Meu relato vai pra quem pretende visitar os países nórdicos. Não fiz um mochilãaaoo, ó meu deus, gente, que aventureira, fez tudo sozinha, não. Eu tenho uma amiga que mora em Estocolmo e ela me convidou pra eu passear lá. Victória me recebeu muito bem! E Fernando tem carro, vocês já vão ver o que deu pra fazer
Minha viagem aconteceu de 11 de Julho a 02 de Agosto, fui pela TAP até Estocolmo (passando por Lisboa, onde enfrentei uma fila de pelo menos uma hora na imigração, mas eu tinha umas 3 horas de conexão, então foi de boas) e voltei também de Estocolmo, passando por Lisboa (conexão de 15 horas) e de volta para Brasília.
TÓPICOS RELEVANTES
* Seguro: dizem os sites das embaixadas que é obrigatório fazer seguro que cubra 30 mil euros, mas nem chegaram perto de me pedir algum documento relativo a isso. De toda forma, caso queiram fazer o seguro por um preço razoável, procurem https://www.axa-schengen.com/en. (um broder me salvou muitos dinheiros com essa dica)
*Dinheiro: muito, leve muito. Passei mais de ano economizando pra essa trip. Comida lá é caríssimo e o litro da gasolina tava pra mais de 6 reais. Gastei muito. Mas eu tinha hospedagem e Estocolmo e em Kopenhagem, que vieram com umas comidas tb. Comida é tudo caro lá, tipo 30 reais um sanduíche mesmo. Não usei meu cartão (que habilitei para uso no exterior) por motivos óbvios de taxas exorbitantes. Meus anfitriões me salvaram algumas vezes de situações em que o uso do cartão de crédito era necessário, como no museu do ABBA, por exemplo.
*Clima: em Julho é verão no hemisfério norte, mas calma que na Noruega não é tão verão assim. E mesmo assim, tava rolando aquele sereno geladinho na Suécia. E se vc for fazer algum trekking na Noruega, leve casaco + corta vento + capa de chuva.
* Língua: Quem tem inglês, vai à Roma, à Noruega, à Dinamarca, à Suécia e aonde quiser. Mas aprenda a dizer "não falo sueco, por favor fale inglês" em Sueco.
*O famigerado doce preto: nunca pegue do doce preto. NUNCA. PEGUE. DO. DOCE. PRETO. Fuja de tudo que tenha escrito "Licorice" FUJA E CORRA PARA AS MONTANHAS.
* Comida: Muito presunto, muito bacon, muito tudo o que eu não como, mas eu sobrevivi. Rola uns sanduíches maneiros em toda esquina, tem restaurante tailandês em todo lugar e de vez em quando uns italianos maneiros também. Em Bergen dá pra comer carne de baleia, se você for uma pessoa mais aberta aos sabores diferentes
* Saúde: Leve seus remédios normais, de dor de barriga, cabeça, ombro, joelho e pé e tal. ROLA UMA DOENÇA CHAMADA TICK BORNE ENCEPHALITIS LÁ NOS PAÍSES NÓRDICOS. Ela é transmitida por um carrapatinho miserável. Dizem que deixa a pessoa retardada pra sempre (é uma especie de meningite). As embaixadas “não sabem” informar nada a respeito disso, então, se vc for passear no mato, procure médicos por lá mesmo pra tomar a vacina. Se você começar a sentir sintomas parecidos com os da dengue, vá se consultar.
* Isic card: li vários relatos que a carteira internacional de estudante te economiza grana por lá, que sei lá o quê, mas olha, no meu rolê ela me economizou umas coroinhas no Vasa e só.
*Água - Bebe-se a da torneira mesmo, não se preocupem com clorin. Rola de pedir nos bares e restaurantes, eles não cobram nada (Uma garrafinha de 500 ml na Suécia era 25 coroas)
*Ho(s)tel: não vou saber dizer sobre Estocolmo e Kopenhagen, mas na Noruega todas reservávamos o hotel no dia da chegada ou no dia anterior. O Booking.com se mostrou bem útil junto com o telefone de Luiz Fernando. Como fomos em alta temporada, às vezes acontecia de não acharmos nada muito próximo. Como estávamos de carro, podíamos ficar a 30km da cidade na boa. Chip lá na Suécia é de graça e tem nas estações de metrô , só não vem com crédito. Não sei como é na Noruega.
Primeiro, queria mostrar o plano inicial versus o que aconteceu. O plano inicial era ficar uns dias em Estocolmo, dar um rolê de 9 dias na Noruega/Dinamarca e ficar mais outros dias em Estocolmo. No final o rolê durou 11 dias e teve uma rota diferente, observem:
Ao relato:
ESTOCOLMO:
Cheguei em um belo dia de verão. Meus anfitriões moram em Västerganinge e foram me buscar de carro
O cartão do transporte: o transporte lá é integrado (quando aprenderemos, senhor governador de Brasília? quando?) e você compra o cartão por 560 coroas pra usar o mês inteiro em trem, onibus, metro, tudo, tudo tudo. Tem opção de pagar por semana e por dia também. Tem vez que ninguém confere seu cartão, tem vez que passa alguém com uma maquininha pra conferir. Não seja babaca de querer burlar o sistema deles, ok?
O centro de Estocolmo estava em reforma quando fui, mas deu pra perceber o tanto que a cidade é cosmopolita e cheia de gente de todas as cores. Na biblioteca tem um guia de museus informando horários de funcionamento e preços. Aô lugar pra ter museu, viu!
Ouvi falar que tem um passeio de barco perto do Kunsträdgarden muito bom, que dura 1h30. No dia que eu ia choveu e eu descobri o lindy hop, então não fui e fiquei de boa.
Ah, sabe o starbucks? Pega o starbucks e joga no lixo. Vá na Espresso House e peça qualquer coisa.
Olá, meus jovens!
Meu relato vai pra quem pretende visitar os países nórdicos. Não fiz um mochilãaaoo, ó meu deus, gente, que aventureira, fez tudo sozinha, não. Eu tenho uma amiga que mora em Estocolmo e ela me convidou pra eu passear lá. Victória me recebeu muito bem! E Fernando tem carro, vocês já vão ver o que deu pra fazer
Minha viagem aconteceu de 11 de Julho a 02 de Agosto, fui pela TAP até Estocolmo (passando por Lisboa, onde enfrentei uma fila de pelo menos uma hora na imigração, mas eu tinha umas 3 horas de conexão, então foi de boas) e voltei também de Estocolmo, passando por Lisboa (conexão de 15 horas) e de volta para Brasília.
TÓPICOS RELEVANTES
* Seguro: dizem os sites das embaixadas que é obrigatório fazer seguro que cubra 30 mil euros, mas nem chegaram perto de me pedir algum documento relativo a isso. De toda forma, caso queiram fazer o seguro por um preço razoável, procurem https://www.axa-schengen.com/en. (um broder me salvou muitos dinheiros com essa dica)
*Dinheiro: muito, leve muito. Passei mais de ano economizando pra essa trip. Comida lá é caríssimo e o litro da gasolina tava pra mais de 6 reais. Gastei muito. Mas eu tinha hospedagem e Estocolmo e em Kopenhagem, que vieram com umas comidas tb. Comida é tudo caro lá, tipo 30 reais um sanduíche mesmo. Não usei meu cartão (que habilitei para uso no exterior) por motivos óbvios de taxas exorbitantes. Meus anfitriões me salvaram algumas vezes de situações em que o uso do cartão de crédito era necessário, como no museu do ABBA, por exemplo.
*Clima: em Julho é verão no hemisfério norte, mas calma que na Noruega não é tão verão assim. E mesmo assim, tava rolando aquele sereno geladinho na Suécia. E se vc for fazer algum trekking na Noruega, leve casaco + corta vento + capa de chuva.
* Língua: Quem tem inglês, vai à Roma, à Noruega, à Dinamarca, à Suécia e aonde quiser. Mas aprenda a dizer "não falo sueco, por favor fale inglês" em Sueco.
*O famigerado doce preto: nunca pegue do doce preto. NUNCA. PEGUE. DO. DOCE. PRETO. Fuja de tudo que tenha escrito "Licorice" FUJA E CORRA PARA AS MONTANHAS.
* Comida: Muito presunto, muito bacon, muito tudo o que eu não como, mas eu sobrevivi. Rola uns sanduíches maneiros em toda esquina, tem restaurante tailandês em todo lugar e de vez em quando uns italianos maneiros também. Em Bergen dá pra comer carne de baleia, se você for uma pessoa mais aberta aos sabores diferentes
* Saúde: Leve seus remédios normais, de dor de barriga, cabeça, ombro, joelho e pé e tal. ROLA UMA DOENÇA CHAMADA TICK BORNE ENCEPHALITIS LÁ NOS PAÍSES NÓRDICOS. Ela é transmitida por um carrapatinho miserável. Dizem que deixa a pessoa retardada pra sempre (é uma especie de meningite). As embaixadas “não sabem” informar nada a respeito disso, então, se vc for passear no mato, procure médicos por lá mesmo pra tomar a vacina. Se você começar a sentir sintomas parecidos com os da dengue, vá se consultar.
* Isic card: li vários relatos que a carteira internacional de estudante te economiza grana por lá, que sei lá o quê, mas olha, no meu rolê ela me economizou umas coroinhas no Vasa e só.
*Água - Bebe-se a da torneira mesmo, não se preocupem com clorin. Rola de pedir nos bares e restaurantes, eles não cobram nada
(Uma garrafinha de 500 ml na Suécia era 25 coroas)
*Ho(s)tel: não vou saber dizer sobre Estocolmo e Kopenhagen, mas na Noruega todas reservávamos o hotel no dia da chegada ou no dia anterior. O Booking.com se mostrou bem útil junto com o telefone de Luiz Fernando. Como fomos em alta temporada, às vezes acontecia de não acharmos nada muito próximo. Como estávamos de carro, podíamos ficar a 30km da cidade na boa. Chip lá na Suécia é de graça e tem nas estações de metrô
, só não vem com crédito. Não sei como é na Noruega.
Primeiro, queria mostrar o plano inicial versus o que aconteceu. O plano inicial era ficar uns dias em Estocolmo, dar um rolê de 9 dias na Noruega/Dinamarca e ficar mais outros dias em Estocolmo. No final o rolê durou 11 dias e teve uma rota diferente, observem:
Ao relato:
ESTOCOLMO:
Cheguei em um belo dia de verão. Meus anfitriões moram em Västerganinge e foram me buscar de carro
O cartão do transporte: o transporte lá é integrado (quando aprenderemos, senhor governador de Brasília? quando?) e você compra o cartão por 560 coroas pra usar o mês inteiro em trem, onibus, metro, tudo, tudo tudo. Tem opção de pagar por semana e por dia também. Tem vez que ninguém confere seu cartão, tem vez que passa alguém com uma maquininha pra conferir. Não seja babaca de querer burlar o sistema deles, ok?
O centro de Estocolmo estava em reforma quando fui, mas deu pra perceber o tanto que a cidade é cosmopolita e cheia de gente de todas as cores. Na biblioteca tem um guia de museus informando horários de funcionamento e preços. Aô lugar pra ter museu, viu!
Ouvi falar que tem um passeio de barco perto do Kunsträdgarden muito bom, que dura 1h30. No dia que eu ia choveu e eu descobri o lindy hop, então não fui e fiquei de boa.
Ah, sabe o starbucks? Pega o starbucks e joga no lixo. Vá na Espresso House e peça qualquer coisa.