com o objetivo de ajudar outros viajantes, posto aqui um resumo do que foi a minha viagem com amigos ao Atacama.
Saímos dia 28/12/2014 e retornamos dia 11/01/2015. Foram 15 dias pela Argentina e Chile, e rodamos pouco mais de 6 mil kms.
Inicialmente, partimos em 5 motos e 6 pessoas, de Foz do Iguaçu-PR. Foram 2 BMW GS 800, 2 BMW GS 1200 e a minha Suzuki VStrom 650, a "Suzi".
Dos 15 dias de viagem, os mais marcantes foram o 6. e o 12. dias, que foram as passagens pelo Paso Jama (ida) e o Paso San Francisco (volta).
Dos 2 Pasos, o mais marcante é o San Francisco, pois tem pelo menos 2 grandes desafios, ou seja, pilotar no rípio chileno (areia e cascalho) e fazer a travessia dos 470 km sem postos de combustível. É necessário levar combustível extra. Exceto pelas 2 aduanas, não há mais nada. Não há água potável, comida, eletricidade ou uma borracharia para consertar um pneu furado.
No entanto, a travessia pelo Paso San Francisco é altamente compensadora, mesmo com a queda que sofri no rípio chileno. Caí no areião da estrada. Estava devagar e nada sofremos, eu e a moto. Fiquei muito "p" da vida na hora do tombo, pois faltava apenas 150 m para chegar na parte asfaltada (placa do Paso San Francisco), depois de ter pilotado mais de 60 km de rípio ruim.
Pessoal, boa tarde,
com o objetivo de ajudar outros viajantes, posto aqui um resumo do que foi a minha viagem com amigos ao Atacama.
Saímos dia 28/12/2014 e retornamos dia 11/01/2015. Foram 15 dias pela Argentina e Chile, e rodamos pouco mais de 6 mil kms.
Inicialmente, partimos em 5 motos e 6 pessoas, de Foz do Iguaçu-PR. Foram 2 BMW GS 800, 2 BMW GS 1200 e a minha Suzuki VStrom 650, a "Suzi".
Dos 15 dias de viagem, os mais marcantes foram o 6. e o 12. dias, que foram as passagens pelo Paso Jama (ida) e o Paso San Francisco (volta).
Dos 2 Pasos, o mais marcante é o San Francisco, pois tem pelo menos 2 grandes desafios, ou seja, pilotar no rípio chileno (areia e cascalho) e fazer a travessia dos 470 km sem postos de combustível. É necessário levar combustível extra. Exceto pelas 2 aduanas, não há mais nada. Não há água potável, comida, eletricidade ou uma borracharia para consertar um pneu furado.
No entanto, a travessia pelo Paso San Francisco é altamente compensadora, mesmo com a queda que sofri no rípio chileno. Caí no areião da estrada. Estava devagar e nada sofremos, eu e a moto. Fiquei muito "p" da vida na hora do tombo, pois faltava apenas 150 m para chegar na parte asfaltada (placa do Paso San Francisco), depois de ter pilotado mais de 60 km de rípio ruim.
Veja algumas fotos dos dois Pasos citados:
E agora, algumas fotos do Paso San Francisco:
Veja mais fotos no meu blog:
http://www.viagensdemotocicleta.com
Caso queiram deixar comentários ou dúvidas, podem enviar e-mail para vstromer.miti@gmail.com
Abrs.
Alexandre Mitiura
Foz do Iguaçu - PR