Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

Um mês na Indonésia e Malásia - Praias, templos e trekking em vulcões - Roteiro e fotos

Postado
  • Membros

Foi 1 mês na Malásia e na Indonésia, com mega-cidades asiáticas, trekkings em vulcões, praias espetaculares e eventual vibe de “comer, rezar e amar”. Fugindo dos padrões asiáticos, são países majoritariamente muçulmanos, apesar de praticarem em geral uma versão bem mais leve e haver bolsões de diversas outras religiões, incluindo o budismo e o cristianismo. Ambos os países são formados por milhares de ilhas, e, associado ao caos no transporte terrestre típico do sudeste asiárito, a locomoção é no mínimo inconveniente. Tudo leva uma eternidade para chegar.

 

Apesar disso, não interessa quantas horas você passou num ônibus circulado por galinhas e fumantes, no momento que você chega e vê o que está na sua frente, tudo é perdoado. Em termos de cenários naturais, poucos países no mundo (ou talvez nenhum outro) têm o impacto do que você pode encontrar por lá.

Então vamos lá.

 

O roteiro que eu segui foi esse. Não dá para cobrir tudo, mas é uma ótima “primeira vez” nesses países. Você vai querer voltar. A grande dica é: voe o máximo que puder. O transporte terrestre é, em regra, horrível, inacreditavelmente lento, não confiável, extremamente desconfortável (ex: ninguém parece ter muitas reservas quanto a fumar dentro de ônibus na Indonésia, e de ponto em ponto os ônibus costumam ser invadidos por dezenas de vendedores que se atropelam tentando enfiar comida e tiger balm na sua cara). Os vôos, por outro lado, costumam ser consideravelmente baratos e vão te fazer poupar horas preciosíssimas.

Quanto ao transporte interno, pode ser tranquilamente coberto por taxis ou scooters. Em Bali, por exemplo, fazer uma rodada geral pela ilha numa scooter é quase a experiência essencial.

 

IMG_6001.JPG.3409c21123da0a14e39ff6822fb114c9.JPG

 

Kuala Lumpur, a principal cidade da Malásia, e vem com todo o pacote que você espera de uma metróple asiática, incluindo arquitetura titânica, shoppings loucos e superpopulação. Se você quer ter uma visão geral da cidade, vá à Menara Kuala Lumpur, a 5ª torre mais alta do mundo, e pague para ir ao observation deck. A visão de lá é insana, especialmente se você conseguir chegar para o pôr-do-sol, e bem mais alta que as Petronas, pelo edifício estar em um morro.

O que fazer na cidade: distrito do Golden Triangle, Lake Garden Park, Central Market, Mesquita Masjid Negara, Chinatown, e curtir a noite.

Foto: Vista do Menara KL

 

10256240_855830097766550_1882346922130857762_n.jpg.8b8808855d85656420002e5204863972.jpg

 

Dois a três dias na cidade são mais que o suficiente. Coloque na cabeça o seguinte: Malásia e Indonésia não são sobre cidades - com raras exceções (ex: Ubud). São sobre natureza, e templos. Em regra, então, evite-as, e siga logo para os pontos de interesse.

Um ótimo hostel para ficar por lá é o Reggae Mansion, e o rooftop bar deles já paga a estada.

 

Foto: As gigantescas Petronas Twin Towers, símbolo da cidade.

 

10339648_855831677766392_7253700683816322331_n.jpg.1c61aa4538397a21453e8ca78b08b18d.jpg

 

A algumas horas de distância de KL, estão as Batu Caves, uma sequência de templos hindus erguidos dentro de cavernas.

Foto: Batu Caves

 

10338718_855831651099728_3392802828385379716_n.jpg.460282a9e3d0cd0d222d3a499fd9495e.jpg

 

Interior das Batu Caves. Dá pra fazer tudo com uma half-day trip de KL, saindo bem cedo e pegando o primeiro ônibus possível para evitar a multidão.

Foto: Batu Caves

 

10262051_855831584433068_6052009229513264067_n.jpg.5b53338a1d6a097f7f86debae4a08673.jpg

 

O caso de a Indonésia não ser sobre cidades é especialmente verdadeiro em Java. Se tiver que passar algum tempo nelas, passe o mínimo possível. Evite Jakarta totalmente, se possível nem saindo do aeroporto e voando direto para Yogyakarta. Yogya, por sinal, apesar de um pouco mais convidativa que Jakarta, também não é muito além de uma base para Borobudur, Prambanan, monte Merapi, algumas lagoas e templos menores. Você passa o dia visitando os lugares, e a noite afogando o calor tomando umas cervejas na piscina do hostel com o pessoal (recomendação: Venezia Garden) ou explorar a cena noturna da cidade - especialmente nos arredores da Malioboro Street -, que não é grande coisa, mas sempre tem algum lugar pra comer comida de rua, tomar uns drinks ou um café e bater um papo.

Borobudur é um monumento budista, com uma vibe de Indiana Jones durante o nascer-do-sol, e com uma invasão de centenas de estudantes do primário querendo tirar fotos de/com você durante o resto do dia. O nascer do sol de lá é o destaque. Se você puder ver de dentro do complexo, veja. É mais caro, mas vale a pena. Você vai ver a névoa cobrindo o topo da vegetação ao redor e limpando enquanto o sol vai surgindo, e você está lá, no topo de Borobudur, cercado por um mar de árvores, com os sons de animais ficando cada vez mais altos, e as luzes intensas do nascer do sol colorindo tudo de cores quentes.

Foto: Borobudur

 

10339767_855830081099885_9063819294195255716_n.jpg.a47ce6a2207c53033b61feb106ca4778.jpg

 

Você vai começar a perceber que todo os pontos de interesse na Indonésia parecem girar em torno do nascer do sol e do pôr-do-sol. Nascer do sol em Boroburur, nascer do sol em Ijen, nascer do sol em Bromo, pôr-do-sol em Bali, etc. Cansativo, mas completamente válidos. As imagens que você vai ver vão ficar na sua mente pra sempre. Então a regra é acordar de madrugada, pegar o primeiro transporte possível, assistir o espetáculo, e ficar lá curtindo o dia depois. Borobudur vai ser provavelmente o primeiro na sequência de potenciais pores/nasceres-do-sol mais épicos que você vai ver na vida.

Você pode fazer facilmente os dois complexos em um único dia, indo a Borobudur bem cedo para assistir o nascer do sol, e passando a tarde em Prambanan. Ambos são apenas a algumas horas de distância da cidade.

Prambanan é um complexo de templos hindus e budistas que vão te lembrar fortemente de Angkor Wat, apesar de serem mais modestos e bem menos impactantes.

Foto: Prambanan

 

1794822_855830087766551_7388276957699529667_n.jpg.74625e77925e8b3fff167584c6946003.jpg

 

De Yogya, você pode arranjar seu transporte para Bromo, Ijen e finalmente para Bali, o que vai envolver um conjunto de ônibus noturnos e balsas para travessia entre ilhas. Deixe tudo o mais livre possível, para aproveitar Bromo sem correria e dando um ou dois dias de folga, já que o tempo de lá, e a visibilidade, são bastante variáveis. Você não quer deixar de ver bem aquilo.

Quando você finalmente vê Bromo do alto de Cemoro Lewang, vilarejo firmado nas encostas da enorme cratera que circunda o vulcão, você realmente sente que a Indonésia não está brincando quanto a cenários naturais. Um tapete de nuvens cobre uma planície que vai da base da encosta até a base do monte, que se refaz e se dispersa continuamente.

Foto: Gunung Bromo

 

10295676_855830211099872_4465195082429081774_n.jpg.20846ab2e6f375c123c3b7e7d087cfd4.jpg

 

Você pode ir até lá de carro/moto ou a pé - e eu fortemente recomendo isso, levando uns 40 minutos até a base do vulcão, passando por um pequeno monastério no caminho. A experiência é incrível. É você andando por um terreno desértico lunar, coberto por um espesso nevoeiro, pouco a pouco vendo o vulcão se definir no horizonte. É a experiência mais próxima de andar em outro planeta que você vai ter.

Foto: A caminho de Bromo

 

10365881_855830167766543_6497465528038424789_n.jpg.1f7fbc2c55b95372829b79d6e0d1ac0a.jpg

 

Com mais uma hora, você sobe até a cratera, com uma visão espetacular dos arredores, e da caldeira do vulcão ainda ativo e continuamente expelindo jatos de fumaça. Lá em cima, é só curtir a paisagem.

Como não podia deixar de ser, existem os tours de nascer do sol, que lhe levam para outros lados da cadeia de montanha, mas nunca é realmente claro onde eles vão parar, além de a visibilidade sempre ser incerta. Várias pessoas que encontrei estavam devastadas por terem tido problemas com os motoristas, que frequentemente se recusam a parar nos pontos acordados, inclusive em pontos cruciais – como o próprio vulcão-, alegando que têm horário para cumprir (apesar de sempre chegarem bem mais cedo que o combinado, aparentemente).

Foto: Vista da cratera de Bromo

 

1531885_855830251099868_5999916617578278103_n.jpg.7c14696b2c807b88a2e3a4832534f870.jpg

 

De Bromo, você pode seguir para Ijen, a caminho da travessia para Bali. Depois de um trek de algumas horas, no meio da madrugada, você chega na cratera. Você desce, o cheiro de enxofre começa a ficar extenuante, os olhos ardem. A cratera do Ijen é um dos únicos lugares do mundo onde você pode ver chamas azuis gigantescas causadas pela combustão do escapamento de gás sulfúrico a 600ºC, tudo isso ao lado ao lado de um lago azul turquesa de águas ácidas.

Enquanto você está lá tentando respirar com os pulmões ardendo e manter os olhos lacrimejantes abertos com o enxofre denso no ar, do seu lado, algum trabalhador de coleta lá embaixo vai olhar para sua cara, acender um cigarro local de altíssimo teor de alcatrão, e subir as encostas da cratera com 50 kg de pedras de enxofre nos ombros, meio que lhe chamando de fresco.

Foto: Ijen Crater

 

10288737_855831791099714_8569993794158064056_n.jpg.c05ef778bc2754569b2ad0915e6aaeff.jpg

 

Falando nisso, as características mais marcantes da população indonésia são: a hospitalidade, a humildade, o inglês falado em sotaque horrível e quase incompreensível e, acima de tudo, que fumam PRA CARALHO. Você nunca viu algo como aquilo antes. Eu não estaria exagerando se dissesse que em torno de 80% de todas as propagandas que você vê nas ruas são de cigarros, e que quase essa porcentagem da população masculina é fumante em cadeia. Aparentemente, não há restrições de lugares também. O país todo é uma sala de fumantes: em restaurantes, em quartos, na cama, em banheiros, em carros com vidros fechados, em ônibus públicos. A produção local de cigarros parece movimentar boa parte da economia, e você vê isso claramente. Juntando isso com a qualidade e renome do café local, o país é basicamente um paraíso dos fumantes.

O café de lá é uma atração à parte. Quando você chega em Bali, são diversas as casas de produção artesanal de café, onde você vê todo o processo acontecer manualmente e tem acesso a inúmeras variedades com misturas de diversas especiarias - baunilha, ginseng, canela, gengibre, cacau, e algumas irreconhecíveis - todas disponíveis para degustação.

 

10270473_855830681099825_5461747608675193311_n.jpg.117502d2259496827050186940099ea0.jpg

 

E lá você encontra o lendário e absolutamente delicioso Kopi Luwak, produzido localmente e a preços risíveis. O café é feito com os grãos colhidos nas fezes desse animalzinho aí atrás, fermentados em seu sistema digestivo. Surpreendentemente, o café com cheiro mais espetacular que você vai experimentar. NUNCA o coe.

 

10363761_855830724433154_572754119149886244_n.jpg.69ff74b5dbaa97dabfcacfcb03837fdf.jpg

 

E então você está em Bali, um lugar onde budistas, hindus, cristãos e muçulmanos convivem em uma harmonia digna de ser cantada por Bob Marley. Bali é uma ilhazinha mítica, com praias míticas e trânsito caótico mítico. Especialmente em Kuta e Seminyak, maiores destinos de lá juntamente com Ubud, é impossível pensar em Bali sem vir à mente uma sinfonia de buzinas e barulhos de motor e um cheiro de gasolina barata no ar. É uma ilha minúscula, que pode ser facilmente percorrida em algumas horas numa scooter, mas que pode levar uma eternidade nos horários de pico.

Mas nem isso parece realmente importar quando você pisa nas praias. Foto: Padang Padang Beach

 

10369738_855830437766516_2203180019159956600_n.jpg.509c29bf085a01bceba73e8005b5170c.jpg

 

Em termos de praias, os destaques estão no sul, a partir de Seminyak e Kuta, contornando a península de Bukit e nas ilhas Nusa vizinhas. Se você é um rato de praia, não vai ficar desapontado nessa região. Kuta Beach é onde o surf se introduziu na Indonésia e ainda é forte por lá. Em Seminyak, você vê o sol se pondo no mar ao som de músicos balineses, com um drink na mão, sentado em puffs na areia . Em Padang Padang Beach você fica lagarteando na areia branca e mergulhando nas águas cristalinas. Em Jimbaran, você experimenta os churrascos de frutos do mar a beira-mar. E quando quiser dar um tempo de praias, daí é pegar uma scooter pra rodar os templos espetaculares da ilha e depois seguir para Ubud, para passar quanto tempo você precisar passar no que alguns consideram, com justiça, como a melhor cidade da Ásia, que parece funcionar numa realidade a parte, alheia a qualquer coisa negativa. E quando até mesmo Ubud cansar, pegue a scooter e siga para Amed, no nordeste da ilha, para mergulhos inacreditáveis, num dos melhores sites da Indonésia, e ainda fora do radar dos viajantes a não ser por propaganda boca a boca.

Foto: Kuta Beach

 

1622150_855832827766277_1639040794853750436_n.jpg.ac4ef18a941629cce623b1dfabc9802b.jpg

 

Foto: Templo de Uluwatu no topo do penhasco

 

10259869_855831974433029_7035473716517954072_n.jpg.9d37d10b2daa6cc234702725f25f1d24.jpg

 

Foto: Templo de Tanah Lot

 

10307373_855830314433195_1077125285037651606_n.jpg.edced0c1342127da3685de0a10c7a2dd.jpg

 

Ubud é a capital cultural de Bali. Você vai lá pra fazer uma detox do mundo real. Você simplesmente está lá, e inspira o ar intoxicante da cidade. Cada rua tem algo pra ver, algum canto que lhe chama a atenção e você quer continuar olhando. Comida boa está por todo lugar. Você acorda, anda pelas plantações de café, para num templo, assiste uma apresentação de danças balinesas, toma um café, bate um papo, anda mais, come mais, e pouco a pouco você se apaixona pela cidade. Se quiser aprofundar mais, tente um dos cursos de culinária típica ou meditação. Entre no clima.

Foto: templo em Ubud.

 

10377380_855830631099830_7790894054696337451_n.jpg.e851a30328739a9317b9cb62b9480fcd.jpg

 

Foto: Terraços de arroz nos arredores de Jatiluwih

 

10372353_855832494432977_4335168360878357481_n.jpg.3858c71ea95973d1670e613822b0550a.jpg

 

Foto: apresentação de dança em Ubud

 

10322663_855831864433040_5412089230113692902_n.jpg.0508de08c78a2603460d8436f98f83fb.jpg

 

Foto: Templo das águas sagradas

 

10308909_855832651099628_5587138350513138224_n.jpg.420ddb488f461abab50e1a1eca5cc4cd.jpg

 

Foi em Ubud que a perdição dos viajantes começou a dar as caras: bedbugs. Eles estão por toda parte em Bali e Lombok. Mesmo nas melhores acomodações, você pode acordar à noite e aquela praga estar por toda parte da sua cama. Você ouve pessoas gritando na madrugada, acordando em sobressalto e batendo histericamente a própria roupa, e sabe o porquê. As picadas coçam por dias a fio, e são dezenas delas. A saída é tentar limpar o máximo que der do lençol, se embrulhar completamente nele e no outro dia mudar de lugar. Ou sair no meio da madrugada procurando outra hospedagem,. Se você não foi picado por bedbugs, você não passou tempo suficiente na Indonésia.

Foto: Pura Besakih

 

10325719_855832777766282_1842069006365090163_n.jpg.072018e9c226f56b6e0116a5a301273a.jpg

 

Foto: pelada em Ubud

 

10341465_855832311099662_1496957237620831929_n.jpg.8037138ae594dccdda89219064c2a910.jpg

 

Lombok é a ilha vizinha a Bali, podendo chegar lá com um vôo rápido ou por barco. Menos turística, mas ainda mais espetacular, se o seu negócio é trekking. De cara, você já vê que todo o ambiente da ilha é mais dramático, com vegetação mais intrincada, topografia mais irregular, a população mais tradicional.

É lá que está o Gunung Rinjani, um vulcão ativo com uma cratera de 7km de diâmetro, com a caldeira preenchida por uma lagoa de uma cor insana que muda conforme a hora do dia, além das lendárias ilhas Gili, e as praias paradisíacas de Kuta Lombok.

De Sengiggi ou do aeroporto, levam algumas horas para chegar em Senaru, que é o vilarejo onde você pode arranjar o trekking. É uma trilha de três dias e duas noites, dificuldade moderada, que vale cada centavo. Um dos cenários mais espetaculares e impactantes da Indonésia e um dos pontos altos de qualquer viagem para lá.

 

10301450_855833231099570_3050888494100275062_n.jpg.cb84ed32a5b018d6267c02672d11682e.jpg

 

Em Senaru existem diversas agências pra isso, sendo obrigatória a entrada com guia na trilha, impedindo trekking independente. As agências todas parecem extremamente improvisadas, ninguém realmente inspira confiança, mas há algumas bem profissionais em geral. Depois de algumas recomendações, acabei indo com a Rinjani Experience, que acabou fazendo um ótimo trabalho. Não espere qualquer tipo de luxo ou padrões altos de higiene. Os acampamentos são pilhas de lixo, com papel higiênico jogado por todos os lados. A comida é uma bosta, mas sustenta.

Depois de 3 dias subindo, você chega na parte mais alta da cratera, a 3.736m de altura, e – como não poderia deixar de ser – vê o sol nascendo à distância e iluminando aos poucos a caldeira do vulcão, deixando a lagoa num cromo azul insano. Foto: Gunung Rinjani

 

10369105_855830857766474_5668405302686525435_n.jpg.040e35ae3e1f3c235261a4ce248189c8.jpg

 

Foto: vista do terceiro acampamento.

 

10322653_855833027766257_181476843230825745_n.jpg.f6d188008f153bdec38b50adc4994780.jpg

 

Foto: trilha do Rinjani.

 

10268574_855830871099806_6507188237984395391_n.jpg.5143c854373a14ecb762128692a688f3.jpg

 

Foto: testando a “mochila” dos porters. Os fdp ainda fazem a trilha de chinelo. E mais rápido que você.

 

10371738_855830867766473_3740944755569359305_n.jpg.a8e0e854a488f5f6bf1c7b9c4b85bfbf.jpg

 

E então entram em cena as ilhas Gili. Gili Trawangan, ou “Gili T”, é a lendária party island do país, que evoca bastante das ilhas da Tailândia. É pequena, toda ela podendo ser percorridas a pé em uma ou duas horas. De dia, a ilha cumpre todas as funções de praia-de-areia-branca-e-águas-azuis-e-cristalinas, com pontos ótimos de mergulho e escolas de certificação, bares de praia com chãos cobertos por puffs e colchões com narguilés ao lado, cinema a céu aberto a beira-mar, e comida a nível internacional. À noite, a ilha parece ter sido especificamente projetada para acolher alguém sob influência de LSD, com luzes coloridas e lamparinas espalhadas por todo lado, música eletrônica no ar e clima de rave.

 

10358556_855830924433134_5215279885101307626_n.jpg.e983c17bcc83f269437b0abf24080d4f.jpg

 

Ironicamente, todas as drogas além do álcool e cigarros são ilegais na Indonésia, com alguns casos resultando em pena de morte. Todas, exceto cogumelos. Cogumelos são tão aparentemente legalizados por lá que você encontra casas específicas para eles – bastante divertidas, por sinal –, com placas na frente de “aqui tem cogumelos”. Em Gili T, se você rodar até o lado mais afastado da ilha, você vai encontrar um reggae bar bem simpático, com cabras passeando no meio, umas pranchas de surf, e a referida placa, onde você pode tomar um shake turbinado de cogumelos com banana, que pode ou não lhe dar uma ótima recordação e histórias pra contar.

 

10310619_855831134433113_2820826307266558073_n.jpg.270bcda22175b53e154fa50b5b9b0007.jpg

 

 

Desde que pisei em Lombok, havia escutado falar de Kuta, com orlas extensas de praias de belezas dramáticas e semi-desertas. Lá, você segue o roteiro familiar de alugar uma scooter e sair percorrendo o litoral. Acabou sendo o lugar perfeito pra fechar o roteiro.

 

Foto: posto de gasolina em Kuta

 

10369105_855830994433127_7937895180746491694_n.jpg.a3f3a28cf146fe1fc8a8a68e427ccfac.jpg

 

Foto: Kuta Lombok

 

10363388_855831031099790_5546428610728859340_n.jpg.5e9e93e82cdb814732c5c9dfd5e30d5b.jpg

 

A Indonésia é relativamente pequena, mas a diversidade de cenários resultante das milhares de ilhas que formam o país acabam dando a ele uma dimensão gigantesca. É impossível cobrir tudo numa viagem só, e lugares como Sumatra, Komodo e Flores fazem o lugar merecer mais algumas visitas. E você fica louco para voltar.

Editado por Visitante

Featured Replies

Postado
  • Membros

Oi, tudo bem? Não sei se passou batido, mas em que mês você foi pra Indonésia?? To pensando em ir em dezembro mas estou na dúvida por causa das monções.

Qual trekking você gostou mais? To querendo fazer o trekking do rinjani, conhecer os templos de yogyakarta, bali e ilhas gilli em 14 dias, você acha que é suficiente?

Obrigada!

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Account

Navigation

Pesquisar

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.