Dando continuidade ao relato do meu mochilão pela Europa, a parte II será composta por Rússia, Bálticos (Estônia, Letônia, Lituânia), Polônia e Hungria.
RÚSSIA (7 dias) – MOSCOU e SÃO PETERSBURGO
MOSCOU
Chegando de avião, como brasileiro não precisa de visto, a imigração seria tranquila, certo? Talvez eles ainda não estejam acostumados com muitos brasileiros por lá, então tive que aguardar uns 15 minutos até o atendente confirmar que eu realmente não precisava de visto.
Primeira barreira cumprida, agora era só pegar o metro e chegar ao hostel que ficava próximo a uma estação. Fácil, certo? Então, pegar o trem do aeroporto para o centro foi fácil e para achar a minha estação? Havia estudado o mapa do metro em inglês, mas quem disse que havia nome das estações em inglês por lá?
Depois de alguns bons minutos, comparando meu mapa no cel com o mapa na parede e errar a direção do metro algumas vezes, finalmente consegui chegar ao meu hostel. Legal, check-in feito, vamos explorar a cidade.
Primeira parada, lógico que seria visitar a Praça Vermelha. E surpresa, tudo fechado! Como assim fechado? Vim aqui só para isso .... hahahahaha! O fato é que como mochileiro bem informado, cheguei a Rússia, na véspera do principal feriado nacional e os principais pontos turísticos estavam fechado para visitação pois teria um desfile pela cidade no dia seguinte.
Então no dia seguinte, vamos acompanhar o desfile. Andando pela cidade, você pode perceber como eles realmente valorizam o Victory Day.
Terminado as comemorações do feriado, hora de turistar um pouco pela cidade. Primeira parada .... agora sim, Igreja de São Basílico na Praça Vermelha. Apesar de seu colorido impressionante, a igreja em si é menor do que eu imaginava. Mesmo assim é muito bonita.
Próxima parada, Kremlin. As igrejas lá dentro são todas muito interessantes e você acaba passando o dia inteiro para visitar todas.
Bom ... após curtir Moscou, hora de seguir viagem. E por algum problema, não consegui comprar a passagem de trem pela internet que era mais barato do que direto no guichê. E quando comprei a passagem, seria fácil identificar o vagão e a cama, certo?
Lógico que a vida de mochileiro não é fácil e estava tudo em cirílico. Pelo menos sabia o dia e a hora do trem, o resto a gente dá um jeito. Pra que mais dificuldade, certo? O trem atrasou e o embarque foi todo às pressas. E quem disse que eu conseguia achar pelo menos o vagão correto? Entrei em um errado, mas o acompanhante de uma pessoa me auxiliou me levando até o vagão correto.
Tudo resolvido agora, certo? E quem disse que eu achava qual era a minha cama. Como não estava cheio, esperei todo mundo se acomodar com o trem já em movimento e fiquei numa cama que estava desocupada. Ai veio o fiscal conferir a passagem de todos e disse que estava no local errado (lógico que ele estava falando em cirílico e eu estava entendendo tudo) . Dai surge uma boa alma que falava inglês e me ajudou a explicar para o fiscal que eu não fazia idéia de onde era a minha cama. No final consegui dormir ali mesmo, ufa !!!
SÃO PETERSBURGO
Ah ... que diferença !! Placas em inglês e pessoas falando inglês. Finalmente me senti como uma pessoa normal novamente. Check in feito, hora de explorar a cidade.
Assim como São Basílico, São Petersburgo possui uma igreja toda colorida também (Igreja do Salvador do Sangue Derramado). Além desta igreja tem outras muito bonitas também.
Lá também tem um dos melhores/maiores museus da Europa, o Hermitage. O museu em si já é impressionante e possui obras de Michelangelo, Da Vinci, Picasso! Ou seja, prepare-se para andar muito e “perder” um dia passeando pelo museu!
Por fim, fui passear pelo Palácio de Peterhoff. Existem muitas empresas que fazem o tour para lá, mas como bom mochileiro que gosta de aventura e economizar, fui por conta própria. Mas desta vez, foi tudo tranquilo e pude curtir este visual maravilhoso.
Ainda encontrei este pequeno indivíduo pedindo comida para os turistas.
Dando continuidade ao relato do meu mochilão pela Europa, a parte II será composta por Rússia, Bálticos (Estônia, Letônia, Lituânia), Polônia e Hungria.
RÚSSIA (7 dias) – MOSCOU e SÃO PETERSBURGO
MOSCOU
Chegando de avião, como brasileiro não precisa de visto, a imigração seria tranquila, certo? Talvez eles ainda não estejam acostumados com muitos brasileiros por lá, então tive que aguardar uns 15 minutos até o atendente confirmar que eu realmente não precisava de visto.
Primeira barreira cumprida, agora era só pegar o metro e chegar ao hostel que ficava próximo a uma estação. Fácil, certo? Então, pegar o trem do aeroporto para o centro foi fácil e para achar a minha estação? Havia estudado o mapa do metro em inglês, mas quem disse que havia nome das estações em inglês por lá?
Depois de alguns bons minutos, comparando meu mapa no cel com o mapa na parede e errar a direção do metro algumas vezes, finalmente consegui chegar ao meu hostel. Legal, check-in feito, vamos explorar a cidade.
Primeira parada, lógico que seria visitar a Praça Vermelha. E surpresa, tudo fechado! Como assim fechado?
Vim aqui só para isso .... hahahahaha! O fato é que como mochileiro bem informado, cheguei a Rússia, na véspera do principal feriado nacional e os principais pontos turísticos estavam fechado para visitação pois teria um desfile pela cidade no dia seguinte. 
Então no dia seguinte, vamos acompanhar o desfile. Andando pela cidade, você pode perceber como eles realmente valorizam o Victory Day.
Terminado as comemorações do feriado, hora de turistar um pouco pela cidade. Primeira parada .... agora sim, Igreja de São Basílico na Praça Vermelha. Apesar de seu colorido impressionante, a igreja em si é menor do que eu imaginava. Mesmo assim é muito bonita.
Próxima parada, Kremlin. As igrejas lá dentro são todas muito interessantes e você acaba passando o dia inteiro para visitar todas.
Bom ... após curtir Moscou, hora de seguir viagem. E por algum problema, não consegui comprar a passagem de trem pela internet que era mais barato do que direto no guichê.
E quando comprei a passagem, seria fácil identificar o vagão e a cama, certo? 
Lógico que a vida de mochileiro não é fácil e estava tudo em cirílico.
Pelo menos sabia o dia e a hora do trem, o resto a gente dá um jeito. Pra que mais dificuldade, certo? O trem atrasou e o embarque foi todo às pressas. E quem disse que eu conseguia achar pelo menos o vagão correto?
Entrei em um errado, mas o acompanhante de uma pessoa me auxiliou me levando até o vagão correto.
Tudo resolvido agora, certo? E quem disse que eu achava qual era a minha cama. Como não estava cheio, esperei todo mundo se acomodar com o trem já em movimento e fiquei numa cama que estava desocupada. Ai veio o fiscal conferir a passagem de todos e disse que estava no local errado (lógico que ele estava falando em cirílico e eu estava entendendo tudo)
. Dai surge uma boa alma que falava inglês e me ajudou a explicar para o fiscal que eu não fazia idéia de onde era a minha cama. No final consegui dormir ali mesmo, ufa !!! 
SÃO PETERSBURGO
Ah ... que diferença !! Placas em inglês e pessoas falando inglês. Finalmente me senti como uma pessoa normal novamente. Check in feito, hora de explorar a cidade.
Assim como São Basílico, São Petersburgo possui uma igreja toda colorida também (Igreja do Salvador do Sangue Derramado). Além desta igreja tem outras muito bonitas também.
Lá também tem um dos melhores/maiores museus da Europa, o Hermitage. O museu em si já é impressionante e possui obras de Michelangelo, Da Vinci, Picasso! Ou seja, prepare-se para andar muito e “perder” um dia passeando pelo museu!
Por fim, fui passear pelo Palácio de Peterhoff. Existem muitas empresas que fazem o tour para lá, mas como bom mochileiro que gosta de aventura e economizar, fui por conta própria. Mas desta vez, foi tudo tranquilo e pude curtir este visual maravilhoso.
Ainda encontrei este pequeno indivíduo pedindo comida para os turistas.