Com 5 dias nas mãos, graças à forca de Natal (2014), decidimos conhecer Jericoacoara. Compramos passagens para Fortaleza com grotesca antecedência (em março!), garantindo preços decentes para um período de alta demanda.
[Não confunda: a referência feita aqui a Natal é ao feriado, e não à cidade!]
Chegamos em Fortaleza na terça-feira (dia 23) à noite. Como era véspera de feriadão de Natal, naturalmente houve atrasos. Nosso voo era com conexão em Brasília, mas felizmente a conexão nos esperou. Apenas fomos dormir no Ibis.
Dia 1 – Tour pelas praias até Jericoacoara
Contratamos um transfer esquema-patrão-total para Jeri. Desses que vão percorrendo o litoral oeste e passando (e eventualmente parando) em diversas praias. E eu tinha uma lista delas que queria conhecer. A sequencia é basicamente esta: Cumbuco, Lagoinha, Guajirú, Flecheiras, Mundaú, Baleia, Icaraí de Amontada, Preá e Jeri. Há outras pelo caminho também, mas essas são as mais badaladas.
A percepção das praias foi um tanto afetada pelo tempo nublado. Eu diria que a praia de que mais gostei foi Mundaú, mas isso pode ter sido influenciado pelo tempo melhor que fazia no momento em que passamos por lá. De qualquer forma, é o lugar que eu mais gostaria de voltar. Gostei também da paz de Icaraí de Amontada, também curtiria voltar num fim de semana.
Cumbuco
Mirante da Lagoinha
Mundaú
Chegamos a Jeri já no fim de tarde, esse é um passeio de dia inteiro (e ainda morgamos por uma hora em Flecheiras). Não havia por do sol em Jeri porque estava nublado, então relaxamos. Deixamos as coisas na pousada e fomos passear.
Jeri é pé na areia, literalmente. Eu me sentia mais confortável andando descalço do que com chinelos. Sugiro esquecer calçados fechados, você caminha sobre a areia em boa parte da vila. Nesse dia apenas ficamos passeando pela vila e fazendo reconhecimento local. Jantamos num italiano meio caro e que não disse muita coisa. Mas o sorvete que tem em frente à praça é absolutamente divino!
Ruela de Jeri
Dia 2 - Jericoacoara
Acordamos cedo e fomos passear na praia até dar a hora do café da manhã. Subimos a famosa Duna do Por do Sol, fomos até o outro lado. O dia prenunciava-se nublado novamente. Legal que havia algumas pessoas correndo ou apenas caminhando. Na verdade, não é incomum ter uma galera que acorda cedo e dá uma caminhada, isso acontece em vários lugares que visitamos.
De manhã cedinho
Tiramos esse dia de relax na praia de Jeri. Mas primeiro decidimos andar: fomos andando pela praia até a Pedra Furada. Como a maré ainda estava alta, cortamos por trilhas nos arredores do Morro do Serrote. Da Pedra Furada seguimos em frente até mais ou menos a área em que os buggies param. Depois voltamos pelo Serrote. Longo passeio.
Seguindo para a Pedra Furada
Do alto do Morro do Serrote; onde é céu e onde é mar?
Passamos resto do dia curtindo a praia. Não conseguimos escapar de pagar pra usar cadeira, nem negociando consumo. Em compensação, íamos até as barraquinhas do centrinho comprar caipirinha (5 reais!!). O tempo nublado não ajudava muito, mas era possível ver como o mar é bonito por lá. Outra coisa legal foi ver a grande diferença da praia entre a maré baixa (vasta extensão de areia até o mar) e a maré alta.
Nesse dia rolou por do sol (sem sol!) nas dunas.
Dia 3 – Buggy até Camocim
Contratamos o passeio no dia anterior. Vale a pena dar uma pesquisada, os preços variam. Contratamos com uma agência bem na frente da pracinha, foi o preço mais em conta que vimos (mas não pesquisamos muito). O buggy era grande, foram mais dois casais conosco. Casais legais, felizmente!
O dia estava meio nublado, como em praticamente toda a viagem, mas não choveu. Amem.
Os roteiros desse passeio são semelhantes. Basicamente cavalo marinho (pulamos), mangue, dunas, praia. Se não me falha a memória. É um ótimo passeio. O mangue é bem agradável, é uma rápida parada. As dunas são um espetáculo, mesmo secas. Desci as dunas na prancha – sentado! -- algumas vezes. Subir é que dava trabalho!
Nas dunas de Camocim
Depois ficamos curtindo a praia por um bom tempo. Relax total.
A imensidão da praia vazia de Camocim
De volta a Jeri, deu tempo de curtir, finalmente, um por do sol com algum sol na Duna do Por do Sol (rá!). Amem!
Dia 4 – Buggy até as Lagoas Azul e do Paraíso
Reservamos especificamente esse dia para o clássico passeio às Lagoas Azul e do Paraíso. Justamente porque era o dia que prometia (algum) sol, conforme climatempo. E foi exatamente assim.
Primeiro fomos onde já estivéramos antes: Pedra Furada. Não tinha jeito, aquela pedra tinha um monte de gente a qualquer hora do dia. Depois finalmente fomos conhecer a Árvore da Preguiça. Demos sorte, quando chegamos não tinha ninguém. Depois seguimos para as lagoas.
A famosa Árvore da Preguiça
A Lagoa Azul estava bem caída por conta da estiagem. Praticamente seca. Paramos rapidamente por lá e seguimos em frente.
A Lagoa Azul, que não está mais azul
Chegamos na Lagoa do Paraíso já quase na hora do almoço. Lugar bem cheio, ao menos onde paramos. Felizmente encontramos lugar para sentar. E fomos curtir o lugar. Como a lotação era grande (e era sábado!), desencanei de curtir as famosas redes sobre a água. Fiquei apenas curtindo a água mesmo, e a beleza do lugar em si. Ainda assim, achei que a estiagem afetou o Paraíso da Lagoa.
Em paralelo à curtição, nós tentávamos atrair a atenção dos garçons da área. Em vão. Depois vimos que era uma situação generalizada, o atendimento era tosco mesmo. Enfim, venderam menos.
Lagoa do Paraíso
De volta a Jeri, optamos por curtir o por do sol da Pedra Furada. Fomos andando, e voltamos assim tb -- já quase escuro.
Último por do sol, com algum sol, em Jeri
Dia 5 – Relax e retorno
Nesse dia ficamos novamente curtindo Jeri. Praia, (algum) sol, cerveja. E alguma caminhada, porque dá aquela coceira!
Piscininhas
No fim da tarde, novamente sem sol para o por do sol, nosso transfer nos buscou para levar direto ao aeroporto. Dia seguinte já era novamente um dia de trabalho.
E assim foi mais uma viagem explorando algum canto do Brasil.
Com 5 dias nas mãos, graças à forca de Natal (2014), decidimos conhecer Jericoacoara. Compramos passagens para Fortaleza com grotesca antecedência (em março!), garantindo preços decentes para um período de alta demanda.
[Não confunda: a referência feita aqui a Natal é ao feriado, e não à cidade!]
Chegamos em Fortaleza na terça-feira (dia 23) à noite. Como era véspera de feriadão de Natal, naturalmente houve atrasos. Nosso voo era com conexão em Brasília, mas felizmente a conexão nos esperou. Apenas fomos dormir no Ibis.
Dia 1 – Tour pelas praias até Jericoacoara
Contratamos um transfer esquema-patrão-total para Jeri. Desses que vão percorrendo o litoral oeste e passando (e eventualmente parando) em diversas praias. E eu tinha uma lista delas que queria conhecer. A sequencia é basicamente esta: Cumbuco, Lagoinha, Guajirú, Flecheiras, Mundaú, Baleia, Icaraí de Amontada, Preá e Jeri. Há outras pelo caminho também, mas essas são as mais badaladas.
A percepção das praias foi um tanto afetada pelo tempo nublado. Eu diria que a praia de que mais gostei foi Mundaú, mas isso pode ter sido influenciado pelo tempo melhor que fazia no momento em que passamos por lá. De qualquer forma, é o lugar que eu mais gostaria de voltar. Gostei também da paz de Icaraí de Amontada, também curtiria voltar num fim de semana.
Cumbuco
Mirante da Lagoinha
Mundaú
Chegamos a Jeri já no fim de tarde, esse é um passeio de dia inteiro (e ainda morgamos por uma hora em Flecheiras). Não havia por do sol em Jeri porque estava nublado, então relaxamos. Deixamos as coisas na pousada e fomos passear.
Jeri é pé na areia, literalmente. Eu me sentia mais confortável andando descalço do que com chinelos. Sugiro esquecer calçados fechados, você caminha sobre a areia em boa parte da vila. Nesse dia apenas ficamos passeando pela vila e fazendo reconhecimento local. Jantamos num italiano meio caro e que não disse muita coisa. Mas o sorvete que tem em frente à praça é absolutamente divino!
Ruela de Jeri
Dia 2 - Jericoacoara
Acordamos cedo e fomos passear na praia até dar a hora do café da manhã. Subimos a famosa Duna do Por do Sol, fomos até o outro lado. O dia prenunciava-se nublado novamente. Legal que havia algumas pessoas correndo ou apenas caminhando. Na verdade, não é incomum ter uma galera que acorda cedo e dá uma caminhada, isso acontece em vários lugares que visitamos.
De manhã cedinho
Tiramos esse dia de relax na praia de Jeri. Mas primeiro decidimos andar: fomos andando pela praia até a Pedra Furada. Como a maré ainda estava alta, cortamos por trilhas nos arredores do Morro do Serrote. Da Pedra Furada seguimos em frente até mais ou menos a área em que os buggies param. Depois voltamos pelo Serrote. Longo passeio.
Seguindo para a Pedra Furada
Do alto do Morro do Serrote; onde é céu e onde é mar?
Passamos resto do dia curtindo a praia. Não conseguimos escapar de pagar pra usar cadeira, nem negociando consumo. Em compensação, íamos até as barraquinhas do centrinho comprar caipirinha (5 reais!!). O tempo nublado não ajudava muito, mas era possível ver como o mar é bonito por lá. Outra coisa legal foi ver a grande diferença da praia entre a maré baixa (vasta extensão de areia até o mar) e a maré alta.
Nesse dia rolou por do sol (sem sol!) nas dunas.
Dia 3 – Buggy até Camocim
Contratamos o passeio no dia anterior. Vale a pena dar uma pesquisada, os preços variam. Contratamos com uma agência bem na frente da pracinha, foi o preço mais em conta que vimos (mas não pesquisamos muito). O buggy era grande, foram mais dois casais conosco. Casais legais, felizmente!
O dia estava meio nublado, como em praticamente toda a viagem, mas não choveu. Amem.
Os roteiros desse passeio são semelhantes. Basicamente cavalo marinho (pulamos), mangue, dunas, praia. Se não me falha a memória. É um ótimo passeio. O mangue é bem agradável, é uma rápida parada. As dunas são um espetáculo, mesmo secas. Desci as dunas na prancha – sentado! -- algumas vezes. Subir é que dava trabalho!
Nas dunas de Camocim
Depois ficamos curtindo a praia por um bom tempo. Relax total.
A imensidão da praia vazia de Camocim
De volta a Jeri, deu tempo de curtir, finalmente, um por do sol com algum sol na Duna do Por do Sol (rá!). Amem!
Dia 4 – Buggy até as Lagoas Azul e do Paraíso
Reservamos especificamente esse dia para o clássico passeio às Lagoas Azul e do Paraíso. Justamente porque era o dia que prometia (algum) sol, conforme climatempo. E foi exatamente assim.
Primeiro fomos onde já estivéramos antes: Pedra Furada. Não tinha jeito, aquela pedra tinha um monte de gente a qualquer hora do dia. Depois finalmente fomos conhecer a Árvore da Preguiça. Demos sorte, quando chegamos não tinha ninguém. Depois seguimos para as lagoas.
A famosa Árvore da Preguiça
A Lagoa Azul estava bem caída por conta da estiagem. Praticamente seca. Paramos rapidamente por lá e seguimos em frente.
A Lagoa Azul, que não está mais azul
Chegamos na Lagoa do Paraíso já quase na hora do almoço. Lugar bem cheio, ao menos onde paramos. Felizmente encontramos lugar para sentar. E fomos curtir o lugar. Como a lotação era grande (e era sábado!), desencanei de curtir as famosas redes sobre a água. Fiquei apenas curtindo a água mesmo, e a beleza do lugar em si. Ainda assim, achei que a estiagem afetou o Paraíso da Lagoa.
Em paralelo à curtição, nós tentávamos atrair a atenção dos garçons da área. Em vão. Depois vimos que era uma situação generalizada, o atendimento era tosco mesmo. Enfim, venderam menos.
Lagoa do Paraíso
De volta a Jeri, optamos por curtir o por do sol da Pedra Furada. Fomos andando, e voltamos assim tb -- já quase escuro.
Último por do sol, com algum sol, em Jeri
Dia 5 – Relax e retorno
Nesse dia ficamos novamente curtindo Jeri. Praia, (algum) sol, cerveja. E alguma caminhada, porque dá aquela coceira!
Piscininhas
No fim da tarde, novamente sem sol para o por do sol, nosso transfer nos buscou para levar direto ao aeroporto. Dia seguinte já era novamente um dia de trabalho.
E assim foi mais uma viagem explorando algum canto do Brasil.