Quero ser um escritor itinerante. A ideia é ir para um Estado, me fixar num hostel (por exemplo) e viajar por todo o território escrevendo minhas experiências e aprendizados sobre o local: pessoas, folclore, lendas urbanas, culinária, sotaques, peculiaridades, causos e percalços. Tudo compilado num livrão muito bem escrito e diagramado repleto de fotografias coloridas somente sobre aquele Estado. Então, sigo para o próximo e faço o mesmo por lá até "zerar" o Brasil.
Se tudo der certo, quero escrever nesse método sobre cada país do mundo. Meu objetivo é ter uma saga publicada: Volume 1: Brasil, Volume 2: Guiana Francesa, e por aí vai até haver escrito sobre todos os países.
Depois, quero publicar um ensaio acadêmico da ótica de um mochileiro (e não de um cientificista pomposo, esnobe e rebuscado) sobre cada continente.
Em seguida, uma duologia para as metades do mundo: Volume 1: Ocidente e Volume 2: Oriente.
Para finalizar, a minha obra-prima: um livro sobre a humanidade como um todo.
Existem por aí mapas-múndi, mapas estelares, mapas disso e daquilo e sabe-se lá mais o quê. Mas não uma obra que verse sobre as pessoas como um organismo vivo e vibrante em constante adaptação, transformação e, consequentemente, evolução (seja ela em qual sentido for).
Concluindo: eu quero provar que a humanidade é uma só. Não existem raças. Somos todos seres humanos seja lá em qual parte do mundo for.
Quero ser um escritor itinerante. A ideia é ir para um Estado, me fixar num hostel (por exemplo) e viajar por todo o território escrevendo minhas experiências e aprendizados sobre o local: pessoas, folclore, lendas urbanas, culinária, sotaques, peculiaridades, causos e percalços. Tudo compilado num livrão muito bem escrito e diagramado repleto de fotografias coloridas somente sobre aquele Estado. Então, sigo para o próximo e faço o mesmo por lá até "zerar" o Brasil.
Se tudo der certo, quero escrever nesse método sobre cada país do mundo. Meu objetivo é ter uma saga publicada: Volume 1: Brasil, Volume 2: Guiana Francesa, e por aí vai até haver escrito sobre todos os países.
Depois, quero publicar um ensaio acadêmico da ótica de um mochileiro (e não de um cientificista pomposo, esnobe e rebuscado) sobre cada continente.
Em seguida, uma duologia para as metades do mundo: Volume 1: Ocidente e Volume 2: Oriente.
Para finalizar, a minha obra-prima: um livro sobre a humanidade como um todo.
Existem por aí mapas-múndi, mapas estelares, mapas disso e daquilo e sabe-se lá mais o quê. Mas não uma obra que verse sobre as pessoas como um organismo vivo e vibrante em constante adaptação, transformação e, consequentemente, evolução (seja ela em qual sentido for).
Concluindo: eu quero provar que a humanidade é uma só. Não existem raças. Somos todos seres humanos seja lá em qual parte do mundo for.
Editado por Almeida D. Avid