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Europa 2016 - De carro por Zurique, Lauterbrunnen, Montreux, Reims, Fort Sedan, Bamberg, Salzburg e Cortina d' Ampezzo

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Olá galera!!

Eu e minha esposa fizemos uma viagem de carro pela Europa, em novembro de 2016, passando por algumas cidades, sendo que a maioria eram pequenas. Como queríamos fazer alguns passeios em cidades dos alpes, montamos duas opções de trajeto, para podermos mudar no decorrer da viagem, conforme as condições.

O outono apesar de ser baixa temporada, e poder ter alguns passeios fechados nesta época, é uma boa opção a ser considerada principalmente pelos baixos custos .

 

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Nosso roteiro executado foi começando por uma passagem em Zurique no dia da chegada. Depois ficamos dois dias em passeios excelentes na região de Lauterbrunnem (Murren, Schilthorn e Kleine Scheidegg). Seguimos até Montreux, e no caminho aproveitamos para conhecer a linda cidadezinha de Gruyeres. Da chique Montreux, fomos até o norte da França e ficamos em Reims, para conhecer as caves de champagne. De Reims, seguimos até o Chateau de Bouillon na Bélgica e voltamos nos hospedar no Fort Sedan perto da divisa, mas do lado Francês. Seguimos para uma rápida passada no monastério orval, por causa das cervejas, e seguimos até a cidade de Bamberg na Alemanha, cidade bonita com centro antigo medieval e várias cervejarias famosas. De Bamberg fomos até Salzburg na Áustria. Depois de dois dias por lá, seguimos até a Cortina d' Ampezzo na Itália. Lá ficamos maravilhados com a beleza da região e nos hospedamos durante três dias, aproveitando os vários passos para alternar em passeios com o carro e algumas trilhas. Finalizamos a viagem retornando até Zurique.

 

Voo: Curitiba – Roma – Zurique. Alitália, o preço foi o melhor que encontramos, porém o tempo de conexão destas promoções são muito curtos e tanto na ida como na volta tivemos que correr muito para não perder o voo.

 

Hotéis – Fizemos todas as reservas pelo booking. Como queríamos ter a possibilidade de mudar o trajeto pegamos todas as diárias (exceto a da chegada em Zurique) com possibilidade de alterar ou cancelar a reserva. Mesmo não tendo que mudar o trecho inicialmente planejado, quando chegou próximo da viagem valeu a pena cancelar as reservas e então fechar com preços bem mais baixos reservando novamente pelo booking nos mesmos hotéis.

 

Carro – Alugamos na avis, e retiramos no centro e devolvemos no aeroporto de Zurique quinze dias depois. O valor comparado ao da Hertz foi bem mais baixo. Pegamos a categoria compact wagon, pois o espaço para as malas é bom e gostamos bastante do veículo pois era bem novo. O atendimento e liberação na avis de foi muito rápido e descomplicado. A devolução aeroporto também não demorou mais do que cinco minutos. Valor R$ 1470,00

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1º dia –Zurique

 

Na chegada em Roma a imigração foi extremamente demorada e mesmo indo na fila prioritária para atrasos, tivemos que correr muito para conseguir embarcar no voo para Zurique. Fomos os últimos a entrar e aí logo em seguida o avião decolou. O avião pousou em Zurique as 10:30 no horário previsto.

Que diferença do aeroporto de Zurique para o de Roma!!

Pegamos o metro até a estação HB no centro, e a viagem é direta e bem rápida. De lá fomos até o nosso hotel deixar as malas para sair conhecer a cidade. Reservamos com bastante antecedência o Swiss Star Aussersihl, que é um apartamento com sistema automático para pegar as chaves, sem recepção. O hotel é bem simples, porém bem limpo e funcional, e por um preço de 270 reais a diária sendo em Zurique que é uma cidade cara, é um bom custo benefício. A localização também é excelente, bem perto da altstadt (parte antiga da cidade). O check in era a partir das 14hs, mas ligamos previamente para central de atendimento e foi possível retirar as chaves antes, para poder deixar nossas coisas. O pessoal do atendimento foi muito gentil.

O clima em Zurique estava muito gostoso, e as folhas coloridas das arvores devido ao outono deixavam tudo muito bonito.

Saímos do hotel e seguindo em direção a bahnhofstrasse e paramos em restaurante para almoçar. Depois seguimos para conhecer a esnobe bahnhofstrasse, que tem lojas bem caras, e é muito limpa e movimentada. Seguimos a bahnhofstrasse em direção ao lago e desviamos para visitar a augustinergasse que tem várias casas e comércios em prédios antigos bem legais. Passamos na igreja St Peter que tem o maior relógio da Europa e tem uma pracinha bem aconchegante na frente da igreja. Ali tiramos muitas fotos legais, com o colorido das folhas que caiam. A região tinha pouco movimento de turistas. Percorremos a Petersstrasse que vai desde a igreja e seguimos até a Fraumunster que tem a torre azul e muitos vitrais! Depois cruzamos a ponte e fomos até a Grossmunster sendo que a ingreja é um símbolo de Zurique e data de 1100. Ficamos um bom tempo sentados nos bancos na pracinha na frente da igreja apreciando a vista e tomando uma água. Mais tarde retornamos até próximo do hotel na rua birmensdorferstrasse, onde fomos num mercadinho da rede migros, e compramos algumas comidas para fazer no hotel e levar para passeio do dia seguinte. Como o quarto dispõe de microondas e geladeira, dá para preparar uma refeição boa.

No dia anterior ainda no brasil confirmamos que previsão da meteorologia estava favorável na região das montanhas Jungfrau, e então com esta informação mantemos o nosso roteiro original. Caso estive com uma condição ruim, iríamos alterar para tentar ter mais chance de visibilidade. No outono também tem que considerar que a chance de pegar tempo ruim é maior se comparado ao verão ou primavera.

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2º dia – Zurique – Lauterbrunnen

 

Acordamos bem cedo e fizemos um café no hotel. A avis que fica a pouco mais de 300 metros do hotel abria as 8hs, e assim que abriu (pontualmente) já fizemos a retirada do veículo, e que foi bem rápido. Colocamos o destino de lauterbrunnen no gps, e após virar em algumas ruas já entramos em uma estrada mais rápida e seguimos em direção a região de Interlaken. Lauterbrunnen fica a 130 km de Zurique e pouco mais de 1 hora e meia chegamos no destino.

Já mais próximo de chegar podemos ter a primeira visão dos alpes, que espetáculo! Empolgados, seguimos diretamente a Lauterbrunnen, e para não perder tempo não fomos fazer o chek in no hotel, deixamos o carro na estação, onde pegamos um trem para Kleine scheidegg . Nossa ideia inicial era subir de Wengen para mannlichen e fazer a trilha até Kleine scheidegg, porém nesta época o lift fica parado para manutenção. Então seguimos até Kleine S. e de lá iríamos até mannlichen pela trilha e depois retornaríamos para kleine scheide novamente. (é possível descer pela trilha até wengen, mas nos pareceu bem inclinada e resolvemos voltar pelo caminho de ida). Alcançamos a estação e o dia não podia estar mais bonito. De lá dava para ver toda a imponência do jungrau, eiger e monch. Saímos perto da estação por onde sobe o trilho para o jungfraujoch e curtímos bastante a vista de lá. Até uns pintores estavam a postos contemplando e pintando a beleza do local. Depois retornamos na estação para tomar uma cerveja e comer um linguiça com batata. Após descansar do almoço seguimos fazer a caminhada pela trilha. Gostamos muto do trajeto por que além de ser bem marcado não é muito ingrime e tem uma vista panorâmica das montanhas. Fomos até próximo a estação de mannlichen e então retornamos. A distância percorrida foi aproximadamente 9 km que foram muito bem aproveitados. Levamos na mochila água e um lanchinho para curtir com calma o trajeto. O clima estava muito bom, mas na sombra o frio batia bem forte já. Nos preparamos para viagem e levamos roupas impermeáveis e bota para treking. Não chegamos a pegar neve nesta trilha, apenas algumas formações de gelo em área mais sombreadas, mas deu para curtir o lugar bem tranquilamente, com as roupas adequadas.

Muito felizes do passeio, retornamos até a estação de K.S. e tomamos o trem de volta a Lauterbrunnen. Não fizemos os passeios até o Jungrau pois já havíamos visitado em 2015.

Pegamos o carro no estacionamento e formos até o hotel do outra lado da cidade, o hotel Staubbach. Gostamos muito do hotel, principalmente da vista do quarto (para a cachoeira) e pelo atendimento e dicas da recepção. Eles foram muitos gentis e tiraram todas nossas dúvidas. O café da manhã também era excelente Além disso dispunham de boletins meteorológicos para saber as condições dos passeios, e estavam sempre a postos para atender, recomendo bastante o local.

Após deixar nossas coisas, seguimos a pé até a entrada da cachoeira Staubbach, onde tem um caminho que dá para subir umas escadas e ir até a parte de trás da cachoeira. Apenas uma pessoa nos acompanhou no caminho e tiramos umas fotos para ele. Já escurecendo (porque os dias já começam a ficar mais curto nesta época do ano), retornamos ao hotel. A noite fomos até um restaurante próximo da estação de trem, onde tinham ótimos pratos.

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3º dia – Lauterbrunnen (Schilthorn e Mürren)

Tomamos o café delicioso do hotel, e logo de manhã a vista do quarta já nos surpreendia!! Com mais um dia de condições favoráveis, saímos empolgados para fazer os passeios.

Pegamos o carro e fomos até Stechelberg para pegar o teleférico para o Schilthorn. A opção de ir por Grütschalp para Murren não era possível, pois estava fechado para manutenção. O teleférico vai até Gimmelwald e depois até Birg, e depois o último trecho que vai até Schilthorn. Embaixo havia uma névoa espessa porém ao passar pela estação birg, as nuvens ficaram abaixo e acima o sol brilhando com a vista de tirar o fôlego, que lugar maravilhoso!!

Subimos o bonde conversando com um portugueses muito gente boa e que nos deram dicas para caminhadas.

O pitz glória, que foi utilizado como cenário para o filme do James Bond, foi montado num plato, onde você tem um vista de 360 graus de todos os picos, e eu achei o lugar sensacional. Lá em cima é bem frio e tem que estar preparado se quiser passar bastante tempo na parte externa. Dentro a instalação é bem moderna e até os banheiros são temáticos do 007 e também chamam a atenção. :D

Depois de tomar um café e aquecer o corpo ficamos mais um bom tempo curtindo a neve e o visual.

Descemos até a estação de Birg que também tem um visual muito legal, inclusive da cidade de Murren, e por fora há uma passarela que foi fixada no lado externo da montanha e é bem legal. Quem tem medo de altura talvez não faça o passeio, mas para quem gosta é bem divertido. Há ainda um trecho com o piso de vidro dando um sensação ainda melhor. Gostamos muito deste passeio e ficamos lá tirando fotos divertidas e curtindo a vista.

Já perto das 13 hs chegamos em Murren com o tempo aberto e o visual sensacional vila que fica no alto da montanha e é isenta de carros. A cidade fica também na beira de um precipício. Achamos um restaurante para almoçar e tomar um vinho. Pratos ótimos, restaurantes vazios e preços bons, viva o outono!!

Depois saímos para conhecer a cidade. Tudo muito lindo, com casas decoradas com objetos de sitio, rodas de carroça e flores. Lembra muito as casas de Zermatt e a vontade de ficar morando lá pro resto da vida é muito grande!! As ruazinhas, passam praticamente pelos quintais das casas e não é preciso muito tempo para conhecer tudo.

Com a dica de nossos amigos portugueses não pegamos o teleférico de volta e seguimos pela estradinha que vai até a vila de Gimmelwald. O caminho é muito belo e tem uma panorâmica das montanhas. Vimos várias vaquinhas com sinos pelo caminho assim como várias cabras. Uma galera de parapente também estava se jogando e deixava o céu colorido e bonito. Descemos até Gimmelwald e fomos até a estação para retornar para Stechelberg.

Pegamos o carro e retornamos próximo da estação, onde tem o passeio das cachoeiras Stechelberg , que é um passeio onde é possível subir por um elevador e depois ir descendo várias escadarias para visitar as cachoeiras que se formaram com a água de degelo de glaciais. A visita é bem interessante e gostamos bastante. Já no final do dia, fomos até o migros para comprar umas cervejas e algumas comidas para comermos no quarto. Apesar de não ter frigobar no quarto, era só deixar as cervejas uma hora na sacada que já estavam bem geladas. :D

A noite a temperatura estava abaixo de 0.

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4º dia - Lauterbrunnen – Gruyeres - Montreux

 

Neste dia fomos até Montreux, e fizemos uma parada no caminho em Gruyeres.

O caminho que o gps manda fazer é por Berna, para ir mais rápido. Mudamos o caminho saindo pela 11, após Spiez, que é um trajeto que vai por belas estradas do interior, e gostamos bastante. No caminho encontramos bela formações rochosas e vales verdinhos!

Chegamos em Gruyeres cerca de 2 horas depois, e nos surpremdemos com a cidade. A parte antiga ficam em cima de uma colina onde tem também o castelo de Gruyeres.

O local é muito bonito com várias construções em estilo medieval, com flores e brasões, e mais ao fundo o castelo. Fizemos primeiramente a visitação do castelo, tanto ao redor da muralha, como a parte interna, e gostamos bastante. A mobília do castelo é bem interessante também. Após a visita do castelo fomos até um restaurante na rua principal e comemos um excelente fondue, obviamente com queijo gruyere. Tomei também um cerveja forte, regional, que era muito boa e combiva muito bem com o queijo. Fomos mais tarde, no bar HR Giger, que é do artista plástico que fez os famosos cenários do filme Alien. O bar é decorado como se fosse no estomago de um mostro todo de esqueletos, o lugar é imperdível e bem diferente. Tomamos um cafézinho e só não ficamos mais tempo pois apareceu um maluco com um fuzil e foi tomar café no bar (mesmo sendo do exército Suíço achamos estranho e saímos fora :o )

Depois de passar pelo centro fomos até o estacionamento que fica logo próximo da entrada da cidade antiga, pegamos o carro e seguimos até na parte mais baixa visitar a fábrica de queijos. O passeio em si não tem muita graça, mas vale a pena comprar uns queijos pois o valor é bom. Nos abastecemos com queijo para viagem toda e para trazer um pouco pra casa. :shock:

Pegamos a estrada e 40km depois chegamos em Montreux já mais no final da tarde. A cidade é bem chique, muitos carrões desfilando e muita gente andando nas calçadas, a cidade é digamos assim, badalada. Fomos até o hotel deixar o carro e fizemos o check in, o hotel Golf Rene. Nosso quarto ficava de frente para o lago com vista das montanhas ao fundo, um espetáculo!! Do hotel dá para sair embaixo direto na promenade, que é um caminho belíssimo repleto de arvores e flores, e que margeia o lago. È possível seguir por boa parte da orla e fomos caminhando, curtindo o visual até próximo do castelo de Chillon, que iríamos visitar no dia seguinte. Mais tarde retornamos ate o centro onde compramos uns frios e vinho para fazer uma bela refeição juntamente com o queijo gruyere no quarto do hotel. A noite tinha um vento mais forte e as ondas do lago davam a impressão de estar na beira do mar, sensacional.

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5º dia - Montreux

 

Acordamos um pouco tarde este dia pois estava chovendo e fazendo frio. Tomamos café no hotel e posso dizer que foi um dos melhores que já comi, muito bom mesmo!

Abastecidos, fomos de carro até o estacionamento próximo ao castelo de Chillon.

O castelo é o monumento mais visitado da Suíça, e é uma construção muito bem preservada. Estima-se que foi construído a partir de 1150, fica sobre um rochedo, num ponto estratégico no lago.

Primeiro fizemos o passeio em torno do castelo, para vê-lo de todos os ângulos possíveis. Após percorrer a parte externa, entramos para visitação. Com o voucher do hotel pagamos a metade, e com o mapa em mão fizemos o tour completo conforme indicações, e gostamos bastante do passeio. A vista da torre é demais!!

De lá seguimos de carro até outras cidadezinhas ao longo do lago, mas com chuva retornamos. Mais tarde fomos visitar a parte alta da cidade. Passamos por vários bairros e lugarejos em encostas ingrimes. Visitamos uma igreja de pedra e fomos em um caminho muito bonito, repleto de folhas caídas e com uma vista muito bonita do lago. Depois descemos até a região central onde tem o letreiro do festival de Montreux e o Miles Daves hall, as estátuas do pessoal do jazz e mais para frente a estátua do Freddie Mercury, que foi morador da cidade. Fomos ainda no mercadinho de rua que fica perto da estatua do fred, mas estava quase todo fechado. Gostamos da localização do hotel, pois dava para conhecer toda esta parte do centro a pé.

Tínhamos planejado conhecer também Rocher de Naye neste dia, porém por causa do tempo encoberto cancelamos. Mas é um excelente lugar com ótimas vistas do lago e vale uma visita quando estiver em Montreux.

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6º dia - Montreux - Reims

Após o café no hotel, fizemos check out e pegamos estrada bem cedinho em sentido a Reims, na França.

A distância de Montreux até Reims é de aproximadamente 525 km, e levou cerca de 6 horas para chegarmos ao destino. O pedágio neste trecho assustou um pouco, na França é calculado pela distância percorrida e pelo tamanho do veículo, e neste trecho nos custou 60 euros.

Saímos na divisa um pouco acima do lago de Genebra, passando por Dijon e depois pela A5 com pistas rápidas de limite 130km/h que fazem a viagem render.

Chegamos em Reims pouco depois das 14 hs e fomos até o hotel fazer check in e deixar o carro. Ficamos hospedados no ibis Style Reim Centre Cathedrale, por 80 euros a diária. Do hotel até a praça du Parvir é uma caminhada rápida e bem agradável. Na ida passamos ao lado do museu de belas artes.

Reims fica na região de Champagne-ardennes , e é umas das cidades mais utilizadas como base para conhecer as famosas produtoras de champagne e suas caves.

Fomo diretamente ao centro, onde conhecemos primeiramente a imponente Catedral de Notre-Dame de Reims, que foi construída a partir do século XIII e é uma das mais importantes igrejas no estilo gótico da frança. É lá que eram feitos as coroações dos reis franceses. Ao lado da catedral fica o Palácio de Tau, que é um palácio arcebispal e onde ficavam hospedados os reis na época da coroação. Ambos construções são patrimônios tombados pela Unesco. Após as visitações fomos até um restaurante ali próximo, o Au Bureau Reims Cathédrale, que fica na praça da catedral e tem uma decoração um pouco retro e é muito legal. Ótimos pratos e preços e principalmente excelentes cervejas como farm ales Francesas e belgas diversas (o champagne deixamos para noite :D ).

Bem satisfeitos saímos do restaurante e curtimos o dia agradável na praça na frente da igreja. Depois seguimos pela rua que passa no fundo da catedral e seguimos sentido ao Porte de Mars. Na ida passamos por construções peculiares, antiquários legais e visitamos também a praça royale com uma bela estátua no centro. Mais a frente outra construção que se destaca bastante é ao prédio da prefeitura (hotel de Ville), aliás, muitas prefeituras que conhecemos na França tem belíssimos prédios.

Chegamos ao Porte de Mars, que é um monumento romano do século III, e o último de quatro arcos monumentais que existiam na época. É também patrimônio da humanidade e infelizmente conseguimos vê-lo parcialmente, pois estavam sendo erguidos andaimes e tela para uma possível restauração.

De lá seguimos pela praça que vai desde o porte de Mars e tem uma grande área verde (Les Hautes Promenades), e depois subimos uma rua muito bonita com um gramado no centro por onde passa o transporte elétrico de superfície e então retornamos para para região da catedral, e de lá voltamos ao hotel.

A noite pegamos uma dica na recepção do Ibis e fomos até um restaurante próximo da praça central, para comer ótimos pratos e degustar o tão esperado champagne. Antes do restaurante passamos em uma das várias lojas especializadas em champagne, onde é possível comprar uma degustação com várias taças do mais variados champagnes. A cave que visitaríamos ficou para o dia seguinte.

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Fantástico, parabens ! ::otemo::

 

Qual camera você utilizou para essas fotos ? Houve edição de cores e contrastes ? Ficaram excelentes.

 

Abs,

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Fantástico, parabens ! ::otemo::

 

Qual camera você utilizou para essas fotos ? Houve edição de cores e contrastes ? Ficaram excelentes.

 

Abs,

Olá Makiley, obrigado!!

 

Eu utilizo uma Nikon L830, que troquei com pontos do cartão. :D

 

Como não manjo de fotografia utilizo um filtro pronto, desses onlines, para dar uma "clareada" nas fotos. Está nos planos de 2017 do casal, fazer algum curso de fotografia.

 

Abraços,

 

Fábio

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