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FHaddad

Caparaó - Pico da Bandeira - ES

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Já se passaram 5 meses da minha ao Parque Nacional, mas devido ao 2º semestre intenso que tive em SP este ano, prorroguei muito o relato desta viagem; queria escrevê-lo com a mesma calma que planejei esta aventura.

Meu planejamento começou em abril, quando tive a noticia que teria alguns dias de férias em julho. Estava num ritmo forte de escalada na epoca e estava louco pra ir pela primeira vez a um Pq. Nac. O Caparaó foi o escolhido justamente por abrigar o Pico da Bandeira, o terceiro maior do Brasil. Planejei tudo nos minimos detalhes antes de partir, li diversos relatos, pesquisei muito e as visitas aos sites do IBAMA, ao mochileiros e do parque nacional do caparaó eram quase que diarias. Sabia tudo quando parti, horários e preços de ônibus, o que podia e o que não podia levar pra montanha, enfim, vou contar minha aventura e dou os "bizus" no final.

 

02/07/2009.

 

Peguei o ônibus da Azul que saia de Sp as 06:30 com destino a Campinas. Escolhi a Azul porque a passagem de ida estava mais barata que a de onibus e estava com muita pressa de chegar logo a Vitória/ES. Escolhi o ES porque acreditava que ia encontrar menos gente na trilha por lá, do que por MG. Doce ilusão, o camping e a trilha são lotados por qualquer lado..., depois de perder meus 4 butanos na hora do check in (perigoso embarcar com gás inflamavel) hahaha só fazendo um adendo aqui, vocês precisavam ter visto a hora que a menina do check in da Azul perguntou, "voce tem alguma coisa que pode ser perigosa na sua bagagem?" e eu respondi "gás" hahaha, decolamos de Campinas as 09:45 sob céu totalmente nublado. Grata surpresa chegar em Vitória com céu completamente aberto e um sol de rachar a cuca. Saí do aeroporto e peguei um onibus que me levou até a rodoviária, onde comprei a passagem que me levaria na manhã seguinte até Guaçui, no interior do estado, escala até o PN. Passagem na mão, fui para o hotel no centro da cidade que escolhi pela internet. Simples mas aconchegante, me cobrou R$ 69,00 o pernoite com café da manhã. Sabia que seria a última noite com conforto e na verdade, queria deixar isso logo pra tras. Estava instalado, bagagens no hotel, fui correr atras dos butanos que eu tinha perdido. Achei a unica loja de camping da cidade proxima ao hotel, por sorte. Com eles fui tomar uma gelada na praia de Camburi, bela praia. O transporte coletivo me serviu muito bem lá, fui e voltei de onibus várias vezes durante o dia. Durmi cedo, estava ansioso para deixar a capital.

 

03/07/2009.

 

Acordei as 06h00 e tomei um café da manhã reforçado no hotel afinal já estava incluso. Parti para a rodoviária onde o onibus saiu as 08h40. A viagem entre as cidades dura cerca de 4hrs, no valor de R$33,00 por paisagens maravilhosas. Eu não tinha ideia do que era o interior do espirito Santo. O sol brilhava forte iluminando montanhas que enxergava ao longe, sabia que chegando a Guaçui teria pouco tempo para comprar a comida que levaria para a montanha, pois o intervalo para o proximo onibus sentido Dores do Rio Preto seria curto. Avistava uma linda serra encoberta por algumas nuvens e imaginava que talvez fosse minha intenção de conquista, o Pico da Bandeira. Realmente tive apenas alguns minutos para comprar uma passagem para Dores, correr no mercado, comprar minha lista de mantimentos e me jogar no onibus que após 45min me deixava em Dores, cidade muito acomchegante. Tive tempo de fazer um lanche na padaria na qual desembarquei. Padaria Pico da Bandeira. Já podia sentir o ar fresco da altitude. Mais um onibus me levou finalmente a Pedra Menina, distrito de Dores que esta a apenas alguns quilometros da portaria capixaba do PN. Já sabia a pousada que queria ficar, liguei na Pousada dos Anjos alguns dias antes de deixar SP, os previnindo da minha chegada. De dentro do onibus o cobrador já apontava a dona da pousada ao orelhão da cidade. Como foi facil localiza-la. Que povo hospitaleiro. Enquanto ela preparava um jantar, a filha arrumava meu quarto e o filho, Roni, me dava dicas sobre a subida e combinamos uma carona em sua moto da pousada até a portaria na manhã seguinte. Marcamos a saida para as 6hrs. Ainda me convidaram para uma feijoada que teve na cidade, mas após um dia todo andando e trocando de onibus, queria durmir logo, afinal não sabia como seria minha subida da portaria até o camping da Casa Queimada. As motos não podiam entrar, e com certeza o Roni me deixaria na portaria e de lá, iniciaria uma caminhada ingrime de 9km.

 

04/07/2009.

 

Café preto e pão com queijo mineiro. Assim iniciou o dia que terminaria na expectativa de chegar ao cume. Cumprimos o combinado e meu mochilão pesava uns 300 mil quilos na minhas costas enquanto a moto subia ladeiras e ele nao se apoiova em nada, apenas nas minhas costas. Que alivio avistar a portaria, desci meio bambo da moto, fazia uma força descomunal com as maos e pernas, tentando equilibrar a mochila. Que bom foi avistar a portaria pela primeira vez sem ser por foto, tinha chegado apos muito planejamento. Só faltava a parte mais complicada, subir.

Todos alertam sobre a necessidade de se agendar a visita ao parque, e eu o fiz, por 2 vezes. A primeira vez liguei e fiz a reserva. A 2 vez liguei e nao localizaram minha reserva, refiz. Isso tudo com 30 dias de antecedencia a minha chegada. Que grata surpresa chegar, falar meu nome pro guarda e ele novamente não localizar minha reserva. hahahaha, hoje é engraçado, mas acho que o guarda me liberou ao ver minha cara de desespero. Não estava acreditando que seria barrado ali, mesmo estando certo, não levei nem uma lata de cerveja porque era probido, seria muita injustiça nao poder entrar. Mas o universo estava do meu lado, o guarda me olhou, abriu a cancela e disse em tom de brincadeira, "vai rapaz, some da minha frente." Que beleza ouvir aquilo, minha energia se recarregou imediatamente, recoloquei a mochila nas costas e entrei. Andei por cerca de 30min quando parei pra tomar agua. Sabia que seria dificil algum carro passar por mim, tinha ficado um bom tempo lá fora, ja caminhava a algum tempo e nem sinal de vida humana... recomecei a andar, e como musica aos meus ouvidos, ouvi o som de um motor. Era um Fiat Palio, com um casal de biologos de BH. Primeira aula sobre passaros que tive na vida, era a especialidade deles. Paramos diversas vezes entre o lugar onde me resgataram e a casa queimada para observarmos os pássaros. E que variedade, de varios tipos, tamanhos e cores diferentes. A intenção do casal era subir e descer o Pico da Bandeira naquele dia. Chegamos a Casa Queimada, fui arrumar minha barraca e desejei-lhes boa sorte, e eles partiram para o ataque. A chegada a Casa Queimada foi de contatos. Um grupo de Guarapari já foi logo fazendo brincadeira em relação a minha velocidade em armar minha barraca. Eles queriam subir na madrugada assim como eu, mas no ritmo que iam, sabia que nao chegariam longe. Estavam bebendo vinho e cerveja, levaram uma churrasqueira pórtátil, linguiça picanha... fiquei até envergonhado com meus miojinhos. Fiquei assustado também, muita gente no camping, afinal era sabado, e muito barulho, uns gritando, outros cantando, radios portateis... falta de respeito ao proximo e ao clima de montanha mesmo... mas cada um sabe o que faz. Conheci também uma rapaziada muito gente boa de Vitória, alguns integrantes do grupo ja haviam subido 5 vezes ao pico e se autodenominavam "equipe rapina". Combinamos de subir juntos por volta das 2 da madruga. Com um deles, fiz uma caminhada rápida até a pedra 2 irmãs, bem proxima ao camping e de onde finalmente pude avistar o pico da bandeira. Resolvi descansar um pouco, entrei na minha barraca para uma soneca de fim de tarde após uma bela refeição de miojo com bolacha hahah, estava a 2010m de altitude, o frio e a ansiedade pra subir se faziam presentes.

 

05/07/2009

 

Levantei a 1am. Os "rapinas" já se preparavam pra subida. Me vesti, preparei minha mochila, lanternas, roupas, comidinhas pra trilha e partimos as 2 horas. O tempo havia mudado e sol de fim de tarde deu lugar a uma noite bem nublada e de garoa fina na Casa Queimada, o que fez inumeras pessoas desistirem da subida, inclusive o pessoal de Guarapari (e do churrasco rs), que juro, tentei chamar insistentemente, mas estavam literalmente capotados numa barraca que parecia uma sala de estar. O começo da trilha foi puxado, estavamos em 3, eu, ( "paulista"), o "cabelo" e o Wagner Dorigo, mas depois que o corpo esquentou, as condiçoes pareciam melhorar... mas não as condições de tempo, chegamos a tomar chuva forte na subida, muitas pessoas já desciam dizendo estar perigoso e nós 3 combinamos de continuar até onde aguentássemos... estavamos mantendo um ritmo bom, e a chuva não nos encomodava tanto. Paramos inumeras vezes para descansar e tomar agua. Depois de 3 horas de caminhada finalmente chegamos ao pico. Fiquei abismado com o tanto de gente que havia encarado a trilha nas mesmas codições que a gente. Quem subiu pelo lado mineiro disse que não pegou chuva, então eles eram maioria, mas vi rostos que já havia visto de tarde. A emoção de chegar foi enorme e contrastava com o frio que sentia, principalmente por minha calça e botas estarem totalmente molhadas e eu ter levado apenas camisetas e casacos reservas na mochila. Me sentia mergulhado da cintura para baixo, em um saco de gelo. Tudo passou, as dores, o frio e a puteza que me batia ao ver todo o lixo que as "pessoas" deixaram no pico, ao ver o espetáculo do sol nascer... primeiramente entre nuvens, ele foi dissipando a chuva e iluminou o cenário indescritivel que via abaixo, e esquentou nossos gelados pés. Sentia uma sensação de vitoria por estar ali, e após sessoes de fotos, telefonema pra namorada, e contemplação com a natureza, iniciamos a descida. Dessa vez caminhavamos no claro e só ai pude ter noção dos lugares que havia passado durante a noite. Que visual... que energia positiva sentia naquele lugar...

Novamente após 3 horas de caminhada e muitos tombos e conversas descontraídas chegavamos a casa queimada, já bem mais vazia... Fizemos um brinde e uma celebração, agora eu tambem era um "rapina", rsrs... eles partiriam ainda aquele dia de volta pra vitoria, e eu ficaria mais uns dias no parque... nos despedimos, trocamos contatos, e ainda falo com o pessoal... Fui durmir depois de um banho gelaaaaado, e que grata surpresa acordar e ter a compania só dos passaros, não havia mais ninguem no PN naquele final de tarde de domingo, só uma barraca, sem ninguem dentro, estava distante da minha, e imaginei que seriam aventureiros subindo sozinhos talvez naquela noite. O céu estava bem mais aberto, fiquei organizando algumas coisas na barraca e escrevendo muito na minha agenda. Preparei uma deliciosa sopa de queijo e fui durmir, fazia um frio absurdo.

 

06/07/2009.

 

Após uma boa noite de sono e recuperação, levantei bem cedo, antes que o sol conseguisse passar a pedra 2 irmãs. Aguardei com ansiedade e logo que senti os primeiros raios coloquei minha roupa umida pra secar e deixei minha barraca aberta. Nunca esperei tanto pelo sol, passei uma noite gelada no Caparaó e nem 3 casacos aliviavam o frio. Na presença do astro rei, arrumei novamente minha mochila e sai para nova caminhada pelo PN agora com destino ao Mirante do Lajão. Lugar espetacular de onde pode-se avistar a camping da Casa Queimada e uma cachoeira láááá em baixo, que nao saberei precisar o nome. Estava um clima muito bom, cheguei a ficar sem meias e camiseta. Em questão de 5min tudo mudou. Baixou uma grande nuvem e o sol sumiu, um vento gelado vinha de sul. Recoloquei rapido minha roupa e peguei o caminho de volta ao camping em ritmo acelerado. A temperatura caiu drasticamente. De volta recolhi minha roupa que estava estendida, enchi meu cantil e entrei na barraca. Foi o tempo exato pra cair uma chuva daquelas que praticamente dobram a barraca. Por volta das 17hrs a chuva deu uma tregua e pude novamente sair da barraca e conhecer os donos da barraca que havia ficado junto com a minha como unicas do amping. Dois caras gente fina de Vitoria tambem, geologo e biologo. Estavam como eu, sem meio de transporte para o retorno e combinamos a descida rumo a portaria juntos na manhã seguinte. O menu novamente foi sopao de queijo, e estava preparado paramais uma noite fria. Durmi sabendo que ia caminhar 18km no dia seguinte: 9 do camping até a portaria e mais 9 da portaria até Pedra Menina.

 

07/07/2009

 

Acabei tendo que caminhar apenas os 9 primeiros quilometros entre o camping e o portal de entrada. Valeu cada passo. Vistas iradas e cachoeiras com aguas geladissimas como a da Farofa, onde pude aproveitar para refrescar o coco e matar a sede. Novamente tive uma aula, agora de Geologia com um dos caras que descia comigo. Chegando na portaria apos breve descanso e café o guarda (o mesmo que me deixou subir na chegada) e imaginando a distancia que ainda teriamos que percorrer. Foi entao que milagrosamente apareceu um casal em uma perua Gurgel apenas pra pedir informações ao Guarda hahahahah, na verdade foram mandados por uma força maior para nos resgatar. Fomos premiados. Percorremos o trecho em 15min e me deixaram novamente na pousada dos anjos. Durmi em Pedra menina mais uma noite, e na manhã seguinte refiz minha maratona, dessa vez sem durmir em Vitoria, seguindo direto pra Sp, de busão mesmo, chegando apenas dia 09 pela manhã. Valeu cada minuto essa experiencia que recomendo a todos, e que se forem conscientizem os outros a não sujar as trilhas e o pico. Precisamos conservar o nosso Brasil. Esse foi o unico ponto negativo da minha viagem, de resto, nota 10!

Prometo postar algumas fotos e com certeza deixar todas as dicas de telefones uteis, sites, preços e horários de onibus. Mas depois, porque agora estou "trabalhando"...

Abraço a todos e bons ventos. :D

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Chegada a Vitória.

 

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Rodoviária de Guaçui

 

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Portaria Capixaba.

 

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Casa Queimada vista das @ Irmãs.

 

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Rapaziada de Guarapari

 

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Inicio da trilha pro pico, dentro da nuvem

 

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sol nascendo

 

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So o cume interessa.

 

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Lugarzinho feio né

 

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Pico da Bandeira.

 

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Mirante do lajão com a cachoeira escondida entre a mata.

 

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Cachoeira da Farofa.

 

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Hidratando na cachoeira da Farofa.

 

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Voltando pra casa.

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Legal o relato FHaddad.

 

Não pensou em fazer a travessia, descendo pelo lado mineiro?

Que azar pegar toda essa chuva em pleno inverno hein.

 

A alguns anos atras subi pelo lado mineiro e peguei um sol de rachar.

Cheguei até a me queimar além do normal, mas valeu a pena.

 

Esse negócio de reserva será que não é furada não?

Na época eu também liguei p/ o parque pedindo informações da reserva. Disseram que lotava e que tinha de reservar com bastante antecedencia, mas qdo cheguei lá contei umas 5 barracas.

 

 

Abcs

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Pois é Augusto...

 

Com relação a reserva, o parque tem ficado muito lotado. Fomos esse ano por lá em julho ( 05-07-2009-expedicao-mochileiros-ao-p-n-do-caparao-t35652.html ). Eles estão barrando nas reservas. Nesse dia não conseguimos vaga no terreirão para acampar. Somente na tronqueira. E no sábado estava realmente MUITO lotado.

 

Acho que é uma boa esse tipo de limitação de pessoas. Agride menos o parque...

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Eu acredito que sim! De SP capital até vitória de ônibus, dá mais ou menos umas 12 horas. Pode ser que dure um pouco mais por causa da época. Vc não vai ter que passar por Vitória, é só para ter uma noção. O Parque fica mais ao sul, com relação a capital capixaba.

 

Planeje no pior caso que vc gaste 24h para ir e 24h pra voltar, sobram 5 dias ainda. Veja os horários de ônibus, o trajeto que pretnte fazer e manda ver. ::otemo::

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Azevedo.

 

Dá pra ir sim.

 

De SP Vai pela Itapemirim. e for Subir pelo Lado Mineiro, Vai até Manhu Mirim e de lá tem uma espécie de "circular" que roda as cidadezinhas da região praticamente de hora em hora e vai até Alto Caparaó.

 

Se for pelo lado capixaba, desce em Carangola e de lá vai pra Espera Feliz.

 

Mas fique atento às condições meteorológicas. Montanha nessa época...não é recomendável.

 

Abração

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A farofada é onipresente, né? Chama atenção este povo.

Mas curti o relato. inverno nas montanhas é sempre rigoroso, ainda mais quando bate chuva. ::Cold::

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É Cacius... lá não tem jeito...

 

Ou vai fora de temporada e no meio da semana, correndo risco de chuvas ou encara a farofa.

 

Os guardas fazem um trabalho bom lá de educação ambiental, cuidam da trilha direitinho, mas alguns ainda teimam em contrariar! :wink:

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PARA O AVENTUREIRO"FHADDAD",PARABENS AMIGO PELA CAMINHADA AO PICO DA BANDEIRA,O SEU RELATO FOI BEM INFORMATIVO,ESTOU PENSANDO SERIAMENTE EM FAZER UMA CAMINHADA,SAINDO DE TOMBOS-MG COM DESTINO AO PARQUE NACIONAL DO CAPARAÓ(PICO DA BANDEIRA),MOCHILA NAS COSTAS E PÉ NA ESTRADA,SONHO MUITO COM ESSA AVENTURA.(ZACARIAS JACOB,DANBURY-CONNECTICUT-USA).

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