[align=justify]Fiz esta viagem em 2009 e até agora estou ensaiando para colocar o relato aqui no site.
Um feriado de 12 de Outubro e nada pra fazer, resolvi pegar a estrada e ir para Extrema e depois Monte Verde. Acabamos esticando mais um tempinho em Socorro / SP.
[t3]1º DIA: Extrema / MG[/t3]
Cheguei a Extrema na madrugada da sexta para o sábado, deixei para procurar hospedagem em cima da hora e acabei ficando hospedada na pousada Vivenda do Chela que é de um conhecido do meu amigo que me acompanhou na viagem. Pagamos um valor R$ 50,00 a diária (quarto duplo). Não é o valor real, mas foi o que pagamos por conhecer o dono da pousada.
A pousada era muito bonita, café da manhã ótimo e estrutura show de bola, mas a desvantagem é que não fica tão próximo ao centro da cidade.
Acordamos cedo e fomos para o centro da cidade, paramos em um botecão em frente à Igreja Matriz da cidade. Estava tendo uma feirinha de artesanato e a preparação o Micarrega Extrema, um carnaval fora de época que rolou lá na cidade.
Por conta deste carnaval as agências de turismo estavam lotadas, paramos em duas e não tinha mais vagas pra nada e os passeios estavam limitados, então decidimos pegar um mapa com o pessoal da agência e seguir sozinhos.
Seguimos para o Parque Municipal da Cachoeira do Salto (R$ 1,00 entrada - aberto de Segunda a Domingo das 8h às 18h), é um parque bem estruturado, com ótima conservação, muito organizado e limpo. Não se vê sujeira ou papel jogado no chão.
O parque tem infra-estrutura de apoio aos visitantes, portal de informações, estacionamento, restaurante, lanchonete e artesanato, playground, aparelhos de ginástica, quiosques, sanitários e um mirante natural, além das cachoeiras (claro!). A segurança do parque não permite que os turistas entrem nas cachoeiras, principalmente porque existem muitas pedras e o mais desavisado por se machucar seriamente. Por isso ficamos pouco tempo no parque, por que apesar da infra-estrutura eu achei um pouco sem graça.
Queríamos fazer a trilha da Pedra do Cume, lá é o ponto mais alto da Serra do Lopo a 1.780 metros de altitude, o acesso Pedra do Cume só pode ser realizado por trilha, como não conseguimos fechar os passeios com as agências, deixamos esta trilha para fazer em outra oportunidade, como não tínhamos tanta experiência em trilhas e eu sou muito sem direção, nunca lembro qual caminho que eu fiz, decidimos não irmos sozinhos.
Seguimos para o Pico do Lobo Guará, que fica a 1.430 metros de altitude e fica a 10Km do centro de Extrema, o acesso ao pico é feito pela Estrada do Salto. No caminho para o pico, paramos em uma casa sinalizada com uma placa turística com os dizeres: “Café Mineiro”, era o Recanto do Ipê. Fomos atendidos por um casal de idosos extremamente simpáticos, os dois moram lá e servem o tradicional café mineiro com 28 itens! Não tomamos o tal café, porque já tinha passado da hora, ficamos tentados em voltar no dia seguinte.
Tomamos uma coca-cola e comemos um pão de queijo, depois continuamos em direção ao pico. Fomos por uma estrada de terra, que não me lembro se é essa tal Estrada do Salto, seguimos as indicações que o casal de idosos nos passou.
Seguimos por essa estrada, durante alguns minutos e paramos na primeira porteira. Ficamos na dúvida, porque estava fechada e com uma placa dizendo “propriedade particular”, mas a senhora idosa nos informou que poderíamos seguir por essas porteiras, pois existia uma briga entre os proprietários e a prefeitura, que mesmo com os dizeres ninguém iria nos barrar. Por ela seguimos, enquanto meu amigo estava na direção, eu descia e abria as porteiras. Não me lembro quantas porteiras eram, mas o trajeto foi de 40 minutos de subida até chegar a uma área onde paramos o carro e seguimos a pé.
Foram mais uns 30 minutos em marcha lenta até chegar ao pico, a subida é bem íngreme e quando olhamos pra trás o carro estava beeem pequinininho.
No topo encontramos com uma galera que estava acampada, era uma que pratica vôo livre, mas estavam esperando o melhor vento, segundo eles iriam esperar para o dia seguinte, pois não era seguro saltar com aquele vento. E que vento! Ventava tanto que eu até fiquei com um pouco de medo de me aproximar mais do pico para ver a paisagem.
Valeu a pena vencer o medo e apreciar a paisagem, do Pico do Lobo Guará podem-se avistar o Pico do Selado, em Monte Verde, a Pedra de São Domingos, em Córrego do Bom Jesus, a Pedra Chata em Itapeva, além de algumas cidades da região. Ficamos por lá por algumas horas, comemos o lanchinho que estava na mochila e descemos quase no final da tarde.
No retorno para o centro de Extrema, pela Estrada do Salto paramos na Empyreo Destilaria. Degustamos cachaças de todos os sabores, conhecemos o processo de destilaria, comemos doce de leite e tomamos licor de chocolate com pimenta! Fomos muito bem atendidos e quem tiver a oportunidade, vá conhecer e aproveite para comprar algumas garrafas de cachaça e licores! Recomendo. :'> :'>
Voltamos para pousada e fechamos o dia bebendo a garrafa de cachaça ouro que compramos na destilaria.[/align]
[align=justify]Fiz esta viagem em 2009 e até agora estou ensaiando para colocar o relato aqui no site.
Um feriado de 12 de Outubro e nada pra fazer, resolvi pegar a estrada e ir para Extrema e depois Monte Verde. Acabamos esticando mais um tempinho em Socorro / SP.
[t3]1º DIA: Extrema / MG[/t3]
Cheguei a Extrema na madrugada da sexta para o sábado, deixei para procurar hospedagem em cima da hora e acabei ficando hospedada na pousada Vivenda do Chela que é de um conhecido do meu amigo que me acompanhou na viagem. Pagamos um valor R$ 50,00 a diária (quarto duplo). Não é o valor real, mas foi o que pagamos por conhecer o dono da pousada.
A pousada era muito bonita, café da manhã ótimo e estrutura show de bola, mas a desvantagem é que não fica tão próximo ao centro da cidade.
Acordamos cedo e fomos para o centro da cidade, paramos em um botecão em frente à Igreja Matriz da cidade. Estava tendo uma feirinha de artesanato e a preparação o Micarrega Extrema, um carnaval fora de época que rolou lá na cidade.
Por conta deste carnaval as agências de turismo estavam lotadas, paramos em duas e não tinha mais vagas pra nada e os passeios estavam limitados, então decidimos pegar um mapa com o pessoal da agência e seguir sozinhos.
Seguimos para o Parque Municipal da Cachoeira do Salto (R$ 1,00 entrada - aberto de Segunda a Domingo das 8h às 18h), é um parque bem estruturado, com ótima conservação, muito organizado e limpo. Não se vê sujeira ou papel jogado no chão.
O parque tem infra-estrutura de apoio aos visitantes, portal de informações, estacionamento, restaurante, lanchonete e artesanato, playground, aparelhos de ginástica, quiosques, sanitários e um mirante natural, além das cachoeiras (claro!). A segurança do parque não permite que os turistas entrem nas cachoeiras, principalmente porque existem muitas pedras e o mais desavisado por se machucar seriamente. Por isso ficamos pouco tempo no parque, por que apesar da infra-estrutura eu achei um pouco sem graça.
Queríamos fazer a trilha da Pedra do Cume, lá é o ponto mais alto da Serra do Lopo a 1.780 metros de altitude, o acesso Pedra do Cume só pode ser realizado por trilha, como não conseguimos fechar os passeios com as agências, deixamos esta trilha para fazer em outra oportunidade, como não tínhamos tanta experiência em trilhas e eu sou muito sem direção, nunca lembro qual caminho que eu fiz, decidimos não irmos sozinhos.
Seguimos para o Pico do Lobo Guará, que fica a 1.430 metros de altitude e fica a 10Km do centro de Extrema, o acesso ao pico é feito pela Estrada do Salto. No caminho para o pico, paramos em uma casa sinalizada com uma placa turística com os dizeres: “Café Mineiro”, era o Recanto do Ipê. Fomos atendidos por um casal de idosos extremamente simpáticos, os dois moram lá e servem o tradicional café mineiro com 28 itens! Não tomamos o tal café, porque já tinha passado da hora, ficamos tentados em voltar no dia seguinte.
Tomamos uma coca-cola e comemos um pão de queijo, depois continuamos em direção ao pico. Fomos por uma estrada de terra, que não me lembro se é essa tal Estrada do Salto, seguimos as indicações que o casal de idosos nos passou.
Seguimos por essa estrada, durante alguns minutos e paramos na primeira porteira. Ficamos na dúvida, porque estava fechada e com uma placa dizendo “propriedade particular”, mas a senhora idosa nos informou que poderíamos seguir por essas porteiras, pois existia uma briga entre os proprietários e a prefeitura, que mesmo com os dizeres ninguém iria nos barrar. Por ela seguimos, enquanto meu amigo estava na direção, eu descia e abria as porteiras. Não me lembro quantas porteiras eram, mas o trajeto foi de 40 minutos de subida até chegar a uma área onde paramos o carro e seguimos a pé.
Foram mais uns 30 minutos em marcha lenta até chegar ao pico, a subida é bem íngreme e quando olhamos pra trás o carro estava beeem pequinininho.
No topo encontramos com uma galera que estava acampada, era uma que pratica vôo livre, mas estavam esperando o melhor vento, segundo eles iriam esperar para o dia seguinte, pois não era seguro saltar com aquele vento. E que vento! Ventava tanto que eu até fiquei com um pouco de medo de me aproximar mais do pico para ver a paisagem.
Valeu a pena vencer o medo e apreciar a paisagem, do Pico do Lobo Guará podem-se avistar o Pico do Selado, em Monte Verde, a Pedra de São Domingos, em Córrego do Bom Jesus, a Pedra Chata em Itapeva, além de algumas cidades da região. Ficamos por lá por algumas horas, comemos o lanchinho que estava na mochila e descemos quase no final da tarde.
No retorno para o centro de Extrema, pela Estrada do Salto paramos na Empyreo Destilaria. Degustamos cachaças de todos os sabores, conhecemos o processo de destilaria, comemos doce de leite e tomamos licor de chocolate com pimenta! Fomos muito bem atendidos e quem tiver a oportunidade, vá conhecer e aproveite para comprar algumas garrafas de cachaça e licores! Recomendo.
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Voltamos para pousada e fechamos o dia bebendo a garrafa de cachaça ouro que compramos na destilaria.[/align]
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