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Olá viajante!

Bora viajar?

Reino Unido e Irlanda – 2 semanas

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Férias de 10 dias + feriado enforcado em novembro no Rio = 2 semanas. Viva!

 

Já estivemos em Londres antes, nos tempos idos de 1998. A ideia dessa vez era viajar pelos outros países do Reino Unido e Irlanda, que não conhecíamos. Percorremos Inglaterra (Londres, Salisbury, Manchester), País de Gales (Cardiff), Escócia (Edimburgo), Irlanda do Norte (Belfast) e Irlanda (Dublin, Galway).

 

Novembro é mês que começa a esfriar e chover nessa região. É talvez o mês menos recomendável para visitar. Contamos com isso para termos mais tranquilidade nos passeios. E foi assim em todos os lugares – exceto Londres, que estava lotada nos dois sábados em que estivemos por lá. Chuva foi constante, com raras e muito aproveitadas exceções. Felizmente a chuva raramente nos impediu de passear pelas ruas (e sem guarda-chuva).

 

O roteiro:

Dia 1 – Londres

Dia 2 – Stonehenge e Salisbury

Dias 3 e 4 – Cardiff

Dia 5 – Manchester

Dias 6 a 8 – Edinburgh

Dias 9 e 10 – Belfast

Dias 11 a 14 – Dublin (com Galway e Cliffs of Moher)

Dia 15 – Londres

 

Trajetos entre ilhas (Edinburgh – Belfast e Dublin – Londres) foram de avião, com Easyjet e Ryanair. Todos os demais foram de trem.

 

Onde ficamos:

The Gresham Hotel (Londres)

Ibis Budget Cardiff

Ibis Edinburgh

Etap Belfast

The Townhouse (Dublin)

Ibis Budget Whitechapel (Londres)

 

Orçamento:

A ideia era tentar ficar nos 100 euros por dia por cabeça (passagens aéreas exclusas, mas bilhetes de trem inclusos). Não conseguimos, sobretudo porque a libra rasga pesadamente os bolsos. Acabou ficando na faixa de 120 euros.

 

Compramos passagens numa promoção-não-tão-promocional-assim da TAM. Cerca de 2,2 KBRL por cabeça (a British estava bem mais cara). Fora isso compramos os outros trechos aéreos antecipadamente. Esses sim foram bem em conta, perto dos 50 euros/libras. Os bilhetes de trem compramos por lá na hora – e pagamos bem mais caro por isso.

 

A TAM só voa para Londres a partir de SP. Nossa passagem envolvia uma troca de aeroporto, Congonhas – Guarulhos. Trânsito do cacete do CGH para GRU. Claro, sexta-feira à noite em São Paulo, deve ser normal, sei lá. Era pra levar uma hora na teoria, levou duas. Felizmente havia tempo, mas da próxima vou evitar ter de me deslocar dentro de São Paulo.

 

Quem quiser, pode ler um resumão dessa viagem que a Katia fez no blog dela (as fotos eu tirei quase todas de lá):

http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2014/12/resumao-das-ferias-na-inglaterra.html

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Chuva e cerveja – Foram as duas características da viagem. Experimentamos e saboreamos muitas cervejas todos os dias – com uma única exceção, que foi na volta dos Cliffs of Moher. Mesmo com 2-3 litros/dia, não houve dia em que tivéssemos passado dos limites (amem!). E choveu na maioria dos dias - ainda assim, isso só nos atrapalhou (atrapalhar = impedir de passear) uma única vez.

 

Cervejas artesanais – Habitualmente eu sempre mapeio antecipadamente alguns lugares que dispõem de cervejas artesanais. Não fiz isso para essa viagem apostando que encontraria uma boa diversidade nos bares, sobretudo pelo tipo de cerveja britânica/irlandesa ser um dos meus preferidos. Ainda bem que não mapeei nada: tem cerveja artesanal em tudo quanto é pub, em qualquer esquina. Em diversos casos (local cask ales), saindo mais em conta do que as industriais. Regra geral, achei os chopes são mais baratos do que as cervejas em garrafa.

 

Saída da Europa – Estranho: não houve qualquer checagem de passaporte na nossa saída de Londres. Como não despachamos bagagem, imprimimos nosso bilhete de embarque na maquininha e entramos na área de embarque. Houve checagem de bagagem de mão, claro. Mas nada de dar baixa na nossa estadia no país, ou na Europa. Que eu me lembre, nunca tinha sido assim na Europa.

 

Doação sugerida – Em diversos lugares a entrada é grátis, mas em quase todos esses há uma coisa do tipo “doação sugerida”, geralmente com um preço estabelecido. Em alguns lugares (Catedral de Salisbury, por exemplo), já virou praticamente preço de entrada mesmo – ainda que com o nome de “doação sugerida”. Outros lugares, geralmente igrejas, encontraram outra forma peculiar de arrecadar: a entrada é livre (mas tem doação sugerida), mas você precisa comprar um “passe para fotografar”, caso queira tirar fotos. Na verdade, tenho visto essa prática se espalhando pela Europa nos últimos tempos.

 

Câmbio – Contrariando minha expectativa, os melhores câmbios da viagem foram em Londres. Achei que conseguiria pelo menos tarifas na mesma faixa nos outros países e me dei mal.

 

Esquema dos bares e pubs – Eu gosto muito do esquema inglês, em que você vai ao balcão, pede, paga e leva sua bebida para a mesa. Nem sempre é assim, tem lugares que fazem o estilo restaurante, onde você é levado a uma mesa e tal. Mas a regra dos pubs é você se virar.

 

Língua – Achei mais fácil compreender os irlandeses. E os escoceses foram os piores, os mais complicados. Mas nada que atrapalhe a viagem. Afinal, é tudo inglês. Achei que na Escócia e na Irlanda do Norte trocam o “get” por “pop” e o “thanks” por “cheers”. Mas pode ter sido só impressão – ou aquelas coisas momentâneas da língua.

 

Simpatia – De vez em quando leio pessoas falando da forma um tanto seca (ou ríspida?) britânica. Ao menos com as pessoas com que tivemos contato na viagem, isso passou muito longe. Muito pelo contrário, no mínimo as pessoas foram sempre simpáticas. Há uma variedade de exemplos de simpatia por parte das pessoas, mas o mais recorrente era em bares: em diversas vezes não sabíamos que cerveja pedir (provar!) e o barman nos dava prova de todas as que tínhamos dúvidas – sem pedir, apenas porque perguntávamos sobre o tipo das cervejas.

  • 1 ano depois...
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Uau! Belo relato! Lindas fotos!

Qual a máquina que vocês utilizam em suas viagens? Já li outros relatos e as fotos estão sempre sensacionais!

Abraço.

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Oi, Sandro. Obrigado!

A máquina principal é uma Canon G12 -- se eu não me engano. A câmera é da Katia e eu não sou muito ligado nisso.

Algumas fotos tb foram tiradas com a reserva, uma Sony cybershot de bolso bem ralé, mas que satisfaz.

Mas o segredo maior é que as fotos são tratadas pela Katia.

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