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Pode ir de chinelo?

Subindo o Monte Fuji

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O Monte Fuji – 富士山 – Fuji-san é a  montanha mais alta de todo o arquipélago japonês. É um vulcão ativo, porém de baixo risco de erupção. Está localizado a oeste de Tóquio (de onde pode ser visto num dia limpo – o que, óbvio, não conseguimos), próximo da costa do oceano Pacífico e da ilha de Honshu, na fronteira entre as províncias de Shizuoka e de Yamanashi.

 

Como já tinha dito, nunca foi minha primeira opção ir para o JAPÃO (se arrependimento matasse), mas enfim, estava lá e pensei: ”Porque não subir o monte?”.

Eu me empolguei com a ideia de subir um vulcão parcialmente ativo, sua última erupção foi em 1707. Sua imagem é sem dúvida o maior cartão postal do país. Tem um formato de pirâmide e a vista de cima é incrível, e, por fim, apesar de alguns trechos bem íngremes, não há escalada, somente subida.

Até ai tudo ótimo. Estávamos muito felizes com a ideia da escalada, até que o irmão da minha amiga sugeriu que subíssemos os 1.436 metros de altura (distância da 5º Estação até o topo), no meio da noite, para que pudéssemos ver o sol nascendo na “TERRA DO SOL NASCENTE”.

Essa ideia me deixou mais feliz e empolgada. E posso dizer que, apesar do desgaste e do cansaço, foi absolutamente incrível.

 

Algumas considerações devem ser feitas:

a-) apesar de ser um turismo extremamente popular junto aos Japoneses e estrangeiros que visitam o país, e haver MUITA infraestrutura na montanha durante toda a subida, há dificuldades como oxigênio, cansaço, frio dentre outras dificuldades que você encontra em meio à natureza;

b-) ao longo da subida, há várias “estações” onde você pode: carimbar o seu cajado (isso é muito importante), comprar comida (não deixe de comer um noodles), bebida, roupas e garrafas de oxigênio;

c-) há alojamentos para dormir caso você não queira passar a noite subindo. (difícil de reservar na alta temporada e muito caro).

Assim, é muito tranquilo e muito seguro, dificilmente algo pode dar errado.

Mas vamos ao que interessa…o que você precisa saber para escalar o Monte Fuji:

Melhor época:

Regra Geral: Do começo de Julho até meio de Setembro – Verão.

Durante esse período não é necessário nenhuma autorização.

No entanto, após o Verão será necessário um guia, ou uma permissão especial. E no inverno é terminantemente proibido.

Como chegar:

1ª Estação Central de Tóquio até a Estação Shinjuku – Pegar o trem da Linha JR Yamanote até a Estação Shinjuku.

Qual trilha escolher:

Tudo depende as sua disposição, esse site é bem útil para te ajudar a decidir:https://aaventuracomeca.com/2014/07/01/qual-trilha-escolher-para-subir-o-monte-fuji/.

2ª Shinjuku até a Estação Fujisan – A estação Fujisan fica na cidade de Fujiyoshida. Aqui você pode pegar um ônibus até a 5º Estação onde começará subida ao topo do Monte Fuji. (uma dica: fique uns 2 dias na cidade…ela é uma graça e tem um parque de diversões incrível- vou fazer um post sobre isso).

Essa opção é a forma mais prática e barata. Você pode fazer a reserva por esse site – http://highway-buses.jp/fuji/, ou comprar lá mesmo.

Iniciamos a subida por volta de 19 horas e conseguimos ver o sol nascer. Acredito que tenha sido nosso prêmio, “ QUE PRÊMIO”.

Uma curiosidade: Não vá na ilusão de que você vai mandar um cartão postal, pois não existe mais correio no topo.

Do trajeto, a minha maior dificuldade foi descida. Eu “capotei” umas 3 vezes  (e quase me machuquei), fiquei com bolhas da bota e o cansaço dá impressão de que o caminho é infinito. Talvez seja devido ao fato de termos iniciado a subida à noite, sem termos a menor noção de quanto tínhamos subimos.

Se alguém me perguntar qual o melhor período para subir: eu diria que é “a noite” (mesmo pq não fiz pela manhã).

O sol nasce na face que terminamos a subida então ficamos bem de frente para o espetáculo, e, além de tudo, descer no claro torna as coisas MUITO mais fáceis.

 

Muita gente vai dizer que o fluxo intenso de pessoas atrapalha na subida por conta do caminho estreito, no meu caso, apesar de ter bastante gente, o que não me incomodou nem um pouco, pelo contrário, me senti ainda mais segura, chegamos ao topo tranquilamente, sem filas.

Essenciais:

Comida – barrinha de cereais e proteínas – mas…. coma um noodle lá no topo.

Água – o suficiente para umas 10 horas de exercício (se não quiser gastar)

Bota de trekking – se com a bota já fiquei com bolhas, imagine com calçado inapropriado????

Roupa de trekking – as mudanças de temperaturas são bruscas

lanterna e Boné

Para saber um pouco mais, de uma olhadinah no blog www.podeirdechinelo.com tem esse relato e muito mais!!!

Espero que tenham gostado...14140926_544917845698482_2144017563_n.mp414140926_544917845698482_2144017563_n.mp414140926_544917845698482_2144017563_n.mp4

 

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