Consegui uma folga no trabalho e a autorização da minha esposa kkkkk ( melhor esposa do mundo ), meu destino desta vez, a Chapada Diamantina, fui sozinho nesta viagem a Chapada, e ainda inclui mais 2 dias inteiros em Salvador.
É impossível conhecer toda a Chapada em uma viagem de poucos dias como esta, fui sem planejar os passeios que faria, apenas muitas ideias e vontade de encaixar e conhecer o máximo possível nestes poucos dias e deixei o destino como encarregado de “reservar” as grandes aventuras nesta viagem, já para Salvador, meu objetivo era basicamente o centro histórico, acabei conhecendo alguns outros pontos da cidade.
Procurei economizar na hospedagem e nos passeios de acordo com as ofertas das agencias, uma forma boa de economizar é alugar um carro e rachar com uma turma, mas sozinho isso é impraticável.
Como resolvi a viagem faltando menos de um mês para a viagem, nem tive tempo para pesquisar e encontrar grandes promoções, os voos de BH para Salvador estavam todos da faixa de R$500,00, encontrei pela Azul voo direto a Lençóis e retornando a BH via Salvador, paguei R$656,00, para mim foi interessante, pois ganhei uma tarde em Lençóis, já que evitaria o trajeto Salvador X Lençóis de ônibus no primeiro dia.
Sábado 08/10
1º dia
Cheguei cedo no Aeroporto de Confins, despachei minha mochila e fui aguardar o meu voo,
A Azul opera este trecho de BH a Lençóis duas vezes por semana, é uma opção muito interessante para ganhar um tempinho extra na Chapada, são realizados por aeronaves turboélice ATR-72, só lembrando aos desavisados, muitos tem a ideia que o avião turboélice é um teco teco e perigoso, etc... o avião é tão moderno quanto um jato, só para constar.
Chegando no Aeroporto de Lençóis, peguei minha mochila e vi um cara com uma plaquinha “Transfer R$20,00”, felicidade, pois os taxistas estavam cobrando R$80,00, este transfer é da empresa Chapada Adventure Daniel, recomendo.
Dica: Sobre saques em Lençóis, na cidade possui apenas Banco do Brasil, mas também é possível sacar no Bradesco , possui ponto de atendimento no restaurante Garimpo Gourmet e Caixa Econômica Federal na casa lotérica.
Hospedagem: Hospedei-me no Hi Hostel Chapada, bem localizado, banheiros e camas limpas, bom café da manhã, as diárias foram R$55,00, atendimento da maioria dos funcionários foi nota 10, gostei dos dias em que estive hospedado por lá, mas viajando sozinho, não me hospedaria de novo, pois o único momento de interação que existe por lá é basicamente na hora do café da manhã, há opções melhores com preços inferiores e até mesmo mais comodidade. Para o pessoal que não fica sem internet, eu usei o wifi lá por duas ou três vezes, funcionou ok.
Nada é obra do acaso, visitei a Chapada Diamantina em dias de chuva, os rios e cachoeiras estavam com grande volume d’água, a Pratinha estava interditada para banho, a agua estava barrenta e de acordo com os locais, quase 3 metros acima do nível normal.
Quando cheguei ao hostel estava faltando energia elétrica na rua do hostel, o sei muito bem que não era culpa deles, a culpada era companhia energética da Bahia, sem eficiência e qualidade, fiquei sabendo que estava com problemas da rede elétrica desde a tarde de sexta, mas a menina da recepção me disse “já já volta”, consequência, meu banho neste dia foi em agua gelada, dá-lhe perrengue hahaha.
Tem uma agencia de viagens que trabalha dentro do hostel, a Diamantina Trip, não fechei nenhum passeio com eles, pois estava em busca de preços melhores, mas a Cláudia da agencia me atendeu muito bem. Descobri ainda que em Lençóis algumas agencias compartilham clientes, então pagar por agencia A ou B, talvez no final não signifique que irão ao carro desta empresa. Mais a frente conto detalhes.
Check-in realizado, troquei de roupa, guardei minha mochila, sai em busca de almoço, já era mais de 13:00, a fome apertava, passei em alguns restaurantes na Rua das Pedras, acabei escolhendo o Restaurante da Zilda, pois era o que me serviria mais rápido, fome nível hard hahaha, meu almoço ( PF super servido ) mais um suco de frutas ficou por R$22,00, comida caseira de excelente qualidade.
Após o almoço sai caminhando pela cidade para conhecer e também aproveitei para olhar alguns preços nas agencias, a maioria tem preços semelhantes, o que vale para conseguir algo diferenciado e fechar os passeios que pretende fazer com uma única agencia e conseguir um bom desconto, todas oferecem ainda desconto para pagamentos em dinheiro e também parcelam no cartão de crédito.
Resolvi ir a Cachoeira Serrano, para ir há duas maneiras, tem uma trilha que se inicia próxima a estação de tratamento de agua da Embasa ou ainda pode ir caminhando pela rua da rodoviária, no final começa a trilha, em minha opinião é a maneira mais legal, pois você caminha por toda cachoeira, tinha muitas lavadeiras e locais na parte baixa da cachoeira, no caminho fui abortado por algumas pessoas oferecendo serviço de guia, apenas agradeci, a esmagadora são guias ilegais, são pessoas simples da cidade que querem ganhar um trocadinho extra, os guias oficias condenam e falam muito mal deste pessoal, falando que inclusive alguns turistas já foram assaltados, então para quem quiser, escolha somente através de algum que tenha referencia.
Pensava ainda em fazer a trilha para as outras cachoeiras do circuito, mas como estava bem satisfeito com o almoço ( leia-se sono), resolvi ficar somente pelo Serrano, na parte de cima da cachoeira fica um pessoal vendendo cerveja, refrigerante, agua, etc.
Escolhi uma piscininha no alto da cachoeira e fiquei por lá curtindo minha preguiça.
Mais tarde, peguei a trilha da Embasa e voltei para cidade, mas antes parei numa casinha de barro no caminho e tomei uma agua de coco ( R$6,00 ), fiquei conversando com o senhor da vendinha, me contou um pouco sobre a historia da cidade.
Cheguei ao Hostel a energia ainda não tinha voltado, resolvi encarar o banho frio, que não estava frio, estava gelado e o chuveiro nem saia tanta agua...hahahaha.
Após o banho fiquei na recepção conversando com o Danilo, funcionário do hostel, muito gente boa, fui para a rua, pesquisei algumas agencias, fechei com a ZenTur o Roteiro da Cachoeira da Fumaça e Riachinho ( R$150,00) para manhã seguinte, pechinchei um pouco com a atendente, Febe, muito atenciosa, combinei que fecharia naquele instante somente a Cachoeira da Fumaça, mas fecharia outros passeios com eles de acordo com o que resolvesse fazer, pois viajei sem definir todos os roteiros.
Já era umas 8 da noite, saindo da agencia vi umas barraquinhas do outro lado da ponte, fui até lá para ver se tinha algo para comer, acabei comendo um Acarajé ( R$7,00 ) muito bem servido e de qualidade, Acarajé da Zenaide, tem uma opção maior lá no prato, mas para mim o menorzinho já foi o suficiente.
Enquanto comia, caiu uma chuva bem forte, em alguns momentos cheguei até pensar...F ! para amanhã , após uma meia hora a chuva passou.
Mais algumas voltas na rua, voltei ao Hostel, nada ainda da energia elétrica voltar, lembram-se do “volta já já” ? Escovei os dentes e fui dormir pouco depois das 9 horas, estava cansado e o dia seguinte prometia emoções na Cachoeira da Fumaça.
Domingo 09/10
2º dia
Noite de sono maravilhosa, acordei pouco depois das 6 da manhã, fui para varanda ler um pouco, logo após as 7 o café começou a ser servido, comi bastante, tomei banho, preparei minhas coisas e sai em direção a ZenTur para encontrar com o restante do grupo, eles te buscam em sua hospedagem caso queira desta maneira, mas a cidade é pequena e não vi necessidade deste serviço para mim, passei em um mercadinho comprei uma garrafa d’água de 1,5 litros e umas barras de cereais, o nosso passeio estava marcado para sair as 8:30, mas por causa de um casal de Italianos não pontuais acabamos saindo as 8:50.
Nosso grupo era composto por 2 caras de João Pessoa, o Gutembergue e o Clério, o casal de Italianos Giullia e seu namorado que nunca aprendi o nome hahaha, uma menina da Polônia que vive na Somália e o guia e motorista Léo, gente finíssima, saímos num Fiat Doblo rumo ao Parque da Cachoeira da Fumaça, logo quando chegou a rodovia, percebi que a grande maioria dos motoristas das agencias, provavelmente tiraram carteira na Bolívia, rsrsrs, quem já andou por aquelas terras, sabem bem do que falo, andam como se estivessem em uma grande competição, mas chegamos inteiros ao nosso destino.
Chegando a portaria e inicio da Trilha recebemos o kit lanche fornecido pela agencia, 2 sanduíches de frango e salada com pão integral, duas frutas, barra de cereais, chocolate e uma garrafa de 500ml de suco de frutas, para mim foi o suficiente. Após assinarmos no livro de registro, o guia nos passou uma explicação sobre a trilha e ainda sobre como se comportar no local, paradas para descanso, etc.
Atenção: Dica importante para quem não tem costume de praticar exercícios, nem mesmo uma caminhada básica. A trilha é pesada logo no inicio, tem uma subida de mais de 2 km, então se prepare, uma menina que estava em outro grupo chegou aos prantos no final do primeiro trecho querendo desistir.
Iniciamos a caminhada rumo a cachoeira, o tempo estava nublado, o que foi bom, melhor assim do que o sol escaldante, fizemos a primeira parada na metade da subida, há muitas pedras pelo caminho, esta parte é basicamente uma grande escadaria natural nas pedras.
Chuva: Fomos agraciados com uma chuvinha após uns 10 minutos de trilha na parte alta, como ficou lindo, apos alguns minutos ficamos no meio de chuva e neblina, alguns reclamaram e até amaldiçoaram a chuva, calmamente falei a eles, calma pessoal, estamos na natureza, relaxem e aproveite o momento, a beleza da natureza é magnifica sob todas as condições.
Com a chuva, formaram-se várias poças e muita lama, o que para mim tornou tudo mais divertido, hahaha, num trecho próximo a cachoeira tivemos que atravessar uma parte alagada, retiramos os calçados e atravessamos descalços, mais ou menos uns 25 metros, agua um pouco acima dos joelhos, logo mais a frente, atravessamos o rio que forma a cachoeira.
Surpresa: Chegando a cachoeira, acreditem, encoberta pela neblina, nossa visibilidade era de uns 20 metros ou menos de distancia. Conseguíamos enxergar apenas um pequeno vulto da cachoeira, mais uma vez uma pessoa do grupo se estressou, um soltou um "TNC ", melhor irmos embora, o Guia Léo perguntou se queríamos retornar, o restante do grupo incluindo eu, fomos unânimes, jamais !!! Completei ainda dizendo que ficaria lá até o momento que o tempo abrisse, mesmo que fosse necessário pernoitar. Rsrsrs.
Aproveitando o tempo encoberto, comi o lanche fornecido pela agencia, nota 10.
Consegui uma folga no trabalho e a autorização da minha esposa kkkkk ( melhor esposa do mundo ), meu destino desta vez, a Chapada Diamantina, fui sozinho nesta viagem a Chapada, e ainda inclui mais 2 dias inteiros em Salvador.
É impossível conhecer toda a Chapada em uma viagem de poucos dias como esta, fui sem planejar os passeios que faria, apenas muitas ideias e vontade de encaixar e conhecer o máximo possível nestes poucos dias e deixei o destino como encarregado de “reservar” as grandes aventuras nesta viagem, já para Salvador, meu objetivo era basicamente o centro histórico, acabei conhecendo alguns outros pontos da cidade.
Procurei economizar na hospedagem e nos passeios de acordo com as ofertas das agencias, uma forma boa de economizar é alugar um carro e rachar com uma turma, mas sozinho isso é impraticável.
Como resolvi a viagem faltando menos de um mês para a viagem, nem tive tempo para pesquisar e encontrar grandes promoções, os voos de BH para Salvador estavam todos da faixa de R$500,00, encontrei pela Azul voo direto a Lençóis e retornando a BH via Salvador, paguei R$656,00, para mim foi interessante, pois ganhei uma tarde em Lençóis, já que evitaria o trajeto Salvador X Lençóis de ônibus no primeiro dia.
Sábado 08/10
1º dia
Cheguei cedo no Aeroporto de Confins, despachei minha mochila e fui aguardar o meu voo,
A Azul opera este trecho de BH a Lençóis duas vezes por semana, é uma opção muito interessante para ganhar um tempinho extra na Chapada, são realizados por aeronaves turboélice ATR-72, só lembrando aos desavisados, muitos tem a ideia que o avião turboélice é um teco teco e perigoso, etc... o avião é tão moderno quanto um jato, só para constar.
Chegando no Aeroporto de Lençóis, peguei minha mochila e vi um cara com uma plaquinha “Transfer R$20,00”, felicidade, pois os taxistas estavam cobrando R$80,00, este transfer é da empresa Chapada Adventure Daniel, recomendo.
Dica: Sobre saques em Lençóis, na cidade possui apenas Banco do Brasil, mas também é possível sacar no Bradesco , possui ponto de atendimento no restaurante Garimpo Gourmet e Caixa Econômica Federal na casa lotérica.
Hospedagem: Hospedei-me no Hi Hostel Chapada, bem localizado, banheiros e camas limpas, bom café da manhã, as diárias foram R$55,00, atendimento da maioria dos funcionários foi nota 10, gostei dos dias em que estive hospedado por lá, mas viajando sozinho, não me hospedaria de novo, pois o único momento de interação que existe por lá é basicamente na hora do café da manhã, há opções melhores com preços inferiores e até mesmo mais comodidade. Para o pessoal que não fica sem internet, eu usei o wifi lá por duas ou três vezes, funcionou ok.
Nada é obra do acaso, visitei a Chapada Diamantina em dias de chuva, os rios e cachoeiras estavam com grande volume d’água, a Pratinha estava interditada para banho, a agua estava barrenta e de acordo com os locais, quase 3 metros acima do nível normal.
Quando cheguei ao hostel estava faltando energia elétrica na rua do hostel, o sei muito bem que não era culpa deles, a culpada era companhia energética da Bahia, sem eficiência e qualidade, fiquei sabendo que estava com problemas da rede elétrica desde a tarde de sexta, mas a menina da recepção me disse “já já volta”, consequência, meu banho neste dia foi em agua gelada, dá-lhe perrengue hahaha.
Tem uma agencia de viagens que trabalha dentro do hostel, a Diamantina Trip, não fechei nenhum passeio com eles, pois estava em busca de preços melhores, mas a Cláudia da agencia me atendeu muito bem. Descobri ainda que em Lençóis algumas agencias compartilham clientes, então pagar por agencia A ou B, talvez no final não signifique que irão ao carro desta empresa. Mais a frente conto detalhes.
Check-in realizado, troquei de roupa, guardei minha mochila, sai em busca de almoço, já era mais de 13:00, a fome apertava, passei em alguns restaurantes na Rua das Pedras, acabei escolhendo o Restaurante da Zilda, pois era o que me serviria mais rápido, fome nível hard hahaha, meu almoço ( PF super servido ) mais um suco de frutas ficou por R$22,00, comida caseira de excelente qualidade.
Após o almoço sai caminhando pela cidade para conhecer e também aproveitei para olhar alguns preços nas agencias, a maioria tem preços semelhantes, o que vale para conseguir algo diferenciado e fechar os passeios que pretende fazer com uma única agencia e conseguir um bom desconto, todas oferecem ainda desconto para pagamentos em dinheiro e também parcelam no cartão de crédito.
Resolvi ir a Cachoeira Serrano, para ir há duas maneiras, tem uma trilha que se inicia próxima a estação de tratamento de agua da Embasa ou ainda pode ir caminhando pela rua da rodoviária, no final começa a trilha, em minha opinião é a maneira mais legal, pois você caminha por toda cachoeira, tinha muitas lavadeiras e locais na parte baixa da cachoeira, no caminho fui abortado por algumas pessoas oferecendo serviço de guia, apenas agradeci, a esmagadora são guias ilegais, são pessoas simples da cidade que querem ganhar um trocadinho extra, os guias oficias condenam e falam muito mal deste pessoal, falando que inclusive alguns turistas já foram assaltados, então para quem quiser, escolha somente através de algum que tenha referencia.
Pensava ainda em fazer a trilha para as outras cachoeiras do circuito, mas como estava bem satisfeito com o almoço ( leia-se sono), resolvi ficar somente pelo Serrano, na parte de cima da cachoeira fica um pessoal vendendo cerveja, refrigerante, agua, etc.
Escolhi uma piscininha no alto da cachoeira e fiquei por lá curtindo minha preguiça.
Mais tarde, peguei a trilha da Embasa e voltei para cidade, mas antes parei numa casinha de barro no caminho e tomei uma agua de coco ( R$6,00 ), fiquei conversando com o senhor da vendinha, me contou um pouco sobre a historia da cidade.
Cheguei ao Hostel a energia ainda não tinha voltado, resolvi encarar o banho frio, que não estava frio, estava gelado e o chuveiro nem saia tanta agua...hahahaha.
Após o banho fiquei na recepção conversando com o Danilo, funcionário do hostel, muito gente boa, fui para a rua, pesquisei algumas agencias, fechei com a ZenTur o Roteiro da Cachoeira da Fumaça e Riachinho ( R$150,00) para manhã seguinte, pechinchei um pouco com a atendente, Febe, muito atenciosa, combinei que fecharia naquele instante somente a Cachoeira da Fumaça, mas fecharia outros passeios com eles de acordo com o que resolvesse fazer, pois viajei sem definir todos os roteiros.
Já era umas 8 da noite, saindo da agencia vi umas barraquinhas do outro lado da ponte, fui até lá para ver se tinha algo para comer, acabei comendo um Acarajé ( R$7,00 ) muito bem servido e de qualidade, Acarajé da Zenaide, tem uma opção maior lá no prato, mas para mim o menorzinho já foi o suficiente.
Enquanto comia, caiu uma chuva bem forte, em alguns momentos cheguei até pensar...F
! para amanhã
, após uma meia hora a chuva passou.
Mais algumas voltas na rua, voltei ao Hostel, nada ainda da energia elétrica voltar, lembram-se do “volta já já” ? Escovei os dentes e fui dormir pouco depois das 9 horas, estava cansado e o dia seguinte prometia emoções na Cachoeira da Fumaça.
Domingo 09/10
2º dia
Noite de sono maravilhosa, acordei pouco depois das 6 da manhã, fui para varanda ler um pouco, logo após as 7 o café começou a ser servido, comi bastante, tomei banho, preparei minhas coisas e sai em direção a ZenTur para encontrar com o restante do grupo, eles te buscam em sua hospedagem caso queira desta maneira, mas a cidade é pequena e não vi necessidade deste serviço para mim, passei em um mercadinho comprei uma garrafa d’água de 1,5 litros e umas barras de cereais, o nosso passeio estava marcado para sair as 8:30, mas por causa de um casal de Italianos não pontuais acabamos saindo as 8:50.
Nosso grupo era composto por 2 caras de João Pessoa, o Gutembergue e o Clério, o casal de Italianos Giullia e seu namorado que nunca aprendi o nome hahaha, uma menina da Polônia que vive na Somália e o guia e motorista Léo, gente finíssima, saímos num Fiat Doblo rumo ao Parque da Cachoeira da Fumaça, logo quando chegou a rodovia, percebi que a grande maioria dos motoristas das agencias, provavelmente tiraram carteira na Bolívia, rsrsrs, quem já andou por aquelas terras, sabem bem do que falo, andam como se estivessem em uma grande competição, mas chegamos inteiros ao nosso destino.
Chegando a portaria e inicio da Trilha recebemos o kit lanche fornecido pela agencia, 2 sanduíches de frango e salada com pão integral, duas frutas, barra de cereais, chocolate e uma garrafa de 500ml de suco de frutas, para mim foi o suficiente. Após assinarmos no livro de registro, o guia nos passou uma explicação sobre a trilha e ainda sobre como se comportar no local, paradas para descanso, etc.
Atenção: Dica importante para quem não tem costume de praticar exercícios, nem mesmo uma caminhada básica. A trilha é pesada logo no inicio, tem uma subida de mais de 2 km, então se prepare, uma menina que estava em outro grupo chegou aos prantos no final do primeiro trecho querendo desistir.
Iniciamos a caminhada rumo a cachoeira, o tempo estava nublado, o que foi bom, melhor assim do que o sol escaldante, fizemos a primeira parada na metade da subida, há muitas pedras pelo caminho, esta parte é basicamente uma grande escadaria natural nas pedras.
Chuva: Fomos agraciados com uma chuvinha após uns 10 minutos de trilha na parte alta, como ficou lindo, apos alguns minutos ficamos no meio de chuva e neblina, alguns reclamaram e até amaldiçoaram a chuva, calmamente falei a eles, calma pessoal, estamos na natureza, relaxem e aproveite o momento, a beleza da natureza é magnifica sob todas as condições.
Com a chuva, formaram-se várias poças e muita lama, o que para mim tornou tudo mais divertido, hahaha, num trecho próximo a cachoeira tivemos que atravessar uma parte alagada, retiramos os calçados e atravessamos descalços, mais ou menos uns 25 metros, agua um pouco acima dos joelhos, logo mais a frente, atravessamos o rio que forma a cachoeira.
Surpresa: Chegando a cachoeira, acreditem, encoberta pela neblina, nossa visibilidade era de uns 20 metros ou menos de distancia. Conseguíamos enxergar apenas um pequeno vulto da cachoeira, mais uma vez uma pessoa do grupo se estressou, um soltou um "TNC
", melhor irmos embora, o Guia Léo perguntou se queríamos retornar, o restante do grupo incluindo eu, fomos unânimes, jamais !!! Completei ainda dizendo que ficaria lá até o momento que o tempo abrisse, mesmo que fosse necessário pernoitar. Rsrsrs.
Aproveitando o tempo encoberto, comi o lanche fornecido pela agencia, nota 10.
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