[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20100708220720.jpg 280 313 Legenda da Foto]Voar apertado na poltrona e lanchar suco de laranja com barrinha de cereal pode ficar no passado. Uma companhia aérea europeia anunciou que testará novidade para baratear preços: um encosto sem assento cuja passagem custa US$ 10 (R$ 17), mais taxas, para voos curtos. A irlandesa Ryan Air vai retirar poltronas comuns da última fileira das aeronaves e dar lugar à nova classe. No Brasil, não há planos semelhantes, mas as companhias trilham o caminho oposto: investir no conforto do passageiro.
No Santos Dumont, o servidor público Almir Félix e a esposa Flavia acharam boa ideia viajar em pé. “Viajaria sem problema. Às vezes você fica duas horas em pé num ônibus, qual o problema de ficar 40 minutos num avião? Desde que barateie o custo, sou totalmente a favor”, disse ele.
Famosa pelas barrinhas de cereal a bordo, a Gol implantou lanches completos e refeições na ponte aérea Santos Dumont - Congonhas durante a semana e, em 15 rotas, vende sanduíches e bebidas em pleno voo. Os preços vão de R$ 3 a R$ 15. Já a Avianca, que começou a operar por aqui com o nome de Ocean Air, acaba de ganhar um prêmio pelo relacionamento com o cliente e garante ter o maior espaço entre as poltronas.[/picturethis]
Os lugares que os passageiros ficariam de pé
seriam no fundo do avião | Foto: Reprodução
Para a TAM, refeições de bordo são parte importante da escolha do passageiro por uma companhia aérea. Por isso, a empresa busca dar opções variadas “que atendam às expectativas dos clientes”, informou a companhia.
Outra novidade é a ampliação do espaço entre os assentos para quem se dispõe a pagar mais. O espaço maior para pernas na primeira fileira e poltronas da saída de emergência custam US$ 50 a mais, exceto para passageiros que têm prioridade. O serviço só vale nas viagens para Estados Unidos e Europa.
Ir ao banheiro seria cobrado
A viagem em pé não é a primeira decisão polêmica da Ryan Air, que oferece até passagens de graça, em que o passageiro só paga o custo das taxas. A empresa também já quis cobrar pelo uso do banheiro e incentiva que passageiros carreguem pouca bagagem. Foi também a primeira a abolir o check-in presencial.
De acordo com Michael O’Leary, presidente da Ryan Air, os voos em pé dependem da aprovação do órgão que regula a aviação civil na Irlanda, país sede da companhia. De acordo com a BBC Brasil, o plano é remover dez fileiras de assentos e substitui-los por 15 filas de assentos verticais.
O assento em testes na Ryan Air terá cinto de segurança. Para o advogado Kleber Mascarenhas, que viajaria de pé por períodos curtos, a empresa encontrará solução para o conforto.
[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20100708220720.jpg 280 313 Legenda da Foto]Voar apertado na poltrona e lanchar suco de laranja com barrinha de cereal pode ficar no passado. Uma companhia aérea europeia anunciou que testará novidade para baratear preços: um encosto sem assento cuja passagem custa US$ 10 (R$ 17), mais taxas, para voos curtos. A irlandesa Ryan Air vai retirar poltronas comuns da última fileira das aeronaves e dar lugar à nova classe. No Brasil, não há planos semelhantes, mas as companhias trilham o caminho oposto: investir no conforto do passageiro.
Fonte: O Dia
No Santos Dumont, o servidor público Almir Félix e a esposa Flavia acharam boa ideia viajar em pé. “Viajaria sem problema. Às vezes você fica duas horas em pé num ônibus, qual o problema de ficar 40 minutos num avião? Desde que barateie o custo, sou totalmente a favor”, disse ele.
Famosa pelas barrinhas de cereal a bordo, a Gol implantou lanches completos e refeições na ponte aérea Santos Dumont - Congonhas durante a semana e, em 15 rotas, vende sanduíches e bebidas em pleno voo. Os preços vão de R$ 3 a R$ 15. Já a Avianca, que começou a operar por aqui com o nome de Ocean Air, acaba de ganhar um prêmio pelo relacionamento com o cliente e garante ter o maior espaço entre as poltronas.[/picturethis]
Os lugares que os passageiros ficariam de pé
seriam no fundo do avião | Foto: Reprodução
Para a TAM, refeições de bordo são parte importante da escolha do passageiro por uma companhia aérea. Por isso, a empresa busca dar opções variadas “que atendam às expectativas dos clientes”, informou a companhia.
Outra novidade é a ampliação do espaço entre os assentos para quem se dispõe a pagar mais. O espaço maior para pernas na primeira fileira e poltronas da saída de emergência custam US$ 50 a mais, exceto para passageiros que têm prioridade. O serviço só vale nas viagens para Estados Unidos e Europa.
Ir ao banheiro seria cobrado
A viagem em pé não é a primeira decisão polêmica da Ryan Air, que oferece até passagens de graça, em que o passageiro só paga o custo das taxas. A empresa também já quis cobrar pelo uso do banheiro e incentiva que passageiros carreguem pouca bagagem. Foi também a primeira a abolir o check-in presencial.
De acordo com Michael O’Leary, presidente da Ryan Air, os voos em pé dependem da aprovação do órgão que regula a aviação civil na Irlanda, país sede da companhia. De acordo com a BBC Brasil, o plano é remover dez fileiras de assentos e substitui-los por 15 filas de assentos verticais.
O assento em testes na Ryan Air terá cinto de segurança. Para o advogado Kleber Mascarenhas, que viajaria de pé por períodos curtos, a empresa encontrará solução para o conforto.