No início de setembro, o montanhista Felipe Dallorto estava voltando de um dia de escalada no Parque Estadual da Pedra Branca. Num dos lagos que existem no entorno do parque, formados pela ação de uma pedreira desativada que perfurou o lençol freático do solo. Nesse dia, ele observou um menino subindo pelas falésias. Foi atrás e descobriu várias vias de escalada (quando se completa toda a rota da pedra).
Essa é uma modalidade de escalada rara, chamada psicoblock (não existe em nenhum outro lugar do Brasil), que dispensa o uso de equipamentos (só é utilizada a sapatilha). Nesse tipo de escalada, quando o alpinista chega ao fim, ou desiste no meio da via (que chegam até a quinze metros), ele se atira na água.
"A sensação que se tem lá em cima é de liberdade. E quando está escalando, o atleta não quer desistir e se jogar. Está sem equipamento nenhum, a água lá embaixo. O que exisge muita calma e concentração", diz Felipe Dallorto.
http://oglobo.globo.com/rio/bairros/posts/2009/10/25/nova-modalidade-de-escalada-descoberta-em-jacarepagua-235042.asp
No início de setembro, o montanhista Felipe Dallorto estava voltando de um dia de escalada no Parque Estadual da Pedra Branca. Num dos lagos que existem no entorno do parque, formados pela ação de uma pedreira desativada que perfurou o lençol freático do solo. Nesse dia, ele observou um menino subindo pelas falésias. Foi atrás e descobriu várias vias de escalada (quando se completa toda a rota da pedra).
Essa é uma modalidade de escalada rara, chamada psicoblock (não existe em nenhum outro lugar do Brasil), que dispensa o uso de equipamentos (só é utilizada a sapatilha). Nesse tipo de escalada, quando o alpinista chega ao fim, ou desiste no meio da via (que chegam até a quinze metros), ele se atira na água.
"A sensação que se tem lá em cima é de liberdade. E quando está escalando, o atleta não quer desistir e se jogar. Está sem equipamento nenhum, a água lá embaixo. O que exisge muita calma e concentração", diz Felipe Dallorto.