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Bora viajar?

Chile e Bolívia - 20 dias

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Queria ter feito um relato mais organizado para os Mochileiros, para retribuir as muitas informações valiosas que retirei daqui... mas, como foi o meu primeiro mochilão, não anotei várias coisas importantes, como os gastos. E aí já aprendi minha primeira lição como mochileira: anotar tudo é fundamental!

Mas vamos aos dados... Fui com meu namorado, um roteiro de 20 dias por Chile e Bolívia. Decidimos começar pelo Chile para irmos subindo aos poucos em direção à Bolívia e fugirmos do tão temido soroche – o mal de altitude. Não sei se foi sorte, mas o fato é que deu certo – nem uma dorzinha de cabeça. ;)

Compramos as passagens pela Decolar e pela Submarino Viagens (essa sim nos deu um pouco de dor de cabeça, mas no final deu tudo certo). Com 6 meses de antecedência, conseguimos bons preços, mas creio que se tivesse ido procurar diretamente as agências (ou tivesse usado a opção Multidestinos, que ainda não conhecia) os descontos seriam maiores.

 

1⁰ dia – Santiago

Chegamos a Santiago depois de um voo montanha-russa rumo a Buenos Aires (algumas argentinas que conhecemos no caminho disseram que todos os ventos confluem para o aeroporto de lá... não sei se é verdade ou argentinos contando vantagem até dos ventos... rs... mas o fato é que foi o momento mais tenso de toda a viagem. Afinal, se for pra morrer, que seja na viagem de volta :P).

Depois de uma conexão um pouco mais longa que o previsto (muita chuva), pegamos um voo da Austral rumo a Santiago. E aí mais uma descoberta: os voos que passam sobre a Cordilheira sempre têm turbulência. Se o primeiro voo parecia uma montanha-russa, o segundo parecia uma canoa de tanto que balançava.

Finalmente em terra, fizemos todo o procedimento de imigração e tals. Fugimos dos táxis e pegamos uma van (Tur Bus) rumo ao metrô (Estação Pajaritos). O aeroporto é bem longe da cidade, então recomendo o serviço de vans. São baratas e têm espaço para as mochilas no fundo.

Descendo no metrô, compramos um cartão BIP para usar no metrô/ônibus e já carregamos com o valor que tínhamos calculado que iríamos gastar. Fomos até a estação Baquedano e de lá fomos caminhando até o Hostal Forestal (também reservado via Decolar). O hostal é simpático, mas fica em uma ruazinha bem escondida e ninguém a quem perguntávamos conhecia o lugar.

Passeamos pela região e fomos jantar no Pátio Bellavista, um shopping muito charmoso, que se tornou um dos nossos lugares preferidos da cidade. Outro lugar que nos conquistou foi o Parque Forestal, praticamente ao lado do Hostal. Como no verão demora para escurecer no Chile, dava para aproveitar um solzinho no parque até 8, 9 da noite. Por lá ficam alguns museus muito bonitos também (mas, pelo tempo corrido, acabamos não entrando em nenhum).

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12⁰ dia – Sucre

Neste dia, depois de sofrer um pouco para encontrar uma casa de câmbio que aceitasse real, visitamos a Galeria de Arte Contemporânea e o Museu Antropológico. É bem interessante para conhecer o ponto de vista boliviano sobre a própria história: lemos legendas explicando o quanto a compra do Acre pelo Brasil foi um golpe sujo, por exemplo. Também é possível ver 2 múmias nesses museus, além de muitos objetos das culturas indígenas da Bolívia.

A minha alegria foi encontrar uma feira de livros em Sucre nesse dia... minha mala dobrou de peso... rs. Se na Bolívia é tudo muito barato, em matéria de livros é realmente uma pechincha! No entanto, dei sorte de encontrar esta feira, pois livrarias não são muito comuns por lá (na verdade, não vi nenhuma... as “librerías” só vendiam artigos de papelaria).

Depois de mais uma passada no Café Abis e na pizzaria (as pizzas bolivianas são muito boas), pegamos nosso interminável bus rumo a La Paz.

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13⁰ dia – La Paz

12 horas de ônibus com o banheiro quebrado – esse foi o loooongo percurso até La Paz. O ônibus era muito confortável, mas faltou levar um penico. Além disso, quando perguntei se tinha cinto de segurança, riram na minha cara... e olha que, com as estradas que pegamos, realmente precisava :P

Já tínhamos reserva no Loki, que é um hostel bem badalado, um dos mais requisitados em La Paz (reservamos meses antes). Nesse dia passeamos pelos arredores da Iglesia San Francisco, uma área com mais prédios e, também, mais pobreza. Uma das coisas que mais nos surpreendeu foi ver os engraxates mascarados – geralmente pessoas que cobrem a cara por acharem o serviço de engraxate humilhante. A Bolívia tem contrastes sociais gigantes, mas é tudo muito diferente do Brasil. Em todos os dias úteis que passamos nas capitais do país – Sucre e La Paz – presenciamos protestos. É impressionante a força política dos indígenas, que têm de ser vistos como muito mais do que “pobrezinhos” ou desvalidos.

Façam o tour pela Iglesia San Francisco! Além de toda a história, no final dá para subir no teto e ter uma visão interessante da cidade.

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14⁰ dia – Tiwanaku

Fomos com a agência que fica dentro do próprio Hostel Loki. As explicações do guia são indispensáveis para entender a beleza do lugar e a grandiosidade da cultura dos tiwanaku. É um tour muito interessante, ainda mais quando vemos o quanto a cultura dos indígenas foi arrasada pelos espanhóis.

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15⁰ dia – Copacabana

Compramos um passeio para Copacabana de 2 dias também na própria agência dentro do Hostel Loki. Quando chegamos em Copa (depois de pegarmos uma estrada maravilhosa, que rodeia o Titicaca), deixamos a maior parte das malas na agência e fomos pegar os barquinhos para a Isla del Sol. Para quem gosta de aventura, dá para ir na parte de cima do barco (e assim se livrar do cheiro forte de gasolina).

O tour pela Isla del Sol, apesar do dia um pouco chuvoso, foi uma aula de história inca, uma imersão na cultura boliviana, com o cenário incrível do Lago Titicaca. Para terminar, ficamos hospedados em um hotelzinho maravilhoso por lá, Jacha Inti (com direito a ver o sol nascer no lago pela manhã).

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16⁰ dia – Copacabana

Conseguimos trocar a passagem da excursão para ficarmos 1 dia a mais em Copacabana. Ficamos no Hostel 6 de Agosto, com um chuveiro quebrado e bem ruinzinho, de maneira geral (mas barato). Subimos o Cerro Calvario, que tem uma vista linda (pegamos um dia nublado, mas pelas fotos que vimos, dá para assistir a um pôr do sol lindo de lá). Compramos várias bugigangas em Copa (é praticamente o mesmo preço de La Paz – desde que se pechinche – mas mais organizado que a Calle de Las Brujas).

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17⁰ dia – La Paz

Voltamos para La Paz no final da tarde e, como não conseguimos mais vaga no Loki, ficamos hospedados no Hostel Muzungu, por indicação da guia. É bem mais barato que o Loki, e também bem badalado (apesar de não tão limpinho). Do lado fica uma pizzaria muito boa... aliás, tanto no Chile quanto na Bolívia, as pizzarias e lanchonetes que frequentamos serviam de tudo... nem precisávamos procurar por lugares que vendessem nada específico... saímos bem mais gordos dessa viagem... rs

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18⁰ dia – La Paz

Neste dia pegamos a excursão para o Chacaltaya, ainda com a mesma agência. Já tínhamos ouvido falar que a estrada era bem estreita, e fiquei aliviada de irmos de van em vez de ônibus... mas mesmo assim, contamos com uma dose extra de adrenalina com um motorista que nunca tinha feito aquele caminho e fazia questão de andar à beira dos precipícios, a estrada nevada e escorregadia e uma pedra enorme que tinha deslizado e bloqueado a estrada (mas conseguimos passar, beirando o precipício mais uma vez). No entanto, ver neve e subir a 5300 metros compensa os momentos de tensão! Como ainda estava nevando no dia, a visibilidade não estava tão boa, mas mesmo assim dava para visualizar os lagos bem abaixo da montanha... uma paisagem incrível.

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19⁰ dia – Iquique e 20⁰ dia – volta a casa

Saímos de La Paz no sufoco – quando falam para acompanhar as notícias da Bolívia, acreditem! Quase não conseguimos sair da cidade em função de uma grande manifestação por causa do transporte público (e só ficamos sabendo por acaso, porque não estávamos acompanhando os jornais). Depois de algum sufoco, chegamos ao aeroporto e fomos a Iquique, no Chile. Como chegamos no finalzinho da tarde, pagamos um táxi até a praia mais próxima para vermos o pôr do sol no mar. Depois, bora dormir no aeroporto e, por fim, no vigésimo dia, o voo de volta para o Brasil, com muitas saudades e uma coleção de fotos de momentos inesquecíveis.

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Não encontramos muitas informações de quem fizesse esse caminho, mas ao chegarmos lá vimos que muitos outros mochileiros também decidiram por essa rota... E aí foi só trocar informações com a galera que conhecemos no percurso ;)

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