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Olá viajante!

Bora viajar?

O poder de fazer tudo renascer – 21 dias na Itália

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Olá a todos, muito bom-dia!

Gostaria de dar início ao relato da viagem que fiz em fevereiro de 2009 para a Itália.

Espero que gostem. Se tiverem dúvidas e sugestões é só dizer!

 

Inicialmente gostaria de explicar meu título ("O poder de fazer tudo renascer"): no primeiro semestre de 2008, fiz um curso sensacional sobre o renascimento na literatura italiana. Um dos autores estudados foi Niccolò Machiavelli (Maquiavel, como é conhecido por aqui) que, numa de suas passagens mais belas (a qual infelizmente não consigo me lembrar em qual livro está) diz que a Itália fez renascer a arte. Por isso, queria que o tema da minha viagem fosse esse: fazer renascer. E foi o que aconteceu, essa viagem me fez renascer para a vida.

 

Agora, sem mais delongas, dou início à narrativa.

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Napoli/Nápoles

19/02/09 - 19º dia

O dia de hoje seria bem longo! Acordei o mais cedo que eu consegui e peguei o trem de volta para Roma (Trenitalia. Comprei a passagem no momento do embarque mesmo. Paguei 30 euros). A viagem foi sossegada. Voltando à Cidade Eterna (notei com certa alegria que tinha sentido saudades dela!), comprei o bilhete para Nápoles (fiz isso porque pagaria um pouco menos se comprasse os dois trechos separadamente) e embarquei numa nova viagem, que foi bastante demorada, pois o trem ia parando em várias estações. Mas foi bom assim porque podia aproveitar a paisagem. Logo logo vi o mar. Ah, eu adoro o mar, sou constantemente atraído por ele, nem sei dizer por quê. Chegando a Nápoles, logo notei que o clima lá era diferente. Quase podia dizer que estava calor. Decidi que a primeira coisa a fazer foi ir até o albergue, que ficava na estação Mergellina do metrô. Comprei o bilhete numa banca de jornais e fui seguindo as placas que indicavam a direção do metrô. O mais engraçado é eu fui andando, andando, andando... E com aquela sensação de estar algo errado, voltei exatamente à estação de trem! Achei aquilo engraçado e decidi fazer o caminho de novo, me atentando aos mínimos detalhes. Percebi que o "metrô" na verdade eram uns trens muito toscos que havia no subterrâneo da estação e que eu achei que fossem trens de subúrbio, como em São Paulo. Entrei no trem e fui até Mergellina. Lá há algumas placas indicando a direção do albergue, mas eu precisei perguntar porque a rua onde ele se localiza não parece de fato uma rua. De qualquer modo, cheguei ao albergue e fiz check-in. Fui ao meu quarto e descansei um pouco. O albergue é mesmo muito bom. Adorei! Recomendo mesmo. Na varanda você tem uma vista excelente da baía de Nápoli. Os quartos são limpos e cada um tem seu próprio banheiro, com uma ducha maravilhosa. Já metade da tarde e eu decidi dar uma volta. Percebi que ali perto do albergue há um parque onde está localizado o túmulo do poeta Virgílio! Pena que não deu para ver, pois o parque estava fechado. Fui caminhando em direção ao mar e fui sentindo a vida de Nápoli. O que se pode dizer? É uma cidade suja, estranha, exótica, estimulante, agitada, linda! Dizem que ou se ama ou se odeia Nápoli, não há meio termo. Eu fui um dos que se apaixonou pela cidade. Cheguei à avenida que beira o mare e fui caminhando em direção ao Castel dell'Ova, que fica do outro lado da baía. Foi uma caminhada bonita e divertida, pois eu via o castelo se aproximando e muito breve comecei a ver, impassível ali, o vulcão Vesúvio, desafiando os seres humanos. Depois de uma caminhada, decidi comer uma pizza num dos restaurantes que havia por ali. A pizza de Nápoli é a original, prato obrigatório! Cada pizza individual tem o tamanho da pizza que comemos aqui, mas a massa e o recheio são mais leves, o que te permite comer tudo aquilo sem encher. Depois do almoço me levantei e percebi que o vinho que eu tinha bebido junto com a pizza já tinha subido um pouco. Decidi caminhar com calma porque não queria sofrer nenhum acidente (pois não sou de beber muito). Na verdade, acho que o vinho me fez muito bem, já que as fotos que eu tirei estavam muito boas. Continuando a caminhada, fotografei o Castel e, bem mais à frente, o Porto e, à frente dele, o Castel Vecchio. Continuei pelas ruas e decidi que minha última parada seria a Catedral de San Gennaro, o padroeiro da cidade. A igreja é bonita e interessante. Não se esqueça de dar uma olhada na cripta abaixo do altar. Essa foi uma das igrejas mais interessantes que eu vi porque o estilo dela é bem sóbrio, mas ela é cheia de detalhes e coisas escondidas. Depois dessa visita, continuei subindo a rua, virei a esquerda e continuei pela avenida, onde fica o Museu de Arqueologia de Nápoli (visita obrigatória, mas que eu não pude fazer), até a estação de metrô. Mais uma vez confirmei que o metrô da cidade era muito estranho, pois mesmo tendo entrado no metrô tive que andar muito, pois aquela era uma estação de baldeação entre duas linhas, mas o engraçado é que elas estavam muito longe uma da outra!

Saí de novo na Mergellina e, antes de voltar ao albergue, fui ao supermercado "Flor do Café" (sim, o nome é esse mesmo, em português) e comprei umas besteirinhas, que seriam meu jantar. No albergue, conheci J, um argentino que estava viajando há muito tempo pela Itália. No dia seguinte eu pretendia ir para Pompeia então novamente decidi dormir cedo. Buona notte!

  • 3 meses depois...
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Muito legal o seu relato! Achei estranho você ter encontrado tantos lugares fechados, isso foi falta de planejamento seu ou é comum nessa época em que tem menos turistas?

 

Também estudo italiano e gostaria de conhecer a Itália e seu relato com certeza ajudará, apesar de eu não gostar tanto de igrejas!

  • 2 semanas depois...
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Pois é, Murilo.

Em muitos locais eu bobeei de verdade. Poderia ter me planejado melhor... No entanto, acho que pelo período que tive lá, deu para aproveitar o suficiente. Pretendo ir para a Europa de novo nesse ano, mas agora conhecerei também outros países.

Dessa vez, estou preparando tudo com mais experiência e isso está facilitando muito. Agora não sou mais mochileiro de primeira viagem.

Eu adoro a língua e poder praticar lá foi umas das experiências mais fascinantes da minha vida.

Espero que você consiga viajar logo.

Abraços.

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Pompei/Pompei

20/02/09 – 20º dia

 

Antes que qualquer um que estava no meu quarto acordasse, me troquei, me arrumei, peguei minha coisas e fui tomar o café, que, por sinal não era tão bom (uma pena porque eu gostei bastante daquele albergue). Fui de metrô até a estação central e comprei o bilhete da Circunvesuviana para Pompei - Scavi. Muita atenção, pois para essa linha você tem de comprar o bilhete para o trecho, assim diga com clareza para o vendedor para onde você quer ir (eu comprei numa banca de jornais, e o vendedor se irritou comigo porque eu não sabia que havia vários bilhetes). Depois de comprar desci as escadas e fui seguindo as indicações até a entrada da Circunvesuviana. Peguei o trem no sentido Sorrento. O trem é meio feinho, mas é cheio de turistas indo para Pompeia. Tem bastante gente da região também, o que pode te dar uma excelente visão da vida região. A paisagem é bem interessante, já que o trem circula por vales e passa relativamente do vulcão. Depois de um tempo (que agora não consigo lembrar muito), cheguei ao local das escavações. Ao sair da estação (que fica no meio do nada, por assim dizer), você só terá duas opções (direita ou esquerda): vá pela direita e você logo estará na entrada do parque. Como era muito cedo, não havia quase ninguém por lá. Eu fui um dos primeiros a chegar. Comprei o ingresso (11 euros) e peguei o mapa da vila. Lá dentro estava realmente muito vazio. Só eu, alguns estudantes de arqueologia e uns poucos turistas que chegaram cedo. Na praça central, fique atento aos restos dos templos, das praças a um portão onde são guardados vasos e algumas "múmias" de pessoas que foram massacradas pela fuligem do vulcão. Fui caminhando e logo me vi na mais completa solidão. Agora era só eu e a cidade. Maravilha! A sensação de estar num lugar desses é literalmente ser transportado para o passado (com o perdão do clichê, mas não consigo pensar em outra coisa). Não deixe de entrar nas casas maiores e mais conservadas, com o que sobrou de seus murais. Há também a casa de banho e os anfiteatros. Vale lembrar também as famosas casas do fauno e a do poeta trágico com a sua inscrição (CAVE CANEM - CUIDADO COM O CÃO). Fiquei impressionado com algo horrível: muita gente não se dá conta de onde está e joga lixo no chão, nos locais mais afastados! Sacanagem... Depois do passeio, voltei para a praça central e percebi que já estava na hora de ir (os turistas japoneses já lotavam a praça, rs). Passei a manhã inteira lá. Estava na hora de pensar no que fazer, pois não tinha nada programado para a parte da tarde. As opções seriam: ou eu voltava para Roma hoje mesmo ou faria alguma coisa em Nápoli e partiria amanhã. Como não tinha reservado albergue em Roma, pensei que seria melhor ir no dia seguinte. Por isso, comprei outro bilhete e decidi dar uma olhadinha em Sorrento. Enquanto esperava o trem, olhando para o trem e sentado num banco, percebi que mais ou menos a uns 5 metros de distância de mim, uma japonesinha de mais ou menos uns 20 anos procedia de um modo engraçado: ela andava de lado olhando na minha direção, de repente ela parou e deu tchazinho sorrindo meio timidamente e em seguida saiu correndo na direção de um enorme grupo de seus compatriotas. Olhei em volta e percebi que ela tinha mesmo acenado para mim! Será que ela achou que eu fosse italiano?

 

"Espiadinha" em Sorrento

O trem demorou a chegar por lá, mas foi divertido porque a paisagem é mesmo muito bonita. O mar azul turquesa, a costa rochosa... E dentro do trem um grupo enorme de adolescentes indo passear em Sorrento... Chegando lá, dei um passeio pela cidade de Torquato Tasso. A cidade é uma graça. Muito romântica. Cheia de árvores e lojas bonitas. Fiquei circulando pela cidade por um tempão. Lá não tinha propriamente nada para fazer, mas o passeio foi excelente, tanto que quase decidi procurar um albergue por ali para passar à noite. No final das contas acabei chegando a uma praça que ficava em cima de um rochedo. Lá embaixo via-se aquele mar inacreditavelmente azul e transparente. A Marina... A Baía de Nápoles... Uma calma só. Prometi que um dia voltaria lá. Só espero que a vida me dê oportunidades para isso (e que da próxima vez eu possa estar muito bem acompanhado). Passei num mercadinho e comprei umas bobagens para comer no caminho de volta para Nápoles. Peguei o trem e fiz todo o caminho de volta (não tenho certeza, mas parece que ele foi pot outro caminho... Não sei explicar como isso aconteceu). De volta a Nápoli, procurei passagens para Roma, mas não encontrei nenhuma. Decidi deixar para comprar a passagem no dia seguinte. Peguei o metrô e voltei para o albergue e fiz check-in de novo... Na recepção um senhor viu o meu passaporte brasileiro e perguntou em português de onde eu era. Respondi que era de Mogi das Cruzes, e ele, italiano, disse que já tinha para lá, pois a namorada dele era de Mogi (pode?)!

De volta ao mesmo quarto, bati um papo com o argentino que estava lá e fui dormir, pois no dia seguinte como sempre queria acordar cedo.

 

Roma

21/02/09 – 21º dia

Já triste, acordei cedo para aproveitar meu último dia de viagem. Saí tão cedo que nem tomei o café do albergue. Por isso, antes de pegar o metrô, passei no supermercado Flor do Café e comprei coisas para comer no caminho. Na estação comprei um bilhete para a Roma em um trem da Trenitalia que iria para Torino. Foi um ótimo trem porque era um daqueles que aquelas cabines para 6 pessoas como nos filmes; além disso, como a viagem dele era longa, o trem só faria três paradas no caminho. A cabine em que fiquei estava cheia com uma mulher e seus filhos e um casal de namorados, todos italianos. A viagem foi rápida e tranquila (só duas horas, chegou em Roma às 9h30min). Um caso engraçado no caminho foi que alguém (eu juro que não fui eu!) solta una belissima bufa e a cabine pegou empesteada. A mulher das duas crianças, meio sem-engraçada, disse que iria abrir a porta porque o ar estava meio pesado. rs

Em Roma, comprei um cartão telefônico e liguei a AV para perguntar a que horas eu poderia passar lá para pegar as minhas malas. Combinamos então que eu iria lá à noite e ela aproveitaria para fazer mais um jantar para mim (é claro que eu aceitei). Pois bem, eu tinha o dia inteiro livre, então decidi fiz um tour de despedida pelos pontos principais de Roma e no caminho iria comprar alguns presentes para minha família e gastar o dinheiro que tinha sobrado (sim, tinha sobrado!). Vi de novo a Piazza Esquilino e Santa Maria Maggiore, o Coliseu e o Foro Romano, o Vittorio Emanuelle e o Campidoglio, passei na Gesù e fiz a minha oração de agradecimento por tudo o que tinha me acontecido e pela minha viagem de retorno, Largo di Torre Argentina, Piazza Navona e Pantheon, subi a via del Corso até a Piazza del Popolo. Passei na loja da Puma e comprei um tênis e uma camiseta da Itália. No fim cheguei na Piazza San Pietro, mas em vez de entrar na igreja, fui pelos subterrâneos para ver os túmulos dos papas. É interessante ver como realmente João Paulo II foi popular, pois esse era o túmulo mais concorrido de todos. Havia um grupo enorme de alemães rezando por ali. Além de papas, havia túmulos de nobres, como uma das rainhas da Suécia e alguns componentes da família Stuart. Saí e fui para o Castel Santangelo. Atravessei a ponte e prossegui até a Piazza di Spagna. Subi as escadas e sentei ali para comer alguma coisa. A praça estava cheia de gente, como todo o dia de sol. Como já estava quase na hora combinada com AV, peguei o metrô e fui até o Cipro. Antes de ir para lá, passei num supermercado para comprar algumas cosinhas para levar para o Brasil (se quiser levar um legítimo vinho italiano, vá até um desses mercados de bairro, pois eu comprei um Montepulciano por 8 euros! Nas lojas de turistas era o dobro, no mínimo). Cansado, apertei a campainha da casa de AV e peguei o elevador. Lá estavam mãe, filho e a nova hóspede: uma moça linda que não falava italiano. Ela logo saiu para alguma balada. Comi a última massa da minha viagem e depois arrumei a minha mala. Como todas as coisas que comprei ela ficou pesada demais! Pronto para sair, despedi-me de AV e LV, agracendo demais a hospitalidade fanstática. Lembro que minhas últimas palavras para ela foram "Avete un paese meraviglioso. Aprofitetelo! (Vocês têm um país maravilhoso. Aproveitem-no!). Peguei o metrô e peguei a espresso Leonardo da Vinci até o aeroporto, que naquela hora estava vazio. Cheguei lá bem cansado porque a mala estava muito pesada. Como o voo era no dia seguinte, tive de passar a noite acordado por ali. Felizmente havia muitas outras pessoas na mesma situação que eu, então não foi tão ruim assim. Passei toda a noite acompanhado por Red Bull e pelo livro que tinha comprado. Na manhã seguinte peguei o voo até a Holanda e depois até o Brasil (dormi quase a viagem inteira). Achei engraçado quando o piloto anunciou que estávamos prestes a pousar em Garulhos e a galera do avião começou a comemorar como se o Brasil tivesse feito um gol na Copa.

Depedida

Aqui termina minha viagem. Em casa, toda a família estava reunida para a festa surpresa que haviam feito para mim (o que no final das contas nem foi tão surpresa, já que no caminho minha tia deu uma bandeiraça). Estava cansado e com fome, mas tive de contar tudo o que tinha acontecido. Foi muito legal. Eu nunca tinha me sentido tão querido assim (rs). Depois que todos foram embora estava na hora de "voltar à sanidade" e de colocar minha vida de volta ao normal.

Tenho muitas saudades da Itália e espero voltar lá um dia, mais maduro e, quem sabe, dessa acompanhado, não?

Bom, espero que vocês tenham gostado e se precisarem de alguma coisa, é só entrar em contato.

Abraços do Denis

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Se você pudesse trabalhar ou estudar na Italia, você iria? Eu gostaria de morar lá, mas ainda não sei se com a crise não tá difícil de encontrar emprego, nem como conseguir uma bolsa de estudos.

 

 

Grazie mille!

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Olha, enquanto estava lá, isso me passou pela cabeça um monte de vezes. Eu queria ficar lá para sempre! Eu sei que era um pouco do deslumbramento do viajante, mas quando voltei senti muitas saudades e por isso comecei a pensar num jeito de voltar. Pensei em tentar uma bolsa de mestrado ou algo sim, mas como você mesmo disse a coisa tá difícil hoje em dia. Depois que a poeira baixou, a saudade continuou, mas agora não vejo tanto com esses olhos. Falando racionalmente, hoje eu não iria por um simples motivo: eu não tenho cidadania europeia! Se tivesse, eu iria com a cara e a coragem, para trabalhar, claro.

Desde criança eu sonho em morar no exterior, pelo menos por uma temporada. Não sei se isso irá acontecer comigo um dia, mas se for, gostaria que fosse na Itália!

No mundo dos "sonhos" queria é ter muito dinheiro para viajar por esses lugares por mais tempo e mais vezes, mas isso é tudo ilusão, claro. rsrsrs

E vc, pretende ir para a Itália em breve?

Abraços

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Olha, enquanto estava lá, isso me passou pela cabeça um monte de vezes. Eu queria ficar lá para sempre! Eu sei que era um pouco do deslumbramento do viajante, mas quando voltei senti muitas saudades e por isso comecei a pensar num jeito de voltar. Pensei em tentar uma bolsa de mestrado ou algo sim, mas como você mesmo disse a coisa tá difícil hoje em dia. Depois que a poeira baixou, a saudade continuou, mas agora não vejo tanto com esses olhos. Falando racionalmente, hoje eu não iria por um simples motivo: eu não tenho cidadania europeia! Se tivesse, eu iria com a cara e a coragem, para trabalhar, claro.

Desde criança eu sonho em morar no exterior, pelo menos por uma temporada. Não sei se isso irá acontecer comigo um dia, mas se for, gostaria que fosse na Itália!

No mundo dos "sonhos" queria é ter muito dinheiro para viajar por esses lugares por mais tempo e mais vezes, mas isso é tudo ilusão, claro. rsrsrs

E vc, pretende ir para a Itália em breve?

Abraços

Pois é, eu tenho cidadania italiana, mas não tenho dinheiro! A cada dia que passa tenho mais vontade de ir morar lá, mas não sei se vou conseguir emprego. To procurando informações sobre bolsas de estudo, mas se eu conseguisse entrar em uma faculdade de lá, iria mesmo sem bolsa!

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Dependendo da sua área de estudo, acho que compensa bastante você ir para a Itália. Eu dou a maior força!

Ajunta uma grana legal e vai! Não perca essa oportunidade, especialmente porque você tem cidadania italiana, e isso já é uma grande vantagem a seu favor.

  • 1 ano depois...
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Denis, lendo o seu relato vi que se complicou no metro de Nápoles por favor pode me ajudar ?

 

Vou chegar em Nápoles de avião e devo ir até a estação Garibaldi depois preciso ir até a estação Dante que é a mais próxima de nosso hotel.

Como posso fazer isso ? :mrgreen:

 

abraço !

Postado
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Olá, Michel!

Desculpa a demora para responder, mas só vi agora que você tinha postado a mensagem...

Com a sua pergunta, tive de fazer uma pequena pesquisa porque eu mesmo havia esquecido de algumas coisas.

Bom, pelo que vi, para chegar ao centro da cidade do aeroporto você vai pegar um ônibus até a piazza Garibaldi, que é onde fica a estação central de trem. Bom, na estação compre o bilhete de metrô numa banca de jornal e prossiga para o metrô. Tome cuidado, as indicações não são tão precisas e não há catracas para o metrô então, fique atento!

No metrô desça na estação piazza Cavour, que já é a próxima. Lá você terá de passar por um túnel subterrâneo, que vai te levar até a estação Museo. Você estará agora na linha 1 do metrô. Pegue o trem no sentido Universitá. A estação Dante é a próxima! Você vai ver que o sistema de metrô deles é estranhíssimo, como tudo naquela cidade. Eu gostei muito de Nápoles e a achei uma cidade única e a cara da Itália.

Espero que você goste!

Abraços.

Denis

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