Viajamos de AirCanada todo o trajeto. De Montreal fomos para Toronto e logo em seguida para Bogotá. Saímos às 5h da manhã e chegamos às 13h da tarde (hora local) do mesmo dia na capital colombiana.
Ao sair do avião, fomos direcionados à imigração que foi muito tranquila por sinal (fomos questionados sobre pra onde a gente ia, onde a gente ia ficar, etc.). Logo depois, fomos pegar nossas mochilas e foi aí que caiu a ficha que estávamos em um país extremamente preocupado com a inibição do tráfico de drogas. Vimos vários policiais com cachorros passando pelas pessoas e malas em busca de algo suspeito.
Bom, após tudo isso, era a hora de pegar um táxi para o hotel (Ibis Museo Bogotá). Tivemos a sorte de conhecer o taxista Davi. Ele nos falou tudo sobre os principais pontos turísticos de Bogotá, sobre o clima, sobre a política. Perguntou sobre o Brasil, sobre Brasília, e se mostrou extremamente atencioso (como todos os colombianos que encontramos pela viagem), mesmo com o nosso espanhol meia boca. Coincidência ou não, havíamos chegado um dia depois do Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ter recebido o prêmio Nobel da Paz. Podíamos ver o orgulho na cara do Davi. Parece que o povo de Bogotá gosta muito do presidente. O trajeto durou em torno de 30 minutos e logo estávamos no hotel.
Dica: Sempre usar um táxi regularizado. Lemos vários relatos de problemas com notas falsas, picaretagem, etc. com táxis não regularizados. Além disso, não use os táxis brancos, eles são mais caros. Saia do aeroporto e você vai ver uma fila de táxis amarelos. Esses são mais baratos e são regularizados também. Pagamos 30000 pesos pelo trajeto (os táxis brancos cobravam 78000 COP). Ah! Não esqueça de pagar sempre no final da corrida!Dica: Sempre usar um táxi regularizado. Lemos vários relatos de problemas com notas falsas, picaretagem, etc. com táxis não regularizados. Além disso, não use os táxis brancos, eles são mais caros. Saia do aeroporto e você vai ver uma fila de táxis amarelos. Esses são mais baratos e são regularizados também. Pagamos 30000 pesos pelo trajeto (os táxis brancos cobravam 78000 COP). Ah! Não esqueça de pagar sempre no final da corrida!
Chegamos por volta das 15h no hotel Ibis Museo e logo fizemos o check in. Corremos para nos arrumar e sair para aproveitar o resto do dia (anoitece às 18h) no centro de Bogotá. Fomos à pé do Hotel à praça Bolivar, centro administrativo de Bogotá, onde se encontram a Corte Suprema de Justicia, a Catedral Primada, o Capitolio Nacional, o Palácio presidencial (Palacio de Nariño), etc.
Plaza Bolivar
Corte Suprema de Justicia
Catedral Primada
Capitolio Nacional
Pra quem conhece um pouco da história da Colômbia e acompanhou recentemente a série Narcos na Netflix, estar naquela praça era como participar direta e indiretamente da história. O prédio da suprema corte, por exemplo, foi reformado depois que o Exército colombiano abriu fogo contra os guerrilheiros do M-19, grupo paramilitar que invadiu o prédio e sequestrou várias pessoas, incluindo juízes, na década de 80 (esse episódio foi retratado na série!). Hoje, o local é calmo, mas com muitos, mas muitos policiais e soldados do exército colombiano por todo lado.
Interior da Catedral Primada
Já a igreja primada foi uma das primeiras igrejas construídas em Bogotá e se não a maior de todas. Entretanto, porém, ela guarda um interior bem simples e modesto comparado às outras igrejas que visitamos nesse mundo de meu Deus.
Palácio de Narinõ
Palacio de Nariño
Não tivemos tempo de visitar o interior de nenhum prédio do governo, até porque, isso exigiria um agendamento e estávamos com as horas contadas. Depois de várias fotos por ali, fomos em direção ao Palácio de Narinõ, a habitação presidencial, que fica logo atrás do congresso. Para acessar a rua que leva ao local, tivemos que passar por uma pequena revista. Eles verificaram as nossas mochilas e nos deixaram passar.
O palácio em si é fantástico. Possui uma arquitetura muito similar aos prédios mais antigos da Europa. Isso sem falar dos jardins. Mesmo com o clima chuvoso, a beleza do local era algo de se impressionar. No momento que passávamos por lá, uma comitiva de imprensa estava sendo montada, provavelmente para uma entrevista do então mais novo Nobel da Paz.
Igreja Museo Santa Clara
Ao lado do palácio presidencial, se encontra a Igreja Museo Santa Clara (Carrera 8 No. 8-91). Essa sim, não mostra nada por fora, mas por dentro é um espetáculo. Ela era uma igreja “funcional” durante vários séculos e depois foi transformada em um museu pelo governo. Pagamos 3000 COP por pessoa para entrar. Seu interior é todo, ou praticamente todo, banhado à ouro e pode-se ver inúmeras obras de arte de artistas colombianos de vários períodos históricos.
Em seguida, andamos em direção ao Santuario Nacional de Nuestra Señora del Carmen. Ela não é a mais velha, mas está entre as mais diferentes. Com arquitetura um pouco gótica, o que mais chama a atenção é a sua pintura em listras brancas e vermelhas. Ficamos sentados por alguns instantes admirando seu interior peculiar.
Museu Botero
A próxima parada era esperada há muito tempo por nós. Quem nunca viu nos livros de história do ensino médio, alguma obra do pintor/escultor Fernando Botero? Os quadros mais famosos do pintor e de seu acervo pessoal foram doados ao governo colombiano e hoje fazem parte do acervo do museu Botero em Bogotá (Calle 11 No. 4-41).
Suas obras são marcadas pelo volume. Tudo, desde pessoas e objetos e até frutas, és retratado com volumes exagerado. Para mim, os mais legais foram a escultura da mão logo na entrada do museu, a Monalisa e o quadro “Una Familia”. Gabriela se encantou mais com o acervo dos pintores Pablo Picasso e Degas.
Resumindo, a visita ao museu Botero é obrigatória e vale cada centavo mesmo (até porque não pagamos nada! O museu é gratuito). Ainda sobrou tempo para sentarmos no jardim central do museu para apreciar o pôr do sol (recomendo) por alguns minutos.
Capital Cocina y Café
Depois de caminhar a tarde toda, decidimos jantar. Abrimos o guia Lonely Planet e escolhemos o restaurante mais bem recomendado com preço razoável. Foi aí que conhecemos o Capital Cocina y Café (Calle 10 2-99).
O restaurante fica bem próximo da Plaza Bolivar e na esquina de duas ruazinhas. O local em si não é grande e muito menos sofisticado. Entretanto, não posso falar o mesmo da comida, que comida! Pedimos um prato de frango com batatas, cogumelos e aspargos para dividir entre nós dois e um suco de Lulo (indicação da garçonete que nos atendeu).
O Lulo como você verão mais para frente se tornaria a bebida oficial da viagem. Lulo é uma fruta encontrada na Colômbia que parece um tomate, por dentro é verde e tem um gostinho de tamarindo (Gabriela falava que parecia mangaba, mas nunca provei mangaba pra saber). Pagamos em torno de 43000 COP pelo jantar e saímos de lá completamente satisfeitos.
Já eram 19h da noite e não sabíamos como voltar para o hotel. Pensamos no táxi, mas me recusei pois eram somente uns 2.3 km de distância de lá. Resolvemos ir à pé. Perguntamos para a garçonete o caminho mais seguro e ela nos indicou ir pela Carreira 7. Essa rua é repleta de pessoas, bandas musicais, barracas de comida, vendedores ambulantes, era literalmente um teste para os nossos sentidos.
Terminamos o dia passando pelo edifício mais importante da capital, a Torre Colpatria, localizado no centro financeiro de Bogotá. Nesse dia, eles estavam projetando uma mensagem de felicitações ao presidente pelo prêmio Nobel. A mensagem iluminava a cidade de amarelo, vermelho e azul, as cores da bandeira colombiana.
Roteiro:
07/10/2016 - Bogotá
08/10/2016 - Bogotá
09/10/2016 - Bogotá
10/10/2016 - Santa Marta / Cabo San Juan
11/10/2016 - Santa Marta / Playa Branca
12/10/2016 - Santa Marta / Bahía Concha
13/10/2016 - Cartagena
14/10/2016 - Cartagena
15/10/2016 - Cartagena
16/10/2016 - Cartagena
17/10/2016 - Cartagena
07/10/2016 – De Montreal à Bogotá
Viajamos de AirCanada todo o trajeto. De Montreal fomos para Toronto e logo em seguida para Bogotá. Saímos às 5h da manhã e chegamos às 13h da tarde (hora local) do mesmo dia na capital colombiana.
Ao sair do avião, fomos direcionados à imigração que foi muito tranquila por sinal (fomos questionados sobre pra onde a gente ia, onde a gente ia ficar, etc.). Logo depois, fomos pegar nossas mochilas e foi aí que caiu a ficha que estávamos em um país extremamente preocupado com a inibição do tráfico de drogas. Vimos vários policiais com cachorros passando pelas pessoas e malas em busca de algo suspeito.
Bom, após tudo isso, era a hora de pegar um táxi para o hotel (Ibis Museo Bogotá). Tivemos a sorte de conhecer o taxista Davi. Ele nos falou tudo sobre os principais pontos turísticos de Bogotá, sobre o clima, sobre a política. Perguntou sobre o Brasil, sobre Brasília, e se mostrou extremamente atencioso (como todos os colombianos que encontramos pela viagem), mesmo com o nosso espanhol meia boca. Coincidência ou não, havíamos chegado um dia depois do Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ter recebido o prêmio Nobel da Paz. Podíamos ver o orgulho na cara do Davi. Parece que o povo de Bogotá gosta muito do presidente. O trajeto durou em torno de 30 minutos e logo estávamos no hotel.
Dica: Sempre usar um táxi regularizado. Lemos vários relatos de problemas com notas falsas, picaretagem, etc. com táxis não regularizados. Além disso, não use os táxis brancos, eles são mais caros. Saia do aeroporto e você vai ver uma fila de táxis amarelos. Esses são mais baratos e são regularizados também. Pagamos 30000 pesos pelo trajeto (os táxis brancos cobravam 78000 COP). Ah! Não esqueça de pagar sempre no final da corrida!Dica: Sempre usar um táxi regularizado. Lemos vários relatos de problemas com notas falsas, picaretagem, etc. com táxis não regularizados. Além disso, não use os táxis brancos, eles são mais caros. Saia do aeroporto e você vai ver uma fila de táxis amarelos. Esses são mais baratos e são regularizados também. Pagamos 30000 pesos pelo trajeto (os táxis brancos cobravam 78000 COP). Ah! Não esqueça de pagar sempre no final da corrida!
Chegamos por volta das 15h no hotel Ibis Museo e logo fizemos o check in. Corremos para nos arrumar e sair para aproveitar o resto do dia (anoitece às 18h) no centro de Bogotá. Fomos à pé do Hotel à praça Bolivar, centro administrativo de Bogotá, onde se encontram a Corte Suprema de Justicia, a Catedral Primada, o Capitolio Nacional, o Palácio presidencial (Palacio de Nariño), etc.
Plaza Bolivar
Corte Suprema de Justicia
Catedral Primada
Capitolio Nacional
Pra quem conhece um pouco da história da Colômbia e acompanhou recentemente a série Narcos na Netflix, estar naquela praça era como participar direta e indiretamente da história. O prédio da suprema corte, por exemplo, foi reformado depois que o Exército colombiano abriu fogo contra os guerrilheiros do M-19, grupo paramilitar que invadiu o prédio e sequestrou várias pessoas, incluindo juízes, na década de 80 (esse episódio foi retratado na série!). Hoje, o local é calmo, mas com muitos, mas muitos policiais e soldados do exército colombiano por todo lado.
Interior da Catedral Primada
Já a igreja primada foi uma das primeiras igrejas construídas em Bogotá e se não a maior de todas. Entretanto, porém, ela guarda um interior bem simples e modesto comparado às outras igrejas que visitamos nesse mundo de meu Deus.
Palácio de Narinõ
Palacio de Nariño
Não tivemos tempo de visitar o interior de nenhum prédio do governo, até porque, isso exigiria um agendamento e estávamos com as horas contadas. Depois de várias fotos por ali, fomos em direção ao Palácio de Narinõ, a habitação presidencial, que fica logo atrás do congresso. Para acessar a rua que leva ao local, tivemos que passar por uma pequena revista. Eles verificaram as nossas mochilas e nos deixaram passar.
O palácio em si é fantástico. Possui uma arquitetura muito similar aos prédios mais antigos da Europa. Isso sem falar dos jardins. Mesmo com o clima chuvoso, a beleza do local era algo de se impressionar. No momento que passávamos por lá, uma comitiva de imprensa estava sendo montada, provavelmente para uma entrevista do então mais novo Nobel da Paz.
Igreja Museo Santa Clara
Ao lado do palácio presidencial, se encontra a Igreja Museo Santa Clara (Carrera 8 No. 8-91). Essa sim, não mostra nada por fora, mas por dentro é um espetáculo. Ela era uma igreja “funcional” durante vários séculos e depois foi transformada em um museu pelo governo. Pagamos 3000 COP por pessoa para entrar. Seu interior é todo, ou praticamente todo, banhado à ouro e pode-se ver inúmeras obras de arte de artistas colombianos de vários períodos históricos.
Em seguida, andamos em direção ao Santuario Nacional de Nuestra Señora del Carmen. Ela não é a mais velha, mas está entre as mais diferentes. Com arquitetura um pouco gótica, o que mais chama a atenção é a sua pintura em listras brancas e vermelhas. Ficamos sentados por alguns instantes admirando seu interior peculiar.
Museu Botero
A próxima parada era esperada há muito tempo por nós. Quem nunca viu nos livros de história do ensino médio, alguma obra do pintor/escultor Fernando Botero? Os quadros mais famosos do pintor e de seu acervo pessoal foram doados ao governo colombiano e hoje fazem parte do acervo do museu Botero em Bogotá (Calle 11 No. 4-41).
Suas obras são marcadas pelo volume. Tudo, desde pessoas e objetos e até frutas, és retratado com volumes exagerado. Para mim, os mais legais foram a escultura da mão logo na entrada do museu, a Monalisa e o quadro “Una Familia”. Gabriela se encantou mais com o acervo dos pintores Pablo Picasso e Degas.
Resumindo, a visita ao museu Botero é obrigatória e vale cada centavo mesmo (até porque não pagamos nada! O museu é gratuito). Ainda sobrou tempo para sentarmos no jardim central do museu para apreciar o pôr do sol (recomendo) por alguns minutos.
Capital Cocina y Café
Depois de caminhar a tarde toda, decidimos jantar. Abrimos o guia Lonely Planet e escolhemos o restaurante mais bem recomendado com preço razoável. Foi aí que conhecemos o Capital Cocina y Café (Calle 10 2-99).
O restaurante fica bem próximo da Plaza Bolivar e na esquina de duas ruazinhas. O local em si não é grande e muito menos sofisticado. Entretanto, não posso falar o mesmo da comida, que comida! Pedimos um prato de frango com batatas, cogumelos e aspargos para dividir entre nós dois e um suco de Lulo (indicação da garçonete que nos atendeu).
O Lulo como você verão mais para frente se tornaria a bebida oficial da viagem. Lulo é uma fruta encontrada na Colômbia que parece um tomate, por dentro é verde e tem um gostinho de tamarindo (Gabriela falava que parecia mangaba, mas nunca provei mangaba pra saber). Pagamos em torno de 43000 COP pelo jantar e saímos de lá completamente satisfeitos.
Já eram 19h da noite e não sabíamos como voltar para o hotel. Pensamos no táxi, mas me recusei pois eram somente uns 2.3 km de distância de lá. Resolvemos ir à pé. Perguntamos para a garçonete o caminho mais seguro e ela nos indicou ir pela Carreira 7. Essa rua é repleta de pessoas, bandas musicais, barracas de comida, vendedores ambulantes, era literalmente um teste para os nossos sentidos.
Terminamos o dia passando pelo edifício mais importante da capital, a Torre Colpatria, localizado no centro financeiro de Bogotá. Nesse dia, eles estavam projetando uma mensagem de felicitações ao presidente pelo prêmio Nobel. A mensagem iluminava a cidade de amarelo, vermelho e azul, as cores da bandeira colombiana.
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