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Carlosfuca

De São Xico até Monte Verde + Cachoeira Pedro David + Itapeva

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Salve, salve! Segue o relato do rolê que fiz pelos lados do sul de Minas Gerais e divisa com o interior de SP. O plano era ir pra São Francisco Xavier em um dia, no outro dia fazer a Travessia até Monte Verde pela Trilha do Jorge, e no dia seguinte ir descansar na Pedra Chata em Itapeva. Rolê concluído com sucesso. Bora lá pro relato.

 

Dia 1: 30/03/2017

Indo pra São Francisco Xavier (SP)

 

Se você pretende saber quem eu sou

eu posso lhe dizer

Entre no meu relato, na estrada de São Xico

E você vai conhecer meu rolê

 

Era de manhã, 05h10, uma manhã de quinta-feira e eu com uma folga no pente, o jeito foi por em prática o roteiro que eu tinha em mãos, li vários relatos, naveguei nos mapas e assisti vários vídeos, até por isso me impulsionei a dividir como foi minha viagem solo pra São Francisco Xavier.

 

Saí do trampo direto pro terminal Rodoviário do Tietê, cheguei por volta das 06h20, saquei um dinheiro e já comprei minha passagem pra São José dos Campos, busão que saiu as 07h00 num valor de R$33,00. A empresa é viação Pássaro Marrom. Foi uma viagem tranquila, marcada por um cochilo aqui outro acola, então por volta das 08h40 desci na rodoviária de São José dos Campos. Chegando lá, bem rapidamente localizei as plataformas onde os ônibus intermunicipais paravam, o que ia pra São Francisco Xavier só viria as 10h10, então foi um momento pra eu procurar um banco e continuar o cochilo, sentado mesmo e só acordei com o despertador do celular. Essa linha passa por Monteiro Lobato e é possível ver os horário no site da EMTU (http://emtu.sp.gov.br/emtu/itinerarios-e-tarifas/encontre-uma-linha/pelo-numero-da-linha.fss?numlinha=510&pag=buscanumero.htm), a passagem custou R$08,45.

 

O ônibus percorreu por um tempo na cidade de SJC pra depois seguir estrada até Monteiro Lobato, a curvas começaram e a paisagem também foi mudando ao longos dos quilômetros, trazendo cada vez mais um ar rural e um visual esverdeado. Por volta das 11h00, já na rodoviária de Monteiro Lobato, o busão fez uma breve pausa pra seguir novamente nas curvas da estrada pra São Francisco Xavier, que foi ganhando mais e mais altitude, na verdade essa rodovia é SP-50 (Rodovia Monteiro Lobato). Pra já aproveitar o dia decidi descer no ponto que vai pra Cachoeira do Roncador e logo quando desci, vi uma placa dizendo que funcionava de sábado, domingo e feriado apenas e que tinha mais 7km pra chegar (https://goo.gl/maps/khHAgT7r96t). Na hora quase pensei em ir pra ver se tava aberto como disse no site, mas como o dia era de descanso ainda, resolvi ir direto pro camping "Canto dos Pássaros", que estava a um pouco mais de 40 minutos andando dali. (https://goo.gl/maps/kMgYd1uYd5C2) Chegando no Canto dos Pássaros, percebi meu primeiro erro na programação, o de não ter reservado ou pelo menos ter entrado em contato com o camping, fiquei chamando por quase uma hora e não tinha ninguém nesse dia, até que chegou um funcionário da jardinagem e me disse que a diária começaria à partir das 16h00, já aproveitei e perguntei se servia almoço e ele disse que não. Então já foi a deixa pra eu ir pro centro, almoçar e partir pra cachoeira Pedro David.

 

Cachoeira Pedro David

 

Almocei na Padaria/ Restaurante que fica bem perto do final da linha de ônibus, na Praça Cônego Antonio Manzi. Comida muito boa, paguei por quilo. Fiz meu prato tranquilo e deu R$17,00, comprei mais alguns salgadinhos e um refri em lata, deu R$25,00 tudo. Dai então eu parti pra Cachoeira, foi coisa de 3km do centro, é tudo muito bem sinalizado. Saindo pela Rua XV de novembro, que fica atrás da Igreja Matriz, fui direto. Tive a companhia de um moço que estava caminhando um pouco a frente, mas parou pra seguir comigo. Foi coisa de 500 metros e já chegou a bifurcação que leva à esquerda pra cachoeira e ele seguiu pra direita, sentido que eu iria no dia seguinte, pois levava pro Bairro dos Ferreiras. Mais 2km e cheguei na cachoeira do Pedro David sem muitas dificuldades. Me deparei com um parque bem estruturado e melhor ainda, nada de super lotação, eu estava sozinho ali. Foi papo de um banho mais que merecido pra dar uma acordada no corpo e na mente que já queriam descanso, ainda mais após o almoço e sem dormir direito.

 

Com várias mini quedas, vista de vários ângulos, diversas corredeiras para um bom descanso, tudo isso em meio a mata e tranquilidade da natureza, e ainda por cima vinha o sol a reluzir na águas cristalinas dos poços que se formavam após as quedas. Show, atração que se encaixou da melhor maneira no meu roteiro, sem muita caminhada e sem muito perrei. Como eu tinha que pegar um busão de volta pro camping, me atentei ao horário, o próximo sairia as 17h00 e assim as 16h10 eu tava voltando pro centro. Na hora de sair encontrei com um funcionário do parque, batemos um papo e segui embora, quase no portão avistei uma cobra que passou bem na minha frente, ainda mostrei pra ele a cobra e ele falou que era venenosa e tal. Se não me engano disse ser Jaracuçu (foto 11).

 

Camping Canto dos Pássaros

 

De volta ao camping e após meia hora, consegui adentrar e ser muito bem recebido. O camping tem uma estrutura bem bacana, passa um rio perto da área de acampamento e tem um ambiente bem arborizado. Conta com cozinha coletiva, sala de convivência, entre outras coisas que podem ser vistas no link do site (http://www.cantodospassarossfx.com/estrutura-interna/). E por via das duvidas é sempre bom ligar ou enviar um e-mail antes de ir.

 

Como minha estadia foi de uma noite, não consegui nadar no Rio do Peixe que passa pelo camping, vai ficar pra próxima, pois já estou programando de ir pra SFX novamente, pra fazer o queixo d'anta e também ver de fazer um rapel com um guia que mora no camping, o Estevan.

 

Após o banho e de ter comido uns salgados fui pro sono. Preguei os olhos e só acordei lá pras 07h20. Um pouco atrasado, pois tinha pretensão de pegar o busão das 07h30, acabei esperando pra pegar o que passava as 09h30 no ponto perto do sítio. Antes de sair, trombei com o Estevan, que após uma breve conversa fiquei sabendo que ele é guia pela Mantiqueira EcoAventura http://www.mantiqueiraecoaventura.com/. Mais um que me recepcionou muito bem e foi também bastante assertivo com relação a previsão do tempo na serra. Do camping dá pra avistar o pico do focinho d'anta e tinha uma frente fria naquela direção e ele explicou que pra travessia estava favorável, pois a serra na direção de Monte Verde estava limpa, e que aquelas nuvens viam de Sapucaí Mirim. Na hora pensei que era apenas um apoio psicológico, mas na verdade estava bem do jeito que ele falou, me disse também de como tava a trilha e tudo mais, informações que bateram, realmente mostrando que tem conhecimento do que faz.

 

Bom, então foi a hora de eu partir pra Travessia São Xico x Monte Verde, um pouco ressabiado e também ansioso, me pus a trilhar um caminho maravilhoso...

 

Fotos da Cachoeira Pedro David:

 

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Dia 2 - 31/03/2017

Travessia São Francisco Xavier (SP) até Monte Verde (MG)

 

O bom de escrever próximo da realização da viagem é que muito da euforia ainda emana na palavras e linhas digitadas, que flashs vêm a todo momento fazendo sentir a sensação da aventura, e agora logicamente com o corpo descansado. Minha maior duvida era como eu me comportaria nessa travessia e também como o clima se mostraria durante essas 6 horas. O plano era de passar pelo Mirante (Pedra da Onça) numa altitude 1950 metros e depois seguir pra Monte Verde. E apesar de estar com a barraca eu ia pernoitar só em Monte Verde, pois queria pegar um busão pra Itapeva no dia seguinte.

 

Cheguei as 09h50 no final, na mesma Praça do dia anterior, e passei na padaria/ restaurante, também era a mesma. Tomei um café reforçado, comprei mais uns salgados pra levar comigo e as 10h05 iniciei a pernada sentido bairro dos ferreiras. Fiz o mesmo caminho seguindo pela Rua XV de Novembro por detrás da Igreja Matriz e na bifurcação fui à direita pra sair na Estrada dos Ferreiras (https://goo.gl/maps/QrgFwr83ndU2). De lá foi só começar a subir mais e mais. Passei por umas casas e algumas travessas dos ferreiras, alguns metros acima veio o Vale dos Bambus e nesse momento tive um ar de refresco, pois mesmo que o sol não estava estralando, eu já me encontrava de corpo quente. Avistei diversas placas da Pousada Itaki, e da Fazenda Monte Verde só começou a aparecer mais tarde.

 

A subida seguia, ora íngreme ora muito íngreme, passei por uma bica, mas não peguei água ali, só fui encher o cantil após uma hora e meia de subida e já passando pela porteira que inicia a trilha propriamente dita. Passei por ali as 11h25, antes conversei com um moço da fazenda, pois eu vi várias placas de proibido invadir e tal. Ele disse que era só seguir acima que tava liberado. Na real, eu o chamei também pra ter mais uma pessoa sabendo que eu passei por ali rs então eu continuei.

 

Logo que passei a porteira, vi uma placa da trilha muriqui, e fui subindo por uma trilha já bem erodida. Ponto de água tem vários. Então não precisei carregar muita água, ainda mais que o tempo tava nublado ainda. Após muito zigue zague subindo, sai num trecho um pouco mais tranquilo, subia ainda mas era mais suave, isso já tinha mais de uma hora de trilha e mais de duas horas e meia de caminhada. Dali em menos de trinta minutos cheguei na bifurcação que pra esquerda me levaria pro mirante e à direita pra Monte Verde.

 

Após reconhecer o local e ver que tava dando certo, nessa bifurcação já me animei mais. Decidi subir pela esquerda e aumentei o ritmo. Mas como ainda era bem íngreme esse trecho, reduzi e fui na calma. Passei por um mirante, tirei umas fotos e segui. Sei que as 13h10 estava eu no topo da Pedra da Onça. O tempo tava aberto e a euforia tomava conta de mim, andei pra lá e pra cá vendo todos os ângulos até que sentei numa pedra e comecei a devorar meu lanche. Foi aí que do nada escutei um barulho vindo da trilha que segue pra Pedra Partida, eram uns cavalos, todos numa boa caminhando pelo pico e comendo grama.

 

Ao terminar minha alimentação fui bater umas fotos e apreciar melhor o visual. Dá pra ver a Pedra partida, SFX, o estado de SP e muito mais. A minha condição física tava de boa, estava com as pernas tremendo um pouco depois de relaxar na pedra, o psicológico estava a milhão, super satisfeito, mas ainda preocupado com o restante da travessia. Eu tinha ciência que num trecho eu poderia me complicar, bem no Bosque dos Duendes.

 

Depois de meia hora no pico, eu voltei pra trilha descendo até a bifurcação e as 14h00 eu iniciei a parte que me levaria até MV. Muito rapidamente veio o Vale dos Duendes (foto 21), lugar belo e é realmente como disseram um cenário de filmes, nesse trecho tive muita atenção pra não sair nas trilhas que os cavalos abriram, e foi coisa de 10 minutos eu já tava seguindo por uma trilha muito bem demarcada, uma caminhada bem sussa, sendo a maioria do caminho descendo. O sol estava presente e me iluminava pelas frestas das árvores. Aqui algo pra se prestar atenção é que havia vários trechos com bambus numas árvores meio que indicando a trilha que não deveria ser seguida e a evitar que abrissem novos caminhos, provavelmente pra guiar os cavalos.

 

As 14h30 atravessei o primeiro riacho, abasteci de água e fiz uma breve pausa pra seguir. A trilha continuou bem tranquila e demarcada, não trombei com nenhum muriqui, mas avistei diversos pássaros. Após 30 minutos a trilha deu uma inclinada e as 15h10 me deparei com o segundo e último riacho da travessia, que já estava quase no seu fim. Pra atravessá-lo eu tirei o bute, pois até nisso o relato que eu levei ajudou, e evitei de molhar já no final. (relato aqui http://trilhasetrips.blogspot.com.br/2013/05/relato-travessia-de-sao-francisco.html).

 

Depois de 10 minutos passados, eu continuei pra reta final da trilha, que em mais 10 minutos atravessei a cerca tendo à minha direita a Missões, saí numa caixa d'água grande onde se tem também uma lixeira azul. Dali eu fui pela Rua Taurus até interceptar a Av das Montanhas pras 16h00 chegar no posto Ipiranga, que fica já perto do portal de Monte Verde. Troquei de roupa no banheiro do posto, comprei algumas coisas pra comer e um refrigerante pra beber no camping recanto dos bambus, que fica a 4km do centro. As 16h40 embarquei numa lotação da Cassalho Turismo pra antes das 17h00 me apresentar no camping que eu havia passado por lá 15 dias atrás quando fiz os picos de monte verde.

 

De fato o lado da descida pra MV é mais de boa, até porque a altitude de MV está a quase 1600 metros, tendo então menos desnível com relação ao pico. Realizado com a travessia, indescritível a sensação que sentia e apesar do cansaço, um gosto de quero mais. Assim fui descansar numa noite gelada de MV.

 

*Na foto 24 tem os horários do busão Cassalho Turismo

 

Dia 3: 01/04/2017

Pedra Chata em Itapeva, o pico pra relaxar

Fica pro próximo post...

 

É Nóis!!!

Segue fotos da Travessia:

 

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Dia 3: 01/04/2017

Pedra Chata em Itapeva, o pico pra relaxar

 

Depois de ter passado por São Francisco Xavier (SP) e Monte Verde (MG), tirei um dia pra relaxar na pedra chata em Itapeva, que significa pedra chata em tupi-guarani. Itapeva, que já foi um distrito de Camanducaia, emancipou-se pra município de Minas Gerais, situado na encosta da Serra da mantiqueira. Nesse dia fui direto pro Sitio Pedra Chata pra se ter uma visão do alto dos 1260 metros de altitude, além de poder apreciar uma bela piscina semi natural que é abastecida pelas águas de uma mina e tem parte das laterais internas com rochas naturais. Fui na Pedra Chata em si, com seus 1300 metros acima do nível do mar e passei numa pequena Gruta de Pedra que é acessada por uma breve trilha após o mirante.

 

Como cheguei:

 

Como eu estava em Monte Verde, embarquei no ônibus pra Rodoviária de Camanducaia (R$8,20), isso já era 06h00, sendo que as 07h10 embarquei sentido Itapeva (R$3,30). Da rodoviária de Itapeva segui na caminhada sentido o pico, coisa de mais ou menos 5km, mas antes tomei um café da manhã reforçado pra encarar a estrada terra e um pouco de subida íngreme.

 

Deu 07h30 e eu já estava passando pela rua de terra (Avenida Leonardo Rossi) que está sendo asfaltada aos poucos. Depois de menos de 15 minutos virei pra Rua Assis Monteiro (conforme foto 3 que virei à direita). À partir disso, segui por essa rua até sair no Vale Suíço Resort, esse local serviu de referência pra quem eu perguntava, e as placas indicando o Sítio Pedra Chata começaram a aparecer após esse Vale Suíço. A caminhada se deu sempre por estrada, nada de trilha. Apenas comia poeira em cada veículo que passava. Em menos de 1 hora passei pelo Resort e então a coisa começou a ficar mais íngreme. Aos poucos fui avistando o centro cada vez mais longe e cada vez menor, enquanto eu cada vez mais alto.

 

Após uma hora e vinte minutos de caminhada, enchi meu cantil de água, pois um moço estava lavando o quintal. Aproveitei e perguntei sobre as águas dos riachos que cruzei e ele disse que eram limpas. Disse, também, que a que ele estava usando era de nascente. Agradeci e continuei na cautela. O sol estava presente em toda a subida e isso fez escorrer bons pingos de suor no meu rosto, mas tava bem agradável e o visual da paisagem lá em baixo ia melhorando a cada passo.

 

As 09h15, após uma hora e quarenta e cinco minutos de caminhada desde a rodoviária, cheguei no Sítio Pedra Chata e fui recepcionado por uma das sócias do local, que foi bem legal e me apresentou o local.

 

Sítio Pedra Chata

 

Paguei uma taxa de R$8,00 e já bem empolgado fui pra um banho na piscina. Poxa, após quase duas horas de caminhada e de ter feito a travessia São Francisco Xavier x Monte Verde no dia anterior, nada mais que justo relaxar naquele lugar daora. Não quis saber se a água estava muito gelada antes mesmo das 10h, entrei de uma vez e foi bem tranquilo. O sol reinava ainda bem presente e aquele visual fantástico não parava de me fascinar. Depois fiquei na beira da piscina contemplando tudo ao redor e já fazendo uso das rodadas de breja rs. Show de bola. Lá serve porções e vende bebidas, só não tinha almoço. Vi que estão construindo uns chalés ao lado do estacionamento. Aproveitei pra pedir uma porção de Tilápia que veio servida e já foi meu almoço do dia. Nesse dia um grupo de Jipeiros organizaram um churrasco por lá, mas só chegaram quando eu já estava descendo lá pras 13h00. A descida foi tranquila por estrada mesmo, dei uma sapiada pro lado que leva pro Pico do Lopo Guara em Extrema, coisa que pode ser um dos próximo rolês.

 

-Horário de funcionamento: das 08h00 às 17h30

- de Quarta a Domingo e feriados.

- Taxa R$ 8,00

 

Pedra Chata e Gruta de Pedras

 

Uma caminhada de menos de 500 metros do sitio pra Pedra Chata, que é um enorme rochedo de acesso fácil, onde se vê a rodovia e a cidade bem pequena à direita. A extensão da pedra me impressionou, não imaginava ser tão grande. Estava vazia, mesmo num sábado, só depois que veio um grupo de bikers. Ali eu estava a 1300m e acessando uma trilha de 150 metros cheguei numa mini gruta, que vale a pena passar por ali.

 

Voltei pro sitio e as 13h10 já estava descendo pelo mesmo caminho, lá pras 14h25 já estava na rodoviária pra pegar o busão de volta pra sp. Rolê que ocorreu como planejado, evitando perrengues no roteiro e aproveitando o máximo do tempo disponível. Da mesma forma passando por paisagens incríveis e com um certo tom de aventura que uma travessia oferece.

 

- voltei de Itapeva pra SP no busão das 15h00 - horários na foto 13 (R$ 25,20)

 

È isso!!! Péde Natureza.

Até a próxima

Fotos:

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4.JPG.34912d50eeb497fc9177741f977ae29b.JPG

 

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9.JPG.598f393066eb6ff0368869df57eef239.JPG

 

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