Eu, minha mãe e minha irmã nunca viajamos juntos, então decidimos que era hora de fazer a primeira viagem em família. As duas são autônomas e sou CLT, então basicamente eu precisava decidir minhas férias e elas se adaptariam a mim. Acabei conseguindo para final de setembro e primeira semana de outubro.
Férias marcadas, era hora de decidir o destino. Queríamos África do Sul ou Egito, escolhidos a partir de uma sessão de Brainstorming de locais que agradavam cada um. Como o voo para o Egito tinha o melhor preço pela Emirates, e teríamos dois dias em Dubai sem custo extra de voo, optamos por esse para já conhecer um lugar a mais. Não pagamos barato, os voos SP - Dubai, Dubai - Cairo e Cairo - SP custaram R$4.300, mas ao menos deu pra pagar em 5 parcelas sem juros, o que não pesou tanto.
Roteiro:
O roteiro foi escolhido com muita pesquisa; o foco eram templos e a história egípcia, mas decidimos incluir Hurghada no caminho porque seriam uns dias para descansar e curtir o impressionante Mar Vermelho. Ficou desta forma:
27.09- Voo Florianópolis - São Paulo
28.09 - Voo São Paulo - Dubai e chegada às 22:30
29.09 - Dubai: Burj Khalifa e Desert Safari
30.09 - Dubai: Medinat Jumeirah, Burj Al Arab e Dubai Mall
01.10 - Voos Dubai - Cairo e Cairo - Aswan, dia livre em Aswan
02.10 - Abu Simbel e passeio pelo Nilo
03.10 - Nubian Village e embarque no Cruzeiro, templo de Kom Ombo
04.10 - Edfu Temple e navegação pelo Nilo
05.10 - Desembarque do Cruzeiro, Templo de Hatshepsut, Vale dos Reis e Medinet Habu
06.10 - Luxor: Karnak Temple
07.10 - Ônibus para Hurghada e tarde livre na cidade
08.10 - Hurghada: Sharm El Naga
09.10 - Hurghada: Mergulho na Giftun Island
10.10 - Hurghada: Paradise Beach
11.10 - Manhã livre em Hurghada e voo para o Cairo de tarde
12.10 - Cairo: Pirâmides de Giza, Pirâmide de Saqqara, Pirâmide de Dahshur e Khan El Khalili
Eu tinha lido coisas péssimas sobre o povo egípcio, e cheguei lá com preconceito, admito. Acreditem, não é NADA do que vocês podem ler por aí a partir de más experiências individuais. Claro que uma pessoa pode sair de lá com a pior impressão possível, mas conversando com outros viajantes pude notar que isso não é o senso comum. Vou dar algumas dicas de como lidar com eles e será muito tranquilo:
Diga não e não olhe na cara. Raramente eles insistem, é sério, já fui em lugares muito piores e no Egito quase sempre os caras aceitam o não. Óbvio que um ou outro pode ser mais chato, mas no geral são muito fáceis de dispensar. Eu que fui para alguns países asiáticos, e ouvindo relato de gente que foi pra Índia por exemplo, Egito é level easy.
Não aceite ajuda em local turístico, vão querer levar uma grana por fora. Apenas faça o que estiver contratado pela agência e diga não aos que te oferecem algo no caminho.
Trate eles com bom humor. Os egípcios em geral são muito simpáticos e bem zueiros, adoram nosso humor brasileiro com piadinhas de tiozão, daquelas que um alemão ouvindo iria te xingar mentalmente. E eles amam brasileiros real.
Barganhe tudo. Raramente no Egito existe tabela de preço, só em restaurante mesmo, então eles jogam um preço alto e é extremamente fácil baixá-lo. Pra ter uma ideia o cara queria cobrar 60 dólares no passeio de cavalo pelas Pirâmides de Giza, e no final fechamos por 20.
Eles em geral falam bem mal o inglês, mas a maioria desenrola o básico. Muitos falam espanhol por causa da alta quantidade de turistas espanhóis.
Converse bastante com eles se adquirir um mínimo de intimidade, eles são bem falantes e adoram conversar - se gostar de futebol, tá aí o assunto.
Eles são muito solícitos, tentam fazer de tudo pra te ajudar. Por ser um país pobre e bem menos organizado, vai existir um nível de profissionalismo muito inferior ao brasileiro, mas eles fazem de tudo pra te ajudar.
Fale "obrigado" em árabe sempre. A palavra é "shukraan" (fonética é Chukram - bem fácil de falar). Isso quebra o gelo e deixa eles bem felizes.
Planejamento:
Eu, minha mãe e minha irmã nunca viajamos juntos, então decidimos que era hora de fazer a primeira viagem em família. As duas são autônomas e sou CLT, então basicamente eu precisava decidir minhas férias e elas se adaptariam a mim. Acabei conseguindo para final de setembro e primeira semana de outubro.
Férias marcadas, era hora de decidir o destino. Queríamos África do Sul ou Egito, escolhidos a partir de uma sessão de Brainstorming de locais que agradavam cada um. Como o voo para o Egito tinha o melhor preço pela Emirates, e teríamos dois dias em Dubai sem custo extra de voo, optamos por esse para já conhecer um lugar a mais. Não pagamos barato, os voos SP - Dubai, Dubai - Cairo e Cairo - SP custaram R$4.300, mas ao menos deu pra pagar em 5 parcelas sem juros, o que não pesou tanto.
Roteiro:
O roteiro foi escolhido com muita pesquisa; o foco eram templos e a história egípcia, mas decidimos incluir Hurghada no caminho porque seriam uns dias para descansar e curtir o impressionante Mar Vermelho. Ficou desta forma:
27.09 - Voo Florianópolis - São Paulo
28.09 - Voo São Paulo - Dubai e chegada às 22:30
29.09 - Dubai: Burj Khalifa e Desert Safari
30.09 - Dubai: Medinat Jumeirah, Burj Al Arab e Dubai Mall
01.10 - Voos Dubai - Cairo e Cairo - Aswan, dia livre em Aswan
02.10 - Abu Simbel e passeio pelo Nilo
03.10 - Nubian Village e embarque no Cruzeiro, templo de Kom Ombo
04.10 - Edfu Temple e navegação pelo Nilo
05.10 - Desembarque do Cruzeiro, Templo de Hatshepsut, Vale dos Reis e Medinet Habu
06.10 - Luxor: Karnak Temple
07.10 - Ônibus para Hurghada e tarde livre na cidade
08.10 - Hurghada: Sharm El Naga
09.10 - Hurghada: Mergulho na Giftun Island
10.10 - Hurghada: Paradise Beach
11.10 - Manhã livre em Hurghada e voo para o Cairo de tarde
12.10 - Cairo: Pirâmides de Giza, Pirâmide de Saqqara, Pirâmide de Dahshur e Khan El Khalili
13.10 - Cairo: Museu Egípcio e Cairo Tower
14.10 - Cairo: Citadela e Hanging Church
15.10 - Voos Cairo - Dubai, Dubai - SP e SP - Florianópolis
O povo egípcio
Eu tinha lido coisas péssimas sobre o povo egípcio, e cheguei lá com preconceito, admito. Acreditem, não é NADA do que vocês podem ler por aí a partir de más experiências individuais. Claro que uma pessoa pode sair de lá com a pior impressão possível, mas conversando com outros viajantes pude notar que isso não é o senso comum. Vou dar algumas dicas de como lidar com eles e será muito tranquilo: