Sydney me faz pensar em uma linda garota caipira que acaba de mudar pra cidade grande e ainda não se deu conta do quanto ela é…poderosa.
Esta é uma cidade internacional, que abriga tanto os elegantes adornos e chiques butiques como os marginais que invariavelmente surgem detrás das sua sombras. Uma cidade que veste lindos edifícios coloniais, casas imponentes, parques manicurados, portos efervescentes. Onde você encontra botecos boêmios, bistrôs descolados, pus animados.
Ela não exibe a arrogância típica dos lugares que há tempos entraram pra liga das cidades-bambas internacionais, nem das beldades urbanas que são relembrados todos os dias da sua beleza. Não, essa é uma cidade que é generosa de si mesma. “Por favor, pise na grama”, pede uma placa fincada no parque, “Cheire as rosas, abrace as árvores”. Caminhadas costeiras roubam seu olhar de um canto a outro: de um lado o majestoso oceano, do outro esculturas marítimas criativamente esculpidas em paredes de pedra.
Um passeio no Hyde Park proporciona um refúgio perfeito do sol; com suas árvores plantadas em curva.
Ao lado do porto, uma enorme fonte em espiral construída em baixo relevo é a alegria e o refresco das crianças. Uma obra nada “útil”, obviamente cara, mas tão deliciosa.
Obras de arte em tamanho gigante estão espalhadas no centro da cidade, como a de um homem fumando cachimbo construído numa placa de metal. Menos genérico, impossível.
Uma cidade costeira que sabe ser relaxada e estilosa ao mesmo tempo. Para se chegar às suas praias, você precisa fazer uma pequena viagem, de ônibus ou ferry boat. Você não vai ver nem surfistas sem camisa nas avenidas principais nem o aparente stress do dia-a-dia na beira das praias.
Essa cidade judia do mochileiro pobre: enquanto é perfeitamente possível usar as pernas como meio de transporte e jantar e almoçar macarrão instantâneo, seus inúmeros restaurantes, sorveterias italianas e de museus de primeira linha te fazem pensar que entrar numa dívida nem é tão mal assim.
Como passar cinco dias perfeitos em Sydney:
Dia 1: Devore o centro da cidade
Veja logo de uma vez todas as atracões turísticas. Você não pode – e nem deve, na minha opinião - evitá-las.
Comece o circuito em Darling Harbour. Aprenda mais sobre a marinha e o caso de amor dos australianos com a água no National Maritime Museum, que durante a nossa visita oferecia entrada franca.
Na hora do almoço, você pode provar aquele que é considerado o melhor laksa da cidade, no Malay-Chinese Takeaway em Hunter St. e Pitt. Stroll, abaixo do Pitt Street Mall, e admirar a arquitetura dos shoppings Strand Arcade e do Queen Victoria Building, construídos em edifícios antigos.
Dirija-se à Circular Quay mas resista a tentação de ir correndo para a Opera House. Vire para o lado oeste do porto, num lugar chamado The Rocks na George St, e observe as fachadas históricas. Visite o Museu de Arte Contemporânea, se você gostar deste tipo de programa.
Agora voce já pode andar ao redor da Opera House, e a melhor hora pra isso é o pôr-do-sol. Assista os imensos morcegos surgirem do vizinho Jardim Botânico e voar ao seu redor.
Se você quiser sair à noite, é só escolher uma das boates em Oxford St.
Dia 2: Downtown – a missão
Vá para o outro lado do Darling Harbour e assista os tubarões e pinguins serem alimentados no Aquário, ou veja de perto as cobras, crocodilos e cangurus do Wildlife Centre. Quando a fome bater, peça uma torta de carne coberta com molho, ervilhas e purê de batatas no Harry’s Cafe, em Woolloomooloo, uma instituicão em Sydney.
Continue caminhando ate o bairro Kings Cross, o distrito da luz vermelha (bastante discreto se comparado ao padrões europeus). Suba e desça a Darlinghust St. até a Victoria St, cheia de restaurantes bacanas. Saboreie um sorvete italiano como sobremesa.
Dia 3: A praia
Vá para a Ipanema de Sydney, a Bondi Beach. E não deixe de fazer a caminhada de Bondi a Cogee, absolutamente deslumbrante.
Dia 4: Os bairros descolados
Comece em Surry St., que fica ao sul do centro da cidade. Depois tome um trem para Newtown, um bairro moderno, recheado de de coisinhas e pessoas interessantes. Um programa para um dia inteiro (e para a noite, se você estiver animado).
Day 5: Praia – a missão
Tome um ferry boat em Circular Quay até Manly. Durante o trajeto, aproveite para tirar fotos panorâmicas da cidade. Curta a praia, coma peixe com fritas. Faça a caminhada até Shelly Beach e, se tiver um snorkel e máscara, traga: é a sua oportunidade de avistar mini arraias e peixes gigantes, pertinho da areia.
Opcional:
Há muitos museus ao seu dispor: o Powerhouse, a Art Gallery of NSW, o Australian Museum, o Museum of Sydney.
Faça um bate-e-volta até Hunter Valley, onde você pode degustar seus famosos shiraz em um (ou mais) vinhedos.
Se você tiver un carro, faca a viagem de três horas até Canberra, a capital da Austrália, e observe a simetria perfeita do Parlamento com o National War Memorial.
Roubadas a serem evitadas:
A Sydney Tower
O monorail
As Blue Mountains (de accord com os locais, um lugar que já foi bonito até a chegada das companhias de turismo e lojinhas de souvenir.)
Sydney me faz pensar em uma linda garota caipira que acaba de mudar pra cidade grande e ainda não se deu conta do quanto ela é…poderosa.
Esta é uma cidade internacional, que abriga tanto os elegantes adornos e chiques butiques como os marginais que invariavelmente surgem detrás das sua sombras. Uma cidade que veste lindos edifícios coloniais, casas imponentes, parques manicurados, portos efervescentes. Onde você encontra botecos boêmios, bistrôs descolados, pus animados.
Ela não exibe a arrogância típica dos lugares que há tempos entraram pra liga das cidades-bambas internacionais, nem das beldades urbanas que são relembrados todos os dias da sua beleza. Não, essa é uma cidade que é generosa de si mesma. “Por favor, pise na grama”, pede uma placa fincada no parque, “Cheire as rosas, abrace as árvores”. Caminhadas costeiras roubam seu olhar de um canto a outro: de um lado o majestoso oceano, do outro esculturas marítimas criativamente esculpidas em paredes de pedra.
Um passeio no Hyde Park proporciona um refúgio perfeito do sol; com suas árvores plantadas em curva.
Ao lado do porto, uma enorme fonte em espiral construída em baixo relevo é a alegria e o refresco das crianças. Uma obra nada “útil”, obviamente cara, mas tão deliciosa.
Obras de arte em tamanho gigante estão espalhadas no centro da cidade, como a de um homem fumando cachimbo construído numa placa de metal. Menos genérico, impossível.
Uma cidade costeira que sabe ser relaxada e estilosa ao mesmo tempo. Para se chegar às suas praias, você precisa fazer uma pequena viagem, de ônibus ou ferry boat. Você não vai ver nem surfistas sem camisa nas avenidas principais nem o aparente stress do dia-a-dia na beira das praias.
Essa cidade judia do mochileiro pobre: enquanto é perfeitamente possível usar as pernas como meio de transporte e jantar e almoçar macarrão instantâneo, seus inúmeros restaurantes, sorveterias italianas e de museus de primeira linha te fazem pensar que entrar numa dívida nem é tão mal assim.
Como passar cinco dias perfeitos em Sydney:
Dia 1: Devore o centro da cidade
Veja logo de uma vez todas as atracões turísticas. Você não pode – e nem deve, na minha opinião - evitá-las.
Comece o circuito em Darling Harbour. Aprenda mais sobre a marinha e o caso de amor dos australianos com a água no National Maritime Museum, que durante a nossa visita oferecia entrada franca.
Na hora do almoço, você pode provar aquele que é considerado o melhor laksa da cidade, no Malay-Chinese Takeaway em Hunter St. e Pitt. Stroll, abaixo do Pitt Street Mall, e admirar a arquitetura dos shoppings Strand Arcade e do Queen Victoria Building, construídos em edifícios antigos.
Dirija-se à Circular Quay mas resista a tentação de ir correndo para a Opera House. Vire para o lado oeste do porto, num lugar chamado The Rocks na George St, e observe as fachadas históricas. Visite o Museu de Arte Contemporânea, se você gostar deste tipo de programa.
Agora voce já pode andar ao redor da Opera House, e a melhor hora pra isso é o pôr-do-sol. Assista os imensos morcegos surgirem do vizinho Jardim Botânico e voar ao seu redor.
Se você quiser sair à noite, é só escolher uma das boates em Oxford St.
Dia 2: Downtown – a missão
Vá para o outro lado do Darling Harbour e assista os tubarões e pinguins serem alimentados no Aquário, ou veja de perto as cobras, crocodilos e cangurus do Wildlife Centre. Quando a fome bater, peça uma torta de carne coberta com molho, ervilhas e purê de batatas no Harry’s Cafe, em Woolloomooloo, uma instituicão em Sydney.
Continue caminhando ate o bairro Kings Cross, o distrito da luz vermelha (bastante discreto se comparado ao padrões europeus). Suba e desça a Darlinghust St. até a Victoria St, cheia de restaurantes bacanas. Saboreie um sorvete italiano como sobremesa.
Dia 3: A praia
Vá para a Ipanema de Sydney, a Bondi Beach. E não deixe de fazer a caminhada de Bondi a Cogee, absolutamente deslumbrante.
Dia 4: Os bairros descolados
Comece em Surry St., que fica ao sul do centro da cidade. Depois tome um trem para Newtown, um bairro moderno, recheado de de coisinhas e pessoas interessantes. Um programa para um dia inteiro (e para a noite, se você estiver animado).
Day 5: Praia – a missão
Tome um ferry boat em Circular Quay até Manly. Durante o trajeto, aproveite para tirar fotos panorâmicas da cidade. Curta a praia, coma peixe com fritas. Faça a caminhada até Shelly Beach e, se tiver um snorkel e máscara, traga: é a sua oportunidade de avistar mini arraias e peixes gigantes, pertinho da areia.
Opcional:
Há muitos museus ao seu dispor: o Powerhouse, a Art Gallery of NSW, o Australian Museum, o Museum of Sydney.
Faça um bate-e-volta até Hunter Valley, onde você pode degustar seus famosos shiraz em um (ou mais) vinhedos.
Se você tiver un carro, faca a viagem de três horas até Canberra, a capital da Austrália, e observe a simetria perfeita do Parlamento com o National War Memorial.
Roubadas a serem evitadas:
A Sydney Tower
O monorail
As Blue Mountains (de accord com os locais, um lugar que já foi bonito até a chegada das companhias de turismo e lojinhas de souvenir.)