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Serra Grande e Tepequém - Março de 2014- Roraima - Brasil

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DIA 1 - SAÍDA DE MANAUS E CHEGADA A CANTÁ

 

Bem senhores mochileiros venho aqui para descrever um relato sobre a aventura realizada no estado de Roraima. Saindo eu e um amigo saindo de Manaus, do aeroporto Internacional Eduardo Gomes, embarcamos para Boa Vista. A viagem durou cerca de 1h00. Ressalta-se que pegamos uma promoção na Cia Aérea e foi mais vantajoso ir de avião que ir de ônibus, além de menos cansativo. Pagamos 170 reais de passagem ida e volta, enquanto que se fossemos de ônibus pagaríamos 250 reais ida e volta. Pois bem, chegado ao aeroporto de Boa Vista às 14h, tratamos de seguir rumo ao centro da cidade para comprar os mantimentos para a Subida a serra Grande e nos informamos melhor de como chegar até o pé da Serra. Saindo do aeroporto é recomendado dar uma breve pernada de uns 2km para ter mais opções de onibus para se chegar ao centro. A parada de ônibus é frente a um Cinema( muito chamativo por sinal só perguntar que lhe informam). Chegamos ao centro e compramos nosso rancho no supermercado logo em frente ao terminal rodoviário e de lá perguntamos a alguns taxistas como chegar a Cidade de Cantá para subir a Serra Grande. Nos informaram que deveríamos ir ao terminal do Caimbé, que de lá passam táxi lotação rumo a cidade de Cantá, porém ao chegar no local nos informaram que deveríamos seguir para outro local também de táxi lotação, mas chamado "Feijão com Arroz".

 

 

O que pude compreender é que o Caimbé é um terminal de táxi lotação bem estruturado para cidades mais distantes e com maior demanda inclusive viagens internacionais(Venezuela, Guiana inglesa) esse já conhecia devido a minha viagem ao monte roraima em novembro. Já o feijão com arroz é um terminal de táxi lotação próximo a rodoviária(na verdade é só um casebre) destinado para comunidades e vilas proximas, especificamente zona rural. Ao chegar esse " Feijão c Arroz" por volta das 17h perguntamos como fariamos para ir a cidade de Cantá, para subir a Serra Grande. Uma mulher que aguardava a lotação completar os 5 passageiros informou que deveríamos ir a até a vila conhecida como " Pé da Serra". Combinamos o valor com o taxista,(cerca de 30 reais para cada) e seguimos até o a dita vila.Um adendo(achei o valor exorbitante, pois para ir até Pacaraima que é distante 200 km, se paga numa lotação 35 a reais) e para Cantá que fica a pouco menos de 50 km pagamos quase o mesmo valor numa lotação.)

 

Seguimos viagem num corsa classic eu, meu amigo e mais duas mulheres, nos seríamos os últimos a descer. Seguimos pela estrada com direção a Guiana Inglesa e fomos conversando com as moças e os taxista tentando obter mais informações acerca da Subida da Serra Grande. Inclusive uma das moças ficou de conseguir um guia para nos acompanhar , mas sem exito. Então chegamos a "Vila Pé da Serra 1"( pois existe a "vila pé da Serra 2") e faz bem jus ao nome pois é ao pé da serra.

Chegamos e o taxista nos deixou no final da rua, como já era noite (18h30), conversamos com um Sr.(Francisco) que estava em frente a sua residência e nos viu chegar com nossas mochilas e barracas. A principio este ficou meio desconfiado com nossa presença, perguntamos um pouco sobre a subida da Serra. Ele deu umas respostas meio vazias. Então fomos fazer um reconhecimento de algum local para acamparmos na base da serra e então o senhor nos chamou e falou que poderíamos pernoitar no espaço em frente a sua casa, dormindo nas barracas. Ficamos agradecidos e perguntamos se não iriamos incomodar e ele disse que não. Então falamos que iamos preparar nossa janta. Quando começamos a preparar a comida o Sr Francisco aparece com dois pratos gigantes de arroz, feijão , macarrão , carne e ovo ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha:: . Meu amigo e eu nos olhamos e não acreditamos na imensa boa vontade do Sr. Francisco de ajudar dois desconhecidos. Fomos então comprar uma coca cola e jantamos com o Sr. Francisco, sua esposa e e seu filho na beira da pista mesmo, batendo papo até umas 22h e ele ainda mostrou a entrada da trilha.

 

DIA 2- SUBIDA DA SERRA GRANDE

 

Combinamos então de nos levantar as 5h00 para tomarmos café, arrumar a mochila e partir as 5h30. Até então ainda não havíamos visto a Serra Grande, só havíamos visto o Sr. Francisco apontar em uma direção a qual estaria a serra, mas estava muito escuro e não poderíamos ver. Ele ainda deu alguns bizus da trilha para não nos perdermos.

 

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Por Volta das 5:45 h começamos então a caminhar pela trilha informada pelo Sr Francisco e ao andar pouco mais de 50 metros encontramos uma cerca de arame farpado! ::putz::::putz:: Pois bem, apesar das dúvidas na cabeça não hesitamos em pular a cerca e seguir rumo ao destino. Passamos por um açude quase seco(o Sr. Francisco nos disse que fazia 3 meses que não chovia na região) e andamos por trilhas que se bifurcam, mas tendo um pouquinho de senso de orientação vc consegue decidir qual seguir. Pulamos outra cerca e depois de 10 minutos andando começamos a ver (e tropeçar ) nas primeiras rochas.

 

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Seguimos por mais 10 minutos e um leito de rio seco se confunde com a trilha, como o Sr. Francisco havia falado, não chovia há 3 meses na região e fazia tempo q ele não entrava na trilha(ele nunca foi ao topo, somente até a corredeira). Notamos que a trilha seguia atravessando o leito do rio e não contornando-o, pois o filho do Sr. Francisco havia falado que após atravessar o rio, iriamos ver uma imensa árvore com raizes gigantes( creio que seja uma samaúma).

 

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Anda-se mais um pouco e encontra-se o que era para ser um riacho de travessia moderada, agora nada mais é do que um corrego com algumas pedras molhadas. Da p se refrescar um pouco co córrego, mas nao bebemos agua pois ainda estavamos com os cantis cheios (que se descobriria mais tarde que foi um erro).

 

 

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Mais uns minutos de pernada e chega-se na corredeira também vazia, com um pouco de água acumulada na parte mais baixa. É incrível perceber que na época da cheia, aquilo fica totalmente cheio ::hein:::hein: .

 

 

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Após uma breve parada para nos refrescar novamente, (06h30 da manhã já estava com 32º ::mmm:::mmm: e o ar estava muito seco ) voltamos a caminhar e encontramos o que iriamos encontrar para o resto da trilha. Subidas muito ingremes.... não é nada impossível, creio que as inclinações estejam em 40º até 50º, mas são longas . E com as folhas e o solo secos parecia que estavamos em terreno de areia. Nada que uns tombos no começo, não nos fizesse aprender como andar no local.

 

 

 

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Depois de cerca de duas horas andando, a paisagem muda um pouco. Já avista-se mais paredes de pedras, mas a a mata continua fechada. Orquídeas e bromélias já começam fazer parte da vegetação. Pouco pode-se observar o quanto subiu, devido as altas copas de árvores. E durante todo o percurso permanece assim subidas, com necessidade de "escalaminhar" em determinados momentos e atravessar grandes blocos de pedras.

 

 

 

 

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Termina-se então de subir uma parte da trilha, começa-se uma descida por um pequeno vale e acha-se o q seria um acampamento baixo, próximo a um córrego de rio que também estava em um nível muito baixo. O que foi um achado pois nossa água já estava no fim. Reabastecidos, começa-se uma nova subida de cerca de 30 min pesada entre pedras e galhos de arvores bastante íngremes, até que se encontra uma ladeira de rocha onde o único acesso é subir escalando pela aderência de seus sapatos e mãos a rocha da serra. Passado esse desafio você está no cume. Chegamos ao cume as 13h15, depois de muitas paradas pois não tínhamos muita pressa e não estávamos no melhor de nossos condicionamentos físicos. Por fim, comemos nosso almoço sanduíches de queijo e presunto e suco, e goiabada) e curtimos o visual do topo da serra. A visão não era tão boa, pois ameaçava chover(3 meses sem chover e ameaçava chover naquele dia) porém a ameaça não confirmou. Mas o tempo estava com muitas nuvens e com fumaça das queimadas da região decorrentes da seca. :(:(:(

 

 

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Então adentramos uma pequena mata no topo da serra uma minitrilha de 5 minutos e chegamos ha um acampamento semi montado com lonas, algumas panelas e lamparinas improvisadas ... e começamos armar nossas barracas. feito isso isso voltamos ao ponto de observação para comer mais alguma coisa e aproveitar a brisa do alto da Serra.

 

Já a noite decidimos fazer o rango da janta. Levei fogareiro para fazer a comida. Porém lá era notável que se utilizam de fogueira para fazer comida. havia rastros de fogueira. Optei por não fazer fogueira, tanto por questão de respeito a serra, quanto também o perigo de fogo se espalhar sem controle se alguma brasa voasse e pegasse no mato seco. Houve ainda o momento "cagaço" devido as histórias de onça e o local de acampamento ser mata fechada na região, fomos fazer comida com um machadinho (que havia deixado no local) sempre ao nosso lado, achando que isso nos protegeria, porém pelo menos havia o fator psicológico. Comemos e voltamos para o ponto de observação para sinalizarmos para seu Francisco. com as lanternas. Ele disse que é costume o pessoal que sobe ficar sinalizando para a vila ao pé da serra. A noite pode se observar as luzes da cidade de Boa vista se acendendo e de Mucajaí também. Ventava muito nessa noite o que fazia cair a temperatura. Creio que pegamos uns 13 graus a noite ,com o vento. Mais alguns momentos de contemplação e conversa jogada fora, fomos para nossas barracas dormir e nos preparar para a descida na manhã seguinte.

 

 

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DIA 3 DESCIDA E RETORNO A BOA VISTA

 

Acordamos por volta das 6h, preparamos café com algumas bolachas batemos algumas fotos do cume, porém a quantidade de fumaça proveniente das queimadas da região na nos deixava apreciar muito a região. Algumas fotos mais ,rumamos as coisas e partimos para a descida as 8h. Descer eh um pouco mais dificil por causa das "desescaladas" que para o meu amigo foi um desespero... hahah eu só soube que ele tinha medo de altura ja na metade do caminho. e os lances nem são tão aereos. mas enfim psicológico eh foda! descemos, descemos ja chegando na parte plana e quando estávamos meio que perdidos na trilha um enxame de vespas nos atacou e a boiada disparou em direção ao q acreditavamos q nos levaria ao leito de rio seco e q possuia um pouco de agua. Por sorte pegamos o caminho certo, nos livramos das vespas e adiantamos uns 30 minutos de caminhada!!! ::lol3::::lol3::::lol3::::lol3::

 

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Voltamos para a trilha e no meio do caminho fomos surpreendidos por uma manada de Bois. quanto perrengue! não deu nem tempo de sacar a câmera, saímos da trilha e deixamos os "bichinhos "passarem, e retomamos a caminhada até chega de volta a vila Pe da serra as 10h30. Voltamos a casa de Seu Francisco pois ele havia falado em arranjar um transporte para voltarmos a Boa Vista. Porém ele não se encontrava, e fomos tomar uma coca cola e algumas cervejas no bar próximo a casa do Seu francisco.

 

 

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Algumas cervejas, e seu francisco nos acena e diz que um amigo seu vai nos levar a boa vista por 60 conto! :shock::shock::shock: Enfim, meio hesitados pagamos. Ate porque pagamos o custo da lotação cheia.. se ele levasse 4 pessoas, pagaríamos 15 reais, mas como ia só nos dois foi o valor total mesmo. Combinamos para nos deixar no aeroporto, pois meu amigo queria adiantar sua passagem para o mesmo dia, pois estava sofrendo com dores nas costas. E eu colocava pilha nele para seguir rumo ao tepequem fazendo bate e volta. Mas não teve jeito, ele procurou a cia aérea porem os preços estavam muito altos. Almoçamos no aeroporto mesmo e coloquei mais pilha nele para dormir em boa vista e cedo rumar p o Tepequem, mas ele reclamava das dores e q nao aguentaria caminhar. Como bom amigo q sou, avisei ele q teria ônibus saindo da rodoviária de boa vista para manaus até as 19h e que daria para comprar a passagem na hora. Rumamos do aeroporto para o centro e de lá nos separamos ele em direção a rodoviária e eu em direção ao supermercado para comprar mais provisões para a ir ao Tepéquem. Comprado as coisas, me informei com os taxistas em frente ao supermercado no centro a respeito de hoteis baratos e de como chegar ao Tepequem. Acabei ficando no centro mesmo, pagando 40 reais e descolei um numero de uma Van que levaria por 20 reais até o Tépequen. Tratei de tomar um banho, comer algo arrumar a mochila para partir cedo, pois o cara da van avisou que passaria as 05h30 para a me pegar.

 

DIA 4 BOA VISTA A TEPÉQUEM

 

 

Despertei cedo e aguardei a van vir me buscar para ir ao tepequen. Na verdade a van segue para cidades próximas como amajari e adjacências e só entra na pequena vila do tepéquem se houver mais de 5 pessoas pra o mesmo destino. Como só havia eu, o motorista me informou que me deixaria na entrada da estrada que leva até a vila de lá teria q ir caminhando ::dãã2::ãã2::'> ::dãã2::ãã2::'> ::dãã2::ãã2::'> . A van passa por diversas casas de pessoas que também haviam combinado de ir para cidades próximas e acabou que dei uma grande volta na cidade até pegar realmente a estrada. As 7h30,seguimos pela BR 174 e após uma hora viramos a esquerda e entramos rumo a cidade de Amajari. Algumas paradas em cidadezinhas e para deixar alguns passageiros e da pista já se pode ver de longe o Tepéquem.

p.s na van se ouvia um forró bem caseiro com videoclipes de cenas de filme pornô, mas não mostrava o sexo. somente as mulheres dançando. como se fosse aquele brasileirinhas no carnaval. de rachar o bico... era muito engracado a montagem do videoclipe..

 

 

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Então me avisam q eu estou perto de meu destino e desço. e me vejo completamente perdido no meio do nada no sol de rachar das 10h30 e vendo uma enorme e ingreme ladeira de asfalto para subir... Sério, a parada é realmente íngreme. Então me disponho a andar, afinal não havia outro lugar para ir ( até porque não sabia ate aquele ponto como ia voltar, pq a van so voltaria no outro dia e teria q estar as 4 da manha no aeroporto. Depois de 20 minutos andando, surge um barulho de moto e o camarada me ve com a mochila e para ao meu lado e pergunta se estou indo para a vila. Respondo que sim . e ele retruca" é chão hein, quer carona?" respondo quase na mesma hora q sim. A moto, uma daquelas de motocross cheia das gambiarras quase pede arrego nas subidas.... fui conversando com o camarada p saber se le sabia a entrada da trilha ele disse q achava q sabia e poderia me indicar. chegamos até a suposta entrada da trilha. dei uns trocados pro camarada e me dispus a iniciar a subida no sol de rachar. Comecei a andar pela trilha demarcada por uns 5 minutos até que a trilha some e e vejo no meio de um penhasco de pedras soltas mas se pode avistar o plato de longe. volto e tento outro caminho demarcado e nada. mais uma investida e parava na vegetação fechada. cheguei a achar que a trilha havia sido fechada por quase ninguém utilizar.

 

 

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Acabei desistindo e voltei para a pista, no meio do nada. sem nenhum carro passando . Resolvi descer 1km até um sítio próximo e perguntar. bati palmas e um senhor simpático me atendeu e perguntou se eu estava perdido. respondi que "sabia onde estava mas não sabia p onde ir". Perguntei onde era a entrada para ir ao platô do tepequém. Ele respondeu que " é bem aqui ó, do lado do sítio .. abre o portão ai e vai.. só toma cuidado de fechar o portão p cavalos nao saírem".. ::Ksimno::::Ksimno::::Ksimno::::Ksimno::

felicidade,,. o cara ainda me arranjou uma garrafa de agua geladíssima.

 

Inicio a subida as 11h30, que não é tão ingreme, os desvios de altitude são pequenos e se mantem com leves subidas em boa parte do trecho. Depois de 30 min encontro um senhor peruano q vem descendo a trilha . inicio a conversa oferecendo agua (até pq assim como na Serra Grande, estavam bastante secos os leitos de rio que cortam o platô). ele aceita e eu pergunto se ele estava só .ele responde que nao, que estava com mais duas pessoas que vinham descendo logo atrás. papo vai, papo vem chegam os outros dois. Perguntam de onde eu era, o q eu estava fazendo ali. Contei toda a minha história e talvez eles ficaram sensibilizados por eu nao saber como iria voltar e ofereceram carona p voltar para boa vista, pois eles ainda iriam aproveitar a as cachoeiras da região e era o tempo q eu chegava no platô, descansava e descia.

 

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Combinamos de nos encontrar as 15h30 numa pousada descendo a pista. tudo certo para minha volta, eles continuaram a descida e eu a subida.

Subi num ritmo confortável e em 1h30 estava no Plato do Tepequem, com ele todo só para mim. de lá se ve um abismo muito bacana e se pode observar várias araras de todas as cores a voar pelo plato e gritando ecoando pelo vale... mt legal a sensação. descansei, comi uns sanduiches, fiz uns sucos e comi a farofa de carne que vende na beira da br 174, ponto de parada obrigatória tanto q vai p amajari quanto p pacaraima todos os taxislotacao e vans param ali.(especialidade dessa estrada ) e apreciei o cume do Tepéquem so para mim. fiquei uma hora lá em cima e iniciei a descida.

 

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A descida foi bem mais rápida e falei com o sr dono do sítio , deixei algumas coisas q não iria utilizar tais como uma caixa de chocolate e biscoitos, e me informei onde seria a tal Pousada para encontrar a minha carona. O senhor falou q era pertinho logo depois da curva. Me animei e tratei de apressar o passo. Andei, andei, andei e nada.. fiquei sem agua.. calor da moléstia e nada de chegar... até que apareceu uma torneira do nada no meio da pista e tratei de encher o cantil e voltei andar que nem um condenado e cheguei na tal pousada. "-uma coca de um litro por favor e uma cerveja". Fiquei degustando a cerveja e a coca cola aguardando a minha carona.

 

Enquanto isso a dona da pousada disse que eu poderia tomar uma banho na piscina natural se eu quisesse... Maravilha! Aproveitei para tirar a poeira e recobrar as energias nas águas geladas do riozinho. Esperei mais um pouco e Hermanio, juntamente com Alexia e mais o peruano chegaram e fomos em direçao a Boa Vista. Hermanio contou a historia do Tepequem, como era o acesso antes, pela estrada de barro(imagino subir a ladeira com o barro molhado!) e ainda me mostrou uma formação nas paredes ao lado da pista que visat de certo angulo parece acabeca de um indio entre as pedras ... mt show fomos indo até boa vista ouvindo João bosco e lá fomos a um rodizio de sopa eu, hermanio, aléxia e seu esposo . Sopa da boa na Casa das Sopas. De lá rumei para o aeroporto de boa vista até aterrissar em casa.

 

Bem é isso se alguém tiver alguma dúvida pode me escrever aqui.. até mais e bons ventos!

 

 

a cabeça de indio!

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