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Viagem ao Chile e Argentina

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Preâmbulo

 

Estarei tentando colocar aqui informações e opiniões sobre a viagem que fiz recentemente a Argentina, Chile e Uruguai.

De início, gostaria de salientar, que estas opiniões são emitidas por um casal de cinqüentões, que hoje gostam de gozar de um certo conforto, e que fizeram deste, um passeio fotográfico e visual, e não de aventura, devido não termos preparo físico para isto. Procurei também manter a velocidade recomenda, e não exceder aos 120 Km/h em momento algum, a fim de evitar ser autuado, o que poderia se tornar problemático.~

 

Adendo - 29/11/2005

 

Sobre a Comida....

Recebi de um colega nosso, um e-mail perguntando sobre a comida nos paises que viajei.

Pelo que notei a papas "batata inglesa", é muito utilizada como acompanhamento, são servidas fritas, cozidas ao natural ou como purê.

Lá não existe esta fartura que encontramos por aqui quando vamos a um restaurante ou churrascaria, lá a comida é servida no prato, quando muito numa travessa, tudo junto, o principal e o acompanhamento, como feito nos restaurantes dos shopings.

Sempre é servido pão nas refeições, dependendo do restaurante, é cobrado a parte ou não, isto tambem se aplica as salsas "molhos", portanto quando o preço for muito convidativo é bom perguntar antes se se paga em separado.

Self-service só encontrei em três lugares, El Calafate, Bariloche e na estrada entre Puerto Octay e Frutilar, provavelmente existem outros, mas, não conheci.

Quanto a quantidade, tende a ser frugal, por isso vi muitas pessoas optando pelos sanduiches, principalmente de milaneza, mais barato e parece que sustenta.

Sergio

 

Dados sobre a viagem

 

Período - 26/02 a 18/04/2005

Total de dias - 52

Km rodados - 13.478

Km voados - 5.013

Gasto com combustível - R$ 2.386,32

Gasto com hotel - R$ 5.127,62

Gasto com o veículo - R$ 460,85

Gasto com passagens aéreas - R$ 1.700,00

Cidades visitadas:

Pouso Alegre - BR Cambé - BR Foz do Iguaçu - Br

Puerto Iguzu -AR Goya - AR Villa Maria - AR

Mendoza - AR Santiago - CL Pucón - CL

Villarrica - CL Valdívia - CL Niebla - CL

Puerto Varas - CL Petrohue - CL Ensenada - CL

Puerto Octay - CL Frutillar - CL Entre Lagos - CL

Villa La Angostura - AR San Martin Los AndesAR Bariloche - AR

El Bolson - AR Esquel - AR Trevelin - AR

Puerto Madryn - AR Puerto Pirâmides - AR San Antonio Oeste - AR

Lãs GRNs - AR Bahia Blanca - AR Cañuelas - AR

Buenos Aires - AR Ushuaia - AR El Calafate - AR

Puerto Natales - CL Montevidéu - UY Guairá - BR

São José dos Pinhais BR Barra Mansa - BR

 

1º dia - 26/02 - sábado - 857 Km

 

Levantamos cedo, por volta das cinco horas, tomamos um rápido café e fomos carregar o carro com as nossas tralhas, por volta das sete, já estamos na Rio-Bahia com destino a nossa aventura.

Paro em Ipatinga para abastecer, e tomo o primeiro susto da viagem, 9.42 Km/l, vou gastar uma fortuna em combustível. Ao passar em João Monlevade entro na concessionária da Chevrolet, e questiono sobre este consumo, sou informado que devido ao carro ser novo, 2000 Km, isto é normal, meio preocupado sigo em frente, passo por Belo Horizonte e pego a Fernão Dias em direção a São Paulo, pista dupla com pouco movimento, à tardinha chego em Pouso Alegre e tenho uma nova surpresa, porem agradável, a Montana fez no último trecho uma média de 12 Km/l, que se manteve durante toda a viagem. Hospedamos no JB Pálace Hotel (R$ 70,00) e depois fomos jantar.

 

2º dia - 27/02 - domingo - 747 Kmid="red">

 

O dia amanheceu nublado, continuamos em direção a São Paulo, logo começa a chover, a fim de evitar passar por dentro de São Paulo com chuva, resolvemos contornar passando por Jundiaí, chegamos a Castelo Branco, são 230 Km de ótima estrada. Ao abastecermos, fomos informados que seria melhor irmos até Assis, pois a estrada via Ourinhos estava em péssimas condições, assim que cruzamos a divisa com o Paraná, entramos em um fortíssimo temporal, não se via um palmo a frente do nariz, isso me deixou apreensivo devido à dificuldade de dirigibilidade.

Devido as constantes mudanças do tempo no percurso, cheguei a Cambé com dor de garganta e febre, ficamos no Hotel Solárium (R$ 75,00), fui à farmácia onde fui examinado e constatou que a garganta estava inflamada, comprei um antibiótico, lanchamos e fomos dormir.

 

3º dia - 28/02 - segunda-feira - 497 Km

 

O dia amanheceu claro e com sol, o hotel que ficamos, apesar de ser o melhor da cidade tem um atendimento péssimo. Pegamos a estrada com destino a Foz do Iguaçu, apesar de ser pista única, como é pedagiada, está muito bem conservada.

Chegando em Foz, fomos à concessionária da Chevrolet para fazer a troca de óleo do motor, hospedamos no Hotel Nadai (R$ 81,20), fica no centro e próximo da concessionária. À noite saímos para dar um passeio e comer uma pizza, hoje me senti bem o dia inteiro, a garganta melhorou e não tive mais febre, apesar disto resolvemos ficar mais um dia em Foz, para poder cruzar a fronteira, completamente restabelecido.

 

4º dia 01/03 - terça-feira - 78 Km

 

Como a estada de hoje em Foz, não estava nos planos, resolvemos dormir até mais tarde e fazermos algo diferente, uma visita guiada a Mesquita Mulçumana e depois ao Templo Budista, ambos em Foz do Iguaçu.

Após o almoço, tiramos uma soneca e fomos cambiar algum dinheiro, fizemos a troca na razão de P$ 1,00 por R$ 0,98.

Pegamos o carro e fomos para Puerto Iguazu no intuito de comprarmos as passagens para a parte aérea de nossa viagem, logo após atravessar a Ponte da Amizade, à direita, existe um Free-Shop, onde comprei uma câmara Mavica-FD100 por apenas U$ 155,00.

Conseguimos encontrar uma agência de viagens que nos vendeu duas passagens pela Aerolineas Argentinas no trecho Buenos Aires/Ushuaia/El Calafate/Buenos Aires por P$ 845,00 cada. Jantamos uma deliciosa lasanha de verduras com presunto, e já que estávamos na Argentina, aproveitei para abastecer o tanque da Montana, optei por utilizar a nafta FANGIO, top de linha da YPF, ao custo de P$ 1,93 o litro. Voltamos ao Brasil e fomos para o hotel dormir, o remédio fez um ótimo efeito, já estava completamente restabelecido.

 

5º dia 02/03 - quarta-feira - 786 Km

 

Levantamos cedo, carregamos o carro e nos dirigimos em direção à fronteira, a saída do Brasil é uma zorra total, ninguém quer saber de nada, não deram a mínima se estávamos saindo com veículo, chegamos então ao posto fronteiriço argentino, onde resolvemos todos os trâmites legais para a nossa entrada e do veículo na Argentina.

Andamos uns 50m e fomos detidos por policiais vestidos de preto, encapuzados e fortemente armados, solicitaram que descêssemos do carro e o deixássemos totalmente aberto, logos após, soltaram um cachorro que farejou a cabine e a carroceria, provavelmente estavam procurando drogas.

Fomos então liberados, tomamos a RN 12 em direção a Goya, uns 50Km à frente, em Wanda, nova blitz, desta vez era a policia caminera, pediram nossas permissões de entrada e nos liberaram. Almoçamos em San Ignácio, em frente a entrada das ruínas, seguimos pela RN 12, passamos Posadas, capital da província de Missiones, a partir daí o movimento na estrada caiu muito, cruzávamos com poucos carros, mas, a condição da estrada continuava muito boa.

Próximo a Saladas, lá pelo Km 620, fomos parados por uma viatura que me pareceu ser do exercito argentino, novamente pediram as permissões de entrada, os documentos do carro e fizeram uma vistoria em algumas malas. Ficaram intrigados porque a nossa roupa estava enrolada, e não dobrada, explicamos que era devido ao fato de assim ocuparem menos espaço nas bolsas, mas mesmo assim abriram algumas e torceram outras para certificarem que não havia nada dentro. Sem querer querendo, mencionei o fato do carro já ter sido farejado na fronteira, logo após fomos liberados. À tardinha chegamos em Goya e fomos para o Hotel Cervantes (P$ 69,50), um dos únicos a possuir garagem. À noite saímos para dar uma volta pelo centro da cidade e comer alguma coisa.

 

6º dia 03/03 - quinta-feira - 712 Km

 

Passamos em um supermercado para comprar água, e alguma coisa para fazer um lanche, logo pegamos a RN 12 para seguirmos em direção ao túnel sub-fluvial onde atravessaríamos sob o rio Paraná, próximo a Santa Fé, aonde chegamos por volta do meio dia. Passamos pelo túnel e contornamos Santa Fé por avenidas da periferia, pegamos a estrada que leva a Córdoba, pista única e grande movimento, em San Francisco tomamos á direita a RN 158 que nos levou até Vila Maria, onde pernoitamos no Hotel San Martin (P$ 50,00). Aproveitamos o resto da tarde e noite para jantarmos e dar uma volta para conhecer o centro da cidade.

 

7º dia 04/03 - sexta-feira - 634 Km

 

Saímos pela RN 158 em direção a Vila Mercedes, este trecho é pista única, o movimento é intenso e passa por inúmeras cidadezinhas o que torna a média horária bem baixa. Em Vila Mercedes passamos para a RN 7, pista dupla com velocidade máxima de 120 Km/h, o que chama a atenção é que a rodovia é iluminada, a noite de avião deve ser interessante vislumbrar aquele rastro luminoso atravessando a escuridão. Ao nos aproximarmos de Mendoza começamos a encontrar caminhões carregados de uvas, e avistarmos parreirais carregados em ambos os lados da estrada.

Chegamos em Mendoza e tomamos um susto, neste final de semana era comemorada a Fiesta de la Vendimia, desta festa participam várias cidades da província de Mendoza, e devido a isto a cidade estava lotada, depois de tentar vários hotéis, todos sem vagas, já estávamos tentados a seguir para Uspallata, quando fomos abordados por um motoqueiro nos oferecendo alojamento no Garden All-Suites (P$ 180,00), era pegar ou largar, assim pegamos.

A noite fomos para a avenida principal assistir ao Corso, por sinal muito interessante, pois as Rainhas das Cidades, acompanhadas de sua corte, de cima dos caminhões, jogam para o povo que assistem ao desfile, os produtos hortifrutícola natural de seus municípios.

 

8º dia 05/03 - sábado - 12 Km

 

Aproveitamos a existência de uma lavanderia próxima ao hotel para mandarmos lavar a nossa roupa. Pegamos o carro e fomos conhecer o Parque San Martin, enorme, nele estão localizados o Jardim Zoológico, o Estádio de Futebol e vários clubes, também possui uma extensa área verde, onde a população local aproveita seus momentos de lazer.

Devido a festa, muitas das avenidas que cortam o parque estavam fechadas para o tráfego, inclusive a que dá acesso ao Cerro de la Gloria, por esse motivo, aproveitamos para fazer uma visita ao Zôo.

A tarde, saímos para um passeio a pé pelo centro, que possui varias praças e o Parque Cívico. Aproveitamos para conhecer o comércio da cidade, que funciona até as 21:00hs, como não conseguimos ingressos para assistir ao espetáculo de encerramento que se realizaria no Teatro Grego, voltamos para o hotel, e assistimos pela televisão.

 

 

9º dia 06/03 - domingo - 379 Kmid="red">

 

Saindo de Mendoza, pegamos a RN 7 que nos levaria até a fronteira com o Chile, no inicio a paisagem é muito bonita, com muito verde e os contrafortes dos Andes ao fundo, já podemos avistar os primeiros picos cobertos de neve, com o passar dos quilômetros, a visão muda drasticamente, a vegetação desaparece quase por completo, quase que só se vê rochas, mas mesmo assim, não deixa de ser belo.

Passamos por pequenos povoados, Uspallata, Polvaredas e finalmente Puente del Inca, onde paramos para tirar algumas fotos, esta vila fica na encosta descampada, e o vento gelado que descia das montanhas quase nos arrastava, cobrindo tudo com uma poeira que toldava a visão.

Logo depois, tem-se um local onde se pode bater uma foto do Aconcágua, e pouco antes de entrar no Túnel Cristo Redentor, inicia um caminho que leva à estatua do Cristo Redentor, devido aos fortes ventos que sopravam neste dia, levantando nuvens de poeira que impediam a visão da estrada, resolvi não tentar subir.

Logo depois de atravessarmos o túnel, deparamos com a aduana conjunta Argentina/Chile, ai o bicho pega, é uma peregrinação por seis guichês com todo o tipo de burocracia, enche formulário, carimba formulário etc...

Depois de passar por todos eles, tendo de voltar em alguns, e em cada, uma fila enorme, pois o movimento de ônibus, caminhões e carros são intensos, finalmente fui para a fiscalização da alfândega, tive sorte, pois o fiscal que me atendeu, foi muito camarada, só me fez algumas perguntas sobre o que levava, dando ênfase ao feijão, e não me mandou descarregar e abrir toda a bagagem, como foi feito com algumas pessoas.

Se do lado de cá dos Andes, a subida é suave, mas longa, já do outro lado é curta e abrupta, o que oferece um visual impar, destacando-se o trecho da estrada conhecido como Los Caracóis. Próximo à cidade de Los Andes tomamos a esquerda uma autopista que nos leva direto a Santiago.

Apesar se ser domingo, entrar dirigindo em uma cidade grande e completamente estranha, com um tráfego desordenado devido a inúmeras obras, e sem um completo domínio da língua local, achei um tanto estressante.

Depois de dar muitas voltas pelo centro, e já escurecendo, conseguimos encontrar um hotel com garagem a um preço "pagável", o Hotel Principado (US$ 60,00). À noite saímos para dar uma volta pela calle Pio Nono, que reúne uma grande quantidade de restaurantes.

 

10º dia 07/03 - segunda-feira

 

O dia amanheceu cinzento e com muito vento, depois do café, uns dos melhores da viagem, mas nem de longe parecido com os servidos no Brasil, saímos para dar uma volta pela cidade. Subimos pela Alameda Bernardo O'Higgins passando por uma das entradas do Cerro Santa Lucia, pela Igreja de São Francisco e o museu que tem o mesmo nome. Devido as obras existentes por toda a cidade, o Palácio de La Moneda estava cercado por um tapume.

Passamos então a caminhar pelas ruas do centro onde aproveitei para trocar uns dólares por moeda local na base de

P$ 582,00 por US$ 1,00, fomos então para o Mercado Central onde aproveitamos para almoçar. Depois do almoço, como tinha começado a chover, pegamos o metrô e voltamos para o hotel, por volta das 15:30hs a chuva cessou, e retornamos ao centro para podermos comprar algumas lembranças que tínhamos visto na parte da manhã, aproveitei e comprei também uma memória de 128Kbs para a minha maquina nova.

À noite voltamos a calle Pio Nono para jantar e aproveitmos para dar uma olhada na feira de artesanato que existe no início da mesma.

 

11º dia 08/03 - terça-feira

 

Amanheceu dando para ver o azul do céu, tomamos rapidamente o "famoso café continental", pegamos os agasalhos, a câmera, e fomos pela calle Pio Nono até a entrada do Parque Metropolitano, onde se encontra o Cerro San Cristobal. Tomamos o funicular em direção ao cume, no meio da viagem existe uma parada que dá acesso ao Zôo da cidade, no topo do cerro existe uma área onde estão localizadas algumas barracas de artesanato, banheiro e uns binóculos nos quais, colocando uma moeda pode-se dar uma olhada na cidade que se estende a seus pés.

Na parte mais alta, esta localizada a Estatua de La Virgen, que com seus braços abertos parece acolher toda a cidade, existe também um santuário e uma capela.

Pela estrada asfaltada, que dá acesso ao topo, chegam muitas vans trazendo turistas, e ciclista que vão descer pelas trilhas de mountain bike.

Para descermos preferimos tomar o teleférico, que interliga o cume ao acesso Pedro de Valdivia, é composto de duas secções com uma parada intermediária, como o restaurante que existe próximo ao teleférico estava fechado, fomos andando pela calle Pedro de Valdivia até o bairro Suécia, demos uma volta pelo mesmo, e como já estávamos com fome paramos em um pequeno restaurante para almoçarmos.

Como Tânia estava com dor de cabeça pegamos o metrô e voltamos para o hotel ela foi dormir um pouco e eu , para aproveitar o resto do dia fui conhecer o Cerro Santa Lucia, que é um morro de aproximadamente 70m de altura e que fica bem no centro da cidade, possui jardins, balcões de onde se pode ver os Andes e partes da cidade, fontes, parques, alamedas e uma pequena loja onde se vendem produtos indígenas.

Por uma destas coincidências, quando me encontrava no local denominado Jardim Japonês, ouvi um diálogo em português, eram dois brasileiros, que também se conheceram neste local, sendo que um deles, o Marcio, também é membro do site Mochileiros.com e estava de passagem por Santiago a caminho do Peru.

Batemos um papo trocando algumas informações e comentando sobre as nossas viagens, uma de avião, outra de carro e a terceira de ônibus, neste ínterim a Esquadrilha da Fumaça dava um show sobre a cidade. Terminado o papo, cada um tomou o seu rumo, eu, continuei a subida até alcançar o topo do Cerro, bati umas fotos e comecei o retorno para o hotel, desta vez passando pelos belos parques que margeiam o Rio Mapocho.

À noite resolvemos fazer algo diferente, tomamos o metrô e fomos conhecer o Shoping Park Arauco, fica no fim da linha, jantamos, demos uma olhada nas lojas e acabamos comprando alguma coisa nas barracas que ficam entre a saída do metrô e o Shoping. Retornamos ao hotel e fomos dormir, pois no dia seguinte continuaríamos a viagem.

 

12º dia 09/03 - quarta-feira - 814 Km

 

Como ficamos um dia a mais em Foz do Iguaçu, estávamos atrasados em relação a nosso cronograma, por isso resolvemos ir direto para Pucon. Com o intuito de pegar menos tráfego, levantamos cedo, por volta das 6:00hs, o sol ainda não havia despontado. Tomamos o café, carregamos o carro e tomamos rumo a Ruta 5 que nos levaria ao nosso destino. De acordo com informações colhidas, era pegar a Alameda O'Higgins e ir seguindo as indicações, ledo engano, se não tivéssemos pedido ajuda em um semáforo no qual paramos, não sei onde teríamos ido parar, pois não vimos nenhuma placa indicativa. A uns 200km de Santiago, entramos em um Posto YPF para fazermos nosso primeiro abastecimento em terras chilenas, usamos a Super97, que de acordo com o frentista era equivalente a Fangio argentina, pagamos P$ 516,66 p/l, mas, quanto mais longe de Santiago, maior o preço.

Antes de chegarmos a Los Angeles, abandonamos a autopista e tomamos uma rodovia secundária a esquerda para visitarmos um local que nos tinha sido muito bem recomendado, e que não devíamos deixar de conhecer, o Salto del Laja. É uma queda d'água não muito grande, como várias existentes no Brasil, e sem muita infra-estrutura, a não ser uns dois ou três restaurantes que estavam fechados e algumas pousadas em áreas próximas.

Reza um provérbio: "A propaganda é a alma do negócio", e seguir este ditado, é o que o turismo no Chile e Argentina faz muito bem, por este motivo, lá estávamos apreciando a água cair por sobre as pedras.

Depois de algum tempo de voltarmos a autopista, e vimos ao longe o nosso primeiro vulcão, com a sua cratera coberta de neve, parei e tirei a foto ao lado. Gastamos aproximadamente P$ 14500,00 com pedágios neste percurso.

Alcançamos Pucon passando direto por Villarrica, ao chegarmos, procuramos pela oficina de turismo a fim de obtermos informações sobre hospedagem, lá encontramos três brasileiros de São Paulo que estavam se queixando de terem roubado seu dinheiro nos armários da empresa Trancura, durante o período em que estavam fazendo uma atividade ao ar livre.

Pegamos uma relação de pousadas e saímos andando pela cidade, optamos pelas Cabanas do Leo (P$ 15.000,00), por ficar próxima ao centro e ter uma vista estupenda do Vulcão Villarrica bem em frente. À noite fomos ao supermercado para abastecer a geladeira e vermos como estava o cambio, nada favorável, fizemos nossas compras, demos uma olhada nas lojas e voltamos para a cabana, onde lanchamos, vimos um pouco de TV e fomos dormir, pois a viagem neste dia tinha sido longa e cansativa, como fôramos advertidos que os Carabineiros do Chile não davam moleza quando pegavam alguém infringido as normas de trânsito, tive o cuidado de não ultrapassar a velocidade de 100km/h para não dar margem a nos deterem.

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Opa, to chegando agora no site.. Parabéns a todos pela qualidade e informação.

 

 

Sergio, parabéns pelo roteiro e pela experiência que é passada..

 

Moro em Porto Alegre e tenho facínio pela Patagônia e pela diversidade Chilena.. Tenho como um sonho percorrer trajeto semelhante ao seu, e seu relato é muito bem-vindo.

 

Queria te perguntar se a gasolina chilena ou a assemelhada argentina deram um rendimento melhor pra Montana, ou se manteve os 12km/l e se vc viu postos com GNV por lá.

 

Mesmo sendo mais barato lá, o combustível é um fator determinante na viagem..

 

Continue o relato, por favor.. Um abraço

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23º dia 20/03 - domingo - 77 Kmid="red">

 

Finalmente o tempo resolveu dar uma trégua, amanheceu sem chuva, desistimos de partir e fomos fazer a excursão apresentação de Bariloche, o "Circuito Chico".

Iniciamos o nosso passeio no porto San Carlos, que fica em frente ao Centro Cívico, foi ai que sentimos pela primeira vez a força do vento que sopra sobre o lago.

Seguimos então pela Av. Bustillo, que liga Bariloche a península Llao Llao, onde se encontra o hotel e o parque municipal que levam o mesmo nome.

Término de semana com tempo bom depois de um sábado encharcado, todos os turistas na cidade resolveram aproveitar, ainda mais que muitos estariam partindo ao fim do dia, por isso o movimento de ônibus e vans era intenso.

Seguimos pela sinuosa Av. Bustillo que acompanha as margens do lago Nahuel Huapi, e logo no início passamos pela fábrica de chocolates Fenóglio.

A avenida corta vários bairros residenciais e tem em seu lado direito alguns clubes e balneários, mais a frente a esquerda está o acesso ao Cerro Otto, decidimos visitá-lo na volta, continuando o passeio, passamos pela residência presidencial Quinchahuala e logo depois pela Playa Bonita, um dos balneários mais procurados durante o verão.

Passamos então pela área militar, onde se encontra o Centro Atômico de Bariloche, mais a frente outro balneário, o da Bahía Serena, com bar e restaurante, em seguida o Jockey Club e logo a frente o Club Hípico Tom Wesley.

Finalmente chegamos à Aerosilla Cerro Campanário, ônibus e vans para todos os lados, a fila para compra de ingresso vinha até quase na rua, desistimos e fomos em frente, e logo chegamos a uma bifurcação que se tomada a esquerda leva a Colônia Suiza , seguimos em frente, passamos pelo Colégio Salesiano Don Bosco pelo Club de Regatas e finalmente ao mirador Atalaya, que fica sobre uma colina, nos fundos de um restaurante e casa de chá do mesmo nome, o vento que soprava no porto era uma brisa conparado ao deste lugar, para abrir a porta do carro foi uma dificuldade, e para andar tínhamos de deixar o corpo cair na direção contraria ao vento.

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Nossa próxima parada foi a Capilla San Eduardo, de onde se tem a primeira visão do complexo Llao Llao, ao seu lado se encontra uma loja que vende produtos feitos de uma planta nativa da região, a Rosa Mosqueta.

Chegando ao Llao Llao, subimos a rampa de acesso pois tínhamos a intenção de visitá-lo, ledo engano, não se pode nem estacionar em suas dependências.

Fomos então para o Puerto Pañuelo, de onde saem as embarcações que fazem o passeio para a Isla Victoria, Puerto Blest e o Cruces Internacional, a partir deste momento o tempo começou a mudar, o céu ficou nublado e uma garoa fina caia isoladamente, ela nos alcançou em vários locais.

Seguindo em frente a estrada percorre a península Llao Llao, onde se encontra o Parque Municipal do mesmo nome, é um local de preservação ambiental que é recortado por várias trilhas que permitem ingressar no coração do bosque, entre elas estão a que levam Villa Tacul (não fui), e ao lago Escondido e a Puente Romano, só aconselho para aqueles que curtem passear em um caminho por dentro de um bosque.

Seguimos em frente, o próximo ponto turístico é a Bahía López, onde se encontra o mirador do Cerro Capilla, a ponte sobre o arroyo La Angostura que interliga o lago Nahuel Huapi com o lago Perito Moreno e o balneário e hotel Alun Nehuen, palco de um Pit Stop da série The Amazing Race do canal AXN.

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Rodamos mais uns 8km é chegamos ao mirador do lago Perito Moreno, na minha opinião a mais bela vista de todo o circuito, e na opinião de muitos argentinos uma das mais belas do mundo.

Tomamos então um caminho de rípio à direita e fomos conhecer a Colônia Suiza, um antigo assentamento de imigrantes suíços, hoje área de sítios e chácaras, ali se encontram instalados alguns campings, um restaurante e algumas lojas que vendem artesanatos e produtos locais.

Como era domingo estava armada uma pequena feira, percorremos as barracas e depois fomos ao restaurante almoçar.

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O nosso próximo destino foi a Villa Catedral, situada a 20km de Bariloche este local é constituído de hotéis, restaurantes, confeitarias, quiosques e meios de elevação para se alcançar o alto do Cerro Catedral, onde se encontra o mais belo e importante centro de esportes de inverno da Argentina.

Infelizmente devido ao forte vento, o teleférico que nos levaria ao topo estava com seus serviços paralisados, passeamos pelo local e aproveitamos para tirar belas fotos, no regresso paramos à beira da estrada para visitar o santuário da Virgen de las Nieves e daí direto para o hotel.

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À noite saímos para jantar no Boliche massas, passamos em uma agencia de viagens para obter informações sobre o passeio ao cerro Tronador pelo lago Mascardi.

Depois fomos conhecer Shopping Patagônia, ao cinema, tomar um chocolate quente e por fim ir descansar.

 

24º dia 21/03 - segunda - 71 Km

 

Antes das 9:00hs já me encontrava em frente a concessionária da Chevrolet aguardando a abertura da mesma, mas lá a coisa é diferente, o serviço mecânico é terceirizado, a concessionária só vende, tive de esperar que alguém me acompanhasse até a oficina, lá chegando o proprietário me informou que como ela era pequena, não teria como deixar o carro em seu interior após o termino do serviço, lá se foi o passeio ao cerro Tronador.

Era o terceiro da lista, mas, mesmo assim fiquei aguardando, não tinha nada a fazer. Fiquei observando o cuidado com que eles evitam poluir o meio ambiente, o óleo usado é recolhido com todo o cuidado e depois armazenado em tambores que serão enviados à refinaria para serem reprocessados, caso um pouco caia no chão, joga-se um produto sobre o mesmo que o absorve, nada vai para o ralo do esgoto, devido a baixa temperatura, os óleos encontrados por lá são mais finos, e o filtro substituído a cada troca.

Como não tinha nada a fazer, levei a montana para um lavador afim de tomar banho, aqui também existe muito cuidado com a preservação, toda a água utilizada passa por filtros antes de ser jogada no esgoto, aproveitei e enchi o tanque, a P$ 1,968 o litro.

Almoçamos no restaurante da Família Weiss e seguimos em direção ao Cerro Otto, o acesso é feito por meio de um teleférico de gôndolas fechadas, a pé ou de carro por um caminho de rípio, que vai da base à confeitaria, este caminho passa pelo Refúgio Berghof, onde se encontram as pistas de esqui Piedras Blancas.

Preferimos subir pelo teleférico, no alto encontra-se a famosa confeitaria giratória, com a sua galeria de arte e vários terraços panorâmicos.

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Do alto a vista que se descortina é realmente deslumbrante, para todos os lados onde se olha vê-se algo de belo, só mesmo estando lá para ver, as fotos ficam sempre a dever, pois a câmera não consegue captar todos os matizes, e eles mudam a cada momento.

Ficamos algum tempo percorrendo os vários terraços e tirando fotos, ao lado da confeitaria existe um local chamado El Jardin de la Oración, onde se encontra uma estátua da Virgem.

Quando saciamos nossos olhos com as belas imagens, fomos conhecer a galeria de arte, onde se encontram réplicas de estátuas famosas, como a de David e da Pietá entre outras.

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Descemos do cerro por volta das 17:00hs, como não tínhamos nada programado e o tempo estava ótimo, resolvemos percorrer o Circuito Chico novamente, realmente a luz faz muita diferença, hoje sem a garoa, estava tudo mais bonito.

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Ao retornarmos a Bariloche aproveitei para tirar algumas fotos do Centro Cívico, e depois fomos jantar uma lasanha no Boliche, por sinal ótima.

Demos mais uma percorrida nas lojas e voltamos para o hotel a fim de arrumar as malas, pois no dia seguinte iríamos partir em direção a Esquel.

 

25º dia 22/03 - terça - 400 Km

 

Tomamos a ruta 258 em direção sul, o nosso destino de hoje é Esquel, com uma passada por El Bolson.

Logo na saída da cidade temos a nossa direita o lago Gutiérrez, que nos proporciona belos visuais, principalmente porque tem o cerro Catedral servindo como pano de fundo, um pouco mais à frente encontramos também a esquerda, o lago Marcardi, aquele onde queria fazer o passeio e não foi possível.

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Mais um pouco e chegamos a villa Mascardi, fica às margens da rodovia, possui hotéis, restaurantes e um posto de serviço da ACA.

A estrada continua passando por pequenas vilas como, Rio Villegas, El Foyel, Los Repollos, o tráfego é de pouca intensidade, o asfalto é bom, mas com bastante curvas, aclives e declives, pois ela serpenteia por entre montanhas, bom para quem gosta de dirigir, mas para o passageiro, nem sempre.

20051123131754_f19.jpg20051123131850_f20.jpgA uns 100km de Bariloche, à esquerda, existe um local para estacionar de onde se avista por entre a vegetação uma pequena cascata, subindo por um caminho ao lado do curso d'água chegamos a um oratório com imagem de Nossa Senhora, este local é conhecido como Cascata de La Virgen.

Chegamos em El Bolson por volta do meio dia, circulamos com o carro pelas ruas da cidade e paramos para comprarmos frutas, empanadas e refrigerantes. Em uma avenida com pouco movimento estacionamos sob a sombra de uma árvore, e ali mesmo fizemos nosso lanche.

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El Bolson é uma das cidades que fazem parte da chamada Comarcas Andina del Paralelo 42º, é declarada como Município Ecológico, e isto se deve a migração dos hippies na década de 60. Hoje possui aproximadamente uns dezoito mil habitantes, vários hotéis e restaurantes e é um excelente ponto de apoio para quem deseja fazer passeios ao Parque Nacional Lago Puelo e ao lago Epuyen. Outro passeio é a subida ao cerro Piltriquitrón, a vista é muito bonita, pode-se ver o vale do rio Azul, o lago Puelo e o Cordón Nevado, uma cadeia de montanhas que separa a Argentina do Chile.

A estrada de acesso tem aproximadamente uns 10km, o aclive é forte, constante e muito sinuoso, o piso é de um rípio grosso que bate bastante no fundo do carro, houve lugares que Tânia teve de descer para eu conseguir passar sem ter de forçar muito.

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Tem-se que tomar cuidado com as caminhonetes que trabalham com turismo e que trafegam com velocidade não compatível com a estrada, encontrei também várias pessoas fazendo este percurso a pé.

Descemos a serra e retornamos a ruta 258, logo a frente chegamos a um posto policial na divisa das províncias de Rio Negro e Chubut, esta foi a única vez que fomos parados em toda a viagem, com exceção do primeiro dia, na província de Missiones.

Os policiais pediram os nossos documentos, do veículo e as autorizações de entrada no país, ai foi que eu gelei, por mais que procurasse não encontrava a autorização do carro, lembrei-me então que quando retornamos do Chile, ela tinha sido retida em El Rincón, o posto da fronteira, e não nos foi dada outra.

Como se fala tão mal da policia Argentina, pensei, agora estou ferrado, vão levar a minha "plata" ou coisa pior, ledo engano, o policial ouviu a minha explicação e me liberou com um aviso de que na próxima vez deveria tomar mais cuidado e exigir o documento.

Mais a frente saímos da ruta 258 e ingressamos na famosa ruta 40, rodovia esta que corta a Argentina do norte ao sul, paralelamente as cordilheiras dos Andes.

A partir daí a paisagem torna-se estéril, com vegetação rasteira e muita pedra, o vento sopra muito forte e a vista é sempre a mesma, km após km, chega a dar tédio.

Chegamos ao trevo de acesso a Esquel, tomamos a direita pela ruta 259 e fomos em direção à cidade, onde pernoitaríamos, o acesso a cidade é feito por uma larga avenida de duas pistas, com várias pousadas e chalés distribuídos em suas quadras.

Ficamos nas Cabañas Nativa (P$ 60,00), dois quartos, banheiro, sala/cozinha e tv a cabo.

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Como ainda era cedo seguimos para Trevelin, que fica a uns 25km por uma estrada com um asfalto muito bom e tendo uma vista dos Andes ao longe, a cidade é pequena, demos uma volta por suas ruas onde encontramos um casal de São Paulo em uma D10, carroceria de madeira, que estava vindo de El Chaltén, e que nos informou estar a ruta 40 muito ruim no trecho de rípio, com muitas rieiras.

Voltamos para Esquel e a noite saímos a pé pelo centro da cidade, jantamos, tomamos um sorvete e fomos dormir.

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26º dia 23/03 - quarta - 685 Km

 

Fizemos o nosso primeiro abastecimento abaixo do paralelo 42º, se já achávamos a gasolina barata, agora era quase de graça, P$ 1,365 o litro.

O nosso destino hoje era Puerto Madryn, retornamos ao trevo de acesso a cidade e de novo entramos na ruta 40, aqui parece ser mais desolado ainda, não se vê viva alma.

Depois de rodarmos uns 90km passamos por um pequeno vilarejo a nossa direita, é Tecka, uns 2km a frente existe uma bifurcação, saímos da ruta 40 e entramos a esquerda na também deserta ruta 62.

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Muito pouco se pode falar sobre este deslocamento, o visual é desolado e repetitivo, mas, para mim foi muito gratificante estar dirigindo nesta estrada, dá uma impressão de liberdade total e muita paz de espírito.

Mais 110km e entramos na ruta 25 que nos levará a Trelew, vez ou outra passamos por aglomerados de casas, como Pampa de Agnia, El Molle, Paso de Índios, Las Plumas e outros mais, aproximadamente no meio do deslocamento, a uns 330km de Esquel existe um povoado que se destaca, "Los Altares", é parada obrigatória, pois possui o único posto de serviço, também da ACA.

Abastecemos a P$ 1,363 o litro, e ai cometi um erro, coloquei um frasco de aditivo no tanque, fizemos um lanche e seguimos viagem, este segundo trecho da estrada é xerox do primeiro.

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Chegando em Trelew, contornamos a cidade e seguimos pela ruta 3 por mais uns 60km até Puerto Madryn.

Ficamos no Apart Hotel Patagônia (P$ 77,00), que de apart só tem o nome, quando tentamos dar a partida na Montana para dar um giro na cidade, a mesma não quis pegar, e quando finalmente consegui, saiu engasgando.

Na entrada da cidade tínhamos observado que existia uma concessionária da Chevrolet, para lá nos dirigimos, festa total, a maioria dos funcionários vieram recepcionar a Montana, que só conheciam através de folders, passaram o instrumento utilizado para fazer check-up do corsa, que é o mesmo, mas não acharam nenhum problema.

Após algumas deliberações chegaram a conclusão que o adicionamento do aditivo a gasolina de alta octanagem, fez o processador da unidade de controle ficar "borracho", e que com o gastar do combustível existente no tanque tudo voltaria ao normal, fomos direto para o posto e abastecemos a P$ 1,345 o litro.

À noite saímos pela cidade, fomos ao shopping, olhamos algumas vitrines pelas ruas, e finalmente voltamos ao hotel para dormir.

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Fiz um mochilão de 15 dias no Chile.

Foi minah 1 viagem fora do pais...naum tinah ideia de nada. Fui sozinho com 18 anos..hehe Fikei de 14 a 30 de julho de 2005.

Pensava em fikar somenete em Santiago..mas vi que dava para conhecer mta coisa sem gastar tanto.

Fiquei no Albergue Che Lagarto Hostel no centro de Santiago...mto bom!!!

Gostei mtos de alguns lugares: passeo ahumada, las condes, metro..mto moderno..hehe, providencia e bella vista (bares), Cerro Santa Lucia e san cristobal (obrigatorio)..eh mto lindo..os dois..com telefericos, museos, miradores, e mto mais.. Os moseos de Santiago sao otimos..principalemnte eo de santiago...com estatuas de cera e o de Belas Artes. e mto mais...

Fui para o Valle Nevado..maior centro de esqui na America Latina. (eh mto cara lah..naum vale a pena)

Pucón: 9 horas de busão de santiago...fika na 6 ou 7 regiao..eh mto lindo lah..tem vulcoes, termas e lagos...eh um dos lugares mais lindos que jah fui..vale mto a pena...e esquiei no vulcan Villa Rica...maravilhoso.......hauhaua

E as cidade pitoresca de valparaiso e viã del mar..bem pertinho de santiago tb!

 

eh isso... o Chile eh otimo..limpo bonito, com modernidade, arquitetura antiga, e belas paisagens...tem td lah!!!

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Caro Serneiva ,

 

Sempre atento Às suas postagens/relatos, aguardamos ansiosos, o restante da viagem especialmente o trecho, Ushuaya - Calafate - Torres del PAine

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Sobre a Comida....

 

Recebi de um colega nosso, um e-mail perguntando sobre a comida nos paises que viajei.

Pelo que notei a papas "batata inglesa", é muito utilizada como acompanhamento, são servidas fritas, cozidas ao natural ou como purê.

Lá não existe esta fartura que encontramos por aqui quando vamos a um restaurante ou churrascaria, lá a comida é servida no prato, quando muito numa travessa, tudo junto, o principal e o acompanhamento, como feito nos restaurantes dos shopings.

Sempre é servido pão nas refeições, dependendo do restaurante, é cobrado a parte ou não, isto tambem se aplica as salsas "molhos", portanto quando o preço for muito convidativo é bom perguntar antes se se paga em separado.

Self-service só encontrei em três lugares, El Calafate, Bariloche e na estrada entre Puerto Octay e Frutilar, provavelmente existem outros, mas, não conheci.

Quanto a quantidade, tende a ser frugal, por isso vi muitas pessoas optando pelos sanduiches, principalmente de milaneza, mais barato e parece que sustenta.

Sergio

  • 3 semanas depois...
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Olá, lembra quantos metros ou Km tem o Túnel sub-fluvial entre Paraná e Santa Fé?

 

Obrigado,

Alexei.

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