usando só para uber (através do app, não necessita ter o cartão em mãos), e também para comprar uma lembrancinha no aeroporto. O câmbio eu fiz ainda no Brasil através da Confidence Câmbio, casa de câmbio presente em todo país, apenas necessário reservar com uns 4 dias de antecedencia. Quando fiz a troca na segunda semana de fevereiro consegui quase o valor de R$1,00 X $4,00MXN, se não me engano R$1,00 comprou $3,87MXN. Uma dica é que pagando mais R$19,90 na hora do câmbio com a confidence você garante que eles comprem a moeda de volta pelo mesmo valor que você pagou, acabei não pagando e gastei até o ultimo peso no México
      Outra coisa que vi é que muita gente leva em dólares e no destino final faz a troca para a moeda local, fiz essa simulação e no meu caso não foi vantagem iria perder cerca de R$200,00. Caso você opte por fazer assim, na cidade do México o melhor lugar para fazer a troca dos dólares é na bolsa de valores (https://goo.gl/IQgW5E) fica na Avenida Paseo de la Reforma, uma das mais importantes da cidade, no link tem a localização certinho, é na salinha com a placa CI Banco.
      Para a configuração de viagem que fizemos, $1.000MXN por dia é suficiente é possível fazer até com menos. Todos as atrações que fomos fizemos por conta propria, em agencia sairia pelo menos 5X mais, ao longo dos relatos vou colocando a questão de valores e como chegar em determinados lugares. Na questão de transporte sempre utilizamos transporte público, e nos alimentamos bem, hora na rua, hora em restaurantes típicos, e poucas vezes em 'bons' restaurantes.
       
      Transporte: Durante os 10 dias tudo que fizemos na Cidade do México foi 95% através do transporte público e caminhando. Nosso meio de transporte mais utilizado foi sem duvida o metro, chegamos a utilizar mais de 6 vezes por dia, em termos de cobertura o sistema é ótima, são mais de 200KM distribuidos em 12 linhas e 195 estações, você consegue ir para quase todos os cantos da cidade de metro é ótimo, aqui tem algumas informações interessantes (http://goo.gl/mWd1t6), mas num geral o sistema é muito bom, tem uma ampla cobertura é barato $5MXN o bilhete, e é seguro em cada estação ha vários policiais. Todo sistema é muito antigo, foi inaugurado em 1969 e desde então não passou por grandes melhorias, os trens são antigos e tudo mais, porem tudo funciona muito bem. Mais de 5 milhões de pessoas utilizam por dia o sistema, de todas as vezes que utilizamos apenas uma ou duas vezes conseguimos pegar o trem vazio a ponto de conseguir sentar, 80% das vezes estava cheio, você conseguia entrar numa boa e ficava em pé apertadinho, e duas vezes foi um parto para conseguir entrar, depois de deixar passar mais de 3 trens e muito empurra empurra conseguimos entrar, depois é só risadas, essas duas situações ocorreram entre 17:30 e 20h fora esses horarios é tranquilo. Quanto a segurança mochila sempre na frente com pertences pessoais, passaporte e dinheiro na doleira por baixo da roupa, tudo tranquilo sempre esperto sem dar bobeira. Nos horários de pico o primeiro vagão da composição é exclusivo para mulheres, apenas uma vez eu e minha noiva nos separamos pois era mais seguro para ela por conta do empurra empurra dos homens, todas as outras vezes fomos juntos no vagão geral e nunca tivemos problemas por conta de outros homens, com vagões cheios se via muitas mulheres em meio aos homens, mas nessas situações de empurra empurra não vi nenhuma, e o vagão de mulheres ia igualmente cheio. Minha opinião geral sobre o sistema, é que é super tranquilo de usar, muitos brasileiros evitam porem achei super tranquilo, é seguro, limpo e barato, fomos em todos lugares que queríamos apenas com o metro, recomendo.
      Alem do metro por 3 vezes utilizamos os famosos e temidos táxis de ruas, utilizamos em trajetos de no máximo 2km por pura preguiça de caminhar. O fato é que existe uma lenda urbana (verídica) que principalmente a noite taxistas sequestram e extorquem turistas, conversando com um amigo mexicano ele me confirmou essas historias e contou que inclusive um hospede seu de nacionalidade suíça sofreu um sequestro que durou 2 dias, os sequestradores o doparam dentro do táxi então faziam saques do seu cartão de credito, depois de 2 dias ele foi liberado. Mas conversando com os mexicanos a orientação para fugir desse tipo de risco é: Se sair a noite para um restaurante ou balada, ao voltar para o hotel peça que alguém do local que você está chame um táxi de confiança, evite pegar táxi nas ruas. Se possível utilize o UBER ou aplicativos como Easy Taxi. Se for pegar táxi na rua durante o dia, tente pegar nos pontos, que são os TAXIS de Sitio, se não encontrar nenhum escolhas os táxis branco e rosa e de preferencia para carros mais novos, segundo um taxistas executiva que fez nosso transfer do aeroporto os táxis branco e rosa seguem a ultima regulamentação. No nosso caso pegamos 3 táxis na rua durante o dia, desses 2 eram carros muito velhos, o que era melhor também era registrado no Easy Taxi, motorista muito simpático e atencioso.
      Utilizamos o Uber por 2 vezes, serviço muito bom. Para o transfer do ultimo dia para o aeroporto foi a melhor opção, muito mais barato que um táxi velho de rua.
      Se você ainda não se cadastrou no Uber, use esse link aqui e tenha desconto na primeira viagem: https://www.uber.com/invite/9sdkheezue
      Ônibus coletivos não utilizamos nenhum, tem também os peseros que são micro-ônibus e não é muito aconselhável por ser um sistema confuso e sem linhas fixas.
      Outra boa opção é o Metrobus, semelhante ao sistema de Curitiba, com linhas fixas estações fechadas e bons ônibus, o valor é o mesmo do metro, nas estações de metrobus você só entra através de cartão, na entrada da estação é possível comprar um cartão recarregável por $10MXN esse mesmo cartão pode ser utilizado no metro.
       
      Alimentação: Uma coisa você pode ter certeza, a comida mexicana que comemos nos restaurantes do Brasil nada tem haver com a verdadeira comida mexicana, tanto pelo sabor quanto pelo preço. Comer no México, mais precisamente na região central é barato comparado ao Brasil. Sabe aquela dica que todo mundo dá, não coma comida de rua? Esqueça, como na rua, nas barraquinhas, nos mercadões, no metro, é muito tranquilo pelo menos uma vez por dia comíamos em barraquinhas na rua, assim como no Brasil é claro que você deve prezar pela higiene do local, e quanto a isso todos os locais que comemos eram muito limpo e organizados, então COMA COMIDA DE RUA! Só assim da pra aproveitar bem a tipica comida mexicana na sua essência.
      Para quem sem preocupa com a comida apimentada relaxa, nem tudo é pimenta no México, a maioria dos pratos vem sem pimenta, a pimenta vem em um recipiente separado e você coloca ao seu gosto, mas para prevenir peça sempre: Sin Chile, por favor. Assim os atendentes sempre te indicam um prato menos apimentado, e no final você acaba se acostumando e sentindo falta da pimenta.
      Quanto ao valor por exemplo um bom café da manhã (Desayuno Completo) Custa cerca de $36MXN por pessoa, vem com Café ou Chá + Suco de Laranja + Cesta de Pães + prato escolhido ou seja muito barato. Na rua se compra 5 Tacos por $30MXN e por ai vai, nossa refeição mais cara foi $320,00MXN o casal, mas foi um verdadeiro banquete em um bom restaurante. Nos bairros como Condesa e Polanco existem restaurantes bem chiques ali a conta pode passar dos $1.000MXN Facilmente. No mais outra boa maneira de economizar são as conveniências, são duas grandes redes e tem em todo lugar OXXO e 7eleven, praticamente uma em cada esquina.
       
      Segurança: Bom a CDMX se mostrou muito mais seguro do que esperávamos, quando se pesquisa sobre se acha muitas comparações entre CDMX e SP. Gosto muito de SP e até moraria lá sem problemas nenhum, mas CDMX se mostrou uma cidade muito mais limpa e seguro para mim, andamos os 4 cantos da cidade desde bairros ricos a periferia e tudo de transporte publico e a pé, o que vimos foi uma cidade limpa, sem moradores de rua, sem ocupações, sem pontos de droga a céu aberto, enfim se existe nós não vimos.
      Os cuidados para andar na rua são os mesmos que tomo em minha cidade, sem ostentar objetos de valor, sempre de olho quando se esta no meio de muita gente, no metro objetos de valor sempre na mochila e a mochila na frente do corpo, ou em bolsos com ziper. Em nenhum momento nos sentimos ameaçados na rua e tal, li recentemente uma matéria que falava que o índice de furtos no metro da CDMX era inferior ao do metro de Londres .
      Também há muito policiamento nas ruas, muito mesmo principalmente na região central, é so andar com o mesmo cuidado que você anda aqui que não há problema algum.
      Bom essas são minhas primeiras dicas e impressões gerais, em seguida vou relatando dia a dia a viagem, com dicas especificas de lugares e tudo mais.
      Deixo aqui um vídeo com um resumo de tudo que vimos e vivemos, em breve continuo as postagens.

      Antes de ver nosso vídeo da uma passadinha e nos segue lá no Instagram: https://www.instagram.com/mundodequintal/
      Se você gostou do nosso vídeo, entra lá no canal e se inscreve, sempre tem coisa legal saindo
      Segue Planilha com os custos, lembrando que da para ser BEM mais econômico que isto, por exemplo só de presentes e coisas pessoais foram 20% do orçamento total.
      Todos os valores são para duas pessoas:
      Custos Cidade Do México.pdf
    • Por Amilton & Poly
      Aqui estão reunidas nossas experiências cometíveis por terras Lusas .
      Acompanhe tbm nossas viagens pelo Instagram/ Facebook @polymsousa.
       
      Come-se mto bem e com preços mto bons em Portugal. A comida é deliciosa e barata em relação a SP. Por ex: sopa + prato de bacalhau sai em torno de 15 reais por pessoa.
      DICA 1: peça pratos para 1 e divida, as porções costumam ser grandes. Assim é possível pedir entrada, prato principal e sobremesa e ter uma degustação total sem gastar tanto. Os valores são mto parecidos com o que vc gastaria no Brasil comendo arroz e feijão, porém lá vc come bacalhau kkkkk.
      DICA 2: geralmente fazemos compensações, então se um dia esbanjamos um pouco mais com alimentação no outro seguramos a onda e seguimos o baile.
      DICA 3:  Vc encontra os cardápios com valores de todos os restaurantes no site Zomato.
      DICA 4: se não quiser o couvert (pães e patês) é só não mexer que não será cobrado.
       
      Vamos lá:
       
      LISBOA
      -Restaurante Costa Vicentina: ambiente aconchegante, atendimento excelente feito por brasileiros rsrs. Nos receberam com um vinho do Porto! Eles são especializados em comida portuguesa então pedimos pratos com frutos do mar: Gamba Aguille (camarão alho e óleo) + Cataplana de Mariscos + sobremesa Sericaia (lembra um curau) + taça de vinho verde. Tudo delicioso e muito delicado.

       
      -Landeau: onde tem o famoso bolo de chocolate. Tipo um bolo-mousse realmente delicioso. Fomos na unidade da LX Factory mas tem tbm no Baixa-Chiado.

       
      -Restaurante Frade dos Mares: Um ritual gastronômico! Pedimos a sugestão do chef e fomos muito felizes kkkkk: folhado de leite de cabra com doce de frutas vermelhas (couvert) + mexilhões com manteiga de ervas (entrada) + Camarão alho e óleo (entrada) + Polvo a Lagareiro (principal) + Entrecôte maturado (principal) + Leite-creme folhado com abacaxi ao vinho do Porto e sorvete (sobremesa) e ainda um vinho branco delicioso. Meuuu Deus, pensa numa riqueza! Maravilhoso! Se não bastasse, o atendimento é primoroso e rápido e a música ambiente dá um clima. Super romântico. Recomendo muito! Áh lá precisa reservar pq são poucas mesas. Vá, sério.
       

      -Fábrica da Nata (no bairro Restauradores). Lindo ambiente com azulejos portugueses, preparação dos pastéis visível (o que é mto legal, pois se torna uma experiência), ótimo atendimento. No teto estão em movimento forma de pasteis de nata que parecem ter saído do forno, mas é só decorativo kkk. Comemos pão com queijo da serra da estrela e presunto Parma + bolinho de bacalhau + croquete de vitela + pastel de nata com vinho do Porto. Não sabia que faziam essa combinação de pastel e vinho, amamos!!!! Td delicioso mas o pastel de nata quentinho e cremoso foi demais!

       
      -Restaurante Nepalês Himchuli: nunca tínhamos visto comida do Nepal. Pedimos indicação de pratos típicos e veio de entrada ‘papada’ tipo uma torrada com 3 molhinhos. De prato principal um cozido de frango com especiarias e guioza. Tava muito gostoso, o ambiente é todo decorado, tem vela na mesa. O garçom não conseguia entender português e tivemos que fazer o pedido em inglês (hummmm phyna kkkk) e deu td certo kkkkk.

       
      -Alcoa (doces conventuais): São doces típicos portugueses em q a base é gema e açúcar. A história desses doces é interessante e data do séc. XV: as freiras usavam as claras para engomar roupas e como as gemas sobravam começaram a produzir doces com eles (por isso conventual).  O Alcoa é especializado nesses doces desde 1957 e seguindo a tradição ainda o fazem em tachos de cobre. Vários doces deles são premiados. Pega essa: o Coroa de Baronesa feito por eles foi a sobremesa do Papa quando visitou Portugal, pira? Provamos 6 doces premiados, incluindo o do papa kkkk. São deliciosos e uma obra de arte. Se quer algo menos doce aposte no Ovos do Paraíso. Áhh sabe quem tbm estava lá? Willian Bonner e família! Chupa essa manga kkkkk

       
      -Restaurante Cantinho do Avillez: faz parte do grupo de restaurantes do chef José Avillez e este é de comida portuguesa com influência de viagens, achamos mto interessante o conceito. Pedimos Tartar de atum e Ovos à Professor do séc XXI,  kkkk deliciosos. Depois Vieiras e Tagine de Cordeiro. Por fim, sobremesa de Avelã e Cheesecake de framboesa. Tudo é muito delicado e delicioso. O vinho é escolhido com um tablet que contém as informações do vinho e com que comida do restaurante combina, mto legal! Pedimos vinho verde e um vinho tinto q eles estão desenvolvendo. Jantar demais!!!!
       
       
      -Pastéis de Belém (o de Belém de fato rsrs): Esse é o clássico e original desde 1837. Sabia que só eles podem usar o termo “pastel de belém”? É marca registrada. Como a receita é secreta é um pouco diferente dos pastéis de nata dos outros lugares. São deliciosos tbm e não pode sair de Portugal sem provar! Tomamos tbm um galão (café com leite) e um chocolate quente que dá vontade de comer de colher!

       
      -Pop Cereal Café: estávamos mto curiosos pra experimentar por ser super novidade pra gente. O ambiente é td decorado com histórias em quadrinhos, colorido e mtas caixas de cereais. Tem mais de 100 tipos de cereais entre nacionais e importados. A graça é combinar os cereais, adicionar os toppings, escolher o leite e desfrutar.  Como são mtas opções resolvemos pedir as preparações indicadas no cardápio. Pedimos o King Coco e o Heaven is made of chocolate e acrescentamos sorvete de nata kkkk. Cara, q massa!!! Uma delícia, super anos 90, nostalgia total mto legal. Atendimento primoroso! Tem que ir.
       
       
      SINTRA
      -Byron Bar: a entrada do bar fica embaixo e não é mto óbvia mas tenha fé que vai dar certo kkk, tem uma seta apontando para a entrada. O nome é em homenagem a um poeta que visitou a cidade no séc XIX e por ter gostado mto escreveu sobre Sintra. Começamos com um chocolate quente pra tirar a friagem kkk delícia. Experimentamos bolinho de bacalhau e as especialidades da casa: os travesseiros de Sintra e as queijadas. Tudo feito por eles, uma delícia e ainda olhando para a praça onde fica o Palácio Nacional. Finalizamos com o doce Dona Amélia que só tem na região dos Açores e tbm mto bom e experimentamos a Ginginha de Óbidos (bebida bem docinha feita com uma espécie de cereja). Dica: lá o valor das coisas são bem melhores que nos outros restaurantes.
       
       
      -Casa Piriquita: A casa existe desde 1862 e produz desde então os tradicionais Travesseiros de Sintra. Tem que provar! Experimentamos tbm outros doces especialidades deles como Cruz Alta, Joaninha, Queijada, Pastel de Sintra. Deliciosos. Separe um momento para essa experiência gastronômica em Sintra. Áhhh como a casa estava tranqüila pedimos para entrar na cozinha! Vimos a arte acontecendo e ainda conhecemos a família dos "Piriquitos", a Casa foi passando de geração em geração, mto legal!

       
      PORTO
      -Leitaria Quinta do Paço: famosa pelos seus Eclaires. O que que é isso Brasil? São mto delicados, equilibrados no doce e deliciosos! Pra conseguir provar vários sabores pedimos os miniaturas para compartilhar e depois os normais msm kkkk. Meu preferido foi o crocante!!! O chantily são eles que fazem tbm. Os cafés são de marca própria, tem um até com maçã! Experimente!

       
      -Amarelo Torradas: e suas maravilhosas torradas kkkkk. O local é mto charmoso e delicado. As torradas deram a fama ao lugar e não é pra menos: pedimos torrada com avelã e outra com cereais, vem quentinha, com manteiguinha derretida, crocante por fora, macia por dentro, ahhhhh tem que provar. Ainda acompanha geléia e nutella. Mas não se engane, não são só as torradas q são demais, o bolo-mousse de chocolate tbm é incrível.

       
      -Hungry Biker: Um restaurante com conceito mto jovem e decoração em torno das bikes. Fomos atendidos pela Maria que é russa e está aprendendo português. Mto simpática e divertida. Pedimos um brunch e um almoço. O brunch vem com ovos mexidos, presunto parma, pão, feijão (diferente né? Mas delicioso). O almoço vem mexilhões, salada, pão , sopa e acompanha vinho.  Estava uma delícia e os ingredientes de qualidade. Amamos, vale mto  a pena e ainda aproveite para uma troca cultural com a Maria.

       
      -Confeitaria Petúlia: Vimos vídeos sobre eles e a fama do bolo-rei (no fim do ano formam-se filas para comprar o famoso bolo). É uma confeitaria de 1972 com atendimento mto bom. Como ainda não tínhamos experimentado pedimos a Francesinha, prato típico do Porto. Existem várias formas de fazer francesinha, essa leva pão, queijo, embutidos, carne (de porco ou boi), queijo por cima derretendo e molho levemente picante. Ainda acompanha batata frita (passa a batata frita no molhinho pra vc ver). Tomamos uma  cerveja Super Bock (eles disseram que era a combinação ideal kkk). O prato é bem servido viu!!! Pra finalizar pedimos o Bolo-Rei. É como se fosse um panetone mas com mais frutas cristalizadas (como laranja, cereja) e castanhas. Sensacional. Adoramos!
       

       
      -Padaria Ribeiro: existente desde 1878. Atendimento mto simpático. Como é uma padaria tradicional pedimos uma degustação das especialidades da casa. Começamos pelos salgados: bolinho de bacalhau, croquete, empada, pastel de chaves.  Gente, os salgados de vitela e o bolinho de bacalhau são fabulosos. Depois pedimos a degustação dos doces kkkkk e vieram em miniatura (Thanks God, assim podemos comer mais opções kkkk). Mto bons, deliciosos, equilibrados no açúcar e com um cafezinho fecha com chave de ouro.

       
      -Café Piolho:  Restaurante tradicional e popular entre os universitários da época da ditadura. Tds se conheciam e falavam de política, porém qdo alguém diferente entrava eles faziam sinal coçando a cabeça pra indicar q podia ser alguém da ditadura. E assim ficou conhecido como café Piolho kkkk. E lá comemos um Bacalhau com natas maravilhoso e uma sopa de legumes.

       
      -Petisqueira Voltaria: O local é bem pequeno, tem entre 4 e 5 mesas, mas o atendimento é tão caloroso e a comida é tão saborosa que te aconselho a ir sim!! Começamos com uma sangria... azul! Feita com espumante português azul e frutas vermelhas..uauu delícia. De entrada pedimos bolinho de alheira (alheira é um embutido português) super bem temperado, delicioso. De prato um bacalhau a Braz mto gostoso. Áh observe que lá por ser um local pequeno não fazem fritura, usam o forno nas preparações (e ainda fica saudável, olha só kkk). Pra fechar pedimos um Natas do Céu, creme com bolacha que vc vai pegando as camadas de colher...aprovadíssimo! E além de td tem a simpatia do Hugo e da Fátima... dê umas risadas com ele!

       
      -Restaurante Raiz: o restaurante é lindo e conta com 4 andares. Mto aconchegante e romântico à luz de velas. O atendimento é excelente e o Miguel, que nos atendeu, ao explicar os pratos correlacionava com a história de Porto e Portugal. Aliás, eles valorizam suas tradições e recriaram pratos utilizando ingredientes da culinária portuguesa, além de trazerem de volta pratos que haviam sido esquecidos. Pedimos alheiras (vem com ovo de codorna em cima que é a coisa mais linda), é uma explosão de sabores. Depois, Tiborna de Salmão com temperos intensos mas mais suaves que a alheira...pelo amor de Deus, é divino. O tiborna de salmão é um prato que era tradicional no sul do país e eles resgataram.  E como principal Bacalhau com crosta de broa e mel...ahhh gente, é pra fechar com chave de ouro nossa experiência em Porto. De sobremesa um pudim de batata-doce com laranja em calda. Uau que combinação o cítrico da laranja com o doce da batata, bom demais!

       
      BRAGA
      -Nata Lisboa (em Braga kkk):  local mto aconchegante e atendimento mto atencioso msm estando super cheio na hora que fomos. Pedimos uma Tábua Ibérica (uiiii rsrs) com frios e pães deliciosos. Não tem ainda no cardápio pois é novo e foi sugestão deles. Aprovado! Acompanhado de sangria com vinho do Porto rosê (pensa num povo que quer experimentar td nessa vida kkkkk).  E pra adoçar nada de inovar: vamos no famoso pastel de nata kkkk... quentinho com café...áhhhh não tem coisa melhor.

       
      COIMBRA
      -Zé  Manel dos Ossos: Local bem pequeno, com 5 mesas q forma fila na porta (dizem q a espera geralmente é de mais de 1h).A comida lá é fresca e caseira e o prato mais famoso é o tal dos ossos. Pois então vamos prová-lo. Pedimos os ossos com arroz e feijão pra acompanhar. Mas não subestime o arroz e feijão do Manel, é delicioso demaissssss e os ossos tbm... pedimos meia porção dos ossos e 1 de arroz e feijão e foi suficiente. O ambiente é cheio de guardanapos de clientes q deixaram recadinhos. Tem tbm varias decorações inusitadas. Tem que ir!



×