Com 656 km de trilhos, 37 pontes, 86 tuneis e mais de 70 anos para ser construída.
Posso afirmar que a experiência mais autentica que um viajante pode ter no México é na região norte, viajar de trem pela lendária El Chepe não somente é uma das melhores viagens de trem do mundo, mas uma das melhores viagens que uma pessoa pode realizar em sua vida.
* Quando o explorador Frederick Schwatka visitou as Barrancas del Cobre (Canyon de Cobre), nos anos 1880, ficou tão impressionado com o cenário deslumbrante que previu que, dentro de um século, os turistas o visitariam aos montes. Ele estava certo. Hoje, as Barrancas del Cobre são o ímã turístico do norte do México.
Há dois motivos avassaladores para visita lo: um dos canyons mais profundos e ricos em diversidades naturais do mundo, e o fato de que é possível conhecê-lo em uma incrível viagem de trem, das últimas existentes no México (e uma das últimas da América latina). De tudo o que há para ser visto no norte do país, nada se compara a essa região.
O foco ali é um labirinto de sete canyons principais que cobrem uma área quatro vezes maior que a do Grand Canyon, no Arizona, e em muitos lugares é considerado o mais profundo (mais de 1.800m). Os canyons foram escavados na rocha vulcânica da sierra de 25 milhões de anos por movimentos tectônicos e pelos rios que hoje correm pela sua base. Frutas tropicais crescem nas profundezas de alguns canyons, ao passo que o solo acima está coberto por vegetação alpina e, multas vezes, pela neve do inverno. Essa diversidade torna a área das Barrancas del Cobre um paraíso para os amantes da natureza; depois da criação do Parque de Aventuras Barrancas del Cobre - onde se pode voar sobre precipícios nas tirolesas ou teleféricos mais arrepiantes do México -, ela também vem se tornando conhecida pelos que buscam adrenalina. A região também abriga dos maiores e mais singulares povos indígenas do país, os tarahumaras.
Como se não bastasse essa topografia rochosa deslumbrante, também é possível viajar por ela na Ferrocarril Chihuahua-Pacífico (estrada de ferro Chihuahua-Pacifico, ou ferrovia Barrancas dei Cobre), que leva os passageiros em uma viagem de cair o queixo, seguindo 656km entre Los Mochis, perto da costa mexicana do Pacífico, e Chihuahua, em seus planaltos centrais. Você deve seguir a viagem inteira ou fazer urna parada para pernoitar e voltar por ela até o seu ponto de partida. Mas a região espetacular do canyon merece ser mais explorada
A maioria dos viajantes parte de Creel- a aproximadamente oito horas de Los Mochis -; é a base principal para o turismo das Barrancas del Cobre e fica perto de alguns lugares com paisagens incríveis. Também é possível ficar nas cidades de Cerocahui, Areponâpuchi ou Divisadero (todas próximas à ferrovia), menores, mas também próximas dos canyons. Para realmente senti-los, desça até a base e fique em Urique ou Batopilas. Todos os tipos de maravilhas naturais - canyons, falésias, maciços rochosos imponentes, rios, cachoeiras, lagos, florestas bem como a fascinante cultura humana local, são acessíveis a partir de todos esses lugares a pé, a cavalo e, em muitos casos, de mountain bike ou automóveis. As melhores estações para visitar a área são a primavera e o outono, quando não é muito quente na base dos canyons nem muito frio na parte superior. Uma época especialmente boa é entre o final de setembro e outubro, quando a vegetação está verde depois das chuvas de verão (que caem do fim de junho até o fim de agosto).
Descer os canyons a pé ou a cavalo só é possível do meio de outubro até março. Maio e junho são intoleráveis na base dos cânions, mas bons para atividades na parte superior. É recomendável sacar dinheiro em Los Mochis ou Chihuahua: não se pode confiar nos caixas eletrônicos do trajeto (em El Fuerte e Creel). Os nichos remotos dessa região abrigam plantações de maconha e papoula para ópio, com as quais parte da população ganha a vida e que geram alguns incidentes sangrentos envolvendo grupos rivais e/ou o exército mexicano. Os narcos não têm os turistas como alvo. mas convém saber como anda a situação antes de se aventurar em áreas mais remotas e contratar um guia local confiável. se quiser ir em qualquer lugar que não os mais frequentados. O nome Barrancas del Cobre, cunhado pelos espanhóis quando confundiram o brilho esverdeado de líquen com cobre, refere-se especificamente ao abismo esculpido pelo curso superior do Rio Urique. A região do canyon também faz parte da Sierra Madre Occidental. Além das Barrancas del Cobre, seus outros canyons principais são as Barrancas de Urique, Sinforosa, Batopilas, Oteros, Chinipas e Candameña. Todos os sete chegam a profundidades de 1.300m ou mais.
Ferrocarril Chihuahua-Pacífico
As estatísticas dizem tudo: 656 km de pista, 37 pontes, 86 túneis e mais de sessenta anos para ser construída Urna das mais lindas viagens de trem do mundo, a Ferrocarril Chihuahua-pacifico (Estrada de Ferro Barrancas del Cobre: (http://www.chepe.com.mx), concluída , em 1961, é tão fenomenal na bravura de sua engenharia como na vista que permite do cânion. Ela conecta urna cidade a 24km da costa do Pacífico com o interior montanhoso e árido do norte do México, passando por traiçoeiros declives de cânion que a forçam a subir até 2400m. A linha é a principal ligação entre Chihuahua e a costa, muito usada tanto para carga quanto para passageiros. A beleza do cenário que ela atravessa a tornou uma das mais importantes atrações turísticas no México.
Apelidada de "El Chepe" (usando as iniciais em espanhol de "Chihuahua" e "Pacífico"), a ferrovia tem dois trens. O de primeira classe, primeira express, circula em ambas - direções diariamente e tem um vagão com restaurante-bar - bastante caro. O de clase económica com um trem um pouquinho mais lento e muito mais barato, faz três viagens por semana em cada direção e tem um vagão com lanches. Ambos têm ar-condicionado, aquecimento e assentos confortáveis, com bom espaço para as pernas.
O classe econômica é bom o bastante para a maioria dos viajantes, então a escolha se resume ao horário em que você prefere viajar. O primeira express sai de Los Mochis e Chihuahua 1 hora mais cedo que o classe econômica e chega à estação final 2 horas antes. Quem for parar no meio do caminho, pode pegar qualquer trem que se ajuste ao seu programa. Existem ônibus que cobrem algumas partes do trajeto e costumam ser uma alternativa mais barata e rápida.
Seguindo para o leste (rumo a Chihuahua) é possível ver as melhores paisagens à luz do dia em qualquer trem. Na outra direção, é melhor pegar o pimeira express pois o classe econômica passa por boa parte dos melhores cenários (entre Creel e El Fuerte) já de noite, principalmente no inverno de lá. Entre Los Mochis e El Fuerte, o trem passa por uma área plana de fazendas, depois começa a subir por colinas repletas de escuros pilares de cactos. Passa sobre a longa ponte do Rio Fuerte e pelo primeiro dos 86 túneis da viagem cerca de 4 horas depois de sair de Los Mochis. O trem contorna as laterais de cânions profundos e faz um zigue-zague espetacular para chegar em um túnel acima de Témoris, depois do qual se vê pinheiros surgindo no declive. Na estação seguinte, Bahuichivo, chega-se à região montanhosa de Sierra Madre, com campinas pontilhadas de flores marcando a entrada na paisagem de alpes. A maior atração da viagem de trem é a parada em Divisadero, onde se pode finalmente ver as Barrancas del Cobre. O trem então faz uma volta completa para ganhar altura, em El Lazo antes de rumar em direção a Creel e Chihuahua.
Se houver assentos vagos, é permitido subir no trem em qualquer estação sem passagem e comprá-la com o condutor. Fora das épocas de pico (Semana Santa, julho/agosto e Natal/ Ano-Novo) em geral é possível fazer isso. Entretanto, isso é incerto, portanto recomenda - se reservar ou comprar passagens com um mês ou mais de antecedência para viagens nas épocas de pico e ao menos um dia antes para outros períodos. As passagens são vendidas na estação de Los Mochis ou na de Chihuahua , para viagens começando em qualquer estação. As do primeira express podem ser adquiridas com até um mês de antecedência, e as do classe economica, um dia antes da viagem. Também se pode fazer reservas por e-mail (chepe@ferromex.com.mx), com até um ano de antecedência. No primeira express, é possível fazer paradas (em geral até três) e voltar a pegar o trem sem nenhum custo extra, desde que especifique os lugares e as datas quando for reservar. As passagens para o mesmo dia devem ser compradas nas estações de Los Mochis ou Chihuahua às 5h (trem primeira express) e às 6h (classe economica) Só as estações de Los Mochis, Creel, Cuatémoc e Chihuahua vendem passagens.
*texto extraído do guia lonely planet méxico
Com certeza esta viagem é o mais puro contato com o México, o norte do México embora possa ser perigoso é uma região selvagem, rodeada por extremas aventuras e emoções. Nenhuma outra região do México se compara aos canions e arredores. A cidade de Creel embora seja a principal base para explorar os arredores, existem diversas outras rotas e barrancas ainda mais selvagens e inóspitas. Todo cuidado é pouco quando for sair de uma rota tradicional, o narcotráfico nesta região é forte, existe diversas plantações e cartéis dispostos a defenderem seus territórios. Urique e Batopilas são verdadeiras lendas mexicanas, atravessar este território exige uma boa dose de coragem e talvez sorte, muitas vezes guias são indispensáveis, não somente para navegação terrestre mas pela própria segurança. Alguns lugares mais extremos que indico com uma dose extra de aventura. Canion Tararecua, Guachochi, Sinforosa, Piedra Volada, Cusarare/Divisadero. :'>
Esta parte do México lamentavelmente é raramente explorada por brasileiros e até mesmo estrangeiros, mas isto deixa a região mais pura ainda, sendo possível até mesmo em alguns casos avistar "índios selvagens " que não gostam da presença de forasteiros.
Com 656 km de trilhos, 37 pontes, 86 tuneis e mais de 70 anos para ser construída.
Posso afirmar que a experiência mais autentica que um viajante pode ter no México é na região norte, viajar de trem pela lendária El Chepe não somente é uma das melhores viagens de trem do mundo, mas uma das melhores viagens que uma pessoa pode realizar em sua vida.
* Quando o explorador Frederick Schwatka visitou as Barrancas del Cobre (Canyon de Cobre), nos anos 1880, ficou tão impressionado com o cenário deslumbrante que previu que, dentro de um século, os turistas o visitariam aos montes. Ele estava certo. Hoje, as Barrancas del Cobre são o ímã turístico do norte do México.
Há dois motivos avassaladores para visita lo: um dos canyons mais profundos e ricos em diversidades naturais do mundo, e o fato de que é possível conhecê-lo em uma incrível viagem de trem, das últimas existentes no México (e uma das últimas da América latina). De tudo o que há para ser visto no norte do país, nada se compara a essa região.
O foco ali é um labirinto de sete canyons principais que cobrem uma área quatro vezes maior que a do Grand Canyon, no Arizona, e em muitos lugares é considerado o mais profundo (mais de 1.800m). Os canyons foram escavados na rocha vulcânica da sierra de 25 milhões de anos por movimentos tectônicos e pelos rios que hoje correm pela sua base. Frutas tropicais crescem nas profundezas de alguns canyons, ao passo que o solo acima está coberto por vegetação alpina e, multas vezes, pela neve do inverno. Essa diversidade torna a área das Barrancas del Cobre um paraíso para os amantes da natureza; depois da criação do Parque de Aventuras Barrancas del Cobre - onde se pode voar sobre precipícios nas tirolesas ou teleféricos mais arrepiantes do México -, ela também vem se tornando conhecida pelos que buscam adrenalina. A região também abriga dos maiores e mais singulares povos indígenas do país, os tarahumaras.
Como se não bastasse essa topografia rochosa deslumbrante, também é possível viajar por ela na Ferrocarril Chihuahua-Pacífico (estrada de ferro Chihuahua-Pacifico, ou ferrovia Barrancas dei Cobre), que leva os passageiros em uma viagem de cair o queixo, seguindo 656km entre Los Mochis, perto da costa mexicana do Pacífico, e Chihuahua, em seus planaltos centrais. Você deve seguir a viagem inteira ou fazer urna parada para pernoitar e voltar por ela até o seu ponto de partida. Mas a região espetacular do canyon merece ser mais explorada
A maioria dos viajantes parte de Creel- a aproximadamente oito horas de Los Mochis -; é a base principal para o turismo das Barrancas del Cobre e fica perto de alguns lugares com paisagens incríveis. Também é possível ficar nas cidades de Cerocahui, Areponâpuchi ou Divisadero (todas próximas à ferrovia), menores, mas também próximas dos canyons. Para realmente senti-los, desça até a base e fique em Urique ou Batopilas. Todos os tipos de maravilhas naturais - canyons, falésias, maciços rochosos imponentes, rios, cachoeiras, lagos, florestas bem como a fascinante cultura humana local, são acessíveis a partir de todos esses lugares a pé, a cavalo e, em muitos casos, de mountain bike ou automóveis. As melhores estações para visitar a área são a primavera e o outono, quando não é muito quente na base dos canyons nem muito frio na parte superior. Uma época especialmente boa é entre o final de setembro e outubro, quando a vegetação está verde depois das chuvas de verão (que caem do fim de junho até o fim de agosto).
Descer os canyons a pé ou a cavalo só é possível do meio de outubro até março. Maio e junho são intoleráveis na base dos cânions, mas bons para atividades na parte superior. É recomendável sacar dinheiro em Los Mochis ou Chihuahua: não se pode confiar nos caixas eletrônicos do trajeto (em El Fuerte e Creel). Os nichos remotos dessa região abrigam plantações de maconha e papoula para ópio, com as quais parte da população ganha a vida e que geram alguns incidentes sangrentos envolvendo grupos rivais e/ou o exército mexicano. Os narcos não têm os turistas como alvo. mas convém saber como anda a situação antes de se aventurar em áreas mais remotas e contratar um guia local confiável. se quiser ir em qualquer lugar que não os mais frequentados. O nome Barrancas del Cobre, cunhado pelos espanhóis quando confundiram o brilho esverdeado de líquen com cobre, refere-se especificamente ao abismo esculpido pelo curso superior do Rio Urique. A região do canyon também faz parte da Sierra Madre Occidental. Além das Barrancas del Cobre, seus outros canyons principais são as Barrancas de Urique, Sinforosa, Batopilas, Oteros, Chinipas e Candameña. Todos os sete chegam a profundidades de 1.300m ou mais.
Ferrocarril Chihuahua-Pacífico
As estatísticas dizem tudo: 656 km de pista, 37 pontes, 86 túneis e mais de sessenta anos para ser construída Urna das mais lindas viagens de trem do mundo, a Ferrocarril Chihuahua-pacifico (Estrada de Ferro Barrancas del Cobre: (http://www.chepe.com.mx), concluída , em 1961, é tão fenomenal na bravura de sua engenharia como na vista que permite do cânion. Ela conecta urna cidade a 24km da costa do Pacífico com o interior montanhoso e árido do norte do México, passando por traiçoeiros declives de cânion que a forçam a subir até 2400m. A linha é a principal ligação entre Chihuahua e a costa, muito usada tanto para carga quanto para passageiros. A beleza do cenário que ela atravessa a tornou uma das mais importantes atrações turísticas no México.
Apelidada de "El Chepe" (usando as iniciais em espanhol de "Chihuahua" e "Pacífico"), a ferrovia tem dois trens. O de primeira classe, primeira express, circula em ambas - direções diariamente e tem um vagão com restaurante-bar - bastante caro. O de clase económica com um trem um pouquinho mais lento e muito mais barato, faz três viagens por semana em cada direção e tem um vagão com lanches. Ambos têm ar-condicionado, aquecimento e assentos confortáveis, com bom espaço para as pernas.
O classe econômica é bom o bastante para a maioria dos viajantes, então a escolha se resume ao horário em que você prefere viajar. O primeira express sai de Los Mochis e Chihuahua 1 hora mais cedo que o classe econômica e chega à estação final 2 horas antes. Quem for parar no meio do caminho, pode pegar qualquer trem que se ajuste ao seu programa. Existem ônibus que cobrem algumas partes do trajeto e costumam ser uma alternativa mais barata e rápida.
Seguindo para o leste (rumo a Chihuahua) é possível ver as melhores paisagens à luz do dia em qualquer trem. Na outra direção, é melhor pegar o pimeira express pois o classe econômica passa por boa parte dos melhores cenários (entre Creel e El Fuerte) já de noite, principalmente no inverno de lá. Entre Los Mochis e El Fuerte, o trem passa por uma área plana de fazendas, depois começa a subir por colinas repletas de escuros pilares de cactos. Passa sobre a longa ponte do Rio Fuerte e pelo primeiro dos 86 túneis da viagem cerca de 4 horas depois de sair de Los Mochis. O trem contorna as laterais de cânions profundos e faz um zigue-zague espetacular para chegar em um túnel acima de Témoris, depois do qual se vê pinheiros surgindo no declive. Na estação seguinte, Bahuichivo, chega-se à região montanhosa de Sierra Madre, com campinas pontilhadas de flores marcando a entrada na paisagem de alpes. A maior atração da viagem de trem é a parada em Divisadero, onde se pode finalmente ver as Barrancas del Cobre. O trem então faz uma volta completa para ganhar altura, em El Lazo antes de rumar em direção a Creel e Chihuahua.
Se houver assentos vagos, é permitido subir no trem em qualquer estação sem passagem e comprá-la com o condutor. Fora das épocas de pico (Semana Santa, julho/agosto e Natal/ Ano-Novo) em geral é possível fazer isso. Entretanto, isso é incerto, portanto recomenda - se reservar ou comprar passagens com um mês ou mais de antecedência para viagens nas épocas de pico e ao menos um dia antes para outros períodos. As passagens são vendidas na estação de Los Mochis ou na de Chihuahua , para viagens começando em qualquer estação. As do primeira express podem ser adquiridas com até um mês de antecedência, e as do classe economica, um dia antes da viagem. Também se pode fazer reservas por e-mail (chepe@ferromex.com.mx), com até um ano de antecedência. No primeira express, é possível fazer paradas (em geral até três) e voltar a pegar o trem sem nenhum custo extra, desde que especifique os lugares e as datas quando for reservar. As passagens para o mesmo dia devem ser compradas nas estações de Los Mochis ou Chihuahua às 5h (trem primeira express) e às 6h (classe economica) Só as estações de Los Mochis, Creel, Cuatémoc e Chihuahua vendem passagens.
*texto extraído do guia lonely planet méxico
Com certeza esta viagem é o mais puro contato com o México, o norte do México embora possa ser perigoso é uma região selvagem, rodeada por extremas aventuras e emoções. Nenhuma outra região do México se compara aos canions e arredores. A cidade de Creel embora seja a principal base para explorar os arredores, existem diversas outras rotas e barrancas ainda mais selvagens e inóspitas. Todo cuidado é pouco quando for sair de uma rota tradicional, o narcotráfico nesta região é forte, existe diversas plantações e cartéis dispostos a defenderem seus territórios. Urique e Batopilas são verdadeiras lendas mexicanas, atravessar este território exige uma boa dose de coragem e talvez sorte, muitas vezes guias são indispensáveis, não somente para navegação terrestre mas pela própria segurança. Alguns lugares mais extremos que indico com uma dose extra de aventura. Canion Tararecua, Guachochi, Sinforosa, Piedra Volada, Cusarare/Divisadero.
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Esta parte do México lamentavelmente é raramente explorada por brasileiros e até mesmo estrangeiros, mas isto deixa a região mais pura ainda, sendo possível até mesmo em alguns casos avistar "índios selvagens " que não gostam da presença de forasteiros.
Desejo bons ventos a todos, e viva o México