Pôxa vida, mais de 3 meses sem escrever aqui.... levei menos tempo planejando a viagem que escrevendo sobre ela hehe Mas tive minhas justificativas, e pelo menos escrevi no blog – ainda que até ele esteja abandonado nas ultimas semanas, as mais atribuladas de todas.
Gostaria de dizer prá quem já leu o blog que há diferenças, mas na verdade não há – simplesmente juntei os posts diversos na ordem pelo dia. Isto porque não vejo como poderia acrescentar mais dados ao que já tentei detalhar ao máximo

Prá quem não leu lá, divirtam-se!
17º dia – Domingo, 25/07 – Perdido em PragaDo hostel até a estação de trem foi tranquilo, e para não me arriscar a perder o horário, saí bem cedo. Lá na estação, estava sentado quando chega uma menina com um mochilão também e começamos a conversar um pouco, até que vem o inevitável: “Where are you from?” Eu: From Brasil, and you? “From Brasil também” hehe falar na língua natal sempre facilita a vida
Sobre o trem, E vale a pena ler
http://www.viajenaviagem.com/2010/12/vi ... -internet/ sobre como comprar esta passagem, que é meio chatinha mesmo. A única diferença é que quando comprei a minha não tinha ainda o post, e não reservei acento – mas como era baixa temporada, foi tranquilo.
Em Praga, tinha pensado em pegar o tram, que para em frente ao hotel que fiquei, mas estava chovendo muito e o tram ficava fora da estação, então fui pro metrô, que também ficava próximo. Supresa: a estação do metrô ficava num shopping, o que foi bom prá proteger da chuva, que estava parando. Só que, quando fui procurar o mapa, vi que NÃO havia trazido! Assim, com aquele baita mochilão, fui andando para um lado e não achei nada – pro outro, nada também. Mais uma rua.... como era um hotel de convenção, perguntei prá alguém na rua, que devia ser um dos únicos por ali que não conhecia inglês. Depois de mais de 1 hora andando, já em desespero, fui no shopping perguntar de Lan House – não tinham, mas tem wifi. Glória!! Esvaziei metade da mochila até achar o note, e finalmente me achei pelo google maps. Em 5 minutos estava no hotel! Assim, conselho: JAMAIS ESQUEÇA O MAPA DO HOTEL!!
O hotelPraga foi dos lugares mais difíceis para achar hospedagem – ia ficar 6 dias, então na medida do possível queria um pouco de privacidaede. Mas ali ou você fica no centro e paga caríssimo, ou fica muito longe do centro para pagar menos. Até que no
http://www.hrs.de encontrei o meu. Fiquei no Olsanka Congress -
http://www.hotelolsanka.cz/?locale=en em quarto só para mim, com banheiro, 2 camas e até tv por 19 euros a diária. Não era no centro, mas o tram era atravessando a rua e levava 20 min. Prá chegar la. Tirando o café da manhã, que tinha até arroz e batata-frita, a estadia foi muito boa – ainda mais por este preço mais que camarada
Centro VelhoDepois de tanta perda de tempo, ainda consegui fazer bastante coisa. Usei como base o Walking tour 3 do Frommers (só de base, nada fixo).
Assim, estação Namésti Republiky do metrô, para sair na Obdecní dum (Municipal House), que não é nada demais e vale pelos prédios fotogênicos. Ali o que tem de bonito mesmo é a Powder tower(Torre de pólvora), construida em 1475 e que agora separa a Cidade velha (Staré Mesto) da cidade nova.
Na caminhada até o centro, passa-se em mais algumas igrejas, sendo a principal a Church of our Lady Before Tyn, fortemente ligada ao movimento reformista de John Huss – e que estava em reforma…
O que realmente conta, que te faz perder o fôlego, é chegar na Starometské namestí (Old Town Square – a Praça da cidade velha). Ali já aconteceu de tudo: rebelião de Husitas nos anos 1400. Em 1620, os Habsbugos (aqueles da Áustria) executaram diversos protestantes. E hoje, abriga uma gigantesca quantidade de turistas – que com razão fazem da praça um de seus pontos principais de parada. Dos 6 dias que estive ali, creio que em 4 ou 5 passei na praça, porque ela encanta demais
No centro, uma estátua em homenagem a Jan Hus(ou John Huss), que foi erguida em 1915, como lembrança dos 500 anos de sua morte na fogueira. Ele parece estar sempre olhando em direção a sua igreja, a de Tyn Mas o principal é a Old Town Hall e o Astronomical Clock. Primeiro, aproveitei que o sol estava começando a querer baixar e subi na torre. Este mirante vale bastante a pena (e custa somente 100 coroas). A subida é feita em 2 elevadores e a vista que se tem de Praga é lindíssima. É a praça, as ruas do centro, os telhados vermelhos das casas, tudo bonito demais. Passei 1 hora ali, que rendeu muitas fotos
E já que estava lá, fui também ver as badaladas do relógio, no último horário: 21h00 O famosíssimo relógio data de 1410 com suas diversas marcações de signos do zodíaco, horário solar, lunar e um monte de coisa. E de hora em hora reúne o povo para ver a passagem dos apóstolos. E é muita, mas muita gente mesmo! O pessoal começa a se amontoar uns 20 minutos antes e quando chega a hora mal dá para encontrar lugar em pé – tudo para uma aprecisar uma pequena parada que não dura 2 minutos. Tinha lido que era meio decepcionante, mas não esperava que fosse tanto assim… mas pense que este desfile ocorre desde o séc 17 que talvez diminua o sentimento. E vai: não dá para não ver o relógio pelo menos 1 vez
Depois foi jantar ali perto, para entrar no clima de vez. Legal foi um grupo de 2 casais já idosos de ingleses que estavam indo embora depois de 1 semana, totalmente encantados com tudo – e me deixando empolgando pensando nos próximos 5 dias que eu ficaria por ali. Engatamos um bom papo… espero ter aquele pique quando chegar na idade deles!
CAMBIOHoje está R$ 1,00 = CZk 10.56 – (Coroa tcheca , ou Koruna) Durange a viagem, era mais fácil dividir tudo por 10 que dá mais ou menos o valor correto
GASTOSTrem Viena-Praga 5 horas, 29 euros.
Subida na torre do relógio CZk 100 - e vale muito a pena!
Passe de ônibus 84
Jantar bem decente 420
18º dia – Segunda, 26/07 – Castelo de PragaAntes, Trasnsporte:
O transporte é bem decente: são 3 linhas de metrô que cobrem uma boa região e todas interligadas, mas o principal são os trams, que levam a absolutamente todo lugar. Dentro destes bondes você tem os mapas de todas as paradas dele, e em cada uma das paradas há uma tabela com todas as linhas que passam ali, e todos os horários de cada uma destas linhas – aqui não são tão absurdamente pontuais quanto em Viena, mas também foram poquíssimos os atrasos e nunca deve ter passado de 2 ou 3 minutos. O que precisa cuidar é que há linhas que só funcionam entre 10 e 17 horas.
O site de transporte público é muito bom e acessando
http://idos.dpp.cz/idos/connform.aspx?tt=pid&cl=E5 você coloca sua origem e destino e tem até mesmo qual o próximo horário em que é esperando bonde ou metrô, dando as várias alternativas.
Uma história divertida foi quando estava esperando a noite no ponto e ao abrir a porta sai um cachorro enorme (parecia um cavalo) completamente sozinho – uns 2 ou 3 segundos depois saiu o que devia ser o dono, o que foi uma situação bastante divertida (e pensando agora, meio irresponsável também hehe)
O unico problema é a parte de tickets: assim como nos outros países, você compra seus próprios tickets com moedas em máquinas perto dos pontos. Tem tickets para viagem de até 30 minutos, até 75 e ticket de 24 horas, que raramente valem. Tem uma explicação detalhada aqui e como sempre: compre o tal do ticket. Em 6 dias lá somente 1 vez chegou um agente me pedindo para ver o bilhete, e achei o máximo quando uma menina do meu lado sacou o smartphone onde o guardinha pôde ver o aplicativo com a validade do bilhete(e vejam no link acima que comprando por sms o ticket vale por mais tempo). Detalhes: 1) O carinha que via os tickets surgiu do nada, totalmente a paisana e quase escondido… ele chegava do seu lado, mostrava o ‘distintivo’ bem discretamente e vc só tinha que mostrar o ticket – isto para ninguém saber que ele estava no bonde; 2) logo depois que viu o meu, tinha um lá que não estava com o ticket.. conversa vai, conversa vem e logo chega outro agente, um grandalhão nada discreto, e os 3 descem para ‘conversar’; ou seja: vai usar transporte público, compre o bilhete.
O bilhete turístico só vale se você for usar muito: o de 24 horas precisa usar transporte pelo menos 4 vezes para valer a pena, e o de 3 dias é mais caro que comprar 3 de 1 dia (vai entender…). Além do mais, se você ficar hospedado ali no centro só vai usar transporte publico para ir até o Castelo (isto se não for a pé, já que do centro não é tão longe assim) e para as estações de trem para bate-e-volta
Chegar em Hradcany (Distrito do Castelo) é fácil. Há várias paradas de TRAM(bonde) que você pode encontrar aqui – Mas fique de olho: quando fui, havia um tram que passava em frente ao hotel e parava só no Castelo – no exato dia que cheguei lá estavam mudando diversas linhas e esta foi uma delas. Por sorte, dentro dos trams há mapas com as paradas e havia bastante informação sobre isto, então rápido percebi que tinha que mudar um pouco, mas foi algo que não esperava. Como são diversos os lugares por onde se pode começar, recomendo o tram 22, descendo em Prasky Hrad, que é o ponto principal de entrada.
TICKETSHá alguns tickets individuais e também os combinados short e long tour. A diferença é a inclusão de: Convent of St. George, que na verdade é uma galeria com diversos quadros e esculturas – e só vale para quem gosta muito; Prague Castle Picture Gallery, que não fui e Powder tower, que conta principalmente a história dos soldados da corte – em 30 minutos no máximo você vê tudo. Honestamente? O long é para quem realmente gosta de pinturas e esculturas – eu devia ter pego somente o short e usado o tempo principalmente nos lugares que realmente valem a pena. Ou isto, ou já estava cansado de tanto ver quadros na viagem hehehe.
Também dá para pegar os audio-guide, que você aluga e tem algumas horas para devolver, com a grande vantagem de furar algumas filas. Porem, por mais lotado que estivesse, a única fila realmente grande é a da Catedral, e mesmo esta foi rápida, então não acho que seja necessário. Os lugares possuem muita informação escrita e o único onde queria ter algum guide foi na Catedral, e mesmo assim não valia o custo. Engraçado que quando na bilheteria perguntei sobre o audio guide, a própria mocinha disse que não achava valer a pena! Também fui comprar água e ela me fala: “pega esta garrafa vazia que você tem aí e encha nas torneiras mesmo – a água aqui é muito cara e a das torneiras é potável!” O máximo da sinceridade hehehe As informações sobre horário e preços estão aqui.
Um último ponto: dentro do castelo as filas das bilheterias estavam muito grandes – neste caso, volte para a entrada. Passando os guardinhas, mas antes de entrar no hall, tem um corredorzinho pequeno que vai à esquerda. Segue ali que logo tem um lugar vendendo os tickets – sem fila nenhuma! Os tickets valem por 2 dias, mas em 3 ou 4 horas muito bem usadas, dá para ver tudo.
JARDINSAgora sim, o Castelo. Antes da entrada propriamente dita, à esquerda há um enorme e muito bonito jardim. Este fica aberto somente no verão, então não é sempre que você pode entrar – mas estando aberto, vale uma passada rápida. Logo no começo, tem um lugar com diversas aves treinadas para caça – me parece um pouco de crueldade mantê-las presas daquele jeito, mas… de qualquer jeito, só passei rapidinho por ali.
Passando os jardins, você pode dar sorte de ver a troca de guarda (de hora em hora) - repare nas roupas ‘fashion’ deles – foram desenhadas pelo figurinista de Amadeus. Indo por esta entrada e chegando ao salão com uma pequena fonte no meio, olhe nos mapas que a Catedral estará a sua esquerda
ST. VITUS CATHEDRALA catedral domina tudo, sendo avistada de longe. Em 925 DC foi fundada uma rotunda, convertida em basilica em 1060 e a partir deste lugar sagrado cresceu toda a região do Castelo. Mas somente pouco depois de 1300 começou a construção real da Catedral, que chegou ao que é hoje somente no século XX. Repare nos muitos gárgulas que adornam todo o lado de fora.
O lugar é impressionante, com muito dourado (normal na época) e diversas tumbas de santos tchecos, com capelas dedicadas a eles. A principal é a de St. Wenceslas, que fica na direita. A Catedral está passando por restaurações em sua parte externa, mas isto não diminui a beleza do lugar que merece uma visita. Não se assuste com a fila formada, ela é realmente rápida, e você poderá ver uma das mais belas catedrais da região.
OLD ROYAL PALACEAo lado da Catedral cresceu o Palácio, que serviu de administração para diversos governos tchecos desde o século 14 , e também para os austríacos, quando estes dominavam a região. Destaque total para o Vladislav Hall, que abrigou diversas cerimônias, e por séculos viu a coroação dos reis. Nos anos mais recentes, é também onde se veem eleições presidenciais
Outro local bastante interessante é a Old Diet, que não é uma dietda da idade média, mas sim o lugar onde desde o século 15 se faziam os julgamentos. Estas coisas sempre me fazem pensar… enquanto por aqui não existia nada, por lá tinha até mesmo sistema jurídico. Vá também à janela da defenestração e pense em como um lugar aparentemente tão bobo abrigou o início de uma guerra. Acho que passei uns bons 40 minutos pelo Old Palace…
The Story of Prague CastleSaindo do Royal Castle, você já está próximo da Permanent Exhibition: The Story of Prague Castle, incluido nos 2 passes. Como o nome já diz, é um museu com a história do complexo, desde os mais antigos achados (que datam dos tempos do império romano), até tempos mais atuais, passando por manuscritos de St. Vitus, coroas e até mesmo roupa mortuária usado por algumas rainhas. Como é muita coisa, depois de um tempo começa a cansar, mas prá quem gosta de história (e como já viram, sou um deles), é um prato cheio; ainda que a maior parte do pessoal passava simplesmente correndo por tudo
Ao terminar, siga para baixo, aos fundos da Catedral, onde tem a tem a Kafeteria U Kanoviku – talvez seja um pouco cara, mas é um ótimo ponto para comer algo embaixo das árvores, ou tomar um sorvete.
ST GEORGE´S BASILICAPassando a cafeteria, este é prédio mais antigo da região, datanto de 1142. A visita não leva mais que 10 minutos e é bem interessante esta basilica que mais parece uma capela, mas cujas paredes estão ali há quase 1000 anos. Bem do lado esquerdo está o St. George´s Convent, convento de freiras beneditinas fundado em 973 e que hoje abriga uma Coleção de arte do século 19 e, como falei, tem a entrada somente no long tour. Lógico que se tiver o passe deve-se entrar, mas como disse: não é primordial… vale ler sobre ele para se decidir
GOLDEN LANETem a Powder Tower, mas como falei ali não tem lá muita coisa – nem mesmo uma vista da região, como eu esperava – decepcionante é o mínimo que posso dizer. Assim, o último ponto de interesse é a Golden Lane. Esta é uma ruazinha muito charmosa do séc 16, com casinhas minúsculas e bem bonitas. A mais famosa é a casa 22, onde Franz Kafka viveu por algum tempo em 1917. A entrada costuma estar incluida nos passes – porém quando fui (Julho/2010) a rua estava toda em restauração, então o que podia se ver era uma réplica da rua, e esta era paga (creio que 50 coroas). Acabei pagando e achei até que valeu a pena, até pq quando poderei voltar, né…?
Há outras coisas na região do Castelo – e mais uma vez, o frommer´s é um ótimo guia de informação, em seu Walking Tour 2. Gostei muito do passeio, poderia incluir entre os ‘obrigatórios’, junto a Ponte e ao Centro histórico. Principalmente a Catedral e o Old Palace valem demais a visita que deve levar um minimo de 3 horas para ir razoavelmente rápido… Quem quiser ver mais fotos, é acessar a partir daqui
Na hora da saída, uma maneira no mínimo diferente de ver a cidade – revi este ‘balão’ diversas vezes e sempre fiquei morrendo de inveja hehe
Saindo dali, você pode voltar por onde veio até o tram e seguir seu caminho, ou descer até o final para ter mais uma bonita vista da cidade, seguindo para outros lugares de Malá Strana, como a Church of St Nicholas , que não fui mas domina totalmente o lugar, e dizem ser lindíssima. Ou então vá se perdendo pela região até chegar ao Rio, seguindo para o principal ponto da cidade, Charles Bridge – mas este fica prá depois, que este post já está longo demais
Post publicado originalmente em http://devoltaoutravez.wordpress.com/20 ... y-castelo/Dali, pretendia a igreja de St Nicholas,m as me perdi no caminho e quando vi, estava já Ponte Carlos, então fiquei por ali mesmo
Construida em 1357, a Karluv Most (Ponte Carlos prá gente) é dos pontos mais turistico da cidade (talvez O mais turistico) e com certeza a maior concentração de pessoas por metro quadrado. Cruzando aquela ponte tão hiper-lotada de gente, de vendedores de um monte de coisa, de gente pintando caricaturas, a gente mal lembra que há 650 anos as pessoas a utilizam para cruzar o Rio Vltava.
BRIDGE TOWERPara quem vem do castelo, antes de entrar na ponte propriamente, vale subir sua torre, localizada em Malá Strana – do outro lado também há uma torre, mas não estou certo se dá para subir. Detalhe interessante: a torre foi desenhada pelo mesmo arquito de St. vitus Cathedral, na década de 1350. Para subir, preço normal de 70 coroas e a subida não é fácil, não… principalmente se vem de uma boa andança antes
São escadinhas apertadas encostadas na parede – o bom é que a cada 2 andares, você pode parar para ver fotos e documentos sobre a história da ponte. Muita gente(a maioria, na verdade…) passa direto até chegar lá em cima, o que me fazia sentir um lerdo – mas já me acostumei com isto nas minhas andanças no estilo ‘devagar e sempre’. E vai: além de oferecer um bom motivo para descansar um pouco, as fotos e textos são realmente muito bons.
Assim, fica-se conhecendo a quantidade de vezes que Praga sofreu enchentes gigantescas – aliás, isto me reavivou memórias que tinha de algum jornal na infância quando via uma correnteza enorme e falavam em Rep. Tcheca – a ultima enchente destas é próxima a 2001 e quase cobriu a ponte mais uma vez. Aprendemos que aquela ponte, apesar de antiquíssima, já é a segunda no lugar e que a primeira era feita de madeira e foi totalmente destruida numa destas enchentes. Também vemos a gigantesca importância desta ponte em unir 2 regiões de Praga que cresciam meio em separado, mas que a partir dali se tornaram uma só. Por último, vemos que ali ocorreram muitas batalhas e a ponte em si ajudou a rechaçar algumas destas tentativas de invasão.
Mas claro, o que realmente importa no lugar é a vista, e esta compensa e muito a subida
Depois de conhecer um pouco da história, nada como cruzar a ponte, parando para ver os (muitos) produtos a venda, algumas das diversas caricaturas, e obviamente ao menos algumas estátuas. A mais antiga das 30 data de 1683 e é homenagem a St. John of Nepomuk – um padre que foi jogado da ponte pelo rei, amarrado em correntes para que morresse, por se recusar a contar a confissão da rainha. Quem tiver interesse em saber mais sobre as estátuas, vale dar uma lida aqui
Quando fui, a ponte estava em restauração em parte dela (como tanta coisa nas cidades visitadas…) então a multidão parecia ainda maior – mas não se estressse: aproveite o lugar, atravesse devagar, curtindo bem. Já pertinho da saída em Lesser Town estava a famosa Banda um grupo que está sempre por ali tocando – e que peguei já no finalzinho. Sentar por ali perto de uma das estátuas só vendo a turistada passar pela ponte e embaixo dela nos passeios de barco é show de bola. Só cuidado: dizem que há muito batedor de carteira – não vi nada, mas com aquele monte de gente, é muito possível mesmo, então ficar de olhos aberto
Dali, fui diretamente para o
Estates Theater. O que eu esperava era um show de marionetes, que toda gente fala, quando vi que este teria ‘The Best of Mozart’ citando Don Giovani, comprei a entrada. Haviam 3 preços e comprei o mais barato. Mas lendo mais sobre o lugar, percebi que não era bem aquele o programa que eu queria ver… tinha comprado é para a Ópera Nacional. Mas como diria o filósofo : “Quem está na chuva é prá se queimar“, então lá fomos.
O Teatro é gigantesco.. as Óperas de Viena e Budapeste são muito mais suntuosas, e o Estates Theatre de Praga tem estofados gastos e tals, mas a história do lugar é sempre facinante. Esta sala inclusive tem participação no filme “Amadeus”, pois quando Mozart teve problemas em Viena, foi convidado a estrear algumas de suas peças em Praga - nesta aqui mesmo ele estreou sua peça Don Giovanni em 1787.
O programa eram 3 pessoas tocando instrumentos de sopro, e um casal cantando diversas músicas. Algumas eram somente tocadas, outras solos e as melhores envolviam todos. Como era “The Best of Mozart” creio que valeu bastante o ingresso – ainda que por ser lááááááá em cima (quem mandou pegar o mais barato) tinha que se debruçar para ver as performances. O bom é que foi só chegar lá e comprar o ingresso; os lugares são por ordem de chegada e vc escolhe onde quer ficar, desde que dentro do seu andar
Não era exatamente o que eu pensava em ver, mas foi muito bom. 690 CZk Detalhe divertido é uma estátua do lado de fora – não sei bem o que é, mas depois de pensar em Dementadores (de Harry Potter), outro mochileiro que passava lá encontrou o certo: é um Nazgul
E prá terminar um dia pouco ocupado, voltei prá Charles Bridge, que dizem ser imperdível de noite também. Assim, lá pelas 23h00, quando achei que não ia estar muito cheio…. ledo engano: no verão europeu, nunca é muito tarde para as ruas estarem lotadas. Mas não importa, que tudo compensa: a visão que se tem da região do castelo, de Malá Strana e do próprio rio são realmente recompensadoras.
Para bater as fotos, foi difícil, mas achei um pedaço de mureta que estava desocupado (cadê o tripé nestas horas?) Tinha que bater umas 10 de cada lugar, com e sem flash, para escolher 1 ou 2 que valessem a pena. Legal que depois de um tempo parou mais gente, que gostou da ideia e começou a fazer igual – quem diria que alguém ia pegar algo de fotografia comigo hehehe
GASTOSGrand Tour no castelo 350 (como disse, talvez o tour menor valha mais a pena e custava 250)
Almoço 315 (bem fraquinho,m as era na região do castelo, então fica caro
Golden Lane 70
Subir na Torre da Charles Bridge 70
Melhor de Mozart no Estates Theatre 690
Jantar 280
19º dia – Terça, 27/07 – Nové Mesto e JosefovNové Mesto é a “Cidade Nova” – nova em termos, já que data de 1348, mas comparando com o restante da cidade...
Comecei num museu que é meu maior arrependimento em Praga. Este definitivamente não valeu! NÁRODNÍ MUZEUM
Comecei neste, que é o Museu Nacional. Para chegar lá é pegar o metrô até a estação Muzeum. O prédio onde se localiza foi feito em 1893 para exaltar o nacionalismo. A escadaria e o hall de entrada são realmente muito bonitos, mas infelizmente o interesse termina ali. Subindo o que se tem é um Museu de História Natural, com uma sessão gigantesca de mineralogia (para quem gosta, divirta-se; prá mim, é só uma maneira chique de dizer que tem um monte de pedras ) Tem também um monte de animais empalhados e por mais que até curta este tipo de coisa, depois do Museu de História Natural de Washington e NY, esse aqui parece simples demais.
Talvez crianças achem interessante, mas quem não tiver com filhos, ou simplesmente não curtir muito isto, pode passar longe.
Pegando o Metrô ali do lado, desci até o começo da avenina Venceslas, de onde se tem uma bonita vista da famosa Vaclavské Namesti, a Praça WenceslasÉ esta praça bem em frente ao Museu Nacional, com uma estátua de St. Wenceslas num cavalo. Além de uma avenida com comércio e restaurantes, ali ocorreram coisas importantíssimas para o país, e de certa forma para o mundo. Ali foi lida a proclamação da Independência, em 1918; a avenida foi usada pelos Nazistas para demonstração de força durante a guerra; em 1969 o estudante Jan Palach ateou fogo em si mesmo após o fim da “Primavera de Praga“, (que havia marcado toda uma geração em 68) em protesto contra a perda de liberdades conquistadas, sendo hoje justamente homenageado no local.
Por fim, em 1989 partiu ali se reunia a população durante a Revolução de Veludo, que terminou com o domínio soviético no país, depois de décadas. Claro: se não for passar na região, não precisa vir só para ver a praça; mas se estiver por ali, porque não?
Ali perto também tinha um pessoal fazendo jogos de exibição, jogando vôlei num colchão de ar... é até divertido acompanhar as acrobacias Seguindo prá baixo ainda, chega-se ao
Museu do Comunismo . Para mim, o museu mais interesssante de Praga (alguns diriam que este título ficaria entre o Museu do sexo ou o da tortura, mas nestes eu não fui..). Se o Museu do Terror em Budapeste mostrava a face pior do comunismo, aqui temos muito da propaganda: como eles tentavam convencer a população que estes viviam no paraíso, enquanto passavam necessidade e eram perseguidos. Já de inicio, temos estátuas gigantescas de Lenin e Marx, seguidos de motos e as cartilhas de estudo da época
Meus destaques são o fascinio pelo esporte como demonstração de superioridade, e roupas anti-gás, pois a população era levada a crer que o país seria atacado com armas químicas pelos malvados capitalistas. Com o objetivo de incutir medo nas pessoas, havia até simulação de ataques
Assim, a história triste do país é lembrada, com detalhes sobre a Primavera de 68, e depois as lutas dos 40 anos sem liberdade religiosa, politica ou mesmo de pensamento – mas sempre com as pessoas tentando protestar de alguma forma. Ao final, mostra a esperança voltando com a queda do muro de berlim e passa muito rapidamente pela revolução de veludo, quando o povo foi as ruas contra os sovieticos e sem nem precisar se armar, estes se foram
Para terminar, visite a lojinha. Ali você encontra postais e imãs de geladeira com símbolos soviéticos ‘subvertidos’ - o que mais gostei foi o fofo ursinho Misha, símbolo das Olimpíadas de Moscou, armado com uma metralhadora
Almocei ali perto (o Mcdonald infelizmente estava muito cheio,m as seria legal prá completar a farra comunista hehe) e fui prá
Josefov, a parte judaica da cidade. Praga já foi uma das maiores cidades judaicas do mundo – em 1700 havia mais judeus em Praga que em qualquer outro lugar da Europa. Mas aí veio Hitler… hoje contam-se menos de 3.000 vivendo lá. Em uma tarde dá para conhecer tudo tranquilamente, ainda que os lugares não sejam tão próximos um do outro. As entradas você pode comprar em separado, ou em diferentes lugares…comprei um de 300 coroas, que permitiu entrada em vários lugares. Para ver todos, é aqui
PINKAS SYNAGOGUEComecei por esta, que é a segunda mais antiga de Praga. Não seria nada demais, não fossem suas paredes cheias de nomes. Ali estão escritos os nomes de 77.297 judeus checos mortos nos campos de concentração. Lendo assim não parece nada, mas vc entra naquele lugar lotado de nomes, e vai vendo paredes inteiras escritas, passa para outra sala e mais paredes lotadas de nome… começa a dar aflição ver tanto nome de gente que sofreu – e mais ainda, pensar que estes são apenas alguns nomes de 1 único país
OLD JEWISH CEMETERYAli perto, se visita o mais antigo cemitério judaico na Europa. Por 350 anos este era o único lugar onde os judeus podiam enterrar as pessoas, e disto nasceu este cemitério fascinante e estranho… são túmulos em cima de túmulos, pedra caida por cima de pedra, nestes mais de 20.000 túmulos. Há lugares que contam com 12 camadas de corpos. Enquanto passa por ali, encontra alguns túmulos cheios de pedrinhas – esta é a maneira de homenagear alguns dos mais importantes. Saindo dali tem-se o Ceremonial Hall, onde temos desenhos feitos por crianças que ficaram no campo de Terezin. Os desenhos ‘sobreviveram’ para mostrar um pouco da inocência das crianças que também viram o horror de um lugar destes
SPANISH SYNAGOGUEMais longe um pouco tem-se esta sinagoga Moura, de 1868. Ela é um pouco diferente, e sem dúvida foi a mais bonita das que vi, com muita ornamentação em dourado e um pequeno histórico do holocausto na parte de cima.
Também incluida no ticket há a Klaus Synagogue e o Jewish Museum, mas estes são menos interessantes que o restante… Além disto tudo, há a Old -New Synagogue, que tem este nome para diferenciar esta de uma mais antiga ainda. Apesar de colocada como nova, é de 1270 e não cheguei a conhecê-la (depois de um tempo, cansa ver tanta sinagoga hehe)
Este foi um passeio bastante interessante, para conhecer um pouco da cultura de um povo tão sofrido e perseguido através dos anos. E também para lembrar mais uma vez o horror que não pode ser esquecido. Além do mais, também é divertido pela arquitetura dos lugares, cada sinagoga com lembrando as outras, mas todas diferente.
Juntando Nove mesto e Josefov, este foi o dia com passeios mais ‘diferentes’, porém não menos turisticos (principalmente a região de Josefov estava lotada). São muito bons para vermos outras partes da cidade, perfeitos para ir após conhecer o centro e o Castelo, aproveitar mais um pouco de Praga, antes de partir para os passeios de 1 dia em outros lugares da região.
E claro, nada como terminar o dia de caminhada em Josefov indo ver uma apresentação dentro da Sinagoga Espanhola. O tempo entre o fim do seu passeio e a apresentação pode ser aproveitado ali mesmo, ou passeando no centro que é perto.
Para a apresentação eles colocam as cadeiras todas, tiram alguns temas de museu e temos ali um grupo de gente tocando. A programação esta em
http://www.jewishmuseum.cz/en/acultsp.php e eu peguei o “Best of Gershwin”, que contém vários de seus temas usados em musicais da broadway ou filmes de Hollywood. É 1 hora de uma apresentação que poderia ser mais empolgante, mas creio que valeu a pena. Só pena que daqui não houve como tirar fotos.
GASTOSMuseu Nacional 120
Museu do Comunismo 150
Almoço 250
Entradas em Josefov 300
Concerto melhor de Gerswhin 700
Mercadinho noturno 200
20º dia – Quarta, 28/07 – Kutna Hora e o Ossuario de Kedlecdepois de 3 dias em Praga estava na hora de uma saída pelas redondezas, que me gera outro post grandinho
Kutná Hora é uma cidadezinha pequena que no seculo 14 já foi a 2ª mais importante de região da Boemia (atrás apenas de Praga) e que hoje é mais conhecida pelo seu ponto turístico macabro – o Ossuário de Sedlec. Para chegar lá, há diversos ônibus e também trem. A saida é da Hlavni Nadrazi station(a mesma que vc chegou de Viena) e há trens quase de hora em hora. Não se assuste, a estação em Kutna é bem denotada mesmo!
SEDLEC OSSUARYLá chegando, pegue o ônibus que passa quase em frente da Estação, e peça para descer no Ossuário! O ponto é pertinho e só precisa subir um pouco, seguindo a direita para você chegar num pequeno cemitério e uma igrejinha – este é um lugar que desperta um sentimento de estupefação, de desentendimento por alguém ter feito aquilo, e também de maravilha por tanta arte sendo criada a partir de esqueletos humanos.
Diz a história que estes ossos são de vítimas da Peste do século 14 e de guerras Hussitas no século 15. Ambas tiveram milhares de mortos, enterrados em tumbas com muita gente, somando 40 mil pessoas; conforme se desenvolveu a cidade, os ossos foram reaparecendo. Monges locais tiveram a ideia de usar estes ossos para algo – e daí surgiu este Ossuário. O que querem passar é que não importa se rico ou pobre, gente comum ou importante: ao final todos somos esquecidos e viramos nada.
As montanhas de caveiras e os candelabros centrais (onde há pelo menos 1 de cada osso do corpo) são os que mais chamam a atenção
A entrada é barata e vale demais a pena. Se tiver muita pressa, pode descer e pegar o próximo trem de volta que o principal já foi – e pode ter demorado menos de 15 minutos ou 1 hora, dependendo do gosto(é pequeno o lugar) - mas a meu ver o dia estava somente começando… Comprei ticket para a entrada em todos os principais lugares turisticos para ver o restante da cidade. O único que NÃO vale a pena é o de mostra no colégio jesuita, onde vc tem entrada em uma parte muito pequena do lugar – este eu digo para não comprar mesmo, mas as entradas nas outras 2 igrejas são bem bacanas.
CATHEDRAL OF ASSUMPTION OF OUR LADYDescendo até o ponto de ônibus e atravessando a avenida, tem-se esta pequena igreja, que não havia visto informação em lugar nenhum. A catedral foi construida em 1320 e é ligada à igreja de Sedlec, que hoje é o Ossuário. A visita não vai mais que 10 ou 15 minutos e achei legal porque é diferente de todas as outras – como foi renovada há pouco, parece nova. Além do mais, ela é amarela… diferente do que estou acostumado, e muito bonita mesmo
OLD TOWNVocê pode então pegar o ônibus até o centro da cidade, ou seguir até a Catedral de Santa Bárbara. Ou você pode fazer como eu, que perdi o ônibus e como passava outro somente em 30 minutos, fui a pé até o centro. Honestamente? A caminhada não tem nada demais, e acho que devia ter esperado o ônibus
O centrinho é bonitinho, realmente lembrando muito o que a gente vê sobre cidades medievais. Aproveitei para almoçar num restaurante chinês próximo da praça central, muito bom
Entre o centro e a catedral, pode entrar no Silver Museum, que explora a mineração de prata, que era muito grande na região séculos atrás. Não fui, mas parece bem interessante. Depois, passa-se colégio Jesuita, que como falei está incluido no ticket que comprei, mas só dá entrada num pedaço muito pequeno – e nem me interessei em conhecer o restante, então não posso falar.
CATHEDRAL OF ST BARBARASaindo do Colégio, já estamos praticamente em frente (ou melhor, do lado) desta imensa catedral, que começou a ser construida em 1380 e foi completada 200 anos depois. Mas a verdade é que até eu já estava cansado de ver igrejas. Por mais bonita que seja (e alguns a comparam com a St. Vitus, do Castelo de Praga), não fiquei tanto tempo ali. O que realmente vale muito a pena é a vista que se tem desta região. Tanto ainda no colégio jesuita, quanto a partir do quintal da Catedral, a vista do vale e da cidade faz valer a pena a visita.
Para voltar a Praga, saindo pela frente da Catedral tem umas escadas e seguindo pela direita você encontra o ponto do ônibus que te deixa no trem e dali chega-se em Praga.
RESUMOVale muito a pena conhecer a cidade, nem que seja somente para ir ao Ossuário – é muito diferente de qualquer coisa que já tinha visto antes, é mórbido e fascinente e ainda te faz refletir um pouco – o que mais pode-se esperar de um lugar assim? Vale a pena ir até a cidade nem que seja somente para o Ossuário!
Mas como disse: já que está ali, porque não passar mais umas horinhas? Compre o ticket, mas não precisa incluir o Colégio Jesuita se não quiser (que inclusive, é o mais caro de todos). E ao voltar a Praga, como ainda está cedo, vá para a Praça mais um pouco se divertir em Old Town, ver o relógio ou simplesmente andar sem rumo até a hora do programa noturno, que Praga é ótima para isto
E para terminar, neste dia sim fui ver
A Flauta mágica Como escrevi, o teatro de marionetes é o mais famoso dos diversos ‘shows’ que há em Praga, sendo o mais famoso a apresentação de “Don Giovanni” pelo National Marionethe Theater, cujo site fica aqui. Desde 1991 já apresentaram mais de 6000 vezes a peça. Porém, toda quarta feira é encenada outra famosa ópera de Mozart: “The Magic Flute“. Como encontrei o teatro justamente na quarta feira, já comprei meu ingresso na hora, por 690 CZk
Eu não sei o que esperava quando lia “Teatro de marionetes”. Provavelmente algo nos moldes de uma caixinha com alguém puxando os fios, ou aqueles bonecos de pano nas mãos das pessoas… o que eu não esperava é a grandiosidade do que é apresentado. A ópera é tocada em alemão mesmo e os atores que puxam os bonecos (que são grandes) participam ativamente da peça andando, fazendo gesticulações, brincando com os personagens de uma maneira singela que faz tudo ficar simplesmente maravilhoso.
A história que eu imaginava, depois vi que não tinha entendido lá muito bem – mas mesmo não entendendo tudo o que se passava, os 90 minutos ali foram muito especiais. Tenho poucas fotos, então as 2 primeiras são minhas e as restantes tirei do próprio site deles. Também encontrei este video no youtube
Infelizmente, não vi Don Giovanni porque o único dia que tive para isto deu uma preguiça lascada no fim do dia (era o último dia no país, estava meio preocupado pela alergia ter voltado e tals), mas não ter ido ver é um dos maiores (ok, provavelmente o maior) arrependimento da viagem. A Flauta foi simplesmente ótima e imagino então como seria com o principal ‘produto’ deles
CUSTOSPraga-Kutna Hora 97
2 Onibus em Kutna Hora 20
Entradas na cidade 165
Almoço chinês 250
Kutna Hora-Praga 97
Flauta Magica 690
Janta Mcdonalds 160
Onibus em Praga 44
fotos de Kutna Hora a partir de
http://olemxela.multiply.com/photos/alb ... #photo=123