
![]() Tudo combinado durante a semana, era pra nos encontrarmos as 8 da manhã atrás do shopping tatuapé, mas atrasei e só consegui chegar lá era quase 9 da manhã. Rapidamente dividimos o grupo em 2 carros e pegamos a Fernão Dias com destino a Extrema. O acesso é muito fácil, basta pegar a saída pra Extrema e depois seguir as placas pra subir pela estrada da Embratel até as torres. Gastamos meio tanque de álcool para ir e voltar, saindo 10 reais por cabeça o passeio. Cruzamos com um grupo de ciclistas no caminho, a estrada ora é asfaltada, ora de paralelepípedos, ora de terra, mas bem estreita com umas curvinhas chatas. Paramos na rampa de asa delta pra fotos e um showzinho de striptease que nosso amigo Eros concedeu. |
![]() Começamos a trilha efetivamente as 11:10 da manhã, ao lado da Pousada Céu da Mantiqueira. O caminho estava beeeeem úmido e escorregadio. Fizamos uma parada grande nas primeiras pedras da trilha, onde lanchamos e batemos papo. Depois da Pedra das Flores a trilha faz 2 bifurcações, onde seguimos sempre a trilha da direita. Parece que ela vai contornar o morro, mas logo a trilha começa a subir. No final há uma pequena escalaminhada pra subir as pedras. Algumas meninas tiveram suas unhas lascadas e quebradas, mas o ânimo permaneceu alto! Chegamos ao cume lá pelas 14h, onde ficamos de papo pro ar até umas 15h. Como a intenção era fazer bate e volta, decidimos iniciar a descida, embora o solzinho e a brisa fizessem uma combinação perfeita no cume. A visão é realmente fantástica, 360 graus. O céu azulado e o horizonte avermelhado... Nao houve surpresas na descida, apesar de que achei que mataríamos a Vivi asfixiada com nosso abraço grupal, e mesmo o Eros com o tênis arruinado mandou super bem. OK, coração batendo, pulmões funcionando, continuamos. Chegamos na estrada as 17h e fomos ver o pôr do sol atrás das torres em frente ao estacionamento. A temperatura começou a cair, nos agasalhamos e curtimos o espetáculo. |
![]() Já em Extrema paramos o carro perto da igrejinha e achamos um local pra saciarmos nosso apetite por uma cerveja gelada. Ficamos até 22h comendo uma deliciosa porção de fritas e calabresa e enchendo a lata! Menos os motoristas, claro! De volta a SP, tivemos as 3 primeiras baixas: Claudia, Fabio II e Clayton resolveram encerrar nosso bate e volta por alí. Eu, Cris, Fabio I, Eros e Vivi decidimos esticar a noite. Depois da Cris pegar roupa em casa, do Fábio e do Eros abraçarem um bêbado carente e a Vivi me deixar dar um rolê em sua afinadíssima motoca, fomos em casa tomar um banho e seguimos rumo ao Canto da Ema para uma noitada de forró, onde ficamos até as 4 da manhã. Aqui houve a 4a baixa da trip: o Eros pediu pra ficar no ponto de ônibus e foi-se embora. Eu, Cris e Fabio voltamos pra casa pra dormir um pouco e recuperar nossas energias. Acordei as 10h da manhã super atrasada para o tão esperado bazar da OBB. Logo todos acordaram e fomos encontrar a Vivi pro almoço. Forramos a barriga com carne de sol, feijão de corda e mandioca, relembrando os causos do dia anterior. Já não aguentando mais um a cara do outro, nos despedimos finalmente as 13h do domingo. E eu ainda fui pro bazar antes de cair na cama e perder quase a tarde inteira roncando alto (mentira, eu nem ronco, mas a frase ficava bem no relato rss). |

É isso aí! Foi um sabadão show de bola, com uma galera firmeza que espero encontrar mais vezes (menos vc Vivi, não te aguento mais!)





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Resumo