Essa terrinha chamada Jericoacoara, ou Jeri para os íntimos, é tão maravilhosa que só uma vez foi pouco. Em janeiro de 2016 eu passei por lá durante o mini mochilão que fiz com minhas amigas pelo Ceará e Rio Grande do Norte e no carnaval de 2017,voltei para lá numa viagem de família com a minha sogra e meu namorado. Assim, vi um pouco dos dois lados: o mochileiro, sem dinheiro, e no conforto, provando um pouco da excelente gastronomia local.
Como chegar?
Existem, basicamente, 3 formas de aterrizar nesse paraíso.
A primeira é a mais longa: de ônibus + jardineira da Fretcar, que custa, em média, 70,00 por trecho. Você pega o ônibus da rodoviária de Fortaleza até Jijoca e, de lá, você pega uma jardineira, que consegue trafegar pela areia sem risco de atolamentos. Vale lembrar que os horários são um pouco limitados. Para ir até Jeri, são basicamente 3 horários, sendo o primeiro por volta das 07 da manhã e o último por volta das 18 da tarde. Para voltar, o primeiro horário é as 06:15 e o último às 22:30. De qualquer forma, vale conferir o site da empresa, pois eles podem fazer alterações nos horários.
A segunda forma é pegar um transfer particular desde Fortaleza, que te busca seja no hotel, hostel ou diretamente no aeroporto. Eles custam, em média, R$600,00 0 carro. Se for com 4 passageiros, fica R$ 150,00 para cada um. Nessa segunda vez, escolhemos essa opção e fechamos com o Davi, um cearense muito gente boa, que nos deu várias dicas do vilarejo. Contato: +55 85 987078894.
A terceira é alugar um carro e ir até Jijoca e contratar um guia para ajudar a chegar em Jeri sem atolar na areia ou parar o carro em Jijoca e pegar um D20 até Jeri, que custa R$20,00. Não faço ideia de quanto custa o guia, mas com certeza não é a opção mais recomendável pela dificuldade que o caminho apresenta.
Quando ir?
O ano todinho, hehe. Mas a melhor época, segundo a galera de lá é o que eles chamam de verão (meses de seca) entre junho e agosto. Fevereiro e março são os meses que mais chovem (sim, peguei várias pancadas de chuva esse ano). Dezembro e janeiro são os meses de altíssima temporada (fui em Janeiro de 2016 e meus dias foram ensolarados por lá, mas a negociação dos preços era difícil).
Aonde ficar?
Para os mochileiros, vale a pena dar uma olhada no Hostel World. Em 2016, ficamos no Vida Backpackers, mas não recomendo essa opção. Os quartos são muito apertados, com triliches e as donas muito antipáticas. Pelo preço que cobraram (R$55,00 por pessoa) poderíamos ter ficado num hostel muito melhor, com um pouco mais de limpeza e comodidade. Não é questão de ser chata, nem fresca, mas o preço não condizia com a realidade. Esse ano vimos um hostel chamado Maresia que cobrava 35,00 por pessoa. Apesar de ser um pouco mais afastado, parecia ser muito bom!
Também há a possibilidade de acampar! Só sabemos de 2 opções, que acredito serem as mais conhecidas: Camping do Natureza (atrás da Rua do Forró) e Flaco Camping.
Esse ano ficamos numa pousadinha mara, chamada Pousada Morada do Sol!!! Os donos eram super simpáticos, sempre dispostos a ajudar. O café da manhã tinha open de tapioca e ovo mexido, hmmm... A reserva foi feita pelo booking e sua localização é na Rua das Dunas, com um preço justíssimo. O Pablo, dono da Pousada, disse que quem se interessar poderia falar diretamente com ele, dizendo que é nosso amigo que ele faria um descontinho. A pousada é toda florida, próxima à praia e com um ambiente acolhedor.
O que fazer?
Caminhada até a Pedra Furada pela Maré baixa ou para ver o Pôr do Sol, se fizer um dia sem nuvens. Pela maré baixa, dá para ir parando em piscinas naturais que são formadas no meio das pedras e nas cavernas que ficam à mostra, sem o mar. Em 2016, fiz essa caminhada por cima do morro, mas conseguimos ver o sol se pôr com aquele lindo espetáculo de cores.
Aproveitar a própria praia de Jeri durante o dia, principalmente na maré baixa que a faixa de areia fica bem extensa, mas cuidado! A maré vai subindo rápido e se você deixar as coisas para mergulhar é melhor ficar de olho pro mar não levar, hahaha. O final de tarde é mais movimentado, inclusive com cavalos (acho um absurdo isso, mas ok) e carros recolhendo as cadeiras das barracas. Para quem quiser mais conforto e não ficar à boa e velha moda da canga tem o Club dos Ventos, que oferece espreguiçadeiras sem cobrar nada, somente consumo no local.
Passeio para o lado leste que pode ser feito de bugue ou de D20. O diferencial do bugue é que você passeia pela praia do Preá (com direito a mergulho) e para na árvore da preguiça, mas, sinceramente, não vale muito a pena (são 300,00/350,00), já que o mais interessante do passeio é a Lagoa do Paraíso (a famosa água azulada com redes para descansar ou tirar selfies, hehe). Se for de D20, são 15,00 o trecho por pessoa. Na Lagoa, existem duas opções de parada: a mais badalada é o Alchimist, com muitas estrutura e espreguiçadeiras na areia, mas esse ano conheci uma outra opção que, além de ser mais barata, não fica tão entupida quanto a primeira, chamada Nova Esperança. Além disso, o quiosque Nova Esperança é bem mais vazio, rústico e administrado por locais, que perderam grande parte do público pro Alchimist, por isso vale a pena conferir e "dar essa moral" pra eles (os preços também são muito mais atrativos).
Barrinha e a famosa lagosta cearense. Sério, se vocês amam frutos do mar (infelizmente, eu não posso comer crustáceos), tem que ir nesse lugar. Podem contratar um bugue para ir ou, se fizerem o passeio para o Lado Leste, pedirem pra esticar até lá. A Barraca do Belo tem opção de lagosta (grande) por 30,00. No dia que fomos, estava sem, então fomos no Komaki, foi uma das melhores refeições da minha vida! É um pouco mais caro, mas vale cada centavo. O polvo que eu pedi, derretia na boca e a lagosta da minha sogra era para 1, mas servia 2 pessoas. O atendimento é maravilhoso e a estrutura do restaurante feita de madeira com a vista para o mar, é tudo muito lindo. O prato para uma pessoa sai, em média, 60,00.
Passeio para o lado oeste que engloba a lagoa da Tatajuba, o Mangue Seco, e umas dunas radicais para quem gosta de aventura. Nós estendemos o passeio até a Barra dos Remédios, quase divisa com Piauí, passando por outras praias. É lindo demais, mas ficou puxado pra um dia só. Só tatajuba costuma sair por 350,00/400,00 o bugue, incluindo o que fizemos a mais saiu por 450,00. Achei que valeu a pena, anyway, mas a chuva atrapalhou um pouquinho. Também passamos pelo antigo vilarejo de Tatajuba, soterrado pelas Dunas, aonde ainda mora uma Senhora que fica num cantinho à sombra para contar a história do lugar pros viajantes interessados.
Assistir o pôr do sol na Duna do Pôr do Sol, que fica na praia de Jeri.
Alugar um quadriciclo para andar pelas dunas do Parque Nacional de Jericoacoara.
Se for amante dos esportes aquáticos como Kite e Windsurf, está no lugar certo, hahaha. Tem algumas praias que são o point da galera, principalmente pro lado da Barrinha.
Também val dizer que Jeri é uma das cidades tdas como base para fazer a famosa Rota das Emoções, que cruza de Jeri até os Lençois Maranhenses passando por várias praias maravilindas, está na miha bucket list <3
OBS: Fechamos os passeios com a Jeri Dunas Off Road, que fica na Rua Principal. O nome dos bugueiros que fizemos os passeios são Raimundo e Daniel (+55 88 999228686), muito simpáticos, nascidos em Jeri, contaram várias histórias pra gente, além de manjarem muito bem de manobras radicais nas dunas.
Aonde Comer?
Sério, foram tantas opções boas, que fica até difícil recomendar, vão achar que estou puxando o saco dos restaurantes de tão apaixonada que fiquei. Claro, isso só foi possível graças à minha sogra, porque no ano anterior eu sobrevivi de macarrão ao molho branco feito no hostel e sanduíche com pasta de atum, hahaha.
Komaki: já falei ali em cima mas é preciso repetir, o melhor restaurante que você pode ir. Eu comi o polvo, que parecia uma pasta derretendo na boca e minha sogra a lagosta, muito bem servida para uma pessoa. Localizado na praia da Barrinha.
Na casa Dela: pratos regionais, com decoração feita à mão, dá uma sensação de aconchego. A dona nos contou que tudo começou como uma brincadeira para poder se sustentar em Jeri e nos deu brigadeiros de graça de sobremesa. Prato: Paçoca (arroz de leite, carne de sol, feijão e purê de abóbora, hmmmmm). Pratos servem 2 pessoas e o prato para 1 também, se não estiverem com muita fome. Média de 65,00 o prato para 2. Localizado na Rua Principal.
Bistrô Caiçara: não pode passar por Jeri e não ir lá! O Polvo Louco é o prato da casa, para quem come crustáceos. Eu pedi um peixe com molho de caju e arroz à piamontese, não sei nem descrever a sensação da mistura do doce com o salgado. Média de 55,00 o prato para 1 pessoa. Localizado na Rua Principal.
Pimenta Verde: também com um peixe fresquinho, mas demora a servir, porque é um lugar pequeno e serve o prato na hora. Pedi um peixe ao conhaque, maravilhoso e meu namorado um risoto ao frutos do mar (ele disse que esperava mais). Fica na Rua São Francisco.
Tapiocaria Beco Doce: as meninas que servem (e o filho pequeno de uma delas) são uns amores. Pedimos tapiocas misturando o que já existi no cardápio. Ficou tão bom que elas falaram que incluiriam no menu ;D Fica no beco entre a Rua São Francisco e a Principal.
Naturalmente: Com certeza, o melhor crepe que já comi. A massa é incomparável, vem em formato de cone e é tão fininha que quebra ao cortar. No entanto, nos decepcionamos com o macarrão, era pesado com um molho insosso. Recomendo apenas para lanche ou para fazer um pequeno almoço até o jantar. Fica na praia, quase esquina com a Rua Principal.
La Dolce Vitta: para quem gosta de um Hamburguer, curtimos o de lá, caseiro e com atendimento excelente. Rua Principal.
Gelato e Grano: Sério, foi um por dia. Sem exagero. Podiam ser até dois se eu não fosse virar uma bola. Uma diversidade de sabores com aquele sorvete sendo feito na própria loja. Além dos sabores típicos, tem as gordices de sempre: cookies, ninho com nutella, waffle, oreo e por aí vai,...
Essa terrinha chamada Jericoacoara, ou Jeri para os íntimos, é tão maravilhosa que só uma vez foi pouco. Em janeiro de 2016 eu passei por lá durante o mini mochilão que fiz com minhas amigas pelo Ceará e Rio Grande do Norte e no carnaval de 2017,voltei para lá numa viagem de família com a minha sogra e meu namorado. Assim, vi um pouco dos dois lados: o mochileiro, sem dinheiro, e no conforto, provando um pouco da excelente gastronomia local.
Como chegar?
Existem, basicamente, 3 formas de aterrizar nesse paraíso.
A primeira é a mais longa: de ônibus + jardineira da Fretcar, que custa, em média, 70,00 por trecho. Você pega o ônibus da rodoviária de Fortaleza até Jijoca e, de lá, você pega uma jardineira, que consegue trafegar pela areia sem risco de atolamentos. Vale lembrar que os horários são um pouco limitados. Para ir até Jeri, são basicamente 3 horários, sendo o primeiro por volta das 07 da manhã e o último por volta das 18 da tarde. Para voltar, o primeiro horário é as 06:15 e o último às 22:30. De qualquer forma, vale conferir o site da empresa, pois eles podem fazer alterações nos horários.
A segunda forma é pegar um transfer particular desde Fortaleza, que te busca seja no hotel, hostel ou diretamente no aeroporto. Eles custam, em média, R$600,00 0 carro. Se for com 4 passageiros, fica R$ 150,00 para cada um. Nessa segunda vez, escolhemos essa opção e fechamos com o Davi, um cearense muito gente boa, que nos deu várias dicas do vilarejo. Contato: +55 85 987078894.
A terceira é alugar um carro e ir até Jijoca e contratar um guia para ajudar a chegar em Jeri sem atolar na areia ou parar o carro em Jijoca e pegar um D20 até Jeri, que custa R$20,00. Não faço ideia de quanto custa o guia, mas com certeza não é a opção mais recomendável pela dificuldade que o caminho apresenta.
Quando ir?
O ano todinho, hehe. Mas a melhor época, segundo a galera de lá é o que eles chamam de verão (meses de seca) entre junho e agosto. Fevereiro e março são os meses que mais chovem (sim, peguei várias pancadas de chuva esse ano). Dezembro e janeiro são os meses de altíssima temporada (fui em Janeiro de 2016 e meus dias foram ensolarados por lá, mas a negociação dos preços era difícil).
Aonde ficar?
Para os mochileiros, vale a pena dar uma olhada no Hostel World. Em 2016, ficamos no Vida Backpackers, mas não recomendo essa opção. Os quartos são muito apertados, com triliches e as donas muito antipáticas. Pelo preço que cobraram (R$55,00 por pessoa) poderíamos ter ficado num hostel muito melhor, com um pouco mais de limpeza e comodidade. Não é questão de ser chata, nem fresca, mas o preço não condizia com a realidade. Esse ano vimos um hostel chamado Maresia que cobrava 35,00 por pessoa. Apesar de ser um pouco mais afastado, parecia ser muito bom!
Também há a possibilidade de acampar! Só sabemos de 2 opções, que acredito serem as mais conhecidas: Camping do Natureza (atrás da Rua do Forró) e Flaco Camping.
Esse ano ficamos numa pousadinha mara, chamada Pousada Morada do Sol!!! Os donos eram super simpáticos, sempre dispostos a ajudar. O café da manhã tinha open de tapioca e ovo mexido, hmmm... A reserva foi feita pelo booking e sua localização é na Rua das Dunas, com um preço justíssimo. O Pablo, dono da Pousada, disse que quem se interessar poderia falar diretamente com ele, dizendo que é nosso amigo que ele faria um descontinho. A pousada é toda florida, próxima à praia e com um ambiente acolhedor.
O que fazer?
Caminhada até a Pedra Furada pela Maré baixa ou para ver o Pôr do Sol, se fizer um dia sem nuvens. Pela maré baixa, dá para ir parando em piscinas naturais que são formadas no meio das pedras e nas cavernas que ficam à mostra, sem o mar. Em 2016, fiz essa caminhada por cima do morro, mas conseguimos ver o sol se pôr com aquele lindo espetáculo de cores.
Aproveitar a própria praia de Jeri durante o dia, principalmente na maré baixa que a faixa de areia fica bem extensa, mas cuidado! A maré vai subindo rápido e se você deixar as coisas para mergulhar é melhor ficar de olho pro mar não levar, hahaha. O final de tarde é mais movimentado, inclusive com cavalos (acho um absurdo isso, mas ok) e carros recolhendo as cadeiras das barracas. Para quem quiser mais conforto e não ficar à boa e velha moda da canga tem o Club dos Ventos, que oferece espreguiçadeiras sem cobrar nada, somente consumo no local.
Passeio para o lado leste que pode ser feito de bugue ou de D20. O diferencial do bugue é que você passeia pela praia do Preá (com direito a mergulho) e para na árvore da preguiça, mas, sinceramente, não vale muito a pena (são 300,00/350,00), já que o mais interessante do passeio é a Lagoa do Paraíso (a famosa água azulada com redes para descansar ou tirar selfies, hehe). Se for de D20, são 15,00 o trecho por pessoa. Na Lagoa, existem duas opções de parada: a mais badalada é o Alchimist, com muitas estrutura e espreguiçadeiras na areia, mas esse ano conheci uma outra opção que, além de ser mais barata, não fica tão entupida quanto a primeira, chamada Nova Esperança. Além disso, o quiosque Nova Esperança é bem mais vazio, rústico e administrado por locais, que perderam grande parte do público pro Alchimist, por isso vale a pena conferir e "dar essa moral" pra eles (os preços também são muito mais atrativos).
Barrinha e a famosa lagosta cearense. Sério, se vocês amam frutos do mar (infelizmente, eu não posso comer crustáceos), tem que ir nesse lugar. Podem contratar um bugue para ir ou, se fizerem o passeio para o Lado Leste, pedirem pra esticar até lá. A Barraca do Belo tem opção de lagosta (grande) por 30,00. No dia que fomos, estava sem, então fomos no Komaki, foi uma das melhores refeições da minha vida! É um pouco mais caro, mas vale cada centavo. O polvo que eu pedi, derretia na boca e a lagosta da minha sogra era para 1, mas servia 2 pessoas. O atendimento é maravilhoso e a estrutura do restaurante feita de madeira com a vista para o mar, é tudo muito lindo. O prato para uma pessoa sai, em média, 60,00.
Passeio para o lado oeste que engloba a lagoa da Tatajuba, o Mangue Seco, e umas dunas radicais para quem gosta de aventura. Nós estendemos o passeio até a Barra dos Remédios, quase divisa com Piauí, passando por outras praias. É lindo demais, mas ficou puxado pra um dia só. Só tatajuba costuma sair por 350,00/400,00 o bugue, incluindo o que fizemos a mais saiu por 450,00. Achei que valeu a pena, anyway, mas a chuva atrapalhou um pouquinho. Também passamos pelo antigo vilarejo de Tatajuba, soterrado pelas Dunas, aonde ainda mora uma Senhora que fica num cantinho à sombra para contar a história do lugar pros viajantes interessados.
Assistir o pôr do sol na Duna do Pôr do Sol, que fica na praia de Jeri.
Alugar um quadriciclo para andar pelas dunas do Parque Nacional de Jericoacoara.
Se for amante dos esportes aquáticos como Kite e Windsurf, está no lugar certo, hahaha. Tem algumas praias que são o point da galera, principalmente pro lado da Barrinha.
Também val dizer que Jeri é uma das cidades tdas como base para fazer a famosa Rota das Emoções, que cruza de Jeri até os Lençois Maranhenses passando por várias praias maravilindas, está na miha bucket list <3
OBS: Fechamos os passeios com a Jeri Dunas Off Road, que fica na Rua Principal. O nome dos bugueiros que fizemos os passeios são Raimundo e Daniel (+55 88 999228686), muito simpáticos, nascidos em Jeri, contaram várias histórias pra gente, além de manjarem muito bem de manobras radicais nas dunas.
Aonde Comer?
Sério, foram tantas opções boas, que fica até difícil recomendar, vão achar que estou puxando o saco dos restaurantes de tão apaixonada que fiquei. Claro, isso só foi possível graças à minha sogra, porque no ano anterior eu sobrevivi de macarrão ao molho branco feito no hostel e sanduíche com pasta de atum, hahaha.
Komaki: já falei ali em cima mas é preciso repetir, o melhor restaurante que você pode ir. Eu comi o polvo, que parecia uma pasta derretendo na boca e minha sogra a lagosta, muito bem servida para uma pessoa. Localizado na praia da Barrinha.
Na casa Dela: pratos regionais, com decoração feita à mão, dá uma sensação de aconchego. A dona nos contou que tudo começou como uma brincadeira para poder se sustentar em Jeri e nos deu brigadeiros de graça de sobremesa. Prato: Paçoca (arroz de leite, carne de sol, feijão e purê de abóbora, hmmmmm). Pratos servem 2 pessoas e o prato para 1 também, se não estiverem com muita fome. Média de 65,00 o prato para 2. Localizado na Rua Principal.
Bistrô Caiçara: não pode passar por Jeri e não ir lá! O Polvo Louco é o prato da casa, para quem come crustáceos. Eu pedi um peixe com molho de caju e arroz à piamontese, não sei nem descrever a sensação da mistura do doce com o salgado. Média de 55,00 o prato para 1 pessoa. Localizado na Rua Principal.
Pimenta Verde: também com um peixe fresquinho, mas demora a servir, porque é um lugar pequeno e serve o prato na hora. Pedi um peixe ao conhaque, maravilhoso e meu namorado um risoto ao frutos do mar (ele disse que esperava mais). Fica na Rua São Francisco.
Tapiocaria Beco Doce: as meninas que servem (e o filho pequeno de uma delas) são uns amores. Pedimos tapiocas misturando o que já existi no cardápio. Ficou tão bom que elas falaram que incluiriam no menu ;D Fica no beco entre a Rua São Francisco e a Principal.
Naturalmente: Com certeza, o melhor crepe que já comi. A massa é incomparável, vem em formato de cone e é tão fininha que quebra ao cortar. No entanto, nos decepcionamos com o macarrão, era pesado com um molho insosso. Recomendo apenas para lanche ou para fazer um pequeno almoço até o jantar. Fica na praia, quase esquina com a Rua Principal.
La Dolce Vitta: para quem gosta de um Hamburguer, curtimos o de lá, caseiro e com atendimento excelente. Rua Principal.
Gelato e Grano: Sério, foi um por dia. Sem exagero. Podiam ser até dois se eu não fosse virar uma bola. Uma diversidade de sabores com aquele sorvete sendo feito na própria loja. Além dos sabores típicos, tem as gordices de sempre: cookies, ninho com nutella, waffle, oreo e por aí vai,...