[info]Tópico para dicas de prevenção, riscos e dúvidas sobre malária[/info]
[align=justify][t1]MALÁRIA[/t1]
A Malária é uma doença infecciosa causada por um parasita (Plasmodium) que é transmitido pela picada do mosquito Anopheles. Assim, todas as regiões em que este mosquito está presente oferecem risco de transmissão da malária.
No Brasil o Anopheles é encontrado em áreas rurais e semi-rurais. Em cidades os casos são raros, mas pode haver transmissão nas regiões periféricas. Em outros países, como na Índia e diversos países africanos, a transmissão urbana também é importante. O mosquito pica preferencialmente à noite e dentro de habitações. Nas regiões com mais de 2.000 metros de altitude o risco de transmissão é muito baixo.
[t3]Áreas de Transmissão de Malária[/t3]
Veja neste mapa da Organização Mundial da Saúde as áreas que apresentam risco de transmissão de malária:
No Brasil:
A principal área de transmissão de malária no Brasil ocorre na Amazônia legal (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins). Nos outros estados brasileiros o risco de transmissão é muito pequeno, e maioria dos casos detectados foram adquiridos na região Amazônica ou em outros países.
Estes países podem ser divididos de acordo com o risco de transmissão:
Alto risco – Oeste da África e Oceania
Médio risco – Restante de África, América do Sul e sul da Ásia
Baixo risco – América Central e restante da Ásia
[t3]Prevenção[/t3]
1- Proteger-se contra a picado do mosquito – Estas medidas devem ser adotadas em todas as áreas de risco
[list=]Não utilizar recursos sem comprovação da eficácia (vitaminas do complexo B, pílulas de alho) na profilaxia de qualquer doença transmitida por vetores.
Usar repelentes na pele à base de dietiltoluamida (DEET) ou picaridina (= icaridina), enquanto estiver ao ar livre. Lavar a pele, para retirar o repelente, quando for permanecer em locais fechados e protegidos contra insetos (ar-condicionado, telas protetoras contra mosquitos).
Antes de adquirir um repelente, certificar-se da concentração de DEET ou picaridina no produto. As concentrações não constam nas marcas mais conhecidas no mercado brasileiro.
Tomar cuidado para não aplicar repelentes (DEET ou picaridina) nos olhos, na boca ou em ferimentos. Não aplicar repelentes nas mãos de crianças pequenas, pelo risco de contato com olhos e boca.
Ler cuidadosamente as recomendações do fabricante do repelente. As concentrações de DEET habitualmente recomendadas são de 30% a 35% (máximo de 50%) e de 20% para a picaridina.
Procurar hospedar-se em locais que disponham de ar-condicionado. Se isto não for possível, utilizar “mosquiteiros” impregnados com permetrina (mantém-se efetivo durante vários meses) e inseticida em aerossol nos locais fechados onde for dormir (em hipótese alguma empregar inseticidas na pele). Os "mosquiteiros" também podem ser úteis na proteção contra triatomíneos ("barbeiros", transmissores da Doença de Chagas) e morcegos (transmissores da raiva).
Usar calças e camisas de manga comprida sempre que possível (sempre as condições locais de temperatura e umidade permitirem), para reduzir a área corporal exposta às picadas de insetos. Usar repelentes na roupa à base de permetrina ou deltametrina.
2- Medicamentos
Consulte um médico infectologista, informe-o sobre o seu roteiro e atividades que pretende realizar. Assim, o médico poderá avaliar a necessidade do uso de medicações na prevenção da malária. Não existe vacina contra a malária, a prevenção é feita com medicamentos (antibióticos). É importante consultar o médico pois a escolha da medicação depende do riso de exposição e dos tipos de Plasmodium presentes na região.
Atenção! As áreas de transmissão de Malária e Febre Amarela no mundo são bastante semelhantes, portanto é importante prevenir sempre as duas doenças!
[t3]Quando suspeitar[/t3]
A principal característica da malária é a febre, que vem acompanhada de calafrios, dor de cabeça, dores no corpo e mal estar. Estes sintomas podem ocorrer com intervalos, alternando períodos com febre e sem febre. Tais sintomas começam a se desenvolver cerca de 2 semanas após a picada do mosquito. Em alguns casos a malária pode ser grave, causando convulsões, confusão mental, insuficiência renal, dificuldade respiratória, coma e pode levar a morte. Portanto, sempre que estiver em uma área de risco (ou tiver retornado recentemente) e apresentar febre procure um médico!
[info]Tópico para dicas de prevenção, riscos e dúvidas sobre malária[/info]
[align=justify][t1]MALÁRIA[/t1]
A Malária é uma doença infecciosa causada por um parasita (Plasmodium) que é transmitido pela picada do mosquito Anopheles. Assim, todas as regiões em que este mosquito está presente oferecem risco de transmissão da malária.
No Brasil o Anopheles é encontrado em áreas rurais e semi-rurais. Em cidades os casos são raros, mas pode haver transmissão nas regiões periféricas. Em outros países, como na Índia e diversos países africanos, a transmissão urbana também é importante. O mosquito pica preferencialmente à noite e dentro de habitações. Nas regiões com mais de 2.000 metros de altitude o risco de transmissão é muito baixo.
[t3]Áreas de Transmissão de Malária[/t3]
Veja neste mapa da Organização Mundial da Saúde as áreas que apresentam risco de transmissão de malária:
No Brasil:
A principal área de transmissão de malária no Brasil ocorre na Amazônia legal (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins). Nos outros estados brasileiros o risco de transmissão é muito pequeno, e maioria dos casos detectados foram adquiridos na região Amazônica ou em outros países.
No Mundo:
Veja aqui os países que apresentam risco: http://www.cives.ufrj.br/informacao/malaria/mal-paises.html
Estes países podem ser divididos de acordo com o risco de transmissão:
Alto risco – Oeste da África e Oceania
Médio risco – Restante de África, América do Sul e sul da Ásia
Baixo risco – América Central e restante da Ásia
[t3]Prevenção[/t3]
1- Proteger-se contra a picado do mosquito – Estas medidas devem ser adotadas em todas as áreas de risco
[list=]Não utilizar recursos sem comprovação da eficácia (vitaminas do complexo B, pílulas de alho) na profilaxia de qualquer doença transmitida por vetores.
Usar repelentes na pele à base de dietiltoluamida (DEET) ou picaridina (= icaridina), enquanto estiver ao ar livre. Lavar a pele, para retirar o repelente, quando for permanecer em locais fechados e protegidos contra insetos (ar-condicionado, telas protetoras contra mosquitos).
Antes de adquirir um repelente, certificar-se da concentração de DEET ou picaridina no produto. As concentrações não constam nas marcas mais conhecidas no mercado brasileiro.
Tomar cuidado para não aplicar repelentes (DEET ou picaridina) nos olhos, na boca ou em ferimentos. Não aplicar repelentes nas mãos de crianças pequenas, pelo risco de contato com olhos e boca.
Ler cuidadosamente as recomendações do fabricante do repelente. As concentrações de DEET habitualmente recomendadas são de 30% a 35% (máximo de 50%) e de 20% para a picaridina.
Procurar hospedar-se em locais que disponham de ar-condicionado. Se isto não for possível, utilizar “mosquiteiros” impregnados com permetrina (mantém-se efetivo durante vários meses) e inseticida em aerossol nos locais fechados onde for dormir (em hipótese alguma empregar inseticidas na pele). Os "mosquiteiros" também podem ser úteis na proteção contra triatomíneos ("barbeiros", transmissores da Doença de Chagas) e morcegos (transmissores da raiva).
Usar calças e camisas de manga comprida sempre que possível (sempre as condições locais de temperatura e umidade permitirem), para reduzir a área corporal exposta às picadas de insetos. Usar repelentes na roupa à base de permetrina ou deltametrina.
2- Medicamentos
Consulte um médico infectologista, informe-o sobre o seu roteiro e atividades que pretende realizar. Assim, o médico poderá avaliar a necessidade do uso de medicações na prevenção da malária. Não existe vacina contra a malária, a prevenção é feita com medicamentos (antibióticos). É importante consultar o médico pois a escolha da medicação depende do riso de exposição e dos tipos de Plasmodium presentes na região.
Atenção! As áreas de transmissão de Malária e Febre Amarela no mundo são bastante semelhantes, portanto é importante prevenir sempre as duas doenças!
[t3]Quando suspeitar[/t3]
A principal característica da malária é a febre, que vem acompanhada de calafrios, dor de cabeça, dores no corpo e mal estar. Estes sintomas podem ocorrer com intervalos, alternando períodos com febre e sem febre. Tais sintomas começam a se desenvolver cerca de 2 semanas após a picada do mosquito. Em alguns casos a malária pode ser grave, causando convulsões, confusão mental, insuficiência renal, dificuldade respiratória, coma e pode levar a morte. Portanto, sempre que estiver em uma área de risco (ou tiver retornado recentemente) e apresentar febre procure um médico!
Fontes:
CIVES
OMS
CDC[/align]