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Bora viajar?

RELATO DE VIAGEM - TAILANDIA com fotos

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Materia minha publicada na revista MINHA VIAGEM, nov 2008

 

TAILANDIA

Gostamos muito de viajar e sempre pensamos em conhecer a Ásia, mas como já conhecíamos boa parte da cultura ocidental chegou a hora de desbravar a tão exótica e falada cultura oriental. A vantagem é que sabíamos que dinheiro não seria problema: na Tailândia, tudo é muito barato. Um mochileiro, por exemplo, não precisa mais do que US$15 para sobreviver dignamente – uns US$ 7 para dormir numa guesthouse e o restante para, almoçar, jantar, se locomover, entrar nos templos... O caro é para chegar até lá.

BANGKOK

Nok estava lá. E seria ela a nossa guia pelas ruas caóticas de Bangkok. A primeira reação foi de susto, mas estávamos com a guia justamente para ganharmos tempo, utilizando todos os tipos de transportes públicos. 20120328215833.JPG

Sob o calor intenso, a princípio optávamos por táxi, que era muito barato (uns 40 minutos saiam por uns R$ 6) e possuía ar-condicionado. Mas ao perceber que o trânsito não andava, saltávamos do táxi e encarávamos um tuk-tuk, espécie de moto com cabine traseira que corta loucamente os carros e o trânsito. Ainda assim, algumas vezes o trânsito era tão pesado que nem os tuk-tuks tinham como passar, daí fugíamos a pé uns dois ou três quarteirões e pegávamos um barco no rio Chao Praya, que serpenteia toda Bangkok. Às vezes arriscávamos o BTS, um metrô de superfície super rápido e moderno mas que infelizmente só cobre parte da cidade.20120328220551.JPG

Aos poucos, você se acostuma com a multidão e o trânsito e vai se deixando seduzir pela simpatia do povo e pela mistura de templos centenários com prédios de arquitetura de alto luxo.

De cara, o que atrai é o menos comum no Ocidente: os belos templos budistas. Daí, eu e Luiza termos começado pelo Wat Arun (Wat quer dizer templo em tailandês), todo ornamentado com cacos, pratos, xícaras e outros utensílios de cerâmica. Do píer Tha Tien, um barco atravessa até ele. 20120328220227.JPG

Voltando ao mesmo píer, fomos andando até What Pho, o maior e mais antigo templo da cidade. 20120328220315.JPG É lá que se encontra o maior Buda dourado e deitado da Tailândia assim como a melhor escola de massagem tailandesa. Ao entrar nos templos somos obrigados a tirar os sapatos, em sinal de respeito. Mulheres com ombros descobertos e homens de bermuda não são admitidos. Mas caso você seja pego de surpresa, pode alugar um sarongue na entrada para se cobrir!

Dentro do templo, entrei numa pequena fila onde um monge bem idoso benzia as pessoas com uma flor de lótus banhada numa água sagrada. Que privilégio!

Leve, parti para o que considero uma das mais bonitas construções do mundo: o palácio real Wat Phra Kaew.20120328220420.JPG É lá que vive o venerado rei, em sinal evidente de prestígio e aceitação, ainda hoje, da monarquia. Há fotos do rei e de sua família espalhadas e adoradas por toda a Tailândia. Inclusive em grandes outdoors!

Curtimos a noite no Siam Niramit Show (siamniramit.com), que retrata a cultura e a história da Tailândia num espetáculo de música e dança que não deixa nada a desejar a nenhum show da Broadway. Há a opção de jantar antes da apresentação, mas nem pense nisso! Em vez de comer num Buffet, prefira algo mais autêntico! 20120328214545.jpg Em uma outra noite, experimentamos um jantar sensacional numa tradicional embarcação de arroz, o Loy Nava (loynava.com) que passeia pelo rio. Enquanto descobríamos a culinária local, podíamos ver todos os templos às margens do rio iluminados. 20120328221728.jpg

Ainda havia muito a percorrer em Bangkok nos 2 dias seguintes, nos revezamos numa maratona turística: conhecemos a Vimanmek Teak, mansão de verão da realeza considerada a maior casa de madeira do mundo no meio do Parque Dusit, sobre um lago; visitamos o Chatuchak Weekend, mercado gigantesco ao ar livre onde se encontra comidas, roupas, artesanatos e animais vivos – é o lugar ideal para provar as iguarias tailandesas desde os tradicionais insetos fritos até o delicioso Pad Thai (noodles, camarão, tofu, castanha de caju, legumes, brotos de feijão, ovos mexidos e um delicioso molho de peixe que custava a bagatela de 20 baht, o equivalente a R$1). Vale a pena experimentar de tudo, mas se por acaso lhe derem um prato trocado, pois o som em tailandês confunde muito, simplesmente coma. Se não gostar, peça outro! A melhor comida Tailandesa é a de rua, pois tudo é muito fresco e preparado na sua frente com extrema higiene onde até o gelo é filtrado;

Passamos também pela famosa Khao San Road. A celebridade da rua vem do fato de ela ser destino de milhares de mochileiros do mundo inteiro, daí as tantas guesthouses e histórias de aventuras ouvidas nas redondezas. E espiamos as casas noturnas de portas abertas para quem quiser ver mulheres seminuas do bairro noturno de PatPong. Se você quiser ver um pouco mais, não perca o Ping-Pong show! Basta subir ao segundo andar das casas e, entre dezenas de casais de turistas, você verá o que as tailandesas são capazes de fazer com suas partes mais intimas... Há genitálias que fumam, outras que lançam bolinhas de ping pong à distância (daí o nome do show), umas que assopram velas ou que tocam instrumentos e até as que abrem tampinhas de garrafas!

Além dos programas tão peculiares, Bangkok ainda garante compras inacreditáveis. Um conselho? Viaje de malas vazias. Lá tudo é muito barato e você lota sacolas e sacolas com a maior facilidade... Sem dizer que as fábricas da Nike, da Adidas e da Nikon são na Tailândia! Em Bangkok, o MBK, próximo a estação do BTS chamada Estádio Nacional, é o shopping mais completo. Agora, se o seu objetivo são os aparelhos eletrônicos vá ao Panthip Plaza, na zona de Pratunam, um centro de cinco andares com tudo que você possa imaginar! Só tenha um certo cuidado com as falsificações... Agora, se você está louco por pechinchas em lojas de grife, seu destino é o WTC, na estação Chilton.

Se quiser comprar seda, também estará no país certo: além da grande produção, dá até para comprar tecido e encomendar roupas sob medida, que saem um terço mais baratas que no Brasil

Ayuthaya

Contratamos um taxista para conhecermos Ayuthaya. 20120328214926.JPG A menos de 90 quilômetros de Bangkok, entre os anos 1350 e 1767, a cidadezinha foi a capital da Tailândia; hoje, ela é patrimônio da UNESCO. Ele nos cobrou 2000 baht pelo dia inteiro de programa. Se você quiser ir de excursão vai encontrar preços a partir de 1500 baht por pessoa. Além de ser ligeiramente mais caro, o tempo entre ônibus, trem e barco pelo rio, implicará a perda de momentos incríveis. 20120328220854.JPG

Com suas ruínas destruídas pelo tempo e pela invasão dos Burmeses (atual Myanmar), que deceparam todas as estátuas de Budha como sinal de desrespeito e humilhação, 20120328221431.JPG Ayuthaya lembra muito os templos de Angkor no Camboja, só que em menor proporção. 20120328215108.JPG Há mais de quinze sítios arqueológicos por lá, onde os templos de pedras e tijolos mantêm-se muito bem conservados. Na volta, paramos no Bang Pa In Palace, uma das várias residências de beleza única do rei.20120328221150.JPG

Damnoen Saduak

Acordamos bem cedo e fomos de carro com uma outra guia, Tong, para poder pegar o mercado flutuante ainda funcionando. Lá os barcos vendem de tudo, desde comida, flores, frutas até artesanatos locais. Os barcos e as comidas são de um colorido intenso. As frutas são praticamente as mesmas das nossas, mas com uma textura diferente e muito mais doces. Além das mangas, mangostins, jambos e rambutans (que lembra uma lichia, só que mais peluda na casca), comemos a melhor banana frita de nossas vidas.20120328220505.JPG

Kanchanaburi

Já ouviu falar no filme A ponte do Rio Kwai? 20120328215434.JPG Pois é, o filme de David Lean sobre a Segunda Guerra Mundial, conta a destruição, pelos países aliados, de uma ponte ferroviária construída por prisioneiros britânicos na Birmânia ocupada. E essa ponte e o cemitério onde foram enterrados os ingleses está em Kanchanaburi – quer dizer, a sua reconstrução ...

Seguimos para Wat Pa Luangta Bua Yanasampanno, mais conhecido como Tiger Temple.20120328215333.JPG Nele, monges budistas criam tigres desde filhotes com cereais, leite e frango cozido – e os turistas podem alimentar os filhotes e até passear com os maiores na coleira. Só fique atento ao horário: os tigrinhos são alimentados somente às 12:00h e você só pode andar com os maiores quando estes saem para pegar sol nos horários de 12:00h ou 17:00h. Vai ficar para sempre na memória como animais daquele tamanho se comportavam de maneira tão dócil.

De lá, voltamos a Kanchanaburi, e almoçamos em um restaurante flutuante em frente a ponte. Atravessamos a célebre ponte (a do Rio Kwai, claro!) e visitamos o cemitério e o museu da Segunda Guerra. Os planos de visitar as Erawan Falls foram, ironicamente, por água abaixo – já não havia tempo...

Chiang Mai

Era hora de partir para o norte, mais precisamente para Chiang Mai, a segunda cidade mais importante da Tailândia, cidade murada e das aventuras.

20120328215935.JPG A noite fervilha no Night Bazaar, uma rua bem em frente ao nosso hotel com muitos camelôs vendendo de tudo e onde em pequenos shoppings você pode ver shows de dança em grandes praças de alimentação geralmente ao ar livre. Virou atração turística pois são milhares de turistas durante a noite toda !

Conhecemos todos os templos protegidos pelos muros e ainda uma escola de preparação para monges. 20120328215533.JPG Para quem não sabe, Chiang Mai é a cidade dos monges e é lá que estão as principais escolas budistas. Como não poderia deixar de ser cruzamos com muitos monges, pois todo tailandês tem que dispensar ao menos um período de sua vida servindo como monge e abdicando dos prazeres materiais até decidir se continua ou não seu caminho religioso. Se tiver oportunidade converse com eles, pois gostam de saber de outras culturas, mas mulheres têm que se precaver pois não podem tocá-los nem chegar muito perto.

O Wat Phra That Doi Suthep está a 15 quilômetros do centro, no alto das montanhas. 20120328215623.JPG Reza a lenda que o local foi escolhido por um elefante branco que levava um osso do ombro de Buda em suas costas e que, bem ali, morreu de fadiga. Para não correr o mesmo risco, suba de elevador (que vale o preço de 30 ba ht) e se deslumbre com a vista! Depois, aprecie o enorme Chedi dourado que guarda relíquias sagradas e centenas de sinos – que se você tocar devem trazer boa sorte! E como o lugar é muito bonito, logicamente há mais uma linda residência real... 20120328221014.JPGNa descida, dá para arriscar os 309 degraus da escada em formato de dragão.

Pong, nosso guia, nos levou para um trecking de elefante no Mae Tang Elephant Park e também umrafting de bambu no mesmo local 20120328220647.JPG Embora seja proibido o uso dos elefantes para trabalho de força na Tailândia, a lei nem sempre é seguida à risca. Nesse centro os animais são explorados de outra forma: jogam bola, tocam instrumentos e até pintam quadros. Percebemos que eles eram bem tratados e, então, não pudemos resistir ao passeio de mais de uma hora pelos rios, florestas e vales. 20120328215230.JPG

No dia seguinte acordamos bem cedo para irmos de carro ao Golden Triangle, região ainda produtora de ópio onde o rio Mekong em forma de Y faz divisa da Tailândia com Laos e Myanmar. Cruzamos de barco o rio até uma pequena vila já no Laos, só para colecionar em nosso passaporte mais um carimbo de entrada.

Na volta, próximo a Chiang Raí visitamos as tribos de refugiados de Myanmar conhecendo as mulheres girafas com aqueles longos pescoços envoltos em aros de metal. 20120328215747.JPG Normalmente os aros são trocados e aumentados a cada ano. Alguns juram que, anteriormente, os utilizavam para se proteger do ataque de tigres (que atacam no pescoço); outros, mais céticos, dizem que são apenas adornos – que hoje atraem os viajantes e garantem a subsistência local.20120328221548.JPG Tanto que até as crianças utilizam os colares. Como sabíamos da presença delas, levamos uns adesivos para brincarem. Mas elas nem sabiam do que se tratava... Como não achei papel no local tirei um e colei na mão de uma menina. Minutos mais tarde, ao olharmos para trás vimos que elas tinham coberto todo o rosto e braços com os adesivos, como se enfeitando para uma festa. De volta a Chiang Mai , na beira da estrada paramos no White Temple 20120328220018.JPG

Krabi

Novamente cruzaríamos o país: era hora de ir ao sul. Mais precisamente, às praias. Ou ao paraíso.

Estávamos preocupados com a devastação do tsunami de alguns anos atrás, porém, encontramos tudo em perfeito estado – o único indício da tragédia eram alguns coqueiros ainda pequenos por terem sido replantados e as placas indicativas para onde se deve correr no caso de um novo tsunami. Nos hospedamos em Ao Nang que é mais turística e movimentada que a cidade de Krabi.

Logo no primeiro dia, pegamos um longtail boat (como o próprio nome diz, barco bem longo e motorizado), até as várias ilhas de praias fantásticas, e passamos o dia no mar com sol curtindo o visual maravilhoso. É uma boa época para ir pois não é o período das chuvas.

As águas são de um verde cristalino tão intenso que não me contentei com a máscara e o snorkel – precisava mergulhar com cilindro. O fundo do mar é indescritível, vi todas as nuances de cores de recifes e peixes, como os numerosos “Nemos”, ou peixes palhaço, que nadam por entre as anêmonas.

Além das praias maravilhosas, como a badalada Railey Beach, 20120328220739.JPG há mangues, cavernas, paredões para escaladas e vários centros de massagem te esperando na orla por um preço irrisório. Por mais tempo que você passe no sul, vai sentir que é insuficiente...

PhiPhi

As ilhas do Mar de Andaman são deslumbrantes. Se você assistiu ao filme de Leonardo di Caprio, A Praia, sabe bem do que estou falando! Por isso, depois de alguns dias pegamos a barca para as ilhas PhiPhi. Vale a pena se hospedar por lá e curtir de dia as praias e, à noite, os excelentes restaurantes. 20120328214723.JPG Da tradicional comida tailandesa passando por pizzarias, optamos por comer um churrasco de frango com um molho de pimenta agridoce maravilhoso próximo ao nosso hotel.

Ficamos em PhiPhi Don, a maior das ilhas e a única habitada, 20120328214642.jpg mas é em PhiPhi Ley, em Maya Bay, que estão os cenários hollywoodyanos de Di Caprio. 20120328214436.JPG De fato é uma das praias mais bonitas que já vi. Tanto que precisei voltar até lá! Na primeira vez, com um longtail boat, fizemos um passeio só nós dois e tivemos a sensação de ter a praia toda para nós; na segunda, encaramos a excursão de um grande barco que parava também em outras ilhas. Quando chegamos na praia, ela já não era mais a mesma... Havia turistas demais... Uma dica: vá no período entre as 11h e as 14h!

Como essa excursão durava o dia inteiro, os mais velhos voltaram para PhiPhi Don em outro barco e nós, mais jovens, esperamos em alto mar com uma boa música e uma boa cerveja tailandesa o pôr do sol. 20120328220116.JPG

Foi ainda em Phiphi que tive a chance de conversar com nativos que perderam tudo durante o tsunami e além das histórias vi fotos assustadoras. E foi assim nesses 20 dias que percebi o tanto de experiências, belezas e culturas que a Tailândia mistura.

COMO EU FUI: Saímos do Rio com a Air France e fizemos uma parada de alguns dias em Amsterdam para quebrar um pouco a viagem. Desembarcamos no aeroporto de Bangkok, Suvarnabhumi, eu e minha mulher e já na chegada nos deparamos com um aeroporto hightech, recém-inaugurado e gigantesco. Lá, fizemos os vôos internos com a Thai Airways, excelente companhia com atendimento impecável.

ONDE FICAR: Em Bangkok, há o simples Manhattan Hotel (Soi 15 Sukhumvit Rd., próximo à estação Nana, 66-2/255-0166 hotelmanhattan.com , diárias desde U$20 a U$40). Em Chiang Mai, uma boa dica é o central Suriwongse Hotel (110 Changklan Rd., 66-5/3270-0517, suriwongsehotels.com, diárias desde U$26). Em Krabi, há o belo Ao Nang Priceville Resort (164 Moo 2 Ao-nang Beach, 66-3/7563-7971, aonangprinceville.com, diárias desde US$ 88). Em PhiPhi, invista um pouco mais e fique num dos bangalôs do PhiPhi Villa Resort (a 10 minutos a pé do píer, 66/7560-1100, phiphivillaresort.com , diárias desde U$90).

ONDE PASSEAR: Você pode fazer tudo sozinho mas, o melhor jeito de circular e conhecer o país é com guias locais que falam inglês. A diária por este tipo de serviço custa em torno de 700 baths (uns US$ 20). Em Bangkok, nosso leitor teve duas guias: a Nok (nan_ke80@yahoo.co.uk), que não possui carro, e a motorizada Tong (pornpitcha@yahoo.com ). Em Chiang Mai e nas cidades próximas, havia o Pong (guidepong@yahoo.co.th).

Caso você prefira fazer tudo por conta própria : Tiger Temple (tigertemple.org), você pode pegar um ônibus no terminal da estação sul em Bangkok para Kanchanaburi (100 bath), depois o ônibus 8203 para Sai Yok (25 bath), que pára na frente do templo. O trajeto todo leva umas 4 horas. Já o passeio ao Wat Phra That Doi Suthep é mais econômico (em tempo e dinheiro!): a entrada com elevador custa 30 bath e o tuk tuk que te levará até lá, uns 50 bath.

ONDE COMER:

* BKK: O melhor Pad Thai que eu comi em Bangkok, por incrível que pareça, foi num bar australiano, o Gooliver (na Khao San Road e na Sukumvit soi 5). Lá, experimente também o arroz servido dentro do abacaxi com farofa de castanhas ; Cabbages and Condoms - Sukhumvit Rd Soi 12, um excelente restaurante todo decorado com camisinhas, mas fique tranqüilo pois é um restaurante familiar.

* PhiPhi: Vale a pena um drink vendo um show pirotécnico em um restaurante em cima de uma árvore de frente para a praia no Carpe Diem hiphiphi.com/7aug.htm

BUROCRACIA: não é preciso visto, mas vacina de febre amarela é obrigatório.

DICA: Antes de ir pra a fila da imigração, vc tem que passar no Health Control, para verificarem o seu cartão de vacina de febre amarela. Ë um box que fica em um dos corredores principais antes da imigração. Se vc entrar na fila da imigração vai ter que voltar e validar seu cartão de vacina e entrar na fila da imigração novamente.

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Ola,

Estou indo com meu marido a Thailandia /Macau/HK/ Bali.

Meu roteiro eh o seguinte:

Chego dia 13 em BKK,

dia 14 Bkk/Macau

dia 15 Macau/HK

dia 16 HK/BKK

dia 17 Bkk

dia 18 BKK/Phuket

dia 19 Phuket

Dia 20 Phuket/Krabi

Dia 21/22/23 Krabi

Dia 24 Krabi/Bali

Dia 25 Bali

Dia 26 Bali

Dia 27 Bali/Phuket

Dia 28 Phuket/Chinag Mai

Dia 29 Chiang Mai

Dia 1 Chiang Mai/BKK

Dia 2 BKK/Dubai/Sao Paulo.

 

 

Preciso de dicas de hoteis em todos esses lugares. Pretendo fazer todos os trechos internos de aviao - Air Asia, que esta saindo 350 dolares (todos)

Preciso tb saber quais sao os passeios imperdiveis em cada um...

Alguem pode me ajudar.... pleeeeeeeeeeeeeeease!!

 

Obrigada!

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Boa tarde, não quero que intrerpretesmal o meu post, mas sinceramente, sim a Tailandia é muito bonita mas concerteza que não deves ter visto completamente a forma como tratam os animais e a vida selvagem, pois tomam tudo como garantido, para os turistas habituais é tudo muito bonito, mas fora das luzes e dos olhares dos turistas, os elefantes de rua e os elefantes dos parques onde os turistas passeiam alegremente em cima dos mesmos adornados e preparados, sofrem, estão mal nutridos, os elefantes lá não se pode dizer que são tratados pois são sim é destratados, para além de trabalharem horas a fio todos os dias sem descanso e sem terem tempo suficiente para comer, após os turistas sairem, os "tratadores" acorrentam-lhes os pés dianteiros com correntes bem curtas, e os coitados desenvolvem problemas e doenças de pele, no corpo e psicológicas com movimentos repetitivos como se fossem autistas, colocam-lhes estacas em bico atrás das orelhas para não poderem mover muito a cabeça, batem-lhes e se algum se lembra de se evadir para se tentar alimentar convenientemente, o respectivo dono atinge-o com uma fisga com pedras a curta distância em direcção aos olhos para o cegar e o mesmo não conseguir orientar-se no terreno.

É triste, mas é verdade e estes são alguns dos apenas dos muito exemplos da barbárie que estes animais lindos sofrem todos os dias por todo o lado na Tailândia e não são os únicos pois estes habitantes tratam a vida selvagem sem respeito e toma-na como garantida, não só para com os elefantes mas com muitas outras espécies, como macacos e outros, infelizmente a promoção que gere o negócio turístico só refere como é óbvio a parte bonita do país, as paisagens, a boa gente, os sorrisos, etc.

Mas devemos também ser sensíveis e ter abertura de espírito e altruísmo para combatermos e não alimentar-mos estes negócios criminosos.

Espero sinceramente que não leias este post como uma agressão mas sim uma desesperada tentativa de sensibilização de quem ama o nosso planeta e a sua fauna e flora, os animais são como pessoas, são seres vivos que merecem respeito e dignidade, por isso viagem para a Tailândia sim, mas sejam sensíveis a estas situações e não alimentem estes negócios.

Sem mais assunto de momento.

Atenciosamente,

Coltraneix

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Concordo com vc coltraneix. Qdo fui la vi como era o tratamento e n fiz passeio c elefantes, mas visitei uma reserva, que recomendo muito chamado se n me engano Elephant Nature Park em Chiang Mai. Eles resgatam elefantes feridos, maltratados e cuidam deles. La sim vc pode interagir com os animais, dando comida, banho e vendo a rotina, o que passeio nenhum no lombo deles vai oferecer, alem de maltratar mais os animais. Mas acredito q isto va da consciencia de cada pessoa, o importante eh estarmos cientes q nem tudo eh maravilhoso como parece.

  • 1 mês depois...
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Sei dos maus tratos que muitos animais sofrem na Tailandia, inclusive em um outro lugar andei em um elefante que vi que era mal tratado e imediatamente me senti mal e pedi para parar o passeio. O elefante que andei em Mae Tang assim como todos os outros que vi lá, me pareciam ser muito bem tratados, todos com suas presas intactas e sem nenhum ferimento no corpo. Não senti o mesmo desconforto da primeira vez. Inclusive durante o passeio, paramos para alimentá-los com frutas (cana) e capim e ainda podiam ser banhados no rio.

Me informaram que neste parque os elefantes antes trabalhavam e que com a proibição deixaram de fazer trabalho bruto e para poderem ser alimentados é cobrado uma taxa dos turistas para sua alimentação que usufruem dos passeios.

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Muito bom o relato, adorei as fotos, também gostei de vc ter relatado os pontos negativo.Moramos no Japao e vamos em dez-jan. Ainda estamos definindo roteiro. Obrigado pelo relato.

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Se quiser tenho comigo vários arquivos e links que utilizei para minha viagem. Contacte por aqui.

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Se me enviar os arquivos, vai ajudar muito, pois ainda nem sabemos por onde começar...rsss...desde já agradeço. Muito obrigado.

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Se me enviar os arquivos, vai ajudar muito, pois ainda nem sabemos por onde começar...rsss...desde já agradeço. Muito obrigado.

Me passa seu email por MP que eu envio.

  • 2 semanas depois...
Postado
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Excelente relato FerLui !!!

Irei a Tailandia no final deste mes e estou reunindo informacoes...e seu relato foi de grande ajuda.

Sobre as duas guias que voces usaram em Bangkok, qual voce recomendaria? Eu so tenho um dia e meio em Bangkok, e estamos em 4 adultos... e claro adoraria conhecer as melhores coisas possiveis...

O que voce me recomendaria de Bangkok? Ja ouvi falar do Palacio Real e do Mercado FLutuante que sao imperdiveis... vale mesmo a pena?

Aguardo suas preciosas dicas.

Obrigado desde ja pela atencao.

Camila

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Camila, me envia seu email por MP que te passo todos os arquivos que guardei quando pesquisei minha viagem.Vai ser um pouco difícil achar guia assim em cima da hora, eu contratei os meus com 7 meses de antecedência e alguns já não tinham horario. A guia Nok nào trabalha mais como guia mas tenho contato de outras. O palacio real é imperdível, o mercado flutuante que fui é o de saduak, um pouco distante de BKK, não conheci o mercado flutuante que fica em BKK. Vá ao show do Sian Niramit, é muito bom e dá para ver um pouco da história da Tailandia em um espetáculo que não deve nada a Broadway, mas não jante lá, não vale a pena. Se tiver uma outra noite, jantem no Loy Nava Dinner, é um jatar e passeio muito bonitos.

Em BKK é besteira ter guia com carro, é melhor fugir do transito e usar os serviços públicos (BTS, taxi, tuk tuk, barco etc)

aguardo seu email

Fernando

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