Primeira etapa, pegar Ônibus até Canela para o início.
Jorge e Diogo pegam em POA as 6h, enquanto eu espero eles em São Leopoldo as 6:30h.
Era 6h e eu já tinha tomado dois copões de café atônito esperando os amigos. Desembarcamos
na rodoviária em Canela era 9:30 e começamos a caminhar ainda pela cidade. Claro, passamos
pela Catedral de Pedra, dando início aos trabalhos.
A cidade foi sendo deixada para trás, mas para minha surpresa, pois apesar de minha família
ser dessa região fazia mais de 20 anos que eu não passava pelo local, o asfalto se estendeu
por vários alguns quilômetros adiante depois da cidade. A neblina foi constante durante todo
o trajeto.
[foto]
A estrada tomou agora o formato padrão da região, sendo feita principalmente de pedras não
muito pequenas misturadas ao saibro. Paramos numa vinícola familiar (Vinícola Telha) e compramos uma garrafa de vinho bordô e 2 de suco de uva puríssimo. Uma delícia, recomendamos.
[foto]
Foram 4 horas de caminhada sempre descendo até avistarmos a Usina de Canastra, passamos da
entrada e fomos até a barragem. Uma barbada pois a conversa estava muito boa
e para baixo todo santo ajuda. Aqui neste lugar que se inicia o rafting de Três Coroas.
Como de praxe, conhecemos um ser... digamos... diferente: Seu Paulo, portador de um olho
e três dentes. Como ele mesmo diz, mora sozinho há 35 anos "nesse buraco". Mas contou
algumas histórias hilárias e nos ensinou uma trilha para chegarmos até a barragem e usina
de Bugres com direito a uma parada num bolicho.
Na foto, Paulo `q esquerda de chapéu.
Como era 14:30h e ainda era cedo para montarmos acampamento, resolvemos nos despedir e seguir
adiante, pegando a trilha que S.Paulo nos ensinou. voltamos um trecho, passamos na Usina do Canastra para conhecê-la. Aí começou uma chuvinha, aos poucos.
O calor já estava bem forte, e com a capa de chuva, parece
que virou uma sauna. a trilha começou leve acompanhando um riacho de pedras onde foi
possível abastecer água.
Então começou a subida. E bota subida nisso. Além do calor, e da
chuva abafada pela capa, o terreno era bem acidentado, na verdade eram os restos
de uma estradinha antiga com muito pedregulho e bastante íngreme.
Pô, o S.Paulo ainda disse que, quando tem baile lá em cima, ele sobe, toma umas, desce
de volta só pra dar comida "pros bicho" e volta. PQP! Ainda pra ajudar, no meio da subida
comecei a me incomodar com meu nervo ciático. Mas se eu quisesse passear tinha convidado minha
mãe pra ir junto. E a chuva engrossou e começou a cair de balde.
Com a Divina Proteção
Era 20h quando chegamos na
Sociedade União do Rancho Grande, o tal de bolicho. O rapaz que cuida, do local, Jean, já
estava se retirando (mora em frente) quando chegamos e pedimos por comida, pouso, banho e
uma coca cola 2l beeeeeeeeem gelada, a qual bebemos como se fosse a última do planeta.
Agradecemos muito a hospitalidade, inclusive ele queria que dormíssemos
num casa ao lado da dele e que estava desocupada. Respeitosamente agradecemos, mas não
caminhamos tanto carregando nossas barracas para dormir dentro de uma casa, né não?
Só não rolou comida, pois o horário já era deamsiado tarde, mas sem problemas, afinal quem tem
miojo... colocamos nossas barracas na cancha de bocha do local, fizemos comida, tomamos
o bom vinho da Vinícola Telha e dormimos muito bem, obrigado.
Bom dia, café da manhã e seguimoso baile. Foi só colocar a mochila nas costas e começou
a desabar o mundo de novo. Esta região é de beleza natural ímpar. Para qualquer lado que
se olha os olhos se enchem de beleza. Faz muito bem isso!
Chegamos em torno do meio-dia na Usina/barragem de Bugres, quando pegamos a última subida
íngreme para finalizar.
Chegamos as 13:35 na rodovia RS-235 que liga Canela à São Francisco de Paula. QUando avistamos a
rodovia vimos dois ônibus passando, um para cada lado. esperamos pelo próximo que passou
eram 15:30.
Quando chegamos na rodoviária de Canela novamente, recebemos a notícia de que
tínhamos que esperar mas uma hora e meia pelo ônibus que nos levaria embora. Mas não dá pra
perder o humor, afinal a aventura foi maravilhosa.
Agradeço de coração aos irmãos Jorge Moreira e Diogo Rhoden por mais essa indiada no Curriculum.
That´s All Folks!
PS.: ô rodoviariazinha furreca essa de Canela... Não espere para comer nada lá!
Travessia Canela x Usina de Canastra x Usina de Bugres
27 e 28/Dezembro/2016 - 28Km
Participantes: Silvio Moser, Jorge Moreira e Diogo Rhoden
Tracklog : https://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=16093606
Primeira etapa, pegar Ônibus até Canela para o início.
Jorge e Diogo pegam em POA as 6h, enquanto eu espero eles em São Leopoldo as 6:30h.
Era 6h e eu já tinha tomado dois copões de café atônito esperando os amigos. Desembarcamos
na rodoviária em Canela era 9:30 e começamos a caminhar ainda pela cidade. Claro, passamos
pela Catedral de Pedra, dando início aos trabalhos.
A cidade foi sendo deixada para trás, mas para minha surpresa, pois apesar de minha família
ser dessa região fazia mais de 20 anos que eu não passava pelo local, o asfalto se estendeu
por vários alguns quilômetros adiante depois da cidade. A neblina foi constante durante todo
o trajeto.
A estrada tomou agora o formato padrão da região, sendo feita principalmente de pedras não
muito pequenas misturadas ao saibro. Paramos numa vinícola familiar (Vinícola Telha) e compramos uma garrafa de vinho bordô e 2 de suco de uva puríssimo. Uma delícia, recomendamos.
Foram 4 horas de caminhada sempre descendo até avistarmos a Usina de Canastra, passamos da
entrada e fomos até a barragem. Uma barbada pois a conversa estava muito boa
e para baixo todo santo ajuda. Aqui neste lugar que se inicia o rafting de Três Coroas.
Como de praxe, conhecemos um ser... digamos... diferente: Seu Paulo, portador de um olho
e três dentes. Como ele mesmo diz, mora sozinho há 35 anos "nesse buraco". Mas contou
algumas histórias hilárias e nos ensinou uma trilha para chegarmos até a barragem e usina
de Bugres com direito a uma parada num bolicho.
Na foto, Paulo `q esquerda de chapéu.
Como era 14:30h e ainda era cedo para montarmos acampamento, resolvemos nos despedir e seguir
adiante, pegando a trilha que S.Paulo nos ensinou. voltamos um trecho, passamos na Usina do Canastra para conhecê-la. Aí começou uma chuvinha, aos poucos.
O calor já estava bem forte, e com a capa de chuva, parece
que virou uma sauna. a trilha começou leve acompanhando um riacho de pedras onde foi
possível abastecer água.
Então começou a subida. E bota subida nisso. Além do calor, e da
chuva abafada pela capa, o terreno era bem acidentado, na verdade eram os restos
de uma estradinha antiga com muito pedregulho e bastante íngreme.
Pô, o S.Paulo ainda disse que, quando tem baile lá em cima, ele sobe, toma umas, desce
de volta só pra dar comida "pros bicho" e volta. PQP! Ainda pra ajudar, no meio da subida
comecei a me incomodar com meu nervo ciático. Mas se eu quisesse passear tinha convidado minha
mãe pra ir junto. E a chuva engrossou e começou a cair de balde.
Com a Divina Proteção
Era 20h quando chegamos na
Sociedade União do Rancho Grande, o tal de bolicho. O rapaz que cuida, do local, Jean, já
estava se retirando (mora em frente) quando chegamos e pedimos por comida, pouso, banho e
uma coca cola 2l beeeeeeeeem gelada, a qual bebemos como se fosse a última do planeta.
Agradecemos muito a hospitalidade, inclusive ele queria que dormíssemos
num casa ao lado da dele e que estava desocupada. Respeitosamente agradecemos, mas não
caminhamos tanto carregando nossas barracas para dormir dentro de uma casa, né não?
Só não rolou comida, pois o horário já era deamsiado tarde, mas sem problemas, afinal quem tem
miojo... colocamos nossas barracas na cancha de bocha do local, fizemos comida, tomamos
o bom vinho da Vinícola Telha e dormimos muito bem, obrigado.
Bom dia, café da manhã e seguimoso baile. Foi só colocar a mochila nas costas e começou
a desabar o mundo de novo. Esta região é de beleza natural ímpar. Para qualquer lado que
se olha os olhos se enchem de beleza. Faz muito bem isso!
Chegamos em torno do meio-dia na Usina/barragem de Bugres, quando pegamos a última subida
íngreme para finalizar.
Chegamos as 13:35 na rodovia RS-235 que liga Canela à São Francisco de Paula. QUando avistamos a
rodovia vimos dois ônibus passando, um para cada lado. esperamos pelo próximo que passou
eram 15:30.
Quando chegamos na rodoviária de Canela novamente, recebemos a notícia de que
tínhamos que esperar mas uma hora e meia pelo ônibus que nos levaria embora. Mas não dá pra
perder o humor, afinal a aventura foi maravilhosa.
Agradeço de coração aos irmãos Jorge Moreira e Diogo Rhoden por mais essa indiada no Curriculum.
That´s All Folks!
PS.: ô rodoviariazinha furreca essa de Canela... Não espere para comer nada lá!