Promoção pra Salvador. Ok, muito obrigado, recuso não. Estivemos em Salvador dois anos atrás, a ideia agora era explorar outras áreas. Escolhemos passar o fim de semana na Praia do Forte e Imbassaí
Chegamos em Salvador de noite, no horário previsto. Chovia. Pegamos o carro e disparamos para a Praia do Forte. O trajeto é fácil. Choveu forte em algumas partes.
Chegando na Praia do Forte, o GPS falhou, mas encontramos a albergue facilmente. Lugar bem legal. Fazia algum tempo que não ficávamos em albergue e gostamos bastante. Saímos logo para dar uma volta pelo centrinho, que tem acesso logo ao lado. Jantamos, já bem tarde, uma pizza na Cia do Forte. Massa fina e cara, mas gostosa.
Acordamos no sábado sem despertador no sábado. Café da manhã do albergue era surpreendentemente bom! Disparamos para Imbassaí, que era nosso foco principal da viagem. Acabamos não indo para a parte final, entramos uma rua antes. Perguntamos, paramos o carro e então cruzamos o rio por pontezinha. Era o acesso de um bar, na verdade. Chegamos na praia. Ventava forte, havia algum sol. Belo lugar. Mar batendo forte também. Caminhamos pela praia em direção ao sul até a foz do rio. Bem legal. Sol foi abrindo, mas com muitas nuvens e muito vento.
A foz do rio é linda, lugar bom mesmo de passar o dia. Rio, mar, ondas, águas calmas. E tem infra.
Curtimos um pouco e caminhamos de volta. Pegamos o carro e partimos para conhecer o Vilarejo do Diogo. Entramos no lugar e ficamos procurando praia. Não tem. Vilarejo é só o vilarejo mesmo. Na verdade foi falta de pesquisa prévia da minha parte.
Seguimos para a Praia de Santo Antônio. No caminho, demos carona para uma mãe com filho, da beira da estrada até lá. Chegamos na praia. Bem legal também. Pouca infra, apenas alguns bares nos arredores. O sol já estava mais forte, mas ainda assim com vento e o mar batendo tal qual Imbassaí. Decidimos ir andando para o sul, em direção ao que supúnhamos ser o Diogo. Andamos cerca de 1 hora, até o Palladium, um resort local. Quando vimos de bem longe, parecia uma área de barracas de praia. Chegando mais perto que vimos que poderia ser hotel. Achávamos que rolaria alguma barraca de praia também, sei lá. Não rola, é só para hóspedes. Foi maneiro andar tanto tempo sem ver qualquer infra nas praias. Retornamos pela praia sob sol de meio-dia e, descuidadamente, sem ter passado protetor solar. O vento amenizava muito as coisas, entretanto.
As dunas. Atrás vem a praia.
Ida e volta. E mais ninguém!
Curtimos um pouco a praia de Santo Antônio num quiosque local. Bem pouca gente.
Já no começo da tarde retornamos para a Praia do Forte. Largamos o carro no albergue mesmo e fomos passear. O lugar é mesmo muito legal para bater pé, circular. Passeamos bastante, comemos acarajé e tapioca, vimos uma galera fazendo um som muito legal na praça. Tudo isso em meio a paradas para algumas cervas e curtição do momento.
A famosa pracinha
Casório no fim da tarde
Domingo amanheceu com chuva. Bem mais que previsto. Quando ela finalmente parou, saímos para passear pela área. Tava bem nublado.
A praia na maré baixa
Primeira parada foi no Projeto Tamar. Já conhecíamos o de Floripa. Esse também é muito bacana, curtimos um bom tempo por lá. Em seguida, fomos andar um pouco pela praia, enquanto a maré estava baixa. Sol foi abrindo aos poucos. Retornamos ao centrinho e paramos para comer uns acarajés já perto da praia. Ainda caminhamos um pouco pela cidade, um tanto fora do centrinho, e pelo lago local.
Tartarugões e tartaruguinhas
Ainda maré bem baixa
Lagoa Timeantube
No começo da tarde seguimos viagem. Primeira parada foi em Itacimirim. Queria só pra ver a Praia da Espera, onde o Amyr Klink chegou depois da sensacional aventura de cruzar o Atlântico num barco a remo. Li esse livro há muito tempo (100 dias entre céu e mar) e até hoje é meu preferido dele.
Praia da Espera
De lá seguimos caminho de volta e fizemos nossa última parada do dia, em Barra do Jacuípe. Da outra vez em que estivemos em Salvador, esse lugar estava na nossa lista, mas deixamos para outra ocasião por premência de tempo. Eis que ela chegou. Curtimos o fim de tarde por lá. Lindo lugar, encontro do rio Jacuípe com mar. Parece que tudo fecha às 16hs, e toda a galera se manda do lugar. O que é até bom, por outro lado. Você curte todo aquele espetáculo com quase ninguém ao redor. Mas acabamos indo embora pouco depois disso também.
Barra do Jacuípe
Nosso voo era somente no dia seguinte cedo de madrugada, então fomos para o Ibis do aeroporto relaxar e dormir cedo.
Fim de festa, assim foi mais um fim de semana explorando algum canto do Brasil.
Promoção pra Salvador. Ok, muito obrigado, recuso não. Estivemos em Salvador dois anos atrás, a ideia agora era explorar outras áreas. Escolhemos passar o fim de semana na Praia do Forte e Imbassaí
Chegamos em Salvador de noite, no horário previsto. Chovia. Pegamos o carro e disparamos para a Praia do Forte. O trajeto é fácil. Choveu forte em algumas partes.
Chegando na Praia do Forte, o GPS falhou, mas encontramos a albergue facilmente. Lugar bem legal. Fazia algum tempo que não ficávamos em albergue e gostamos bastante. Saímos logo para dar uma volta pelo centrinho, que tem acesso logo ao lado. Jantamos, já bem tarde, uma pizza na Cia do Forte. Massa fina e cara, mas gostosa.
Acordamos no sábado sem despertador no sábado. Café da manhã do albergue era surpreendentemente bom! Disparamos para Imbassaí, que era nosso foco principal da viagem. Acabamos não indo para a parte final, entramos uma rua antes. Perguntamos, paramos o carro e então cruzamos o rio por pontezinha. Era o acesso de um bar, na verdade. Chegamos na praia. Ventava forte, havia algum sol. Belo lugar. Mar batendo forte também. Caminhamos pela praia em direção ao sul até a foz do rio. Bem legal. Sol foi abrindo, mas com muitas nuvens e muito vento.
A foz do rio é linda, lugar bom mesmo de passar o dia. Rio, mar, ondas, águas calmas. E tem infra.
Curtimos um pouco e caminhamos de volta. Pegamos o carro e partimos para conhecer o Vilarejo do Diogo. Entramos no lugar e ficamos procurando praia. Não tem. Vilarejo é só o vilarejo mesmo. Na verdade foi falta de pesquisa prévia da minha parte.
Seguimos para a Praia de Santo Antônio. No caminho, demos carona para uma mãe com filho, da beira da estrada até lá. Chegamos na praia. Bem legal também. Pouca infra, apenas alguns bares nos arredores. O sol já estava mais forte, mas ainda assim com vento e o mar batendo tal qual Imbassaí. Decidimos ir andando para o sul, em direção ao que supúnhamos ser o Diogo. Andamos cerca de 1 hora, até o Palladium, um resort local. Quando vimos de bem longe, parecia uma área de barracas de praia. Chegando mais perto que vimos que poderia ser hotel. Achávamos que rolaria alguma barraca de praia também, sei lá. Não rola, é só para hóspedes. Foi maneiro andar tanto tempo sem ver qualquer infra nas praias. Retornamos pela praia sob sol de meio-dia e, descuidadamente, sem ter passado protetor solar. O vento amenizava muito as coisas, entretanto.
As dunas. Atrás vem a praia.
Ida e volta. E mais ninguém!
Curtimos um pouco a praia de Santo Antônio num quiosque local. Bem pouca gente.
Já no começo da tarde retornamos para a Praia do Forte. Largamos o carro no albergue mesmo e fomos passear. O lugar é mesmo muito legal para bater pé, circular. Passeamos bastante, comemos acarajé e tapioca, vimos uma galera fazendo um som muito legal na praça. Tudo isso em meio a paradas para algumas cervas e curtição do momento.
A famosa pracinha
Casório no fim da tarde
Domingo amanheceu com chuva. Bem mais que previsto. Quando ela finalmente parou, saímos para passear pela área. Tava bem nublado.
A praia na maré baixa
Primeira parada foi no Projeto Tamar. Já conhecíamos o de Floripa. Esse também é muito bacana, curtimos um bom tempo por lá. Em seguida, fomos andar um pouco pela praia, enquanto a maré estava baixa. Sol foi abrindo aos poucos. Retornamos ao centrinho e paramos para comer uns acarajés já perto da praia. Ainda caminhamos um pouco pela cidade, um tanto fora do centrinho, e pelo lago local.
Tartarugões e tartaruguinhas
Ainda maré bem baixa
Lagoa Timeantube
No começo da tarde seguimos viagem. Primeira parada foi em Itacimirim. Queria só pra ver a Praia da Espera, onde o Amyr Klink chegou depois da sensacional aventura de cruzar o Atlântico num barco a remo. Li esse livro há muito tempo (100 dias entre céu e mar) e até hoje é meu preferido dele.
Praia da Espera
De lá seguimos caminho de volta e fizemos nossa última parada do dia, em Barra do Jacuípe. Da outra vez em que estivemos em Salvador, esse lugar estava na nossa lista, mas deixamos para outra ocasião por premência de tempo. Eis que ela chegou. Curtimos o fim de tarde por lá. Lindo lugar, encontro do rio Jacuípe com mar. Parece que tudo fecha às 16hs, e toda a galera se manda do lugar. O que é até bom, por outro lado. Você curte todo aquele espetáculo com quase ninguém ao redor. Mas acabamos indo embora pouco depois disso também.
Barra do Jacuípe
Nosso voo era somente no dia seguinte cedo de madrugada, então fomos para o Ibis do aeroporto relaxar e dormir cedo.
Fim de festa, assim foi mais um fim de semana explorando algum canto do Brasil.