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Olá viajante!

Bora viajar?

San Andrés, Bogotá, Zipaquirá e Cartagena - Julho 2016 (Com valores $$)

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Olá novamente, mochileir@s!! Vou contribuir com mais um relato de viagem, dessa vez explorando mais um pedacinho da América Latina (por quem morro de amores ::love:: ): a Colômbia. Foram 14 dias muito bem aproveitados em San Andrés, Bogotá e Zipaquirá, e Cartagena das Índias. De gastos antecipados apenas a passagem SP-San Andrés-SP, pela Copa, no valor de R$ 1.518,40 (com conexões no Panamá e Cartagena, tanto na ida quanto na volta). Fizemos o câmbio no Brasil mesmo a uma taxa aproximada de R$1,00 = COP 762,50. Como era alta temporada na ilha resolvemos reservar também uma pousada (Posada Alexa Forbes), mas não houve gasto com sinal – o dono da pousada foi super gente fina. Negociando consegui fechar a diária por COP 45 mil por pessoa. Foi o mais barato que encontrei nas minhas pesquisas. Hostels estavam na faixa de COP 60 mil. Simbora pro Caribe?

 

SAN ANDRÉS

 

07/07 – Quinta-Feira

Nosso vôo para San Andrés sairia na madrugada do dia 08, então, saímos no fim da noite para o aeroporto de Guarulhos. Saindo aqui de Jandira, com meu amigo Neilor, pegamos um táxi até o centro (R$ 3,50) e depois o trem (R$ 3,80). Descemos numa estação depois para encontrarmos nossa amiga Cíntia, e de lá partimos para o Metrô Tatuapé onde tomamos o último ônibus pra aeroporto (R$ 5,55). Um dogão enquanto esperava custou R$ 3,00. Chegamos ao aeroporto e fomos procurar nossa outra amiga, a Camila, que já tinha chegado lá beeeem antes de nós. Depois de todo mundo reunido, encontramos um canto pra cochilar um pouco até a hora de fazer o check-in e despachar as bagagens.

 

Gasto do dia: R$ 15,85

 

08/07 – Sexta-Feira

Depois de um tempo de cochilo o despacho de bagagem já estava aberto para o nosso voo, e lá fomos nós. Depois do check-in, no guichê da Copa mesmo, compramos o bilhete turístico de San Andrés (R$ 135,00). No horário previsto partimos para San Andrés, com aquelas conexões. Fizemos os trâmites de imigração em Cartagena. À tardezinha pousamos em solo “isleño”. Ao chegar é necessário apresentar o bilhete turístico com as datas de entrada e saída e nome do lugar aonde você vai se hospedar. Aqui deu uma engasgada na coisa, pois nosso voo de volta seria dia 22, mas queríamos sair da ilha nesse ínterim e voltar pra tomar o voo dia 22. E a dúvida era se precisaríamos pagar outro bilhete turístico. Depois de conversar com os agentes do aeroporto, educados e muito dispostos a ajudar, nos explicaram que se voltássemos à ilha por um período menor que 24hs até o horário do nosso voo não precisaríamos pagar novamente, estaríamos em trânsito. Tudo esclarecido saímos e fomos pegar um táxi até a pousada (COP 14mil/4). Os endereços na Colômbia não têm o número da casa, então a referência é o nome da rua e algum ponto de referência. No nosso caso era uma padaria. Fica bem perto do aeroporto, mas não é recomendável ir a pé. Como vinha trocando mensagens com a pousada eles meio que já estavam nos esperando a hora em que chegamos. Fomos muito bem recebidos pelo senhor Alberto, que nos instalou, deu algumas informações, perguntou a que horas queríamos o café da manhã, essas coisas. Depois de um tempinho arrumando as coisas, e a nós também, partimos em direção ao centro – uns 20 minutos de caminhada, sossegados – atrás de algum lugar para comer. De cara descobrimos uma coisa: sabe aquele lance de perguntar pros nativos onde comer? Então, lembre-se sempre de perguntar onde tem um lugar barato, porque eles vão indicar sempre um lugar pra turista $$$ se você não disser o adjetivo barato!! A não ser que você queira comer num lugar mais “refinadinho”! Nos indicaram, então, um lugar chamado Titanic, se não me engano. Enquanto escolhíamos o que comer, uma das atendentes ao descobrir que éramos brasileiros começou a arranhar um portunhol, cantar algumas músicas em Português, foi bem legal. Escolhi um frango que veio acompanhado de arroz, salada e patacones (banana frita); custou COP 14mil. Depois de matar a fome, que estava apertando, fomos até o centro. De cara, passamos no Caribean e fomos experimentar uma limonada de coco (COP 8mil). Sério pessoal, experimentem isso. É muito bom ::otemo:: !! Ficamos caminhando pela orla, cansados, mas ansiosos pelos dias que viriam. Voltamos a pé mesmo para a pousada, o que faríamos todos os demais dias.

 

Gasto do dia: R$ 135,00 // COP 25.500,00

 

09/07 – Sábado

Às 8hs da manhã o Sr. Alberto trouxe-nos o café da manhã, modesto, mas justo e o suficiente para começar bem o dia. Partimos rumo ao centro e pra curtir a praia de Sprat Bight. A sensação ao ver aquele mar cristalino é realmente impactante. É muito, muito lindo... o cenário da praia, com os coqueiros ao largo da areia, aquela água incrível, numa temperatura incrível!!! Arrumamos um canto na areia pras nossas coisas e aproveitamos um longo tempo na água, caminhando pela areia... Daí bateu a fome e fomos procurar lugar pra comer. Depois de procurar, pedir informações, indo à esquerda pela orla e pegando uma das ruas à esquerda, nos indicaram o Tandita Isleña. Fica na avenida onde passam os ônibus. O almoço foi bem servido. Sopa de entrada, prato principal com arroz de coco, salada, patacones, e a carne à escolha. Vem sempre um suco ou refrigerante colombiano também (COP 16mil). Depois do almoço pedimos informações no restaurante mesmo e pegamos o ônibus para o Oyo Soplador. (COP 2mil). O tempo estava meio nublado e vez em quando caia uma chuvinha, mas nada que atrapalhasse. Oyo Solpador é um buraco que sopra conforme as ondas batem... e, às vezes, esguicha um bocado de água. Não é nada suuper admirável, mas é bem divertido até. Decidimos caminhar um pouco e fomos voltando a pé sentido às praias de San Luis. Ficamos um tempinho ali curtindo e depois pegamos, já no fim da tarde, o ônibus de volta para a pousada (COP 2mil). Passamos no mercado pra fazer umas comprinhas (COP 18.800/4). Ficamos de bobeira um pouco, nos preparando pra sair à noite. E lá fomos nós. Passamos novamente no Caribean e dessa vez fomos experimentar seus drinks alcoólicos (COP 14mil). Sempre se reúne uma galera nas muretinhas da peatonal. Sentamos lá e ficamos bebendo, trocando idéia, curtindo o clima noturno delicioso, batendo perna pela orla até cansar e voltar pra pousada.

 

Gasto do dia: COP 38.700

 

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10/07 – Domingo

Nesse dia tomamos o café um pouquinho mais cedo, pois já tínhamos em mente ir fazer o passeio do Acuário+Jhony Cay. Estávamos um tanto apreensivos porque em conversas, no dia anterior com outros brasileiros que encontramos, e mesmo com pessoal que faz os passeios, disseram que Jhony Cay estava fechado por causa das condições do mar. Mas para nossa sorte, nesse domingo Jhony Cay estava reaberto e, então, compramos o passeio Acuário+Jhony Cay (COP 25mil). Não adianta fazer pesquisa, o preço do passeio é tabelado. Em qualquer lugar irá custar o mesmo preço. Pra comprar o passeio é fácil, chegando às marinas o que não vai faltar é gente te oferecendo os passeios. O passeio sai por volta das 9hs e enquanto esperávamos compramos as sapatilhas (COP 12mil), muito recomendáveis para caminhar com tranquilidade pelo acuário. Só a ida de San Andrés ao Acuário já é bacana pra caramba, pois você passa por tonalidades diferentes de azul, percebe o grau enorme de visibilidade daquelas águas cristalinas; tudo regado com um pouquinho de adrenalina. Assim que chagamos no Acuário tem alguém que reúne o grupo do barco, dá umas explicações e avisa que o tempo ali é de 1:30m, até a partida para Jhony Cay. Levando isso em conta decidimos ir primeiro para Haynes Cay, a ilhota onde se chega caminhando pela água mesmo. Tiramos umas fotos, demos a volta completa e voltamos para o acuário. É realmente incrível aquele cenário todo, apesar de ser um domingo e estar um tanto cheio!! De ficar maravilhado mesmo. Depois de curtir o lugar fomos esperar nosso barco para Jhony Cay. O deslocamento é rápido e ao chegar a Jhony Cay deve-se pagar uma taxa de COP 5mil. No mesmo esquema do acuário somos recepcionados por alguém que dá algumas orientações e explica a dinâmica do almoço, que se deve agendar dentro do período de 12:30 às 14:30 mais ou menos, e custa COP 25mil. Na parte central do parque há uma área gramada bem bacana, recheada de coqueiros. Por aqui podem-se ver algumas iguanas. Demos a volta no parque, curtimos um pouco de mar e depois fomos almoçar. O almoço foi o mais caro de toda a viagem, mas não tenho do que reclamar. Pedi um peixe (vieram 2 peixes inteiros). Estava muito bom!! Depois de almoçar e bater papo fomos arrumar uma sombra na areia, debaixo dos coqueiros, à beira do mar e tirar uma soneca..hehehe. Bem alimentados e dormidos caminhamos novamente até mais próximo de onde sairia o barco para San Andrés, aproveitando cada segundo de mar. Nosso barco chegou e partimos de volta, curtindo o passeio sobre aquele mar inclassificável. Voltamos para a pousada e de lá fomos ao aeroporto para comprar nossas passagens da Viva Colômbia para Bogotá e Cartagena. A certa altura encontramos com um grupo de policiais que nos perguntou aonde íamos e nos orientaram a mudar o caminho para o aeroporto, pegando uma outra rua. A Camila respondeu com um sonoro “Muy Bien!” que no contexto ficou muito engraçado! Não nos disseram o motivo, mas intuímos, ainda mais considerando o fato de que fomos, informalmente, escoltados até a avenida principal do aeroporto. Chegamos no aeroporto e fomos ao guichê da empresa... que estava fechado e com um cartazinho dizendo que só abriria no dia seguinte, das 11:30 às 14:30, se não me engano. Voltamos pra pousada, tomamos um lanchinho, e demos um tempinho pra sair à noite novamente. Pra começar a noite tomamos uma cervejinha (COP 3mil) e mais tarde um drink (COP 12mil).

 

Gasto do dia: COP 82mil

 

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11/07 – Segunda-Feira

Como já sabíamos o horário de funcionamento da Viva Colômbia no aeroporto e não queríamos perder nenhum segundo sem aproveitar a ilha fomos à 1ª Igreja Batista de San Andrés (Ônibus – COP 2mil), conhecida também como iglesia de la loma! O que tem de mais interessante lá é subir na torre e ter uma vista praticamente completa de San Andrés. Pagam-se COP 3mil, tem alguém que te conta um pouco da história da igreja e depois a gente fica autorizado a subir as escadas para a torre. A subida é super de boa e a vista lá de cima é massa. Conseguimos ver as várias tonalidades de azul do mar. Foi aqui que aconteceu uma das paradas mais engraçadas da viagem. Nossa amiga Camila travou, literalmente, na hora de descer a escada de volta. Foram vários minutos de encorajamento, torcida, orientações e muita risada até que ela conseguisse descer. Quando, enfim, ela conseguiu descer foi calorosamente recebida com muitas palmas.. ::lol4:: . Saímos da igreja e fomos esperar o ônibus para irmos ao aeroporto (COP 2mil). Enquanto esperávamos conversamos um pouco com uma nativa que, ao que parece, fica olhando os carrinhos de golfe do pessoal que chega lá com eles. Entre outras coisas, ela disse o que ouvimos de vários outros nativos: que jamais sairiam de San Andrés, que nasceram ali e ali morreriam. Bom, não é tão difícil entender o porquê. Pegamos então o ônibus e fomos ao aeroporto. Tinha uma filinha pro atendimento, mas não demorou. A nossa intenção era comprar as passagens de todos os trechos com cartão de crédito, mas... ali no guichê só dava pra comprar com cash. Depois de pensar rapidamente em algumas questões, compramos o voo para Bogotá (COP 153mil). Depois íamos voltando a pé mesmo para a pousada para guardar grana e documentos. Estávamos voltando pelo mesmo caminho que tínhamos feito no dia anterior. De repente, começamos a ouvir uns assobios. Eu nem dei atenção... mas aí veio um garoto correndo atrás da gente dizendo: “No vayan por ahí!!!” Perguntei se era perigoso e ele disse que era tipo “território” de algum grupo, algo assim. Aí então entendemos direitinho porque no dia anterior a polícia tinha nos “escoltado” :shock: . Demos uma referência de onde estávamos e nos ensinaram como ir, mas ficou muuuito mais longe, levamos praticamente o dobro do tempo, mas chegamos. Depois saímos para almoçar (COP 13mil) e passamos o resto da tarde em Sprat Bight. Curtimos a água morninha, tiramos um belo de um cochilo na areia... No final da tarde tinha umas barraquinhas de comida e rachamos um ceviche (COP 15mil/3). Fizemos meio que um “bate e volta” na pousada, acertamos as diárias com o Sr. Alberto (COP 270 mil = 6 diárias) e voltamos para o centro. Passamos no barzinho do Caribean e pedi um drink que me deixou “muito feliz”... kkk Nem vou esquecer o nome: “tequila sunrise” ::tchann:: !!! Ficamos curtindo a noite e não me perguntem a que horas voltamos pra pousada!!

 

Gasto do dia: COP 460mil

 

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12/07 – Terça-Feira

De manhã, após o café, pegamos o ônibus para Rocky Cay (COP 2mil). O trajeto é rápido e depois a gente anda só um pouquinho a pé. É uma praia bem legal também. Estava um vento meio forte no dia e tomamos um cadinho de surra de areia, mas nada para atrapalhar. Achamos um canto pra gente embaixo de uma árvore, pra esconder um pouco do sol e do vento. Em Rocky Cay há uma ilhota no mesmo estilo de Haynes Cay, que dá pra ir andando de boa, e tem um navio naufragado, que daria pra chegar pertinho. Mas por causa dos ventos o acesso à ilhota estava proibido. Mas sempre tem uns turistas que não ligam pra normas de segurança e acabam indo mesmo assim e, como vimos que muitos estavam indo, a Camila foi perguntar para o guarda-vidas se estava liberado. Ao que ele respondeu que não, segundo ela com uma cara de poucos amigos, porque ele estava flertando com uma turista e ela tinha meio que quebrado o clima...rsrsrs (ela mesma quem disse kkk). Ficamos por ali e teve uma hora que estávamos todos na água, menos a Camila. Aí colou um carinha, depois outro, depois outro... Segundo ela eles já chegaram tranqüilizando: “Fica tranqüila. Não vou te roubar. Mas é que a gente vem aqui pra fumar (marijuana mesmo)” ::mmm: . Uns de nós voltaram pra fazer companhia pra ela, mas foi tudo super de boa mesmo. Depois de curtir pegamos o ônibus para o centro (COP 2mil) pra caçar almoço. Almoçamos num lugar onde alugam carrinhos de golfe e fazem passeios. O almoço, naquele esquema padrão, custou COP 15mil e depois do almoço rolou um sorvetinho COP 2mil. Aproveitamos que vendiam passeios onde almoçamos e fomos ver opções para o dia seguinte. A Camila decidiu que ia fazer snorkeling (COP 85mil – se não me engano – com todo material incluso) e nós, um pouco inseguros para essa atividade resolvemos repetir o Acuário, sem Jhony Cay (COP 15mil). Mais à tardezinha fomos fazer o passeio de barco pela baía (COP 25mil). É um passeio bem legal num barco grande com música, dança... é bem divertido e dura de 2 a 3hs. Depois do passeio, já no início da noite, fomos ao mesmo lugar onde comemos na primeira noite só pra tomar um lanche. Uma arepa “doble queso” saiu por COP 4mil. Quando voltávamos, numa praça na orla da avenida à beira-mar, tinha um grupo de crianças ensaiando uma dança. Paramos para ver e a Camila e o Neilor se empolgaram e decoraram toda a coreografia e ficaram dançando também... ::lol3:: . Fomos pra pousada descansar um pouquinho e à noite voltamos para o centro.

 

Gasto do dia: COP 65mil

 

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13/07 – Quarta-Feira

Tomamos café da manhã juntos, fomos pro centro e então deixamos a Camila numa das marinas pra fazer o passeio de snorkeling e nós fomos para o acuário novamente. Passamos toda a parte da manhã até a hora do almoço. Foi bem bacana fazer esse passeio só no acuário, sem precisar correr pra ir pra Jhony Cay. Dá pra curtir bastante e tem uma hora que fica bem menos pessoas, porque a maioria vai também para Jhony Cay, e então temos uma visão menos lotada do acuário. Tomamos um “coco fresa” (COP 10mil) e voltamos para San Andrés, onde encontramos a Camila e fomos almoçar. Mais uma vez no Tandita Isleña (COP 13mil). Depois do almoço fomos bater perna e comprar alguns “regalitos” (COP 8mil). Fomos pra pousada arrumar as mochilas, já que no dia seguinte viajaríamos para Bogotá. Como nosso voo de volta para São Paulo partiria de San Andrés e teríamos que voltar lá para pegar o voo, e teríamos que passar mais uma noite em San Andrés, e ficaríamos essa noite na pousada mesmo, acertamos com o Sr. Alberto de deixar um pouco de bagagem guardada na pousada, já que a Viva Colômbia limita a capacidade de bagagem grátis (sério, no aeroporto tem até um medidor. Se sua bagagem couber no medidor menor é free; se só couber no medidor maior você paga uma taxa; se não couber nesse também, você tem que despachar, e pagar a taxa). Deixamos as mochilas no modo grátis, tomamos um lanchinho com as coisas que tínhamos comprado no mercado e à noitinha partimos pro centro, para nos despedirmos a primeira vez de San Andrés. Calhou que nesse dia a ilha estava em festa, todo mundo uniformizado na rua comemorando a vitória do Atlético Nacional (ou Postobon - o patrocinador -, segundo a Camila rsrs) sobre o São Paulo. Juro que estava acidentalmente com uma camisa do Corinthians nessa noite!! Juro mesmo que foi acidental!!

 

Gasto do dia: COP 31mil

 

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CONTINUA......

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Ola Wesley blz?. Seu relato cheio de dicas está dez.Ajuda muita a nós que ainda vamos viajar.

Estou indo pra lá em Abril, começando por Bogotá.

Só uma pergunta , O seu cartão passou de boa por lá. No vivacolombia, as passagens voce comprou quando já estava lá né?

 

Fala Sérgio... o cartão passou de boa sim. É só lembrar de avisar o seu banco que você vai pro exterior e pedir pra habilitar o uso internacional. Não tive problemas!! As passagens da VivaColombia nós compramos lá mesmo, direto no site da empresa. Se for comprar lembre-se de desmarcar seviços que você não queira ou não precise!

Que bom que as dicas estão ajudando!! Abraço!!

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