Em Mariana, Minas Gerais, existe uma outra cidade arqueológica bela e perigosa que poucos conhecem. Considerada como a Machu Picchu brasileira por alguns arqueólogos, o Morro de Santana, carinhosamente chamado de Gogô, é um local impar com uma área aproximada de 132 ha.
Foto do autor: tanque de armazenamento de material para produção de ouro do Século XVIII
No local existiu uma capela dedicada a Santana construída em 1712 e que foi desmanchada na década de 1970, ainda existem várias ruínas na área do parque arqueológico, residências dos proprietários das minas e de seus escravos e comércios bem próximos às minas.
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Lagoa Seca
Foto do autor: Mina
Além dessa rica história e beleza existe o perigo causado pelos buracos de Sari ou Sarilho, que são dutos respiradouros que permitiam a entrada de oxigênio nas minas subterrâneas. Atualmente, a disposição de centenas desses orifícios na superfície da montanha fazendo da caminhada pela Gogô uma jornada perigosa. Como o local está praticamente abandonado, o mato rasteiro cresceu e se alastrou, encobrindo esses orifícios e disfarçando sua presença dos olhos de pessoas desatentas, como se fossem armadilhas.
Foto da Prefeitura de Mariana: Possível busca por vítima ou treinamento
Fiz alguns testes para verificar a profundidade desses buracos de Sari, atirando algumas pedras e cronometrando o tempo de queda. Em média a pedra demorava 4 segundos para atingir o fundo do buraco de Sari, sabe o que isso significa?
Significa que a profundidade, média verificada foi de 80 metros e a velocidade no instante do impacto é de 141km/h, ou seja as chances de sobreviver a uma queda dessa é quase zero. Por isso, ao visitarem o parque arqueológico do Gogô procurem um guia.
Cálculos:
tempo: 4 s;
gravidade: 9,81 m/s²;
profundidade "y" (m): ?;
Velocidade final “V” (km/h):?;
y=1/2*g*t² = 1/2*9,81*(4²) = 78,48 metros
Profundidade aproximada de 80 metros.
V=g*t = 9,81*4 = 39,24 m/s = 141,26 km/h
Velocidade final aproximada, no instante que a pedra atinge o solo, é de 141 km/h.
Em Mariana, Minas Gerais, existe uma outra cidade arqueológica bela e perigosa que poucos conhecem. Considerada como a Machu Picchu brasileira por alguns arqueólogos, o Morro de Santana, carinhosamente chamado de Gogô, é um local impar com uma área aproximada de 132 ha.
Foto do autor: tanque de armazenamento de material para produção de ouro do Século XVIII
No local existiu uma capela dedicada a Santana construída em 1712 e que foi desmanchada na década de 1970, ainda existem várias ruínas na área do parque arqueológico, residências dos proprietários das minas e de seus escravos e comércios bem próximos às minas.
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Ruínas
Foto do autor: Lagoa Seca
Foto do autor: Mina
Além dessa rica história e beleza existe o perigo causado pelos buracos de Sari ou Sarilho, que são dutos respiradouros que permitiam a entrada de oxigênio nas minas subterrâneas. Atualmente, a disposição de centenas desses orifícios na superfície da montanha fazendo da caminhada pela Gogô uma jornada perigosa. Como o local está praticamente abandonado, o mato rasteiro cresceu e se alastrou, encobrindo esses orifícios e disfarçando sua presença dos olhos de pessoas desatentas, como se fossem armadilhas.
Foto da Prefeitura de Mariana: Possível busca por vítima ou treinamento
Fiz alguns testes para verificar a profundidade desses buracos de Sari, atirando algumas pedras e cronometrando o tempo de queda. Em média a pedra demorava 4 segundos para atingir o fundo do buraco de Sari, sabe o que isso significa?

Significa que a profundidade, média verificada foi de 80 metros e a velocidade no instante do impacto é de 141km/h, ou seja as chances de sobreviver a uma queda dessa é quase zero. Por isso, ao visitarem o parque arqueológico do Gogô procurem um guia.
Cálculos:
tempo: 4 s;
gravidade: 9,81 m/s²;
profundidade "y" (m): ?;
Velocidade final “V” (km/h):?;
y=1/2*g*t² = 1/2*9,81*(4²) = 78,48 metros
Profundidade aproximada de 80 metros.
V=g*t = 9,81*4 = 39,24 m/s = 141,26 km/h
Velocidade final aproximada, no instante que a pedra atinge o solo, é de 141 km/h.