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Genebra é a segunda mais populosa cidade da Suíça (após Zurique). Situada onde o rio Ródano sai do Lago Genebra. Devido à notória neutralidade suíça, Genebra foi escolhida para albergar um grande número de organizações de cooperação internacional. Assim a chamada Genebra Internacional conta com mais de 20 organizações internacionais e mais de 250 organizações não governamentais (ONG). Entre as primeiras destacam-se a sede europeia das Nações Unidas, a Organização Mundial da Saúde, o Comité Internacional da Cruz Vermelha, ou a Organização Europeia para a Investigação Nuclear. É por isso que também é conhecida como "Capital da Paz”.

 

Como estou morando em Bern, fomos passar o dia em Genebra. Chegando na estação central, fui logo ao Centro de Turismo pedir informações e um mapa com as atrações da cidade. Eles foram muitos simpáticos e receptivos. Bom, começamos conhecendo o Lago de Genebra que fica no meio da cidade, onde separa a chamada “velha” e “nova” cidade. Neste lago há o famoso o jato d'água - Jet d'Eau, que alcança até 140 metros de altura. Na frente fica uma praça onde há o famoso relógio de flores (esta na contra-capa do livro “Onze minutos” de Paulo Coelho), nesta praça também podemos econtrar toda a história da fundação da cidade pelos monumentos. Seguindo, podemos encontrar a catedral St-Pierre, um dos principais marcos da Reforma, que está para Genebra como a Notre Dame está para Paris – não deixe de visitá-la. Estes pontos turisticos ficam na “cidade velha”, uma parte da cidade cercada por ruas de pedra. Em seguida fomos conhecer o Grande Teatro de Genebra, Orquestra Suiça e o Muro da Reforma (Mur de la Reformation). Estes últimos pontos ficam em um mesmo lugar. Você pode conhecê-los a pé, ou alugando uma bicicleta, bem agradável. Sem esquecer-se de conhecer o Museu do relógio, já que a cidade é conhecida pelos relógios. Para terminar, nós pegamos um ônibus (há um tipo de ticket que custa 7 francos que você pode usá-lo durante um dia, em todos os meios de transportes disponíveis na cidade) para conhecer a ONU – Organização das Nações Unidas, a OMS – Organização Mundial da Saúde, o Museu da Cruz vermelha, e o monumento àqueles mutilados por minas terrestres (é uma cadeira grande na frente da ONU). Para Finalizar fomos conhecer o tão famoso CERN – dos livros de Dan Brown. Para chegar ao CERN você precisa pegar um Tram e mais um ônibus pois é um pouco afastado da cidade. Tanto o CERN como a ONU fecham as 16:00, então é preciso chegar a tempo para conseguir uma visita guiada. Bom, a cidade é linda, ótima para fazer compras, tem lojas de todas as marcas internacionais, lojas de relógios suíços, restaurantes ótimos e cafés deliciosos. Nós conseguirmos visitar em um dia, mas para conhecer a vida noturna da cidade, aconselho a ficar uns dois dias.

 

Abraços,

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Claro! :)

Abaixo estão algumas fotos de Genebra...

 

1) Jet d'Eau

20100419035048.jpg

 

2) Relógio de Flores

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3) Muro da Reforma (Mur de la Reformation)

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4) Catedral St-Pierre

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5) ONU

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6) Monumento - Vítimas de Minas Terrestres

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Oi Renata Toscano,

 

Eu apenas passei o dia em Genebra. Eu moro em Bern (1:50 de trem). ;) Mas quando preciso me hospedar, sempre procuro pelo Ibis. É o famoso "bom, bonito e barato" Tbm podes procurar pelos Albergues, que são mais baratos.

 

Abraços.

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Olá...que bom uma informação bem objetiva de genebra...tudo que eu queria...gostaria de saber onde vc ficou hospedada?

 

Renata,

além do Ibis (que é um ótima opção mesmo) a própria Accor tem uma rede de hóteis mais barata que o Ibis e mais cara que o Formule 1 chamada Etap, os quartos, inclusive, são bem parecidos com os da rede Ibis > http://www.etaphotel.com/

 

Vale a economia

::otemo::

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Olá Clarissa,

 

O seu relato ajudou a mudar Zurich por Genebra. Porém, irei passar só uma noite lá para retornar ao Brasil logo em seguida.

 

Você como moradora da suiça poderia me ajudar em algumas questões:

 

1.) Dezembro, primeira quinzena, é muito frio? Neva nas regiões de Genebra e Interlaken?

2.) Vi que alguns trens temáticos estão fechados nesta época - Novembro e inicio de Dezembro. É devido ao frio? Risco de avalanche ou algo assim?

3.) Você falou em compras. Irei viajar pela europa por 20 dias. Posso esperar para realizar compras de relógios, óculos e roupas em Genebra? OU melhor comprar em outras cidades da europa? O que realmente vale a pena comprar em Genebra? Tem alguma sugestão de site de lojas lá? Para eu pesquisar preços.

 

 

 

Grato.

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Oi diogoacl,

 

Desculpe pela demora para responder ;)

 

1.) Dezembro, primeira quinzena, é muito frio? Neva nas regiões de Genebra e Interlaken?

Sim, é frio. Não tanto quanto Janeiro. As temperaturas ficam entre 0 e 10 graus neste período. Em Genebra é muito difícil nevar, mas em Interlaken (uma região mais alta) é bem fácil nevar nesta época! Interlaken é a cidade que inicia o passeios aos Alpes!

 

2.) Vi que alguns trens temáticos estão fechados nesta época - Novembro e inicio de Dezembro. É devido ao frio? Risco de avalanche ou algo assim?

Não sei ao certo, mas provavelmente. E também porque este período é considero baixa temporada turística.

 

3.) Você falou em compras. Irei viajar pela europa por 20 dias. Posso esperar para realizar compras de relógios, óculos e roupas em Genebra? OU melhor comprar em outras cidades da europa? O que realmente vale a pena comprar em Genebra? Tem alguma sugestão de site de lojas lá? Para eu pesquisar preços.

Relógios com certeza! A Suiça tem ótimos relógios! Genebra tem muitas lojas internacionais e não achei muito caro. Mas, em outras cidades como Milão, achei um pouco mais barato (roupas). Mas relógios tem que ser na Suiça! São ótimos! Tem muitas lojas em Genebra, toda marca que vc imaginar, tem loja lá. ;)

 

Espero que tenha ajudado em algo!

Abraços

 

Clarissa

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Clarissa,

 

Pode me dar mais uma ajuda para decidir meu roteiro?

 

Chegarei a Suiça a partir de Roma. E já comprei minha volta ao Brasil por Genebra. Minha estada na Suiça será de 03 a 07/12/2010.

Planejei ficar 3 noites em Interlaken e apenas 1 noite em Genebra. Agora tenho a seguinte dúvida: Partindo de Roma, é melhor eu chegar em Interlaken ficar lá as 3 noites ou chegar em Genebra ir para Interlaken e já voltar direto para o aeroporto na volta?

 

Qual o aeroporto mais próximo de Interlaken? É em Bern mesmo?

 

Grato.

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Obviamente gosto nao se discute ainda mais se tratando de viagens mas na minha opiniao nao achei graca nenhuma de Genebra .

Outras cidades suiças achei mais interessantes : Bern, Luzern, Lausanne , Montreux, Interlaken, Zurich e as imperdiveis Zermatt e Murren.

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Bom,

 

A questão de Genebra é voltada a uma só. Quero fazer algumas compras por lá, vi que é interessante e o meu voo de volta ao Brasil partirá de lá. Por isso, irei passar uma noite por lá, até para descansar.

 

Interlaken e Zermatt estão no meu roteiro, pois irei passar 3 noites em Interlaken.

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Interlaken como base para ir a Bern e Lauterbrunenn tudo bem mas 3 dias em Interlaken acho exagerado . Meio dia da pra vc ver Interlaken.

Eu gastaria mais tempo em Lauterbrunnen , Murren, Gimmewald. Passaria 3 dias descansando em Murren sem problemas !!!

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Bom,

 

Obrigado. Preferi 3 noites em interlaken a ficar pulando.. pulando. Como é no meio dos principais destinos e até onde pesquisei foi a região mais bonita. Servirá como base. Quero ir a jungfro.. e adjacências. Assim, na verdade serão 3 dias, mas só como base. Não pretendo ficar parado por lá!

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Olá.

 

Interlaken é um lugar muito bonito. Serve, muito vezes, de base para os passeios pelos Alpes. De Interlaken vc pode visitar outras cidades como Berna (20min de trem); Lausanne e montreux (1h de trem), Genebra (1h30m de trem) entre outras! Visitar o Top of Europe é D+! Aproveite a oportunidad

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Clarissa, você resumiu minha viagem a Genebra!!

 

Só um ponto que vou acrescentar: não deixem de conhecer o Maison Tavel. É um museu que fica próximo a catedral St. Pierre e é gratuito. Sim, são 4 andares de história e costumes suiços nos quais você percorre com um guia sobre todas as obras contidas no museu em vários idiomas. Não tem em português, mas tem em espanhol e dá para se entender bem. Há neste museu também uma maquete da cidade, que é imperdível! A visita começa do último andar e vai descendo os degraus da casa. Fica aberto até as 17 horas e não se pode tirar fotografias dentro, único ponto que me desagradou.

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    • Por Amilton & Poly
      Aqui estão reunidas nossas experiências cometíveis por terras Lusas .
      Acompanhe tbm nossas viagens pelo Instagram/ Facebook @polymsousa.
       
      Come-se mto bem e com preços mto bons em Portugal. A comida é deliciosa e barata em relação a SP. Por ex: sopa + prato de bacalhau sai em torno de 15 reais por pessoa.
      DICA 1: peça pratos para 1 e divida, as porções costumam ser grandes. Assim é possível pedir entrada, prato principal e sobremesa e ter uma degustação total sem gastar tanto. Os valores são mto parecidos com o que vc gastaria no Brasil comendo arroz e feijão, porém lá vc come bacalhau kkkkk.
      DICA 2: geralmente fazemos compensações, então se um dia esbanjamos um pouco mais com alimentação no outro seguramos a onda e seguimos o baile.
      DICA 3:  Vc encontra os cardápios com valores de todos os restaurantes no site Zomato.
      DICA 4: se não quiser o couvert (pães e patês) é só não mexer que não será cobrado.
       
      Vamos lá:
       
      LISBOA
      -Restaurante Costa Vicentina: ambiente aconchegante, atendimento excelente feito por brasileiros rsrs. Nos receberam com um vinho do Porto! Eles são especializados em comida portuguesa então pedimos pratos com frutos do mar: Gamba Aguille (camarão alho e óleo) + Cataplana de Mariscos + sobremesa Sericaia (lembra um curau) + taça de vinho verde. Tudo delicioso e muito delicado.

       
      -Landeau: onde tem o famoso bolo de chocolate. Tipo um bolo-mousse realmente delicioso. Fomos na unidade da LX Factory mas tem tbm no Baixa-Chiado.

       
      -Restaurante Frade dos Mares: Um ritual gastronômico! Pedimos a sugestão do chef e fomos muito felizes kkkkk: folhado de leite de cabra com doce de frutas vermelhas (couvert) + mexilhões com manteiga de ervas (entrada) + Camarão alho e óleo (entrada) + Polvo a Lagareiro (principal) + Entrecôte maturado (principal) + Leite-creme folhado com abacaxi ao vinho do Porto e sorvete (sobremesa) e ainda um vinho branco delicioso. Meuuu Deus, pensa numa riqueza! Maravilhoso! Se não bastasse, o atendimento é primoroso e rápido e a música ambiente dá um clima. Super romântico. Recomendo muito! Áh lá precisa reservar pq são poucas mesas. Vá, sério.
       

      -Fábrica da Nata (no bairro Restauradores). Lindo ambiente com azulejos portugueses, preparação dos pastéis visível (o que é mto legal, pois se torna uma experiência), ótimo atendimento. No teto estão em movimento forma de pasteis de nata que parecem ter saído do forno, mas é só decorativo kkk. Comemos pão com queijo da serra da estrela e presunto Parma + bolinho de bacalhau + croquete de vitela + pastel de nata com vinho do Porto. Não sabia que faziam essa combinação de pastel e vinho, amamos!!!! Td delicioso mas o pastel de nata quentinho e cremoso foi demais!

       
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      -Pastéis de Belém (o de Belém de fato rsrs): Esse é o clássico e original desde 1837. Sabia que só eles podem usar o termo “pastel de belém”? É marca registrada. Como a receita é secreta é um pouco diferente dos pastéis de nata dos outros lugares. São deliciosos tbm e não pode sair de Portugal sem provar! Tomamos tbm um galão (café com leite) e um chocolate quente que dá vontade de comer de colher!

       
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      SINTRA
      -Byron Bar: a entrada do bar fica embaixo e não é mto óbvia mas tenha fé que vai dar certo kkk, tem uma seta apontando para a entrada. O nome é em homenagem a um poeta que visitou a cidade no séc XIX e por ter gostado mto escreveu sobre Sintra. Começamos com um chocolate quente pra tirar a friagem kkk delícia. Experimentamos bolinho de bacalhau e as especialidades da casa: os travesseiros de Sintra e as queijadas. Tudo feito por eles, uma delícia e ainda olhando para a praça onde fica o Palácio Nacional. Finalizamos com o doce Dona Amélia que só tem na região dos Açores e tbm mto bom e experimentamos a Ginginha de Óbidos (bebida bem docinha feita com uma espécie de cereja). Dica: lá o valor das coisas são bem melhores que nos outros restaurantes.
       
       
      -Casa Piriquita: A casa existe desde 1862 e produz desde então os tradicionais Travesseiros de Sintra. Tem que provar! Experimentamos tbm outros doces especialidades deles como Cruz Alta, Joaninha, Queijada, Pastel de Sintra. Deliciosos. Separe um momento para essa experiência gastronômica em Sintra. Áhhh como a casa estava tranqüila pedimos para entrar na cozinha! Vimos a arte acontecendo e ainda conhecemos a família dos "Piriquitos", a Casa foi passando de geração em geração, mto legal!

       
      PORTO
      -Leitaria Quinta do Paço: famosa pelos seus Eclaires. O que que é isso Brasil? São mto delicados, equilibrados no doce e deliciosos! Pra conseguir provar vários sabores pedimos os miniaturas para compartilhar e depois os normais msm kkkk. Meu preferido foi o crocante!!! O chantily são eles que fazem tbm. Os cafés são de marca própria, tem um até com maçã! Experimente!

       
      -Amarelo Torradas: e suas maravilhosas torradas kkkkk. O local é mto charmoso e delicado. As torradas deram a fama ao lugar e não é pra menos: pedimos torrada com avelã e outra com cereais, vem quentinha, com manteiguinha derretida, crocante por fora, macia por dentro, ahhhhh tem que provar. Ainda acompanha geléia e nutella. Mas não se engane, não são só as torradas q são demais, o bolo-mousse de chocolate tbm é incrível.

       
      -Hungry Biker: Um restaurante com conceito mto jovem e decoração em torno das bikes. Fomos atendidos pela Maria que é russa e está aprendendo português. Mto simpática e divertida. Pedimos um brunch e um almoço. O brunch vem com ovos mexidos, presunto parma, pão, feijão (diferente né? Mas delicioso). O almoço vem mexilhões, salada, pão , sopa e acompanha vinho.  Estava uma delícia e os ingredientes de qualidade. Amamos, vale mto  a pena e ainda aproveite para uma troca cultural com a Maria.

       
      -Confeitaria Petúlia: Vimos vídeos sobre eles e a fama do bolo-rei (no fim do ano formam-se filas para comprar o famoso bolo). É uma confeitaria de 1972 com atendimento mto bom. Como ainda não tínhamos experimentado pedimos a Francesinha, prato típico do Porto. Existem várias formas de fazer francesinha, essa leva pão, queijo, embutidos, carne (de porco ou boi), queijo por cima derretendo e molho levemente picante. Ainda acompanha batata frita (passa a batata frita no molhinho pra vc ver). Tomamos uma  cerveja Super Bock (eles disseram que era a combinação ideal kkk). O prato é bem servido viu!!! Pra finalizar pedimos o Bolo-Rei. É como se fosse um panetone mas com mais frutas cristalizadas (como laranja, cereja) e castanhas. Sensacional. Adoramos!
       

       
      -Padaria Ribeiro: existente desde 1878. Atendimento mto simpático. Como é uma padaria tradicional pedimos uma degustação das especialidades da casa. Começamos pelos salgados: bolinho de bacalhau, croquete, empada, pastel de chaves.  Gente, os salgados de vitela e o bolinho de bacalhau são fabulosos. Depois pedimos a degustação dos doces kkkkk e vieram em miniatura (Thanks God, assim podemos comer mais opções kkkk). Mto bons, deliciosos, equilibrados no açúcar e com um cafezinho fecha com chave de ouro.

       
      -Café Piolho:  Restaurante tradicional e popular entre os universitários da época da ditadura. Tds se conheciam e falavam de política, porém qdo alguém diferente entrava eles faziam sinal coçando a cabeça pra indicar q podia ser alguém da ditadura. E assim ficou conhecido como café Piolho kkkk. E lá comemos um Bacalhau com natas maravilhoso e uma sopa de legumes.

       
      -Petisqueira Voltaria: O local é bem pequeno, tem entre 4 e 5 mesas, mas o atendimento é tão caloroso e a comida é tão saborosa que te aconselho a ir sim!! Começamos com uma sangria... azul! Feita com espumante português azul e frutas vermelhas..uauu delícia. De entrada pedimos bolinho de alheira (alheira é um embutido português) super bem temperado, delicioso. De prato um bacalhau a Braz mto gostoso. Áh observe que lá por ser um local pequeno não fazem fritura, usam o forno nas preparações (e ainda fica saudável, olha só kkk). Pra fechar pedimos um Natas do Céu, creme com bolacha que vc vai pegando as camadas de colher...aprovadíssimo! E além de td tem a simpatia do Hugo e da Fátima... dê umas risadas com ele!

       
      -Restaurante Raiz: o restaurante é lindo e conta com 4 andares. Mto aconchegante e romântico à luz de velas. O atendimento é excelente e o Miguel, que nos atendeu, ao explicar os pratos correlacionava com a história de Porto e Portugal. Aliás, eles valorizam suas tradições e recriaram pratos utilizando ingredientes da culinária portuguesa, além de trazerem de volta pratos que haviam sido esquecidos. Pedimos alheiras (vem com ovo de codorna em cima que é a coisa mais linda), é uma explosão de sabores. Depois, Tiborna de Salmão com temperos intensos mas mais suaves que a alheira...pelo amor de Deus, é divino. O tiborna de salmão é um prato que era tradicional no sul do país e eles resgataram.  E como principal Bacalhau com crosta de broa e mel...ahhh gente, é pra fechar com chave de ouro nossa experiência em Porto. De sobremesa um pudim de batata-doce com laranja em calda. Uau que combinação o cítrico da laranja com o doce da batata, bom demais!

       
      BRAGA
      -Nata Lisboa (em Braga kkk):  local mto aconchegante e atendimento mto atencioso msm estando super cheio na hora que fomos. Pedimos uma Tábua Ibérica (uiiii rsrs) com frios e pães deliciosos. Não tem ainda no cardápio pois é novo e foi sugestão deles. Aprovado! Acompanhado de sangria com vinho do Porto rosê (pensa num povo que quer experimentar td nessa vida kkkkk).  E pra adoçar nada de inovar: vamos no famoso pastel de nata kkkk... quentinho com café...áhhhh não tem coisa melhor.

       
      COIMBRA
      -Zé  Manel dos Ossos: Local bem pequeno, com 5 mesas q forma fila na porta (dizem q a espera geralmente é de mais de 1h).A comida lá é fresca e caseira e o prato mais famoso é o tal dos ossos. Pois então vamos prová-lo. Pedimos os ossos com arroz e feijão pra acompanhar. Mas não subestime o arroz e feijão do Manel, é delicioso demaissssss e os ossos tbm... pedimos meia porção dos ossos e 1 de arroz e feijão e foi suficiente. O ambiente é cheio de guardanapos de clientes q deixaram recadinhos. Tem tbm varias decorações inusitadas. Tem que ir!



    • Por Paola Rafaelly
      Olá galera!!! Tudo bom? Eu sou a Paola, tenho 18 anos (sim, bem nova haha), sou da capital de São Paulo e vim retribuir toda a ajuda do site e dos relatos que eu li e que me incentivaram tanto a por uma mochila nas costas e ir com a cara e a coragem. Viajei para Bolívia, Chile e Peru por 29 dias com FUCKING 800 dólares (sim, eu sei que a maioria das pessoas- 99%- vai com mais dinheiro, mas fazer o que né ) e graças a isso passei vários perrengues e os melhores momentos da minha vida. Eu viajei com mais duas amigas, Carol e Yolanda. Viajamos do dia 11/12/17 à 09/01/18. Eu tenho muitas dicas para dar (coisas que ninguém conta haha), então espero que gostem e acompanhem .
      Roteiro:
      12/12: São Paulo- Santa Cruz- Sucre
      13/12: Sucre- Uyuni
      14/12: Salar de Uyuni
      15/12: Salar de Uyuni
      16/12: Salar de Uyuni- San Pedro
      17/12: San Pedro de Atacama
      18/12:  San Pedro de Atacama- Arica
      19/12: Arica- Tacna- Arequipa
      20/12: Arequipa
      21/12: Arequipa
      22/12: Arequipa
      23/12: Arequipa
      24/12: Arequipa  (Já perceberam que moramos na cidade, né?)
      25/12: Arequipa- Ica
      26/12: Ica- Huacachina
      27/12: Huacachina- Ica 
      28/12: Ica- Cusco
      29/12: Cusco
      30/12: Cusco
      31/12: Cusco
      01/01: Águas Calientes 
      02/01: Machu Picchu- Cusco 
      03/01: Cusco- Puno
      04/01:  Puno- Copacabana- La Paz
      05/01: La Paz
      06/01: La Paz
      07/01: La Paz- Cochabamba
      08/01: Santa Cruz
      09/01: Santa Cruz- São Paulo
       
      Bom, fazia muito tempo que eu tinha o sonho de fazer um mochilão e acabou que me apaixonei pelo Salar de Uyuni e como não sou de ferro, fui colocando mais uma cidade e mais uma e mais uma, até que ficou três países haha demorou um certo tempo para conseguirmos o dinheiro, mas depois de muito tempo trabalhando duro, conseguimos, fomos, com pouco dinheiro, mas fomos. Então, se você quer vá lá e faça, foi nosso primeiro mochilão e aconteceu várias merdas- que fazem parte e deixam a viagem ainda mais legal- o que eu quero dizer é: SÓ VAI MANO! Com pouco dinheiro, com medo, mas VAI!
      O que levar: 
      Eu não lembro tudo que eu levei, mas vou colocar os principais...
      Segunda pele: R$40
      Fleece: R$20
      Jaqueta Corta-vento: R$200
      Duas luvas: R$15 (promoção)
      Doleira: R$8
      Lanterna: R$10
      Toalha Secagem rápida: R$35
      Mochila de ataque: R$80
      Mochilão 50L: 280
      Calça segunda pele: R$40
      3 pares de meia (grossas): R$25
      Bota Impermeável: R$200
      PS.: Fora a doleira e a lanterna, eu comprei tudo na Decathlon. Os preços lá eram mais em conta. Pra quem vai viajar mais pro final do ano, eu indico esperar até mais ou menos Setembro, porque já começa a aparecer umas promoções bem legais, por exemplo, a luva, paguei super barato nas duas e compensou muito o custo-benefício.
      1 Touca
      1 Cachecol
      1 Calça jeans
      1 calça legging
      7 pares de meias
      2 pares de meias (umas meias mais grossinha para os dias realmente frios)
      8 blusas leves
      10 calcinhas
      2 sutiãs
      1 short
      2 vestidos 
      1 Moletom 
      Biquini
      Chinelo 
      Bandeira do Brasil (patriota que sou)
       
      Outras coisas:
      2 Cadeados
       Batom de cacau
       Colirio
       Rinosoro
       escova e pasta de dente
       rolo de papel de higiênico (eu deveria inclusive ter levado o saco- mas não dava hahaha) (isso é muito importante, vai por mim)
       pote de shampoo, condicionador e hidratante
       lenços umedecidos (muito importante também, serve pra limpar qualquer coisinha)
       protetor solar 
       e mais trezentas coisas
      PS.: Não se esqueçam do Certificado Internacional de Vacina da Febre Amarela, tecnicamente eles deveriam te pedir na fronteira, mas não pedem em nenhum momento. Mas sempre bom levar, afinal, você não quer voltar com febre amarela, né?
       
      PASSAGENS AÉREAS: 
      Então, compramos nossa passagem com as milhas de um conhecido, saiu quase a mesma coisa, mas conseguimos economizar uns R$50, então foi válida a tentativa. Porém, nós acompanhamos os preços durante o ano todo esperando uma promoção. Pra quem vai viajar na mesma época que a gente ou até a partir de Outubro mesmo, fica esperando que lá pro final de Agosto começa a aparecer umas promoções muitos boas. Então, se puder, espere! Aguenta o coração. Porque, quando íamos pesquisar, geralmente estava mais de mil de reais e quando começou a surgir as promoções, estava lá pra R$850.
      Passagem de Guarulhos- SP para Santa Cruz- BO: R$823
      Bagagens ida e volta (porque agora tem essa palhaçada ): R$70
      Passagem de Santa Cruz para Sucre: R$130 (único luxo que nos demos )
       
      Okay, chegou o dia 11/12. Tudo preparado. Coração a mil. Nosso embarque era o melhor horário: 23h30. Pegamos o transfer da Gol em Congonhas, depois de pouco mais de 1h30 chegamos em Guarulhos. Ficamos um bom tempo esperando o check-in, façam com antecedência, a fila da Gol sempre é enorme. 
      Essa somos nós, ainda em Guarulhos, muito plenas antes da viagem 
      No avião tivemos um lanchinho, recebemos o papel da imigração, cujo papel não entendi bosta nenhuma, mas só fui escrevendo na fé de que estava certo. Depois de 2h30 de viagem chegamos ao território Boliviano, chegamos por volta de 1h20, passamos pela imigração, carimbamos nossos passaportes, tudo ok. E o mochilão começou oficialmente!

       
       
      12/12- SUCRE
      Fala gente! Vi que já tem uma galera acompanhando o relato e fico muito feliz de saber que estou ajudando alguém  Então, tentarei escrever o relato em até dois meses, afinal, quero escrever tudo bem detalhamente com preços e tudo mais, e sei que é bem chato ficar esperando um relato muito tempo. 
      Eu esqueci de falar que nós levamos todo nosso dinheiro em dólar, porque vale mais a pena, o real não compensa muito lá fora. Indico também trocarem o dinheiro aos poucos, porque você corre menos risco de perder dinheiro. Pra vocês terem noção, trocávamos nosso dinheiro aos poucos e pagávamos R$3,30 mais ou menos e quando fomos trocar da ultima vez, pagamos R$3,45, imagina quanto dinheiro não vai nesses 15 centavos.
      Bom, dito isso, vamos lá. Chegamos em Santa Cruz 1h20 e o nosso voo para Sucre seria só 11h. Passei as 10h mais entediantes da minha vida, tentando dormir naquele banco duro do aeroporto, mas sem sucesso né. Dada a hora do embarque, fizemos o check-in, foi bem tranquilo, mas façam com antecedência porque ouvi falar que sempre tem muita fila. Nós voamos com a Amaszonas e gostei da de voar com a companhia. O avião estava cheio com todos os bancos ocupados. Foi servido apenas um café com leite, mas não esperava mais que isso, eu tava na maior larica e o cafezinho deu pra dar uma enganada, uma dica é sempre levem uns snacks do Brasil, a larica vai bater e você não pensar duas vezes antes de gastar aquela grana no aeroporto. Por sorte, ainda tinha sobrado algumas comidinhas na mochila e eu comi. O voo durou uns 40min ou menos, foi bem rápido.

      Dica: Eu indico comprar a passagem aérea para Sucre, vi em muitos relatos que as estradas da Bolívia não são muitos boas e até um pouco perigosas, sem contar que a viagem é bem demorada, então invistam nisso. Compramos ainda no Brasil.
      Chegamos em Sucre e detalhe: não tínhamos nenhum boliviano, porque pensamos "ah, vamos deixar pra trocar dinheiro no aeroporto de Sucre" maior erro que cometemos. Quando chegamos no aeroporto e fomos procurar uma casa de cambio, NÃO TINHA NENHUMA! Nós fodemos legal haha Ficamos besta de como um aeroporto não tinha uma casa de cambio, e pior é que o aeroporto ficava no meio do nada, não tínhamos pra onde ir hahaha 
      Então, lá fomos nós procurar um taxista que aceitasse dólar ... Achamos um que estava cobrando Bs.60 e acabamos fechando por $10 (obvio que perdemos dinheiro). Depois de uns 20min. chegamos a Plaza de Armas. Como eu já tinha baixado o mapa da cidade e eu já tinha um hostel em mente, então foi fácil encontrar o lugar- se o mapa não tivesse nos levado para o lugar errado- mas depois de tanto andar, encontramos o bendito hostel. Ficamos no Kutur Berlin, super indico esse hostel galera, foi bom e barato, bem localizado e já tinha café incluso (melhor café da manhã da viagem). 
      Deixamos nossas coisas, tomamos uma ducha, fomos trocar dinheiro e finalmente comer. Eu estava quase desmaiando de fome, encontramos um restaurante bem legal (e barato ). Se chama Condor cafe, é um lugar bem aconchegante. Comprei um pastel de queso (com uma massa bem diferente do nosso pastel hahaha) e um refrigerante com aparência de xixi e gosto de guarana. 
      Depois fomos numa loja comprar agua e uma batatinha (que eu odiei). Fomos passear um pouco pela cidade e devo dizer que eu não dava nada pra Sucre, mas cheguei lá e me encontei pela cidade, ela é bem charmosa, vale a pena ficar um dia na cidade e conhecer seus principais pontos. Fomos no mirador de la Recoleta e em um outra praça, cujo nome não lemro. Fomos numa especie de parque dos dinossaouros (não é aquele pago), eu não sei porque, mas os bolivianos tem um apego com dinossauros, que eu não compreendo hahaha Depois fomos só andando e admirando a cidade. Fomos ao mercadão e acabamos comprando umas uvas com uma venderdora muito simpatica, que até nos deu umas uvas de brinde. 



      Eu queria ter mais fotos da cidade pra mostrar pra vocês, mas não vai ser possível e mais tarde eu conto o porquê. 
      Cuidado com o que vocês vão comer desse mercadão, porque os Bolivianos no geral não são muito higiênicos e algumas coisas são meio duvidosas. Se for comprar frutas, lave muito bem. Por exemplo, tinha uma mulher arrumando o cabelo da filha do lado das carnes (que também estavam com um cheiro bem estranho ). Então, fiquem espertos.
      Fomos procurar um lugar pra comprar nossas passagens para o Uyuni, a ideia inicial era comprar direto no terminal, mas não valia muito a pena porque teríamos que pagar o táxi, então íamos acabar gastando mais. Compramos no nosso hostel e pagamos um preço Ok, pagamos até mais barato do que havíamos planejado  Compramos pro dia seguinte as 18h.
      Fomos pra Plaza a noite e como estava no mês natalino a Plaza estava linda, toda iluminada <3 Ia ter meio que uma festa no hostel mas eu preferi dormir, porque eu estava morta. Dormi tão bem que nem ouvi o barulho da festa haha Já no outro dia, tomei aquele café da manhã divino do Hostel, como lá também é um restaurante, então o café da manhã é TOP. Acabei conhecendo o Tomek, da Polônia e a Francesca, da Alemanha. Ficamos conversando um bom tempo e a Francesca nos eu varias dicas do Uyuni. Saímos pra conhecer mais da cidade, mas eu já estava meio cansada da cidade, pois já tinha conhecido tudo lá  Almoçamos no hostel mesmo, encontramos o Tomek e almoçamos juntos. Não, e que almoço top hein haha Comi sopa como entrada (é sempre sopa), depois batata, arroz com mais alguma coisa, um refresco de Gergelim (horrível) e de sobremesa foi uma salada de frutas, adorei. 
      Como não tínhamos nada pra fazer, jogamos Uno com o Tomek e foi bem divertido (Uno uni as pessoas, já to avisando ). Tomek nos levou em um Cafe muito legal, que eu amei de verdade, se eu pudesse voltaria lá agora. Era uma loja de chocolate mas também uma cafeteria. Parece que eu experimentei o chocolate de verdade, o lugar se chama Para tí, se puder, vá nesse lugar.

      Já estava dando nosso horário, então fomos arrumar nossas coisas. Infelizmente não conseguimos nos despedir do Tomek, então tivemos que ir. Fomos pra Plaza para encontrar um táxi e acabamos encontrando um Brasileira, chamada Nádia e foi muito bom encontrar alguém da minha terra (e eu nem sabia que estava com saudades), ficamos um bom tempo conversando e quando percebi já estava um pouco atrasa para o embarque, então fomos comprar água e achar um táxi.
      Fiquem espertos com os táxis, pois assim que eles veem que você é turista,  já aumentam o preço. Eu indico perguntar sempre antes pra alguém ou algum nativo, quanto custa o táxi, porque assim você vai com o preço em mente. Se eles jogarem um preço muito diferente, já fala "no, no voy pagar eso, tengo poca plata" e ameaça ir embora, ele abaixam o preço rapidinho . Sempre pechinche, dá certo na maioria das vezes. Pegamos o táxi e depois de uns 15min chegamos. Parecia uma guerra, todo mundo gritando no seu ouvido, tentando te puxar pra agência deles haha é horrivel, foca no que você quer e não dá corda pra ninguém la hahaha chegamos no guichê pra pegar nossas passagens, comprem a passagem sempre com antecedência (pelo menos um dia antes) porque essa companhia (aviação 6 de Octubre) é a única que faz o trajeto direto pro Uyuni, então lota bem rápido.
      Pagamos a taxa do terminal e ficamos esperando dar o horário, nesse meio tempo conhecemos o Vicent, da França. Muito simpático, ele disse que ia pra Cusco na mesma época que a gente, então já trocamos contatos e combinamos de nos encontrar lá. Dado o horário nos despedimos dele e fomos pro ônibus. Tivemos que rodar o terminal inteiro pra encontrar a bosta daquele ônibus, que não estava no lugar indicado na passagem. Bolivia é terra sem lei galera, tivemos que ir pedindo informação até achar o bendito ônibus. Encontramos e fomos encarar 11h de viagem.
       
      GASTOS:
      Táxi: $10 
      Câmbio: $1= Bs.6,90 (Trocamos $165= Bs.1137)
      Água: Bs.5
      Batata: Bs.5
      Pastel de queso: Bs.9
      Refrigerante com aparência de xixi: Bs.6
      Uvas: Bs.20 
      Passagem pro Uyuni: Bs.80
      Almoço: Bs.23
      Café: Bs.9
      Água: Bs.6
      Táxi para o terminal: Bs.12
      Taxa do terminal: Bs.2,50
       


    • Por marcelanuol
      Mochileiras e mochileiros, estive em Cuba por 16 dias em outubro/novembro de 2017 e retorno aqui com algumas informações e dicas dos locais por onde passei.
       
      Meu objetivo inicial era passar uns 20 dias e ir até Baracoa, mas veio o furacão Irma, alguns cayos foram fechados, surgiu a insegurança de como estaria Cuba.. E resolvi diminuir meus dias e também o roteiro. No final o roteiro realizado (e que foi sendo feito durante a própria viagem) foi:
      19/10 – Rio – Havana
      20/10 – Havana
      21/10 – Havana
      22/10 – Havana
      23/10 – Havana – Vinãles
      24/10 – Vinãles
      25/10 – Vinãles – Trinidad
      26/10 – Trinidad
      27/10 – Trinidad
      28/10 – Trinidad
      29/10 – Trinidad – Varadero
      30/10 – Varadero
      31/10 – Varadero
      01/11 – Varadero – Havana
      02/11 – Havana
      03/11 – Havana – Rio
       
       Transporte
      Fui para Cuba pela Copa, com parada no Panamá, tanto na ida quanto na volta. Escolhi a Copa, pois eram as escalas mais curtas, 1h e meia na ida, 47 minutos na volta. Paguei aproximadamente R$2.380,00.
      Para me deslocar pelas cidades usei tanto a Via Azul quanto taxi coletivo.  
      Dentro de Havana utilizei o ônibus comum e as “maquinas”.
      Explico melhor no relato como, onde e o valor dos transportes utilizados em Cuba.
       
      Tarjeta Turística (visto)
      Comprei no aeroporto, na hora do check in.
      Antes eu já tinha feito contato com a Cia aérea e me informaram que era só comprar, por 20 dólares, no próprio aeroporto aqui no Rio de Janeiro.
       
      Moeda
      Levei euro e nos 16 dias gastei um total de 780 euros. 
      Realizei a troca de moeda no aeroporto, em Trinidad e, no fim da viagem, em Havana, diferença mínima de valores.
      Não entendo miuto de cambio, vou colocar aqui a informação que consta no comprovante de cambio do valor da troca Euro – CUC.
      Valor no aeroporto, na casa de cambio na área externa do aeroporto – 1,138
      Valor em Trinidad, casa de cambio perto da praça onde tem a câmara de vereadores – 1,126
      Valor em Havana, na calle Obispo – 1,130
      Irei falar sobre os gastos durante o relato.
       
      Seguro saúde e vacina contra febre amarela
      O seguro eu não fiz e não foi pedido em nenhum momento. Acabei tendo um problema odontológico durante a viagem e fui a uma policlínica em Vinãles, onde fui atendida muito bem e paguei em CUC os custos da consulta e do procedimento realizado, além de apresentar o passaporte para preenchimento de alguns papéis.
      A carteira de vacina internacional com comprovante da febre amarela foi solicitada no aeroporto. Façam!
       
      Segurança
      Realmente Cuba é um país muito seguro, andei sozinha pelas ruas em diferente horários e me senti segura a todo momento.
      A única parte bem ruim é que os cubanos são extremamente machistas e nos cantam a todo o momento 
       
      Hospedagem
      Eu fiquei em casa particular, o que acho a melhor opção, além do valor ser menor, vc convive com os cubanos. 
      Tive uma dificuldade em me comunicar por e-mail com as casas, tive o auxílio de uma cubana, Irina, que fez contato comigo aqui no mochileiros. Quem quiser maiores informações só me chamar no privado que explico melhor como foi essa questão da hospedagem. 
       
      Política e Revolução
      Não vou comentar muito sobre, pois não é o objetivo do site. Mas os cubanos são muito abertos a conversar sobre política e opinar sobre o regime cubano. A segurança, saúde e educação são o grande orgulho do país, com toda razão. Há também algumas críticas, mas isso acho que vale a pena ir, conversar e tirar sua própria conclusão.
       
      Cuba foi uma grata surpresa. Visitem! 
       
       

    • Por brayan.linhares
      Olá Mochileiros e Mochileiras,
       
      Recentemente voltei de uma viagem de 10 dias com minha noiva para Cidade do México, uma viagem sem igual.
      Acompanho o mochileiros.com a alguns anos, sempre lendo os mais variados roteiros de viagem, já montei alguns roteiros através do site que ainda não realizei, e nesta vigem par o México não poderia ser diferente, pesquisei algumas coisas aqui que me ajudaram muito. Através deste relato pretendo ajudar com o máximo de informações quem pretende ir futuramente para este país incrível.
      Vou começar fazendo algumas considerações gerais da viagem, e logo depois um relato dia a dia de tudo que aconteceu.
       
      Por que o México? Na verdade tanto eu como minha noiva pouco conhecíamos sobre o país, a vontade veio depois de ver uma promoção de passagem e surgir a oportunidade de realizar um trabalho fotográfico lá, juntamos isso com uma pesquisa mais a fundo do país e decidimos ir para ver e viver tudo que havíamos pesquisado, alem disso tem o fato da Sara ser estudante de moda e nós dois termos uma marca de roupas, e o México se mostrou um ótimo campo de pesquisa.
       
      Passagens Aéreas: A decisão de viajar já vinha a tempos, mas quando vimos as passagens para o México acabamos definindo nossos destino. A muito tempo que acompanho o http://www.passagensimperdiveis.com.br e um belo dia eles postaram a promoção de passagens para CDMX (Cidade do México), promoções não são novidades mas geralmente os melhores preços são saindo das grandes cidades, e nesta pesquisa encontrei as passagens por R$ 1.070,00 (cada) com todas as taxas incluídas, saindo de Navegantes-SC (NVT), cidade vizinha a minha, o valor normal desse voo NVT-MEX é entre R$ 2.500 e R$ 3.100. Comprei uma passagem pela Decolar.com e outra pela Submarino Viagens, preferi o serviço da decolar.com. Resumindo as duas passagens custaram R$ 2,140,00.
       
      Vôo: No Final meu vôo ficou assim NVT(Navegantes)> GRU(Guarulhos)> BOG(Bogota) > MEX (Cidade do México), Foram 24h de ida e 21h de volta, o vôo de ida de NVT a GRU foi operado pela Gol em parceria com a Avianca, e o de volta CGH a NVT novamente operado pela Gol, na volta tive mudança de aeroporto, pousamos em GRU e sairíamos para o ultimo vôo de CGH, o translado foi feito gratuitamente com ônibus da Gol apresentando o ticket de embarque, se não me engano o ônibus sai de hora em hora, é bom chegar cedo no local de embarque pois os lugares são contados, fomos os últimos a conseguir embarcar no ônibus. Voltando a ordem dos fatos, a partir de GRU os vôos passaram a ser operados pela Avianca, já tinha voado antes de Avianca e recomendo sem duvidas!! Neste caso o vôo era operado pela Avianca Colombiana, ótimo serviço de bordo. entretenimento, atendimento da equipe de bordo e aviões em ótimo estado!
       
      Hospedagem: Na hora de montar o roteiro acabamos decidindo ficar os 10 dias de viagem na Cidade do México para explorar de ponta a ponta a cidade, alem do que perderíamos 1 dia em função do trabalho fotográfico. Então optamos pelo Airbnb, o que se mostrou uma ótima escolha, nós hospedamos no centro histórico, em um apartamento muito bom, perto de restaurantes, farmácias, a 50 Metros do Metro, loja de conveniências e afins. Além de tudo o apartamento era super seguro, estávamos com todo dinheiro em especie e os equipamentos fotográficos, ficaria meio preocupado de deixar tudo isso em um quarto de hostel! Alem de todas as vantagens do apartamento tem a comodidade de pagar tudo pelo cartão ainda no Brasil e parcelar em até 3X, nos hospedamos neste apartamento: https://www.airbnb.com.br/rooms/7651362 Ana nossa anfitriã sempre muito prestativa e atenciosa, dando dica de lugares, restaurantes, lojas e sempre tirava um tempo para conversar com nós sobre os mais variados assuntos, recomendo! Para quem não é cadastrado ainda pode se cadastrar por este link: http://www.airbnb.com.br/c/brayanl3?s=8 assim você ganha um bônus para a próxima viagem e eu também!
       
      Moeda: A moeda corrente no México é o peso mexicano $MXN, preferi levar todo o valor em moeda local, separei cerca de $1.000MXN para gastar por dia, logo level $10.500MXN em especie, não levei travel money e levei apenas um cartão de credito internacional para emergencias, já que o limite do mesmo era baixo, no final acabei usando só para uber (através do app, não necessita ter o cartão em mãos), e também para comprar uma lembrancinha no aeroporto. O câmbio eu fiz ainda no Brasil através da Confidence Câmbio, casa de câmbio presente em todo país, apenas necessário reservar com uns 4 dias de antecedencia. Quando fiz a troca na segunda semana de fevereiro consegui quase o valor de R$1,00 X $4,00MXN, se não me engano R$1,00 comprou $3,87MXN. Uma dica é que pagando mais R$19,90 na hora do câmbio com a confidence você garante que eles comprem a moeda de volta pelo mesmo valor que você pagou, acabei não pagando e gastei até o ultimo peso no México
      Outra coisa que vi é que muita gente leva em dólares e no destino final faz a troca para a moeda local, fiz essa simulação e no meu caso não foi vantagem iria perder cerca de R$200,00. Caso você opte por fazer assim, na cidade do México o melhor lugar para fazer a troca dos dólares é na bolsa de valores (https://goo.gl/IQgW5E) fica na Avenida Paseo de la Reforma, uma das mais importantes da cidade, no link tem a localização certinho, é na salinha com a placa CI Banco.
      Para a configuração de viagem que fizemos, $1.000MXN por dia é suficiente é possível fazer até com menos. Todos as atrações que fomos fizemos por conta propria, em agencia sairia pelo menos 5X mais, ao longo dos relatos vou colocando a questão de valores e como chegar em determinados lugares. Na questão de transporte sempre utilizamos transporte público, e nos alimentamos bem, hora na rua, hora em restaurantes típicos, e poucas vezes em 'bons' restaurantes.
       
      Transporte: Durante os 10 dias tudo que fizemos na Cidade do México foi 95% através do transporte público e caminhando. Nosso meio de transporte mais utilizado foi sem duvida o metro, chegamos a utilizar mais de 6 vezes por dia, em termos de cobertura o sistema é ótima, são mais de 200KM distribuidos em 12 linhas e 195 estações, você consegue ir para quase todos os cantos da cidade de metro é ótimo, aqui tem algumas informações interessantes (http://goo.gl/mWd1t6), mas num geral o sistema é muito bom, tem uma ampla cobertura é barato $5MXN o bilhete, e é seguro em cada estação ha vários policiais. Todo sistema é muito antigo, foi inaugurado em 1969 e desde então não passou por grandes melhorias, os trens são antigos e tudo mais, porem tudo funciona muito bem. Mais de 5 milhões de pessoas utilizam por dia o sistema, de todas as vezes que utilizamos apenas uma ou duas vezes conseguimos pegar o trem vazio a ponto de conseguir sentar, 80% das vezes estava cheio, você conseguia entrar numa boa e ficava em pé apertadinho, e duas vezes foi um parto para conseguir entrar, depois de deixar passar mais de 3 trens e muito empurra empurra conseguimos entrar, depois é só risadas, essas duas situações ocorreram entre 17:30 e 20h fora esses horarios é tranquilo. Quanto a segurança mochila sempre na frente com pertences pessoais, passaporte e dinheiro na doleira por baixo da roupa, tudo tranquilo sempre esperto sem dar bobeira. Nos horários de pico o primeiro vagão da composição é exclusivo para mulheres, apenas uma vez eu e minha noiva nos separamos pois era mais seguro para ela por conta do empurra empurra dos homens, todas as outras vezes fomos juntos no vagão geral e nunca tivemos problemas por conta de outros homens, com vagões cheios se via muitas mulheres em meio aos homens, mas nessas situações de empurra empurra não vi nenhuma, e o vagão de mulheres ia igualmente cheio. Minha opinião geral sobre o sistema, é que é super tranquilo de usar, muitos brasileiros evitam porem achei super tranquilo, é seguro, limpo e barato, fomos em todos lugares que queríamos apenas com o metro, recomendo.
      Alem do metro por 3 vezes utilizamos os famosos e temidos táxis de ruas, utilizamos em trajetos de no máximo 2km por pura preguiça de caminhar. O fato é que existe uma lenda urbana (verídica) que principalmente a noite taxistas sequestram e extorquem turistas, conversando com um amigo mexicano ele me confirmou essas historias e contou que inclusive um hospede seu de nacionalidade suíça sofreu um sequestro que durou 2 dias, os sequestradores o doparam dentro do táxi então faziam saques do seu cartão de credito, depois de 2 dias ele foi liberado. Mas conversando com os mexicanos a orientação para fugir desse tipo de risco é: Se sair a noite para um restaurante ou balada, ao voltar para o hotel peça que alguém do local que você está chame um táxi de confiança, evite pegar táxi nas ruas. Se possível utilize o UBER ou aplicativos como Easy Taxi. Se for pegar táxi na rua durante o dia, tente pegar nos pontos, que são os TAXIS de Sitio, se não encontrar nenhum escolhas os táxis branco e rosa e de preferencia para carros mais novos, segundo um taxistas executiva que fez nosso transfer do aeroporto os táxis branco e rosa seguem a ultima regulamentação. No nosso caso pegamos 3 táxis na rua durante o dia, desses 2 eram carros muito velhos, o que era melhor também era registrado no Easy Taxi, motorista muito simpático e atencioso.
      Utilizamos o Uber por 2 vezes, serviço muito bom. Para o transfer do ultimo dia para o aeroporto foi a melhor opção, muito mais barato que um táxi velho de rua.
      Se você ainda não se cadastrou no Uber, use esse link aqui e tenha desconto na primeira viagem: https://www.uber.com/invite/9sdkheezue
      Ônibus coletivos não utilizamos nenhum, tem também os peseros que são micro-ônibus e não é muito aconselhável por ser um sistema confuso e sem linhas fixas.
      Outra boa opção é o Metrobus, semelhante ao sistema de Curitiba, com linhas fixas estações fechadas e bons ônibus, o valor é o mesmo do metro, nas estações de metrobus você só entra através de cartão, na entrada da estação é possível comprar um cartão recarregável por $10MXN esse mesmo cartão pode ser utilizado no metro.
       
      Alimentação: Uma coisa você pode ter certeza, a comida mexicana que comemos nos restaurantes do Brasil nada tem haver com a verdadeira comida mexicana, tanto pelo sabor quanto pelo preço. Comer no México, mais precisamente na região central é barato comparado ao Brasil. Sabe aquela dica que todo mundo dá, não coma comida de rua? Esqueça, como na rua, nas barraquinhas, nos mercadões, no metro, é muito tranquilo pelo menos uma vez por dia comíamos em barraquinhas na rua, assim como no Brasil é claro que você deve prezar pela higiene do local, e quanto a isso todos os locais que comemos eram muito limpo e organizados, então COMA COMIDA DE RUA! Só assim da pra aproveitar bem a tipica comida mexicana na sua essência.
      Para quem sem preocupa com a comida apimentada relaxa, nem tudo é pimenta no México, a maioria dos pratos vem sem pimenta, a pimenta vem em um recipiente separado e você coloca ao seu gosto, mas para prevenir peça sempre: Sin Chile, por favor. Assim os atendentes sempre te indicam um prato menos apimentado, e no final você acaba se acostumando e sentindo falta da pimenta.
      Quanto ao valor por exemplo um bom café da manhã (Desayuno Completo) Custa cerca de $36MXN por pessoa, vem com Café ou Chá + Suco de Laranja + Cesta de Pães + prato escolhido ou seja muito barato. Na rua se compra 5 Tacos por $30MXN e por ai vai, nossa refeição mais cara foi $320,00MXN o casal, mas foi um verdadeiro banquete em um bom restaurante. Nos bairros como Condesa e Polanco existem restaurantes bem chiques ali a conta pode passar dos $1.000MXN Facilmente. No mais outra boa maneira de economizar são as conveniências, são duas grandes redes e tem em todo lugar OXXO e 7eleven, praticamente uma em cada esquina.
       
      Segurança: Bom a CDMX se mostrou muito mais seguro do que esperávamos, quando se pesquisa sobre se acha muitas comparações entre CDMX e SP. Gosto muito de SP e até moraria lá sem problemas nenhum, mas CDMX se mostrou uma cidade muito mais limpa e seguro para mim, andamos os 4 cantos da cidade desde bairros ricos a periferia e tudo de transporte publico e a pé, o que vimos foi uma cidade limpa, sem moradores de rua, sem ocupações, sem pontos de droga a céu aberto, enfim se existe nós não vimos.
      Os cuidados para andar na rua são os mesmos que tomo em minha cidade, sem ostentar objetos de valor, sempre de olho quando se esta no meio de muita gente, no metro objetos de valor sempre na mochila e a mochila na frente do corpo, ou em bolsos com ziper. Em nenhum momento nos sentimos ameaçados na rua e tal, li recentemente uma matéria que falava que o índice de furtos no metro da CDMX era inferior ao do metro de Londres .
      Também há muito policiamento nas ruas, muito mesmo principalmente na região central, é so andar com o mesmo cuidado que você anda aqui que não há problema algum.
      Bom essas são minhas primeiras dicas e impressões gerais, em seguida vou relatando dia a dia a viagem, com dicas especificas de lugares e tudo mais.
      Deixo aqui um vídeo com um resumo de tudo que vimos e vivemos, em breve continuo as postagens.

      Antes de ver nosso vídeo da uma passadinha e nos segue lá no Instagram: https://www.instagram.com/mundodequintal/
      Se você gostou do nosso vídeo, entra lá no canal e se inscreve, sempre tem coisa legal saindo
      Segue Planilha com os custos, lembrando que da para ser BEM mais econômico que isto, por exemplo só de presentes e coisas pessoais foram 20% do orçamento total.
      Todos os valores são para duas pessoas:
      Custos Cidade Do México.pdf
    • Por raquelmorgado
       
      Foi fundada a 6 de agosto 1538 por Gonzalo Jiménez de Quesada, após a vitória sobre o povo muisca. Bogotá tem origem na palavra indígena “Bacatá”, nome da capital do povo chibcha, mas a cidade já teve vários nomes, como Nuestra Señora de la Esperanza, Santa Fé e Santa Fé de Bogotá.Em 1717 é criado o vice-reinado de Nova Granada na cidade. É também aqui que se declara pela primeira vez a independência, em 1810, apesar de esta só se concretizar no ano de 1819, com Simón Bolívar e Santander. Foi também a capital da Grã-Colômbia (Colômbia, Equador, Panamá e Venezuela), um sonho de Bolívar que se desfez em 1830. Foi capital porque era fácil de defender, mas tornando também difícil o acesso de outras partes do país. A cidade é rodeada por montanhas, o que durante o tempo colonial serviu de proteção e dificultava os ataques à cidade, funcionando como muralhas, juntamente com o clima inóspito da cordilheira dos Andes.
      Aproveitámos a nossa assinatura de Netflix para ver um filme sobre a história do libertador Simón Bolívar, que nos ajudou a reconhecer algumas zonas da cidade enquanto a percorríamos. O filme chama-se Libertador, foi gravado em 2013, e romanceia a vida de Bolívar e a sua luta pela independência do Novo Mundo contra o império espanhol. A par com San Martin, no Sul, Bolívar é a cara mais conhecida da luta contra a colonização espanhola, no norte. E já falámos de ambos em diversos artigos. Simón Bolívar está registado na história como o homem que lutou contra a coroa espanhola para que os crioulos pudessem controlar o seu país. Formou alianças, exércitos, amigos e inimigos, foi traído e ajudado, fugiu e perseguiu, declarou a independência, sonhou alto com um só país, ambicioso, declarou-se ditador e caiu, como muitos heróis. Será sempre uma das figuras mais importantes na América latina, relembrada em todas as cidades por onde passámos.
      Não podemos também deixar de referir Francisco Santander, um dos fundadores da Nova Granada e aliado de Bolívar, lutou pela independência de 1810-19. Sob o comando de Bolívar, presidiu à Grã-Colômbia de 1819 a 1826, libertando Bolívar para o comando das tropas. Os conflitos de ideologia entre ambos levariam a que fosse acusado da tentativa de assassinato de Bolívar, a 25 de setembro de 1828. Após a morte de Bolívar regressa do exílio e é nomeado presidente, de 1832 a 1836. Reparem nas bandeiras dos edifícios públicos. A Grã-Colômbia deixou marcas na Venezuela, Colômbia e Equador. As suas bandeiras continuam a ter as mesmas cores: amarelo (ouro), azul (água) e vermelho (sangue).
      Figura incontornável da cidade é também Gaitán, candidato a presidente. Não era da elite e ia ganhar as eleições, mas “El Negro” morreu a 9 de abril de 1948 à saída do escritório, onde agora é o McDonald’s (antigo edifício Agustín Nieto). A morte do candidato gerou uma onda de tumultos conhecidos como El Bogotaso. Os seus apoiantes destruíram a cidade e mataram Juan Roa Sierra, o executante do assassinato.  As guerrilhas começaram nesse dia, replicadas para várias cidades do país, tendo-se prolongado durante vinte anos em conflitos entre conservadores e liberais. Ainda se sentem as marcas que ficaram na população, nas conversas as pessoas vão assumir um lado e criticar o outro. Vão relembrar histórias que viveram, ou que lhes foram contadas por familiares, e vão ter uma opinião política sobre o assunto.
      É a cidade mais fria que conhecemos no país, com a temperatura média de 14ºC, devido à altitude. Apanhámos dias muito chuvosos, que nos alteraram um pouco os planos, mas tentámos conhecer o mais possível.
      Ficámos surpreendidos com o sistema de transportes, pareceu-nos que o nome das rotas varia consoante o percurso, ou seja, a rota pode ser B74 para ir e J72 para regressar, o que achámos confuso. Há vários tipos de transporte, desde os autocarros semelhantes aos de Lima, que circulam em circuito e têm paragens fechadas, tipo estação de metro, autocarros mais pequenos, pequenas carrinhas e, claro, os táxis. Quanto a aplicações, a Uber funciona. Não é muito agradável andar de transportes públicos, porque os colombianos amontoam-se para entrar, não facilitando a saída dos que querem sair, e passando à frente uns dos outros. O truque é fazer o mesmo e empurrar.
      O centro é calmo, relativamente seguro, mas houve bairros em que caminhámos de forma mais desconfortável, tendo dado meia volta sorrateiramente e regressado para zonas mais abertas e limpas.
      Adorámos a comida de rua, conversámos com o dono do nosso alojamento, fugimos da chuva, procurámos tours que nos levassem às minas de esmeraldas e imaginámos a cerimónia que criou o mito do El Dorado. Deve-se andar a pé, caminhar com ou sem destino, olhar e sentir a vibração da cidade. Os bairros como La Macarena e La Candelaria são cheios de charme e pitorescos, onde graffitis e edifícios coloniais dão cor às ruas. Devem comprar arepas na rua, naquele vendedor que as cozinha na hora à nossa frente, experimentar os tamales ou o chocolate quente com queijo no Puerta Falsa. A capa ou guarda-chuva devem estar sempre na mochila, quem sabe quando começa um novo dilúvio?

      Chegámos a Bogotá de avião, como temos feito na Colômbia, e fomos até ao alojamento de táxi. Os preços são acessíveis, as nossas mochilas seguem no porão, envolvidas nas capas de transporte, e até agora não temos tido problemas. Pagámos 28.000COP (8€) de táxi. O taxista cobrou-nos todos os suplementos possíveis: domingo, fora de horas e recolha a partir do aeroporto. Pagámos quase tanto de suplementos como de viagem. Tentámos reclamar com o motorista, porque achámos estranho que os suplementos se somem todos, mas não nos valeu de nada.
      À saída para o Panamá tentámos pedimos um Uber e foi graças ao motorista que não perdemos o voo, porque o trânsito estava caótico. Fomos os últimos passageiros admitidos na fila do check-in.
      Onde comer:
      Café Casa Galeria, um hostel com café/restaurante. A chicha foi proibida durante anos. Após 1958 culparam-na pela violência dos consumidores, mas nunca se perdeu o hábito de a consumir. Entrámos neste espaço no free tour, onde recebemos um totuma, a casca do fruto totumo, que serve de copo onde nos foi servida a chicha, composta por água, milho e panela (cana de açúcar). Vendem também chá de folhas de coca e chucula, que leva milho, cacau, canela, etc. O copo custa 4.500COP e uma embalagem de seis custa 10.000COP. Experimentámos o copo, mas não ficámos fãs, é demasiado denso, mas houve pessoas que vibraram, tendo levado várias caixas.


      Quinua y Amaranto, um espaço agradável, de comida saudável, que serve menus de almoço, com entrada, prato, sobremesa e sumo. Almoçámos aqui e recomendamos.
      La Puerta Falsa, onde a ementa tem que passar pelo chocolate com queijo e pelos tamales. Fomos experimentar o chocolate com queijo a pensar que ia ser muito mau, mas, ao contrário dos nossos queijos, os deles são suaves. Por serem suaves, é quase como juntar leite ao chocolate quente feito com água. Não altera o sabor e até sabe bem com o pão que o acompanha. Não pode falhar também o ajíaco, uma sopa de batata, frango e milho, servida com arroz e abacate.
      Na rua não faltam vendedores de arepas. Há mais de 40 receitas e são dos snacks mais baratos. Experimentem as recheadas com queijo.
      No último dia comemos bem e barato num restaurante de sumos de frutas, o Patty. Comemos Mei Thai de frango e salmão, acompanhados de uns sumos enormes, brownie de chocolate e gelado de sobremesa, tudo por 31.000COP (9€) para os dois.

      Quando fomos a Monserrate almoçámos primeiro no Andrés Exprés. O espaço era engraçado, com uma decoração fora do vulgar, e o seu forte são as carnes. Nós comemos lomo de rés servido numa espécie de pedra e acompanhado de uma arepa.

      Onde dormir:
      Escolhemos um Airbnb, não no centro, mas numa zona habitacional. O dono era simpático, mora sozinho e aluga 3 quartos. A queixa que temos é que o quarto estava anunciado como tendo WC privado, mas na verdade era partilhado. A cozinha era bem equipada, os restantes hóspedes (um israelita e um inglês) eram simpáticos e o Santiago deu connosco uma volta ao quarteirão para nos mostrar onde podíamos ir às compras. Ficava perto das paragens de autocarro/ônibus.
      Fernweh Photography Hostel e Hostel Fatima foram hostels sugeridos por turistas no tour que estavam contentes com o serviço. São os dois muito centrais.
      Vale a pena:
      É uma capital vibrante, com muita história, cultura, palco de grandes acontecimentos que marcaram a história do país e da América Latina. Tal como o resto do país, reergue-se da fama negativa que a acompanhou nas últimas décadas e mostra como pode ser um bom destino de férias e, acima de tudo, barato. Vale a pena!

      O QUE FAZER EM BOGOTÁ (COLÔMBIA)
      Bogotá Graffiti Tour
      Para os amantes de street art, este tour é para vocês. É preciso reservar no site. Nós começámos um tour, vimos graffitis muito interessantes, mas não é uma área que dominemos. O tour é apresentado por artistas que falam das obras, do autor e um bocadinho da história da street art na cidade. A meio do tour começou a chover torrencialmente e ao fim de meia hora presos numa pequena loja sobrelotada decidimos desistir e apanhar o táxi para o alojamento. Os tours são em inglês, duram 2h30 e o ponto de encontro é no Parque de los Periodistas. Há várias técnicas e vários artistas em foco no tour, desde um australiano que coloca máscaras nas paredes (não são desenhos, são uma espécie de esculturas), pai e filhos que trabalham juntos, um professor universitário que usa stensil e muitos outros. A mensagem, na sua maioria, é política.



      A história mais famosa com os graffitis é terem permitido a Justin Bieber grafitar uma parede, onde ele tentou (mas não foi muito capaz) fazer uma folha de marijuana e uma homenagem ao seu hamster morto. Enquanto que aos artistas locais sempre foram confiscados os materiais e alguns passaram noites na cadeia, ao artista canadiano nada aconteceu. Este caso, em 2013, criou polémica e revolta, e fez com que houvesse abertura para a verdadeira street art nas cidades colombianas.
      Free Walking Tour
      Nós fizemos o tour com a Beyond Colombia e reservámos no site. A guia era muito simpática e conhecia Portugal. O incrível era que tinha estado no Porto o ano passado e lembrava-se bem dos incêndios e da cinza na região. Mal sabíamos nós que uma semana depois haveria incêndios bem piores (Pedrógão Grande). O tour, no fim, fornece pulseiras que dão acesso a descontos em vários locais da cidade. Deram-nos muitas dicas de restaurantes e coisas para fazer. O tour dura 3h, pode ser em inglês ou espanhol, e o ponto de encontro é no Museo del Oro. É só procurar o guarda chuva vermelho. Também fazem tours gastronómicos grátis e outros pagos, como à Catedral de Sal, é só ver no site.


      Tours Minas de Esmeraldas
      Colombian Emerald Tour – Visita a Chivor, cidade onde ficam as minas de esmeraldas. Permite experimentar ser um verdadeiro mineiro, recebendo material e informação técnica para experimentar. É um tour de dia inteiro que inclui pequeno-almoço, almoço e snack, guia bilingue, transporte e seguro. Ficámos espantados com o preço: 1.600.000COP + 19% de impostos para 2 pessoas (470€). Encontrámos outros mais baratos, se conseguíssemos chegar até Chivor, mas não tivemos tempo.
      Sendero verde Esmeralda – Tour semelhante ao de cima, mas com início em Chivor. Realiza-se de segunda a sábado e dura todo o dia. Não sabemos o preço, mas faz parte de um projeto de desenvolvimento e integração da população, o GAL Vallentenzano. Deduzimos que seja mais barato, que envolva mais a população local e que seja sustentável, sendo sempre mais vantajoso e correto alimentar a economia local em vez de grandes grupos turísticos. Contactos: 3143824901 (Hugo) / 3142082060 (Sonia)
      Museo del Oro
      O museu do Banco de la República não expõe só peças de ouro, mas também cerâmica, pedra, joalharia. Trabalha para preservar, catalogar e dar a conhecer a cultura do país. A sua missão é preservar a identidade dos colombianos. Nós tivemos a sorte ou azar de ir em dia de visita escolar. Se, por um lado, tínhamos as vitrines cobertas de crianças a tirar selfies, por outro, o ambiente era bastante animado. Abre de terça a domingo. De terça a sábado a entrada custa 4.000COP (1,2€) e ao domingo é grátis, podem consultar o site. O museu tem mais de 3000 peças, sendo a peça chave deste museu a “Balsa de El Dorado” encontrada numa gruta, dentro de um vaso, em 1969, que se pensa que representa a lenda do “el dorado” (o homem dourado). A lenda do El Dorado, a mítica cidade de ouro, tendo existido poderá ter sido em vários locais (México, Guianas, Colômbia ou Venezuela), mas há quem pense que a história comece na lagoa Guatavita, onde decorriam as cerimónias de coroação dos reis de Bacatá. O jovem era coberto de ouro e entrava na lagoa na sua jangada de juncos, enfeitada, e oferecia ouro e esmeraldas à deusa do lago, atirando-os à água. Sendo uma lenda, tem várias versões, e não se sabe qual a verdadeira. Já se tentou drenar o lago várias vezes. Em 1578, Antonio Sepulveda encontrou algum ouro e, em 1898, foi criada uma empresa para explorar o lago. O lago, depois de drenado, tornou impossível a exploração, pela quantidade de lama. Em 1965 o governo protegeu a lagoa para evitar novas tentativas. Há quem diga que a lenda começa na lagoa Siecha, perto da pirâmide del sol, onde foi encontrada uma peça em ouro que representa uma jangada redonda. O certo é que a história fez brilhar os olhos gananciosos de alguns conquistadores e se foi propagando pelos anos. Diversas expedições procuraram minas na esperança de encontrar a fonte de todo o ouro. É possível visitar Guatavita e sonhar com a cerimónia de coroação, imaginando o ouro no fundo da lagoa.

      Plazoleta del Rosário
      Fica próximo do museu do ouro e da Universidade El Rosario. A universidade foi criada em 1653 e é privada. Encontram-se muitos homens na praça reunidos que vendem esmeraldas sem certificados. A praça em si não tem grande graça, sendo a atração principal a venda de esmeraldas.
      Torre Colpatria
      O arranha-céus mais alto do país, com 50 andares. No telhado existe um miradouro (mirante). A entrada custa 7.000COP (2€), de sexta a sábado.
      La Macarena
      Bairro a visitar, seja para jantar ou beber um copo. Bastante colorido, boémio, fazendo lembrar outros locais de vários países que já visitámos. Se querem conhecer um local da moda não podem perder.
      É aqui que fica o Parque La Independencia, um dos mais antigos da cidade, criado para comemorar o centenário da independência. O planetário da cidade fica dentro do parque. O museu do planetário custa 10.200COP (3€) e o bilhete mais barato custa 5.100COP. Fecha à segunda e podem consultar o site para mais informações. A Plaza de Toros La Santamaria também fica no bairro. Tem cerca de 14000 lugares e abriu em 1931. Não é usada apenas como praça de touros, sendo também recinto de concertos. Também recinto de concertos, bailados e teatros é o Teatro Jorge Eliécer Gaitán, com a agenda divulgada todos os meses. O Museo Nacional também fica em La Macarena. É o museu que tem mais peso cultural e histórico do país. É um ótimo local para aprender sobre as comunidades pré-hispânicas, a história da independência e as caras que a fizeram. A entrada custa 4.000COP, fecha à segunda feira, e também podem consultar o site.
      Para terminar de falar sobre o bairro, acabamos com o Mercado de Las Pulgas de San Alejo. Aos fins de semana é possível comprar de tudo. Recomenda-se ir de estômago vazio para comer comida de rua. Fica na Carrera Séptima, rua essa que fecha ao domingo a circulação automóvel e funciona como ciclovia das 7h às 14h.
      Plaza de Mercado de Paloquemao
      O típico mercado de cidade e destino ideal para turistas que querem conhecer a alma da cidade e comprar ingredientes frescos a bons preços para cozinhar.
      La Candelaria
      Este bairro é património histórico, tendo muitos edifícios coloniais e republicanos. É neste bairro que fica a sede do governo nacional e a residência do presidente. O Palacio Presidencial ou Casa de Nariño, residência oficial do presidente, pode ser visitada com marcação prévia através do site e há troca da guarda às segundas, quartas, quintas e domingos, às 16:30h. Deve-se visitar o Chorro de Quevado, praça onde os espanhóis montaram o primeiro quartel. Quando estávamos no free tour havia uma atividade do governo regional, com jovens a tocar e cantar.
      Mas a atração principal é a Plaza Bolívar, onde a cidade foi fundada e Simón Bolívar foi recebido em 1919, após a vitória contra os espanhóis na Batalha de Boyacá. Como habitualmente, a praça começou por chamar-se Plaza Mayor (a influência de Espanha), mas depois da independência mudou-se o nome para Plaza de la Independencia, até que, em 1846, recebeu a estátua do Libertador e o nome atual. Continua a ser a praça escolhida para os eventos políticos e foi palco dos grandes acontecimentos que marcaram o país, como a independência de 1810 (a 20 de julho) e o Bogotazo, em 1948, após a morte de Gaitán.
      Na praça temos o Palacio de la Justicia, o Capitolio Nacional, a Catedral Primada, a Casa de Cabildo Eclesiástico, a Capilla del Sagrario, o Palacio Arzobispal, o Palacio Liévano e o Colegio Mayor de San Bartolomé. Um pouco acima da praça fica o Teatro Colón e, em frente, a famosa janela do Palacio San Carlos, por onde Bolívar fugiu pela calada da noite, dizem que despido, para não ser assassinado, após alerta da sua amante.  A guia diz que este acontecimento terá marcado um decréscimo de popularidade de Simón. Durante a nossa paragem em frente ao teatro passámos a ter um estrangeiro que interagia imenso no free tour, fazendo perguntas e dando detalhes à explicação da guia, tendo explicado que conhecia alguns pormenores da história da cidade pelos livros de Garcia Marquez. Esse jovem é músico e, estando a ensaiar com a sua orquestra no teatro, aproveitou o intervalo para se infiltrar no nosso tour durante cerca de 15 minutos. A graça deste tipo de viagem é também isto, pessoas que surgem do nada e que de repente mudam toda a dinâmica do que estava a acontecer. Faltou-nos dizer que na praça vimos imensos militares, vestidos com uma espécie de armadura assustadora, que os deixa com ar de transformers. Deixou-nos impressionados a idade dos militares, alguns com ar de ainda estarem na adolescência. Não deixem de procurar a Iglesia de Nuestra Señora del Carmen, de estilo gótico, construída entre 1926 e 1938. Visitem também a Iglesia de la Candelaria, de 1686, parte do convento com o mesmo nome.
      E, para terminar, visitem o Museo Botero e Casa de la Moneda. Fernando Botero, o mesmo que falámos em Medellín, doou no ano 2000 123 pinturas, desenhos e esculturas da sua autoria e de 85 de artistas internacionais, ao Banco de la Republica, obras que estão expostas neste museu de forma gratuita. Neste edifício funcionou o Arzobispado, desde 1733 até 1955. É um belo local para os apreciadores da obra de Botero, da sua criatividade, ironia e visão. O museu fecha à terça-feira. Na Casa de la Moneda é oferecida a todos os visitantes uma moeda. O free tour termina no Centro Cultural Gabriel Garcia Márquez. O espaço tem 9500m² e apresenta diversas atividades culturais grátis durante o ano. O centro foi criado para estreitar as relações com o México, país onde Gabriel se exilou após ser acusado de financiar as guerrilhas e ter  sido considerado inimigo do país. Não foi aceite nos EUA, por ser amigo de Fidel Castro, viveu e morreu no México, onde escreveu 100 Anos de Solidão.
      Monserrate
      Monserrate fica no cimo da cidade e, tal como a Torre Colpatria, permite uma vista panorâmica sobre a cidade, os seus edifícios e a densa floresta em redor. A subida pode ser feita de duas formas, de teleférico ou de funicular, e custa 9.500COP/percurso (2,8€).


      Fomos para lá num autocarro qualquer, porque o que queríamos não aparecia, e uma pessoa atrás de nós, percebendo que estávamos a tentar perceber o trajeto pelo mapa do telemóvel, ajudou-nos a sair e indicou o caminho mais curto para o destino. Já vos dissemos que os colombianos são prestáveis? Chegámos a base do teleférico e funicular e decidimos almoçar primeiro. Este tempo “perdido” a almoçar deixou-nos limitados ao teleférico, porque o funicular só sobe até às 11:30h. A viagem é engraçada, deve-se tentar ir junto aos vidros ou não se vê nada toda a viagem. Em cima há uma igreja com um mercado e barraquinhas de comida. Fomos em hora de jogo da seleção, o que tornou o espaço um bocadinho deserto, até os polícias estavam refugiados na pequena esquadra em frente à TV. Vale a pena passar mais de uma hora no cimo de Monserrate. A vista é bonita, a viagem até cima é engraçada e fica barato.


      Parque Metropolitano Simón Bolívar
      Considerado o pulmão da cidade e o parque mais importante, com as suas ciclovias e caminhos pedonais. Foi o palco principal da visita do papa Paulo VI e a sua Praça de Eventos recebe vários festivais.
      Catedral do Sal
      Única e singular, feita apenas de sal, esta catedral é uma das atrações da cidade. Fica a 180 metros de profundidade, longe da agitação da vida diária. No espaço encontra-se o parque Temático de la Sal, o Museo de la Salmuera, o Muro de Escalada, a Ruta del Minero, é possível ver a película Nucuma em 3D e fazer visitas guiadas (ver no site). O preço é de 47.500COP (14€) e inclui a caminhada “Huellas de Sal”, a visita guiada, o show de luzes e a projeção 3D. Os bilhetes podem ser comprados online. Na cidade vendem-se vários tours, mas podem optar por ir de carro alugado, táxi (caro) ou autocarro, a opção mais barata. De autocarro deve-se ir na linha B74 para Portal Norte. Aí devem procurar os autocarros intermunicipais com o destino “Zipaquira” ou “Zipa”. Se pedirem ao motorista ele pára o mais perto possível e depois é só seguir a pé. Para regressar, o autocarro a partir do Portal Norte será J72, direção Museu del Oro.
      Laguna Guatavita
      Vejam novamente a descrição do museu do ouro para entender o fascínio de muitos turistas com esta lagoa.  Seguindo o mesmo percuro até ao Portal Norte da descrição acima, é só procurar um autocarro para “Guatavita”. Mais uma vez, devem pedir ao condutor para vos deixar no sítio mais próximo. Da paragem até à lagoa são 7 km de caminhada ou 60.000COP (18€) de táxi. A entrada custa 17.000COP (5€). Aproveitem para conhecer a pequena vila de Guatavita, mas a atração é, sem dúvida, a lagoa, por remeter ao El Dorado.
      365 dias no mundo estiveram 4 dias em Bogotá, de 10 a 14 de Junho de 2017
      Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥
      Preços: barato
      Categorias: cidade, cultura, arquitetura
      Essencial: Catedral de Sal, Museo del Oro, Casa de la Moneda, Guatavita, La Candelaria,  La Macarena, Monserrate, Carrera 7, Plaza Bolivar, Museo Botero
      Estadia Recomendada: 7 dias
       
      https://365diasnomundo.com/2018/01/12/bogota-colombia/
       
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